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      <title>A Independência do Brasil em exposição by Maciel Bomfim</title>
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      <description>O que estamos comemorando?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-31 18:45:27 UTC</pubDate>
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         <title>Embarque da Família Real </title>
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         <description><![CDATA[<div>Tendo antecipado a invasão, e ao saber que Napoleão planejava depor a governante Casa de Bragança, o príncipe regente estabeleceu um plano de fuga para a colônia portuguesa do Brasil. Navegando sob proteção da marinha britânica, a frota portuguesa partiu de Lisboa na manhã de 29 de Novembro. A família real e seis baús de tesouros reais se juntaram a cerca de 10.000 outras pessoas, de ministros a mercadores. Quando seus navios chegaram ao porto de Salvador, no Brasil, em 22 de janeiro, os passageiros&nbsp; finalmente conseguiram escapar da miséria que assolou sua jornada de 4.500 milhas.&nbsp; A realeza permaneceu no Brasil até depois da Revolução Liberal de 1820. Desde então, as mudanças feitas no status do Brasil de colônia ele passou a ser visto como parte do império português desde então isso fez a realocação da família real ter sido interpretadas para boa parte dos como representando 'o primeiro passo para a independência brasileira'.<br><br>No início do século XIX, Napoleão Bonaparte, grande imperador do país da França. Formou um grande império na Europa, derrotando exércitos em vários países. Mas havia um que Napoleão não conseguiu derrota-lo, que no caso era a Inglaterra.<br>E não ficou por assim mesmo, para enfraquecer a Inglaterra, Napoleão exigiu que os países europeus rompessem relações comerciais e diplomáticas com ela. Que isso ficou conhecido como o "Bloqueio Continental".<br>Nessa mesma época, Portugal era governado pelo príncipe regente chamado Dom João VI. Como Portugal era um antigo aliado da Inglaterra e tinha uma longa aliança política e comercial, Dom João ficou em uma situação difícil.<br>A solução que D. João encontrou, foi não obedecer ao Bloqueio Continental e com a ajuda dos ingleses, fugiu para o Brasil com sua família e os principais funcionários do reino.<br>Quando chegou ao Brasil em 1808, Dom João abriu portos brasileiros a todas as nações amigas. Já que Portugal tinha sido tomado pelos franceses, o império português tinha agora sua sede no Brasil e só poderia fazer comércio com outros povos a partir dos portos brasileiros.<br>Os ingleses cobraram a ajuda que haviam prestado à família real portuguesa, exigindo o fim do pacto colonial e a abertura dos portos. Além disso, os ingleses foram beneficiados com o um tratado que reduzia a taxa cobrada pelo governo sobre os produtos ingleses que entravam no Brasil. A Inglaterra passou a pagar apenas 15%, enquanto os outros países pagavam 24%.<br><br>Dupla: Kauan e Kaio&nbsp;<br>Turma: 2° ano Comércio</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 22:54:19 UTC</pubDate>
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         <title>A violência na formação da independência </title>
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         <description><![CDATA[<div>Um tema "ignorado"na independência&nbsp; do Brasil, temas estudado da independência&nbsp; dificilmente&nbsp; recebem informações&nbsp; sobre esse tema específico que é&nbsp; muito importante. Ele é&nbsp; importante&nbsp; por que é&nbsp; um tema que não&nbsp; diz respeito somente&nbsp; a história da independência&nbsp; mas sim a história&nbsp; do Brasil em geral.<br>&nbsp; A idéia&nbsp; mas comum&nbsp; sobre a independência é&nbsp; que houve um processo&nbsp; relativamente pacífico, sem grandes conflitos, sem grandes enfrentamentos e que tudo teria passado sem guerras sem derramamento de sangue, e essa idéia acabou contaminando toda história do Brasil, mas é&nbsp; um verdadeiro mito.<br>&nbsp; &nbsp;Quando estudamos mais sobre o tema percebemos que houve sim,na chegada de Dom João VI em 1808 nós&nbsp; já estamos&nbsp; falando de uma&nbsp; guerra, já outro exemplo é a guerra contra a populações indígenas e entre outras. As guerras&nbsp; na formação&nbsp; da independência&nbsp; do Brasil&nbsp; aconteceu desde o início,&nbsp; é onde nós&nbsp; podemos afirmar&nbsp; que houve&nbsp; sim muitas guerras&nbsp; e derramamento de sangue.<br><br><br>Dupla: Janderson Soares e Lynara Lima&nbsp;<br>Turma: 2° ano Comércio</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-02 23:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>Grito de independência</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Para se entender um fato histórico deve-se compreender o conteúdo da sua época e os acontecimentos que o antecederam. Uma revolução, guerra ou revolta não acontecem sem motivos, por capricho. Fatos vão se acumulado até convergirem para um momento histórico. Momentos esses, muitas vezes representados por um nome ou liderança que é apenas um símbolo dos anseios de geração inteiras de homens e mulheres anônimos que, aos poucos, vão fazendo a história. A independência do Brasil comemorada 7 de setembro de 1822, é um exemplo dessa dinâmica.<br>&nbsp; &nbsp;Meses antes de D. Pedro proclamar&nbsp; independência ideias de emancipação não eram a prioridade entre a maioria a maioria dos políticos, juristas, militares, jornalistas e dos cidadãos comuns no Brasil. Pode se mesmo afirmar que a população brasileira foi surpreendida pela proclamação de sua in dependência. A separação de Portugal aconteceu mais pelo esforço dos parlamentares lusitanos em tentar manter o Brasil num nível político mais baixo, pretendendo também impor restrições econômicas desfavoráveis aos brasileiros.<br>&nbsp; &nbsp;Se a decisão de proclamar a independência pode parecer, num primeiro momento, como algo impulsivo, é na verdade consequência de uma série de fatores políticos e econômicos, externos e internos, que agravavam gradativamente as tensões no Brasil desde o final do século XVlll. Movimentos externos ao Brasil como a revolução francesas (1789-1799), a independência dos Estados Unidos da América (4 de julho de 1776) e do Haiti (1° de janeiro de 1804) serviram como inspiração para revoltas internas como a conjuração Mineira em 1789, a conjuração Baiana (Revolta dos Alfaiates) em 1798 e a revolução Pernambucana de 1817.<br>&nbsp; A rejeição ao absolutismo monárquico e ao colonialismo aumentava internacionalmente e dentro do Brasil. O crescimento do livre comércio induzia a um clima contrário às vantagens econômicas dos portugueses e ao excesso de impostos.<br><br><br><br>Dupla: RIQUELMY SENA&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; EVANILDO GOMES<br>Turma: 2º Ano Comércio<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 16:33:54 UTC</pubDate>
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         <title>A vinda da família real para o Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>A vinda da família real foi um acontecimento iniciado em 29 de novembro de 1807, e o seu desembarque em terras brasileiras ocorreu em 22 de janeiro de 1808, na cidade de Salvador. A vinda foi consequência direta do Período Napoleônico e do desentendimento existente entre França e Portugal na questão do Bloqueio Continental.<br>Com isso, a família real portuguesa mudou-se para o Brasil e instalou-se no Rio de Janeiro, junto à toda estrutura de governo de Portugal. Isso iniciou o Período Joanino e resultou em uma série de transformações, como a abertura dos portos brasileiros, que contribuíram para levar o Brasil na direção de seu processo de independência.<br>Foi um desdobramento da crise entre Portugal e França por contra disputa desta com a Inglaterra.&nbsp;<br>Isso foi manifestado pela primeira vez logo após serem derrotados na Guerra das Laranjas, uma vez que os franceses, aliados dos espanhóis, exigiram na rendição o aceite do fechamento dos portos portugueses para embarcações inglesas.&nbsp;<br>Em 1806, os franceses não tinham conseguido derrotar os ingleses e não tinham conseguido invadir seu território, protegido pela poderosa marinha inglesa. Sendo assim, como forma de enfraquecer a Inglaterra, Napoleão Bonaparte decidiu impor o Bloqueio Continental. Com essa medida, as nações europeias ficavam proibidas de receber embarcações inglesas e de enviar as suas a portos ingleses.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Mesmo com o Bloqueio Continental, os portugueses continuaram recebendo as embarcações inglesas, e, por isso, Napoleão Bonaparte deu um ultimato a eles para que acatassem uma série de imposições contra a Inglaterra até setembro de 1807.&nbsp;<br>&nbsp;Como Portugal recusou-se a aceitar esse e outros termos, Napoleão decidiu colocar em prática a sua promessa de acabar com a Casa de Bragança, e, assim, enviou tropas para Portugal a fim de ocupar o país.<br><br>Dupla: Pâmela e Thiago<br>Turma: 2º Ano Comércio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 14:11:03 UTC</pubDate>
