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      <title>Substâncias consideradas doping pela agência mundial anti-doping. by </title>
      <link>https://padlet.com/MariaEduardaAlvesC/ik4ozk54v74sndkq</link>
      <description> Maria Eduarda Alves Campos 
/2º ano E.M 
/ agroindústria/ matutino 
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-15 00:12:15 UTC</pubDate>
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         <title>Anabolizantes </title>
         <author>MariaEduardaAlvesC</author>
         <link>https://padlet.com/MariaEduardaAlvesC/ik4ozk54v74sndkq/wish/1820283895</link>
         <description><![CDATA[<div>Os anabolizantes, também conhecidos por esteroides anabólicos androgênicos, são substâncias derivadas da testosterona e que podem ser indicados pelo médico no tratamento do câncer de mama ou hipogonadismo, que é uma doença em que os testículos não produzem ou produzem poucos hormônios sexuais.<br><br>Os anabolizantes também estimulam a produção de novas fibras musculares, promovendo o ganho de massa muscular e, por isso, costumam ser utilizados por praticantes de atividade física com o objetivo de aumentar a massa muscular ou para fins estéticos. No entanto, o uso indevido de anabolizantes pode trazer consequências para a saúde, como alterações cardíacas e aumento do risco de doenças crônicas e, por isso, é importante que seja usado apenas quando recomendado pelo médico. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 19:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>Quando o uso de Anabolizantes é indicado? </title>
         <author>MariaEduardaAlvesC</author>
         <link>https://padlet.com/MariaEduardaAlvesC/ik4ozk54v74sndkq/wish/1820288407</link>
         <description><![CDATA[<div>Os anabolizantes só devem ser usados sob indicação médica e na quantidade recomendada, pois o uso sem indicação de anabolizantes pode trazer graves consequências para a saúde.</div><div>O uso de anabolizantes pode ser indicado pelo médico no tratamento hipogonadismo no homem, com o objetivo de aumentar a produção de testosterona, além de poder ser indicado no tratamento de micropênis neonatal, puberdade e crescimento tardios e no tratamento da osteoporose, pois estimula a produção de osteoblastos, que são as células responsáveis pela formação do tecido ósseo.</div><div>Além disso, pode ser indicado no tratamento de alguns tipos de câncer, como o de mama, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 19:07:30 UTC</pubDate>
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         <title>Anabolizantes mais usados</title>
         <author>MariaEduardaAlvesC</author>
         <link>https://padlet.com/MariaEduardaAlvesC/ik4ozk54v74sndkq/wish/1820294917</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Anabolizantes mais usados</strong></div><div>Os anabolizantes são quimicamente idênticos ao hormônio testosterona, que estimula o crescimento dos pelos, o desenvolvimento dos ossos e músculos, assim como a produção de glóbulos vermelhos. Alguns exemplos de anabolizantes são:</div><ul><li><strong>Durateston</strong>: tem na sua composição substancia ativas que se transformam em testosterona no organismo, indicadas para a reposição de testosterona em homens para o tratamento de vários problemas de saúde relacionados à falta deste hormônio;</li><li><strong>Deca-Durabolin</strong>: tem na sua composição decanoato de nandrolona, indicado para reconstruir tecidos fracos, para aumentar a massa corporal magra ou para aumentar a massa óssea, no caso de doenças como a osteoporose. Além disso, também estimula a formação de glóbulos vermelhos na medula óssea, podendo ser utilizado no tratamento de determinados tipos de anemia;</li><li><strong>Androxon</strong>: este medicamento tem na sua composição undecilato de testosterona, que é indicado para o tratamento do hipogonadismo em homens, uma doença em que os testículos não produzem ou produzem uma quantidade insuficiente de hormônios sexuais.</li></ul><div>Os anabolizantes podem ser comprados em farmácias na forma de comprimidos, cápsulas ou injeções intramusculares, devendo apenas ser usados apenas sob indicação médica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 19:12:43 UTC</pubDate>
