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      <title>Atividade: Filosofia e Música 3ªs Séries by Felipe Roberto Gonçalves de Camargo</title>
      <link>https://padlet.com/felipecamargo1987/io7cgu3sjckx3b25</link>
      <description>Os alunos irão expor aqui o trabalho desenvolvido na disciplina de Filosofia, no qual eles devem relacionar o pensamento de um filósofo com uma música.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-12 03:14:17 UTC</pubDate>
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         <title>Raul Seixas e Martin Heidegger - Prof. Felipe Camargo</title>
         <author>felipecamargo1987</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Eu sei que determinada rua que eu já passei<br>Não tornará a ouvir o som dos meus passos<br>Tem uma revista que eu guardo há muitos anos<br>E que nunca mais eu vou abrir.<br>Cada vez que eu me despeço de uma pessoa<br>Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez<br>A morte, surda, caminha ao meu lado<br>E eu não sei em que esquina ela vai me beijar<br>Com que rosto ela virá?<br>Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer?<br>Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?<br>Na música que eu deixei para compor amanhã?<br>Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?<br>Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada,<br>E que está em algum lugar me esperando<br>Embora eu ainda não a conheça?<br>Vou te encontrar vestida de cetim<br>Pois em qualquer lugar esperas só por mim<br>E no teu beijo provar o gosto estranho<br>Que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar<br>Vem, mas demore a chegar<br>Eu te detesto e amo morte, morte, morte<br>Que talvez seja o segredo desta vida<br>Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida<br><br></em><strong>Nesta música Raul Seixas faz uma referência sobre a Morte, algo que todos nós vamos passar, alguns mais cedo e outros mais tarde. Tal ideia também foi levantada pelo filósofo alemão Martin Heidegger que afiram que o Homem é um ser para a morte e a angústia que temos em relação ao nosso fim é algo que nos caracteriza em relação ao mundo e nos torna únicos no universo.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 03:18:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipecamargo1987</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 03:26:57 UTC</pubDate>
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         <title>Planet Hemp e John Locke </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>luiz fernando n 26 3A<br>Digo foda-se as leis e todas regras<br>Eu não me agrego a nenhuma delas<br>Me chamam de marginal só por fumar minha erva<br>Porque isso tanto os interessa<br>Já está provado cientificamente<br>O verdadeiro poder que ela age sobre<br>a mente<br>Querem nos limitar de ir mais além<br>É muito fácil criticar sem se informar<br>Se informe antes de falar e legalize ganja<br><br></div><div>Legalize já, legalize já<br>Porque uma erva natural não pode te prejudicar<br><br></div><div>O álcool mata bancado pelo código penal<br>Onde quem fuma maconha é que é o marginal<br>E por que não legalizar? E por que não legalizar?<br>Estão ganhando dinheiro e vendo o povo se matar<br>Tendo que viver escondido no submundo<br>Tratado como pilantra, safado, vagabundo<br>Por fumar uma erva fumada em todo mundo<br>É mais que seguro proibir que é um absurdo<br>Aí provoca um tráfico que te mata em um segundo<br>A polícia de um lado e o usuário do outro<br>Eles vivem numa boa e o povo no esgoto<br>E se diga não às drogas, mas saiba o que está dizendo<br>Eles põe campanha na tevê e por trás vão te fudendo<br>Este é o Planet Hemp alertando pro chegado<br>Pra você tomar cuidado com os porcos fardados<br>Não falo por falar eu procuro me informar<br>É por isso que eu digo legalize ganja<br><br></div><div>Legalize já, legalize já<br>Porque uma erva natural não pode te prejudicar<br><br>Nesta música a  banda Planet Hemp defende a liberdade individual dos usuários de determinada droga ilícita. O pensamento do filósofo Jonh Locke, pai do liberalismo inglês, se faz presente em diversas passagens da obra, a ideia da propriedade privada e o direito as liberdades do individuo se fazem presentes no desejo de liberdade expresso pelos integrantes da banda. Além disso pode-se observar diversas alusões a busca de conhecimento e participação politica para o combate aos preconceitos e privações do Estado, para locke existem dois tipos de experiências, as internas, pautadas nas reflexões do individuo, e as externas pautadas nas sensações. para que não tenhamos preconceito se faz necessário portanto uma maior busca por conhecimento e novas experiências como proposto na musica já supracitada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 14:02:23 UTC</pubDate>
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         <title>Música: Metamorfose ambulante - Raul Seixas, Filósofo: Heráclito    </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>*Nomes: Gabriel Gomes N°10 e Laiza Gimenes N°24*<br>Música:<br>Prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Sobre o que é o amor<br>Sobre que eu nem sei quem sou<br>Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou<br>Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor<br>Lhe tenho amor<br>Lhe tenho horror<br>Lhe faço amor<br>Eu sou um ator<br>É chato chegar a um objetivo num instante<br>Eu quero viver nessa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Sobre o que é o amor<br>Sobre o que eu nem sei quem sou<br>Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou<br>Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor<br>Lhe tenho amor<br>Lhe tenho horror<br>Lhe faço amor<br>Eu sou um ator<br>Eu vou lhes dizer aquilo tudo que eu lhe disse antes<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha, velha, velha, velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha, velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha, velha, velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.<br><br>*Relação*<br>Na musica metamorfose de Raul Seixas, fala sobre como nós queremos que tudo em nossa volta esteja em um constante processo de transformação, de mudanças e que nos somos afetados por esses processos. Essa música pode ser relacionada a teoria de Heráclito diz que em alguma passagem, que todas as coisas movem-se e nada permanece imóvel. E, ao comparar os seres com a corrente de um rio, afirma que não poderia entrar duas vezes num mesmo rio.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 14:14:24 UTC</pubDate>
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         <title>Another Brick In The Wall – Pink Floyd e Epicteto</title>
         <author>pereiraanaluisa44</author>
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         <description><![CDATA[<div>We don't need no education<br>We don't need no thought control<br>No dark sarcasm in the classroom<br>Teachers leave them kids alone<br>Hey, teachers, leave them kids alone<br>All in all it's just another brick in the wall<br>All in all you're just another brick in the wall</div><div>We don't need no education<br>We don't need no thought control<br>No dark sarcasm in the classroom<br>Teachers leave those kids alone<br>Hey teachers, leave those kids alone<br>All in all you're just another brick in the wall<br>All in all you're just another brick in the wall</div><div>"Wrong, do it again! Wrong, do it again!"<br>"If you don't eat yer meat, you can't have any pudding<br>How can you have any pudding if you don't eat yer meat?"<br>"You, yes, you behind the bike sheds, stand still, laddy"</div><div><br>A canção do Pink Floyd, faz uma crítica ao sistema de educação que não atua na vida do aluno como mecanismo possibilitando a formação de um cidadão critico, mas apenas controlando uma massa passiva e mecânica. A música descreve um professor autoritário e rígido com as crianças. Epicteto dia que " Só a educação liberta", mostrando que se todos tivéssemos uma boa educação seriamos livres de muitas correntes de nossa vida em que aprendemos com pessoas autoritárias. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 14:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>Filósofo Epicteto.</title>
         <author>pereiraanaluisa44</author>
         <link>https://padlet.com/felipecamargo1987/io7cgu3sjckx3b25/wish/916604771</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 14:32:27 UTC</pubDate>
