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      <title>Filosofia - 2ºPeriodo (11ºAno) by Mário Raposo  11ºA  Nº16</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-03 23:41:51 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de Leitura (Aristóteles)</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <pubDate>2019-02-03 23:44:56 UTC</pubDate>
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         <title>Nº3-) Argumentação e Lógica Formal- Lógica proposicional de inferência válida</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <pubDate>2019-03-31 21:24:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <description><![CDATA[<div>    <strong><mark>1. Lógica proposicional</mark></strong><br><br>  A lógica formal estuda a validade dos argumentos. <br>  A validade garante a verdade da conclusão de um argumento dedutivo com premissas verdadeiras.</div><div> Um argumento é composto por proposições, uma ou mais premissas e uma conclusão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:25:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <description><![CDATA[<div>  <strong><mark> 2. Proposições</mark></strong></div><div> </div><div> Uma proposição é o conteúdo expresso numa frase declarativa com valor de verdade. Uma proposição tem apenas um de dois valores de verdade: verdadeiro e falso. Por este motivo a lógica proposicional é uma lógica bivalente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:25:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346953344</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>3. Operadores de formação de frases</mark></strong></div><div> </div><div>Os operadores de formação de frases são palavras ou sequências de palavras tais como ‘’Não’’, ‘’e’’, ‘’ou’’, ‘’se…então’’, ‘’se e só se’’, que servem para ligar uma ou mais frases para gerar novas frases. </div><div> Dizemos que são operadores verofuncionais quando geram proposições compostas, cujo valor é determinado pelo valor de verdade que as compõem.</div><div> Uma proposição simples não pode decompor-se. Uma proposição composta resulta da ligação de proposições simples.</div><div> Há proposições compostas de diferentes tipos conforme os operadores usados para a gerar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:26:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>4) Linguagem proposicional </mark></strong></div><div> </div><div>     <strong><mark>A) Letras proposicionais</mark></strong></div><div> </div><div>Letras proposicionais são letras maiúsculas do meio do alfabeto ‘’P’’, ‘’Q’’, ‘’R’’ que representam as proposições simples. Chama-se interpretação ou dicionário à indicação do código usado para representar as proposições simples.</div><div> </div><div>    <strong><mark> B) Conetivas lógicas – Operadores verofuncionais de formação de frases</mark></strong></div><div> </div><div>Os símbolos, ~ (negação), ∧ (conjunção), V (disjunção), ® (condicional) e  « (bicondicional) servem para representar cada uma das conetivas lógicas.</div><div> </div><div>     <strong><mark>C) Parênteses</mark></strong></div><div> </div><div>Indica o âmbito do operador, isto é, a proposição ou proposições que o operador afeta.</div><div>O cálculo logico é semelhante ao da matemática.</div><div> </div><div>     <strong><mark>D) Variáveis de fórmula</mark></strong></div><div> </div><div>Letras maiúsculas do princípio do alfabeto (A,D,C...) que servem para indicar o lugar que pode ser ocupado por qualquer proposição, simples ou complexa</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:26:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>5) Formalização de proposições</mark></strong></div><div> </div><div>  Formalizar uma proposição é expressá-la numa linguagem lógica.</div><div>  Em lógica proposicional, as proposições simples são designadas por P,Q,R.. e as conetivas lógicas verofuncionais pelos símbolos lógicos já referidos. Para formalizar uma proposição, temos de adotar os seguintes procedimentos:</div><div>      a) Apresentar o "dicionário" ou "interpretação"</div><div>      b) Identificar a conetiva ou as conetivas usadas e identificar os âmbitos respetivos</div><div>      c) Ou escrever a fórmula</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:26:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>6) Definição de função de verdade</mark></strong></div><div> </div><div> A determinação do valor de verdade de uma proposição complexa obedece a um conjunto de regras, especificas para cada das caraterísticas. Dizendo que cada uma delas é uma função de vida, isto é, define um modo de determinação desse valor, exibindo em tabelas de verdade. Tabela de verdade é o dispositivo gráfico que contém todas as possibilidades de combinação dos valores de verdade das proposições de uma