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         <title>Vinda ou Refúgio?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Tudo que sabemos sobre a independência do Brasil está diretamente relacionada a família real ou a D. Pedro. E esquecemos das diversas lutas que nosso país sofreu.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Podemos dizer que o Brasil foi uma espécie de refúgio para a coroa portuguesa, foi uma manobra do príncipe regente, D. João, para garantir que Portugal continuasse independente que foi ameaçado de invasão por Napoleão Bonaparte.<br>&nbsp; &nbsp; Mas se olharmos por outro lado, isso foi um ponta pé inicial aceleração do processo de independência do país. Processo este que ocasionou em diversos movimentos&nbsp; militares&nbsp; e revoltas, que o contrário do que ouvimos falar desde cedo , não foi nada de pacífico. Caracterizou-se pela violência através de guerras locais ocorridas em quase todas as províncias do território, desmitificando a ideia de que o processo se dera de maneira pacífica e sem derramamento de sangue.<br>&nbsp; &nbsp; Através disso podemos concluir que o Brasil sempre sofreu movimentos de guerras e lutas. Aqui no Brasil sempre houve movimentos para trazer a independência, mas sem sucesso.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Com a vinda da família real houve uma aceleração nesse processo, que então no dia 7 de setembro de 1822, nas margens do Rio Ipiranga conseguindo a independência.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Desde então comemoramos as lutas, os esforços, e desvinculamos nossos laços coloniais com Portugal, apartir disso iniciamos um período histórico do nosso país.<br><br>2° ano de Comércio <br>Giselle da Silva<br>Neyane Layla </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 14:15:43 UTC</pubDate>
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         <title>Dia do fico!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Em 1820 comerciantes da cidade portuguesa do porto lideravam um &nbsp; movimento conhecido como revolução liberal do porto. Essa revolução espalhou rapidamente por&nbsp; portugal,encontrando apoio de diversos setores da população,camponeses ,funcionários públicos ,militares e profissionais liberais,chegou até mesmo a conquistar partidários no brasil,vitoriosos os revoltosos&nbsp; conquistaram o poder em portugal e decidiram elaborar uma constituição&nbsp; de caráter liberal limitando os poderes de Dom João XI,&nbsp; pretendiam&nbsp; também retornar o status de colônia, o rei queria regresso a europa, tropas portuguesas estacionados no rio de janeiro porém obrigados decidiram voltar a Portugal no dia 26 abril de 1821.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Dom João XI&nbsp; deixou seu filho Pedro como o príncipe regente do Brasil,um monarca português percebeu que o recente processo de autonomia política no Brasil, mas como deixou o governo sobre o&nbsp; comando de Dom Pedro , herdeiro da coroa acreditava que a unidade da monarquia portuguesa seria posteriormente restabelecida, porém essa solução disnatica não correspondia a solução política, pretendiam pelos membros da corte de Lisboa para retornar o status de colônia do Brasil, tomaram medidas que restringiam a autonomia do governo brasileiro, enfraquecendo a autoridade de Dom Pedro e depois passaram a exigir a volta do Príncipe regente a Portugal, latifundiários e os grandes comerciantes do Brasil logo perceberam as intenções dos deputados das cortes de Lisboa e o quanto isso poderia prejudicar os negócios que iam manter a liberdade de comércio e autonomia administrativa , para isso organizaram-se em torno de Dom Pedro, dando-lhe apoio para resistir e desobedecer as ordens que chegavam de Lisboa.<br>&nbsp; &nbsp; Surgiu assim o partido brasileiro que reunia um homem de diferentes posições políticas, como José Bonifácio,Sipriano Barata e Gonçalves Ledo, mais que se uniram momentaneamente para enfrentar as cortesias, seu projeto de recolonização, o partido brasileiro elaborou um documento que reuniu cerca de 8 mil assinaturas pedindo que Dom Pedro não voltasse a Portugal como era o desejo das cortes, ao receber esse documento no dia 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro declarou : "Se para o&nbsp; bem de todos e felicidade de geral da nação, estou pronto! Diga ao povo que fico", O episódio que&nbsp; foi um&nbsp; marco no&nbsp; processo de&nbsp; independência brasileira ficou conhecido como o dia do fico.<br><br><br>NOME: RICARDA SOUSA MOREIRA&nbsp;<br>NOME:&nbsp; MARIA DE FÁTIMA KARINE PORTELA FARIAS&nbsp;<br>TURMA: 2° ANO COMÉRCIO</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 14:33:46 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Pernambucana (Victória Jacyara/ José Thaelison)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A imagem representa a "Bênção das bandeiras da Revolução de 1817". Os revolucionários criaram essa bandeira como símbolo da Republica que proclamaram. A Revolução Pernambucana, também conhecida como Revolução dos Padres, foi um movimento de caráter liberal e republicano que eclodiu no dia 6 de março de 1817 em Pernambuco, no Brasil. Dentre as suas causas, destacam-se a influência das ideias iluministas propagadas pelas sociedades maçônicas, contra o absolutismo monárquico português e os enormes gastos da Família Real e seu séquito recém-chegados ao Brasil — a Capitania de Pernambuco, então a mais lucrativa da colônia, era obrigada a enviar para o Rio de Janeiro grandes somas de dinheiro para custear salários, comidas, roupas e festas da Corte, o que dificultava o enfrentamento de problemas locais (como a seca ocorrida em 1816) e ocasionava o atraso no pagamento dos soldados, gerando grande descontentamento no povo pernambucano.<br>&nbsp; Único movimento por liberdade do período de dominação portuguesa que ultrapassou a fase conspiratória e atingiu o processo de tomada do poder, tornando-se o movimento mais radical contra o processo de dominação colonial, a Revolução Pernambucana provocou o adiamento da aclamação de João VI de Portugal como Rei e o atraso da viagem de Maria Leopoldina de Áustria para o Rio de Janeiro, mobilizando forças políticas e suscitando posicionamentos e repressões em todo o Reino do Brasil. Foi durante a insurreição de 1817 que a República foi proclamada pela primeira vez em terras brasileiras.<br>&nbsp; &nbsp;A Revolução Pernambucana contou com relativo apoio internacional: os Estados Unidos, que dois anos antes tinham instalado no Recife o seu primeiro Consulado no Brasil e no Hemisfério Sul devido às relações comerciais com Pernambuco, se mostraram favoráveis à insurreição, bem como os ex-oficiais de Napoleão Bonaparte que pretendiam resgatar o seu líder do cativeiro em Santa Helena, levá-lo a Pernambuco e depois a Nova Orleans.<br>&nbsp; &nbsp;A Revolução Pernambucana desafiou o poder da coroa portuguesa ao questionar as abusivas cobranças de impostos e destacou a insatisfação dos brasileiros com a presença portuguesa em pontos importantes do comando político, econômico e militar do Brasil. Ao tomar o poder no Recife, os rebeldes mostraram a possibilidade de se formar um governo próximo às exigências das revoltas. A Revolução Pernambucana manteve a tradição da capitania de ser um ponto de ebulição política e social.<br><br><br>Alunos:<br>&nbsp;VICTÓRIA JACYARA DA SILVA NASCIMENTO N°: 43<br><br>JOSÉ THAELISON TELES DA SILVA N°:22<br><br>Turma: 2º Ano Comércio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 14:59:06 UTC</pubDate>
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         <title>A Revolução Liberal do Porto- Independência &quot;por um fio&quot;.</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Vemos uma imagem onde mostra a saída da família real do Brasil, de volta a Portugal. Impulsionados pela Elite Portuguesa, que deram início a Revolução Liberal do Porto.<br>&nbsp; &nbsp; Revolução burguesa que teve início em 1820, e tinha como objetivo a Volta do Rei a Lisboa após 12 anos aqui no Brasil.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Isso porquê, durante esse tempo, Portugal passou por crises. Sua economia e políticas estavam sendo afetadas pela falta de um reino presente.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Em 1815 Dom João VI deveria retornar a Portugal, mas decidiu ficar e elevar o Brasil a outro patamar. Elevar a um reino. Assim, governaria Brasil e Portugal daqui mesmo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Acontece que isso foi algo muito negativo para os portugueses, já que não viam o Brasil como reino, apenas como colônia.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Por exigência dos portugueses ,Dom João VI volta a Portugal, deixando sob tutela de seu filho, Pedro de Alcântara.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Por ser uma Revolução Liberal, eles têm como necessidade acabar com o absolutismo. É o que acontece, o rei retorna, porém seu poder já não é mais absoluto. O início da Monarquia Constitucional, não tem todo o poder em suas mãos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É importante destacar também, mais um objetivo dessa revolução: recolonizar o Brasil, ou seja, voltar a tê-lo como colônia.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; À medida que o desejo de Portugal na recolonização aumentava, crescia também, aqui, o desejo de se tornar independente. Neste momento, a independência está "por um fio".<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Dom João VI se encontra em Portugal e seu filho continua no Brasil, rodeado pela Elite clamando pela possibilidade de fazer a independência acontecer.<br><br><br>Dupla: Maria Vitória Soares<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Maria Sandy&nbsp;<br><br>Turma: 2º Ano Comércio. 2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 21:51:11 UTC</pubDate>
