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      <title>Portefólio das aprendizagens da Beatriz silva by Beatriz Silva</title>
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      <description>“O sucesso é a soma de pequenos esforços repetidos dia após dia” Robert Collier.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-05 09:29:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aluna: Beatriz sousa braga da silva (a64647)</p><p>Nome do projeto: Portefólio das aprendizagens da Beatriz silva</p><p>Disciplina: Introdução aos Estudos Literários</p><p>Professora: Fernanda Monteiro Vicente</p><p>Local e data: Bragança </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 09:31:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3352230290</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá! O meu nome é Beatriz Silva , tenho 20 anos e sou de Braga . </p><p>Concluí o secundário e concorri ao Curso Nacional do Ensino superior.</p><p>Atualmente, sou estudante do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) no curso de Educação Básica . </p><p>Acredito que a educação é a chave para a construção de um futuro mais justo e inclusivo, e é com esse propósito que sigo o meu percurso académico e profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 09:33:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3352232416</link>
         <description><![CDATA[<p>“O sucesso é a soma de pequenos esforços repetidos dia após dia” Robert Collier.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 09:35:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>promover o desenvolvimento reflexivo dos/as alunos/as;</strong></p></li><li><p><strong>estimular o processo de enriquecimento conceptual;</strong></p></li><li><p><strong>fundamentar os processos de reflexão para a ação;</strong></p></li><li><p><strong>estimular a originalidade e criatividade individuais;</strong></p></li><li><p><strong>contribuir para a construção individual do conhecimento.</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 09:38:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Proporcionar feedback imediato</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Ser elaborado pelo próprio aluno</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Respeitar as diferenças individuais</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Orientar a individualização do ensino e a variabilidade didática</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Desenvolver a capacidade de organização do/a aluno/a</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Favorecer a autoavaliação discente</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Promover maior interação entre professora e aluno/a</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Concentrar a atenção nas tarefas mais significativas</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Favorecer a utilização de múltiplas linguagens</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Expressar o antes e o depois, mediados por uma transformação.</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Propiciar a autoavaliação docente</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Desenvolver o hábito de registro sistemático.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 09:39:06 UTC</pubDate>
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         <title>Aula nº1</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3352248807</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula nº1, realizamos um trabalho em grupo que teve como foco a análise duma passagem de texto. O nosso grupo ficou com o texto 3 , "Lusa, 15/02/2025 10:31 ‧ ontem, País, Açores". </p><p>Tínhamos como objetivo avaliar se ele poderia ser considerado literário ou não, assim, discutindo em conjunto os elementos presentes, como linguagem, estilo, e possíveis sentidos simbólicos ou estéticos. </p><p>A partir dessa análise, justificamos as nossas perceções, argumentando com base nos critérios definidos em aula. </p><p>Após essa etapa, cada grupo apresentou as suas conclusões à turma, expondo as suas opiniões e ouvindo as opiniões dos restantes colegas, o que possibilitou um debate enriquecedor sobre os limites e características da literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 09:49:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1: texto 3 – trabalho de grupo em aula:  </title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3352250286</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto 3 não é um texto literário, mas é uma notícia, as características que a tornam uma notícia são: ser um texto meramente informativo sobre um acontecimento, o autor é neutro em relação ao conteúdo noticiado, normalmente serve para chamar atenção do leitor sobre a informação.&nbsp;</p><p>No texto apresentado, o leitor é informado sobre um sismo e sobre a hora, localização e intensidade. Seguidamente, o autor da notícia informa sobre as características da escala de Richter e da escala de Mercalli Modificada.&nbsp;</p><p>O leitor pode-se sentir, diante desta notícia, alarmado, preocupado, crítico, etc.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 09:50:47 UTC</pubDate>
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         <title>Aula nº2</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3352265965</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula nº2, realizamos um trabalho em grupo que se dividiu em duas partes. Inicialmente, durante uma hora fora da sala de aula, cada grupo analisou um texto que continha vários conceitos sobre a literatura. Após a leitura cuidadosa, desenvolvemos uma ficha cujo objetivo era responder às questões propostas, aplicando os conhecimentos discutidos. Ao fim desse tempo, o líder de cada grupo dirigiu-se à turma, juntamente com os outros líderes, para responder às perguntas feitas pela professora, partilhando as conclusões do grupo.