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      <title>Padlet Inês Martins by Inês Martins</title>
      <link>https://padlet.com/correiamartins/11Aportugues2018</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-03 16:01:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1- Contextualização histórico-literária de Eça de Queirós</title>
         <author>correiamartins</author>
         <link>https://padlet.com/correiamartins/11Aportugues2018/wish/231459680</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Geração de 70<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A geração de 70 designa um grupo de jovens intelectuais portugueses que manifestaram um descontentamento com o estado da cultura e das instituições nacionais, sendo esta o surgimento de uma consciência cultural europeia, elevada e decisiva, consciência que une o século XIX ao século XXI.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A partir de 1865, neste grupo fizeram-se notar, Antero de Quental, como figura de destaque e ainda Ramalho de Ortigão, Guerra Junqueiro, Teófilo Braga, Eça de Queirós, Oliveira Martins, Jaime Batalha Reis e Guilherme de Azevedo.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Pelo facto de estes homens terem a possibilidade e, sobretudo, apetência de contacto com diferentes culturas e com as mais avançadas da europa, aperceberam-se, então, das diferenças que havia a nível por exemplo das ciências e das artes, entre o nosso país e os mais desenvolvidos como a Alemanha, a Inglaterra e a França.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Em consequência, esta juventude cosmopolita nas leituras, liberal e progressista não se revia nos formalismos estéticos que grassavam nem naquilo que consideravam ser a estagnação social, institucional, económica e cultural a que assistiam.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; O seu inconformismo havia de se manifestar em diversas ocasiões surgindo, então, a Questão Coimbrã.<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Questão Coimbrã<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A Questão Coimbrã também conhecida como <strong>Questão do Bom Senso e Bom Gosto</strong>, opôs os vários membros da Geração de 70, portadores da “ Ideia Nova”, aos seus antecessores.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Em 1865, António Feliciano de Castilho publica um posfácio elogioso ao “Poema da Mocidade” de Pinheiro Chagas, aproveitando a ocasião para censurar o grupo de jovens da Escola de Coimbra. Acusa-os de exibicionismo, de obscuridade, de tentarem subverter a noção de poesia e, finalmente, de falta de “bom senso e bom gosto”.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A carta de resposta de Antero de Quental a esta provocação, foi por ele intitulada de “Bom Senso e Bom Gosto” e como que oficializou a contenda. Nesta carta são atacados “os valores convencionais das camarilhas instaladas”, demonstrando-se grande ânsia de modernização.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; O grupo reunir-se-ia depois na capital, formando o Cenáculo, e em 1871 organizou as Conferências Democráticas do Casino Lisbonense, com as quais chamou definitivamente a atenção da sociedade.<br><br>&nbsp;<strong>Conferências do Casino<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Este é o ponto mais alto da Geração de 70. Visavam abrir um debate sobre o que de mais moderno, a nível de pensamento, se vinha fazendo lá fora. Aproximar Portugal da Europa era o objetivo máximo.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; O programa das Conferências, que surgiam como uma espécie de consequência natural das discussões ideológicas travadas no Cenáculo, anunciava "ligar Portugal com o movimento moderno", "agitar na opinião pública as grandes questões da Filosofia e da Ciência Moderna" e "estudar as condições da transformação política, económica e religiosa da sociedade portuguesa".<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>1ª Conferência "O espírito das conferências"</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>2ª Conferência "Causas da decadência dos povos peninsulares"</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>3ª Conferência "A literatura portuguesa"</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>4ª Conferência "O Realismo como nova expressão da Arte"<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Esta conferência foi proferida por Eça de Queirós e era na verdade um grito de revolta contra as tradições literárias.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Bem integrada no espírito revolucionário, a sua preleção, que diretamente se inspirava em Proudhon, chamava logo de início a atenção para a necessidade de operar na literatura a mesma revolução que se estava dando na política, na ciência, na vida social. Expunha depois a doutrina da arte como produto das sociedades, intimamente ligada ao progresso e decadência destas, e subordinada não já a puros fatores individuais, mas a causas extrínsecas – causas permanentes (o solo, a raça, o clima) e causas acidentais (as circunstâncias históricas).