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      <title>Atividades Práticas by Sofia Enes</title>
      <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-24 10:59:39 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo das rochas ou litológico</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/297186801</link>
         <description><![CDATA[<div>O magma é um material fundido muito complexo produzido no interior da Terra, e que se encontra a elevadas temperaturas. Este pode originar rochas magmáticas plutónicas, como o granito, quando solidificado em profundidade, tendo por isso um arrefecimento lento, o que faz com que os cristais destas rochas tenham tempo suficiente para se tornarem bem desenvolvidos e visíveis a olho nu, apresentado assim uma textura granular. Porém, o magma também pode dar origem a rochas magmáticas vulcânicas,tal como o basalto, caso solidifique à superfície, onde tem um arrefecimento mais rápido, assim sendo, os seus cristais são pouco visíveis conferindo uma textura agranular a estas rochas. <br>Após a formação das rochas magmáticas vulcânicas ficam sujeitas à ação dos agentes externos levando à sua meteorização, erosão, ao seu transporte e sedimentação (processos da sedimentogénese). Relativamente as rochas magmáticas plutónicas, estas afloram à superfície e sofrem os mesmos processos que as rochas anteriores. Devido à sedimentogénese as rochas magmáticas tornam-se sedimentos e, seguidamente, decorre a diagénese que engloba a desidratação, compactação, cimentação e recristalização e converte os sedimentos em rochas sedimentares. Estas novas rochas podem ser de três tipos: rochas sedimentares detríticas (arenito, balastros...), rochas sedimentares quimiogénicas (como o calcário de pricipitação, gesso...) ou rochas sedimentares biogénicas (calcário conquífero, carvão).   <br>Seguidamente estas rochas sofrem afundamento e passam pelos fatores de metamorfismo, aumento das pressões e da temperatura, que  alteram a sua estrutura e mineralogia, originando as rochas metamórficas, como o mármore proveniente do calcário (logo também faz efervescência) e o gnaisse proveniente do granito (rochas magmáticas também podem originar rochas metamórficas). Estas também podem entrar em fusão, devido às elevadas temperaturas, revertendo a magma e assim recomeça o ciclo das rochas. <br><a href="http://dererummundi.blogspot.com/2014/05/sedimentogenese-uma-parcela-do-ciclo.html">http://dererummundi.blogspot.com/2014/05/sedimentogenese-uma-parcela-do-ciclo.html</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 21:14:11 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação de rochas</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/297327139</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática foi possível a identificação de rochas com a ajuda de uma chave dicotómica. Com isto foi possível concluir que as rochas têm características diferentes contudo, algumas apresentam características semelhantes, como o calcário e o mármore (rocha metamórfica proveniente do calcário) que fizeram efervescência devido a conterem carbonato de cálcio na sua constituição e, quando em contacto com ácidos libertam dióxido de carbono provocando a sua efervescência. Também podemos identificar rochas de textura granular (granito), agranular (basalto) e foliada (xisto).<br>(<a href="http://pesadaomateriais.blogspot.com/2014/01/brita-gnaisse-x-brita-calcaria.html">http://pesadaomateriais.blogspot.com/2014/01/brita-gnaisse-x-brita-calcaria.html</a>, <a href="http://formacion.confebask.es/Cursos/orienta/Paginas/F005_O001_P005.aspx">http://formacion.confebask.es/Cursos/orienta/Paginas/F005_O001_P005.aspx</a>, <a href="http://multimedia.bovolentaeditore.com/elementi-di-scienze-della-terra-1/gallerie-fotografiche-5/le-rocce-metamorfiche-piu-comuni">http://multimedia.bovolentaeditore.com/elementi-di-scienze-della-terra-1/gallerie-fotografiche-5/le-rocce-metamorfiche-piu-comuni</a>, <a href="http://marmorariaidealpa.com.br/sobre_marmore.htm">http://marmorariaidealpa.com.br/sobre_marmore.htm</a>, <a href="http://blog.mepassaai.com.br/origem-das-rochas/basalto/">http://blog.mepassaai.com.br/origem-das-rochas/basalto/</a>, <a href="https://pt.depositphotos.com/7843399/stock-photo-conglomerate.html">https://pt.depositphotos.com/7843399/stock-photo-conglomerate.html</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>História geológica de uma rocha</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/297380921</link>
         <description><![CDATA[<div>Ai!...Que diferença de temperatura! Lá em baixo era tão quente e agora está tão frio que estou a solidificar muito rápido não dando tempo aos meus cristais para se desenvolverem e ficarem bem visíveis como os das minhas irmãs em profundidade que eram tão bonitos. Tenho pena delas não poderem ver esta esplêndida paisagem. <br>Ui! Mas que é isto? Tanta chuva, e que vento, não consigo manter-me intacta por muito mais tempo. Para onde será que me leva esta forte corrente de água, que faz com que eu fique cada vez mais redondinha e pequena. <br>Porque é que parei? Tantos sedimentos a caírem em cima de mim. Estou tão apertada! A água que me separava um pouco dos outros sedimentos desapareceu e agora estamos todos juntos por uma espécie de cimento. Sinto-me tão mudada, já sou uma rocha diferente.<br>Contudo parece que não vou ficar por aqui. Parece que me estou a afundar cada vez mais. Tanta pressão, volto a estar a temperaturas bastante elevadas. Acho que estão a ocorrer transformações mineralógicas e estruturas devido à pressão e temperatura a que estou a ser sujeita. De facto já não sou a mesma rocha, agora sou uma rocha metamórfica. <br>Espera! O que está a decorrer agora? Pelos vistos não fico por aqui. Continuo a descer enquanto este calor aumenta fazendo com que eu entre em fusão. Aparentemente sou magma novamente...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 13:37:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Causas e consequências do aquecimento global, em Portugal e no mundo </title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/298099712</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global corresponde ao aumento da temperatura média da Terra, causado pela acumulação de gases com efeito de estufa na atmosfera terrestre.<br>Este fenómeno tem tanto causas naturais como as causas relacionadas com as atividades humanas que são realizadas de forma não sustentável, tal como:</div><ul><li>libertação de gases com efeito de estufa para a atmosfera;</li><li>queima de combustíveis fósseis e o seu consumo excessivo;</li><li>desenvolvimento urbano sem planeamento;</li><li>desflorestação;</li><li>poluição;</li><li>aumento da atividade na superfície do Sol (provoca emissão de raios UV e explosões);</li><li>a água dos oceanos concentra o carbono presente em grande quantidade na atmosfera (aumentando a evaporação e concentração de gases);</li></ul><div>Estas atividades originam extremas consequências, assim como:</div><ul><li>degelo dos glaciares e calotes polares (originando a transgressão marinha)</li><li>elevação do nível médio das águas do mar;</li><li>desertificação dos solos;</li><li>subida da temperatura média da Terra;</li><li>aumento de catástrofes naturais;</li><li>ondas de calor e desequilíbrio dos ecossistemas;</li></ul><div>Tudo isto afeta Portugal na medida em que a subida do nível médio das águas do mar, devido ao degelo de glaciares, posiciona as zonas costeiras do nosso país numa posição arriscada. O calor também poderá destruir flora e, a evaporação fará com que haja menor quantidade de água nos solos sensibilizando sobretudo o interior e sul do país. Além disso com o calor, aumenta o risco de incêndio como se tem vindo a observar nestes últimos tempo.<br>A nível mundial também a saúde humana, economia, meio ambiente e várias espécies são uma fonte de grande preocupação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-29 15:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>Interações entre os subsistemas, relacionados com o aquecimento global</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/298783107</link>