proposição composta. As 5 tabelas de verdade seguintes mostram 5 proposições compostas: negação, conjunção, disjunção, condicional e bicondicional. <br> A partir destas tabelas, podemos resumir as regras para calcular o valor de verdade de qualquer proposição composta:</div><div>        </div><div>    <strong><mark>A) Regra de negação</mark></strong></div><div> </div><div>A proposição ~P é F quando P é V e quando P é F</div><div> </div><div>    <strong><mark>B) Regra da conjunção</mark></strong></div><div> </div><div>Uma conjunção P ∧ Q é V, somente se as proposições componentes forem verdadeiras</div><div> </div><div>    <strong><mark>C) Regra da disjunção</mark></strong></div><div> </div><div>Uma disjunção P V Q só é F se as proposições componentes forem ambas F</div><div> </div><div>     <strong><mark>D) Regra da condicional</mark></strong></div><div> </div><div>P implica ⟹ Q, então só é F se a antecedente for V e a consequente for F</div><div> </div><div>     <strong><mark>E) Regra da bicondicional</mark></strong></div><div> </div><div>P ⇔ Q é verdadeira se as proposições componentes forem ambas V ou ambas F; e F nos restantes casos.</div><div> </div><div>   Todas estas proposições compostas, exceto a obtida pelo operador condicional, são comutativas, ou seja P ∧ Q, P V Q, P ⇔ Q tem o mesmo valor de verdade que Q ∧ P, Q V P e Q ⇔ P, respetivamente.     </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:27:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346953938</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>7) Âmbito das conetivas</mark></strong><br><br></div><div>  Uma fórmula composta pode conter várias conetivas. O âmbito de cada uma delas é a parte da fórmula a que a conetiva se aplica. Chamamos à conetiva principal de uma fórmula à conetiva que tem maior âmbito, ou seja, à que afeta a totalidade de fórmula. <br>  As fórmulas com mais do que uma conetiva, antes de efetuar o cálculo é preciso identificar o âmbito das conetivas.<br>  A colocação de parênteses em lugar diferentes da fórmula modifica-se: <br>(P → Q) ∧ P é uma fórmula diferente de P → (Q ∧ P).<br>   No 1º caso, a conetiva principal é a conjunção e no 2º caso é condicional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:30:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>8) Valor de verdade de proposições compostas: Tautologia- Contradições e contingências <br></mark></strong><br>   A) Valor de verdade de (P ∧ Q) →  P<br><br> O cálculo do valor de verdade de uma proposição composta faz-se numa tabela de verdade.<br>  A tabela tem um cabeçalho, 2 colunas e o número de linhas necessários para terem em conta todas as possibilidades de combinação dos valores de verdade das proposições componentes.<br>   Para desenhar a tabela relativa à proposição (P ∧ Q) →  P, desenhamos o cabeçalho, 2 colunas e mais 4 linhas, pois a fórmula (P ∧ Q) →  P tem 2 proposições simples, P ∧ Q.<br>          <br>           1-) Cabeçalho:<br><br></div><div>a)      esquerda, escrevemos todas as proposições simples que compõem a fórmula.</div><div>b)      À direita, escrevemos a fórmula<br><br></div><div>            2-) Coluna da esquerda<br><br></div><div>a)      Escrevemos os valores de verdade de todas as possibilidades de combinação de P ∧ Q, alinhados por baixo de cada letra proposicional, um em cada linha, na 1º letra </div><div>proposicional alterna V e F em grupos de dois, na 2ºletra alterna V e F , um a um.<br><br></div><div>            3-) Coluna da direita<br><br></div><div> a)     Identificamos o âmbito de cada operador ou conetiva lógica<br> b)    Calculamos os valores de verdade da formula, começando por calcular os valores da conetiva de menor âmbito (P ∧ Q)<br> c)     Calculamos os valores para cada linha</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:31:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Autoavaliação 5</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346957847</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Classifique as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F).</strong><br><br></div><div>  (A) Na linguagem proposicional, cada proposição simples é simbolizada por uma letra proposicional. <mark>V</mark><br><br></div><div>  (B) As conetivas lógicas são operadores verofuncionais de formação de frases. <mark>V</mark><br><br></div><div>  (C) Cada conetiva define uma regra de combinação dos valores de verdade das proposições simples que a compõem. <mark>V</mark><br><br></div><div>  (D) ^ é o símbolo lógico da condicional e ~ é o símbolo lógico da conjunção. <mark>F</mark><br><br></div><div>  (E) Se P for uma proposição verdadeira e Q for falsa, a conjunção P ^ Q é falsa. <mark>V</mark><br><br></div><div>  (F) Uma condicional é uma proposição gerada pela conetiva à . <mark>V</mark><br><br></div><div>  (G) Na fórmula P à Q, Q é o antecedente. <mark>F</mark> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:59:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346959601</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>9) Determinação da validade dos argumentos </mark></strong></div><div><br>    A lógica proposicional estuda a validade dos argumentos dedutivos. Permite testar a validade dos argumentos com base nas combinações do valor de verdade das proposições simples e das condições de verdade e das conectivas lógicas. <br><br>     <strong><mark>A) Inspetores de circunstâncias</mark></strong> </div><div><br>   Consideremos o seguinte argumento: </div><div>P → Q </div><div>P.: Q </div><div>    Para testar a sua validade vamos usar vários inspetores de circunstâncias, que é uma tabela de verdade semelhante às tabelas que usamos para determinar o valor de verdade das proposições compostas. Na coluna da esquerda escrevemos as letras proposicionais e os respetivos valores de verdade. Na coluna da direita, em vez da forma proposicional escrevemos o argumento: a premissa ou premissas separadas por vírgulas, seguidas da palavra “logo” (ou do sinal lógico “.:”) e a conclusão. </div><div>   Testamos a validade de um argumento verificando se há alguma circunstância (alguma linha da tabela) que apresente premissas verdadeiras e conclusão falsa.           Se existir, o argumento é inválido, Se não existir, o argumento é válido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:09:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346960263</link>
         <description><![CDATA[<div>  <strong><mark>10) Argumentos com 3 letras proposicionais (P, Q e R)<br><br></mark></strong>Consideremos o seguinte argumento com 3 letras proposicionais (P, Q e R): </div><div><br></div><div>''Vou abrir uma loja. Se conseguir um empréstimo bancário, invisto na bolsa ou abro uma loja. Consigo o empréstimo bancário, mas não invisto na bolsa.''</div><div><br></div><div><strong>1ª tarefa:</strong><br>  Apresentar o dicionário a usar. A partir dele, passar o argumento de linguagem natural para a linguagem proposicional, ou seja, finalizar o argumento. </div><div><br></div><div><strong>Nota:</strong> Muitas vezes, na linguagem natural, a conclusão do argumento aparece no meio ou no início do argumento. Este é um dos casos em que a conclusão surge em 1º lugar «Vou abrir uma loja.», Q, é a conclusão deste argumento. </div><div><br></div><div>Dicionário: </div><div><br></div><div>Consigo um empréstimo – é a proposição P </div><div>Invisto na bolsa – proposição Q </div><div>Abre uma loja – proposição R </div><div><br></div><div><strong>Forma do Argumento: </strong></div><div><br></div><div>P → (Q V R), P  ∧  ~ Q, logo, R<br> <br>O inspetor de existência tem 8 linhas, pois o argumento tem 3 proposições simples: P, Q e R <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:13:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346962577</link>
         <description><![CDATA[<div>  <strong><mark>11) Formas válidas de inferência <br><br></mark></strong>As formas válidas servem como regras para o cálculo lógico. E entre as regras salientamos as seguintes:<br><br>  <strong><mark>A) Argumento Condicional </mark></strong></div><div><br> [ <em>MODUS PONENS<br>   </em>A → B<br>   A<br>   Logo, B </div><div> [ <em>MODUS TOLLENS</em> <br>   A → B<br>   ~ B<br>   Logo,  A <br><br>   <strong><mark>B) Silogismo disjuntivo </mark></strong></div><div><br></div><div>  Argumentos em que uma das premissas é uma disjunção e a outra nega uma das proposições disjuntas. A conclusão afirma a outra premissa disjunta. </div><div> [A V B<br>  ~ A<br> Logo, B <br><br>  <strong><mark>C) Silogismo hipotético </mark></strong></div><div><br></div><div>  Argumentos em que uma das premissas e a conclusão são proposições condicionais. </div><div>  Se uma proposição A implica uma proposição B, e se a proposição B implica C, então a proposição A implica C. </div><div> [A → B<br>  B → C<br>  Logo, A → C <br>   <br>   <strong><mark>D) Regra da dupla negação </mark></strong></div><div><br></div><div>Negar duplamente uma proposição equivale à sua afirmação: </div><div>                                         ( ~ ~ A, logo, A)<br><br>   <strong><mark>E) Regra da condicional negada </mark></strong></div><div><br></div><div>Negar uma condicional significa afirmar o antecedente e negar o consequente: </div><div>                                  ~ (A → B), logo, A  ∧ ~ B»<br><br>   <strong><mark>F) Regra da contraposição </mark></strong></div><div><br></div><div> Contrapor equivale a inverter o antecedente e o consequente de uma condicional, negando-os ao mesmo tempo: </div><div>                                      A → B, logo, ~ B → ~ A <br>   <strong><mark>(G) Leis