</p><p>Na segunda parte da aula, já de volta à sala, a professora leu excertos de diferentes textos, e um elemento de cada grupo teve de se posicionar junto ao papel "literário" ou "não literário", justificando a sua escolha perante a turma. Para finalizar, organizados em grupos maiores — formados pelas filas da sala — cada pessoa contribuiu com um argumento que defendia a literariedade do texto, promovendo um debate dinâmico e colaborativo. A atividade permitiu não só consolidar os conceitos de literatura, como também desenvolver a capacidade crítica e a comunicação em grupo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 10:05:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3352267142</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tarefa 2: Linguagem Literária e literariedade:</strong>&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Conceito:</strong> A definição da literatura tem sido feita com base na especificidade da linguagem literária. Os movimentos literários participam da convicção de que a linguagem da literatura contém algumas marcas linguísticas particulares e especificas, marcas que esses movimentos pretenderam justamente depreender, identificar e definir.&nbsp;</p><p><strong>Formalistas russos: </strong>os formalistas russos defendiam que a linguagem literária tinha de se distanciar dos estereótipos, dos lugares-comuns, da linguagem desgastada pelo uso quotidiano, assim capazes de provocar a sensação de <em>estranhamento.</em>&nbsp;</p><p><strong>Estruturalistas Checos: </strong>os estruturalistas checos referiam o processo de <em>desautomatização</em> da linguagem literária. Baseavam-se na noção de <em>desvio</em>, segundo a ideia de que um estado de espírito excecional, inabitual, correspondia um afastamento da linguagem mais comum.&nbsp;</p><p><strong>Estilística: </strong>Estilística é a parte da gramática que se ocupa dos elementos expressivos de uma língua. A linguagem contém significações mais racionais e outras mais afetivas e receava que certas práticas, como a paráfrase, reduzisse o texto ao seu conteúdo intelectual esquemático, negligigia-se as significações afetivas, etc..&nbsp;</p><p><strong>New Criticism: </strong>Desenvolveu a consciência de <em>ambiguidade</em> da mensagem literária, quer resulte da pluralidade significativa, quer resulte da pluralidade significativa dos termos, quer ainda provenha do potencial de significações nunca esgotado numa obra.&nbsp;</p><p><strong>Hermenêutica: </strong>Desenvolveu uma compreensão sobre a ambiguidade presente na mensagem literária, seja pela diversidade de significados das palavras, pela complexidade paradoxal dos símbolos, ou ainda pela capacidade de significados que nunca se esgota em uma obra, algo que a hermenêutica destaca e a estética da recessão investigou.&nbsp;</p><p><strong>Estética da Receção: </strong>Estética da recessão explora a compreensão da ambiguidade na mensagem literária que foi aprimorada, seja pela diversidade de significados contidos nas palavras, pela natureza paradoxal dos signos, ou pela possibilidade de interpretações sempre renovadas em uma obra.&nbsp;</p><p><strong>Estruturalismo:</strong> No âmbito do estruturalismo Jakobson foi mais longe, procurando encontrar a chave linguística da literariedade ou da poeticidade dos textos. Retomando uma problemática muito antiga, a da literatura como <em>discurso ornado, sermo pulchrior,</em> ou, noutros termos, um <em>desvio</em> em relação á norma.&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Poética de Aristóteles:</strong> A poesia de Aristóteles considera que a linguagem da tragédia não deve ser corriqueira, mas nobre, afastada do vulgar.&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Barroco, Simbolismo e Decadentismo: </strong>Eles pretendem-se distanciar –se da linguagem vulgar, comum, adotando formas que as enriqueçam, ornamentem e estilizem ou diferenciem. Assim, procurando um uso mais belo, mais puro ou simplesmente desviado da linguagem comum.&nbsp;</p><p><strong>Romantismo: </strong>Corrente que tem como objetivo uma relação mais direta, fiel e transparente a realidade do mundo físico e social.&nbsp;</p><p><strong>2. Função Poética da Linguagem (Roman Jakobson):</strong>&nbsp;</p><p><strong>O que é: </strong>A função poética não anda muito longe das caracterizações da linguagem literária aludidas, as quais acentuavam a espessura do texto em si mesmo e salientavam os processos verbais que obrigam á concentração da perceção nesse mesmo texto.&nbsp;</p><p><strong>Formalistas russos: </strong>A primeira fase na discussão da teoria de V. Aguaria e silva.&nbsp; Assim, tem lugar o âmbito do formalismo russo e dos primeiros trabalhos do círculo linguístico de Praga.&nbsp;</p><p><strong>Círculo Linguístico de Praga:</strong> A função poética ou função estética do limita-se a chamar a atenção para o próprio texto, que ganha deste modo valor autónomo, passando para segundo plano as finalidades instrumentais, dominantes noutros usos da linguagem.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Semiótica (Hjelmslev): </strong>Teorias semióticas sobre a conotação ou sobre o sistema de simbolização secundário.&nbsp;</p><p><strong>Lotman: </strong>Apresenta a linguagem literária tendo por base a linguagem normal ou neutra e criando sobre ela uma «zona de periferia excecional», uma atmosfera ou simplesmente conotativa, vão no mesmo sentido, pois esses níveis resultam do efeito «autodemitido e Endo-referencial» da mensagem, ou seja, de uma mensagem que chama a atenção sobre si mesma.&nbsp;</p><p><strong>Jakobson: </strong>Formula a teoria de forma mais fundamentada, inserindo a função poética no âmbito das seis funções da linguagem. Neste mesmo estudo, Jakobson estabelece um critério rigoroso para a determinação dessa função poética: «a função poética projeta o princípio da equivalência do eixo da seleção sobre o eixo da combinação».&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 10:06:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aula nº3</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3352276985</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula do dia 4/05/2025 iniciou-se com a realização da tarefa proposta pela professora no IPB Virtual, que tinha como objetivo caracterizar diferentes textos, enquadrando-os no campo literário ou não literário e justificando essas classificações. O nosso grupo não chegou a desenvolver esse trabalho previamente, mas, durante a aula, anotamos as respostas discutidas.