         <description><![CDATA[<div>A Terra é um sistema fechado, onde ocorre intercâmbio energético através dos seus limites contudo, para além de haver permuta de matéria estas são mínimas e por isso consideradas insignificantes e, também é um sistema composto existindo nela outros subsistemas mais pequenos (hidrosfera, atmosfera, geosfera, biosfera) que estabelecem relações entre si.<br>O facto da Terra ser considerada um sistema fechado tem implicações, e uma dela diz-nos que quando ocorrem alterações num dos seus subsistemas, as consequências poderão afetar os outros. <br>Algumas dessas interações que interferem com todos os subsistemas são:</div><ul><li>furacões;</li><li>tempestades;</li><li>incêndios;</li><li>secas;</li><li>desflorestação;</li><li>degelo;</li><li>queima de combustíveis fósseis;</li></ul><div>Que interferem com dois subsistemas:</div><ul><li>subida do nível médio das águas do mar (hidrosfera, geosfera)</li></ul><div>E por último, que interferem com um subsistema terrestre:</div><ul><li>as migrações (biosfera);</li><li>extinções (biosfera);</li></ul><div>(<a href="http://10ebgspedro.weebly.com/uploads/1/4/0/3/14035134/apresentao_aulas_b1_b2_b3.pdf">http://10ebgspedro.weebly.com/uploads/1/4/0/3/14035134/apresentao_aulas_b1_b2_b3.pdf</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 23:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>Soluções para travar o aquecimento global</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/298789305</link>
         <description><![CDATA[<div>Com este problema foram criadas soluções para que conseguíssemos diminuir  o aquecimento global, bem como:</div><ul><li>Diminuir o uso de combustíveis fósseis e aumentar o uso de biocombustíveis;</li><li>evitar a queima de combustíveis de forma desequilibrada;</li><li>controlo de emissão de gases com efeito de estufa (como em indústrias);</li><li>geração de energia através de fontes renováveis (eólica, hidrológica, solar, nuclear);</li><li>utilização de transportes públicos;</li><li>adoção de sistemas de reciclagem;</li><li>plantação de maior número de árvores;</li><li>uso de técnicas limpas e avançadas na agricultura;</li><li>reduzir o consumo de água e carne;</li><li>etc...</li></ul><div>(<a href="https://www.industriasolarplima.com/el-calentamiento-global-un-problema-mundial/">https://www.industriasolarplima.com/el-calentamiento-global-un-problema-mundial/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 23:52:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tectónicas de placas</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/306543594</link>
         <description><![CDATA[<div>Na teoria da tectónica de placas, a zona rígida superficial da Terra-litosfera-encontra-se dividida em porções que constituem as placas tectónicas, que estão sempre em movimento sobre a astenosfera (situada no manto), causando alterações nas formas de relevo do planeta. <br>A litosfera, parte superior da Terra que engloba a crusta e o manto superior, foi facilmente quebrada ao longo do tempo devido à pressão interna exercida pelo magma. O movimento das placas, resultante dessa divisão, é consequente das correntes de convecção do magma, em que o material quente fica menos denso e ascende, ao ascender arrefece ficando mais denso e voltando a descer, arrastando assim as placas litosféricas.<br>Desta forma o comportamento plástico da astenosfera permite que as placas tectónicas se movimentem em diferentes direções de uma forma lenta e gradual. Contudo, para que estes movimentos funcionem totalmente existem locais onde a placa litosférica aumenta (riftes) fazendo com que as placas se movimentem, e zonas onde as placas tectónicas são destruídas (fossas oceânicas), para a Terra não esteja constantemente a aumentar de tamanho.<br>A teoria da tectónica de placas baseia-se na teoria da deriva continental, porém não admite que são os continentes que se deslocam, mas sim as placas desses continentes. No entanto, a teoria de Alfred Wegner, inicialmente sustentada por argumentos morfológicos, geológicos, paleoclimáticos e paleontológicos, foi retomada devido aos novos conhecimentos sobre os fundos oceânicos.</div><div>(<a href="https://www.euston96.com/placas-tectonicas/">https://www.euston96.com/placas-tectonicas/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 21:42:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evidências dos processos tectónicos da Terra</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/307337870</link>
         <description><![CDATA[<div>Os limites das placas litosféricas podem ser de três tipos:</div><ul><li><strong>Limites divergentes</strong>,<strong> </strong>que se situam nas dorsais oceânicas, dizem respeito às zonas onde estas placas se distanciam por haver construção da crosta oceânica ao nível do rifte, devido à libertação de lava proveniente de magma basáltico que ao chegar à superfície arrefece, originando crusta oceânica. Dado a criação de nova crusta a partir do rifte, as rochas dessa crosta serão mais recentes quanto mais próximas se encontrarem do rifte.        Este limite possibilite explicitar a expansão dos fundos dos oceânicos e é responsável pela fragmentação das placas.        Ex.: Dorsal médio-oceânica do Atlântico - Açores.</li><li><strong>Limites conservativos, </strong>situados em falhas transformantes,<strong> </strong>correspondem às zonas<strong> </strong>onde o sentido do movimento relativo entre duas placas faz com que elas deslizem lateralmente uma em relação à outra,  não havendo destruição nem formação de crosta. Estes deslizamentos estão muitas vezes relacionados com sismos.      Ex.: Falha de S<sup>to </sup>André - Califórnia.</li><li><strong>Limites convergentes</strong>, ocorrem nas fossas oceânicas ou zonas de subducção e equivalem às zonas em que as placas se aproximam uma da outra e colidem.                  Nestes limites pode decorrer colisão entre 1 placa continental e uma placa oceânica desenrolando-se destruição desta (sendo a mais densa) por afundamento do manto e, existe formação de cadeias montanhosas (ex.: Andes). Da mesma forma pode ocorrer colisão entre duas placas oceânicas formando-se arcos de ilhas de origem vulcânica (ex.: ilhas do arquipélago do Japão). Ainda pode também dar-se colisão entre duas placas continentais, gerando cadeias montanhosas (ex.: Himalaias).</li></ul><div>(<a href="http://ufrr.br/lapa/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=%2094">http://ufrr.br/lapa/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=%2094</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:52:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aplicação do Google Earth</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/307346023</link>