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         <title>Efeitos colaterais do uso de anabolizantes</title>
         <author>MariaEduardaAlvesC</author>
         <link>https://padlet.com/MariaEduardaAlvesC/ik4ozk54v74sndkq/wish/1820297435</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso de anabolizantes pode trazer diversos riscos para a saúde, principalmente quando usado sem a orientação médica, sendo os principais:</div><ul><li>Mudanças de humor e euforia logo nos primeiros dias de utilização;</li><li>Surgimento de comportamentos violentos, hostis e anti-sociais e aparecimento de doenças psicológicas como depressão;</li><li>Aumento das chances de câncer de próstata;</li><li>Aumento das chances de doença coronariana;</li><li>Alterações cardíacas;</li><li>Elevação da pressão arterial;</li><li>Calvície precoce;</li><li>Impotência e diminuição do desejo sexual;</li><li>Acne;</li><li>Retenção de líquidos.</li></ul><div>Estes são alguns dos efeitos colaterais que o uso abusivo dos anabolizantes pode trazer para a saúde mental e física, e por isso este tipo de remédios apenas deve ser usado sob indicação médica para o tratamento de doenças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 19:14:42 UTC</pubDate>
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         <title>Detecção do hormônio do crescimento (GH) como doping</title>
         <author>MariaEduardaAlvesC</author>
         <link>https://padlet.com/MariaEduardaAlvesC/ik4ozk54v74sndkq/wish/1820302325</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A aplicação de métodos para detecção de doping por GH depende da capacidade de discriminar entre os níveis anormais em razão do doping e limites fisiológicos normais de circulação do indivíduo, que muda em resposta à administração da droga. A utilidade dos marcadores de abuso do GH depende da identificação dos fatores que regulam a sua concentração no sangue. Dentre outros, destacam-se os fatores demográficos (Locais de origem/desenvolvimento do atleta) que são conhecidos pela influência desses marcadores na população em geral, porém ainda não existe um teste que detecte o uso de GH no anti-doping (STOW <em>et al.</em>,2009).</div><div>&nbsp; &nbsp; Em um grande estudo transversal aplicado em mais de 1000 atletas de elite de 12 países representando 4 grandes grupos étnicos e 10 tipos de esporte, demonstrou que existe uma correlação negativa significativa entre idade e GH, com uma diminuição rápida no início da adolescência. A idade foi a maior contribuição para a variabilidade, equivalente a mais de 80% da variação atribuível aos testes de detecção (IGF-I e os marcadores de colágeno). Os autores concluíram que a idade e o sexo são os principais determinantes da variabilidade dos testes de GH, enquanto a etnia ("raça") e o tipo de esporte tem influência bem menor. Portanto, nos testes baseados em IGF-I e nos marcadores de colágeno deve-se considerar a idade para os homens e mulheres. A etnia e o tipo de esporte não são suscetíveis de serem fatores de confusão para estes marcadores (NELSON, 2009).</div><div>&nbsp; &nbsp; A primeira tentativa de se criar um método capaz de detectar o uso do GH ocorreu em 2000, nos jogos olímpicos de Sidney O projeto foi apresentado por um consórcio europeu de parceiros acadêmicos e industriais e coordenados pelo Prof. Peter Sönksen (United Medical e Faculdade de Odontologia no Guy's e St. Thomas Hospital, Londres). Tal projeto foi chamado de GH-2000 e mais tarde mais grupos de pesquisa se uniram a tal projeto que tinha como base a quantificação de marcadores biológicos para GH (WALLACE <em>et al.</em>,1999; WALLACE <em>et al.</em>,2000; BARROSO <em>et al.</em>, 2009). Outro projeto semelhante foi o GH-2004, que foi finalizado em Janeiro de 2007. Ambos os projetos deram embasamento para a utilização dos marcadores IGF-I e Fração N-terminal do Peptídeo de Pró-colágeno tipo III (P-III-NP) como possíveis marcadores indiretos para detectar a administração de GH (BARROSO <em>et al.