</p><p>Na segunda parte da aula, trabalhamos em grupo numa atividade que consistia em ler textos relacionados com a literatura enquanto instituição e responder às questões projetadas pela professora. Estas atividades decorreram durante cerca de 20 a 25 minutos, promovendo a colaboração entre os colegas. Ao terminar desse tempo, cada grupo selecionou um líder responsável por apresentar as conclusões e respostas elaboradas.</p><p>A aula permitiu reforçar a compreensão dos critérios que definem a literariedade e explorar a literatura sob a perspetiva institucional, ao mesmo tempo que estimulou o trabalho em equipa e a capacidade de expressão oral.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 10:14:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3352280068</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tarefa 2: De acordo, com as atividades realizadas, integra ou não os textos propostos no campo literário português justificando fundamentadamente.</strong></p><p>&nbsp;</p><p>No texto1, podemos <strong>inserir na literatura medieval portuguesa, pois, apresenta algumas características típicas desse período</strong>, como o uso de uma<strong> linguagem arcaica,</strong> por exemplo, “pam” em vez de pão, “geolhos” em vez de joelhos e “cousas” em vez de coisas.&nbsp;</p><p>Outro traço marcante é a <strong>presença do sofrimento,</strong> uma vez que aborda <strong>a miséria, a fome e a dor vivida pelo povo</strong> “Toda a cidade era dada a nojo” utiliza “nojo” com o significado de tristeza profunda.&nbsp;</p><p>Por último, podemos destacar a <strong>religião também desempenha um papel central no texto</strong>, isto é visível em passagens como: “Ó quantas vezes encomendavam nas missas e pregações que rogassem a Deus devotamente pelo estado da cidade”.&nbsp;</p><p>Em suma, podemos afirmar que o texto ilustra bem a forma como a literatura medieval refletia características de estilo, temáticas evalores morais, como a linguagem antiga, a dor humana e a centralidade da religião.&nbsp;</p><p><br/></p><p>No texto 2, também temos um <strong>enquadramento na literatura portuguesa renascentista, estando escrito em galego-português.</strong>&nbsp;</p><p>A obra <strong>reflete o impacto do humanismo renascentista</strong>, que valorizava o estudo da condição humana e a exploração das emoções e sentimentos. O <em>amor </em>surge como tema central, sendo descrito como uma força intensa e enigmática, capaz de desafiar regras e normas. Isto é exemplificado na frase: “El vuestro Alexo muerese d’amores”.&nbsp;&nbsp;</p><p><br/></p><p>Este texto 3<strong> faz parte da literatura portuguesa, mas também da literatura espanhola.</strong> Assim <strong>tratando-se de uma glosa, um tipo de poema tradicional da Península Ibérica.</strong> A principal dificuldade de integrar este texto na literatura portuguesa é o facto de estar escrito em espanhol.&nbsp;</p><p><br/></p><p>O texto 4, <strong>pertence à literatura portuguesa e é um exemplo claro da poesia de Fernando Pessoa, marcada por um lirismo subjetivo.</strong> O poema procura expressar emoções e sentimentos pessoais através da palavra poética. A repetição de expressões como “Far away, far away” reforça o sentimento de saudade, afastamento e melancolia, transmitindo a ideia de um amor inalcançável. Embora esteja escrito em inglês, isso não é considerado um problema, mas sim uma característica particular da obra pessoana.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Para finalizar, o texto <strong>5 pertence à literatura portuguesa, mas está ligado à literatura brasileira. </strong>A obra aborda principalmente as relações interpessoais e a forma como as emoções podem ser mais poderosas do que as normas sociais ou promessas formais. A personagem da Andorinha, ao fazer um juramento, demonstra o conflito entre o que é socialmente esperado dela e o que realmente sente, gerando uma reflexão sobre a verdadeira natureza da lealdade e do compromisso.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 10:15:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3356853565</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A literatura como expressão:&nbsp;</strong>&nbsp;</p><p><strong>Capítulo I. Práticas de sociabilidade literária em Portugal no século XVII: contributos para a constituição do «Campo Literário» | As instituições literárias em Portugal no século XIX.</strong>&nbsp;</p><ol><li><p>Como as academias literárias contribuem para a construção da identidade nacional.&nbsp;</p></li></ol><p>As academias literárias contribuem igualmente para a gradual autonomia do literário e consagração do escritor, como personagem da vida social, outras instâncias tais como o desenvolvimento do mercado de obras e bens culturais, a imprensa, o alargamento do público-leitor, a censura, os debates sobre poética e o movimento de valorização das línguas vernáculas.&nbsp;</p><ol start="2"><li><p>De que forma o mecenatismo influencia o projeto e a disseminação iteraria.&nbsp;</p></li></ol><p>O movimento chega até nós por influência direta do que se passa em Itália, onde, com o desenvolvimento dos estudos clássicos, as academias se constituem como agremiações de sábios e eruditos que se dedicam ao culto das artes, das letras e das ciências.&nbsp;</p><ol start="3"><li><p>&nbsp;Qual era o objetivo das academias literárias no sec. XVII?&nbsp;</p></li></ol><p>Permitem, de um ponto de vista conceptual, compreender melhor as condições sociais em que se estrutura a atividade literária em Portugal, num contexto específico – de certo modo homólogo do descrito por Vaila para a França da primeira metade do século XVII – onde se movimentam e intervêm de forma decisiva os letrados ligados aos círculos académicos eborenses.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>A singularidade deste movimento é que a sua génese reside na iniciativa privada (de alguns membros do clero, da nobreza e da burguesia) e o respetivo desenvolvimento decorre de forma independente em relação aos circuitos oficiais de criação e reprodução de cultura, tradicionalmente as universidades, os conventos e a corte.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><ol start="4"><li><p>Como as práticas da saciabilidade literárias como salões e cafés empacaram o desenvolvimento literário?