<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>País: Suíça by Bianca Alves</title>
      <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-07 18:05:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-09 19:39:07 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Racismo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440390103</link>
         <description><![CDATA[<p>aumento alarmante de racismo e xenofobia na Suíça em 2024. Segundo a Comissão Federal contra o Racismo (EKR), foram registrados cerca de 1.211 casos de discriminação racial, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. A discriminação xenófoba representou 65% dos casos, com destaque para ataques contra muçulmanos e árabes (mais de 350 casos), além de 80 casos contra asiáticos e 66 de antissemitismo. A maioria dos incidentes envolveu agressões verbais, mas houve cerca de 100 casos de agressões físicas. O aumento é considerado significativo, especialmente em um país com 40% de população estrangeira.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://infosuica.com/suica-regista-aumento-alarmante-de-racismo-e-xenofobia/" />
         <pubDate>2025-05-07 18:19:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440390103</guid>
      </item>
      <item>
         <title>população da suiça</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440390556</link>
         <description><![CDATA[<p>MyHeritage sobre a distribuição étnica na Suíça não é uma notícia, mas um conteúdo informativo que detalha a composição étnica do país com base em dados genéticos de usuários da plataforma. A Suíça tem uma população diversa, com 8,7 milhões de habitantes, e os principais grupos étnicos identificados são:Europeus do Norte e Oeste (predominante, refletindo ascendência germânica, francesa e italiana);Italianos (influência significativa no sul, especialmente no Ticino);Franceses (notáveis no oeste, em áreas como Genebra e Vaud);Alemães (maioria nas regiões centrais e orientais);Outros grupos (incluem minorias dos Bálcãs, ibéricos e do sul da Europa, além de pequenas contribuições de etnias não europeias).Os dados são derivados de testes de DNA da MyHeritage, refletindo a ancestralidade dos usuários e não necessariamente a demografia oficial, que inclui 25% de residentes estrangeiros (principalmente de Itália, Alemanha, Portugal e França). A página destaca a mistura cultural devido à localização central da Suíça na Europa e sua história de imigração.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.myheritage.com.br/ethnicities/switzerland/country-ethnicity-distribution" />
         <pubDate>2025-05-07 18:19:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440390556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>racismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440393663</link>
         <description><![CDATA[<p>A notícia da Swissinfo, publicada em 10 de junho de 2020, destaca que o racismo é uma questão significativa na Suíça, embora menos comparável à situação dos EUA. Dados apontam que a discriminação racial persiste, especialmente contra pessoas negras, com relatos de perfilamento racial pela polícia. Kanyana Mutombo, da organização CRAN, afirma que negros enfrentam abordagens policiais desproporcionais, com casos de violência, como a morte de um nigeriano em Lausanne em 2018. Estatísticas de 2019 mostram 352 casos de discriminação, 27% a mais que em 2018, com xenofobia (145 casos), racismo contra negros (132) e islamofobia (55) como principais motivos. Cerca de 7% dos casos envolvem perfilamento racial, e um terço está ligado a incidentes policiais. Especialistas destacam o racismo sistêmico em áreas como trabalho, habitação e administração pública, mas o aumento de denúncias reflete maior conscientização das vítimas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/sociedade/n%C3%BAmeros-mostram-que-o-racismo-tamb%C3%A9m-%C3%A9-um-problema-na-su%C3%AD%C3%A7a/45825966" />
         <pubDate>2025-05-07 18:22:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440393663</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Igualdade de Gênero na Suíça</title>
         <author>biancca2023</author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440409761</link>