de Morgan</mark></strong> </div><div><br></div><div>  Leis de equivalência lógica entre a conjunção da disjunção permite inferir da conjunção uma disjunção e da disjunção uma conjunção. </div><div>  (1) A negação da conjunção de A e B é equivalente à disjunção da negação de A e da negação de B. </div><div>  (2)A negação da disjunção de A e B é equivalente à conjunção da negação de A e da negação de B. </div><div>                                 (1) ~ ( A V B ), logo, ~ A V ~ B </div><div>                                 (2) ~ ( A  ∧ B), logo, ~ A  ∧ ~ B</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:28:43 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação 6</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346964626</link>
         <description><![CDATA[<div>    1) Estabeleça as correspondências corretas.<br><br></div><div><mark>a)</mark> Argumento não válido.    <mark>G.</mark> Argumento que, no inspetor de circunstâncias, apresenta pelo menos uma circunstância com premissas verdadeiras e conclusões falsa.<br><br></div><div><mark>b)</mark> Falso.   <mark>F.</mark> Valor de verdade de P ↔ Q na circunstância de P ser verdadeiro e Q falso.<br><br></div><div><mark>c)</mark> Negação de P.   <mark>A.</mark> ~P <br><br></div><div><mark>d)</mark> Negação.  <mark>B.</mark> A conetiva principal da fórmula ~[~(P V Q) à R]<br><br></div><div><mark>e)</mark> Argumento condicional de <em>MODUS PONENS. </em>  <mark>C.</mark> P à Q, logo, Q<br><br></div><div><mark>f) </mark>Tautologia.   <mark>E.</mark> Proposição composta que apresenta valor de verdade verdadeiro (V) em todas as circunstâncias da tabela de verdade.<br><br></div><div><mark>g)</mark> Conetiva principal.  <mark>D.</mark> Designação da conetiva de maior âmbito de uma fórmula.<br><br></div><div>  2) Complete os valores de verdade em falta em cada uma das tabelas de verdade.<br><br></div><div><mark>A) F</mark></div><div><mark><br>B) V<br></mark><br></div><div><mark>C) V<br></mark><br></div><div><mark>D) F<br></mark><br></div><div><mark>E) F</mark><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:40:38 UTC</pubDate>
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         <title>Nº4-) Argumentação e retórica - O domínio de discurso argumentativo</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346966335</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:52:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346966501</link>
         <description><![CDATA[<div>   <strong><mark> 1)Lógica formal e lógica informal </mark></strong></div><div><br></div><div>   Ao estudar o raciocínio dedutivo e as suas regras de validade, constatamos a importância da lógica formal enquanto procedimento com regras definidas que nos ajudam a pensar de modo correto e a evitar erros de raciocínio. </div><div><br></div><div>    Esta forma de raciocinar revelou-se especialmente eficaz para derivarmos logicamente conclusões a partir de premissas dadas. E para evitarmos erros em que frequentemente incorremos sem nos apercebermos, tornando as nossas inferências inválidas e inúteis, segundo os parêntesis da lógica formal. <br>   Por sua vez, a lógica informal estuda processos não dedutivos de raciocínio (sobretudo argumentos do tipo indutivo), em eu, como veremos, não é impossível termos verdadeiras e chegarmos a uma conclusão falsa. </div><div>  A lógica informal ocupa-se dos argumentos que expressam generalizações, projeções, previsões, estimativas ou probabilidades e define, a partir do conteúdo dos argumentos e não apenas pela sua forma, as regras a ter em conta para continuar bons argumentos. Além disso, analisa as formas possíveis de estruturar o discurso de modo a torna-los mais facilmente convincente e compreensível. </div><div><br></div><div>   1) Diferenças entre lógica formal e informal: </div><div><br></div><div>Lógica formal: </div><div>• Estuda os argumentos dedutivos </div><div>• Há uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão; </div><div>• Não atende ao conteúdo dos argumentos, mas apenas à sua forma </div><div>• Os argumentos são válidos ou inválidos. </div><div><br></div><div>Lógica informal: </div><div>• Estuda os argumentos não dedutivos </div><div>• Premissas verdadeiras não garantem a verdade da conclusão </div><div>• Atende não apenas à forma mas também ao conteúdo dos argumentos </div><div>• Os argumentos são bons ou maus, consoante são mais ou menos prováveis / plausíveis / razoáveis. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:53:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346967013</link>