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         <title>Legião Urbana e Jean Jacques Rousseau- Beatriz Maceto 3A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nas favelas, no Senado<br>Sujeira pra todo lado<br>Ninguém respeita a Constituição<br>Mas todos acreditam no futuro da nação<br>Que país é esse?<br>Que país é esse?<br>Que país é esse?<br>No Amazonas, no Araguaia iá, iá<br>Na Baixada Fluminense<br>Mato Grosso, Minas Gerais<br>E no Nordeste tudo em paz<br>Na morte eu descanso<br>Mas o sangue anda solto<br>Manchando os papéis, documentos fiéis<br>Ao descanso do patrão<br>Que país é esse?<br>Que país é esse?<br>Que país é esse?<br>Que país é esse?<br>Terceiro mundo, se for<br>Piada no exterior<br>Mas o Brasil vai ficar rico<br>Vamos faturar um milhão<br>Quando vendermos todas as almas<br>Dos nossos índios num leilão<br>Que país é esse?<br>Que país é esse?<br>Que país é esse?<br>Que país é esse?<br><br>Segundo a música “Que país é esse?” da banda Legião Urbana, faz uma ligação com a desigualdade que está presente no país a muitos anos, desigualdade social, racial, desigualdade econômica e também desigualdade de gênero. Tal ideia também está ligada ao pensamento do filósofo suíço Jean Jacques Rousseau, ele acreditava que existia dois tipos de desigualdade: a primeira, a desigualdade física ou natural, que é estabelecida pela força física, pela idade, saúde ou até mesmo a qualidade de espírito, outra desigualdade é moral e política que dependia de uma espécie de convenção e que era autorizada e consentida pela maioria dos homens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 15:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>Música: Eu na sua pele - Paulo Nazareth - David Hume e Mbembe</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Alunos: Samara e Breno 3A</em><br>Me dizem: Eu, na sua pele, não faria assim<br>Mas pera aí, bem que pode ser, meu bem<br>Exatamente, cada um é cada um<br>Já reparou? Todo mundo é único<br>Não tem ninguém figurinha repetida<br><br></div><div>E isso é lindo, essa riqueza<br>Por ser diverso, tanta beleza<br><br></div><div>Eu digo que você pra mim não é só problema seu<br>É meu também, já que é tudo nosso aqui<br>Se você chora, choro junto com você<br>E fico assim, por aqui ao seu dispor<br><br></div><div>Pra te ver bem, feliz<br>Pra te ver bem feliz<br>Pra te ver bem e feliz<br>Pra te ver bem feliz<br><br></div><div>Se der saudade, pode me ligar<br>Não se preocupe de incomodar<br>Eu pra você, você pra mim<br>A gente é feito assim<br>Eu pra você, você pra mim<br>A gente é assim<br><br></div><div>Daqui até depois do fim de tudo<br>Permanece o que nos une um ao outro<br><br></div><div>Há quem me chame de inocente por gostar de gente<br>E às vezes ouço que sou burro por amar bandido<br>Aí passa o mundão falido bem na minha frente<br>Cheio de gente inteligente que num abaixa o vidro<br>Porque tem medo de gente que é bem diferente<br>Desse tipo de boa gente que vai pra Paris<br>Sabe? Essa gente feliz, essa gente influente<br>Que diz que quem não é decente é porque não quis<br>Tem gente que aplaude gente que acorda indigente<br>Com água que não é quente no frio de SP<br>Tem gente que tem na pedra o alívio pra mente<br>Mas que se num for teu parente tanto faz morrer<br>Gente vestida de agente descarrega o pente<br>Em gente com dois detergente no seu camburão<br>De repente falta lente pra ser consciente<br>Que quando se trata de gente é do seu próprio irmão<br>Por isso eu digo<br><br></div><div>Eu digo que você pra mim não é só problema seu<br>É meu também, já que é tudo nosso aqui<br>Se você chora, choro junto com você<br>E fico assim, por aqui ao seu dispor<br><br></div><div>Pra te ver bem, feliz<br>Pra te ver bem feliz<br>Pra te ver bem e feliz<br>Pra te ver bem feliz<br><br><strong>A musica de Paulo Nazareth em seu todo traz a discussão de empatia e diversidade que é notória na filosofia de David Hume, ainda que não houvesse a palavra "empatia" naquela época ele através de outra colocação como a "simpatia" registrou a importância desse fator social no seu trecho:<br> "Nenhuma qualidade da natureza humana é mais notável, tanto em si mesma, quanto em suas consequências, do que essa propensão que temos a simpatizar com outros e a receber por comunicação suas inclinações e sentimentos, ainda que sejam diferentes e até mesmo contrários aos nossos próprios. "<br>Assim, ele indica a simpatia como um principio de comunicação que é fundamental a natureza humana como a própria música diz: "Eu pra você, você pra mim, a gente é feito assim."<br>Em outro trecho da musica vemos pensamentos voltados para a necropolítica discutida pelo filosofo Mbembe:<br>"Gente vestida de agente descarrega o pente, <br>Em gente com dois detergente no seu camburão<br>De repente falta lente pra ser consciente<br>Que quando se trata de gente é do seu próprio irmão"</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 16:44:39 UTC</pubDate>
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         <title>Musica: Século XXI - Primeiramente e Karl Marx </title>
         <author>kaykygomes1206</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunos: Kayky Gomes e Carolina de Oliveira - 3°A<br><br>Não se escravize às opiniões alheias<br>Não importa o que pensam ou dizem de nós<br>O que importa é o que realmente somos<br>E se você finge ser algo que você não é<br>Então você não é nada</div><div>Século XXI, era das máquinas<br>Onde o mal se tornou comum<br>Eu vejo sociedade na guerra, lágrimas<br>Eu não vim pra ser só mais um<br>Que fala pra porra, porém nunca diz nada<br>Vou prender a sua atenção<br>Pra libertar a sua mente da jaula<br>Que é uma deficiência<br>Que criaram na sua infância<br>Adoram sua audiência<br>Amam sua ignorância<br>É o que faz girar tudo<br>O dinheiro do Silvio<br>As nave do Serra<br>O criança esperança, o pó do Aécio<br>As mansão do Lula<br>Faz de atriz pornô, rainha de criança<br>Vejo um clandestino cemitério<br>Os boy de farda cola aqui, já senta o ferro<br>Isso tá errado, fala sério<br>Pensamento lento e o flow rapidão<br>Então, irmão, não tenho tempo pra essas rima sem critério<br>Pois policiais atiram balas, balas atravessam almas<br>Que já não valem mais nada, pro lixo do meu estado<br>E a madame que bate palma pra bala que arregaça a alma<br>Depois fica em pane, pasma<br>Quando tromba um desalmado</div><div>E eles paga de louco<br>Pregam praga pro povo<br>Não tem nada de novo<br>Não me apego ao seu jogo</div><div>Solta nóis do quilombo<br>Não é só água de coco<br>Mosca é boca do lobo<br>Não vou pagar de louco</div><div>Pirâmide perdida</div><div>Século XXI<br>Tudo dois, tudo três<br>E morreu mais um nosso<br>Século XXI<br>Dois mil trabalhando<br>E o lucro pra um, nossa<br>Como vão dizer que o mundo<br>Não é o mesmo de antes<br>Se ainda brilham com diamante<br>Do meu sangue<br>E se tem alguém no crime<br>É porque o crime paga<br>No lugar que tem mais armas<br>Que o lugar que faz as armas<br>Deram a direção<br>E eu me senti perdido<br>Tipo um bêbado que errou caminho<br>Chegando ao fim rápido<br>Igual quem leu o mapa<br>Só de atalhos<br>Querendo ver irmão da maldade<br>Com mal de mão dada<br>Esses filhos de foda mal dada<br>Destruir, desunir, confundir<br>Tipo bebendo Red Bull pra dormir<br>Os troxa chamando as mina de rodada<br>Enquanto tu julgava, a Terra rodava<br>A vida avançava, viva a hipocrisia<br>Usando com desculpa, versículos da Bíblia<br>Disputa por ponto de venda<br>Disputa por ponto de vista<br>Desculpa, tirei sua venda<br>Diz tu, se assustou com a vista? Fé</div><div>Vida breve, clima nada leve<br>Esquiando na neve, ah, se não se atreve<br>Não devo nada, mas tem bico que me deve<br>Dobra seu joelho no chão e agradece<br>Mais um dia pra seguir na correria<br>Fuga na avenida, vida bandida<br>Me roubou da burrice passiva<br>E da calma de não querer mudar nada<br>Rap tem que ser a voz de todas as quebradas<br>Trabalhador na porta tomando borrachada<br>Classe média não faz nada, palmas<br>Então vai lá, incentiva a revolta armada<br>O tráfico não morre, mas ceifa almas<br>Música de louco que quebra jaulas<br>A guerra inventada que lota celas<br>Eu sei que eles têm medo de nós<br>Illuminatis tem medo de quem sabe pensar por si só<br>O poder é nós, eu sei que eles tem medo de nós</div><div>Não me encaixo às leis, eu fugi da métrica<br>Esse Brasil seu que não educa<br>Seu sistema pune, o menor fugiu<br>Febem corre fei, que vem pirriu lá de barca<br>Muleke embaçou, meteu marcha<br>Do tipo: Foda-se as leis, CDP tá cheio de parça<br>Meu pai morreu dentro da faiva<br>Antes do Sol nascer, isso em 96<br>E essa minha garganta me mata<br>Minha mina tá chata hoje<br>Acordei no mó bad de um sonho bem loko<br>Tinha fome, rato, líderes safado<br>Lava Jato, controles<br>Tudo na mão deles, crimes forjados<br>Contratos, contratantes<br>Acordos, acertos e<br>Semelhantes a mim</div><div>Era uma noite igual a outra, e eu ouvi<br>Vozes, sirenes normais por aqui<br>Prédios pichados e os Walking Dead Zumbi<br>A maldade chamou pra dança e tinha crianças ali<br>Entre prostitutas semi nuas nas ruas<br>Bailando com a esperança de não tá mais ali<br>Tensão e terror foi só o que eu vi<br>Canções de amor, razões para o fim<br>Dias sem dormir, Ações de empresários<br>Corrida de ratos e nós por um triz<br>E somos sempre culpados nos fatos de jornais que mentem<br>E como sempre acreditam<br>Lembrando da voz da sua mãe, que há vários anos não ouve<br>E queria só hoje ela ali<br>Orações pelo fim, sala de estar na calçada<br>Um cachimbo uma baga uma faca e uns pano<br>O alimento é o resto de quem tá sobrando<br>E o pau e pedra na mão lembrando dos manos<br>Que se foram que se vão<br>Mas quem que tá se importando?