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         <title>A imperatriz Leopoldina e a Independência</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Imperatriz Leopoldina e a Independência<br><br>Desde muito jovem, Maria Leopoldina (1797 - 1826), filha de Francisco II (imperador da Áustria) fora criada para seguir o caminho da monarquia. Esperava-se que ela se casasse para manter as relações políticas, sendo, assim, um casamento arranjado. Leopoldina sempre demonstrou grande reconhecimento para com seu papel. Em maio de 1817, ela se casou com o príncipe dom Pedro I (1798 - 1834), até então sucessor do trono de Portugal.<br><br>Alguns anos mais tarde, em 1820, com a Revolução do Porto, militares portugueses se organizaram e exigiram a volta de Dom João IV. Esses militares não estavam satisfeitos com a abertura dos portos e queriam que Portugal retomasse o controle das atividades comerciais no Brasil. Isso, porém, causou uma insatisfação na população brasileira e uma forte pressão pela independência.<br><br>A princesa Leopoldina percebeu que se não declarasse a independência, a população iria se rebelar e derrubar o regime monárquico. Após essa percepção, ela desempenhou papel importante em convencer seu marido a ficar no Brasil e declarar a independência. Fato é que não se sabe ao certo se foi ela quem assinou a separação de Brasil e Portugal. Mas se sabe que ela tinha uma leitura política que permitiu que o Brasil se mantivesse unificado. Assim, a Imperatriz foi de suma importância para a Independência do Brasil.<br><br>Dupla: Elislândia Aparecida e Karolyne Alves<br>Turma: 2º Ano de Comércio</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 00:49:04 UTC</pubDate>
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         <title>Bicentenário da Independência do Brasil.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Proclamação da Independência" - François-René Moreau<br>Pintor francês (1807-1860)<br><br>Somos realmente independentes?<br>&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Neste ano a importância torna-se ainda mais discursiva, já que muitas problemáticas vem a tona, mostrando a necessidade de discussão.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;7 de Setembro data em que começou a existência como Nação, são tantas idéias, hipóteses, teorias que chegam a ser cansável , mas o certo é que ainda somos e fomos privados do suposto da presença de um substrato preexistente de nacionalidade.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A simples imagem de uma bandeira ou leitura de livros não tampouco chega a tirar nossas dúvidas ou nos dar justificativas. Vai muito além de se declarar como tal, nada acontece da noite para o dia, existe um enorme e significativo movimento nos bastidores da vida.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Um movimento social e militar, onde todos estavam cansados de pagar imposto a coroa portuguesa, assim como sustentar seus luxos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A verdade é que existe uma grande submissão de poderes. A independência para a população não precisa ter data específica, nem idade específica, o que precisamos é de oportunidades para exercer a nossa independência.<br><br>Dupla: David e Aline.<br>Turma: 2º ano Comércio</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 08:07:49 UTC</pubDate>
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         <title>Bicentenário da Independência do Brasil </title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;7 de setembro data magna da independência do Brasil. Mas é importante homenagearmos todos os participantes das lutas pela independência,já que muitos são esquecidos da história.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;No dia 7 de setembro de 1822, Dom Pedro proclamou a independência do Brasil as margens do Rio Ipiranga e trouxe “Independência ou morte!” como um marco histórico do país. A partir de então, desvinculamos nossos laços coloniais com Portugal e iniciamos um novo período cultural, sociológico e histórico no país.<br>&nbsp; A independência, no entanto, não resultou em transformações políticas profundas, nem tampouco sociais, porque D. Pedro já governava o país desde que D. João VI havia voltado para Portugal. "Na verdade foi uma independência sem muitas mudanças no quadro político e social do país".<br>&nbsp; &nbsp;Ser independente é ser uma nação governada de acordo com o que foi definido pelo povo a partir de suas tradições ou convicções sem que o governo de qualquer outro país possa interferir,por isso devemos rever nossos conceitos&nbsp; e definições.<br><br>Dupla: Francisco José e João Victor.&nbsp;<br>Turma: 2º ano Comércio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 08:22:59 UTC</pubDate>
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         <title>A imperatriz Leopoldina e a independência do Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A importância da Leopoldina na independência do Brasil.&nbsp;<br>Dona Carolina Josefa Leopoldina, nasceu em 1797 em Viena na Austrália filha de Francisco II que com um tempo acabou sendo imperador da Áustria. A mesma casou com o filho do Herdeiro do Reino de Português D. João que se encontrava no Rio de Janeiro na época. Durante as décadas de 10 em 1812 já mostravam sinais de movimento da independência e formações de repúblicas.<br>Leopoldina chega no Brasil em 1817 com 19 anos de idade e logo engravida e da luz a seus filhos. Assumia como regente, tornando-se a primeira mulher imperatriz a governador nosso Brasil. Ela convoca e preside uma reunião de concelhos de estado. No ano de 1820 o movimento do Porto se inicia, com exigências da volta da monarquia, para a mudança do regime. Dando início no ano de 1821 instaurando a Assembleia Constituinte onde ouve movimentos de adesão as cortes mais conhecidas como um “duro golpe” ao governo de D. João.<br>Em 2 de setembro de 1822 Leopoldina foi além e presidiu ao concelho de estado no Rio de Janeiro, assinando uma recomendação para que Dom Pedro I declarasse a Independência.<br><br><br>Dupla:Maria Clara Rodrigues E Rayssa Amaro Pereira leitão.&nbsp;<br>2° Comércio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 20:45:14 UTC</pubDate>
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         <title>Independência ou Morte </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Independência ou Morte<br><br>&nbsp; &nbsp;A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807, empurrados por Napoleão Bonaparte, se fez uma inteligente e feliz manobra política. Pois assim pode manter-se preservada a integridade e manutenção da monarquia portuguesa<br>&nbsp; &nbsp;A instalação da sede do império no Rio de Janeiro, a abertura dos portos em 1808 por Dom João VI, trouxe uma série de reformas, crescimento econômico e mudanças no patamar político da colônia. A partir de 1815, a colônia é elevada a "Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves" com capital no Rio de Janeiro.<br>&nbsp; &nbsp;Dom João VI, após ceder as pressões vindas de Portugal, com o estouro da Revolução Liberal do Porto, movimento esse que visava o fim do absolutismo em Portugal, e o forçava a retorna para Lisboa, ele deixa e nomeia em 1821 Dom Pedro I como príncipe regente do Brasil. Portugal também reenvidicou o retorno de Dom Pedro I, planejando uma futura recolonizacão, o que enfureceu a elite brasileira, a qual defendia a permanência do príncipe regente.<br>&nbsp; &nbsp;Uma figura importante na permanência de Dom Pedro I, foi sua esposa, Maria Leopoldina. Aconselhado por ela e por seu ministro e conselheiro José Bonifácio, ele anuncia sua permanência no Brasil, ignorando as ordens recebidas de Portugal, no chamado "Dia do fico". Assim recebendo um decreto com ameaças da Coroa Portuguesa, ele decidiu então testar sua sorte, no dia 7 de Setembro de 1822, as margens do Riacho do Ipiranga ele declara a "Independência do Brasil"<br>&nbsp; &nbsp;Não se pode figurar a Independência do Brasil,na qual muitos pensam, como uma ruptura imediata e pacífica. Dom Pedro I não foi o primeiro a tentar independência. Movimentos como a conjuração Mineira no iniciada no ano de 1789, e a conjuração Baiana de 1798, ambos de caráter separatistas, sendo o primeiro baseado por pensamentos iluministas, na qual pregavam a liberdade política e econômica, não conseguiram superar a fase conspiratória, onde foram reprimidas e tiveram seus líderes executados.<br>&nbsp; &nbsp;Ouve outras tentativas de separação, como em 1817, quando Pernambuco entrou em insurreição. Insatisfeitos com os impostos estabelecidos no Brasil a partir da chegada da corte portuguesa e com a grande quantidade de portugueses nos cargos públicos, os cidadãos mais ricos e influentes da capitania de Pernambuco dominaram Recife e implantaram um governo republicano. Dom João VI, com receio de que a revolta se ampliasse para as outras províncias, organizou uma forte repressão contra os revoltosos. Os conflitos duraram 75 dias e terminaram com a derrota dos pernambucanos e aqueles que não morreram em combate foram presos e condenados à morte.