&nbsp;</p></li></ol><p>Também jantares literários e salões podem ser encarados como instituições literárias e também apresentam um caráter e uma origem deveras aristocrática. Subsistem, entretanto, mesmo diante do avanço burguês e muitas vezes passam a ser presididos por novos-ricos desejosos de reconhecimento e prestígio ou por recém-nobilitados advindos da burguesia. Esta, entretanto, buscará no Estado um aliado para a difusão de seus interesses políticos no que se refere ao âmbito da cultura, nomeadamente o nacionalismo. Sua admiração pela arte é mais uma questão de elegância que de sinceridade, por isso não pode possuir o cosmopolitismo da aristocracia do século XVIII. Mais que isso, seus interesses econômicos e políticos são distintos e caminham em direção ao protecionismo como modo de garantir o amplo domínio do mercado interno. Ora, também seu gosto artístico irá neste sentido e a cultura servirá de justificativa ideológica para desejos e interesses de outra ordem.&nbsp;</p><ol start="5"><li><p>Qual é a relação entre o mecenatismo e a autonomia do campo literário?&nbsp;&nbsp;</p></li></ol><p>A conquista da autonomia literária está ligada à superação progressiva do mecenatismo, permitindo que a literatura se firme como um espaço relativamente independente, regido pelas suas lógicas internas. No entanto, é importante destacar que essa autonomia nunca é absoluta, já que a literatura continua sujeita a dinâmicas de mercado, políticas culturais e sociais, revelando que ainda persiste uma tensão entre liberdade criativa e condicionamentos externos, embora em novas formas.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-08 15:13:09 UTC</pubDate>
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         <title>tarefa 3 - parte 2</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3356865334</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><ol><li><p>Como surgiu a tradição dos prémios literários em Portugal?&nbsp;</p></li></ol><p>&nbsp;Só começou no séc. XX e com ele bem entrado. Antes do Estado Novo não há prémios em Portugal – ou os que existem são pontuais, circunscritos a eventos especiais e não têm qualquer expressão no meio literário. Só com a estabilização da ditadura e a criação do Estado Novo surgem entre nós os primeiros prémios literários e artísticos com clara dimensão social.&nbsp;</p><ol start="2"><li><p>Qua impacto os prémios têm na carreira dos escritores?&nbsp;</p></li></ol><p>Um dos impactos que os escritores sentem ao receber um prémio é a sanção da qualidade duma obra e dum autor. Em relação&nbsp;aos mecanismos – crítica e história da literatura e da arte, jornais e revistas, polémicas. &nbsp;</p><p>A atribuição de prémios pelo SPN veio mostrar que o Estado se passou a atribuir o direito de consagrar uma obra e um autor impondo-se como árbitro do valor artístico e literário.&nbsp;</p><ol start="3"><li><p>A atribuição dos prémios reflete necessariamente qualidade literária?&nbsp;</p></li></ol><p>Não, pois a grande maioria destes prémios são pagos com dinheiro do Estado – Ministério da Cultura, autarquias, escolas e universidades públicas – o que não quer dizer que estes prémios tenham hoje a mesma função que tinham no tempo do Estado Novo.&nbsp;</p><p>O Estado recuou assim nas funções que antes se atribuía e passou apenas a ver-se como “mecenas”, que fomenta as letras, mas nada exige em troca, deixando essas exigências para as organizações representativas dos autores. São elas que elaboram os regulamentos, que fornecem os conteúdos e que formam os júris. O Estado aparece apenas na retaguarda, cumprindo o seu papel de “mecenas” – e de mecenas desinteressado, embora exija que o seu nome figure também no prémio.&nbsp;</p><ol start="4"><li><p>Como os prémios literários podem ser usados como instrumentos políticos e ideológicos?&nbsp;</p></li></ol><p>Os prêmios literários, longe de serem apenas celebrações do talento artístico, muitas vezes funcionam como instrumentos políticos e ideológicos, influenciando tanto o campo literário quanto o debate público. A sua dimensão política se manifesta, antes de mais, na consagração de determinadas narrativas em detrimento de outras. Às primeiras obras que refletem valores dominantes — seja nacionalismo, uma certa visão histórica ou ideológica —, esses prémios ajudam a consolidar discursos hegemónicos, reforçando a autoridade cultural de certas vozes em vez de promover um diálogo mais amplo e diversificado&nbsp;</p><ol start="5"><li><p>Qual é a relação entre mecenatismo e prémios literários?&nbsp;</p></li></ol><p>A relação entre mecenatismo e prémios literários é profunda e complexa, pois ambos partilham a ideia de promover e financiar a criação artística, embora o façam de diferentes formas e com objetivos que podem variar ao longo do tempo. O mecenatismo, historicamente associado ao patrocínio direto de artistas por parte de elites, monarcas ou instituições, tinha como propósito tanto apoiar a produção cultural quanto estimular a prestígio política e social dos mecenas. Ou seja, ao financiar escritores, pintores ou músicos, os mecenas não só garantem a continuidade da criação artística, como também utilizaram essa associação para projetar poder, sofisticação e influência.&nbsp;</p><p>Os prémios literários, por sua vez, surgem como uma evolução dessa lógica, inserida num contexto mais institucionalizado e democrático. Embora aparentemente mais distantes da figura dos mecenas tradicionais, muitos prémios mantêm uma relação estreita com entidades patrocinadas — sejam governos, fundações privadas, empresas ou organizações culturais —, o que revela uma continuidade do papel do apoio financeiro à literatura. Assim, mesmo que a decisão de receber um prêmio envolva júris independentes e prêmios formais, a fonte de financiamento e os objetivos dos patrocinadores podem influenciar as escolhas e os valores que cada prêmio promove.&nbsp;</p><p>Outro ponto importante é que tanto o mecenatismo quanto os prêmios literários carregam um caráter simbólico. No caso dos prémios, a recompensa financeira é frequentemente acompanhada de visibilidade e visibilidade, criando uma rede de legitimação que pode catapultar um autor para o centro das atenções culturais. Tal como os artistas protegidos pelos mecenas no passado viam as suas carreiras fortalecidas pela ligação a figuras influentes, os escritores laureados com prémios muitas vezes conquistam um novo estatuto literário, com impactos diretos nas suas oportunidades editoriais e na receção crítica das suas obras.