<br>O poeta? A madame? Ou quem tá governando?<br>Quem divide? Quem vota?<br>Ou quem tá comprando?<br>São as noites viradas, sendo usado e usando!<br>Tendo a marca dos anos, lembranças do filho<br>Um abismo derrubando sonhos<br>Causas sociais irônicas de um sistema falido<br>Um abismo pro inferno igual Gadaf em Líbano<br>Mas se tamo ruim, imagina a Síria mano<br>Tapas de federais estourando os tímpanos<br>É pensar meia dúzia de planos<br>E fazer uma dúzia de merda<br>E achar que nos vingamos<br>Três baseado e um tiro pro alto<br>Que os tiras tão vindo<br>Se é pra ir até o fim, vamo<br>E se a única ou a última opção for os fura na mão<br>Liga os irmão e é assim mano!</div><div>E eles paga de louco<br>Pregam praga pro povo<br>Não tem nada de novo<br>Não me apego ao seu jogo</div><div>Solta nóis do quilombo<br>Não é só água de coco<br>Mosca é boca do lobo<br>Não vou pagar de louco.<br><br>Assim como na musica, que fala sobre o Século XXI, um século de divisões sociais e lutas trabalhistas; assim como os pensamentos do filosofo Karl Marx, que ficou mais conhecido por sua teoria de analise e critica social, que reconhecia  uma divisão de classes sociais e a exploração de uma classe privilegiada e detentora dos meios de produção sobre uma classe dominada. O conjunto de seus conceitos importantes compõe o que Marx denominou de materialismo histórico dialético, um método de análise social e histórica baseado na luta de classes.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-14 14:40:20 UTC</pubDate>
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         <title>Música : Raul Seixas - Metamorfose ambulante, relacionado com a teoria de Heráclito.</title>
         <author>melissamazzomoreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nomes: Danielly Fernandes, 06,3°B<br>Melissa Mazzo M, 31, 3°C.<br>Relação:<br>A letra da canção fala sobre mutualidade do ser humano, em termos biológicos, emocionais e também em crenças.<br>Heráclito procurava uma origem, com Arkhé em fogo, acreditava na teoria `Panta Rei´ onde tudo se movimenta, se transforma se flui.<br>Então essa relação de tudo se muda, pensamentos e jeitos, podemos ver neste trecho da música o pensamento de Heráclito :`Se hoje eu sou estrela<br>  Amanhã já se apagou <br>  Se hoje eu te odeio <br>  Amanhã lhe tenho amor´<br>O ser humano é finito. Podemos citar também outro trecho que juntamente com o pensamento de Heráclito podemos refletir que não devemos ficar em velhas regras, velhos pensamentos.<br>Trecho:  `E u prefiro ser essa metamorfose ambulante <br>Do que ter aquela velha opinião <br>Formada sobre tudo <br>Do que ter aquela velha opinião...`.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 11:51:36 UTC</pubDate>
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         <title>Música: Xibom Bombom- As        Meninas                    Filósofo: Rousseau Bom,xibom, xibom, bombom!  Bom xibom, xibom, bombom! Bom xibom, xibom, bombom! Bom xibom, xibom, bombom! Analisando Essa cadeia hereditária                 Quero me livrar           Dessa situação precária Analisando Essa cadeia, ela é de praia                  Quero me livrar           Dessa situação precária Onde o rico cada vez      Fica mais rico                   E o pobre cada vez         Fica mais pobre                 E o motivo todo mundo     Já conhece                      É que o de cima sobe         E o de baixo desce            E o motivo todo mundo     Já conhece                      É que o de cima sobe         E o de baixo desce        Bom xibom, xibom, bombom! Bom xibom, xibom, bombom! Bom xibom, xibom, bombom! Bom xibom, xibom, bombom! Mas eu só quero        Educar meus filhos      Tornar um cidadão         Com muita dignidade        Eu quero viver bem      Quero me alimentar       Com a grana que eu ganho Não dá nem pra melar        E o motivo todo mundo     Já conhece                      É que o de cima sobe         E o de baixo desce            E o motivo todo mundo     Já conhece                      É que o de cima sobe         E o de baixo desce            </title>
         <author>00001060898858sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Diante da música "Xibom Bombom" pode-se perceber que apesar do ritmo animado, <strong>a letra fala sobre um problema social gravíssimo e</strong> que segue vivo durante toda a história do Brasil (e do mundo): a desigualdade. Já o filósofo Rousseau, tem um pensamento semelhante ao conteúdo do texto, pois acreditava que existia dois tipos de desigualdade: A primeira, a desigualdade física ou natural, que é estabelecida pela força física, pela idade, saúde e até mesmo a qualidade do espírito e a segunda desigualdade era moral e política, que dependia de uma espécie de convenção e que era autorizada e consentida pela maioria dos homens. Sendo assim, a música e o pensamento do filósofo, são complementares.<br>Lariane Nº18<br>Mª Fer Pegorin Nº29<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 13:33:55 UTC</pubDate>
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         <title>Música: Filosofia- Chico Buarque Filosofo: Sócrates </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunos: Heloisa e Rafaeli Fonseca- 3ºC<br>O mundo me condena<br>E ninguém tem pena<br>Falando sempre mal do meu nome<br>Deixando de saber<br>Se eu vou morrer de sede<br>Ou se vou morrer de fome.<br>Mas a filosofia<br>Hoje me auxilia<br>A viver indiferente assim.<br>Nesta prontidão sem fim<br>Vou fingindo que sou rico<br>Para ninguém zombar de mim.<br><br>Não me incomodo<br>Que você me diga<br>Que a sociedade<br>É minha inimiga.<br>Pois cantando neste mundo<br>Vivo escravo do meu samba<br>Muito embora vagabundo.<br>Quanto a você<br>Da aristocracia<br>Que tem dinheiro<br>Mas não compra alegria<br>Há de viver eternamente<br>Sendo escrava desta gente<br>Que cultiva hipocrisia.<br><br></div><div>Relação: Essa música de Chico Buarque deixa a mensagem de que não se deve deixar levar pelo que dizem, mesmo o mundo o condenando fica claro que não deve se incomodar. Isso também foi dito por Sócrates em uma de suas lições, na qual ele diz que não é possível levar a sério as opiniões alheias o tempo todo. Muitas vezes, é preciso ter coragem de assumir suas próprias posições, por mais complicado que isso seja.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-18 13:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>Música; Filosofia- Racionais mc: Negro Drama.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>a musica em si mostra nitidamente uma critica tanto a politica e a desigualdade que as periferias enfrentam alem de ressaltar que quem mais sofre isso é o negro.<br>pois a musica trás uma questão de diferenças ou também se aplica a lei do mais forte  onde o mais forte sobrevive. a musica tambem tras um momento historico do brasil onde negrom e indios foram mortos por recursos e metais preciosos. herbert spencer diz que aquele mais apto sobrevive tanto biologica mente quanto economicamente e nas periferias muitos tendem a se submeter a vide de crime por muitos fatores um dele é a pobreza nas periferias, a fome e etc...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 16:30:54 UTC</pubDate>
