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      <title>Diário de Aprendizagem: Flexibilização Curricular by Maria Sousa Soares</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-29 15:33:16 UTC</pubDate>
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         <title>O meu nome é Maria.</title>
         <author>msousasoares</author>
         <link>https://padlet.com/msousasoares/imn9x8wftuop/wish/225685171</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Diretora Pedagógica de uma escola privada. Trabalho no ensino (como professora e/ou coordenadora) desde 1985.<br>Tenho uma grande expetativa relativamente a esta formação, como elemento favorável à inovação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-29 15:45:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 &quot;À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot;.Num mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) torna-se perigoso pensar que é possível “preparar” as crianças para um determinado contexto socio-económico-cultural que, existindo no tempo presente da sua formação, se prolongará para o seu futuro. Simplesmente porque o presente é apenas isso mesmo e não um bom preditor do futuro, como acontecia até ao sec. XX. Por isso, a educação/formação deverá antes apostar na construção de competências que permitam a cada individuo adaptar-se e corresponder aos desafios de um mundo em mudança constante ou, mais ainda, ser ele próprio o promotor dessa mudança.O conhecimento cientifico e tecnológico, habitualmente apropriado pela escola (e já persistentemente com alguma dificuldade de atualização) sofre atualizações de tal forma constantes que essa incorporação deixou totalmente de ser possível. O currículo, habitualmente espelho desse conhecimento e centrado nele perde, a cada minuto, aplicabilidade… interesse…adequação.A evolução e desenvolvimento das neurociências e da nova área de investigação “Mente, Cérebro, Educação” têm mostrado que o funcionamento cerebral é essencialmente evolutivo,  plástico e adaptativo, com um potencial muito para lá do tradicional e geralmente executivo, repetitivo e limitado.Ora isso revela-se crucial num tempo em que se exigem “novas respostas e ações dos indivíduos e sociedades”, num mundo de mudanças constantes e rápidas. São necessárias competências, capacidades e atitudes diferentes…que promovam o pensamento crítico e criativo, a autonomia, o trabalho colaborativo, a aprendizagem constante, a resiliência, a liderança. Os indivíduos devem ser “protagonistas da sua própria vida”, construtores do seu projeto vital; e “agentes transformadores da realidade”.Estes são, em conclusão, os desafios que se colocam à escola: a reformulação e uma nova visão sobre o currículo; o desenvolvimento de estratégias pedagógicas promotoras de novas competências, adequadas ao mundo em mudança.</title>
         <author>msousasoares</author>
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         <pubDate>2018-02-15 17:38:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3&quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;O desafio que é lançado à educação nacional atual apresenta-se em duas vertentes essenciais:- À escola em si mesma, no seu projeto, organização e, consequentemente, na sua avaliação, de modo a que forme alunos com um determinado perfil (inovador, face aos objetivos centenários do sistema educativo).- À escola enquanto sistema capaz de formar todos os alunos, e não apenas aqueles que, por razões diversas, se situam em contextos sistematicamente favoráveis às mudanças e revisões do sistema educativo.Quer uma vertente quer outra se apresentam muito exigentes.No que se refere ao primeiro aspeto, escolas mais pequenas, mais autónomas, com sistemas de funcionamento mais flexíveis, com maior possibilidade de formação e envolvimento dos seus profissionais, com maior competência reflexiva e bons sistemas de auto-avaliação estarão, provavelmente, melhor posicionadas para a mudança de paradigma; os seus recursos físicos, humanos e económicos estarão adjudicados à implementação do novo “Perfil”.No que se refere ao segundo aspeto, as condições de cada escola poderão exigir sistemas complementares de apoio. É provável que, à semelhança do que tem sido uma constante no sistema educativo português (e persiste, nos nossos dias), as condições socio-económica dos alunos e as habilitações escolares dos pais, em