&nbsp;</p><p>Além disso, existe uma dimensão política subjacente a ambos os fenómenos. O mecenatismo clássico, ao apoiar certos artistas ou ideias, muitas vezes reforçava a ideologia dos patrocinadores. De modo semelhante, os prémios literários podem funcionar como instrumentos de poder simbólico, ao promoverem narrativas específicas com determinadas agendas — sejam elas nacionais, políticas ou sociais. Por exemplo, os prêmios patrocinados por estados podem valorizar obras que reforçam discursos oficiais, enquanto as fundações privadas podem destacar autores que defendem causas específicas, como os direitos humanos ou a justiça social.&nbsp;</p><p>Em suma, a ligação entre mecenatismo e prémios literários reside no seu papel comum de sustentar a criação artística, ao mesmo tempo que constrói redes de influência cultural e política. Se o mecenatismo era um ato direto de apoio, hoje os prêmios literários operam de forma mais institucional, mas continuam a refletir sobre dinâmicas de poder e prestígio que sempre acompanharam o mundo das artes e das letras.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ol start="6"><li><p>Que problemas podem surgir da multiplicação excessiva de prémios literários?&nbsp;</p></li></ol><p>A supervisão excessiva de prêmios literários pode trazer uma série de desafios que afetam tanto a renovação dos galardões como a própria dinâmica do meio literário. Em primeiro lugar, uma abundância de prémios pode diluir a prestígio associada a estas distinções. Quando há uma multiplicidade de galardões, sem critérios claros ou reconhecimento consolidado, corre-se o risco de banalizar o valor simbólico de um prémio, melhorando-o numa mera formalidade em vez de um verdadeiro reconhecimento de mérito literário.&nbsp;</p><p>Além disso, essa multiplicação pode alimentar uma lógica mercantilista, onde os prêmios deixam de ser focados na qualidade artística e passam a ser vistos como instrumentos de promoção comercial. Muitos prêmios acabam por beneficiar mais as editoras — que usam as distinções como selos de garantia para contribuições de vendas — do que os próprios escritores, criando um circuito em que a visibilidade literária está condicionada ao sucesso mediático e ao marketing, em vez da profundidade estética ou inovadora das obras.&nbsp;</p><p>Outro problema é a possibilidade de favoritismo ou agendas ocultas. Com tantos prémios financiados por diferentes entidades — públicas, privadas ou empresariais —, há o risco de as decisões serem influenciadas por interesses que nem sempre priorizam a arte. Certos prêmios podem favorecer autores alinhados com ideologias específicas, marginalizando vozes dissidentes ou alternativas. Assim, ao invés de alargar o campo literário, podem reforçar círculos fechados de influência.&nbsp;</p><p>Por fim, há ainda o impacto psicológico sobre os escritores. A busca constante por prêmios pode gerar uma competitividade exacerbada, desviando o foco da criação genuína para a tentativa de agradar júris ou seguir tendências premiadas. Isso pode limitar a liberdade artística, empurrando os autores a moldarem as suas obras conforme aquilo que parece "premiável", em vez de explorarem novas formas ou temas sem garantias de reconhecimento imediato.&nbsp;</p><ol start="7"><li><p>O que significa a recusa de um prémio literário por parte de um escritor?&nbsp;</p></li></ol><p>recusa de um prêmio literário por parte de um escritor é sempre um gesto carregado de simbolismo e raramente acontece sem uma intenção clara. Em muitos casos, essa recusa é um ato político, usado pelos autores como forma de protesto contra as instituições ou valores que o prêmio representa. Pode ser uma exclusão ao patrocínio de certas entidades — como governos autoritários ou empresas envolvidas em práticas questionáveis —, revelando a discordância ética do escritor face aos financiadores ou organizadores do galardão.&nbsp;</p><p>Há também recusas motivadas por uma crítica ao próprio sistema de prémios literários. Alguns autores veem esses galardões como parte de um jogo comercial que transforma a arte em produto de mercado, recusando participar numa lógica que, aos seus olhos, deturpa o verdadeiro propósito da criação literária. Nesses casos, a exclusão é uma forma de reafirmar a independência artística, recusando-se a submeter a obra a validações externas ou a comparações competitivas.&nbsp;</p><p>Por outro lado, há recusas mais pessoais, quando os escritores simplesmente não estão interessados em ser associados a determinados círculos literários ou mediáticos. Alguns autores, como JD Salinger ou Thomas Pynchon, conhecidos pela sua reclusão, recusaram prémios por quererem preservar a sua privacidade, evitando a exposição pública que muitas vezes acompanha esses reconhecimentos.&nbsp;</p><p>Finalmente, em certas situações, a recusa pode ser um desafio direto ao cânone literário. Ao rejeitar um prémio, um autor pode estar a questionar os critérios de avaliação, os preconceitos do júri ou a própria ideia de que a literatura precisa de ser integrada e hierarquizada.&nbsp;</p><p>Assim, a recusa de um prêmio literário relatado é um ato vazio: é uma declaração pública, política, estética ou ética , que transcende o gesto individual e convida a um debate mais amplo sobre os mecanismos de consagração cultural.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-08 15:38:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cânone e Crítica: Superações </title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3356866616</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ol><li><p>De que forma o cânone pode ser considerado um mecanismo de exclusão?&nbsp;</p></li></ol><p>cânone literário, ao estabelecer um conjunto de obras consideradas fundamentais ou exemplares, pode funcionar como um mecanismo de exclusão ao marginalizar vozes, géneros e tradições que não se alinham com a visão dominante da cultura. Historicamente, o cânone tem privilegiado autores homens, brancos e pertencentes a classes sociais elevadas, deixando de fora obras de mulheres, escritores racializados, minorias étnicas, e formas literárias populares ou orais. Ao fixar um conjunto “legítimo” de textos, o cânone reforçará uma posição cultural que silenciou discursos alternativos, perpetuando desigualdades e limitando a diversidade literária.