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         <title>Alunas: Taissa e Maria VitóriaCanção: Liberdade, Priscila Alcântara• Não parece certo alguém  Que tem asas ser colocado  Dentro de uma caixa, sem     ver  A luz do sol brilhar  ...  Eu só queria voar, eu só   queria voar•  A música traz uma crítica a prisão social e mental, em que o indivíduo não possui total liberdade de seu próprio ser. Mediante tal circunstâncias, a canção faz relação ao pensamento do filósofo genebrino Jean- Jacques Rousseau, que diz que o homem renuncia a liberdade por uma melhor qualidade de vida , desse modo, ele se priva de suas individuais realizações e ações, assim como na música, passa por uma privatização de seus desejos por sua própria sociedade.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 17:30:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunos:Kaylaine e Luiz Miguel 3°C<br>A música fala sobre São Paulo estar afundado num mal solitário, onde as pessoas se fecham cada vez mais sucumbidas por suas paisagens cinzas e falta de estrelas. Os versos confirmam a tristeza do ser paulistano. Rodeado de muros e prédios, o cidadão que percorre essas ruas tão caóticas se sente desesperançoso com a vida. Assim como diz o filosofo  Francis Bacon, não há solidão mais triste e punitiva do que a do homem sem amigos. A falta deles faz com que o mundo pareça um deserto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 22:32:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>João Vitor Martins Milani<br>3°C / N°19<br><br>Música: Metamorfose Ambulante - Raul Seixas- <br>Filósofo: Heráclito<br><br>Heráclito, um filósofo pré-socrático, era conhecido por estudar a natureza, o mundo físico.<br>Ele buscava o ARKHÉ, que acreditava ser a origem de toda realidade.<br>Para ele, o ARKHÉ era o fogo, um símbolo de mudança. O Panta Rei, como Heráclito chamava, tinha um significado muito grande, era basicamente o coração de sua ideia, onde ele acreditava que tudo flui, tudo se transforma. Heráclito tem uma citação muito interessante, ele diz: "Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando se nele entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou."<br>Nesta citação, ele aponta a completa transformação das coisas, onde tudo se modifica, inclusive o ser humano.<br>A música de Raul Seixas fala sobre a mudança do ser, uma modificação perpétua das coisas. Ele comenta sobre a metamorfose, que é um processo de transformação, um processo de mudanças nos seres. Entre todos os seres vivos, o ser humano é o que mais sofre a metamorfose, seja ela biologicamente, mentalmente, e até mesmo em termos de pensamento. Esse pensamento é perceptível por alguns trechos de sua música, por exemplo: <br>• "Se hoje eu sou estrela<br>Amanhã já se apagou"<br> • "Se hoje eu te odeio Amanhã lhe tenho amor" <br>• "Eu prefiro ser <br>Essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião<br> Formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião"<br>Por fim, a música contrasta com um pensamento muito interessante, no qual nos ensina a buscar e valorizar nossas mudanças.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-19 00:55:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Lais Lira da Silva 3°A<br><br>Música: Metamorfose Ambulante - Raul Seixas<br><br>[...]Prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br><br>Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br><br>Sobre o que é o amor<br>Sobre que eu nem sei quem sou<br>Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou<br>Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor<br>Lhe tenho amor<br>Lhe tenho horror<br>Lhe faço amor<br>Eu sou um ator<br><br>É chato chegar a um objetivo num instante<br>Eu quero viver nessa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo[...]<br><br>Na música retrata a constante transformação do homem, fazendo uma crítica para as pessoas com apenas "verdades absolutas" para toda sua vida sem questionamentos. Para Heráclito, em uma de suas tese defendida, a guerra entre os opostos é a realidade, podemos dizer que é. "A doença faz da saúde algo agradável e bom".<br>A identidade das coisas iguais a si mesmas é ilusória: para Heráclito "tudo flui enquanto resultado da tensão contínua dos opostos em luta"<br>*Frase conhecida*<br>"Não se pode percorrer duas vezes o mesmo rio"</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 01:48:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Lais Lira da Silva 3°A<br><br>Música: Metamorfose Ambulante - Raul Seixas<br><br>[...]Prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br><br>Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br><br>Sobre o que é o amor<br>Sobre que eu nem sei quem sou<br>Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou<br>Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor<br>Lhe tenho amor<br>Lhe tenho horror<br>Lhe faço amor<br>Eu sou um ator<br><br>É chato chegar a um objetivo num instante<br>Eu quero viver nessa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo[...]<br><br>Na música retrata a constante transformação do homem, fazendo uma crítica para as pessoas com apenas "verdades absolutas" para toda sua vida sem questionamentos. Para Heráclito, em uma de suas tese defendida, a guerra entre os opostos é a realidade, podemos dizer que é. "A doença faz da saúde algo agradável e bom".<br>A identidade das coisas iguais a si mesmas é ilusória: para Heráclito "tudo flui enquanto resultado da tensão contínua dos opostos em luta"<br>*Frase conhecida*<br>"Não se pode percorrer duas vezes o mesmo rio"</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 01:48:52 UTC</pubDate>
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         <title>Davi Marcelgo 3B 07</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Another brick in the wall, pt. 2 - Pink Floyd <br><br>A música é um discurso de revolta dos alunos, que não querem ter uma educação limitada que tire a liberdade individual de cada aluno e os torne "tijolos num muro". A música se relaciona com as ideias do filósofo e educador Paulo Freire, este afirmava que a educação deveria ser libertadora.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 11:28:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Flaviane n9 3°A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Há tempos - Legião Urbana<br><br>E há tempos<br>Nem os santos têm ao certo<br>A medida da maldade<br>E há tempos são os jovens<br>Que adoecem<br>E há tempos<br>O encanto está ausente<br>E há ferrugem nos sorrisos<br>Só o acaso estende os braços<br>A quem procura<br>Abrigo e proteção<br>Meu amor!<br>Disciplina é liberdade<br>Compaixão é fortaleza<br>Ter bondade é ter coragem (e ela disse)<br>Lá em casa tem um poço<br>Mas a água é muito limpa<br><br>A música fala sobre um elo entre a disciplina e liberdade, que aparentemente são contraditórias. Segundo Sócrates diz que a verdade só pode ser alcançada senão por uma certeza e opinião, conceito e preconceito. Fundando assim o conceito de liberdade de expressão o "conhecer-se a si mesmo" e a "descoberta do ser". </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 18:15:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pamela Barbosa Rosa, N°33, 3°C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Música: O jumento - Os saltimbancos <br><br>Jumento não é<br>Jumento não é<br>O grande malandro da praça<br>Trabalha, trabalha de graça<br>Não agrada a ninguém<br>Nem nome não tem<br>É manso e não faz pirraça<br>Mas quando a carcaça ameaça rachar<br>Que coices, que coices<br>Que coices que dá<br><br>O pão, a farinha, feijão, carne seca<br>Quem é que carrega? Hi-ho<br>O pão, a farinha, o feijão, carne seca<br>Limão, mexerica, mamão, melancia<br>Quem é que carrega? Hi-ho<br>O pão, a farinha, feijão, carne seca<br>Limão, mexerica, mamão, melancia<br>A areia, o cimento, o tijolo, a pedreira<br>Quem é que carrega? Hi-ho<br><br>Jumento não é<br>Jumento não é<br>O grande malandro da praça<br>Trabalha, trabalha de graça<br>Não agrada a ninguém<br>Nem nome não tem<br>É manso e não faz pirraça<br>Mas quando a carcaça ameaça rachar<br>Que coices, que coices<br>Que coices que dá<br>Hi-hooooooooo<br><br>Pode se ligar a música como um critica ao capitalismo, onde o proletariado trabalha tanto, mas acaba recebendo muito pouco e que ficar bravo é em vão. Pode-se relacionar isso as ideias de Karl Marx; para Marx, o que traz riqueza são os produtos gerados pelo trabalho, mas essa riqueza - injustamente - não é repassada para os que verdadeiramente a produzem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 22:50:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Carolina da Silva n°2 3°B - Lana Rubia n°22 3°C - Yasmim Monte n°41 3°C</title>
         <author>lannarubia33</author>