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A definição de Realismo foi dada por Eça nesta conferência, sendo que este tocava os limites da moral, visava à justiça e à verdade, servia o ideal do seu tempo. Bela, justa, verdadeira, a obra de arte realista não podia nunca ser considerada imoral, como tantos criam.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>5ª Conferência "Separação completa do estado e da igreja"<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br>&nbsp;<strong>Realismo/ Naturalismo<br><br>&nbsp; &nbsp; </strong>O<strong> Realismo</strong> baseia-se nos procedimentos científicos, os autores realistas recorriam à observação como ponto de partida do processo criativo. O romance realista torna-se assim um documento social importante.<br><br>&nbsp; &nbsp; As obras literárias e artísticas deveriam retratar o seu momento presente. Assim, os personagens heróicos, a pátria idealizada, a mulher inatingível e o passado histórico, tão caros ao Romantismo, são agora relegados. A literatura realista autoproclama-se instrumento de transformação social e moral; retratar os problemas do presente é sua missão.<br><br>&nbsp; &nbsp; Os grandes nomes do Realismo foram Antero de Quental (1842-1891) e Cesário Verde (1855-1886), na poesia, e Eça de Queirós (1845-1900), na prosa.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; O<strong> Naturalismo </strong>é considerado um prolongamento do Realismo, acrescentando à sua estética uma visão predominantemente científica da existência.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A estética naturalista, portanto, propõe às obras literárias a função de representar o homem por uma visão determinista, ou seja, o meio, a herança genética, a fisiologia ou o momento influenciam o carácter e as atitudes da pessoa.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Significados:<br><br></div><div>“apetência”- desejo; vontade.</div><div>“cosmopolita”- pessoa que viaja por muitos países, adaptando-se a muitas culturas e maneiras de estar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 13:09:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2- Respostas ao questionário da página 231</title>
         <author>correiamartins</author>
         <link>https://padlet.com/correiamartins/11Aportugues2018/wish/231538736</link>
         <description><![CDATA[<div>1) A paixão de Pedro da Maia desencadeia-se quando diz "troca de olhares fatal e deslumbradora" e também "uma dessas paixões que assaltam uma existência, a assolam como um furacão, arrancando a vontade".<br><br>1.1) Esta caracterização apresenta um caráter excessivo, verificando-o com o uso das palavras "fatal", "furacão" e "abismos", sendo esta uma caracterização exagerada mostrando que algo de fatal irá acontecer entre estes dois apaixonados.<br><br>2) Pedro da Maia manifesta um "violento interesse" por Maria quando diz " o olhar aceso e perturbado com que seguia a caleche trotando Chiado acima", descrevendo Maria como uma mulher atraente, encantadora e perfeita como uma deusa " pareceu a Pedro nesse instante alguma coisa de imortal e superior à Terra".<br><br>3) No capítulo I, Pedro encarna a típica personagem romântica pois apaixonou-se à primeira vista, sendo esta uma paixão súbita, mas poderosa e mantinha um namoro " à antiga", escrevendo cartas para a sua amada.<br><br>4) Maria Monforte apresenta um carácter muito irregular, comparativamente com as damas do deu tempo, bastante exagerado, extravagante, excessivo e excedente, mostrando ser interesseira e gastadora<br><br>5) Neste parágrafo, verificamos um enorme uso de pontos de exclamação onde o narrador pretende transmitir um sentimento e uma opinião à cerca de Maria Monforte.<br><br>6) Nos serões de Arroios havia um ambiente de luxo e exuberância, onde Maria era o centro das atenções, começando a ter hábitos estranhos como fumar com os homens e conviver com eles, hábitos esses que Pedro odiava e condenava, sentindo ciúmes, acabando por se isolar sentindo um enorme sofrimento.<br><br>7) O parágrafo inicia com "uma sombria tarde de dezembro, de grande chuva", mostrando que aquele era um dia melancólico onde algo trágico estava para acontecer.<br><br><strong>Gramática<br></strong>1) </div><div>    a) Oração subordinada adjetiva relativa restritiva<br>    b) Oração subordinada substantiva completiva<br>    c) Oração subordinada adverbial condicional<br><br>2)<br>    a) 5<br>    b) 4<br>    c) 2<br>    d) 1<br>    e) 3</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 15:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3- Respostas ao questionário da página 233</title>
         <author>correiamartins</author>
         <link>https://padlet.com/correiamartins/11Aportugues2018/wish/232573497</link>