<br>&nbsp; &nbsp;O Brasil não teve Guerra de Independência, mas guerras. Entre 1822 e 1825, diversos conflitos ocorreram em todo o território nacional. Esse forte movimento de resistência era organizado por comerciantes ligados a Portugal e militares portugueses que viviam no Brasil. Uma das maiores guerras de independência, o conflito da Independência na Bahia teve início antes mesmo do 7 de setembro. A luta armada no Recôncavo Baiano havia começado em fevereiro de 1822, quando os baianos descobriram que seriam governados por um general português, Ignácio Luiz Madeira de Melo. Em 8 de novembro de 1822 aconteceu a maior batalha da independência, a de Pirajá, que movimentou mais de 4 mil homens.<br>&nbsp; &nbsp;Os conflitos entre a população e os soldados portugueses só terminaram em 2 de julho de 1823, quando as tropas brasileiras conseguiram conter os lusitanos, a separação de Portugal só foi reconhecida nessa data, que permanece como o dia oficial da independência para os baianos. Conflitos menores foram sufocados pelo governo brasileiro nas províncias do Maranhão, Piauí, Alagoas, Sergipe, Ceará e Cisplatina, e o Brasil, enfim, conquistou sua unidade territorial, reconhecida por Portugal em 1825. No total, os combates nesse processo causaram mais de 3 mil mortes. Para Arruda Machado, as Guerras de Independência no Brasil mostram que devemos repensar “a tese de que a formação do Estado brasileiro se resolveu através de um simples e pouco traumático acordo”.<br><br><br><br>Ana Laryssa<br>Fco Davi</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 22:33:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>  O que tem por trás dessa luta ?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Vemos 7 de setembro de 1882 como militar e único, que ocasionou na liberdade e independência de uma nação.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando lembramos de 7 de setembro a imagem que vem da nossa cabeça é de Dom Pedro I gritando independência ou morte, ou apenas vários homens lutando, mas a verdade é que muitos participaram desse movimento, mas foram esquecidos ou apagados da história.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Até mesmo em nosso estudos, no nosso contexto histórico, esquecemos pessoas que morreram, que lutaram, que sofreram vidência de diversas formas tanto física como verbal.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Tudo o que sabemos é que não foi em si uma luta sanguenta, foi tudo muito pacífico e calmo , já que foi liderado por homens militares, mas a verdade está muito distante disso.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Houveram diversos movimentos e confrontos, como a revolução pernambucana na inconfidência mineira, que foram movimentos de caráter separatistas e republicanos que ocorreu no Brasil colônia. Podemos concluir que a independência do Brasil é de fato um acontecimento de estrema importância para o nosso país, mas nosso país, mas não foi algo repentino, foi algo que se prolongou por vários anos.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Podemos concluir também que nossa luta pela a independência ainda não foi concluída, ainda é uma luta constante.<br><br>Nome: Francisca Vitória e Nafthaly Beatriz </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 22:39:58 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Pernambucana.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1817 ocorreu em Pernambuco a primeira revolta de fato pela independência do Brasil, pela primeira vez um estado do Brasil se separa de Portugal, organiza um governo provisório representativo, cria um projeto constitucional, e cria uma bandeira. Pernambuco é o estado pioneiro na luta pela independência, os impostos eram muito altas, o Brasil já era colônia de Portugal a mais de 300 anos e a situação econômica política foi agravado com a presença da família real fugindo das tropas de Napoleão Bonaparte, família real que chaga ao Brasil em 1808, os impostos são aumentados da exportação do açúcar e do algodão que fazem com que a elite pernambucana se rebele contra o governo português, mas as tropas leais ao rei D.joão 6° chegam a Bahia e cercam o porto da cidade de Recife então os pernambucanos são rendidos e perdem, seus líderes são mortos.<br><br>Dupla: João Pedro Araújo Melo e Antônio Gomes Marques Filho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 22:58:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Chegada da família real no Brasil e o processo para isso acontecesse </title>
         <author>jeniffermoura</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Portugal era aliado de Inglaterra e contra a França e um dos planos da França para enfraquecer o Rei o Unido era o Bloqueio Continental ( proibição dos países de comercializam com o Reino Unido), e país contrariador não aderiu o bloqueio, já que suas comercializações com os britânicos eram importantes. Atacar os portugueses serviria para posicionar tropas na Espanha, prontas para intervir contra a mesma, se necessário.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Os motivos para a família real vim ao Brasil foram: colocar a capital mais perto das regiões do império, consequentemente aumentando o fluxo comercial entre Portugal e suas colônias e modernizar a administração do governo português. Para fugir das invasões napoleônicas em 1807, Dom João VI decidiu vir para o Brasil e trouxe consigo toda a corte portuguesa. Assim que chega à Bahia, ele declara a abertura dos portos dando início a uma série de transformações significativas para a colônia.&nbsp;<br>Dupla: Jeniffer Soares, Maylone Sérgio </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 00:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>A Revolução de 1817</title>
         <author>marialino17</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A Revolução de 1817 ou Revolução Pernambucana, iniciou-se no dia 6 de março de 1817, com a morte do brigadeiro português, Manoel Joaquim Barbosa de Castro. Aconteceu na capitania de Pernambuco durante o período colonial, o acontecimento da Revolução Pernambucana estava diretamente relacionada com os desdobramentos da transferência da corte portuguesa.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A Revolução foi o último movimento separatista de caráter republicano do período colonial brasileiro e foi o único movimento libertário que saiu da fase conspiratória e chegou a tomada de poder. Causada pelo aumento de impostos para financiar os conflitos militares de Dom João VI, os gastos exagerados da corte, a delegação de cargos públicos aos portugueses em vez de brasileiros e as regalias aos comerciantes portugueses mobilizaram tanto a elite quanto a população pernambucana.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Foi ocasionada pela insatisfação popular sobre os abusos da corte portuguesa, ela foi a única mobilização popular que saiu da conspiração para ser efetivada e poder ser considerada a primeira Proclamação da República. O movimento revolucionário foi enfraquecido por conta das diferenças de pensamento entre as próprias lideranças, o que favoreceu que as tropas reais retomassem o controle das capitanias vizinhas, como as do Ceará e do Rio Grande do Norte. A revolta resistiu em Pernambuco até o dia 20 de maio de 1817.<br><br>Jamil Felipe e Eloiza Sampaio </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 09:42:05 UTC</pubDate>
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         <title>Bicentenário da Independência do Brasil </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando pensamos na Independência do Brasil, o que vem na nossa mente é o grito que Dom Pedro I deu as margens do riacho Ipiranga, o famoso "Independência ou morte".<br>Mas sabemos que o processo de independência vai muito além disso, com a chegada da família real no Brasil foram ocasionadas diversas mudanças, que contribuiu para o desenvolvimento comercial, econômico e, que possibilitou a independência do Brasil.<br>Em dezembro de 1821, um documento é enviado ao Brasil exigindo que Dom Pedro I voltasse para Portugal, em uma audiência em 1822 Dom Pedro I recebe um documento com mais de 8 mil assinaturas que exigia que ele permanecesse no Brasil, de onde surgiu a frase&nbsp; “Como é para bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto; diga ao povo que fico”. Duas pessoas tiveram grande influência na tomada de decisões de D. Pedro:sua esposa, Maria Leopoldina, e<br>José Bonifácio de Andrada.<br>Já em 28 de agosto de 1822, ordens de Lisboa chegaram ao Brasil com a mensagem que o retorno de D. Pedro para Portugal deveria ser imediato. Lida por Maria Leopoldina, foi convencida da necessidade do rompimento com Portugal e, em 2 de dezembro, assinou uma declaração de independência a qual foi enviada para D. Pedro que estava em viagem a São Paulo.&nbsp;<br>A tela pintada por Pedro Américo em 1888, a qual também é lembrada sobre a independência do Brasil, sugere uma ocasião bastante glamourosa e heróica. O que poucos sabem é uma das verdades envolvidas no dia da independência do nosso país, o conhecido e aclamado D. Pedro I estava com desagradáveis problemas intestinais no dia tão marcado como este. Testemunha relatam o que príncipe se obrigado a descer do animal que o transportava para 'prover-se' no denso matagal que cobria as margens da estrada. Para recuperar suas energias o trajeto foi interrompido e pararam num município paulista, chamado de Cubatão.&nbsp;<br>"Maria do Couto, responsável pelo estabelecimento, preparou-lhe um chá de folha de goiabeira, remédio usado no Brasil contra diarreia. A ação do chá apenas aliviou temporariamente as dores do príncipe, mas deu-lhe ânimo para prosseguir a viagem". Logo após o príncipe recebeu a carta de Leopoldina, seguindo viagem e ignorando as condições desagradáveis, D. Pedro soube que era hora de fazer história.<br><br>Dupla: Izabel de Sousa Silva e Natália Rodrigues Marques<br>Turma: 2° enfermagem&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:10:28 UTC</pubDate>