         <description><![CDATA[<div>A utilização do Google Earth nesta atividade experimental permitiu-nos ter uma melhor perceção das placas litosféricas, dos movimentos a que estas se encontra associadas e das alterações que provocam no relevo, como a dorsal médio-oceânica, os Himalaias, a cordilheira dos Andes, a falha de Santo André e o arco insular do Japão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 23:20:07 UTC</pubDate>
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         <title>Dorsal médio atlântica</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/307352989</link>
         <description><![CDATA[<div>foi possível concluir que tanto a Islândia como os Açores se formaram pela acumulação de material vulcânico que emergiu e que estão a ser separados pela dorsal médio-oceânica.<br>Fonte:Google Earth.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 01:40:06 UTC</pubDate>
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         <title>Himalaias</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/307353152</link>
         <description><![CDATA[<div>Himalaias resultantes da colisão entre as placas Euroasiática e Indo-australiana onde ocorreu enrugamento e formação de cadeias montanhosas.<br>Fonte:Google Earth</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 01:43:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Andes</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/307353344</link>
         <description><![CDATA[<div>Relativamente à cordilheira dos Andes esta teve origem na subducção da placa de Nazca, que se destruiu e originou magma que consolidou e originou estas cadeias montanhosas.<br>Fonte:Google Earth</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 01:49:33 UTC</pubDate>
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         <title>Falha de Santo André</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/307353415</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma  com limite divergente sendo provável que no futuro se separe completamente da América.<br>Fonte:Google Earth</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 01:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>Arco Insular do Japão</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/307353697</link>
         <description><![CDATA[<div>Por fim, foi também possível constatar que os Açores se encontram no ponto triplo entre as placas Africana, Euroasiática e Norte-Americana, provocando atividade sísmica e vulcânica de grande intensidaade.  Semelhante à situação dos Açores encontra-se o Japão, formado pela convergência entre as placas do Pacífico, Euroasiática e Filipina, originando diferentes zonas de subducção onde a atividade tectónica é intensa fazendo com que este arquipélago esteja sujeito a forte intensidade e frequência sísmica.<br>Fonte:Google Earth</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 01:57:58 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia alusiva a eventos de natureza tectónica</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/307353919</link>
         <description><![CDATA[<div>O contacto entre as diversas placas também se encontra associado a terramotos e a criação de cadeias montanhosas, vulcões e fossas oceânicas. Sobrepondo o limite das placas tectónicas com as zonas de grande atividade sísmica e vulcânica e possível concluir que ambas coincidem, sendo as zonas do <strong>Anel de fogo do Pacífico, Dorsal médio-atlântica </strong>e o<strong> Alinhamento do Mediterrâneo </strong>as mais activas. <br>A Indonésia, por se localizar na zona do Anel de Fogo do Pacífico, é um país que sofre bastante as consequências do movimento das placas, o terramoto na Indonésia de 2004 é um exemplo de desastres de natureza tectónica que comprovam a atividade tectónica.<br><br></div><div>"<strong>Terremoto na Indonésia: país está no Círculo de Fogo do Pacífico, área com maiores tremores do mundo</strong></div><div>Alguns dos piores desastres naturais já registrados, como o tsunami de 2004,. ocorreram em países localizados na região de maior atividade sísmica do planeta..."</div><div>Notícia e fonte da imagem: <a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/07/29/terremoto-na-indonesia-pais-esta-no-circulo-de-fogo-do-pacifico-area-com-maiores-tremores-do-mundo.ghtml">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/07/29/terremoto-na-indonesia-pais-esta-no-circulo-de-fogo-do-pacifico-area-com-maiores-tremores-do-mundo.ghtml</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 02:02:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/311711314</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulcanismo consiste na libertação para o exterior de materiais líquidos, sólidos e gasosos e encontra-se relacionada com a atividade magmática no interior da Terra.<br>Existem dois tipos de manifestações vulcânicas: as secundárias ou residuais e as primárias. <br>As manifestações de vulcanismo primário caracterizam-se pela ocorrência de erupções vulcânicas, podendo ser de dois tipos:</div><ul><li><strong>Vulcanismo do tipo central</strong>: erupção que ocorre num aparelho vulcânico designado vulcão, que é constituído por cone vulcânico (resultante da acumulação de materiais expelidos durante a erupção), chaminé vulcânica (canal que liga a câmara magmática ao exterior), cratera (abertura do cone vulcânico, situada no topo da chaminé vulcânica, formada pelo colapso da chaminé) e câmara magmática (situada no interior da Terra, onde se acumula material rochoso fundido, denominado magma).</li><li><strong>Vulcanismo do tipo fissural: </strong>erupções vulcânicas que ocorrem ao longo de fendas/ fissuras da superfície terrestre, que acabam por preencher vales profundos formando planaltos de acumulação vulcânica, que atingem vários km de comprimento.</li></ul><div>As manifestações de vulcanismo secundário ou residual expressa-se de um modo menos violento, através de:</div><ul><li><strong>Fumarolas; </strong>emissões de gases a elevadas temperaturas por fissuras de rochas, situadas próximas de vulcões ativos, podendo ser sulfataras (se os gases predominantes forem ricos em enxofre) ou mofetas (se o gás predominante for dióxido de carbono).</li><li><strong>Nascentes termais;</strong> águas subterrâneas que surgem à superfície a temperaturas bastante elevadas e ricas em sais minerais com valor medicinal. Estas podem resultar da condensação do vapor de água das fumarolas (quando se verifica abaixamento da temperatura), da condensação do vapor de água libertado do magma (águas juvenis que possuem origem magmática) ou do aquecimento de águas subterrâneas (devido a fenómenos vulcânicos ou ao aumento com a profundidade)</li><li><strong>Géiseres;</strong> jatos intermitentes e periódicos de água e gases, e elevadas temperaturas, que ascendem à superfície por meio de fissuras. a água acumulada em reservatórios vai sendo aquecida, o que provoca a evaporação da água, aumentando a pressão nesse local e gera a expulsão de água sob a forma de repuxo.