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      <title>Seminário de Práticas Docentes by Seminário de Práticas Docentes</title>
      <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn</link>
      <description>PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DOCÊNCIA PARA A EDUCAÇÃO 
BÁSICA – Faculdade de Ciências UNESP/Campus Bauru
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-11 18:31:29 UTC</pubDate>
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         <title>REPORTAGEM - INVESTIGAÇÃO: a colaboração da prática do ensino da matemática via docente</title>
         <author>viniciusmenezes3</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1350551961</link>
         <description><![CDATA[<div>Debater o Ensino da matemática via docente, não é tão simples como o que se mostra na realidade vista e também praticada.</div><div>O debate acerca do despreparo docente (seja formação, idade ) ou questão financeira, nos apresenta um grande número de profissionais espalhados na demanda educacional, encaixando-se no formato em que acreditam que é o melhor para si. Na questão matemática, observa-se muitas situações de total despreparo para o ensino da mesma. Docentes da área de humanas, bacharéis com formação pedagógica sem o devido preparo, etc. A discussão acerca da formação universitária e o preparo do docente é algo que se discute a tempos, e quem não há consenso entre os discursistas e defensores do mesmo.</div><div>O docente em exercício, na maioria dos casos, demonstra esforço no aprender para ensinar. Dedicando-se em novas estratégias diárias com a finalidade de resgatar um possível aluno que tenha sido deixado para trás. E também, vemos os docentes que estão ali apenas por questão financeira, pois era sua vez em assumir aulas e não deixou passar, e tanto faz como tanto fez.</div><div>Ao colocarmos em foco o texto do Dário 🤬 claro que não somos e tampouco executamos a exclusividade de uma única tendência pedagógica. Discute-se as características perceptíveis na prática individual da docência: as que deixamos de lado, e aquelas que nos “entregamos”.</div><div>Com a proposta mencionada em seu texto, Dário apresenta a possibilidade de uma mescla das tendências pedagógicas, na qual as mesmas não se dão por exclusividade, ou seja, cada um aprende de um jeito - aplicando métodos próprios. Oportuniza-se à escolha, o chamado e até conhecido como, “Fazer diferente”. As boas práticas da socialização “devem” ou pelo menos deveriam ensinar a socializar, compartilhar.</div><div>Um docente, deve cumprir requisitos, ou melhor se enquadrar em requisitos que o permitem ser o “flexível” na execução do que aceitou ser, um ensinador, um educador, ou mero compartilhador de ideias que não sabe idealizar a socialização?</div><div>O Texto acerca da investigação colaborativa de Ana Maria Boavida e João Pedro da Ponte, ressalta a questão da importância da colaboração ser primordial para o sucesso da prática pedagógica. Deixando evidenciado que muitos problemas poderiam ser solucionados se o individualismo deixasse de ser prática comum entre os pares docentes, ideando a necessidade da disseminação de uma prática colaborativa em sua ensinagem e até mesmo nos métodos e práticas exercidos.</div><div>O querer da colaboração, deixa marcas profundas de frustração no exercício da prática. Motivação é desgastada, com suposições de desempenho melhor de uma determinada atividade e ou programação. A inovação de estratégias de superação não é aceita. O novo método, formato é recusado pela ideação de um padrão que não pode ser desconstruído, afetando o “aprender a aprender, e o aprender para ensinar”.&nbsp;</div><div>Ter sua prática disseminada de forma negativa, gerando sentimento de incapacidade, desgastes emocionais e até mesmo físico, pela não aceitação do “novo”, “desconhecido”. Até onde há a possibilidade de ser conectada a ponte da inovação de uma ideia e prática?&nbsp;</div><div>Paramos no tempo de forma coletiva? Ou a chegada da possibilidade de estar ficando para trás, é assustadora, o que nos afasta da colaboração, evitando potenciais problemas?</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 00:08:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memorias </title>
         <author>zionice</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1353098895</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 14:26:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ATA-  NACARATO, A.; GRANDO, R.C., A análise de aulas videogravadas como prática de formação de professores que ensina matemática. </title>
         <author>glaucsud007</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1355199273</link>