         <description><![CDATA[<p>A Suíça tem dado passos importantes na promoção da igualdade de gênero, com avanços significativos em áreas essenciais, conforme reconhecido durante uma reunião recente do Comitê para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher (CEDAW) em Genebra. A CEDAW saudou a <strong>Estratégia de Igualdade de Gênero 2030</strong> do governo suíço, destacando seu alinhamento com as recomendações anteriores do comitê e seu foco em questões chave como a eliminação da violência contra as mulheres e a promoção de igualdade de oportunidades em diversas áreas da sociedade.</p><p>Entre os principais progressos identificados estão:</p><p><br/></p><p><strong>Maior Representação das Mulheres na Política</strong>: A Suíça tem avançado na inclusão das mulheres no parlamento, com uma <strong>aumento na participação feminina</strong> em cargos políticos, o que reflete um esforço contínuo para garantir maior representatividade no processo legislativo e na tomada de decisões.</p><p><br/></p><p><strong>Plano Nacional contra a Violência Doméstica</strong>: O governo suíço implementou um <strong>plano nacional contra a violência doméstica</strong>, que visa combater esse tipo de violência por meio de políticas públicas específicas para apoiar as vítimas, além de promover a prevenção e a educação sobre o tema.</p><p><br/></p><p><strong>Introdução de Licença de Paternidade</strong>: Outro avanço importante foi a <strong>introdução de duas semanas de licença de paternidade remunerada</strong>, uma medida que contribui para uma <strong>maior divisão de responsabilidades</strong> no cuidado dos filhos, permitindo que os homens participem de forma mais ativa no cuidado familiar e fortalecendo a igualdade de gênero no ambiente doméstico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/politica/su%c3%ad%c3%a7a-progride-em-mat%c3%a9ria-de-igualdade-de-g%c3%aanero-mas-problemas-permanecem/47997626" />
         <pubDate>2025-05-07 18:36:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440409761</guid>
      </item>
      <item>
         <title>migração</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440427076</link>
         <description><![CDATA[<p>A notícia da Swissinfo, publicada em 1º de maio de 2025, revela que mais de 40% dos 1,85 milhão de imigrantes que chegaram à Suíça entre 2014 e 2023 já deixaram o país até o final de 2023, totalizando cerca de 800 mil pessoas. Dados do Departamento Federal de Estatística (BfS) mostram que a taxa de saída é maior nos primeiros anos, com metade dos imigrantes de 2011 partindo em cinco anos e quase 60% em onze anos. Fatores como o tipo de visto influenciam: vistos "L" (temporários) têm maior taxa de saída (70%), enquanto vistos "B" (renováveis) têm cerca de 50%. Apenas 30% dos imigrantes de 2011 obtiveram residência permanente ("C"), e 4% foram naturalizados. Portugueses têm a maior taxa de retorno (83 emigrações por 100 imigrantes em 2023), impulsionada pela crise econômica de 2010 e posterior melhora em Portugal. Apesar de muitos declararem intenção de ficar permanentemente, fatores econômicos, sociais e políticos influenciam a decisão de partir.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/politica-exterior/mais-de-40-dos-imigrantes-que-chegaram-%C3%A0-su%C3%AD%C3%A7a-na-%C3%BAltima-d%C3%A9cada-j%C3%A1-deixaram-o-pa%C3%ADs/89201114" />
         <pubDate>2025-05-07 18:51:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440427076</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desigualdade salárial</title>
         <author>biancca2023</author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440449267</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>desigualdade salarial</strong> entre homens e mulheres continua a ser uma questão importante na Suíça, apesar dos avanços nos últimos anos. Em 2022, a diferença salarial entre os gêneros foi de <strong>9,5%</strong>. Isso significa que, em média, as mulheres ganhavam <strong>CHF 6.397</strong> por mês, enquanto os homens recebiam <strong>CHF 7.066</strong>, representando uma diferença de <strong>CHF 669</strong> a menos para as mulheres.</p><p>Embora a diferença tenha diminuído em relação a anos anteriores uma redução de <strong>dois pontos percentuais</strong> em comparação com 2018, a disparidade salarial permanece significativa. Em termos simples, para cada <strong>CHF 100</strong> que um homem ganha, uma mulher recebe <strong>CHF 90,5</strong>.</p><p>Além disso, a desigualdade não é exclusiva dos salários médios. A pesquisa sobre a <strong>estrutura salarial</strong> na Suíça também revelou que, entre 2008 e 2022, as disparidades salariais entre os <strong>ricos e pobres</strong> aumentaram, mas a diferença salarial de gênero ainda representa um desafio substancial. As mulheres ainda enfrentam salários mais baixos, o que reflete não apenas desigualdades no mercado de trabalho, mas também questões estruturais como a <strong>distribuição desigual de responsabilidades</strong> no lar e a <strong>sub-representação feminina em cargos de liderança</strong>.</p><p>Portanto, embora a Suíça tenha alcançado progresso na redução da desigualdade salarial de gênero, a diferença salarial de <strong>9,5%</strong> em 2022 ainda evidencia a necessidade de políticas mais eficazes para fechar essa lacuna.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/trabalhar-na-suica/salary-gap-between-men-and-women-narrows-in-switzerland/73906674#:~:text=Quanto%20maior%20o%20n%C3%ADvel%20hier%C3%A1rquico,diferen%C3%A7a%20de%2014%2C7%25." />