         <description><![CDATA[<div>   <strong><mark>2) Demonstração e Argumentação </mark></strong></div><div><br></div><div>   Aristóteles estabeleceu a distinção clássica entre demonstração («raciocínio analítico») e argumentação quando o raciocínio parte de premissas prováveis (opiniões ou convicções). </div><div>   A demonstração é uma atividade discursiva cujos raciocínios estabelecem uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão. A demonstração é, portanto, do domínio do constringente, isto é, daquilo que se impõe de um modo evidente a um auditório universal. </div><div>   A argumentação é uma atividade discursiva de exposição de razões na defesa de uma ideia ou opinião, com vista a obter a adesão do auditório, utilizando diversos tipos de argumentos. </div><div><br></div><div>--&gt; Características principais da argumentação: </div><div><br></div><div>• A argumentação é uma atividade comunicativa, que envolve um orador e um auditório e uma mensagem ou assunto; </div><div><br></div><div>• Argumentar é raciocinar, propondo a um auditório particular a adesão a certas opiniões ou teses através de argumentos adequados; </div><div><br></div><div>• A argumentação é do domínio do verossimil, isto é, do que é provável ou preferível. </div><div><br></div><div>--&gt; Diferenças entre a demonstração e argumentação: </div><div><br></div><div>A demonstração: </div><div><br></div><div>• Utiliza raciocínios dedutivos; </div><div>• Utiliza uma linguagem desprovida de ambiguidade, formalizada ( como a lógica, matemática, química … ); </div><div>• Parte de premissas verdadeiras; </div><div>• Visa um auditório universal; </div><div>• O objetivo é deduzir conhecimentos a partir de outros conhecimentos;  <br>• É do domínio do constringente (aquilo que se impõe de modo evidente) </div><div><br></div><div>A argumentação: </div><div><br></div><div>• Utiliza diversos tipos de argumentos; </div><div>• Utiliza a linguagem natural; </div><div>• Parte de premissas verosímeis ou prováveis; </div><div>• Visa um auditório particular, é contextualizado; </div><div>• Pretende convencer; </div><div>• É do domínio do verosímil – o que pode ser verdadeiro – e do preferível – o que é, provavelmente melhor. </div><div><br></div><div>A argumentação pressupõe: </div><div><br></div><div>• Orador </div><div>• Auditório </div><div>• Discurso </div><div><br></div><div>  O orador é um sujeito particular, com rosto, que possui certas crenças, ideias e perspetivas sobre o mundo, e que pretende influenciar um auditório. </div><div>  O auditório é um conjunto de pessoas que o orador quer influenciar pela sua argumentação. </div><div>  O discurso é o meio usado pelo orador para comunicar e explicar ao auditório as razoes que sustentam a tese que defende e para reforçar ou modificar as suas convicções. Trata-se do discurso argumentativo. </div><div>  A estes 3 elementos podemos acrescentar ainda o contexto em que a comunicação tem lugar. <br> <br>--&gt; A relação entre auditório e orador</div><div><br></div><div> A argumentação centra-se na relação. O orador deve conhecer o público a quem se dirige. Uma mesma opinião ou tese pode ser apoiada em razoes diferentes, consoante se dirija a um auditório x ou a um auditório y. A adequação dos argumentos a um dado público não significa uma mudança de perspetiva por parte do orador, mas a adaptação do discurso ao auditório a que se dirige e ao contexto que lhe está associado. Esta é a «regra» fundamental da argumentação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:57:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346967655</link>
         <description><![CDATA[<div>  <strong><mark>3) Definição de retórica </mark></strong></div><div><br></div><div>  A retórica é considerada, desde a Antiguidade como a arte persuasiva ou como a arte da palavra eficaz ou a arte de falar com eloquência a fim de convencer um auditório. A retórica dedica-se a analisar e determinar as técnicas e as estratégias utilizadas na comunicação e na argumentação. </div><div>  Aristóteles, por exemplo, define-a como «a capacidade de descobrir o que é adequado a cada caso com o fim de persuadir». Realça a necessidade de adequar os meios de persuasão a cada caso e os modos concretos de que o orador se serve para o fazer. </div><div><br></div><div>  <strong><mark>A) Provas/estratégias de persuasão </mark></strong></div><div><br></div><div>Atendendo à regra da adequação do discurso ao auditório, os meios utilizados na persuasão dos auditórios são, segundo Aristóteles, o ethos, pathos e logos. <br><br></div><div><strong>Ethos, pathos e logos </strong></div><div><br></div><div>Segundo Aristóteles, as provas de persuasão são de 3 espécies: </div><div><br>• As que residem no carácter moral do orador; </div><div><br></div><div>• Os que residem no modo como se dispõem o ouvinte; </div><div><br></div><div>• As que residem no próprio discurso ethos, pathos, logos são os termos que designam as provas de persuasão. </div><div><br></div><div><strong><mark>1) Ethos </mark></strong></div><div><br></div><div>Refere-se ao carácter moral do orador, ao conjunto de características, assume para obter a confiança do auditório (dimensão moral). </div><div><br></div><div><strong><mark>2) Pathos</mark></strong> </div><div><br></div><div>Refere-se às emoções que orador desperta no auditório (dimensão emocional). </div><div><br></div><div><strong><mark>3) Logos</mark></strong> </div><div><br></div><div>Refere-se à racionalidade do discurso, ao tipo de argumentos utilizados para persuadir (dimensão racional). </div><div><br></div><div>  <strong><mark>B) Âmbito da aplicação da retórica </mark></strong></div><div><br></div><div>A retórica tem aplicação em diversas áreas da nossa vida e uma importância crescente nas sociedades contemporâneas. As atividades políticas, jurídicas, jornalísticas e publicitárias são terrenos preferenciais de intervenção da retórica, dado o importante papel que neles exercem a palavra e a imagem. </div><div><br></div><div>A retórica estuda técnicas de comunicação que são entre outras: </div><div><br></div><div>• Exemplos e analogias; </div><div>• Metáforas e alegorias; </div><div>• Repetição de uma ideia; </div><div>• Alteração do tom de voz; </div><div>• Linguagem gestual; </div><div>•Ironia;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação 8</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346968450</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Classifique as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F).<br><br></div><div>(A) A lógica informal estuda os argumentos não dedutivos. <mark>V</mark><br><br></div><div>(B) A lógica formal atende sobretudo ao conteúdo dos argumentos. <mark>F</mark><br><br></div><div>(C) Segundo Aristóteles, há argumentação quando o raciocínio parte de premissas verdadeiras. <mark>F</mark><br><br></div><div>(D) A argumentação é a apresentação de argumentos tendentes a estabelecer a verosimilhança de uma opinião perante um auditório determinado. <mark>V</mark><br><br></div><div>(E) A retórica pode ser definida como a arte de falar com eloquência a fim de convencer um auditório. <mark>V</mark><br><br></div><div>(F) Ethos refere-se às emoções que o orador desperta no auditório. <mark>F</mark><br><br></div><div>(G) Pathos refere-se ao caráter moral do orador. <mark>F </mark><br><br></div><div>(H) Logos é a racionalidade do discurso. <mark>G</mark><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação 9</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346971002</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Indique as proposições verdadeiras (V) e as falsas (F).<br><br></div><div>(A) Os principais tipos de argumentos não dedutivos são os argumentos indutivos, por analogia, de autoridade e causais. <mark>V</mark><br><br></div><div>(B) Os argumentos de autoridade comparam a competência de várias pessoas. <mark>F</mark><br><br></div><div>(C) Um argumento indutivo forte pode ser muito convincente, mas não garante a verdade da conclusão. <mark>V</mark><br><br></div><div>(D) Falácias informais são aquelas cujo erro reside não apenas na forma, mas também no conteúdo, ou matéria do argumento. <mark>V</mark><br><br></div><div>(E) Na petição de princípio, a conclusão não está contida nas premissas. <mark>F</mark><br><br></div><div>(F) A falácia da derrapagem ou ‘’bola de neve’’ apela às consequências. <mark>V</mark><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:28:50 UTC</pubDate>
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         <title>Matriz de Avaliação do 2º Período.</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346974284</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:52:58 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de Leitura - Ptolomeu</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <pubDate>2019-04-01 00:36:54 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de Leitura - Karl Popper</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
         <link>https://padlet.com/marioraposo10e11afilosofia/11ano2periodo/wish/346980243</link>
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         <pubDate>2019-04-01 00:38:25 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de Leitura - Copérnico</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <pubDate>2019-04-01 00:38:48 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de Leitura - Positivismo</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <pubDate>2019-04-01 00:39:38 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de Leitura - Thomas Kuhn</title>
         <author>marioraposo10e11afilosofia</author>
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         <pubDate>2019-04-01 00:40:15 UTC</pubDate>
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