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         <title>Leopoldina assina o Contrato de Independência</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Embora este fato não seja muito lembrado dentro dos livros didáticos e nas escolas. A princesa Leopoldina da Áustria, a então princesa do Brasil tem uma importância fundamental para o processo de "independência" do Brasil.<br>&nbsp; Durante a viagem de D. Pedro para São Paulo que tinha como finalidade conversar com fazendeiros que eram a favor da independência do país, chegou uma carta de Portugal que tinha por objetivo obrigar o retorno do príncipe e da princesa a Portugal afim de rebaixar o Brasil novamente a colônia.&nbsp;<br>&nbsp; A princesa regente, Leopoldina, assumiu o controle da situação na ausência de seu marido e no dia 2 de Setembro de 1822 convocou uma reunião do Conselho de Ministros, neste reunião todos concordaram que o Brasil não deveria ser mais dependente de Portugal e também foi nessa reunião onde foi assinado o decreto que declarava o Brasil separado de Portugal.&nbsp;<br>&nbsp;Foi junto do documento — que precisava da aprovação do príncipe — , enviada uma carta escrita pela princesa que contava os últimos acontecimentos a D.Pedro e pedia que ficassem no Brasil e assumissem a monarquia do povo. No dia 7 de Setembro o decreto e a carta chegaram as mãos do príncipe. O decreto junto das palavras de Leopoldina impulsionaram o grito da Independência as margens do rio Ipiranga.<br><br>Dupla: Laryssa Lira e Iasmin Emídio<br>Turma: 2° ano de enfermagem </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>A VINDA DA FAMÍLIA REAL PARA O BRASIL </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dupla: Lohanne Thássila e Ana Mirla. <br><br>A <strong>vinda da família real para o Brasil</strong>, evento também conhecido como <strong>transferência da corte portuguesa</strong> para o Brasil, foi um acontecimento que se deu na passagem de 1807 e 1808 e foi consequência da invasão de Portugal por tropas francesas durante o período napoleônico. Para evitar de ser capturado pelas tropas de Napoleão, d. João (futuro d. João VI) ordenou a mudança da corte para o Brasil.<br><br>Esse acontecimento transformou o Rio de Janeiro na capital do Reino de Portugal e trouxe <strong>transformações profundas para o Brasil</strong>, tanto no aspecto econômico, quanto no social e no político. As transformações e a acomodação dos Bragança no Brasil contribuíram para que a independência do Brasil&nbsp; fosse antecipada.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:15:47 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico da Emancipação Brasileira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tudo começou com a vinda da Família Real portuguesa em 1808. A chegada da Família Real foi motivada pela Guerra entre França e Inglaterra no período napoleônico. Portugal tinha uma aliança muito forte com o Reino Unido, o comércio entre esses dois países aumentou por conta do fim da concorrência com outros países europeus. Por tais motivos, o Reino português se recusou a obedecer as ordens da França e não aderiu o Bloqueio Continental, bloqueio esse que tinha como objetivo enfraquecer os britânicos, impedindo que outros países comercializassem com a Inglaterra e não permitia a utilização de portos europeus pelos britânicos, Napoleão via essa aliança como uma ameaça ao seu domínio. E assim, foi criada uma operação contra Portugal, a ideia central era atacar a nação citada, para isso foram posicionadas tropas francesas no território espanhol e mapearam a extensão territorial espanhola. Dom João VI, aceitou as ordens da França, pois via que suas tropas não conseguiriam resistir, mas apenas tomou essa decisão após comunicar o Reino inglês e assinou um acordo com o Reino Unido no dia 22 de outubro de 1807, tudo isso de forma secreta. A Família Real escolheu vir ao Brasil, na época colônia portuguesa, foi por conta que a região entre Brasil e Angola eram as mais importantes economicamente. Em 27 de novembro de 1807, a Realeza portuguesa, composta por D. João VI, membros da Realeza, nobreza portuguesa e seus empregados, um total de 15 mil pessoas vinham rumo ao Brasil, trouxeram com eles tesouros, posses pessoais e um acervo de livros. E houve uma transmigração da corte, o que trouxe bons resultados para Portugal, pois aconteceu pouca perda material e continuaram no conflito. Com a vinda da Família Real para a América portuguesa, trouxe como a principal consequência a aceleração do processo de independência do país. Em 1815, o Brasil foi declarado como parte do Reino Unido de Portugal e Algarves. Sabemos uma versão da história da Independência diferente do que realmente foi, a versão em que Pedro Américo levanta sua espada cercada por sua guarda de honra, no dia 7 de setembro de 1822, mas na verdade D. Pedro estava cavalgando em uma mula, com vestes leves, uma comitiva reduzida e com problemas estomacais. A Independência do Brasil não foi uma ruptura imediata, durou anos e trouxe consequências. Com isso, após o fim de Napoleão, anos após a mudança da Família Real, ocorreu a Revolução Liberal do Porto, os portugueses exigiam a volta da Realeza, já que Portugal passava por uma crise econômica e política, D. João VI estava no Rio de Janeiro e não podia resolver tais problemas. A burguesia portuguesa se organizou em Cortes, instituição baseada nos princípios liberais, a Revolução Liberal do Porto defendia reformas em Portugal, exigindo que Portugal fosse a sede do Reino, não o Brasil. Com isso, o Rei D. João VI foi ameaçado de ser destituído do trono caso não voltasse, acabou retornando a Portugal em 26 de abril em 1821 e deixou seu filho, Pedro de Alcântara, como príncipe regente do Brasil. Em 9 de janeiro de 1822, o Brasil e as Cortes estavam em grande tensão, D. Pedro afirma que ficará no Brasil, esse dia ficou conhecido como “ Dia do Fico”. O Príncipe ao saber que as cortes queriam tirar a autoridade brasileira. D. Pedro, na província de São Paulo, em 7 de setembro de 1822, declara “ Independência ou Morte” nas margens do riacho Ipiranga. Após o feito, D. Pedro I foi proclamado o Imperador do Brasil, no Rio de Janeiro em 12 de outubro de 1822. Em 29 de agosto de 1825, é assinado o Tratado de Amizade e Aliança, no qual a Independência brasileira é reconhecida, além de pagar indenização para Portugal. Assim, foi decidido que o Dia da Pátria seria 7 de setembro.<br><br>Alunas: Letícia Aguiar e Raíssa Viana<br>Turma: 2° Enfermagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Quitéria - A mulher que lutou pela Independência do Brasil </title>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Quitéria de Jesus (27 de julho de 1792 – 21 de agosto de 1853) foi a primeira mulher a fazer parte do Exército Brasileiro. <br>&nbsp; &nbsp;Em 1822, o Conselho Interino do Governo da Bahia passou a recrutar voluntários para as lutas de apoio à Independência. Maria Quitéria interessou-se pela proposta e pediu ao seu pai permissão para se alistar, mas foi proibida por ele.<br>&nbsp;Decidida a lutar pela Independência, Maria Quitéria contou com a ajuda de sua irmã, Tereza Maria, e seu cunhado, José Cordeiro de Medeiros. Ela pegou o uniforme do cunhado emprestado, cortou seus cabelos e apresentou-se como homem ao Exército.<br>&nbsp;Como soldado Medeiros, Quitéria juntou-se ao batalhão “Voluntários do Príncipe Dom Pedro”.<br>&nbsp;O pai de Maria Quitéria procurou o batalhão e contou que ela era mulher. Como ela já era reconhecida por seus esforços, disciplina e facilidade com as armas, o major não permitiu que ela fosse desligada do Exército.<br>&nbsp;Após adotar seu nome verdadeiro, Maria Quitéria trocou o uniforme masculino por saias e adereços. Sua coragem em ingressar em um meio masculino chamou a atenção de outras mulheres, as quais passaram a juntar-se às tropas e formaram um grupo comandado por Quitéria.<br>&nbsp; Maria Quitéria participou dos combates mais importantes da Guerra da Independência. Destacou-se nas batalhas da ilha de Maré, Conceição, Pituba e Itapuã. Foi considerada como uma peça fundamental no conflito na foz do Rio Paraguaçu e também no combate da Pituba<br>&nbsp;<br>&nbsp; Maria Quitéria tornou-se símbolo da emancipação feminina e exemplo para mulheres de todo o país. A heroína da Independência foi&nbsp; condecorada patrona do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro. Em 1953, no aniversário de 100 anos de sua morte, o governo brasileiro decretou que seu retrato estivesse presente em todos as repartições e unidades do Exército<br><br><strong>Ass: </strong>Rebeca e Juliana   <br><strong>Turma: </strong>2° "A"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:42:52 UTC</pubDate>