</li></ul><div>Existem vários tipos de erupções, que também dependem de vários fatores:</div><ul><li><strong>Erupções efusivas: </strong> apresentam lava fluída (composição basáltica, com baixa viscosidade e pobre percentagem em sílica, a elevadas temperaturas e com fácil libertação de gases) com origem em magmas básicos que apresentam fácil libertação de gases originando uma erupção serena em que apenas ocorre derramamento de lava a altíssimas temperaturas cuja consolidação leva à formação de cones vulcânicos largos e de baixa altitude. Estas erupções encontram-se relacionadas a locais de vulcanismo fissursal como os limites divergentes, coincidentes com riftes, e a vulcanismo intraplaca, aos pontos quentes (centros de atividade vulcânica que origina ilhas vulcânicas no interior das placas litosféricas e vulcões efusivos) pelo magma ter origem no manto, constituido por rochas básicas, que lhe confirma um teor básico. Apresenta-se ainda três tipos de solidificação das lavas básicas destas erupções: as lavas encordoadas (correntes de lava que ao arrefecer forma rolos longos), lavas escoriáceas (correntes de lava com a superfície estilhaçada e angulosa) e lavas em almofada (formações arredondadas de lava que arrefece rapidamente debaixo de água).</li><li><strong>Erupções explosivas:</strong> as lavas viscosas, com menores temperaturas e de elevada viscosidade e percentagem em sílica, com origem em magmas ácidos, impedem a libertação de gases, dando por isso origem a violentas explosões, devido à pressão dos gases existentes na chaminé vulcânica, provocando por vezes o desmoronamento do cone vulcânico, e podendo também formar nuvens ardentes, constituídas por materiais finos envolvidos em gases a elevadíssimas temperatura que se deslocam a grandes velocidades e destroem tudo por onde passam, os materiais expelidos, como os piroclatos e a lava viscosa, acumulam-se perto da cratera originando um cone vulcânico alto e íngreme. Este tipo de erupção encontra-se associado a limites convergente, existentes nas fossas abissais, em que o magma proveniente da destruição das placas litosféricas confere maior acidez. Também estas lavas apresentam diferentes tipos de solidificação: domo ou cúpula (se a lava solidifica à superfície da chaminé, na cratera) ou agulha vulcânica (se a lava for muito viscosa e solidificar no interior da chaminé vulcânica).</li><li><strong>Erupções mistas:</strong> erupções que assumem aspetos intermédios, podendo ocorrer fases explosivas, pouco violentas e com emissão de piroclastos e, fases efusivas, que se devem à entrada de água na chaminé ou na câmara magmática e emitem lava fluida, estas erupções apresentam lava com intermédio teor em sílica, viscosidade e temperatura, e formam cones mistos em que alternam camadas de lava com camadas de piroclastos. estas erupções ocorrem em limites convergentes entre uma placa continental e uma placa oceânica.</li><li><strong>Erupções submarinas:</strong>         as erupções submarinas têm origem nos fundos oceânicos e são as que ocorrem com maior frequência, dando-se em limites divergentes.</li></ul><div>Fonte erupção explosiva:<a href="http://adescobertadasciencias.blogspot.com/2017/05/tipos-de-erupcoes.html">http://adescobertadasciencias.blogspot.com/2017/05/tipos-de-erupcoes.html</a><br>Fonte erupção efusiva:<a href="https://mybrainsociety.blogspot.com/2015/12/tipos-de-vulcoes.html">https://mybrainsociety.blogspot.com/2015/12/tipos-de-vulcoes.html</a><br>Fonte erupção mista:<a href="http://td-sobre-vulcoes.blogspot.com/">http://td-sobre-vulcoes.blogspot.com/</a><br>Fonte erupção submarina:<a href="http://www.laifi.com/laifi.php?id_laifi=3316&amp;idC=60599#">http://www.laifi.com/laifi.php?id_laifi=3316&amp;idC=60599#</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 08:48:42 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Prática</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/312721152</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática foi possível verificar a influência da temperatura na velocidade de escorrência do magma tanto como o teor em sílica, através da colocação de amostras, simulando diferentes teores em sílica, a diferentes temperaturas (variável independente) para no fim observarmos o tempo de escorrência (variável dependente). Primeiramente, saberíamos que lavas básicas, com menos teor em sílica ou mel (50% água e 50% mel) apresentariam menos tempo de escorrência por ser menos viscosa, enquanto que as lavas ácidas, com mais teor em sílica/mel (100% mel) teriam mais tempo de escorrência por exibir mais viscosidade. Porém para comprovar a hipótese colocada (influência da temperatura na velocidade de escorrência), uma amostra de cada tipo de lava foi colocada à temperatura ambiente, num gobelé com gelo e noutro com água aquecida. Foi então possível concluir que, relativamente à temperatura, quanto maior esta for maior será a fluidez das lavas e consequentemente teram maior escorrência e uma escoada mais longa, pelo contrário, quanto menor a temperatura maior a viscosidade e assim terá menor escorrência sendo assim as escoadas de lava mais pequenas. Comparando o resultado do tempo de escorrência pudemos verificar que as lavas básicas apresentaram menor tempo de escorrência e maior velocidade e as lavas ácidas foram as mais lentas movimentando-se a menores velocidades enquanto que as lavas intermédias se movimentavam a uma velocidade média apresentando um tempo médio de escorrência <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 21:43:13 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade vulcânica</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/312736040</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulcão Kilauea, situado no Havai é um exemplo dos vulcões mais ativos do mundo que afeta várias pessoas e continua ativo e a seguinte noticia expelicita uma das suas erupções e as suas consequências:<br>Notícia e imagem: <a href="https://zap.aeiou.pt/casas-destruidas-vulcao-kilauea-201646">https://zap.aeiou.pt/casas-destruidas-vulcao-kilauea-201646</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 23:52:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lince-ibérico.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/332171149</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince Ibérico apresenta uma distribuição geográfica e histórica fragmentada e reduzida, ocupando apenas áreas de <strong>Portugal e Espanha.</strong><mark><br></mark>O lince-ibérico, em 2002, foi classificado com o estatuto de <strong>"criticamente em perigo"</strong> na Lista Vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza. Sendo o <strong>felino mais ameaçado no mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa.<br><br>Fig. 1 - Lince-ibérico (</strong><a href="https://goo.gl/images/FD92M7">https://goo.gl/images/FD92M7</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:42:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diminuição do lince-ibérico ao decorrer dos anos, segundo um gráfico (fig. 2)</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/332171192</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince-ibérico teve um <strong>declínio acentuado na segunda metade do século XX</strong> (fig. 2). Onde foi desaparecendo, deixando menos de 100 animais em duas populações isoladas na Andaluzia. <br>Nos últimos 20 anos, esta espécie diminuiu 80%. Desta forma pode entender-se as causas da que levaram a uma quase extinção do lince-ibérico, da sua população e consequentemente da comunidade.<br><br><strong>Fig.2</strong> - <strong>Exemplares de lince-ibérico em liberdade </strong>(<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico#/media/Ficheiro:Grafico_Lince.jpg">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico#/media/Ficheiro:Grafico_Lince.jpg</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:42:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Causas da extinção do lince-ibérico.