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      <title>Combahee River: a força das mulheres negras by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-02 12:25:15 UTC</pubDate>
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         <title>O que era o Combahee River?</title>
         <author>evelynafernandes</author>
         <link>https://padlet.com/evelynafernandes/io5rfygoalo3ji2z/wish/2978009077</link>
         <description><![CDATA[<p>Originário da cidade de Boston, nos Estados Unidos, Combahee River, como suas próprias idealizadoras definiram, era um coletivo feminista pioneiro formado por mulheres negras heterossexuais e lésbicas que procurava refletir sobre as relações sociais envolvendo questões sexuais, raciais e de classe. Mas não era só isso. Ele surgiu entre os anos de 1974 e 1980 teve como integrantes: Barbara Smith, Sharon Page Ritchie, Cheryl Clarke, Margo Okizawa Rey, Gloria Akasha Hull e Demita Frazier.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 12:44:42 UTC</pubDate>
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         <title>O que elas defendiam e quais eram os objetivos? </title>
         <author>evelynafernandes</author>
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         <description><![CDATA[<p>As integrantes do coletivo Combahee River participaram de seis retiros ao longo dos seus anos de existência. Entre as várias demandas e discussões que foram surgindo conforme o tempo passava, citam-se as seguintes: abertura de um refúgio para mulheres que sofriam violência em um bairro negro; decisão de uma independência organizacional (já que não concordavam com algumas posições da NBFO); elaboração de uma análise materialista, econômica, de classe da situação das mulheres negras. Posteriormente, decidiram tornarem-se um grupo de estudo para produzirem uma publicação feminista. Com o tempo, influenciadas pelas inúmeras contribuições de participantes que entravam e saíam, incluíram nos seus objetivos as reivindicações das lésbicas. No entanto, o momento crítico de tomada de decisão foi quando ocorreu a sucessão de assassinatos de mulheres negras, com a consequente e já esperada pouca divulgação dos jornais. Apesar de receosas de alguma represália, Combahee River denunciou que os crimes apresentavam cunho racista e sexista conjuntamente. Além disso, frisaram que era necessário discutir a questão da violência contra as mulheres negras. Produziram panfletos que foram distribuídos à população e, por fim, organizaram os pressupostos para analisarem a violência contra as mulheres negras e como a política sexual permitia esse tipo de crime.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 12:46:45 UTC</pubDate>
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         <title>Qual a história desse movimento? </title>
         <author>evelynafernandes</author>
         <link>https://padlet.com/evelynafernandes/io5rfygoalo3ji2z/wish/2978013366</link>
         <description><![CDATA[<p>Na década 70 (assim como nas décadas anteriores e posteriores), Boston era um local com práticas racistas bastante arraigadas e firmes aceitas normalmente entre a população branca. Foi justamente ali que Barbara Smith entusiasmada com o encontro do qual participou da National Black Feminist Organization (NBFO) decidiu, juntamente com outras companheiras, fundar uma seção em sua cidade. Essa foi a primeira semente que deu origem ao grupo Combahee River, nome que funcionou como uma referência histórica ao episódio que envolveu a liberação de 750 escravos na Carolina do Sul em 1863 com a liderança de Harriet Trubman – a primeira mulher que dirigiu uma operação militar dos Estados Unidos. Mesmo não tendo prática nem experiência, a ideia dessas mulheres pioneiras era envolver todas as envolvidas contra as opressões – de sexo, de raça e de classe. Grande parte das participantes exerciam diversas atividades políticas, além de suas atividades habituais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 12:48:15 UTC</pubDate>
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         <title>Quais foram as dificuldades enfrentadas? </title>
         <author>evelynafernandes</author>
         <link>https://padlet.com/evelynafernandes/io5rfygoalo3ji2z/wish/2978015854</link>
         <description><![CDATA[<p>Como as integrantes não tinham experiência nem prática, apesar de estar ligadas a atividades políticas paralelas, o grupo não apresentava uma estratégia organizacional nem um objetivo claro, já que sua grande meta era motivar para que todas mulheres negras heterossexuais e lésbicas lutassem contra toda forma de opressão simultaneamente, ou seja, um projeto audacioso. Além disso, elas enfrentavam a resistência dos homens negros – que se preocupavam apenas com a questão racial – e das mulheres brancas – que, provenientes da classe média e universitária, não compreendiam e não eram recíprocas às demandas reivindicadas pelas mulheres negras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 12:50:18 UTC</pubDate>
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         <title>Qual a importância dessa atuação para o movimento feminista?</title>
         <author>evelynafernandes</author>
         <link>https://padlet.com/evelynafernandes/io5rfygoalo3ji2z/wish/2978018079</link>
         <description><![CDATA[<p>A posição pioneira do coletivo Combahee River aproximando-se dos ideais socialistas, organizando grupos de estudo e de discussão, denunciando o poder sexual exercido pelos homens propiciou uma abertura para a tradição de intelectuais-ativistas negras feministas e destacou a posição social única das mulheres negras marginalizadas e o tipo de militância desenvolvido por elas tratando de questões relevantes como: esterilização forçada, saúde da mulher negra, violência doméstica, direitos sociais e equidade no trabalho. Com a tradução &nbsp;do Manifesto do Combahee River para a língua portuguesa traz à tona a lembrança das principais lutas da prática feminista negra. É imprescindível que haja o entendimento de que o futuro da real democracia envolve a libertação das mulheres negras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 12:52:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cite uma ou mais mudanças que o movimento feminista gerou para sua localidade.</title>
         <author>evelynafernandes</author>
         <link>https://padlet.com/evelynafernandes/io5rfygoalo3ji2z/wish/2978019167</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2017 teve início, em Porto Alegre, RS, Brasil, a Emancipa Mulher – Escola de Formação Feminista e Antirracista. A Escola foi idealizada por Luciana Genro, que após completar a leitura do livro&nbsp;Mulheres, Raça e Classe, da professora, ativista e filósofa Angela Davis, decidiu adicionar um projeto de educação feminista e antirracista à já existente estrutura de educação popular e gratuita da&nbsp;ONG Emancipa/Emancipa Cursinho Popular pré-Universitário Porto Alegre, que ela preside desde a fundação, em 2011.&nbsp; Com os cursos e projetos, visam fomentar leituras e práticas sociais e políticas feministas e antirracistas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 12:53:02 UTC</pubDate>
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