</em>, 2009).</div><div><br></div><div><strong>Conclusão</strong></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Diante do exposto, pode-se perceber que a utilização do GH como doping têm crescido consideravelmente não somente entre atletas de elite, mas também de uma forma geral entre freqüentadores de academia, com o intuito errôneo de diminuição de massa gordurosa e ganho rápido de massa muscular e força, melhorando o desempenho físico. A quantificação desta substância, entretanto, ainda requer maiores estudos e investimentos para que possa ser utilizada rotineiramente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 19:18:42 UTC</pubDate>
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         <title>Doping: o polêmico uso de fármacos proibidos no esporte</title>
         <author>MariaEduardaAlvesC</author>
         <link>https://padlet.com/MariaEduardaAlvesC/ik4ozk54v74sndkq/wish/1820316872</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos os anos ocorrem casos de uso de substâncias proibidas por parte de esportistas em diversas modalidades, seja nas olimpíadas ou em outros eventos esportivos. Muitos atletas tentam se sobressair em competições através do uso de drogas ou fármacos que aprimoram suas habilidades e que, quando detectados em testes, resultam na desclassificação do desportista. Essa prática é chamada de <em>doping</em> e é um problema muito mais comum do que parece.<br><br></div><div>Existem cinco classes de substâncias banidas: esteroides anabolizantes androgênicos, hormônios peptídicos (incluindo fatores de crescimento), agonistas beta-2 adrenérgicos, hormônios esteroides e diuréticos. Outras substâncias, como opioides, canabinoides, glicocorticoides, estimulantes e betabloqueadores também são proibidas, assim como diversos métodos envolvendo manipulação sanguínea, física, química ou até mesmo genética.<br><br></div><div>Nesta matéria, citaremos casos envolvendo duas classes diferentes de fármacos, e explicaremos como agem no organismo e de que forma interferem no desempenho esportivo.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Diuréticos<br></strong><br></div><div>Em 30 de outubro de 2009, a ginasta Daiane dos Santos foi suspensa de atividades envolvendo a Ginástica Artística por 5 meses devido ao resultado positivo para <strong>furosemida</strong> no seu teste <em>antidoping</em>. Daiane utilizava a substância não por motivos médicos, mas sim por motivos estéticos, a fim de controlar seu peso. De acordo com as leis da AMA (Agência Mundial Antidopagem), a punição pode ser reduzida ou eliminada se o atleta confirmar que a substância encontrada não foi utilizada para ganhos esportivos ou para mascarar outras substâncias.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br>O nadador César Cielo.<br><br></div><div>No dia 12 de julho de 2011, o nadador César Cielo apresentou resultado positivo para <strong>furosemida</strong> nos seus testes <em>antidoping</em>. No entanto, César explicou que o resultado encontrado pelo teste se deu pela contaminação de um suplemento utilizado por ele (não proibido pela AMA) produzido por uma farmácia em sua cidade natal. Como a quantidade de furosemida encontrada na urina era pequena, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) não puniu o atleta, somente emitindo uma advertência.<br><br></div><div>Diuréticos são fármacos que agem sobre os rins, aumentando a excreção de urina, o que possibilita a diluição de outras substâncias proibidas e dificulta a detecção nos testes de <em>doping</em>. Os diuréticos mais comuns são os que atuam na alça de Henle e inibem o transportador Na<sup>+</sup>-K<sup>+</sup>-Cl<sup>–</sup>, que realiza a captação de íons de volta para a circulação sanguínea. A inibição deste transportador resulta em um maior número de íons no lúmen do néfron, provocando secreção de água por osmose e aumentando o volume de urina. Os principais representantes deste grupo são a <strong>furosemida </strong>e