particular da mãe, continuem a condicionar a formação das crianças (como tem sido demonstrado nos estudos mais recentes, e diferentemente do que acontece no resto da Europa).Se as novas áreas de competências se orientam em torno de linguagens e textos; informação e comunicação; pensamento crítico e pensamento criativo; raciocínio e resolução de problemas; saber científico, técnico e tecnológico; relacionamento interpessoal; desenvolvimento pessoal e autonomia; bem-estar, saúde e ambiente; sensibilidade estética e artística; consciência e domínio do corpo, então determinados contextos sócio-económicos podem ser ainda mais desfavoráveis do que se estivesse em causa uma formação baseada quase exclusivamente em conhecimentos.Assim, e neste aspeto, será crucial a existência de um sistema de educação pré-escolar generalizado, o apoio de estruturas culturais não estritamente escolares, a formação e o envolvimento parental… tudo elementos que não podem ser diretamente controlados pela escola.</title>
         <author>msousasoares</author>
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         <pubDate>2018-02-15 17:39:53 UTC</pubDate>
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         <title>Papel das Famíliasdiscussion posted less than a minute ago by mariasousasoaresVote for this post, there are currently 0 votes0 VotesFollowUnfollowMoreAs famílias estão, cada vez mais, interessadas na educação dos seus filhos. A preocupação com a sua formação, os seus resultados escolares e, sobretudo, o seu futuro são evidentes. No entanto, as famílias têm hoje dificuldade no acompanhamento formativo e escolar dos filhos, em virtude dos desafios e pressões profissionais a que estão sujeitos, das circunstâncias económicas nem sempre favoráveis e, sobretudo da escassez de tempo. Por outro lado, nem sempre a escola vê as famílias como verdadeiros parceiros no que diz respeito á formação e educação de crianças e jovens; geralmente idealiza aquilo que deveria ser a atuação ideal da família e torna-se, assim, prescritora e corretora do seu comportamento, em vez de fazer um esforço de adaptação e adequação à realidade concreta que tem pela frente. Nestas circunstâncias, também as famílias se afastam da escola e da sua atividade formativa, criando uma clivagem injustificada. Só um esforço conjunto de parceria permite o trabalho colaborativo que se pretende.This post is visible to everyone.</title>
         <author>msousasoares</author>
         <link>https://padlet.com/msousasoares/imn9x8wftuop/wish/232045765</link>
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         <pubDate>2018-02-15 17:49:32 UTC</pubDate>
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         <title>QUESTIONÁRIO FINAL DO MÓDULO 1Este questionário tem como objetivo ajudar o participante a compreender o Módulo 1, para que o possa completar com sucesso.Existem três tentativas para responder, caso não obtenha a pontuação máxima.Instruções:- Dispõe de 2 possibilidades de verificação (clicar em “check”) antes da submissão final (clicar em &quot;Final check&quot;).- Durante essas duas verificações, se tiver alguma questão errada, esta surge assinalada a vermelho e tem possibilidade de alterá-la.- Na submissão final (&quot;Final check&quot;), as questões devem estar todas corretas para obter a pontuação máxima do questionário.Em cada uma das seguintes questões, selecione a opção mais adequada, em função do que aprendeu neste módulo.1. O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória constitui-se como um referencial para o processo educativo, o que significa que estamos perante um documento: de referência para a organização de todo o sistema educativo que, ao mesmo tempo, é uma matriz para decisões a adotar por gestores e atores educativos ao nível dos organismos responsáveis pelas políticas educativas e pelos estabelecimentos de ensino.  conceptual e teórico que nos apresenta uma visão uniformizadora de um sistema de ensino orientado, especificamente, para a acumulação de conhecimentos.  cuja finalidade é a de contribuir para a organização e gestão curriculares.de referência para a organização de todo o sistema educativo que, ao mesmo tempo, é uma matriz para decisões a adotar por gestores e atores educativos ao nível dos organismos responsáveis pelas políticas educativas e pelos estabelecimentos de ensino. , - This answer is correct.2. O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória é um referencial de base humanista, o que pressupõe: constituir-se como um documento que substitui os programas das diversas disciplinas ou áreas disciplinares.  