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ol start="2"><li><p>Qual é a relação entre identidade nacional e a formação de cânones literários?&nbsp;</p></li></ol><p>A formação de cânones literários está muitas vezes ligada à construção de uma identidade nacional, pois a escolha das obras "canónicas" ajuda a definir uma narrativa sobre a história, os valores e a cultura de uma nação. Estados e instituições culturais tendem a promover autores e textos que reforçam símbolos nacionais, mitos fundadores ou eventos históricos significativos, consolidando uma imagem coletiva da identidade nacional. No entanto, essa seleção nem sempre é neutra — muitas vezes, ignora a pluralidade de experiências dentro da própria nação, excluindo vozes periféricas ou dissidentes. Assim, o cânone nacional pode tornar-se uma ferramenta de poder simbólico, decidindo quem faz parte da "história oficial" e quem é relegado ao esquecimento.&nbsp;</p><ol start="3"><li><p>Qual é o papel da critica literária na legitimação de certas obras em detrimento de outras?&nbsp;</p></li></ol><p>A crítica literária desempenha um papel crucial na legitimação de obras, funcionando como mediadora entre autores, leitores e instituições culturais. Ao interpretar, analisar e valorizar textos certos, a crítica contribui para a definição de critérios estéticos e culturais que determinam o que é considerado "literatura de qualidade". Críticos influentes podem elevar ou relegar autores, consolidando reputações e orientando o gosto público. No entanto, essa legitimação nem sempre é isenta — pode ser influenciada por interesses políticos, sociais ou comerciais, reforçando desigualdades ao promover obras que cobrem os ideais dominantes enquanto desvaloriza aquelas que desafiam essas.&nbsp;</p><ol start="4"><li><p>O cânone de ser fixo ou está constante transformação? Justifique com base no artigo.&nbsp;</p></li></ol><p>O cânone literário não é fixo; está em constante transformação, embora muitas vezes pareça rígido devido à reputação e à tradição associadas às obras que o compõem. As mudanças no cânone ocorrem à medida que novas perspectivas críticas, sociais e culturais emergem, questionando as escolhas do passado e propondo a inclusão de autores e textos&nbsp;</p><p>Os movimentos sociais, como o feminismo, o pós-colonialismo e as lutas antirracistas, têm sido fundamentais para reavaliar o cânone, destacando como ele reflete visões eurocêntricas, patriarcais e elitistas. Essa reconfiguração não implica simplesmente substituir uns autores por outros, mas sim ampliar os horizontes da literatura, permitindo a diversidade de&nbsp;</p><p>Além disso, a crítica literária e o próprio público leitor influenciam esse processo ao redescobrir obras esquecidas ou ao valorizar géneros antes considerados "menores". A canonização, portanto, é dinâmica, sendo moldada por debates culturais, políticos e académicos que continuamente interrogam o que significa ser "clássico" ou "essencial".&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-08 15:41:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula nº 4</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3369614549</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula foi dividida em duas partes. Na primeira parte, foi realizada uma avaliação formativa oral, na qual discutimos e revisamos os conteúdos envolvidos na aula anterior. Esse momento permitiu consolidar conhecimentos, dúvidas e aprofundar a compreensão dos temas trabalhados.</p><p>Na segunda parte da aula, cada grupo recebeu um tópico específico para responder com base na ficha disponibilizada pela professora no IPB Virtual. O nosso grupo ficou responsável pela questão 5, que abordou a diferença entre autor e escritor. Durante a atividade, analisamos os conceitos e debatemos suas distinções. </p><p>Concluímos que o autor literário não é necessariamente uma pessoa real/palpável, tendo isso em conta, como Alexander Nehamas propõe, é preciso distinguir o autor do escritor.</p><p>Os escritores são pessoas reais, situados historicamente, sendo as suas vivências causa das suas obras. Estes escritores, como pessoas reais, podem enganar-se sobre as suas intenções e o significado dos seus textos.</p><p>O autor, em contrapartida, pode ser interpretado como uma entidade que é construída emergenteda leitura e análise do texto. O autor não é, concretamente, um individuo real, mas uma figura que se manifesta nas obras, embora não descritas.</p><p>Tendo em conta as ideias de Alexander Nehamas, pode-se concluir que o autor é criado pelos leitores, pelo ato de interpretar, isso impõe que a identidade do autor não seja fixa, mas moldada, pela maneira que a obra é lida e reinterpretada, ao longo do tempo.</p><p>Além disso, esta distinção entre escritor e leitor tem implicações nos direitos autorais e identidade artística. Por exemplo, escritores que criam heterónimos, como Fernando Pessoa (Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares), mostram como a identidade autoral pode ser fragmentada e independente da identidade civil do escritor.</p><p>Em suma, de acordo com Alexander Nehamas,o escritor é uma figura histórica e o autor é uma entidade livre, determinada pela leitura e interpretação do texto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 15:58:16 UTC</pubDate>
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         <title>Aula nº5</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3379913320</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula os alunos foram divididos em grupos para discutir com a IA como ela compreendia as perspetivas socioculturais da literatura. </p><p>Nosso grupo ficou responsável pelo Tópico 3, que abordava a obra <em>Crítica do Juízo</em> (1790), de Immanuel Kant. </p><p>foi nos solicitado que utilizamos a IA "Perplexity" para realizar pesquisas e discutir suas interpretações sobre o tema.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 17:15:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3379914175</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1859407974/a6be22dd402e1ba2a754dc5e02c04e17/Tarefa_5.docx" />