         <pubDate>2025-05-07 19:14:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440449267</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ensino na Suíça</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440943599</link>
         <description><![CDATA[<p>A escolaridade na Suíça é obrigatória e dura 11 anos, sendo de graça para as crianças.</p><p><br></p><p>Os estudantes Suíços, são atualmente um dos melhores, por conta do investimento no ensino da Suíça, sem contar que a Suíça tem muitas universidades e centros de pesquisa mais renomados do mundo.</p><p><br></p><p>A Suíça tem uma um sistema educacional inclusivo para crianças com deficiência e dificuldades de aprendizagem, onde a maior parte dessas crianças estudam em escolas públicas, isso aplica-se às crianças afetadas desde o nascimento até ao seu 20º aniversário. Elas têm direito à educação especial e à ajuda de especialistas.&nbsp;</p><p><br></p><p>Os cantões são responsáveis pela obrigatoriedade escolar, sendo assim, existem 26 diferentes sistemas de ensino, dependendo do cantão.</p><p><br></p><p>As crianças começam a ir à escola aos 4 anos de idade. O ensino primário dura oito anos, incluindo dois anos de jardim de infância. O ensino secundário tem duração de três anos. A maioria dos jovens conclui a educação obrigatória por volta dos 15 anos de idade.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/educacao/sistema-de-educação-na-suíça/45810956" />
         <pubDate>2025-05-08 02:26:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3440943599</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Em que pé estão os direitos da comunidade LGBTIQ na Suíça?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3442726312</link>
         <description><![CDATA[<p>A legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Suíça, em 2022, foi um marco na consolidação dos direitos da comunidade LGBT no país. Essa medida colocou a Suíça em um conjunto de nações europeias comprometidas com a igualdade no reconhecimento jurídico das famílias formadas por casais homoafetivos, garantindo o direito ao matrimônio, e a cidadania desses indivíduos no âmbito familiar e social.</p><p>Porém, apesar dos progressos, a realidade da comunidade LGBT na Suíça ainda apresenta desafios. Ainda existem diversos relatos da sociedade que indicam um aumento nos casos de ameaças e crimes de ódio.</p><p>Comparando com outros países europeus, a Suíça ainda apresenta problemas em determinadas áreas, como a implementação de políticas públicas voltadas à prevenção da violência motivada por preconceito.</p><p>Portanto, podemos concluir que a Suíça se encontra em um processo de transição rumo à efetivação dos direitos da população LGBT. Embora os avanços legislativos representem conquistas, a consolidação de uma sociedade igualitária depende de uma abordagem mais articulada, que enfrente as desigualdades ainda presentes no cotidiano por meio de políticas públicas, educação e enfrentamento das práticas discriminatórias.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/identidades/lgbtiq-preconceitos-ainda-imperam-na-su%C3%AD%C3%A7a/45810850" />
         <pubDate>2025-05-09 02:02:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3442726312</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Índice de igualdade jurídica LGBT+, 2025 Na Suíça</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3442740009</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3809639738/84e4a2dea8457945b05db4d2384f4df5/d60922a1_0f5e_4a6e_8fc4_a20f1c435ad9.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-09 02:10:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3442740009</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Direito das Mulheres</title>
         <author>biancca2023</author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443461583</link>
