<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Porífero e cnidários by Mikaelle Vitória da Silva Alencar</title>
      <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4</link>
      <description>Publique o seu blogue!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-09 22:22:28 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-18 01:25:28 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4bb.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Poríferos </title>
         <author>mikaellealencar08</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2987253297</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Os poríferos&nbsp;<br></em></strong><br></div><div>-&gt; são animais simples e não possuem órgãos<br>-&gt; são globosos ou achatados <br>-&gt; sua coloração é variável <br>-&gt; digestão intracelular<br><br><strong><em>Reprodução<br><br></em></strong>-&gt; sexuadas e assexuadas<br>• brotamento&nbsp;<br>•fragmentação<br>•gemulação&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2473273973/f225adaece455cd4cb28aa46895ac96b/IMG_6085.jpg" />
         <pubDate>2024-05-09 22:35:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2987253297</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cnidários </title>
         <author>mikaellealencar08</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2987261160</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Os Cnidários <br></em></strong><br>-&gt;são animais acelomados <br>-&gt; sistema digestivo incompleto.<br>-&gt;digestão intracelular <br>-&gt;simetria radial <br><br><strong><em>Medusas <br></em></strong>As medusas são de vida livre.<br><br><strong>Pólipos<br></strong>Os pólipos são sésseis, são fixados em algum lugar.<strong><em><br><br></em></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2473273973/0c05e8d183cc3023b306f279edc35446/IMG_6086.jpg" />
         <pubDate>2024-05-09 22:52:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2987261160</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Novos compostos descobertos em esponja-do-mar têm efeito contra bactérias resistentes</title>
         <author>mikaellealencar08</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2992510368</link>
         <description><![CDATA[<div>•<em>Um grupo liderado por pesquisadores da USP, em São Carlos, identificou uma série de compostos bioativos em uma esponja marinha coletada no arquipélago de Fernando de Noronha.<br></em><br></div><div>•<em>Algumas substâncias se mostraram capazes de matar bactérias resistentes aos antibióticos atualmente disponíveis, o que abre caminho para o desenvolvimento de novos fármacos</em>.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2473273973/0aebfcb58e22b415b477586b58809d27/IMG_6215.jpg" />
         <pubDate>2024-05-14 13:32:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2992510368</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mikaellealencar08</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2992519227</link>
         <description><![CDATA[<div>• No estudo publicado agora, as substâncias com maior potencial terapêutico foram três diferentes tipos de ageliferinas, nome advindo do gênero da <strong>esponja-do-mar Agelas</strong>.</div><div><br></div><div>“Outro fator importante é a capacidade das esponjas de armazenar substâncias de microrganismos simbiontes, que também as ajudam a se defender.”&nbsp;</div><blockquote>explica Roberto Berlinck, professor do IQSC e coordenador do estudo.&nbsp;</blockquote><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2473273973/0bfbfbde7c8dd15a2867134aebeaaf34/IMG_6217.jpg" />
         <pubDate>2024-05-14 13:39:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2992519227</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cnidários (corais)</title>
         <author>araujomaa13</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2994781426</link>
         <description><![CDATA[<p>Os corais, formados por pólipos da Classe Anthozoa, do filo Cnidaria, possuem um corpo com boca rodeada por tentáculos urticantes, mesogleia gelatinosa e esqueleto de calcário. Este último, composto principalmente por carbonato de cálcio, conecta os pólipos e sustenta a colônia, formando a base dos recifes. Assim, os corais desempenham um papel fundamental na formação e manutenção dos recifes, contribuindo para a diversidade dos ecossistemas marinhos e protegendo as costas da erosão. Portanto, podemos destacar que os corais são essenciais para a saúde dos oceanos e para a vida marinha.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2486872685/9ca2c2cbba442004dccf1202199a4589/image.png" />
         <pubDate>2024-05-15 21:13:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2994781426</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Branqueamento de corais</title>
         <author>araujomaa13</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2994789976</link>