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/332171207</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Quais são as principais ameaças para a extinção dos linces-ibéricos? </strong></div><ul><li><strong>Regressão da principal presa</strong>;</li><li><strong>Deterioração</strong> <strong>do seu habitat</strong>.</li></ul><div> A <strong>diminuição do coelho bravo</strong> (principal presa do lince-ibérico), deu-se devido:</div><ol><li> ao aparecimento de doenças virais; </li><li>ao abandono de campos agrícolas; </li><li>às extensas práticas modernas agrícolas;</li><li>alguns incêndios.</li></ol><div> Que levaram a um <strong>decréscimo nas populações de coelhos-bravos </strong>superiores a 80%.</div><div>  Uma vez que o alimento dos linces estaria afetado por uma doença, estes rapidamente também foram afetados. Em 2013 verificou-se a <strong>presença de uma bactéria resistente a antibióticos no trato digestivo do lince-ibérico</strong>, o que pode levar a que infecções perigosas sejam de difícil tratamento e, consequentemente, levem à <strong>diminuição da aptidão física do animal</strong>. </div><div>Para além destas ainda existem outras como:</div><ul><li>O facto dos <strong>linces-ibéricos serem vulneráveis</strong> -&gt; ficando <strong>incapazes de se reproduzirem</strong>, de <strong>achar alimento</strong>;</li><li><strong>Áreas onde viviam foram destinadas à produção florestal intensiva e a campos de pastagem</strong>.</li><li><strong>Construção de estradas, caça ilegal, o envenenamento, o atropelamento, os incêndios florestais </strong>e a ideia de que os <strong>linces podem acabar como os coelhos que o homem caça.</strong></li></ul><div>  <br> Isto tudo tem assim contribuído para este processo de extinção, sendo estes, fatores de origem antrópica.<br><br><strong>Fig.3 - Lince-ibérico e a sua principal presa (</strong><a href="http://linceemportugal.blogspot.com/p/comportamento.html"><strong>http://linceemportugal.blogspot.com/p/comportamento.html</strong></a><strong>)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:43:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>União entre Portugal e Espanha.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/332171245</link>
         <description><![CDATA[<div>Sendo assim, entendemos, a partir da análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira de extinção, a necessidade da colaboração entre Portugal e Espanha no sentido de promover o desenvolvimento da espécie.<br><br><strong>Fig. 4 - Distribuição geográfica do lince-ibérico entre Portugal e Espanha (</strong><a href="https://www.google.com/search?q=portugal+e+espanha+lince+iberico&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiSy-Cd2sPgAhUPzYUKHdy4C6MQ_AUIDigB&amp;biw=1920&amp;bih=920#imgdii=QKlkPnOG17iBqM:&amp;imgrc=9h5Kp-v0CzxdcM:"><strong>https://www.google.com/search?q=portugal+e+espanha+lince+iberico&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiSy-Cd2sPgAhUPzYUKHdy4C6MQ_AUIDigB&amp;biw=1920&amp;bih=920#imgdii=QKlkPnOG17iBqM:&amp;imgrc=9h5Kp-v0CzxdcM:</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:43:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A &quot;colaboração perfeita&quot;.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/332171264</link>
         <description><![CDATA[<div>Como exemplo desta união foi a 3 de Agosto do ano passado no incêndio de Monchique que acabou por chegar ao Vale de Fuseiros, onde se encontra o Centro Nacional de Reprodução de Lince-Ibéricos (CNRI), que levou à transferência dos seus 29 linces para centros espanhóis, demonstrando assim uma "colaboração perfeita" entre Portugal e Espanha. <br><br><strong>Fig. 5 - Incêndio de Monchique (</strong><a href="https://goo.gl/images/Uwr3Un">https://goo.gl/images/Uwr3Un</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:43:29 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/332171284</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vídeo nº1 - Libertação de um lince-ibérico num centro que separa a bacia do rio Tejo da do rio Guadiana </strong>(<a href="https://youtu.be/UTzCIvDlXuI">https://youtu.be/UTzCIvDlXuI</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:43:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Células </title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/334452051</link>
         <description><![CDATA[<div>Todas as células provêm de células preexistentes. A célula é também a unidade básica estrutural e fundamental e a unidade de reprodução, desenvolvimento e hereditariedade de todos os seres vivos.<br>Os organismos unicelulares são compostos apenas por uma célula que realiza todas as funções vitais já os organismos pluricelulares são constituídos por várias que são capazes de realizar diversas funções.<br>Existem ainda dois tipos de células:</div><ul><li><strong>Células procarióticas</strong>, sendo estas as células mais simples e de dimensões reduzidas, sem apresentar núcleo e organelos  membranares, como as bactérias e as cianobactérias;</li><li><strong>Células eucarióticas</strong>, que são mais complexas, com vários organelos delimitados por membranas e com um núcleo bem individualizado por um invólucro nuclear. Estas são as células características do resto dos organismos unicelulares e pluricelulares.</li></ul><div>Para além disto as células eucarióticas ainda se dividem em células eucarióticas vegetais e células eucarióticas animais.<br>(<a href="http://www.ciencias.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=2213&amp;evento=3">http://www.ciencias.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=2213&amp;evento=3</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 16:02:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/334648627</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática foi possível identificar alguns dos constituintes das células com a ajuda de alguns corantes. <br>Utilizámos então certos corantes na epiderme da cebola (na observação de células vegetais) com o objetivo de realçar certos constituintes celulares:</div><ul><li> <strong>Azul metileno-</strong> para evidenciar o núcleo, fig.1;</li><li><strong>Vermelho neutro</strong>- evidenciar o vacúolo,fig.2;</li><li><strong>Água iodada</strong>- para evidenciar a parede celular,fig.3.</li></ul><div>Também o caule de tradescância foi observado ao MOC e podemos verificar que este apresenta estomas, cuja função é realizar trocas gasosas entre as plantas e o meio, fig.4.<br>Além disso, assistimos ainda a células do epitélio bucal (célula animal) corada com azul metileno que também evidencia o núcleo, fig.5.</div><div>Após a experiência, podemos concluir que existem certas diferenças e semelhanças entre as células animais e as células vegetais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 23:56:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferenças entre as células animais e vegetais </title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/334651069</link>
         <description><![CDATA[<div>A células animais e vegetais possuem então várias diferenças entre si. Analisámos que:</div><ul><li>nas células vegetais observamos <strong>parede celular, vacúolos e cloroplastos</strong>, o que não se observou nas animais;</li><li>as células vegetais apresentam uma <strong>forma mais geométrica</strong> do que as células animais devido à existência de parede celular nas vegetais;</li></ul><div>Contudo, apesar de existirem algumas diferenças entre estas células, estas possuem ainda certas semelhanças.<br>Ambas possuem: </div><ul><li>núcleo, </li><li>membrana celular, </li><li>citoplasma.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 00:19:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características não observadas</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/334654827</link>