         <description><![CDATA[<p>A Suíça tem feito avanços relevantes na promoção dos direitos das mulheres, especialmente no que diz respeito à legislação e à representatividade política. De acordo com dados mais recentes, 88,9% das leis previstas para garantir a igualdade de gênero e combater a violência contra as mulheres já estão em vigor. Isso significa que, de cada 100 marcos legais necessários, cerca de 89 já foram implementados, o que mostra um forte compromisso institucional com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p><p>Outro indicador positivo é a baixa taxa de natalidade na adolescência. Em 2022, foram registrados 1,4 nascimentos para cada 1.000 adolescentes entre 15 e 19 anos. Isso quer dizer que, a cada 10.000 adolescentes, apenas 14 se tornaram mães nesse período um número muito baixo, ainda que ligeiramente superior ao registrado em 2021, que foi de 1,31 por 1.000 (13 nascimentos por 10.000 adolescentes).</p><p>A presença das mulheres na política também melhorou. Em fevereiro de 2024, elas ocupavam 38,5% dos assentos no parlamento suíço. Se considerarmos um parlamento com 100 cadeiras, 39 seriam ocupadas por mulheres. Em um cenário de 200 cadeiras, seriam aproximadamente 77. Esse dado mostra uma representatividade crescente, embora ainda abaixo da paridade ideal.</p><p>Apesar dos avanços, os desafios persistem. Em 2018, 1,7% das mulheres entre 15 e 49 anos relataram ter sido vítimas de violência física e/ou sexual de um parceiro íntimo no ano anterior. Em números absolutos, isso representa 17 em cada 1.000 mulheres  ou 170 a cada 10.000  enfrentando algum tipo de agressão.</p><p>Outro dado preocupante diz respeito à desigualdade no trabalho doméstico e de cuidados não remunerados. Mulheres com 15 anos ou mais dedicam, em média, 17,3% do seu tempo diário a essas tarefas  o equivalente a mais de 4 horas por dia. Já os homens dedicam apenas 11,5% do tempo, ou cerca de 2 horas e 45 minutos. Isso significa que, a cada 10 horas gastas em atividades domésticas, as mulheres realizam quase 6 horas, enquanto os homens contribuem com pouco mais de 4, evidenciando uma divisão desigual de responsabilidades.</p><p>Além disso, há uma significativa lacuna na coleta de dados sobre igualdade de gênero. Em dezembro de 2020, apenas 43,4% dos indicadores necessários para monitorar os ODS com recorte de gênero estavam disponíveis. Ou seja, de cada 100 indicadores esperados, apenas 43 contavam com dados completos. As maiores falhas estão em áreas fundamentais como a disparidade salarial entre homens e mulheres, pobreza com recorte de gênero, assédio sexual, acesso feminino a bens como terras, e impactos ambientais sobre as mulheres. A ausência de metodologias comparáveis nessas áreas dificulta o monitoramento eficaz e a formulação de políticas públicas adequadas.</p><p> A Suíça tem alcançado progressos notáveis em algumas frentes, mas ainda enfrenta desafios importantes para atingir a igualdade de gênero plena. Investimentos em dados de qualidade, ações concretas para combater a violência, e medidas para redistribuir as tarefas domésticas entre homens e mulheres são fundamentais para transformar avanços legais em mudanças reais na vida cotidiana.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://data.unwomen.org/country/switzerland" />
         <pubDate>2025-05-09 11:34:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443461583</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Suíça ocupa 25° lugar em ranking de mulheres na política</title>
         <author>biancca2023</author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443505439</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Suíça ocupa o 25º lugar no ranking mundial de representação feminina na política</strong>, o que indica que, embora o país tenha avançado de forma considerável, ainda há desafios para alcançar uma maior paridade entre os sexos. Em termos absolutos, as mulheres representam <strong>28,5% dos assentos</strong> na Câmara dos Deputados suíça, o que significa que, de cada 100 cadeiras, <strong>aproximadamente 29 são ocupadas por mulheres</strong>. Esse dado é significativo quando comparado à média global de <strong>17,7%</strong> de representação feminina nos parlamentos nacionais.</p><p>Esse progresso coloca a Suíça em uma posição relativamente boa, especialmente quando comparada a outros países europeus, como <strong>França</strong> e <strong>Itália</strong>, que têm menor participação feminina, com <strong>18,2% e 17,3%, respectivamente</strong>. No entanto, a Suíça ainda fica atrás de países como <strong>Áustria</strong> (com <strong>32,8% de mulheres no parlamento</strong>) e <strong>Alemanha</strong> (com <strong>31,6%</strong>), o que sugere que, apesar dos avanços, o país ainda tem espaço para melhorar em relação à representatividade feminina.