         <description><![CDATA[<p>Os recifes de corais são ecossistemas marinhos ricos em biodiversidade, comparáveis às florestas tropicais. Os corais, com seus esqueletos calcários, mantêm uma relação simbiótica com as algas zooxantelas, que lhes fornecem nutrientes e cor. No entanto, o branqueamento de corais, causado por estresses ambientais, pode levar à perda dessa coloração. Portanto, é vital preservar os recifes de corais para garantir a saúde dos ecossistemas marinhos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2486872685/a4d8c5aaf548bf427d240d2c83f9753f/image.png" />
         <pubDate>2024-05-15 21:25:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2994789976</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poriferos: Esponjas do mar</title>
         <author>araujomaa13</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2994795135</link>
         <description><![CDATA[<p>As esponjas do mar são animais aquáticos pertencentes ao filo Porifera, conhecidos por sua aparência porosa e sua capacidade de filtrar água. Elas são os animais mais simples e primitivos do reino animal, não possuindo tecidos verdadeiros ou órgãos especializados. Em vez disso, seus corpos são compostos por células especializadas que desempenham funções específicas, como captura de alimentos e troca gasosa. As esponjas do mar desempenham um papel importante nos ecossistemas marinhos, fornecendo habitat para outros organismos e ajudando na filtragem e limpeza da água.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2486872685/97a087e8440aeb5d7f089350f91e3b52/image.png" />
         <pubDate>2024-05-15 21:34:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2994795135</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Molécula de esponja marinha inibe crescimento de câncer de colo do útero.</title>
         <author>manuellasilva18062008</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2996519610</link>
         <description><![CDATA[<p>Cientistas dos EUA, da Indonésia e da Malásia descobriram que a molécula manzanina A, produzida por uma esponja marinha encontrada na Baía de Manado, na Indonésia, é capaz de interromper o crescimento de células cancerígenas no colo do útero.</p><p><br></p><p> Os resultados do estudo foram publicados no Journal of Natural Products e, segundo os pesquisadores, podem abrir portas para a criação de novos tratamentos para a doença. "Os produtos naturais levaram ao desenvolvimento de grande parte de nossas terapias com antibióticos, anti câncer e para controle da dor", explicou Mark T. Hamann, professor do Departamento de Descoberta de Drogas e Ciências Biomédicas da Universidade Médica da Carolina do Sul e um dos autores do trabalho científico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/04/04/molecula-de-esponja-marinha-inibe-crescimento-de-cancer-de-colo-do-utero.htm" />
         <pubDate>2024-05-16 21:16:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2996519610</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cientistas alemães descobrem como esponjas gigantes crescem nas profundezas do Ártico.</title>
         <author>manuellasilva18062008</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2996522811</link>
         <description><![CDATA[<p>Um grupo de cientistas alemães descobriu recentemente como as esponjas marinhas gigantes conseguem se desenvolver nas águas geladas e profundas do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/ultimas-noticias/tag/artico/"><strong>Oceano Ártico</strong></a>. De acordo com as pesquisas, esses poríferos sobrevivem se alimentando de restos de vermes e animais extintos há milhares de anos.&nbsp;</p><p><br></p><p>A descoberta das esponjas no Ártico aconteceu quando alguns pesquisadores começaram a tirar fotos e filmar as profundezas do gelo. O objetivo era realizar a exploração do local e buscar novas formas de vida. Com isso, conseguiram fotografar a presença de poríferos no fundo do oceano.</p><p><br></p><p>A grande quantidade de esponjas em um local com temperaturas extremamente frias, com pouco acesso a recursos alimentares e baixa quantidade de luz chamou a atenção dos pesquisadores. Além disso, o tamanho dos animais era considerável. De acordo com Teresa Morganti, do Instituto Max Planck de Microbiologia Marinha, em Bremen, na<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/ultimas-noticias/tag/alemanha/"><strong> Alemanha</strong></a>, alguns destes poríferos chegavam até um metro de diâmetro.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://gauchazh.clicrbs.com.br/tecnologia/noticia/2022/02/cientistas-alemaes-descobrem-como-esponjas-gigantes-crescem-nas-profundezas-do-artico-ckzo5jgls00260188qujdnvls.html" />
         <pubDate>2024-05-16 21:22:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2996522811</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cientistas de SP criam estrutura para enxertos ósseos com colágeno de esponjas marinhas.</title>
         <author>manuellasilva18062008</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2996525142</link>