         <description><![CDATA[<div>Para além das diferenças que foram observadas ao MOC, concluímos ainda que as células animais e vegetais apresentavam mais diferenças e semelhanças que não foram visíveis ao microscópio.<br>Diferenças:</div><ul><li>nas animais existem <strong>centríolos</strong> e <strong>lisossomas</strong>;</li><li>os <strong>vacúolos</strong> das células vegetais são <strong>de maiores dimensões</strong> comparando aos das células animais.</li></ul><div>Semelhanças não observadas:</div><ul><li>existência de ribossomas, retículo endoplasmático, complexo de Golgi, citoesqueleto e mitocôndrias.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 00:43:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquemas e observações </title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/335165688</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.1- observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com azul metileno, ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 01:18:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/335166422</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.2- observação das células de epiderme da cebola ao MOC, com vermelho neutro, ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 01:22:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/335166785</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.3- observação das células de epiderme da cebola ao MOC, com água iodada, ampliação 400x.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325265335/6677913b8ed75be237700ac5b7028170/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-02-26 01:23:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/335167081</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4- observação das células da epiderme do caule de tradescância ao MOC, ampliação 400x.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325265335/90f3fe8997b2553b52d285c03c6e8fae/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-02-26 01:25:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/335167361</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.5- observação das células do epitélio bucal ao MOC, com azul metileno, ampliação 400x.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325265335/0c2a08197a954660073cbcaa34cbf28c/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-02-26 01:26:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/340584398</link>
         <description><![CDATA[<div>A osmose é um transporte transmembranar que consiste na difusão de água entre dois meios, separando-os por uma membrana que é impermeável às substâncias dissolvidas (solutos).<br>A pressão necessária para contrabalançar a tendência de água de se mover de uma solução com elevada concentração da água para uma solução com baixa concentração de moléculas de água designa-se por <strong>pressão osmótica</strong>.<br>Fonte:<a href="https://blogdoenem.com.br/transportes-passivos-osmose-difusao-biologia-enem/osmose-d/">https://blogdoenem.com.br/transportes-passivos-osmose-difusao-biologia-enem/osmose-d/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 18:47:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de meios</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/340595390</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem ainda diferentes tipos de meios, conforme o seu conteúdo em soluto:</div><ul><li><strong>Meio hipotónico</strong>- onde a concentração do soluto é menor comparativamente com outro meio;</li><li><strong>Meio hipertónico-</strong> meio onde a concentração do soluto é superior em relação a outro meio;</li><li><strong>Meio isotónico-</strong> quando a concentração de soluto é igual em dois meios.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 19:09:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/340595390</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Células animais e vegetais em contacto com meios extracelulares</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/340600785</link>
         <description><![CDATA[<div>Como a osmose é um transporte contra o gradiente de concentração de soluto, a água movimenta-se do meio hipotónico para o meio hipertónico, levando a mudanças nas células por a membrana possuir permeabilidade seletiva, sendo permeável à água e impermeável aos solutos.<br>Desta forma,<strong> </strong>quando uma célula animal fica em contacto com um meio: </div><ul><li><strong>Isotónico-</strong> o fluxo de água é igual nos dois sentidos; </li><li><strong>Hipotónico -</strong> a água entra na célula, podendo rebentar, lise celular;</li><li><strong>Hipertónico -</strong> a água sai da célula e enruga, plasmólise.</li></ul><div><br></div><div>A interação entre o meio e a célula vegetal apresenta algumas semelhanças à do meio com a célula animal, devido às células vegetais terem uma parede celular rígida o que lhe confere integridade, quer esta esteja túrgida, flácida ou até plasmolisada.<strong><br></strong>Assim, quando as células vegetais interagem com um meio:</div><ul><li><strong>Isotónico -</strong> o fluxo de água é igual nos dois sentidos;</li><li><strong>Hipotónico -</strong> os vacúolos enchem-se com água, desenvolvendo uma<strong> </strong>pressão de turgercência (pressão que o conteúdo celular exerce sobre a parede da célula que por sua vez oferece resistência a essa pressão), comprimindo o citoplasma e o núcleo contra a parede-turgência;</li><li><strong>Hipertónico - </strong>os vacúolos perdem água para o exterior da célula o que faz com que diminua de volume-plasmólise.</li></ul><div>Fonte: <a href="http://biologia-no-vestibular.blogspot.com/2012/05/04-citologia-i.html">http://biologia-no-vestibular.blogspot.com/2012/05/04-citologia-i.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 19:22:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células - Preparação 1</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/340613767</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática utilizamos camélias, pois os seus vacúolos contém pigmentos que são visíveis sem a utilização de corante, possibilitando visualizar as alterações provocadas pela osmose.<br>Na preparação 1 colocamos a epiderme da pétala de camélia numa gota de água destilada, isto é, colocada em contacto com um meio hipotónico. <br>Foi então possível verificar:</div><ul><li>um aumento dos vacúolos porque se encheram de água,</li><li>os pigmentos do vacúolo ficaram mais claros.</li></ul><div><strong>Fig.1</strong>- Observação das células de epiderme das pétalas de camélia em água destilada, ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 19:54:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células - Preparação 2</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/340639118</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta preparação foram colocados fragmentos da epiderme da pétala de camélia numa gota de solução aquosa de cloreto de sódio a 12%, ou seja, foi posta em contacto com um meio hipertónico. </div><div>Em seguida verificamos que:</div><ul><li>o vacúolo diminuiu,</li><li>a cor dos pigmentos do vacúolo escureceu relativamente à preparação 1.</li></ul><div><strong>Fig.2</strong>- Observação das células de epiderme das pétalas de camélia em cloreto de sódio a 12, ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 21:23:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão </title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/340643909</link>