         <description><![CDATA[<div>- A proposta do livro é apresentar&nbsp; e trazer uma reflexão sobre a prática docente através de aulas videogravadas. <em><br>- Gravar as aulas, assistir e</em> analisar por todos os participantes.</div><div>- O grupo abriga discussões ricas e que poderá contribuir com os professores em exercício na produção e na publicação de situações para a sala de aula<br>- Analisar as aulas como novo recurso: videogravação<br>- As práticas coletivas desenvolvidas em grupos de trabalhos promovem reflexões, investigações e colaborações.<br>- Voluntariedade em participar do grupo por parte dos professores.<br>- Respeito mútuo (diálogo e ética) todos opinam, falam, ouvem, sugerem, apoiam e descordam.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 22:31:50 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS</title>
         <author>glaucsud007</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1357001601</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos somos aprendizes e formadores.<br>P.73&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 13:03:49 UTC</pubDate>
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         <title>ATA - Vídeo entre Idas e vi(n)das do ser professor(a) - III Jornada da Matemática</title>
         <author>glaucsud007</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1357017377</link>
         <description><![CDATA[<div><br>- Educação escolarizada : alunos + escola + professor<br>- Educação sempre em crise: mídias colocam os resultados dos processos avaliativos mostrando apenas o lado negativo.<br>- As práticas de controle como por exemplo o IDEB<br>- Sociedade aceita qualquer um com faculdade e apenas com uma complementação poderá ser professor<br>- Práticas de ensino de matemática são cristalizadas. Poucas mudanças.<br>- Militares ou Engenheiros como professores de Matemática a partir do século XVIII<br>- 1934 criação do primeiro curso&nbsp; de Matemática da USP<br>- Vivemos o paradigma dos exercícios<br>- Representação dos alunos sobre matemática: lousa cheia de exercícios<br>- Pedagogia - curso de graduação para fugir da matemática<br>- Trabalhar de forma colaborativa<br>- Intervenção adequada para o aluno continuar a avançar nos estudos.<br>- Aula de investigação - saber como o aluno está pensando<br>- Professor precisa continuar estudando&nbsp;<br>- Matemática não é mecanização <br><br><br>-&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 13:07:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MEMÓRIAS</title>
         <author>glaucsud007</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1357165577</link>
         <description><![CDATA[<div>Livro relatório de dupla entrada - A escrita nas aulas de matemática<br><br>Vídeo entre Idas e vi(n)das do ser professor(a) - III Jornada da Matemática<br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/oVQJhp-BZqs" />
         <pubDate>2021-03-26 13:40:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memórias 01/04/2021</title>
         <author>viniciusmenezes3</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1375598262</link>
         <description><![CDATA[<div>"A escola assume o papel de resistência, de resguardar o saber, a história, o "como foi", o "como fazíamos sem", ao mesmo tempo em que carrega a responsabilidade de construir uma nova sociedade em vez de, simplesmente, submeter-se a ela"<br><br>Prof. Eliane Cristovão e Prof. Juliana Castro<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 14:46:24 UTC</pubDate>
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         <title>REPORTAGEM - A prática colaborativa e suas possibilidades de repensar a complexidade docente</title>
         <author>renataluca</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1393670673</link>
         <description><![CDATA[<div>Introduzo o registro da reportagem afirmando a pertinência para o contexto atual do artigo “ <strong>Possibilidades e limites da postura colaborativa e investigativa do professor como tática de enfrentamento da complexidade da docência”</strong> discutido durante a aula de Seminários da Prática Docente com a participação da autora, professora Dra. Eliane M. Cristóvão.</div><div>Os desafios e complexidade da profissão docente não conhecida tão escancarados como no momento atual. Convite ao enfrentamento da pandemia de COVID-19, os docentes precisaram se reinventar para dar continuidade como práticas de ensino ambientada nos seus lares por meio do uso de tecnologias, na qual, a grande maioria dos professores precisaram aprender a utilizar e se reinventar no contexto digital.