         <link>https://padlet.com/felipecamargo1987/io7cgu3sjckx3b25/wish/943884765</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> Música: Não existe amor em SP - Criolo</li><li>Filósofo: Zygmunt Bauman</li></ul><div>[...] Não existe amor em SP<br>Os bares estão cheios de almas tão vazias<br>A ganância vibra, a vaidade excita<br>Devolva minha vida e morra<br>Afogada em seu próprio mar de fel<br>Aqui ninguém vai pro céu [...] <br><br>A música "Não existe amor em SP" do cantor Criolo, tem relação com a teoria do filósofo Zygmunt Bauman, no qual vivemos em tempos líquidos, nada é para durar. A partir disso, o egoísmo de não olhar pra própria cidade (São Paulo) e das pessoas estarem fechadas para si, muitas vezes vivendo sem nenhum propósito (almas vazias), gera pessoas cada vez mais líquidas e gananciosas, no qual tudo é momentâneo. A música retrata a melancolia e os versos mostram a tristeza do ser paulistano, que mesmo rodeados de muros e prédios os cidadãos que percorrem as ruas se sentem desesperançosos com a vida por não encontrar o amor, o verdadeiro amor! O que relaciona com o pensamento de Bauman, ao vivermos em uma modernidade líquida, causando diversas mudanças nos relacionamentos sociais, tornado as pessoas mais frágeis e superficiais.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-19 23:56:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria Giovana de Paula Pinto nº27 - Sthefany kristiny S. G. nº40 - 3ºA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/felipecamargo1987/io7cgu3sjckx3b25/wish/944149168</link>
         <description><![CDATA[<div>Música: savages - Marina <br>Filósofo: Thomas Hobbes<br><br>A música "savages" é uma critica à natureza do ser humano, uma natureza selvagem apenas mascarada pelos costumes construídos através dos séculos. <br>"[...] Underneath it all, we're just savages<br>Hidden behind shirts, ties and marriages<br>How could we expect anything at all<br>We're just animals, still learning how to crawl [...]" <br>Desta forma a música se interliga ao filósofo e pensador Thomas Hobbes em suas falas a respeito do contratualismo, o homem em seu estado natural vive em constante guerra, um ser selvagem, um ser que se faz lobo de si mesmo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-20 02:17:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Larissa Felicio - número 25 - 3ºA; Vitória Budin - número 39 - 3ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Let´s Fall In Love For The Tonight - Finneas O'Connell <br>A música “Let´s Fall In Love For The Tonight”, de Finneas O'Connell diz: “Vamos nos apaixonar essa noite<br>E esquecer de manhã<br>Coloca uma música que você gosta<br>Você pode apostar que eu conheço a letra<br>Sou o cara que seu namorado queria que evitasse<br>Não desperdice seus olhos com caras ciumentos, foda-se esse barulho<br>Eu sei mais do que te chamar de minha”<br>Deixando em evidência o pensamento de Zygmunt Bauman sobre modernidade líquida, para ele as relações transformaram-se, tornaram-se voláteis. Se trata da individualização do mundo, em que o sujeito agora é livre, em certos pontos, para ser o que conseguir ser mediante suas próprias forças. Os relacionamentos afetivos perderam sua forma, utiliza o termo “liquidez” no sentido de dissolver tudo que é sólido, na medida em que as relações não são feitas para durar, como sugere a música: “ vamos nos apaixonar hoje e esquecer amanhã”. A canção sugere também que um dos parceiros abandonaram um relacionamento para viver um lance, evidenciado em “sou o cara que seu namorado queria que evitasse” e “eu sei mais do que te chamar de minha”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-20 11:29:14 UTC</pubDate>
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         <title>Favela pede paz e Rousseau - Jennifer Thais Spontoni nº16 3ºC</title>
         <author>00001062041495sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu 'to convicto<br>Acredito que isso vai passar<br>Por mais que a chuva seja forte<br>O Sol há de abrir<br>As coisas nunca são<br>Como a gente quer<br>Isso não é motivo<br>Pra me fazer desistir<br>Eu tive que sorrir<br>Quando a vontade era chorar<br>Eu aprendi conviver<br>Com essa cicatriz<br>A melodia lembra paz<br>Pra fazer pensar<br>A quanto tempo a paz<br>Não anda por aqui<br>A quanto tempo a gente sofre<br>Na mão dos partido rico<br>A quanto tempo a gente morre<br>Sempre por engano<br>A quanto tempo a tranca<br>Canta pra um favelado<br>E será que a cadeia chega<br>Pra quem realmente 'tá roubando<br>E o povo cansado<br>De achar bala perdida<br>A violência de vocês gera essa revolta<br>De quem devia 'tá cuidando<br>E 'tá oprimindo<br>De quem devia proteger<br>E já virou perigo<br>Mas a revolta toma conta<br>De um dos nossos amigo<br>Que 'tá cansado de ver<br>Os irmão virando alvo de tiro<br>Se é um maloqueiro<br>Que 'tá no toque do gatilho<br>Aí fica facinho<br>Pra vocês chamar ele de assassino<br>E antes da condenação<br>Vocês já estão julgando<br>Minha mãe já sabe disso<br>Por isso me ensina<br>Se esforça muito para ser um cara<br>Com muitas virtude<br>Se afasta do crime<br>Cuidado com a polícia<br>E antes da condenação<br>Vocês já estão julgando<br>Minha mãe já sabe disso<br>Por isso que ela me ensina<br>Se esforce muito para ser um cara<br>De virtude<br>Se afasta do crime<br>Cuidado com a polícia<br>Favela pede paz<br>Cultura e muito mais<br>Famílias inconformadas<br>Eles não joga a real<br>Se eles não faz nóis faz<br>Sistema incapaz<br>Olha por nossas quebrada<br>Pai Nosso Celestial<br>Eu quero ser a continuidade<br>E uma vírgula por cima do ponto final, é<br>Eu 'to no meio entre a liberdade<br>E a ambição de ter um bode<br>Pra forgar no Natal, é<br>Capacidade todo mundo tem<br>Só a oportunidade que não é de igual, é<br>Me fala quem<br>Que tira os menor do crime<br>Que põe os menor no trampo<br>Sem tratar ninguém que nem um animal<br>O que será?<br>Que põe o pão de cada dia<br>Na mesa dessas família<br>Que sempre esteve a precisar<br>O que será?<br>Que dentre todos os problemas<br>Poca toda sexta-feira<br>E os maloqueiro vai desestressar<br>O que será?<br>Que salva vida mais que<br>Klark Ken, Bruce Wayne<br>Por todas favela ao mesmo tempo 'tá<br>Eu sou o funk<br>Hoje válvula de escape<br>Mudando as realidade<br>Sem fazer ninguém por ai sangrar<br>Favela pede paz<br>Cultura e muito mais<br>Família inconformadas<br>Eles não joga a real<br>Se eles não faz nóis faz<br>Sistema incapaz<br>Olha por nossas quebrada<br>Pai Nosso Celestial<br><br> A música apresentada faz uma crítica social, o funk <br>se refere a desigualdade social, em que os pobres <br>sofrem nas mãos dos ricos. <br> A ideia de desigualdade social também foi defendida <br>por Rousseau, acreditava que existia dois tipos de <br>desigualdade:A primeira, a desigualdade física ou <br>natural, que é estabelecida pela força física, pela <br>idade, saúde e até mesmo a qualidade do espírito e a <br>segunda desigualdade era moral e política, que <br>dependia de uma espécie de convenção e que era <br>autorizada e consentida pela maioria dos homens. Em<br>seu livro - Discurso sobre a origem e os fundamentos <br>da desigualdade entre os homens - diz que a <br>desigualdade não pode ser estudada tendo como <br>ponto de partida o momento então da humanidade.<br>Também diz que para estudar a desigualdade moral e <br>política, deve-se "ir até a essência do homem para <br>julgar a sua condição atual" e deve-se fazer, sem <br>atribuir ao homem primitivo, atributos do homem <br>civilizado.Sem esse cuidado, a busca pela origem <br>da desigualdade estaria distorcida. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-20 18:15:02 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Lang - 3B numero 36</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Musica - Metamorfose Ambulante <br>Filosofo- Heráclito<br><br>Prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Sobre o que é o amor<br>Sobre que eu nem sei quem sou<br>Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou<br>Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor<br>Lhe tenho amor<br>Lhe tenho horror<br>Lhe faço amor<br>Eu sou um ator</div><div>É chato chegar a um objetivo num instante<br>Eu quero viver nessa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Sobre o que é o amor<br>Sobre o que eu nem sei quem sou<br>Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou<br>Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor<br>Lhe tenho amor<br>Lhe tenho horror<br>Lhe faço amor<br>Eu sou um ator</div><div>Eu vou lhes dizer aquilo tudo que eu lhe disse antes<br>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha, velha, velha, velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha, velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha, velha, velha opinião formada sobre tudo<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div> <br>A musica retrata a constante evolução do homem, dizendo apenas verdades. Heráclito acreditava na teoria Panta Rei onde tudo é movimentado e transformado. sendo assim no trecho ''Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo,'' onde seria necessário passar sempre por uma nova evolução.