a valorização de uma sociedade centrada na pessoa e na dignidade humana como valores fundamentais.  dar especial ênfase às competências necessárias aos jovens do século XXI.a valorização de uma sociedade centrada na pessoa e na dignidade humana como valores fundamentais., - This answer is correct.3. O documento Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória apresenta-se estruturado em: Princípios e Visão pelos quais se pauta a ação educativa.  Valores e Áreas de Competências a desenvolver em contexto educativo.  Princípios e Visão pelos quais se pauta a ação educativa e Valores e Competências a desenvolver em contexto educativo.Princípios e Visão pelos quais se pauta a ação educativa e Valores e Competências a desenvolver em contexto educativo., - This answer is correct.4. O Saber é um dos princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, o que significa que: está no centro do processo educativo.  privilegia as competências em detrimento dos saberes.  toda a ação deve ser sustentada em capacidades e não num conhecimento sólido e robusto.está no centro do processo educativo., - This answer is correct.5. O modelo de escolaridade preconizado no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória visa a qualificação individual e a cidadania democrática, o que implica a formação de: um cidadão que dependa exclusivamente da escola para aprender, para tomar decisões, para lidar com a incerteza e para ter sucesso no mercado de trabalho global.  um cidadão que lide minimamente com a mudança e com a incerteza num mundo em rápida transformação.  um cidadão munido de múltiplas literacias que lhe permitam analisar e questionar criticamente a realidade, avaliar e selecionar a informação, formular hipóteses e tomar decisões fundamentadas no seu dia a dia.um cidadão munido de múltiplas literacias que lhe permitam analisar e questionar criticamente a realidade, avaliar e selecionar a informação, formular hipóteses e tomar decisões fundamentadas no seu dia a dia., - This answer is correct.6. Todas as crianças e jovens devem ser encorajados, nas atividades escolares, a desenvolver e a pôr em prática valores, tais como: a competição e individualismo, valores pelos quais se deve pautar a cultura de excelência da escola.  excelência e exigência, aspirando ao trabalho bem feito, ao rigor e à superação.  excelência e individualismo, decidindo o que lhe convém para assim obter os melhores resultados escolares possíveis.excelência e exigência, aspirando ao trabalho bem feito, ao rigor e à superação., - This answer is correct.7. O desenvolvimento do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória implica um conjunto de ações relacionadas com a prática educativa que visa, entre outros aspetos: Abordar os conteúdos de cada área do saber, associando-os a situações do quotidiano dos alunos ou do meio sociocultural envolvente.  Abordar os conteúdos de cada área do saber recorrendo exclusivamente aos documentos curriculares em vigor.  Abordar os conteúdos de cada área do saber de forma descontextualizada.Abordar os conteúdos de cada área do saber, associando-os a situações do quotidiano dos alunos ou do meio sociocultural envolvente., - This answer is correct.</title>
         <author>msousasoares</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 18:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.1</title>
         <author>msousasoares</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A conceção do PA tem em conta, precisamente, a necessidade de desenvolvimento destas capacidades e competências… ele é pensado para a sua promoção!<br>No limite, qualquer Perfil tem por base a identificação e reconhecimento feitos previamente relativamente às “necessidades de formação” dos indivíduos de um determinado contexto social. Cultural, económico.<br>O PA atua tem assim esta dupla função: ilumina o contexto e promove a preparação para a integração no mesmo. <br><br>Votação<br> </div><div>17</div><div>Vote</div><div>Afonso Lento</div><div>Ambgarrido</div><div>Ana Gomes</div><div>Andreia Ribeiro</div><div>Carina Ribeiro</div><div>Carla Nascimento</div><div>Diana Ávila</div><div>Fernanda Moreira</div><div>Filipe Carlos</div><div>Mafalda Ferreira</div><div>Maria João</div><div>Mjogalinha</div><div>Msousasoares</div><div>Márcia Lourenço Antonio</div><div>Silvina</div><div>sonia furtado</div><div>Vitor Bastos</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-28 23:08:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.4</title>