</div><div>Diante do que podemos afirmar ser um colapso de todo o sistema educacional, observamos ou descaso da desvalorização da profissão mais uma vez acentuado em todas as esferas: política e social. Por um lado, a complicação deve assumir uma discussão cada vez maior com a necessidade do uso da tecnologia para uma geração que embora seja considerada “nativos digitais” não pode ligar uma câmera durante as aulas para se socializar e ao mesmo tempo dar um <em>feedback</em>aos professores que ali estão. Foi preciso e ainda está sendo necessário alfabetizar digitalmente os alunos para o uso pedagógico. Por outro lado, uma falta de acesso de grande parte da população ao recurso proposto pela internet, escancara ainda mais a desigualdade social e limita o alcance das intervenções pedagógicas. E para validar ainda mais o descaso com a educação, a falta de reconhecimento do professor se agrava quando não há políticas públicas que o valorizem, bem como, a baixa atratividade da carreira docente e a exigência das reformas educacionais vigentes que normalmente, buscam metas e índices que não condiz com a realidade atual.</div><div>Mesmo com todo este panorama descrito acima, nunca a escola se fez tão necessária para a sociedade como nos dias atuais, o isolamento social como forma de evitar a disseminação do vírus, trouxe de maneira pontual para os alunos da Educação Básica um impedimento da socialização tão importante para o desenvolvimento individual de cada ser humano. Aliado a isso, a falta de contato entre os pares, a necessidade do diálogo que é tão presente no ambiente escolar reforça os danos causados, e que provavelmente, muitas pesquisas no futuro relatarão. A escola é local de afetividade, da construção de laços e deslocamentos que talvez, nenhum outro espaço social dê conta de oferecer a cada um.</div><div>A reflexão cenário esbarra na análise deste frequente mudança social que a sociedade tem vivido ao longo das décadas e que a escola não consegue manter, mantendo uma postura bastante tradicional de ensino. Tudo que a gente vive na sociedade relata os resquícios característicos da época dentro da escola. Por isso, faz-se necessário aos requisitos na educação em todas as etapas refletir qual é o papel da escola ao usar levando em consideração a sociedade em que estamos considerando: o que usar para ela, além dela e apesar dela.&nbsp;</div><div>Toda a complexidade do fazer docente está envolta em uma escola que reproduz a desigualdade social que vivenciamos em nosso país. Por isso, a importância de refletir sobre o processo educacional para que de maneira crítica os professores devem tomar consciência sobre seu papel e conseguir responder a seguinte questão: enquanto professor, estou na escola pública para servir a quem? Ao refletir sobre isso somos capazes de desconstruir pensamentos que nos aprisionam e refletir em nossa prática cotidiana.</div><div>Essa incessante busca de consciência, infelizmente, não se dá dentro do ambiente da escola, normalmente esse caminho é feito fora da escola, por isso, a importância dos espaços colaborativos de modo a aprender e aumentar os saberes que podem ser disseminados no espaço escolar que cada indivíduo atua.</div><div>O trabalho colaborativo quando articulado entre os pares de maneira pensar, construir, aplicar e analisar em prol de um objetivo em comum oferece todos os integrantes deste grupo um imenso progresso, pois, cada indivíduo se dá uma reflexão tão discutida da prática. Além de que, congregar os diferentes atores no trabalho de pesquisa nos fortalece a equipe docente para pensar conquistando mais etapas do processo de ensino-aprendizagem que aqueles que trabalham de maneira isolada.</div><div>O desenvolvimento de grupos colaborativos ou a execução de um trabalho colaborativo não é um processo fácil que se realiza somente com um acordo entre as partes, o pensar colaborativamente exige esforço por parte de todos envolvidos, negociação, discussão, escuta atenta que são fatores essenciais para a evolução deste processo. Somente nesta perspectiva de pensar colaborativamente que as ações serão executadas em consonância com uma perspectiva adotada.</div><div>Uma pesquisa em práticas colaborativas que deve ser fortalecida nas academias e disseminadas no meio escolar, almeja a desconstrução do trabalho solitário que pode ser fortalecido e estimulado pelo grupo que discute as ideias para repensar o ato de usar. Por isso, cabe ao professor nesta perspectiva de trabalho, o desenvolvimento de uma postura investigativa de sua prática, de forma a valorizar o ambiente escolar, no qual, proporcione que os alunos também reflitam sobre sua aprendizagem de maneira colaborativa. Instigar uma reflexão acerca do vem a ser uma tarefa investigativa, como colocar o aluno de maneira a investigar sobre o objeto de conhecimento que se deseja aprender e principalmente,</div><div>Por fim, a escola é um espaço de construção contínua, a importância do trabalho colaborativo se dá durante o processo, utilizar-se desta metodologia seja na pesquisa ou no desenvolvimento do trabalho docente permitido com que todos os participantes adquiram evolução neste processo educacional tão multifacetado capaz de proporcionar grandiosas e valiosas transformações na esfera educacional.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>CRISTOVÃO, EM; CASTRO, JF <strong>Possibilidades e limites da postura colaborativa e investigativa do professor como tática de enfrentamento da complexidade da docência</strong> Revista Espaço Pedagógico.V. 20, n. 1, Passo Fundo, p. 158-174, jan./jun. 2013 | Disponível em www.upf.br/seer/index.php/rep. Acesso em 15/10/2013.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 23:41:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memórias 15/04/2021</title>