</p><p>Em termos históricos, a Suíça tem uma trajetória mais recente de inclusão política das mulheres. Elas conquistaram o direito de votar apenas em <strong>1971</strong>, o que representa uma conquista relativamente recente quando comparado com outros países. Esse atraso no direito ao voto reflete uma tradição política que demorou mais para reconhecer a igualdade de gênero nas esferas de poder, mas, desde então, o país tem experimentado uma evolução constante, embora gradual, na participação feminina.</p><p>A <strong>representação feminina na política suíça</strong> ainda enfrenta desafios, como a <strong>sub-representação das mulheres em cargos de liderança</strong>, especialmente em áreas mais influentes como a <strong>presidência do parlamento ou ministérios chave</strong>. Além disso, as mulheres também enfrentam obstáculos relacionados a questões de <strong>igualdade salarial</strong> e <strong>divisão desigual de responsabilidades domésticas</strong>, o que pode afetar diretamente sua capacidade de alcançar posições de poder político.</p><p>No geral, embora a <strong>Suíça esteja em uma posição relativamente boa</strong> no ranking global de <strong>representação feminina</strong> na política, ainda há muito trabalho a ser feito para garantir uma maior igualdade de gênero, especialmente considerando que o país ainda está longe de alcançar a paridade completa entre homens e mulheres nas suas instituições políticas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/politica-suica/divis%c3%a3o-por-g%c3%aanero-na-c%c3%a2mara-dos-deputados/871092" />
         <pubDate>2025-05-09 12:18:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443505439</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biancca2023</author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443875817</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://data.who.int/countries/756" />
         <pubDate>2025-05-09 17:36:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443875817</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Suíça rejeita ‘terceiro gênero’ </title>
         <author>biancca2023</author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443886979</link>
         <description><![CDATA[<p>Recentemente, o governo da Suíça rejeitou a proposta de incluir uma opção de "terceiro gênero" nos registros civis, o que gerou um intenso debate sobre os direitos civis e a identidade de gênero no país. A proposta visava permitir que pessoas transgênero, intersexo ou aquelas que não se identificam com os gêneros masculino ou feminino pudessem registrar sua identidade de gênero de forma mais inclusiva, refletindo a diversidade de experiências de gênero além da binariedade tradicional.</p><p>No entanto, de acordo com uma pesquisa realizada em 2023, 62% dos suíços se opõem à introdução de um terceiro gênero nos documentos oficiais. Isso significa que, se a pesquisa fosse realizada com 100 pessoas, 62 delas seriam contra a proposta. Apenas 33% apoiam a medida, o que equivale a 33 pessoas de um total de 100. Por fim, 5% permanecem indecisos, ou seja, 5 pessoas de 100 não têm uma opinião definida sobre o tema.</p><p>Essa resistência reflete uma visão cultural e política significativa em uma sociedade que ainda mantém um entendimento muito forte do gênero como uma construção binária  masculino ou feminino. O Conselho Federal da Suíça, órgão executivo do país, justificou sua decisão afirmando que o modelo binário de gênero está profundamente enraizado na sociedade suíça. Assim, as condições sociais para a introdução de uma terceira opção de gênero ou até mesmo para a eliminação do registro de gênero nos documentos não seriam viáveis no momento.</p><p>Essa rejeição à proposta na Suíça não é um fenômeno isolado. A questão do reconhecimento de um "terceiro gênero" é debatida em vários países ao redor do mundo, com algumas nações adotando legislações que reconhecem essa possibilidade, enquanto outras resistem ou falham em avançar nesse debate. O tema, portanto, segue gerando discussões sobre como os sistemas legais e culturais podem ou devem se adaptar às realidades de um mundo cada vez mais plural e diverso em termos de identidade de gênero.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://veja.abril.com.br/mundo/na-contramao-do-progressismo-europeu-suica-rejeita-terceiro-genero/" />
         <pubDate>2025-05-09 17:49:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443886979</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ESTÁGIOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443945849</link>