a<strong> bumetanida</strong> e, normalmente, são utilizados para reduzir o edema devido a problemas cardíacos, hepáticos ou renais. É importante lembrar que os diuréticos estão incluídos na lista de fármacos proibidos pela AMA principalmente pela sua capacidade de camuflar o uso de outros compostos, mas também podem ser usados por fisiculturistas, pois a perda de água ajuda na definição dos músculos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Agonistas adrenérgicos<br></strong><br></div><div>Um dos casos mais clássicos foi o de Diego Armando Maradona, ídolo do futebol Argentino, que também foi pego no exame <em>antidoping</em>. O caso aconteceu na Copa de 1994, quando o time argentino já havia vencido de goleada contra Grécia e Nigéria. Maradona já havia se envolvido em escândalos antes com o uso de cocaína, mas queria provar que estava limpo e apto para competir aos seus 33 anos de idade. Entretanto, o teste <em>antidoping</em> acusou o uso de efedrina e mais quatro compostos: <strong>norefedrina</strong>, <strong>pseudoefedrina</strong>, <strong>norpseudoefedrina</strong> e <strong>metaefedrina</strong>. O craque jurou pelas filhas que não havia feito o uso desses fármacos e até acusou a CIA (Agência Central de Inteligência dos EUA) de conspiração. A repercussão foi tanta que culminou com a publicação do livro “Inocente”, que afirma que uma hóstia – isso mesmo, uma hóstia – havia sido batizada com os fármacos e oferecida ao craque durante uma bênção ao time.<br><br>Os agonistas de receptores adrenérgicos compõem tanto aqueles que agem especificamente nos receptores pós-sinápticos alfa ou beta – <strong>fenoterol, formoterol, salmeterol </strong>e<strong> salbutamol</strong>, por exemplo, atuam no receptor beta do tipo 2 – quanto os de ação mista, que atuam sobre receptores de ambos os tipos, como a <strong>efedrina </strong>e a<strong> pseudoefedrina</strong>. Usualmente utilizados como descongestionantes nasais ou antiasmáticos, são substâncias que atuam como vasopressores e broncodilatadores, e conseguem dar um <em>boost </em>no atleta, aumentando sua capacidade respiratória. Esses fármacos têm grande impacto no resultado de esportes aeróbicos de explosão e velocidade, como corridas de 100 metros, ciclismo, natação e, como no caso do Maradona, futebol.<br><br></div><div>É muito comum, em esportes, falar sobre “<em>fair play</em>” – filosofia que preza a conduta ética acima de tudo –, porém ainda hoje o <em>doping</em> é uma prática frequente. Deve-se ter consciência de que o uso de substâncias proibidas em uma competição séria pode ocasionar o fim de uma carreira, conquistada ao longo de muito esforço, suor e dedicação.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 19:30:18 UTC</pubDate>
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         <title>Estimulantes do SNC (sistema nervoso central)</title>
         <author>MariaEduardaAlvesC</author>
         <link>https://padlet.com/MariaEduardaAlvesC/ik4ozk54v74sndkq/wish/1820323318</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Alguns dos proibidos pelo Comitê Olímpico Internacional e Agência Mundial Antidoping (Wada) são: anfetamina, bromantan, cocaína, efedrina, mesocarb, salbutamol, e substâncias similares, sendo mais utilizados por atletas as anfetaminas e a cocaína.<br><br>Os benefícios esportivos pelo uso de estimulantes são a melhora do desempenho por aumento da agressividade e da força, maior e melhor estado de vigília, menor sonolência e fadiga, além de contribuir para a diminuição do tecido adiposo. Os seus riscos potenciais englobam taquicardia e outras arritmias, aumento da pressão arterial, aumento do consumo de oxigênio pelo miocárdio, podendo levar ao infarto agudo do miocárdio por vaso espasmo das coronárias em pessoas susceptíveis, distúrbio do sono, agitação, tremores, falta de coordenação motora e aumento significativo da incidência de arritmias ventriculares induzidas por isquemia miocárdica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 19:36:04 UTC</pubDate>
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