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-22 15:58:16 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Jackson 11 3° A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> <br>Metamorfose Ambulante- Raul Seixas<br>Filósofo- Heráclito<br><br>Assim como Heráclito dizia “Que a realidade está em constante mudança”, Raul Seixas estabelece um paralelo quando diz “Eu quero viver nessa metamorfose ambulante, ser metamorfose ambulante é aceitar o fato de que tudo muda, tudo passa e sempre passará, ou seja “ Heraclitamente” falando : Nada é permanente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 15:46:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rafaela Ricci n35 e Livia Silvério n20, 3B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Música: “Eu só sei que nada sei”, de Carbono Acústico.<br>Filósofo: Sócrates<br><br>Eu só sei que nada sei<br>Em um universo tão imenso<br>A mente humana tão pouco entendida<br>Eu só sei que nada sei<br>Eu só sei que nada sei<br><br>E assim assumo<br>Minha ignorância<br>Diante de coisas que<br>Não sei explicar<br><br>É preciso saber reconhecer<br>Que nem tudo é descoberto<br>Assim tão rápido<br>É preciso tempo<br>Mesmo quando se consegue<br>Descobrir<br>Ninguém é capaz de descobrir<br>Tão rápido assim<br><br>Eu só sei que nada sei<br>Eu só sei que nada sei<br>Eu só sei que nada sei. <br><br>A música mostra incerteza e dúvida, a frase “só sei que nada sei”, criada pelo filósofo grego Sócrates, resume da importância dada por ele ao pensamento crítico, à incerteza e à tomada de consciência da própria ignorância. Para o filósofo, saber que não se sabe é preferível a saber mal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 18:49:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tempo perdido e Elbert Hubbard - Maria Karoline n28 3A </title>
         <author>mariakarolinedasilvabombom4</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tempo perdido- Legião Urbana <br>Todos os dias quando acordo<br>Não tenho mais<br>O tempo que passou<br>Mas tenho muito tempo<br>Temos todo o tempo do mundo</div><div>Todos os dias<br>Antes de dormir<br>Lembro e esqueço<br>Como foi o dia<br>Sempre em frente<br>Não temos tempo a perder</div><div>Nosso suor sagrado<br>É bem mais belo<br>Que esse sangue amargo<br>E tão sério<br>E selvagem! Selvagem!<br>Selvagem!</div><div>Veja o sol<br>Dessa manhã tão cinza<br>A tempestade que chega<br>É da cor dos teus olhos<br>Castanhos</div><div>Então me abraça forte<br>E diz mais uma vez<br>Que já estamos<br>Distantes de tudo<br>Temos nosso próprio tempo<br>Temos nosso próprio tempo<br>Temos nosso próprio tempo</div><div>Não tenho medo do escuro<br>Mas deixe as luzes<br>Acesas agora<br>O que foi escondido<br>É o que se escondeu<br>E o que foi prometido<br>Ninguém prometeu<br>Nem foi tempo perdido<br>Somos tão jovens</div><div>Tão jovens! Tão jovens!<br><br></div><div>Elbert Hubbard, diz que ''O maior erro que você pode cometer é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.'' Assim como a música tempo perdido, que apresenta que não temos todo tempo do mundo, que o tempo passa e não é preciso ter medo dele, pois ele acontece involuntariamente e não podemos controlarmos e sim viver.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 00:10:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anderson 3 | Marina 31 | 3B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Metamorfose Ambulante<br><br>Um dos principais hinos da carreira do Maluco Beleza, a música Metamorfose Ambulante está presente no álbum Krig-ha, Bandolo!, lançado em 1973. Nesta canção, Raul fala sobre o processo de mutação e a existência de diversas verdades diante da vida.<br><br>Um ponto de vista que parece certo hoje, amanhã pode ser ressignificado e ganhar um novo sentido, por isso o título, Metamorfose Ambulante. <br><br>O nome da música nos dá a ideia de um ser em constante movimento e mudança, e ele prefere ser assim, pois compreende que é uma forma de abrir a mente para o novo.<br><br>Para Heráclito, filósofo nascido em Éfeso por volta de 540 a.C., tudo que existe está em transformação. Ele é considerado o pai da dialética e chamou de “devir” a constante mudança do mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 11:15:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>thieny 42 | nathan 37 | 3C</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/felipecamargo1987/io7cgu3sjckx3b25/wish/963924386</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 16:44:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lao 3c</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/felipecamargo1987/io7cgu3sjckx3b25/wish/964606070</link>
         <description><![CDATA[<div>A música mostra incerteza e dúvida, a frase “só sei que nada sei”, criada pelo filósofo grego Sócrates, resume da importância dada por ele ao pensamento crítico, à incerteza e à tomada de consciência da própria ignorância. Para o filósofo, saber que não se sabe é preferível a <br><br>Música : eu só sei que nada sei <br>Eu só sei que nada sei</div><div>Em um universo tão imenso</div><div>A mente humana tão pouco entendida</div><div>Eu só sei que nada sei</div><div>Eu só sei que nada sei</div><div><br></div><div>E assim assumo</div><div>Minha ignorância</div><div>Diante de coisas que</div><div>Não sei explicar</div><div><br></div><div>É preciso saber reconhecer</div><div>Que nem tudo é descoberto</div><div>Assim tão rápido</div><div>É preciso tempo</div><div>Mesmo quando se consegue</div><div>Descobrir</div><div>Ninguém é capaz de descobrir</div><div>Tão rápido assim</div><div><br></div><div>Eu só sei que nada sei</div><div>Eu só sei que nada sei</div><div>Eu só sei que nada sei</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 00:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tatiana s. 3B nº40</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O filósofo Epicuro pregava a procura dos prazeres moderados para atingir um estado de tranquilidade e da libertação do medo e da limitação dos desejos.<br>na musica "Cult Of Dionysus" de The Orion Experience, como o próprio nome diz, é visto um culto ao Deus Dioniso, que na antiga religião grega é o deus dos ciclos vitais, das festas, do vinho, da insânia, do teatro e dos ritos religiosos. o ideal tanto da musica, do Dioniso, quanto de Epicuro são sobre aproveitar os prazeres sem temer ou se constranger do que causa gratificação, somente com o propósito de atingir a felicidade, a ausência de dor (física) ou imperturbabilidade da alma.<br></strong><br><em>"Ou iniciar uma sociedade secreta para a natureza e a liberdade<br>Nossa ideologia é 'Você pode fazer o que quiser<br>Demais nunca é suficiente '<br>Nós somos a vida, somos a luz<br>Nós somos a inveja do Deus acima<br>...<br>Corra, corra, fuja<br>Apenas pegue minha mão e nós abandonaremos este mundo<br>Vamos lavar essas lágrimas<br>Você é jovem e bonita, e eu sempre vou te amar<br>Não temos tempo para dor<br>Quando é só eu e você em êxtase"</em><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8ZcqaolcjUI" />
         <pubDate>2020-11-27 17:49:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Duda Silva e Luana Diz 3°B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cidadão - Zé Ramalho<br><br>"Tá vendo aquele edifício, moço?<br>Ajudei a levantar<br>Foi um tempo de aflição<br>Era quatro condução<br>Duas pra ir, duas pra voltar</div><div>Hoje depois dele pronto<br>Olho pra cima e fico tonto<br>Mas me vem um cidadão<br>E me diz, desconfiado<br>Tu 'tá aí admirado<br>Ou 'tá querendo roubar?</div><div>Meu domingo 'tá perdido<br>Vou pra casa entristecido<br>Dá vontade de beber<br>E pra aumentar o meu tédio<br>Eu nem posso olhar pro prédio<br>Que eu ajudei a fazer</div><div>'Tá vendo aquele colégio, moço?<br>Eu também trabalhei lá<br>Lá eu quase me arrebento<br>Fiz a massa, pus cimento<br>Ajudei a rebocar</div><div>Minha filha inocente<br>Vem pra mim toda contente<br>Pai, vou me matricular<br>Mas me diz um cidadão<br>Criança de pé no chão<br>Aqui não pode estudar</div><div>Essa dor doeu mais forte<br>Por que é que eu deixei o norte?<br>Eu me pus a me dizer<br>Lá a seca castigava<br>Mas o pouco que eu plantava<br>Tinha direito a comer</div><div>'Tá vendo aquela igreja, moço?<br>Onde o padre diz amém<br>Pus o sino e o badalo<br>Enchi minha mão de calo<br>Lá eu trabalhei também</div><div>Lá foi que valeu a pena<br>Tem quermesse, tem novena<br>E o padre me deixa entrar<br>Foi lá que Cristo me disse</div><div>Rapaz deixe de tolice<br>Não se deixe amedrontar<br>Fui eu quem criou a terra<br>Enchi o rio, fiz a serra<br>Não deixei nada faltar</div><div>Hoje o homem criou asa<br>E na maioria das casas<br>Eu também não posso entrar<br>Fui eu quem criou a terra<br>Enchi o rio, fiz a serra<br>Não deixei nada faltar<br>Hoje o homem criou asas<br>E na maioria das casas<br>Eu também não posso entrar."<br><br>Jean-Jacques Rousseau - Filósofo <br>"A propriedade privada introduz a desigualdade entre os homens, a diferença entre o rico e o pobre, o poderoso e o fraco, o Senhor e o escravo, até a predominância do mais forte. O homem é  corrompido pelo poder e esmagado pela violência."<br><br>Relacionando a letra da canção com o pensamento de Rousseau, podemos observar que a desigualdade está presente em nossa sociedade. A qual quem ajudou a construir, não tem o benefício de usufruir do seu trabalho.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/dUBL5UJ6xz0" />