         <description><![CDATA[<div>1) A personagem que chega ao hotel, era uma senhora "alta, loira, com um meio véu muito apertado e muito escuro que realçava o esplendor da sua carnação ebúrnea", "passo soberano de deusa, maravilhosamente bem-feita, deixando atrás de si como uma claridade, um reflexo de cabelos de oiro" e também um "negro profundo de dois olhos".<br><br>1.1) Na descrição desta personagem, são utilizadas três sensações. A primeira é o olfato "e um aroma no ar", a segunda é o tato, quando diz "corpo maravilhoso onde vibrava" e a terceira é a visão "olhos negros e de uns cabelos loiros", mostrando assim que esta personagem era airosa, formosa e graciosa.<br><br>2) Com a utilização do adjetivo, pretende-se demonstrar a visão crítica sobre essa personagem, sendo utilizado para mostrar ao leitor que esta personagem possui um caráter poderoso. O advérbio é utilizado para que o leitor use a sua criatividade e imaginação de forma espontânea.&nbsp;<br><br>3) Craft utiliza a expressão "Très chic" para caracterizar a "deusa" mostrando que esta possui uma enorme delicadeza, classe, requinte, luxo, graça e elegância.<br><br>4) Ambas as personagens possuíam uma carnação pálida, ambas são descritas como perfeitas, sendo comparadas a deusas, são sedutoras e bonitas.<br><br>5) Carlos estava completamente apaixonado, então essa paixão levou-o a ter comportamentos que outrora nunca teria, este passou a procurar Maria onde quer que ela estivesse, muitas das vezes não ia trabalhar só para encontrar o seu amor sentindo-se assim humilhado acabando por se comparar a um cão vadio "rafeiro perdido, farejando o Aterro".</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-17 11:56:15 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4- Respostas ao questionário da página 241</title>
         <author>correiamartins</author>
         <link>https://padlet.com/correiamartins/11Aportugues2018/wish/234206437</link>
         <description><![CDATA[<div>1)<br>&nbsp; &nbsp; a) 7<br>&nbsp; &nbsp; b) 5<br>&nbsp; &nbsp; c) 1<br>&nbsp; &nbsp; d) 2<br>&nbsp; &nbsp; e) 3<br>&nbsp; &nbsp; f) 4<br>&nbsp; &nbsp; g) 6</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 13:50:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5- Respostas ao questionário da página 146</title>
         <author>correiamartins</author>
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         <description><![CDATA[<div>1)<br>a) Nestas três personagens masculinas, verificamos que a sua paixão surgiu subitamente, com apenas um olhar. As mulheres são descritas como belas e irresistíveis, existindo, no final de cada romance, um acontecimento que desencadeia o fim das relações, havendo um fim trágico com os romances e com as personagens.<br><br>b) Nestas três personagens, apenas o romance de Pedro é público e legítimo, sendo o único que gera filhos, apenas o amor de Carlos é incestuoso pois apaixona-se pela sua irmã e apenas o amor de Ega é adultério pois Raquel era casada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 13:54:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6- Respostas ao questionário da página 295</title>
         <author>correiamartins</author>
         <link>https://padlet.com/correiamartins/11Aportugues2018/wish/251883896</link>
         <description><![CDATA[<div>1)<br><br><br>2) Na poesia de Antero a angústia e o ideal estão associados, comprovando-se: "apesar de o ambiente ser atribuído ao Antero noturno, a aspiração e a ascensão associada à luz, que rompe as trevas para alcançar o Bem, seria uma opção do Antero luminoso. Assim, não se opõem as duas faces anterianas; completam-se, complementam-se, unificando-se no mesmo ideal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 13:36:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 7- Questionário da página 294</title>
         <author>correiamartins</author>
         <link>https://padlet.com/correiamartins/11Aportugues2018/wish/255699752</link>
         <description><![CDATA[<div>1) O eu poético conhece o ideal e sente uma enorme tristeza pois compara-o com a realidade do mundo em que vive verificando uma enorme diferença entre os dois, ficando triste pois apercebe-se que o mundo real perdeu a cor.<br><br>2.1) o sujeito poético diz: "como quem da serra/ Mais alta que haja, olhando aos pés a terra/ Minguar, fundir-se, sob a luz que jorre", ou seja, ele compara-se a alguém que sobe à serra mais alta e contempla o mundo minguado, reduzido.<br><br>2.2) Podemos comprovar que a realidade assume contornos sombrios na frase: " Assim eu vi o mundo e o que ele encerra/ Perder a cor, bem como a nuvem que erra/ Ao pôr do sol e sobre o mar discorre".<br><br>3) O eu poético tenta encontrar na forma, ou seja, na matéria dura a ideia pura ou o ideal que conheceu, acabando&nbsp; por se aperceber que esta procura foi em vão, pois nunca irá encontrar o ideal no mundo em que vive.<br><br>4) Só os poetas tem a capacidade de visualizar o ideal, pois só eles receberam o "batismo dos poetas", o que lhes permite ir além do mundo visível. O eu poético possuindo esse dom foi capaz de ver o mundo ideal e apercebeu-se que o mundo onde vive é triste e cheio de imperfeições ficando "pálido e triste".<br><br>5) </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 15:32:47 UTC</pubDate>
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