         <description><![CDATA[<p>Os cientistas extraíram o colágeno da esponja marinha, fizeram a prospecção para identificar o bioativo e realizaram uma série de testes biológicos para comprovar a bio compatibilidade do colágeno marinho e sua capacidade de acelerar o processo de reparo dos tecidos.</p><p><br></p><p>“A composição desse colágeno da esponja é muito similar à composição do colágeno dos vertebrados. Por conta dessa similaridade, e já havendo uma série de referências na literatura sobre a utilização do colágeno em diversos processos regenerativos, conseguimos identificar e processar o material e usá-lo na produção de membranas e estruturas para enxerto ósseo”, acrescenta a pesquisadora.</p><p>Renno afirma que um ponto crucial para conseguir ultrapassar a fase de laboratório e seguir para os testes clínicos é a otimização do rendimento da extração. “Estamos testando e comparando protocolos para que possamos otimizar a extração dos bioativos das amostras e, futuramente,&nbsp;ter realmente um produto que chegue ao mercado e beneficie a população”, enfatiza.</p><p><br></p><p>As esponjas foram coletadas na Praia Grande de São Sebastião, graças a uma cooperação do Labetec com o Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (CEBImar-USP).</p><p><br></p><p>“Elas são coletadas por mergulhadores, com uma espátula, a uma profundidade de cinco metros. Colocamos em água salgada e trazemos para o laboratório rapidamente, para fazer o processamento, pois elas duram no máximo um dia”, diz. No laboratório, as amostras são processadas, higienizadas e estocadas até que chegue o momento de fazer a extração.</p><p><br></p><p>“O ideal seria cultivá-las, para que não tenhamos de retirá-las da&nbsp;natureza. É possível cultivá-las em aquários, mas esses animais são muito sensíveis, são filtradores. E também há a alternativa de cultivá-los no mar mesmo. Neste caso, a possibilidade de sucesso é maior, porque é o hábitat deles, mas nosso grupo ainda não está trabalhando com o cultivo no mar. </p><p><br></p><p>Estamos tentando o cultivo em aquários, onde conseguimos controlar temperatura, composição da água e outras variáveis, para obtenção de uma amostra homogênea e padronizada para extrair o colágeno”, detalha.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://agencia.fapesp.br/cientistas-criam-membrana-cutanea-e-estrutura-para-enxertos-osseos-com-colageno-de-esponjas-marinhas/34093" />
         <pubDate>2024-05-16 21:27:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2996525142</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&#39;Água-viva&#39; gigante é encontrada em praia da Dinamarca</title>
         <author>eveloso1910</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998044367</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma espécie de "água-viva" gigante foi encontrada em uma praia da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/dinamarca/">Dinamarca</a>, informaram os pesquisadores do Aquário de Øresund na segunda-feira (6).</p><p>O animal, que pertence ao filo dos cnidários, é de uma espécie conhecida como <em>Brændegoplen </em>(bombeiro, em dinamarquês) e é típica do mar do ártico.</p><p>Segundo os oceanólogos do aquário, os "bombeiros" que vivem no litoral dinamarquês são bem menores que o descoberto nesta semana, chegando a ter até 30 cm de diâmetro.</p><p>No entanto, os especialistas explicaram que exemplares ainda maiores - de até 2 metros de diâmetro - já foram registrados vivendo em regiões mais profundas do mar do ártico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/12/08/agua-viva-gigante-e-encontrada-em-praia-da-dinamarca.ghtml" />
         <pubDate>2024-05-17 23:54:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998044367</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CNIDÁRIOS</title>
         <author>eveloso1910</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998044911</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-17 23:55:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998044911</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estudo afirma que humanos compartilham genes com esponjas do mar</title>
         <author>eveloso1910</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998047526</link>
         <description><![CDATA[<p>Pode ser que a humanidade descenda do macaco, mas cientistas australianos encontraram provas de relações muito mais estreitas do homem com o solo submarino, em um estudo que revela que as esponjas do mar compartilham quase 70% de genes com os humanos.</p><p>A sequência genética das esponjas do mar na Grande Barreira de Recifes da Austrália mostrou que esse animal aquático invertebrado compartilha muito de seus genes com os humanos, incluindo um grande número de genes associados com doenças como o câncer.</p><p>A descoberta pode proporcionar novas bases de descobertas em relação ao câncer e a pesquisas com células-tronco, afirmou o chefe do estudo, Bernard Degnan, da Universidade de Queensland, Austrália.</p><p>"As esponjas têm o que consideramos o 'Santo Graal' das células-tronco", afirmou Degnan.</p><p>Explorar as funções genética das células-tronco das esponjas poderá revelar "relações profundas e importantes" con os genes que influenciam a biologia das células-tronco humanas.</p><p>"Pode, inclusive, modificar a forma em que pensamos nossas células-tronca e como poderíamos usá-las em futuras aplicações médicas", explicou.</p><p>O estudo, publicado pela revista Nature esta semana, é o resultado de mais de cinco anos de pesquisas de uma equipe internacional de cientistas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/08/estudo-afirma-que-humanos-compartilham-genes-com-esponjas-do-mar.html" />