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         <title>A chegada da Família Real no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Era conhecido como&nbsp; "Período Joanino" o tempo em que a família real se estabeleceu no território brasileiro, que pendurou até 1821. Sua vinda para o Brasil não foi atoa, influenciada sobre tudo pelo Bloqueio continental o qual foi decretado em 21 de novembro de 1806 para obrigar os países administrados pelo império francês a cortar todos os laços comerciais com a Inglaterra. O autor desse decreto autoritário foi Napoleão Bonaparte, que queria de todas as formas derrubar a hegemonia econômica do império britânico. &nbsp;<br>A estadia da família durou aproximadamente 13 anos, e trouxe consigo diversas melhorias para o país, como a abertura dos portos, autorização para os comerciantes negociarem com as nações amigas, que eram só os ingleses, instalações de bibliotecas e museus para incentivar à cultura e o desenvolvimento de uma pequena imprensa, surgindo "A gazeta do a rio de janeiro", o primeiro jornal fundado no Brasil. Porém, a família não trouxe só benefícios, infelizmente, nesse tempo o conhecimento sobre doenças mentais era vago, portanto, quando a família veio ao Brasil, os "loucos", como eram chamados os enfermos mentais, foram obrigados a se retirarem das ruas indo para os hospícios ou casas de misericórdia, gerando desde de cedo uma exclusão com pessoas que possuíssem algum tipo de doença.<br><br><br><br>Integrantes:<br>&nbsp;Laysla Evellyn, N°23&nbsp;<br>&nbsp;Fabricia da Conceição, N°10</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:44:01 UTC</pubDate>
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         <title>07 de setembro de 1822. Independência?</title>
         <author>hellenrosa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1 INTRODUÇÃO</strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A Independência da nação brasileira, "ocorrida" em 07 de setembro de 1822, é vista, popularmente, como um acontecimento imediato e glorioso. Entretanto, ao analisar o acontecimento de forma minuciosa e imparcial, nota-se que a Independência foi um processo longo e doloroso, dotado de estigmas, negligências e mistérios que, aos poucos, foram se mascarando em meio à tantas informações.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<mark>É errôneo pensar que a Independência ocorreu no momento exato do grito do Ipiranga</mark>, ou ainda, que esta durou apenas alguns dias, semanas ou meses. A evolução da pátria é a prova necessária para afirmar, com certeza, como foi o fim da independência; mas, como tudo iniciou?<br><br><strong>2 A REAL INDEPENDÊNCIA<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Ao olhar a imagem, a primeira figura ao ser vista é D. João VI, isso pois, o quadro se encontra em um jogo de luzes e composições no qual todos estão voltados para a família real. No céu, raios de luzes emanam do céu, como <mark>holofotes diante de um grande espetáculo</mark>, no chão, populares se debruçam sob a presença de tais autoridades. Sob a família real, pairam silhuetas tranquilas, representadas pela formação das nuvens.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<mark>O momento tinha tudo para ser marcante, glorioso, imperioso e belo.<br><br></mark><strong>2.2 A VINDA DA FAMÍLIA REAL</strong><mark><br></mark>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Porém, é valido ressaltar que a realidade está muito distante daquilo retratado acima. <mark>A família real estava fugindo</mark> da situação caótica a qual se encontrava a Europa, caindo nas mãos de Napoleão, a elite brasileira não estava satisfeita com a administração de Portugal, e tampouco a elite de Portugal estava satisfeita com a fuga da família real, especialmente porque o refúgio no Brasil teve um preço: A abertura dos portos brasileiros para as nações amigas. Tal fato gerou uma reação negativa das elites em Portugal que, posteriormente, se transformou no movimento conhecido como Revolta Liberal do Porto, no qual os portugueses exigiam o Rei D. João VI voltasse para Portugal, e assinasse uma Constituição que limitasse seu poder.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;D. João VI adiou sua volta à Portugal o quanto pôde, mas tropas portuguesas instaladas no Rio de Janeiro obrigaram-no a voltar, mas os portugueses ainda não estavam satisfeitos: exigiram também a volta de D. Pedro, filho de João VI e príncipe regente. Entretanto, D Pedro negou os pedidos de Portugal e declarou que ficaria permanentemente no Brasil. Tempo depois, a ação se popularizou, e ficou conhecida como “Dia do Fico”, no qual D Pedro afirmou <mark>“Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto. Diga ao povo que fico!”</mark>.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>2.2 D. PEDRO E O GRITO DA INDEPENDÊNCIA</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Aos poucos, o Brasil se libertava das amarras portuguesas: D. Pedro aprova um novo ministério, sem consultar de D. João VI, e impõe entraves do envio de militares portugueses ao território brasileiro. Então, houve um ultimato, foi a última exigência de Portugal para D. Pedro voltasse. Assim, no dia 07 de setembro de 1822, D. Pedro proclamou as palavras que se transformariam em um símbolo de resistência, força e patriotismo: a famigerada <mark>“Independência ou morte!”</mark>.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Portugal só reconheceu a independência do Brasil em <mark>agosto de 1825</mark>, três anos após o grito do Ipiranga.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Por fim, comemoramos o dia em que a nação brasileira passou a ser, de fato, <strong>dos brasileiros</strong>.<br><br>2A, Enfermagem.<br>Adinna Damares Pereira Mota<br>Hellen Soares Rosa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:52:16 UTC</pubDate>
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         <title>A mulher que arquitetou a independência do Brasil.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No início do século XIX, pouco antes da independência do Brasil, a sociedade portuguesa da América era completamente patriarcal. As mulheres cuidavam de suas casas enquanto os homens cuidavam dos negócios de suas famílias. As famílias de ordem monárquicas não fugiram desse esquema. Os poderes continuaram de pai para filho. Portanto, é muito importante falar sobre a importância das mulheres no processo de Independência do Brasil. <strong>Maria Leopoldina,</strong> foi uma arquiduquesa austríaca conhecida por ter sido a <strong>primeira imperatriz do Brasil</strong>. Leopoldina chegou ao Brasil, em novembro de 1817, e em maio de 1817, Dom Pedro e Maria Leopoldina se casam, o casamento deles foi resultado das negociações realizadas entre os corpos diplomáticos austríaco e português iniciadas durante o Congresso de Viena. Leopoldina teve uma papel central no processo de independência, pois se vê o protagonismo da mulher na política. Considerada por muitos uma mulher cientista e habituada ao estudo. Quando Dom Pedro está em São Paulo no grito do Ipiranga, ela que está presidindo o conselho de estado. Dona Maria Leopoldina, foi fundamental para emancipação do Brasil, esposa de Dom Pedro, ela incentivou o marido a ficar no Brasil, e a declarar a independência do país.<br><br><strong>Dupla</strong>: Melquizedeque Rykelme Carmo Silva // Letícia Albino Barros<br><br><strong>Turma</strong>: 2° "A"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>Bicentenário da Independência do Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Talvez o primeiro pensamento que temos ao ouvir falar sobre a Independência do Brasil seja D. Pedro 1° gritando “Independência ou morte” à beira do Rio Ipiranga. No entanto, esse evento não se deu apenas pelo “grito”. Há outros fatores cruciais – e reais – para o fim do Pacto Colonial.&nbsp;<br>A emancipação não aconteceu de forma pacífica e tampouco se inicia com a chegada da Família Real. Outros movimentos como a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana já defendiam a Independência além do fim da escravidão.<br>Essa tela a óleo é uma pintura histórica produzida em 1922 por Georgina de Albuquerque, é uma obra de arte que retrata a sessão de 2 de setembro de 1822 do Conselho de Estado do Brasil, que precedeu a declaração da Independência do Brasil. É uma pintura realizada por uma mulher brasileira, quando na época esse tipo de pintura era predominantemente feita por&nbsp;<br>homens. O quadro destaca também a participação da princesa Maria Leopoldina no processo político da ruptura colonial de 1822.<br>A obra rendeu a Albuquerque o prêmio da Exposição de Arte Contemporânea e Arte&nbsp;<br>Retrospectiva do Centenário da Independência, um concurso realizado com o objetivo de selecionar as pinturas que melhor representam eventos históricos relacionados à independência brasileira.<br><br><br>Integrantes: Francisca Ingrid e Maria Clara<br>Turma: 2° Ano de Enfermagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 15:54:15 UTC</pubDate>
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         <title>Coroação de d. Pedro I como imperador </title>
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         <description><![CDATA[<div>A pintura a óleo do pintor francês Jean Baptiste Debret, retrata um momento importante para a história do Brasil, em 1° de dezembro de 1822, a coroação de D. Pedro que tornou-se D. Pedro I, Imperador do Brasil, o que só aconteceu devido a independência do país.<br>&nbsp; &nbsp;A independência do Brasil aconteceu em 1822, tendo como grande marco o grito da independência, realizado por Pedro de Alcântara, às margens do Rio Ipiranga, no dia 7 de setembro de 1822. O Brasil passava a ser uma nação independente e não mais uma colônia portuguesa.<br>&nbsp; &nbsp;A independência foi um processo gradativo que decorreu de diversos fatores que desgastaram a relação do Brasil e Portugal, entre eles estão as independências que aconteceram na América inglesa e espanhola, a crise do sistema colonial, as ideias iluministas.<br><br>Larissa Assunção Hora<br>Lauanda Cristine Soares Santiago&nbsp;<br>2° enfermagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 16:11:52 UTC</pubDate>