         <pubDate>2020-11-27 19:03:59 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Barduzzi, Letícia Ruiz 3ºB </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Música - Eu vou seguir (Marina Elali) <br><br>Niet foi um homem que pensava muito sobre as morais das pessoas. É considerado pessimista em muitas das vezes, porém seu pensamento traz algo muito valioso. Diz que superando uma situação ela irá te fortalecer e de como é importante continuar seguindo em frente. Na música ela diz que vai continuar seguindo e acreditar que será capaz de qualquer coisa e que desistir não é seu foco, compactando com a ideia de Friedrich Nietzsche</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 01:31:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Geovana Vieira e Giulle Brito - 3B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=oKEAh448nSk</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-29 21:10:14 UTC</pubDate>
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         <title>Kauan Moretto 3B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Violência - Titãs <br><br></div><div>O movimento começou o lixo fede nas calçadas<br> Todo mundo circulando as avenidas congestionadas<br> O dia terminou a violência continua<br> Todo mundo provocando todo mundo nas ruas<br> A violência está em todo lugar<br> Não é por causa do álcool<br> Nem é por causa das drogas<br> A violência é nossa vizinha<br> Não é só por culpa sua<br> Nem é só por culpa minha<br> Violência gera violência<br> Violência doméstica violência cotidiana<br> São gemidos de dor todo mundo se engana<br> Você não tem o que fazer saia pra rua<br> Pra quebrar minha cabeça ou pra que quebrem a sua<br> Violência gera violência<br><br></div><div>Jean-Paul Sartre – Filósofo <br><br></div><div>“A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota”<br><br></div><div>É possível observar a relação da letra com a música já que ambas demonstram que nada de bom é tirado da violência, não importa a maneira em que ela se manifesta. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 19:43:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Kailane Gabriele Marassato 3°A<br>Música: O tempo não para- Cazuza <br><br>Disparo contra o sol<br>Sou forte, sou por acaso<br>Minha metralhadora cheia de mágoas<br>Eu sou um cara<br>Cansado de correr<br>Na direção contrária<br>Sem pódio de chegada ou beijo de namorada<br>Eu sou mais um cara<br>Mas se você achar<br>Que eu tô derrotado<br>Saiba que ainda estão rolando os dados<br>Porque o tempo, o tempo não para<br>Dias sim, dias não<br>Eu vou sobrevivendo sem um arranhão<br>Da caridade de quem me detesta<br>A tua piscina tá cheia de ratos<br>Tuas ideias não correspondem aos fatos<br>O tempo não para<br>Eu vejo o futuro repetir o passado<br>Eu vejo um museu de grandes novidades<br>O tempo não para<br>Não para não, não para<br>Eu não tenho data pra comemorar<br>Às vezes os meus dias são de par em par<br>Procurando agulha num palheiro<br>Nas noites de frio é melhor nem nascer<br>Nas de calor, se escolhe, é matar ou morrer<br>E assim nos tornamos brasileiros<br>Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro<br>Transformam um país inteiro num puteiro<br>Pois assim se ganha mais dinheiro <br><br>Pode se relacionar com  a música uma crítica ao mundo contemporânea, pelo fato do tempo passar muito rápido e as pessoas se tornarem dependentes dele. Para Platão o tempo é uma cópia imperfeita de um modelo perfeito, que seria a eternidade, com isso percebe-se que as atitudes erradas que tomamos na vida, tende a ser aprendizado para nos tornarmos melhores. Porém, infelizmente muitos não vê dessa maneira e não estão nem um pouco dispostos a essa mudança, que seria necessária já que o tempo está passando e chegando cada vez mais perto de acabar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 15:47:39 UTC</pubDate>
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         <title>Larissa Franção, 3°b </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Palavra<br>Diga a palavra e você será livre<br>Diga a palavra e seja como eu<br>Diga a palavra na qual eu estou pensando<br>Você ouviu a palavra é amor?<br>É tão bom, é raio de sol<br>É a palavra, amor<br><br>No princípio eu entendi mal<br>Mas agora eu entendo, a palavra é boa<br><br>Espalhe a palavra e você será livre<br>Espalhe a palavra e seja como eu<br>Espalhe a palavra na qual eu estou pensando<br>A palavra é amor, você ouviu?<br>Está tão bem, é raio de sol<br>É a palavra, amor<br><br>Todo lugar aonde vou eu ouço isso ser dito<br>Nos bons e maus livros que eu li<br><br>Diga a palavra e você será livre<br>Diga a palavra e seja como eu<br>Diga a palavra na qual eu estou pensando<br>A palavra é amor, você ouviu?<br>É tão bom, é raio de sol<br>É a palavra, amor<br><br>Agora que eu sei que o que eu sinto deve ser correto<br>Eu estou aqui para mostrar para todo o mundo a luz<br><br>Dê para a palavra uma chance para dizer<br>Que a palavra é justamente o meio<br>É a palavra na qual eu estou pensando<br>E a única palavra é amor<br>É tão bom, é raio de sol<br>É a palavra, amor<br><br>Diga a palavra amor<br>Diga a palavra amor<br>Diga a palavra amor<br>Diga a palavra amor<br><br><br>Uma das músicas menos conhecidas dos Beatles, escrita essencialmente por John Lennon e que mostra, além do amor, a liberdade, a luz e o caminho. É uma música bastante expressiva, uma vez em que se coloca o amor acima de tudo. Será que Lennon quis fazer uma referência aos evangélicos no sentido de “pregar a palavra”? Afinal, “diga a palavra, você será livre; diga a palavra e você será como eu; amor é a única palavra…”<br><br>Existem pesquisas que mostram que o LSD dava às pessoas a ideia de que “um amor universal ou fraternal é possível e constitui a melhor chance do homem, se não a única”. Tendo isso em mente, podemos perceber por que a palavra “amor” era tão forte na cultura dos anos 60 e, Lennon, foi um dos primeiros a perceber essa relação. Steve Turner explica um pouco mais sobre isso em seu livro “The Beatles: a história por trás de todas as canções”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 12:54:42 UTC</pubDate>
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         <title>JULIA MARTIN 3b </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ah ah ah ah </div><div>Ah ah ah ah </div><div>Ah ah ah ah</div><div>Prefiro ser essa metamorfose ambulante</div><div>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes</div><div>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Sobre o que é o amor</div><div>Sobre que eu nem sei quem sou</div><div>Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou</div><div>Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor</div><div>Lhe tenho amor</div><div>Lhe tenho horror</div><div>Lhe faço amor</div><div>Eu sou um ator</div><div>É chato chegar a um objetivo num instante</div><div>Eu quero viver nessa metamorfose ambulante</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Sobre o que é o amor</div><div>Sobre o que eu nem sei quem sou</div><div>Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou</div><div>Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor</div><div>Lhe tenho amor</div><div>Lhe tenho horror</div><div>Lhe faço amor</div><div>Eu sou um ator</div><div>Eu vou lhes dizer aquilo tudo que eu lhe disse antes</div><div>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha, velha, velha, velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha, velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha, velha, velha opinião formada sobre tudo</div><div>Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 17:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>AMANDA LUCAS 3B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Todos os dias quando acordo<br>Não tenho mais<br>O tempo que passou<br>Mas tenho muito tempo<br>Temos todo o tempo do mundo</div><div>Todos os dias<br>Antes de dormir<br>Lembro e esqueço<br>Como foi o dia<br>Sempre em frente<br>Não temos tempo a perder</div><div>Nosso suor sagrado<br>É bem mais belo<br>Que esse sangue amargo<br>E tão sério<br>E selvagem! Selvagem!<br>Selvagem!</div><div>Veja o sol<br>Dessa manhã tão cinza<br>A tempestade que chega<br>É da cor dos teus olhos<br>Castanhos</div><div>Então me abraça forte<br>E diz mais uma vez<br>Que já estamos<br>Distantes de tudo<br>Temos nosso próprio tempo<br>Temos nosso próprio tempo<br>Temos nosso próprio tempo</div><div>Não tenho medo do escuro<br>Mas deixe as luzes<br>Acesas agora<br>O que foi escondido<br>É o que se escondeu<br>E o que foi prometido<br>Ninguém prometeu<br>Nem foi tempo perdido<br>Somos tão jovens</div><div>Tão jovens! Tão jovens!<br><br>"O maior erro que você pode cometer é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum." Diz Elbert Hubbard.<br>Como mostra na música Tempo Perdido de Legião Urbana, que diz que não temos todo tempo do mundo, que o tempo passa e não precisamos ter medo dele, porque ele simplesmente passa e não podemos controlamos, apenas vivê-lo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 14:52:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Felipe Nunes N°8 3°A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/897149419/097bc31e854199bda4f7e8053a34db6c/Felipe_Nunes_3_A_Filosofia.pdf" />