         <pubDate>2025-03-24 17:15:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula nº6</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3379915021</link>
         <description><![CDATA[<p>o nosso grupo foi responsável por apresentar a análise do poema <em>[O bosque que se fez Barco]</em>, de Manuel Alegre. Explorámos a sua mensagem e propósito, destacando a sua relação com a literatura comprometida. Durante a apresentação, utilizámos exemplos do poema para justificar as nossas respostas, garantindo clareza e objetividade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 17:16:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula nº7</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3389560278</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de dia 31 de março foi dividida em 2 partes. Inicialmente a turma teve no auditório para fazer um treinamento dos alunos que iam apresentar a declaração dos poemas na atividade de dia 1 de Maio e os alunos que não declamavam tiveram de fazer uma avaliação dos colegas conforme a rubrica.</p><p>Já na segunda parte da aula a professora teve a fazer uma avaliação formativa sobre a melhoria das apreciações criticas e o que os alunos podiam melhorar para obter uma melhor nota. </p><p>Por ultimo também nos possibilitou o estudo e análise mais aprofundada sobre um texto lírico. Por exemplo, foi abordado em aula, as suas características de um texto/livro literário; como fazer uma analise de um poema e as diferenças destes para um modo narrativo e dramático.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 16:13:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3400624194</link>
         <description><![CDATA[<p>Análise do poema <em>[O bosque que se fez Barco]</em>, de Manuel Alegre. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 11:49:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula nº8</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3400625061</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de segunda feira, dia 7 de Abril foi nos proposto uma avaliação formativa. Assim, os alunos que participaram na atividade avaliaram-se individualmente sobre o seu ponto de vista em relação a sua postura e declamação. Já o resto da turma, vez por alto uma pequena avaliação sobre o que achou mais impactante e o que podia ser melhorado. </p><p>Os pontos mais falados em turma foram: A evolução que os alunos apresentaram do ensaio para o dia da apresentação, uma proposta de atividade criativa e em geral a declamação dos alunos foi muito criativa e sentimental, sabendo bem o que estavam a ler e o porque de ter escolhido aquele poema. </p><p>Seguidamente a professora também esteve a esclarecer algumas duvidas da turma, salientando que quem tinha participado nesta atividade já só tinha de apresentar 1 dos livros (dramático ou narrativo), já os alunos que optaram por fazer a recensão critica teriam de fazer 1 apresentação de um dos livros (lírico, dramático ou narrativo) e que esta teria de ser criativa, por exemplo: telejornal. </p><p>Por ultimo a professora relembrou novamente sobre o modo lírico mas em especifico das suas propriedades fundamentais.</p><p>Assim dando uma proposta de atividade que era ir a um dos livros propostos pela professora, escolher um poema e fazer uma análise perante o guião que se encontrava no IBP Virtual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 11:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3400634820</link>
         <description><![CDATA[<p>A minha avaliação conforme a declaração dos meus colegas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 11:58:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3400654270</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 12:13:29 UTC</pubDate>
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         <title>Poema: Raparigas em Flor (pag.135-137)</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3400657762</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 12:15:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula nº9</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3400659402</link>
         <description><![CDATA[<p>Não estive presente na aula de dia 5/05/2025, mas realizei na mesma as atividades propostas em sala de aula</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 12:17:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tarefa 7 (trabalho individual)</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <author>beabragasilva</author>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <pubDate>2025-05-05 18:53:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <pubDate>2025-05-05 18:54:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3437834690</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula do dia 5/05/2025 foi apresentado aos alunos a ultima matéria para a frequência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 10:54:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aula nº10</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3437859887</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 12 de maio, antes da realização da frequência, tivemos uma aula com a duração de aproximadamente uma hora, durante a qual explorámos conceitos fundamentais para a compreensão crítica da sociedade e da literatura.</p><p>Foram abordados os seguintes temas: <strong>cosmovisão</strong>, entendida como a forma como os indivíduos ou grupos percebem e interpretam o mundo; <strong>sistema ideológico</strong>, que se refere ao conjunto de ideias, crenças e valores que moldam comportamentos e visões sociais; <strong>consciência coletiva</strong>, conceito que remete à partilha de valores e normas por parte de um grupo, essencial para a coesão social; e ainda o <strong>cronótopo</strong>, noção introduzida por Mikhail Bakhtin, que liga tempo e espaço na construção narrativa, revelando o contexto em que as ações ocorrem e os personagens se desenvolvem.</p><p>Esta aula serviu como preparação teórica e reflexão crítica antes da realização da frequência.</p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 11:16:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3437875532</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 11:30:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3442406752</link>