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         <title>A batalha do Jenipapo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 27 de novembro de 1807 a família real , constituída pela rainha d. Maria e o principe d. João deixava Lisboa, Portugal pois a sede da monarquia estava se mudando para o rio de janeiro, fugindo do Exército Francês que estava na capital. O Brasil deixava de ser colônia para ser Reino Unido de Portugal e Algarves, assumindo o papel de capital do Império. A transferência acarretou no aumento de funções políticas e administrativas e em pouco tempo surgiu a elite dirigente.&nbsp;</div><div>&nbsp; Em agosto de 1820, em Porto, militares vieram a público se pronunciar contra a ausência do rei e sua corte em Portugal, a economia estava arruinada e a onda revolucionária finalmente chegou a Portugal. A burguesia tentava assumir o controle do Reino e do Império lusitanos.&nbsp;</div><div>&nbsp; O retorno da corte para Portugal se tornou inevitável, em 26 de abril d. João deixava o Rio de Janeiro, legando a seu filho, d. Pedro a regência do Brasil. As cortes de Lisboa passaram a exigir o retorno de d. Pedro a Portugal. No dia 9 de janeiro de 1822, o príncipe regente se recusou a embarcar para Portugal, ação que deu nome ao "dia do fico", em maio do mesmo ano declarou que qualquer lei portuguesa só teria validade na america com sua aprovação e passou a ser chamado de Defensor Perpétuo do Brasil.&nbsp; No dia 7 de setembro d. Pedro declarou a ruptura dos laços coloniais e foi proclamado imperador em outubro de 1822.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Mesmo após d. Pedro declarar a ruptura dos laços coloniais e a independência do Brasil, a coroa portuguesa ainda estava voltada para uma das regiões mais ricas na época. As províncias do Grão Pará, Maranhão e Piauí e para continuar no controle, Portugal enviou o militar João José da Cunha Fidié. Cearenses e maranhenses se juntaram ao povo do Piauí&nbsp; para lutar contra resistentes tropas portuguesas. A batalha do Jenipapo, nome pelo qual ficou conhecido esse confronto, recebe o título de mais sangrenta já ocorrida em solo brasileiro. Armados com facões, machados, porretes e armas artesanais, cerca de 200 brasileiros foram mortos e outros 542 foram feitos prisioneiros por Portugal, enquanto 116 portugueses morreram e 60 ficaram feridos. Esse embate foi crucial para a consolidação da independência do Brasil.&nbsp; Em 1973 foi criado um monumento na cidade de Campo Maior para homenagear as pessoas que se sacrificaram na Batalha do Jenipapo.&nbsp;<br><br><br><br>Dupla: Ana Michelly Alves de Almeida&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Maria Letícia da Silva Santana<br>2° Enfermagem</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 16:17:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Leopoldina e a Independência do Brasil: Mulher q teve por traz do processo.</title>
         <author>teodoroneto476</author>
         <link>https://padlet.com/maciel_biologia/ijci8bkdggbdyb4q/wish/2286756688</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Leopoldina, chegou ao Brasil em 1817, além de Arquiduquesa da&nbsp;<br>Áustria foi a primeira esposa de Dom Pedro I. Uma mulher que escreveu&nbsp;<br>sua história no país em um dos seus processos mais importantes: a&nbsp;<br>independência. mesmo com inúmeras desigualdades e inaceitações, ela&nbsp;<br>mostra poder e coragem para lutar. Teve papel fundamental no que levou&nbsp;<br>à independência do Brasil, embora seu casamento fosse infeliz, Dom&nbsp;<br>Pedro era parcialmente influenciado pelos seus conselhos.&nbsp;<br>&nbsp;A imagem exposta, foi pintada no ano de 1922 por Georgina de&nbsp;<br>Albuquerque. Retrata a sessão do conselho de Estado que decidiu a&nbsp;<br>independência em 1822, a princesa regente convocou os conselhos e&nbsp;<br>decidiu acabar com a submissão do Brasil em relação a Portugal de forma&nbsp;<br>urgente.<br>&nbsp;É pertinente ressaltar que 100 anos após a independência a&nbsp;<br>interpretação desse evento e do papel de Leopoldina mudaram&nbsp;<br>consideravelmente. Hoje, em comemoração ao bicentenário da&nbsp;<br>independência, expomos, novamente, papel da presença feminina, em um&nbsp;<br>evento histórico tão importante.<br><br><br>Serie/turma: 2° ano Enfermagem&nbsp;<br>Carla Rainara Alves Vasconcelos N° 07<br>Teodoro Martins Araújo Neto N° 41</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 16:24:45 UTC</pubDate>
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         <title>Vinda da Família Real no Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maciel_biologia/ijci8bkdggbdyb4q/wish/2286797914</link>
         <description><![CDATA[<div>O quadro de Portinari, retrata o começo do processo de independência do Brasil, com a abertura dos portos as nações amigas e com a mudança da sede do império português, de Portugal para o Brasil, fator esse que trouxe desenvolvimento para o Brasil, principalmente em locais como o Rio de Janeiro. Em 1808 quando a família real chega ao Brasil, abrem-se também os portos para nações amigas, o comércio se desenvolve, economia e isso favoreceu muito as elites brasileiras, logo, estavam gostando da presença de D. João, entretanto, os portugueses queriam que a família real fosse para Portugal e começam a pressionar o Rei, que vai a Portugal deixando o seu filho D. Pedro como príncipe regente, ação essa que acalmaria as elites brasileiras, todavia, os portugueses não se contentaram e continuaram a exigir que D. Pedro fosse para Portugal, ele no entanto, declarou em 9 de Janeiro de 1822, que ficaria no Brasil e em 7 de Setembro de 1822, declara a independência do Brasil.Em 1808 quando a família real chega ao Brasil, abrem-se também os portos para nações amigas, o comércio se desenvolve, economia e isso favoreceu muito as elites brasileiras, logo, estavam gostando da presença de D. João, entretanto, os portugueses queriam que a família real fosse para Portugal e começam a pressionar o Rei, que vai a Portugal deixando o seu filho D. Pedro como príncipe regente, ação essa que acalmaria as elites brasileiras, todavia, os portugueses não se contentaram e continuaram a exigir que D. Pedro fosse para Portugal, ele no entanto, declarou em 9 de Janeiro de 1822, que ficaria no Brasil e em 7 de Setembro de 1822, declara a independência do Brasil. Integrantes: Rayssa Rodrigues e Marcos Venancio </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 16:48:41 UTC</pubDate>
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         <title>INDEPENDÊNCIA DO BRASIL 🇧🇷 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong><em>CONTEXTO&nbsp;<br></em></strong>As causas que explicam a Independência do Brasil, ocorrida em 1822, estão diretamente relacionadas com o Período Joanino e com a transferência da corte portuguesa para o Brasil, que aconteceu na virada de 1807 para 1808. Lembrando que a transferência da corte portuguesa para o Brasil aconteceu em decorrência da invasão de <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/portugal.htm">Portugal</a> pelas tropas napoleônicas em represália ao fato de os portugueses não terem aderido ao <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/bloqueio-continental.htm">Bloqueio Continental</a>.</div><div>Com a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/vinda-da-familia-real-para-o-brasil.htm">chegada da família real portuguesa ao Brasil</a>, uma série de mudanças aconteceu no país, como <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/abertura-dos-portos.htm">abertura dos portos</a>, autorização dos comerciantes a negociarem com os ingleses, instalação de bibliotecas e museus como forma de incentivo à cultura, desenvolvimento de uma pequena imprensa etc.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>SOBRE A FOTO<br></strong>A Sessão das Cortes de Lisboa é uma pintura de Oscar Pereira da Silva. A obra é do gênero pintura histórica e foi realizada em 1922. Está localizada no Salão de Honra do Museu Paulista, o mesmo local de exposição do quadro "Independência ou Morte". A&nbsp; pintura retrata a sessão de 9 de maio de 1822 das Cortes Constituintes, em Portugal.A reação portuguesa à crise que havia atingido o país provocou a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/a-revolucao-liberal-porto.htm">Revolução Liberal do Porto</a>, que eclodiu em 1820. Nesse momento, a questão “independentista” no Brasil estava sob controle, desde a derrota do movimento rebelde de <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/pernambuco.htm">Pernambuco</a>. A Revolução Liberal do Porto foi organizada pela burguesia portuguesa, que se baseava nos <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/liberalismo.htm">ideais liberais</a>, como o próprio nome já sugere. Os portugueses formaram em Portugal uma espécie de Assembleia Nacional, nomeada de Cortes Gerais, que tinha como grande objetivo enfrentar a crise econômica que afetava o país. As cortes passaram a exigir duas coisas de imediato: o retorno de D. João VI a Lisboa e o rebaixamento do Brasil à condição de colônia. No Rio de Janeiro, principalmente, houve grande insatisfação, sobretudo com as tentativas dos portugueses de revogar o tratado de 1810 com os ingleses. Além disso, é claro, houve insatisfação com a iniciativa dos portugueses de quererem rebaixar o Brasil à condição de colônia novamente.