         <author>renataluca</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1420577203</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Quem forma o formador ??? </strong><br>Provocação a partir da fala da professora Dra. Rosana Catarina&nbsp; &nbsp; <br><br><strong>Notório saber:&nbsp; </strong><br>&nbsp;Não basta saber Matemática para usar Matemática, há muitos conhecimentos que são estudados para desenvolver uma boa prática de ensino. <br><br><strong>Práticas colaborativas se formam a partir da negociação:</strong><br> Escolha de referências teóricos;&nbsp;<br>Escrita de narrativa;&nbsp;<br>Participação em eventos;&nbsp;<br>Episódios de salas de aula;&nbsp;<br>Novos grupos;&nbsp;<br><br>Imagem&nbsp;<br>Premissas da prática colaborativa.&nbsp;<br><br>"Reconhecer o diálogo como um importante instrumento seja na elaboração ou na (re)elaboração de conceitos matemáticos assim como reconhecer as possíveis causas dessas dúvidas, permite ao estudante refletir sobre suas conquistas no campo do saber em relação aos conceitos matemáticos".<br><br><br><br>15/04/2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 12:04:32 UTC</pubDate>
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         <title>Presença da Professora Dra. Eliane Cristóvão</title>
         <author>renataluca</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 13:56:25 UTC</pubDate>
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         <title>Presença da professora Dra. Rosana Catarina Rodrigues de Lima</title>
         <author>renataluca</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1421105338</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 13:59:19 UTC</pubDate>
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         <title>REPORTAGEM: Desafios no processo de aprender e ensinar matemática colaborativamente- GREPEM/Mauá</title>
         <author>adrianaandrade11</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1422845739</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante do debate e contribuições em relação ao artigo estudado registro os principais pontos levantados durante o estudo.</div><div>O Grupo de Estudo e Práticas em Educação Matemática (GREPEM) é composto por professores da educação básica, formadores de professores, licenciandos e pesquisadores da área de educação e de educação matemática, com objetivo de repensar a formação inicial e continuada de professores, especialmente dos que ensinam matemática na educação, tendo como preocupação a dimensão do valor do conhecimento para o aluno no processo de apreensão da realidade concreta numa sociedade em constante transformação. Esse grupo nasce pelo interesse da profª Rosana aproximar-se da tensão vivida pelos estudantes do curso de Pedagogia de uma instituição de ensino superior.</div><div>Em nosso país, o professor do Ensino Básico tem o compromisso de ensinar a disciplina de Matemática, mesmo sem ter uma formação específica e sólida dessa aprendizagem. Muitas vezes esse professor sente-se inseguro nesse processo de ensino por não ter essa formação e torna-se esse processo de ensino e aprendizagem somente em decorar regras, fórmulas, listas extensas de exercícios, reproduzindo o seu próprio aprendizado.</div><div><strong>Objetivos do grupo</strong>:&nbsp;</div><div>-Viabilizar um ambiente de estudo, pesquisa e desenvolvimento de ações que contribuísse para uma nova significação do ensino-aprendizagem de Matemática e Estatística nos anos iniciais da educação básica.</div><div>-Refletir sobre as práticas pedagógicas em Matemática, realizadas e registradas pelos professores, tendo em vista a nova significação da profissão de docente.</div><div>-Estimular a pesquisa e o estudo de metodologias diferenciadas que contribuíssem para um ensino aprendizagem da Matemática de forma significativa.</div><div>As atividades do grupo privilegiam a leitura, o debate e a exploração dos saberes, nos relatos e nas histórias de sucesso e de fracasso relativos ao ensino de Matemática, narradas pelos participantes do grupo. Esses participantes se propõem a compartilhar com o grupo suas práticas pedagógicas, que incluem os registros produzidos durante sua realização e, a partir dessas propostas, é sugerida uma discussão acerca da prática: os participantes sugerem alternativas, indicam materiais relacionadas ao tema.