         <pubDate>2020-12-04 23:41:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Luiz Felipe 3B                   Musica legião urbana:             Nas favelas, no Senado Sujeira pra todo ladoNinguém respeita a ConstituiçãoMas todos acreditam no futuro da naçãoQue país é esse?Que país é esse?Que país é esse?No Amazonas, no Araguaia iá, iáNa Baixada FluminenseMato Grosso, Minas GeraisE no Nordeste tudo em pazNa morte eu descansoMas o sangue anda soltoManchando os papéis, documentos fiéisAo descanso do patrãoQue país é esse?Que país é esse?Que país é esse?Que país é esse?Terceiro mundo, se forPiada no exteriorMas o Brasil vai ficar ricoVamos faturar um milhãoQuando vendermos todas as almasDos nossos índios num leilãoQue país é esse?Que país é esse?Que país é esse?Que país é esse?  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Relaçaõ:A relação da musica “ que pais é esse “com o filosofo Jean Jacques Rousseau é uma critica sobre a desigualdade social que è presente no país ( racial,gênero, social) e bem como o filosofo acredita que tenha dois tipos de desigualdade que é a natural , a pessoa  é por fatores naturais como a idade, saúde e etec e a segunda desigualdade é a moral que é dada sociedade.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 18:55:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Claudia Maria 3C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Música: Não existe amor em SP<br>Não existe amor em SP<br>Um labirinto místico<br>Onde os grafites gritam<br>Não dá pra descrever<br>Numa linda frase<br>De um postal tão doce<br>Cuidado com doce<br>São Paulo é um buquê<br>Buquês são flores mortas<br>Num lindo arranjo<br>Arranjo lindo feito pra você</div><div>Não existe amor em SP<br>Os bares estão cheios de almas tão vazias<br>A ganância vibra, a vaidade excita<br>Devolva minha vida e morra<br>Afogada em seu próprio mar de fel<br>Aqui ninguém vai pro céu<br>[...]<br>A Música não existe amor em SP me leva a pensar no conceito de modernidade líquida de Zygmun Bauman onde ele fala que tudo se tornou líquido. <br>“Tudo é temporário, a modernidade (…) – tal como os líquidos – caracteriza-se pela incapacidade de manter a forma”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 11:08:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>João Pedro Dos Santos 3A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Música: Solidão de volta <br>'Cê já tem a solidão de volta<br>Não precisa mais se explicar<br>Onde vai a ninguém mais importa</div><div>Onde vai agora?</div><div>Ouve-se que um belo horizonte<br>Daqui de longe, não posso fazer nada<br>Mas certamente, certamente<br>Respirar<br>Só tem um jeito</div><div>Eu já tenho a solidão de volta<br>Não preciso mais me explicar<br>Onde vou a ninguém mais importa<br>Onde vou agora é</div><div>Onde vou agora?<br>Respirar lá fora<br>Eu já tenho a solidão</div><div>'Cê já tem a solidão<br>Eu já tenho a solidão<br>Não precisa mais se preocupar.<br><br>a música pode ser relacionada ao pensamento de<a href="https://www.pensador.com/autor/friedrich_nietzsche/"> </a>Nietzsche acerca da solidão: "Escolhei a boa solidão, a solidão livre, a que vos permite seguir sendo bons em qualquer sentido."<br>Na letra, o eu lírico se encontra só, porém livre para ir e fazer o que quiser, assim como Nietzsche diz escolher a solidão já que ela permite tal liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 12:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>LUIZ VICTOR 3B</title>
         <author>lvtfelippe</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><var><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vnu52dC7k9I&amp;ab_channel=MuriloH"><strong>Deixa Eu Falar</strong></a></var><div><br></div><var><strong>Raimundos</strong></var><div><br>Foi , foi , foi mal aí, véi<br>Se eu falei um monte de coisa que você não gosta<br>Com o microfone eu tenho a faca e o queijo<br>Olho o jornal, eu ouço rádio, eu só ouço bosta<br>E na tv eu não gosto de nada que eu vejo<br>Uma camisa-de-força tamanho mirim<br>Vai ter que me explicar tintim por tintim<br>Por que a lei só se aplica a mim<br>Perigo pra sociedade é o que me dizem<br>E penso comigo mesmo: por que não eu<br>Pra cuspir o pensar e taxarem de crime<br>"é inverno no inferno e nevam brasas<br>Por favor, escondam-se todos em suas casas<br>Pois o anjo caído voa com novas asas<br>Raimundos, nativus, black alien<br>Quebrando a espinha de filhos da puta<br>Como num mergulho de águas rasas<br>Liberdade de expressão<br>Deixa eu falar, filha-da-puta<br>Expressão<br>A livre expressão é o que constrói uma nação<br>Independentemente da moeda e sua cotação"<br>Deixa eu falar, filha-da-puta<br>Expressão<br>Preste atenção no que eu vou dizer<br>Consciência e rebeldia é o que eu preciso ter<br>Pois minha mente pede<br>Num hardcore ou reggae<br>A mensagem vem das ruas, não dá pra esconder<br>Eu tenho um segredo<br>Já não tenho medo<br>Viver não vale nada se eu não me expressar<br>Seja certo ou errado, de cara ou chapado<br>Quem é calango do cerrado nunca vai mudar<br>Não tem flagrante não, não tem flagrante não<br>Já bolou, acendeu, virou fumaça, subiu pra cuca<br>Fim do silêncio não deixa goela<br>Malandro que é malandro sempre segue o ritmo da favela<br>Liberdade de expressão<br>Deixa eu falar, filha-da-puta<br>Expressão<br>Deixa eu falar, filha-da-puta<br>Expressão<br>Liberdade de expressão<br>Deixa eu falar, filha-da-puta<br>Expressão<br>"a livre expressão é o que constrói uma nação<br>Independentemente da moeda e sua cotação"<br>Deixa eu falar, filha-da-puta<br>Expressão<br>De junho a junho eu nasço<br>Eu morro de março a março<br>Presencio cenas impossíveis de traduzir para o cinema<br>Não perco atuações e atos<br>Mesmo quando abaixo pra amarrar os cadarços<br>Espaço, espaço, eu preciso de espaço<br>Pra mostrar pra esses covardes seu crepúsculo de aço<br>Imperial, como carlos, eu passo<br>Conexão nordestina<br>Até niterói, morte e vida severina<br>Passando por brasília<br>Reis"<br><br><br><strong>Voltaire</strong>: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-las”.<br><br>A música da banda "Raimundos" constrói pontes com o pensamento de Voltaire, uma vez que o ser humano deve possuir, primordialmente, o direito de liberdade de expressão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 16:17:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lauriane Santos, Gabriela Keller 3°C</title>
         <author>slauriane55</author>
         <link>https://padlet.com/felipecamargo1987/io7cgu3sjckx3b25/wish/1861429068</link>
         <description><![CDATA[<div>Música: Sr. Presidente - Projota&nbsp;<br><br>Trecho selecionado:<br><br>“Sr. Presidente, esse país tá doente&nbsp;<br>Nosso povo já não aguenta mais&nbsp;<br>Sr. Presidente, como você se sente “<br>Ao ver a fila dos nossos hospitais?&nbsp;<br>Sr. Presidente, até queria que a gente&nbsp;<br>Se entendesse, mas não sei como faz&nbsp;<br><br>Na música Sr. Presidente, do cantor projota. Através desse trecho, conseguimos fazer uma analogia ao filósofo John Locke, que fala que todos os homens possuíam direitos inalienáveis e que o estado deve zelar para que esse direito seja cumprido, mas que na prática se torna distante.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/3K7KyplSYvI" />
         <pubDate>2021-11-02 12:17:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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