         <author>msousasoares</author>
         <link>https://padlet.com/msousasoares/imn9x8wftuop/wish/236721207</link>
         <description><![CDATA[<h1>Aprendizagens essenciais e centrais</h1><div>discussion posted less than a minute ago by<a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/discussion/forum/users/6148">mariasousasoares</a><br><br></div><div>Como vimos, as Aprendizagens Essenciais (AE) devem incluir, simultaneamente, os Conhecimentos (“o que os alunos devem saber”, ou seja, “os conteúdos de conhecimento disciplinar estruturado, indispensáveis, articulados, concetualmente relevantes e significativos” (Roldão, Peralta e Martins, 2017, p.8); as Capacidades (“processos cognitivos que os alunos devem ativar para adquirir esse conhecimento”, ou seja, “operações/ações necessárias para aprender” (Roldão, Peralta e Martins, 2017, p.8); as Atitudes (saber fazer associado ao conhecimento de uma dada disciplina ou área disciplinar, articulado com o saber transversal das diversas disciplinas). Também, elas identificam “aquilo que deve ser aprendido por todos os alunos, embora com diferentes patamares de consecução, ajustados aos diversos níveis de ensino, nunca dispensando, no entanto, a apropriação do essencial”. Por isso, as AE arrastam e centram a sala de aula naquilo que é o essencial do que o aluno deve saber, ser capaz e ser e não apenas na informação que o aluno deve receber (em quantidade, qualidade e características prescritas num programa curricular e independentemente do uso e aplicação que com ela possa fazer). As AE (e para usar a expressão de Roldão) emagrecem informação para ganhar tempo e disponibilidade para a integralidade da formação individual. Mas é preciso não ter ilusões: esta tarefa é de muito maior complexidade e, muito provavelmente, menos acessível a um profissional pouco empenhado na mudança.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-28 23:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2</title>
         <author>msousasoares</author>
         <link>https://padlet.com/msousasoares/imn9x8wftuop/wish/237163179</link>
         <description><![CDATA[<div>"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas."</div><div>by Miguel Fagundes</div><div>A investigação em educação é uma área ainda recente e tem permitido "olhar" para a instituição es... <a>more</a></div><div> </div><div>Nós professores devemos questionar-nos: "para que serve esta aprendizagem na vida dos meus alunos?</div><div>by Monica</div><div><br></div><div><a>Apenas as aprendizagens significativas perdurarão na formação dos alunos, perdurarão na sua construção enquanto pessoas (na construção do seu projeto vital) e enquanto cidadãos participantes (agentes de transformação da realidade, responsáveis pelo bem comum).<br>Só que, muito provavelmente, cada vez menos essas aprendizagens significativas estarão associadas à escola e/ou decorrerão no contexto escolar! A internet, as redes sociais, o contacto e partilha com outros, com todo o mundo global são, potencialmente, uma enorme fonte de aprendizagens significativas… até porque absolutamente controladas pelo “sujeito aprendente” que, ao condicionar a sua busca aos seus interesses, preocupações ou seja o que for, cria mais e melhores condições para aprender com significado.<br>Portanto, para a escola não é importante que os alunos realizem aprendizagens significativas, isso é uma questão de sobrevivência da própria escola.<br>De outro modo, em breve a tendência será para os alunos usarem a escola apenas como sistema certificador das suas aprendizagens (significativas), obtidas a partir de milhares de outras fontes alternativas e isso apenas e enquanto essa certificação for legalmente obrigatória. hide</a></div><div>by Msousasoares</div><div><br></div><div><br></div><div><a>Add argument</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 20:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4</title>
         <author>msousasoares</author>
         <link>https://padlet.com/msousasoares/imn9x8wftuop/wish/237474880</link>