</div><div>Os trabalhos são desenvolvidos numa perspectiva colaborativa objetivando a reflexão sobre a importância de um momento de formação continuada de professores que ensinam matemática, enfatiza que “fora do mundo acadêmico também há várias possibilidades de mobilizar e produzir matemáticas, seja nas escolas ou nas diferentes comunidades de prática. A Matemática escolar não pode restringir-se à imagem da Matemática acadêmica”.</div><div>Os participantes do GREPEM têm registrado as práticas de sala de aula com outro olhar e, não raramente, apresentam esses registros para discussão com o grupo. Duas professoras do grupo submeteram seus trabalhos para avaliação, apresentando-os no IV Seminário de Histórias e Investigação da/nas aulas de Matemática – SHIAM, realizado em julho de 2013 na Unicamp – Campinas/SP, que teve como temática “Aprendizagens e Desafios em Comunidades de Professores que Ensinam Matemática”.</div><div>Provocativas durante o estudo:</div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Dificuldade no ensino da Matemática nos cursos de Pedagogia;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Compromisso com o ensino da Matemática, experiências positivas ou negativas reproduzindo seu histórico na prática docente;</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Discussões sobre ensino e aprendizagem da Matemática desde a formação do futuro docente;</div><div>4.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Perspectiva colaborativa da discussão da alfabetização matemática, ao invés de centralizar em linguagem e escrita.</div><div>Enaltecendo nosso estudo participaram desse encontro a Profª Drª. Rosana Catarina&nbsp; Rodrigues de Lima, Profª Zélia Dias, Profª Márcia Rosa Flores e Profª Gislaine Dias, todas membros do grupo de estudo GREPEM, relando suas experiências e contribuições que o grupo trouxe para sua prática docente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 19:33:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>25/03 REPORTAGEM: Formação Docentes: Pesquisa e Reformas Educacionais-Segmentos do ensino interior da escola ou grupos institucionais criados na universidade.</title>
         <author>glaucsud007</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1519705520</link>
         <description><![CDATA[<div>A formação do grupo Grucomat se organizou diante dos seguintes questionamentos sobre a&nbsp; formação docente. Como está sendo esta formação? E a formação continuada? E a formação inicial?<br>Com estas inquietações&nbsp; pensou na constituição de um grupo colaborativo ou não, ainda com indagações se a condição era suficiente para garantir resultados.<br>Mesmo com dúvidas se haveria resultados, começaram a se organizar&nbsp; com reuniões semanais as segundas-feiras com duração de duas horas. Havia em média 12 participantes.<br>A partir de 2008 começaram a inserir a vídeo gravação das aulas para fazer a análise por todos os participantes do grupo.&nbsp;<br>Na vídeo gravação puderam observar sequências de tarefas e as produções dos alunos. Tudo isso virou um objeto de análise para o grupo de estudo.&nbsp;<br>Nestas gravações o grupo pode perceber que a aprendizagem poderá vir&nbsp; a partir da própria prática do outro professor.<br>Quanto aos vídeos há pontos positivos que são: ouvir as falas dos alunos, elucidar melhor expressões dos alunos e a movimentação da sala. Os pontos negativos são: não conseguir abordar toda sala de aula e muito barulho em trabalhos em grupos.<br>Outro entrave é com o comitê de ética por considerar risco a saúde, tratando estas gravações com a mesmo&nbsp; situação da área da saúde. E este termo "risco a saúde"&nbsp; assusta os gestores para autorizar as gravações em sala.<br>Nesta apresentação a seguinte fala " Ser professor ou estar".&nbsp;<br>Qual será a melhor maneira ou método de condução da nossa aula?&nbsp;<br>Uma provocativa para sempre se pensar by Vinícius Iuri de Menezes<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 01:14:09 UTC</pubDate>
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         <title>25/03 MEMÓRIAS</title>
         <author>glaucsud007</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1519782078</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Formação Docentes: Pesquisa e Reformas Educacionais-Segmentos do ensino interior da escola ou grupos institucionais criados na universidade.</strong><br><br><mark>Práticas vivenciadas no grupo colocam o professor como produtor de saberes e como protagonista de sua própria formação. </mark><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 01:43:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Valor da palavra...</title>
         <author>renataluca</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1520778769</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 12:43:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MEMÓRIAS</title>
         <author>mestrado</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1526325147</link>