         <description><![CDATA[<div>Na preparação 1, os pigmentos nos vacúolos são mais claros, devido ao meio extracelular ser hipotónico e com a entrada de água o vacúolo se tornar maior e menos concentrado diluindo a cor dos pigmentos, e assim, a célula fica túrgida. <br>Já na preparação 2, a cor mais escura dos pigmentos e a sua maior concentração deve-se à saída de água dos vacúolos para o meio extracelular, por este ser hipertónico, fazendo com que a célula fique plasmolisada. Estas mudanças são devidas à permeabilidade seletiva da membrana celular, com menor permeabilidade ao cloreto de sódio e maior permeabilidade à água, o que explica a água sair com mais facilidade dos vacúolos e o NaCl não entrar na célula. <br>Contudo, não devemos generalizar estas observações, seria necessário realizar novas experiências para ver se o mesmo se sucedia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 21:44:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Locais visitados.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346952695</link>
         <description><![CDATA[<div> No passado dia 8 de março de 2019, fomos de visita de estudo até Peniche devido à sua localização geográfica de grande importância científica e geológica. Assim, como alguns locais de interesse visitamos:</div><ol><li><strong>Praia de Consolação; </strong></li><li><strong>Cabo Carvoeiro;</strong></li><li><strong>Remédios;</strong></li><li><strong>Ponte do Trovão/ Praia do Abalo;</strong></li><li><strong>Papôa;</strong></li><li><strong>Baleal.</strong></li></ol><div><br><strong>Imagem 1 - Mapa de Peniche</strong><br>(<a href="https://www.viamichelin.pt/web/Mapas-plantas/Mapa_planta-Peniche-2520-Leiria-Portugal">https://www.viamichelin.pt/web/Mapas-plantas/Mapa_planta-Peniche-2520-Leiria-Portugal</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:21:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Baleal</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346954733</link>
         <description><![CDATA[<div>O Baleal, antigamente uma ilha, é agora uma pequena península situada a norte de Peniche que se encontra separada do continente por um tômbolo, formando assim uma praia de areia branca fina. Na continuidade da enseada existem a ilhota das Pombas e o ilhéu de Fora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:36:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observações</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346958498</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia da visita foi possível constatar que não havia presença de chuva, havia pouca nebulosidade, vento moderado e uma subida da maré.  <br>Relativamente à península do Baleal, esta dispõe 800 metros de largura e 1800 metros de comprimento, constituía pela pelos ilhéus das Pombas e de Fora e pela ilha do Baleal. Os estratos carbonatados nela presentes, com cerca de 165 M.a terão sido depositados numa bacia de águas calmas e quentes. <br>A Ilha do Baleal é composta por estratos de calcários e margas inclinados, o que se deve a forças compressivas. Sendo ainda visíveis, vários fósseis de seres marinhos como as amonites.<br>Nas arribas da praia do Baleal Norte, surge uma sucessão de camadas de argilas e arenitos, algumas das quais exibem fragmentos de ossos de dinossauros e carvão petrificado. Esta sequência, com cerca de 150 M.a. e de natureza continental, aparece oxidada podendo ter sido depositada em ambientes pantanosos.<br>A ação de uma falha normal provocou uma descida do bloco oriental em relação ao bloco ocidental da ilha do Baleal, esta série sedimentar já teria sido erodida na ilha do Baleal. Na base destes estratos há o calcário, seguindo-se a argila e posteriormente o arenito.<br>Fig.8 - fosseis de amotines encontradas no local<br>fig.9 - estratos de calcário baleal</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:03:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia de Consolação.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346975034</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 2</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:58:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo Carvoeiro</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346975056</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 3</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:58:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Remédios</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346975080</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 4</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo relativa a fósseis de crinoides.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:58:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão/ Ponta do Abalo</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346975117</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 5</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo relativa a fosseis de belemenites.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:59:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Papôa</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346975139</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 6</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:59:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Baleal</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346975160</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 7</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:59:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a visita de estudo.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/346975199</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta visita de estudo conseguimos observar diferentes aspetos geológicos ao vivo, o que tornou a geologia mais dinâmica. Assim conseguimos interagir com os outros alunos e professores enquanto descobrimos mais sobre a geologia no nosso país.<br> Para além disso, memórias fantásticas foram feitas, cheias de sorrisos e brincadeiras o que a nosso ver foi a cereja no topo do bolo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:59:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação dos estomas</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366750276</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática começámos por posicionar duas folhas de tradescantia onde incidisse a luz de um candeeiro por alguns minutos (evitando uma grande exposição ao calor), e duas folhas da mesma no escuro durante 30 minutos no mínimo.<br>De seguida destacámos uma película da epiderme inferior de uma folha que esteve exposta á luz, sobre a qual deitamos uma gota de solução de Ringer ou soro fisiológico para posteriormente observarmos esta preparação ao microscópio.<br>Este último procedimento foi ainda repetido várias vezes, porém com umas pequenas mudanças:</div><ul><li>com a epiderme superior da folha exposta à luz em vez da epiderme inferior;</li><li>utilizando a folha que esteve às escuras;</li><li>utilizando água destilada como meio de montagem;</li><li>por fim, utilizando a solução cloreto de sódio como meio de montagem.