         <description><![CDATA[<p>A Suíça firmou acordos com aproximadamente 30 países. Através deles, jovens podem melhorar suas qualificações profissionais e linguísticas no país.</p><p><br/></p><p>A Suíça, faze parte de um acordo com vários países, incluindo Argentina, Austrália, Bulgária, Canadá, Rússia, Estados Unidos, entre outros. O Brasil não está incluído neste acordo. </p><p><br/></p><p>Para participar desses estágios, os candidatos precisam atender a alguns requisitos: fazer um teste vocacional de pelo menos dois anos, continuar trabalhando na mesma área da formação profissional e ter menos de 35 anos (ou 30 em alguns casos). Não é permitido trabalho parcial ou autônomo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Estagiários dos 15 países da União Europeia e da Noruega não precisam de visto de trabalho para a Suíça, mas se a estadia for superior a quatro meses, devem se registrar junto às autoridades competentes. </p><p><br/></p><p>Os vistos de trabalho normalmente têm validade de 18 meses, com a possibilidade de realizar programas consecutivos, desde que não ultrapassem os prazos estabelecidos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/trabalhar-na-suica/est%c3%a1gios/29725340" />
         <pubDate>2025-05-09 18:54:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443945849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estudo aponta a Suíça como o melhor país para os idosos</title>
         <author>biancca2023</author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443953614</link>
         <description><![CDATA[<p>A Suíça é frequentemente apontada como um dos melhores países do mundo para a população idosa, graças à combinação de um sistema de saúde eficiente, bem-estar social elevado, segurança e uma longa expectativa de vida. De acordo com o <strong>Global AgeWatch Index</strong> e outras pesquisas internacionais, a Suíça se destaca por oferecer uma estrutura que favorece o envelhecimento com dignidade, autonomia e qualidade de vida.</p><p>Um dos principais motivos é a <strong>alta expectativa de vida</strong>: a maioria das pessoas com 65 anos ou mais afirma ter uma saúde boa, muito boa ou excelente. Além disso, <strong>97% dos idosos</strong> têm um médico de família que acompanha seu atendimento regularmente, e <strong>91%</strong> sentem que conseguem controlar suas doenças crônicas.</p><p>O sistema de saúde suíço é outro ponto forte. Ele é <strong>eficiente, acessível e bem avaliado</strong> pelos próprios cidadãos. A maioria dos idosos está satisfeita com os serviços médicos, e o país apresenta uma das menores taxas de sobrecarga hospitalar da Europa. Isso contribui diretamente para o bem-estar geral da população idosa, já que há facilidade de acesso a cuidados médicos quando necessário.</p><p>A <strong>rede de apoio social</strong> também é fundamental. Segundo dados recentes, <strong>91% dos idosos</strong> dizem ter amigos ou familiares em quem podem confiar em momentos de necessidade. Além disso, <strong>96% relatam estar satisfeitos com a liberdade de escolha em suas vidas</strong>, o que reforça o sentimento de independência na velhice.</p><p>A <strong>mobilidade e participação social</strong> são facilitadas por um sistema de transporte público de qualidade, com <strong>83% dos idosos</strong> satisfeitos com os serviços disponíveis. A segurança também é um fator essencial: muitos idosos afirmam sentir-se seguros andando sozinhos à noite, o que fortalece a qualidade de vida e a liberdade pessoal.</p><p>Entretanto, ainda há desafios. A <strong>pobreza entre idosos atinge cerca de 16% da população idosa suíça</strong>, revelando que uma parcela significativa vive com rendimentos abaixo da média nacional. Além disso, a <strong>discriminação etária</strong> no mercado de trabalho continua sendo uma barreira, dificultando a reinserção profissional de pessoas mais velhas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63599782" />
         <pubDate>2025-05-09 19:06:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443953614</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443975324</link>