         <description><![CDATA[<div>Presença do Professor Doutor Klinger Teodoro Ciriaco</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 22:16:46 UTC</pubDate>
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         <title>Professores que ensinam Matemática e um denominador comum: grupo colaborativo ( Apresentação do Klinger) </title>
         <author>glaucsud007</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1533261467</link>
         <description><![CDATA[<div>Em ambiente de grupo colaborativo escolar se discute assuntos ligadas as exigências curriculares,&nbsp; os professores trazem os seus anseios, apresentam suas dificuldades e elegem temáticas de estudos que contribuem e potencializam a sua prática profissional.<br>Existem algumas palavras que dependendo do texto (vertente estudada) tem um outro significado. No nosso caso o que diferencia colaboração de cooperação de acordo com a apresentação do Klinger é:<br>cooperação está ligado aos aspectos práticos. É uma ação muito pontual&nbsp; e colaboração&nbsp; é definida com a experiência quanto ao grupo e também a nossa intencionalidade. A colaboração nasce da intenção.<br>Dentro de um grupo colaborativo é feito pesquisa ação, que significa pesquisa mais ação. Isso implica que os professores reflitam sobre sua prática e contribuem como pesquisador.<br>O estudo sobre colaboração no Brasil aparece no final dos anos 90, quando a Educação básica começa a ter o apoio das Universidades.&nbsp;<br>O desenvolvimento profissional é um conceito em que o&nbsp; professor produz conhecimento a partir de sua prática.<br>Na prática colaborativa não há uma hierarquização e sim um mentor. Esta mentoria&nbsp; vai sendo rotativa. &nbsp;<br><br><br>Professores que ensinam Matemática e um denominador comum: grupo colaborativo - Marcielli de Lemos Cremoneze e Klinger Teodoro Ciríaco (apresentação Renata)&nbsp;<br>Este artigo mostra um grupo&nbsp; colaborativo, onde o objetivo é o compartilhamento do registro da prática docente e a contribuição para o processo reflexivo do aprender a ensinar dos professores dos anos iniciais.<br>Uma das contribuições dos grupos colaborativos são que os indivíduos envolvem-se com o mesmo compromisso e esforços para favorecer um objetivo comum, proporcionando transformações positivas no ensino e na aprendizagem.<br>Foi abordada a seguinte questão: Que professores devemos ser?<br>Devemos ser um profissional da educação diferente, ou seja, um professor reflexivo.<br>Foi deixado algumas reflexão para nós.<br>É possível no ambiente escolar, trabalhar na perspectiva da colaboração?<br>Por onde começar?<br>Como lidar com a condição da obrigatoriedade?<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 21:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>REPORTAGEM: O caráter formativo dos grupos colaborativos</title>
         <author>renataluca</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1543451962</link>
         <description><![CDATA[<div>Os artigos explorados na aula de Seminários da Prática Docente do dia 20 de maio vem compartilhar a experiência dos grupos colaborativos: EMFoco, GCEEM e GEPEMF. Esses grupos carregam em suas memórias a contribuição acadêmica e formativa que prestam de maneira direta aos integrantes dos grupos colaborativos e de maneira indireta a sociedade como um todo que se beneficia pela melhoria da prática educativa de cada indivíduo que passa por esses grupos.<br>Em ambos artigos, 🤬 evidente o desenvolvimento formativo e a evolução dos integrantes que atuam nesses grupos de estudo. De maneira singular perecebe-se aquelas áreas reflexões compartilhadas a partir das práticas de sala de aula dos professores atuantes nos grupos que mediadas por leituras e ex, narrativas orais e escritas possibilitam a ressignificação do sabre docente e resulta em aprendizagem para o professor que levará todo esse aprendizado para o ambiente escolar num efeito cíclico.&nbsp;<br>É evidente na leitura dos artigos também que a contribuição desses grupos vai além da divulgação dos trabalhos de pesquisas científicas que desenvolvem, mas, como um espaço de interlocução garante a circulação das experiências no âmbito da Educação Matemática e dos educadores matemáticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 12:17:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1543451962</guid>
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         <title>REPORTAGEM-Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Professores que Ensinam Matemática- FORPROMAT</title>
         <author>adrianaandrade11</author>
         <link>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1596898849</link>