         <pubDate>2024-05-18 00:04:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998047526</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PORÍFEROS</title>
         <author>eveloso1910</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998047655</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-18 00:05:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998047655</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esponjas e fungos produzem substâncias promissoras contra câncer e malária</title>
         <author>raissaferreirati</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998067853</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Tendo desenvolvido mecanismos de proteção química ao longo da evolução, invertebrados são fortes candidatos a serem portadores de moléculas de interesse para a ciência.</em></p><p><br/></p><p>“Nós estudamos organismos do mar, como esponjas, moluscos, fungos, briozoários e demais invertebrados em busca de substâncias interessantes para o desenvolvimento de fármacos”, explica Roberto Berlinck, professor do IQSC e coordenador do grupo fundado em 2000.</p><p><br/></p><p>Por meio de mergulhos, coletas e análises detalhadas em laboratório, os cientistas investigam a bioatividade de substâncias extraídas dos animais para testá-las em células doentes.</p><p><br/></p><p>Um dos trabalhos em andamento no grupo do IQSC é o da pós-doutoranda Camila Crnkovic. Em sua pesquisa, ela estuda a produção das fomactinas, substâncias obtidas a partir do fungo <em>Biatriospora sp.</em>, encontrado dentro da esponja marinha&nbsp;<em>Dragmacidon reticulatum</em>, no litoral de São Sebastião (SP). Entre outras funções, as fomactinas possuem ação anticâncer, inibindo o crescimento de células cancerígenas depois de tratamentos por quimioterapia ou radioterapia.</p><p><br/></p><p>Formada em Farmácia, Camila sempre carregou o interesse em atuar nessa área de pesquisa: “O apelo de procurar novos medicamentos é muito motivante para mim. Quando você começa a estudar a química de produtos naturais, tem muita coisa diferente, cada organismo produz um tipo de substância, cada classe de molécula tem uma atividade biológica diferente que pode virar um fármaco. Tudo fica mais atraente por toda essa diversidade”, diz a pós-doutoranda, que realiza sua pesquisa em parceria com Leandro Oliveira, mestrando do IQSC e o mais novo integrante do grupo de pesquisa. Apesar do pouco tempo de casa, o jovem, que veio da cidade de Cássia, do sul do Estado de Minas Gerais, já se sente respaldado pela equipe: “Embora tudo ainda seja novo para mim, a experiência está sendo incrível. A pesquisa no IQSC é muito bem estruturada e o grupo totalmente acolhedor’, afirma.</p><p><br/></p><p>Moléculas promissoras no combate ao câncer também foram localizadas em esponjas coletadas na foz do Rio Amazonas, bioma descrito em 2016. Em meio à diversidade local, elas chamaram a atenção por serem abundantes, despertando em Vítor Feire, doutorando do IQSC, o interesse em estudá-las.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/esponjas-e-fungos-produzem-substancias-promissoras-contra-cancer-e-malaria/" />
         <pubDate>2024-05-18 01:01:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998067853</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Superpopulação de cnidários</title>
         <author>raissaferreirati</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998071320</link>
         <description><![CDATA[<p>As águas-vivas, animais pertencentes ao Filo Cnidaria, costumam ser o terror de alguns banhistas, em todo o mundo, já que possuem estruturas urticantes, capazes de causar sérias queimaduras.<br><br>Dados confirmam que, nos últimos anos, esses animais têm sido vistos com maior frequência, e também em maior quantidade. No Japão, por exemplo, desde 2002, a superpopulação das águas-vivas da espécie <em>Nemopilema nomurai</em> compromete a pesca: uma das principais atividades econômicas do país. Com tamanho que varia entre um e dois metros de diâmetro, e mais de duzentos quilos, são capazes de destruir redes de pesca, matar peixes e, como era de se esperar, ferir seres humanos. Esse fenômeno, hoje de frequência anual, ocorria anteriormente em intervalos de 40 em 40 anos.<br></p><p>Acredita-se que esses eventos têm ocorrido com maior frequência em razão do aumento da temperatura das águas, relacionado às mudanças climáticas, e também em consequência da pesca indiscriminada, já que, com a redução da população de peixes, a disponibilidade de alimentos passa a ser maior, aumentando as possibilidades de sobrevivência e de reprodução dos cnidários. Além disso, a caça de seus principais predadores, as tartarugas marinhas, também propicia o descontrole de sua população.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/superpopulacao-cnidarios.htm" />
         <pubDate>2024-05-18 01:11:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mikaellealencar08/ijq0w8x5hmsfgjh4/wish/2998071320</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