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:04:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A luz</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366756928</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a realização desta atividade verificamos que a abertura dos estomas é influenciada pela exposição à luz, sendo que quanto mais energia luminosa for absorvida pela clorofila maior será a taxa de<br>fotossíntese e consequente diminuição da concentração de CO<sub>2</sub> intracelular o que afeta o mecanismo dos estomas.<br>Assim, durante o dia as células de guarda tem menores concentrações de CO2, logo haverá menor concentração de ácido carbónico e uma diminuição da acidez intracelular (pH elevado). O aumento do pH possibilita a atividade das fosforilases  responsáveis pelo desdobramento do amido em glicose. À medida que a concentração de glicose no interior da célula aumenta ela torna-se hipertónica, relativamente ao meio externo e com maior pressão osmótica, causando então a entrada de água, turgescência e a abertura dos estomas. (Fig.1 e 2)<br>Por outro lado, na obscuridade ou de noite o processo é inverso, o pH da célula diminui devido ao aumento do CO<sub>2</sub>, a fosforilase converte a glicose em amido (substância insolúvel) e assim a célula fica<br>com menos pressão osmótica, fazendo com que a água saia e fique plasmolisada, o que leva ao fecho dos estomas. (Fig.3)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:37:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contagem do número de estomas</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366799330</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a observação dos estomas na folha inferior de Tradescantia exposta à luz procedemos à  contagem dos estomas que podemos observars em várias partes diferentes.  </div><div>A distribuição dos estomas na folha não é homogénea pelo que restringir a contagem apenas a uma área pode não traduzir o número médio real de estomas. Assim, verificamos que o número de estamos em três partes diferentes na página inferior:</div><ul><li>14</li><li>9</li><li>2</li></ul><div>Contudo, na página superior da folha da tradescância não observamos nenhum estoma.<br>Desta forma foi possível constatar que na planta observada, o número de estomas da página inferior é muito superior ao da página superior da folha. Esta diferença explica-se por um menor número de estomas nas páginas superiores implicar uma menor exposição aos fatores climatéricos, como o calor, o vento ou a chuva, facilitando</div><div>o controlo da transpiração e das trocas gasosas pelos estomas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 21:49:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Salinidade do meio</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366800801</link>
         <description><![CDATA[<div>Num meio hipotónico, como a água destilada, as células-guarda que estão hipertónicas, ficam túrgidas devido a ganharem água e dilatam. Como as paredes celulares destas células são menos espessas e, por isso mais elásticas, junto às células vizinhas, estas vão distender mais com o aumento do volume da célula do que as paredes que delimitam o ostíolo, provocando que este abra.<br>Por sua vez, num meio salino, hipertónico, como é o caso da solução de NaCl que utilizamos, as células-guarda perdem água por osmose, ficando plasmolisadas e fazendo com que o estoma feche.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:02:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.4-observação dos estomas no caule de Tradescantia, na água destilada, com ampliação 400x.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366801824</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:12:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.5-observação dos estomas no caule de Tradescantia, numa solução de NaCl, com ampliação 400x</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366801840</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:12:08 UTC</pubDate>
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         <title>Previsões</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366802008</link>
         <description><![CDATA[<div>A seguir à realização da atividade podemos ainda realizar a previsão dos efeitos, na abertura dos estomas, como:</div><ul><li><strong>Taxa de fotossíntese</strong>- Uma maior taxa de fotossíntese implica o consumo de CO2, menos acidez e uma maior concentração de glicose nas células-guarda, que ficam hipertónicas e turgidas e por isso os estomas abrem. Já uma menor taxa de fotossíntese levará exatamente ao contrário. </li><li><strong>Da temperatura- </strong>Quanto maior a temperatura do ar, mais rápida é a transpiração das folhas, pelo que mais rápida é a entrada de água, a partir do xilema, para as<br>células-guarda, hipertónicas em relação ao meio, o que provoca a sua turgescência e a abertura dos estomas. </li><li><strong>Quantidade de água no solo-</strong> Com muita água disponível no solo, os estomas abrem. Com escassez de água no solo, as células-guarda ficam hipertónicas, mas não ganham água nem ficam túrgidas, assim, os estomas permanecem fechados.</li><li><strong>Humidade do ar- </strong>Quanto menor for a humidade do ar, maior será a transpiração, pois um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha mantém-se. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas o que leva à abertura do estoma.</li><li><strong>Do vento- </strong>O vento, fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células e é arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta. Por sua vez, se o vento é muito forte a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:14:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.1-observação dos estomas da página inferior da folha de Tradescantia, à luz com ampliação 400x.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366803341</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:26:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.2-observação dos estomas da página superior da folha de Tradescantia, à luz com ampliação 400x. </title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366803411</link>
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         <pubDate>2019-06-10 22:27:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.3-observação dos estomas no caule de Tradescantia, na obscuridade, com ampliação 400x.</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366803432</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:27:42 UTC</pubDate>
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         <title>Estomas</title>
         <author>Sofiaenes</author>
         <link>https://padlet.com/Sofiaenes/inaydyng1rbl/wish/366809691</link>
         <description><![CDATA[<div>Os estomas são pequenas estruturas que existem ao nível das folhas e controlam a transpiração.<br>Esta estrutura celular tem assim a função de realizar trocas gasosas entre o meio ambiente e a planta devido à capacidade que têm em abrir e fechar.<br>As suas células-guarda são ainda estruturalmente diferentes das restantes células epidérmicas onde se localizam, possuem cloroplastos e as paredes celulares que rodeiam o ostíolo são mais espessas, com menos elasticidade, do que as que ficam encostadas às células de companhia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 23:24:23 UTC</pubDate>
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