         <description><![CDATA[<div>O Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Professores que Ensina Matemática – FORPROMAT – foi criado em 2005 e atualmente está vinculado ao Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas – CCET – da Universidade Federal do Acre – UFAC. Congrega professores, pesquisadores e alunos da UFAC e de outras instituições envolvidas com o processo de formação de professores, entre as quais podemos mencionar o Instituto Federal de Educação Tecnológica do Acre – IFAC –, a Secretaria Municipal de Educação do município de Rio Branco – SME – e a Secretaria de Estado de Educação do Acre – SEE. Os participantes do grupo buscam, por suas reflexões e ações, contribuir com o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão por meio de projetos com foco na mobilização de saberes relacionados com a formação inicial e continuada de professores que ensinam Matemática na Educação Básica e na Universidade.</div><div>A história, a concepção, as aprendizagens e as experiências dos participantes do FORPROMAT guardam estreitas</div><div>relações com as histórias de vida de cada um e com suas ações e intervenções na realidade cotidiana, sobretudo com relação à prática docente de Matemática, seja na universidade, seja nas escolas de Educação Básica.</div><div>Algumas reflexões no decorrer da aula:</div><div>Quando uma pesquisa é realizada, não há motivo de deixar guardada na biblioteca sem utilizar.</div><div>As respostas dos professores diante dos questionários muitas vezes são sucintas, simples e não respondem o que realmente vivenciam, com medo de represaria ou pensando que ninguém irá ler.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>REPORTAGEM- <strong>Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Estatística e Matemática: um espaço de professores pesquisadores</strong></div><div>&nbsp;</div><div>O Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Estatística e Matemática – GEPEEM. Trata-se de um grupo composto por profissionais que atuam em diferentes níveis e redes de ensino; e ao mesmo tempo, estão na condição de professora, alunos e/ou ex-alunos do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (Mestrado e Doutorado) e Ensino de Ciências (Mestrado) da Universidade Cruzeiro do Sul.</div><div>A origem deste grupo deve-se ao compromisso assumido, em 2008, com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo por ocasião do financiamento do projeto de pós-doutorado, desenvolvido na The University Georgia (UGA), o qual tinha por objetivo discutir a implementação da Probabilidade e da Estatística na Educação Básica.</div><div>No decorrer de suas pesquisas, os participantes do grupo debatem seus estudos, com o objetivo de socializar suas ideias, dúvidas e inquietações, em um movimento de interação no qual acontece a produção coletiva do conhecimento</div><div>– um processo simultaneamente individual e social, bem como dinâmico, que faz, desses professores pesquisadores, sujeitos ativos em ações colaborativas. As dimensões de trabalho colaborativo do grupo revelam-se quando seus componentes definem suas pautas de trabalho, compartilham conhecimentos e tomadas de decisões, produzem conjuntamente e socializam suas produções em múltiplos espaços educacionais e científicos.</div><div>O movimento do grupo revela que os professores pesquisadores participantes se prontificam, constantemente, a conectar conhecimentos e práticas de forma dialética e se movimentam entre teoria e prática, realizando análises de suas ações pedagógicas e investigativas, discutindo a elaboração e o desenvolvimento de atividades de ensino e de pesquisa.</div><div>O trabalho colaborativo desenvolvido pelo grupo contribui para a compreensão do pensamento, da ação e dos significados atribuídos pelos professores pesquisadores às suas atividades profissionais. Ele é determinante e potencializador na elaboração, no desenvolvimento e na avaliação das atividades de pesquisas, pois, durante os encontros, as discussões e as produções de sínteses do grupo, a reflexão individual e a coletiva assumem papel fundamental.</div><div>A partilha de problemas de ensino, aprendizagem e pesquisa, caracterizados por contextos diversos, permite que se produza uma autêntica reflexão crítica e colaborativa da prática docente e investigativa.</div><div>Algumas reflexões no decorrer da aula:</div><div>O nosso corpo é constituído com membros inferior e superior, todos precisam, unidos, em regime de colaboração. Por que a educação não é para todos? Qual é o verdadeiro propósito da escola para todos?</div><div>Em relação das cotas: são todos que tem a oportunidade de serem educados?</div><div>Relato de experiências com alunos autistas durante as aulas. Deficiência intelectual e autismo.</div><div>De que maneira podemos garantir a equidade, não somente a igualdade?</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 21:24:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mestrado/iltjebh3lviuxrdn/wish/1596898849</guid>
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