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         <pubDate>2025-05-08 21:28:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3442406776</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 21:28:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula nº 11</title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>A aula do dia 19 de maio foi organizada em três momentos distintos, integrando teoria, análise visual e trabalho em grupo.</p><p>Na <strong>primeira parte</strong>, de carácter teórico, a professora abordou diversos conceitos fundamentais no estudo da literatura e da ficção. Foram discutidos os conceitos de <strong>mímesis</strong>, <strong>mímesis superior e inferior</strong>, bem como as diferentes perspetivas de <strong>Platão e Aristóteles</strong> relativamente à representação artística. Além disso, explorou-se a <strong>semiótica</strong>, o conceito de <strong>mundos possíveis</strong> e as principais <strong>características destes universos ficcionais</strong>, nomeadamente a forma como a literatura cria realidades alternativas que coexistem com o nosso mundo empírico.</p><p>Na <strong>segunda parte</strong> da aula, foi realizada uma atividade de análise visual. Os alunos observaram três imagens e tiveram como tarefa identificar a <strong>ficcionalidade</strong> presente em cada uma delas.</p><ul><li><p>A <strong>primeira imagem</strong> remetia para <em>Alice no País das Maravilhas</em>, com elementos como um vestido azul e um coelho, associados ao universo desta história.</p></li><li><p>A <strong>segunda imagem</strong> relacionava-se com <em>Peter Pan</em>, sendo possível identificar a personagem da Sininho, o pó mágico e figuras humanas a flutuar.</p></li><li><p>A <strong>terceira imagem</strong> representava o universo de <em>Dumbo</em>, com um elefante de grandes orelhas a sobrevoar.<br>Estas imagens permitiram reconhecer a existência de <strong>mundos possíveis</strong> criados pela ficção, onde a imaginação molda realidades alternativas às quais o leitor ou espectador se pode conectar através da linguagem e da narrativa.</p></li></ul><p>Por fim, na <strong>terceira parte</strong>, a turma foi dividida em grupos de quatro elementos. Cada grupo recebeu um excerto literário e teve como tarefa realizar a <strong>Tarefa nº 10</strong>, respondendo às questões propostas a partir da leitura e interpretação do texto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 11:32:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3459189925</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 11:33:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3459195619</link>
         <description><![CDATA[<p>Excerto do Grupo A- Milhões de coisas</p><p><br></p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3459232054</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 12:08:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula nº12</title>
         <author>beabragasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>aula do dia 26/05/2025 não estive presente, mas realizei na mesma as atividades propostas em sala de aula</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 12:23:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3474647715</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 17:34:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula nº13</title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3476409647</link>
         <description><![CDATA[<p>Na primeira parte da aula do dia 2/02/2025 foi nos apresentado um esquema com <strong>4 termos, onde cada aluno teria de escrever os seus conceitos perante os seus conhecimentos.</strong> </p><p>Na segunda parte tivemos a discutir/partilhar as nossas ideias sore os termos que eram relacionados com a Intertextualidade : <strong>O contexto; Hipertexto/Hipotextos e intertextos.</strong></p><p>Na minha designação para <strong>contexto era em função do contexto histórico</strong> da obra literária e os <strong>outros termos eu nunca tinha abordado.</strong></p><p>No caso do texto literário, o <strong>contexto compreende elementos como: coordenadas ideológicas, as visões do mundo, os eventos históricos, os estilos de época, as dominantes de género, etc, </strong>(<em>"capacidade do texto dialogar com um determinado cenário histórico e cultural."</em>)  tivemos como exemplo a obra dos <strong><em>Lusíadas</em></strong>, onde temos o contexto histórico dos <em>descobrimentos de Portugal</em>, entre os seculos <strong>XV e XVI, </strong>marcando o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna, incluindo o início das grandes navegações e a expansão europeia.</p><p>No caso dos termos de <strong>Hipertexto</strong>, ele é um texto produzido a partir de outros ou acerca de outros, já no caso do <strong>Hipotexto</strong> são textos referidos no hipertexto.</p><p>Pelas suas características palimpsésticas, <strong>Michael Riffaterre </strong>(1979)<strong> justifica o recurso à designação de hipotexto ou subtexto como sinónimo de intertexto.</strong></p><p>Sobre o <strong>Intertexto</strong> é um texto (ou corpus de textos) que existe antes e debaixo de um determinado texto.</p><p>Na terceira parte da aula foi proposto a elaboração de uma ficha onde tinha um determinado poema e tínhamos de responder a 3 questões: </p><ol><li><p><strong>Identifica o contexto;</strong></p></li><li><p><strong>Identificar possíveis hipotextos;</strong></p></li><li><p><strong>Dar um exemplo de outras formas de arte que não seguem texto</strong></p><p><br></p></li></ol><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 16:22:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3479110697</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      <item>
         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3490149813</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 10:50:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beabragasilva</author>
         <link>https://padlet.com/beabragasilva/ijlehjbsbvk7bwfz/wish/3490152673</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 11:03:19 UTC</pubDate>
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         <author>beabragasilva</author>
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