         <description><![CDATA[<div>Tendo por base a realidade do seu Agrupamento/Escola ou outra realidade que conheça, mencione e descreva uma das novas disciplinas criadas no âmbito das recentes medidas de política educativa.</div><div>Utilize a seguinte informação para descrever essa disciplina:  </div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img width="13" height="13"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>   <strong>Nome: </strong>Pensamento Crítico</div><div><strong><figure class="attachment attachment--preview"><img width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></strong><strong>  Área(s) disciplinar(es) envolvida(s): </strong>Português, Filosofia, Matemática</div><div><strong><figure class="attachment attachment--preview"><img width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></strong><strong>  Ano(s) de escolaridade: </strong>10º Ano, curso de Ciências e Tecnologias</div><div><strong><figure class="attachment attachment--preview"><img width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></strong><strong>  Motivação para a criação da nova disciplina: </strong>Necessidade de promoção da competência de questionamento; de análise crítica de problemas complexos; de reflexão sobre ideias abstratas; de esclarecimento de informação complexa; de criação e relacionamento de ideias complexas através de analogias e simbolismos; de especulação sobre ideias e soluções criativas; de conceção planos de implementação de soluções criativas.</div><div><strong><figure class="attachment attachment--preview"><img width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></strong><strong>  Principais estratégias para a sua implementação: </strong>tempo semanal com a presença dos professores das 3 disciplinas; </div><div><strong><figure class="attachment attachment--preview"><img width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></strong><strong>  Critérios de avaliação: </strong>elaboração de relatório de auto-avaliação crítica sobre as aprendizagens realizadas, com estrutura previamente definida; apresentação e discussão do relatório em pequenos grupos constituídos para o efeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 16:17:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.4 - Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular? </title>
         <author>msousasoares</author>
         <link>https://padlet.com/msousasoares/imn9x8wftuop/wish/245274621</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Sim, pode responder a esses desafios!</div><div>Como é identificado na proposta de auto-correção desta questão, isso acontece porque o modelo:</div><div>- Apresenta maior flexibilidade  no  plano  de  estudos  dos  alunos  do  ensino  secundário, através  da  possibilidade  de  escolha  de  projetos  alinhados  com  os  seus interesses, construindo um percurso formativo próprio; </div><div>- Fomenta aprendizagens integradas e articuladas nos alunos, seja através dos projetos de âmbito, seja através dos projetos transversais; </div><div>- Intensifica  o  trabalho  colaborativo  entre  docentes,  de  modo  a  melhorar  a qualidade do ensino e das aprendizagens; </div><div>- Valoriza as  artes,  ciência,  desporto,  humanidades,  tecnologias de informação e comunicação e trabalho prático e experimental, </div><div>- Promove a  aquisição  e  desenvolvimento  de  competências  de  pesquisa,  avaliação, reflexão, mobilização crítica e autónoma de informação, com vista à resolução de problemas e ao reforço da autoestima dos alunos; </div><div>- Promove a implementação do trabalho de projeto como dinâmica centrada no papel dos alunos  enquanto  autores,  proporcionando  situações  de  aprendizagens significativas; </div><div>- Combina disciplinas; </div><div>- Faz alternar ao longo do ano letivo, períodos de funcionamento disciplinar e períodos de funcionamento multidisciplinar, em trabalho colaborativo; </div><div>- Leva à redistribuição da carga horária das disciplinas das matrizes curriculares ‐base, promovendo  tempos  de  trabalho  de  projeto  interdisciplinar,  com  partilha  de horário entre diferentes disciplinas; </div><div>- Promove o desenvolvimento de atividades cooperativas de aprendizagem; </div><div>- Promove a criação de ambientes estimulantes e potenciadores do desenvolvimento de </div><div>curiosidade intelectual; </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 23:15:23 UTC</pubDate>
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