         <description><![CDATA[<p>A Suíça foi classificada como o melhor país do mundo para idosos, segundo o Global AgeWatch Index, um estudo realizado pela ONG HelpAge International em colaboração com a Universidade de Southampton. O ranking avaliou as condições de idosos em 96 países, considerando quatro categorias: renda, saúde, educação e emprego, e ambiente favorável. A Suíça se destacou especialmente na categoria "ambiente favorável", com 83% dos idosos satisfeitos com o transporte público e 70% sentindo-se seguros para sair sozinhos, mesmo à noite. Além disso, políticas públicas voltadas para a terceira idade, como a destinação de 1% dos impostos para o bem-estar dos idosos, contribuem para essa posição de destaque</p><p><br/></p><p>O Brasil ocupa a 56ª posição no ranking global, com destaque para a categoria "renda", onde ocupa a 13ª posição mundial, refletindo alta cobertura de pensões (86,3%) e baixa taxa de pobreza na velhice (8,8%). No entanto, o país apresenta desafios nas áreas de saúde (43ª posição) e ambiente favorável (87ª posição), com baixos índices de satisfação com segurança e acesso a transportes públicos.</p><p><br/></p><p>O estudo destaca a importância de investimentos em políticas públicas que promovam pensões sociais, atendimento de saúde universal e ambientes urbanos adaptados para os idosos, como fatores essenciais para melhorar a qualidade de vida dessa população.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://exame.com/mundo/estudo-aponta-suica-como-melhor-pais-do-mundo-para-idosos/" />
         <pubDate>2025-05-09 19:34:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443975324</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Idade Para se tornar idoso na suiça é de 80 anos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443976381</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estudo recente do Departamento Federal de Estatísticas da Suíça revelou que os suíços passaram a considerar a velhice como iniciando aos 80 anos, uma percepção mais otimista em comparação com a década de 1990, quando a maioria acreditava que começava aos 69 anos. Essa mudança reflete uma melhoria nas condições de vida e saúde dos idosos suíços, especialmente entre os 65 e 80 anos, conhecidos como a "terceira idade". Nessa fase, muitos mantêm boa saúde, independência financeira e continuam ativos socialmente.</p><p>Entretanto, ao atingir os 80 anos, entra-se na "quarta idade", caracterizada por um aumento nas doenças e dependência. Nesse período, a necessidade de cuidados de longo prazo cresce, e há uma mudança nas preferências habitacionais, com uma diminuição no número de idosos em lares e um aumento nos cuidados ambulatoriais, diurnos e noturnos. Apesar da melhoria geral, a pobreza na velhice ainda é uma realidade para uma parte da população suíça.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/sociedade-envelhecida/swiss-people-only-feel-old-from-the-age-of-80/87449864" />
         <pubDate>2025-05-09 19:36:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443976381</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Golpes com idoso na suiça</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443978044</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estudo da organização suíça Pro Senectute revelou que, nos últimos anos, quase 80% das pessoas com mais de 55 anos na Suíça foram alvo de tentativas de fraude, resultando em perdas financeiras anuais estimadas em cerca de CHF 675 milhões. Esse valor representa um aumento de dois terços em relação ao estudo anterior realizado cinco anos antes, que apontava uma perda de CHF 400 milhões por ano .</p><p><br/></p><p>A pandemia de Covid-19 contribuiu para esse cenário, ampliando o uso da internet e criando novas oportunidades para fraudes. Os casos de crimes cibernéticos quase dobraram nos últimos cinco anos, afetando 52,3% dos entrevistados. Entre os golpes mais comuns estão os e-mails de phishing e a venda de produtos superfaturados</p><p><br/></p><p>Uma modalidade crescente é a chamada "ligação de choque", em que os fraudadores informam que um parente da vítima está em emergência e exige um pagamento imediato. Apesar de muitos idosos estarem cientes dessas fraudes, quase 20% acabam sendo enganados, especialmente em momentos de estresse emocional .</p><p><br/></p><p>Para combater esse problema, a Pro Senectute recomenda que os idosos evitem divulgar seu nome completo em diretórios públicos e denunciem qualquer tentativa de golpe à polícia, mesmo que não tenha ocorrido prejuízo financeiro</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.swissinfo.ch/por/sociedade/quatro-em-cada-cinco-idosos-são-vítimas-de-golpes/48854186#:~:text=Nos%20últimos%20anos%2C%20quase%2080,cerca%20de%20CHF%20675%20milhões." />
         <pubDate>2025-05-09 19:39:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/biancca2023/im75cjdipwgsufm3/wish/3443978044</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