</div><div>O rei D. João VI ficou dividido, na dúvida se retornaria ou não a Portugal, mas a ameaça a seu trono pelas cortes fez com que ele retornasse para Lisboa em abril de 1821. Ele retornou a Portugal com cerca de 4 mil pessoas e um grande volume de ouro e de diamantes do Brasil. Seu filho, no entanto, permaneceu aqui com um conselho de seu pai: “Pedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti, que me hás respeitar, do que para algum desses aventureiros”. A partir desse momento, iniciou-se a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/a-regencia-dom-pedro-i.htm">regência de Pedro de Alcântara no Brasil</a><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>FONTES DE PESQUISA&nbsp;<br><br></strong>Notas:</div><div>|1| SCHWARCZ, Lilia Moritz e STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 207.<br>|2| Idem, p. 212.</div><div>Crédito da imagem</div><div>[1] <a href="https://www.shutterstock.com/pt/g/georgios">Giogios Kollidas</a> / <a href="https://www.shutterstock.com/pt/">Shutterstock</a></div><div>Publicado por Daniel Neves Silva</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 16:53:11 UTC</pubDate>
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         <title>A Independência além do grito</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando falamos sobre a Independência do Brasil, nossa mente resume-se apenas ao grito de Dom Pedro nas margens do Rio Ipiranga, com aquela típica frase sempre dita por aqueles que relembram o feito de grande importância no dia 7 de setembro, "Independência ou morte".&nbsp;<br>Ao contrário do que muitos pensam, a Independência do Brasil não foi realizada com tanta facilidade ou calmaria, por trás dessa separação entre Portugal e Brasil há vários acontecimentos que também constituíram para essa proclamação.<br>Podemos citar então a Era Napoleônica, com o Bloqueio Continental - decreto de Napoleão Bonaparte que consiste em obrigar os países administrados pelo Império francês a cortar laços comerciais com a Inglaterra -;<br>O Congresso de Viena em 1815 com os princípios de legitimidade, restauração e compensação;<br>A Vinda da Família Real em 1808 onde D. João VI induziu a abertura dos portos para nações amigas, além de melhorias no Brasil;&nbsp;<br>Revolução Pernambucana em 1817 - separar a província do resto do país - ;&nbsp;<br>A Revolução Liberal do Porto em 1820, que exige a volta da família real para Portugal, e com isso, D. João VI foi obrigado a retornar afim de recolonizar o Brasil, mas com medo de perder o reinado, deixou como regente Dom Pedro I, do qual mais tarde também sofreu ameaças para vir à Portugal novamente.&nbsp;<br>É então, que Leopoldina, esposa do regente, entra na história assinando a carta - Declaração de Independência - e manda para Dom Pedro que se encontrava em São Paulo, afim de que o mesmo finalmente proclame a Independência do Brasil. Ele recebeu a carta de sua esposa quando estava na beira do Rio Ipiranga em uma situação desagradável em que relatava estar com problemas intestinais. Mas isso não o impediu que logo após ler a declaração, Dom Pedro gritasse, finalmente, no dia 7 de setembro de 1822 "Independência ou morte", proclamando assim, a Independência do Brasil.<br><br>Dupla: Érika Rodrigues da Silva N°08, Antonio Lucas Sales de Souza Vieira N°05.<br>Turma: 2° "A" Enfermagem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 17:19:28 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Dia do Fico&quot;</title>
         <author>victoriasilva64</author>
         <link>https://padlet.com/maciel_biologia/ijci8bkdggbdyb4q/wish/2286877882</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra de Jean-Baptiste retrata um momento historicamente importante para a história do país e seu processo de independência. O dia 9 de janeiro de 1822 foi marcado na época como o "Dia do Fico", ou seja, o dia em que o povo conseguiu convencer D. Pedro I a ficar no Brasil, já que a Coroa Portuguesa estava preocupada com o grande crescimento que estava acontecendo no Brasil e querendo assim que ele voltasse a ser sua colônia, não só exigindo mais também ameaçando o príncipe caso ele não voltasse para Portugal. D. Pedro tomou a decisão de ficar no Brasil com a ajuda das elites coloniais que contaram com mais de 8 mil assinaturas e da princesa Leopoldina. Fez o anúncio ao povo com a seguinte frase: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto. Diga ao povo que fico". Esse foi um dos primeiros passos para a independência do Brasil, pois após essa declaração D. Pedro I viaja para São Paulo em busca de apoio político, enquanto está fora do Rio de Janeiro, sua esposa Leopoldina e seu ministro José Bonifácio lhe enviam cartas pedindo para que ele rompesse suas relações com Portugal e, posteriormente proclamou a independência do Brasil às margens do Rio Ipiranga no dia 7 de setembro de 1822.</div><div><br><br><br>2° ano de enfermagem&nbsp;<br>Alunas: Victória Cristina N°44 e Maria Eduarda N°32</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 17:35:18 UTC</pubDate>
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         <title>O Grito do Ipiranga - A pintura que retata um episódio que ninguém viu.</title>
         <author>gustavomiranda41</author>
         <link>https://padlet.com/maciel_biologia/ijci8bkdggbdyb4q/wish/2286970507</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Os livros didáticos relatam a história da independência do Brasil de forma tão mítica, encomendada, quase que recriada para enaltecer este momento histórico simbólico do nosso país, raramente questionado ou criticado pela sociedade. Infelizmente, o 07 de setembro de 1822 foi muito menos significativo do que é celebrado atualmente.</sup><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É bastante cômodo associar a independência do Brasil ao famoso quadro de Pedro Américo, “O Grito do Ipiranga” (imagem acima), o qual personifica o ato histórico na pessoa de Dom Pedro I, quando, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, ele dita o célebre brado: “Independência ou morte”. Entretanto, o Brasil <strong>realmente</strong> tornou-se livre a partir de então? E até que ponto o quadro serve como uma “fotografia” deste momento histórico do país?<br><br>&nbsp; &nbsp;Quando visualizamos uma imagem, devemos sempre lembrar que ela é fruto de uma construção. No caso da tela "Independência ou Morte" não é diferente. A tela foi pintada mais de 60 anos após a proclamação da Independência, representando a maneira pela qual o artista interpretou os fatos, e não os acontecimentos exatos daquela data.&nbsp;<br><br></div><blockquote><mark>O próprio Pedro Américo reconheceu que seria impossível fazer uma relação entre a pintura e o episódio. Não apenas porque havia uma grande diferença de tempo - a tela foi pintada em 1888, e a Independência ocorreu em 1822 - mas também porque não seria possível reconstituir minuciosamente o acontecido, faltavam relatos"</mark> , conta historiadora e professora da USP Cecília Helena de Salles.</blockquote><div><br>&nbsp; &nbsp; Pedro Américo pretendia mostrar a independência do Brasil como resultado de um ato heroico de D. Pedro, retratado como um homem determinado e forte, e incluindo elementos que não correspondiam à realidade da época:<br><br></div><ul><li><sub>A casa presente na pintura, nomeada "A Casa do Grito" por exemplo, não existia em 1822. Seu primeiro registro foi 62 anos após o evento;</sub></li><li><sub>D. Pedro e sua comitiva provavelmente viajavam em mulas e jumentos, não cavalos.</sub> <sub>As montarias representadas não eram o principal meio de transporte para longas viagens na época, pois mulas eram mais favoráveis para longas viagens em terreno acidentado e variações de temperatura;</sub></li><li><sub>O terreno retratado foi distorcido para harmonizar a composição da obra e enaltecer D. Pedro e seus guardas, que se situavam em terreno mais alto.</sub><ul><li><sub>Além disso, nem sequer o Rio Ipiranga está próximo à localização real, no qual deveria estar localizado atrás de quem observa o quadro.</sub></li></ul></li><li><sub>A distância da tropa que vinha junto à D. Pedro era relativamente grande, diferentemente do que é mostrado na tela. Historiadores apontam também que a quantidade de pessoas que o acompanhavam eram de apenas 9 a 10 pessoas;</sub></li><li><sub>O próprio artista da obra está inserido na obra, localizado em segundo plano no lado esquerdo, o que distorce a realidade.</sub></li></ul><div><br>&nbsp; &nbsp;Essas e outras discrepâncias demonstram que não se deve dedicar a celebração do 07 de setembro para uma obra de ficção, ou do próprio evento em si. Afinal, a Independência não ocorreu em um dia só. Foi um <strong>processo, uma evolução</strong>. Documentos e outros registros históricos, obscurecidos pelas representações grandiosas e simbólicas, mostram a verdadeira <em>realidade</em>.&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na realidade, a Independência do Brasil restringiu-se apenas à questão política. Ou seja, não modificou em absolutamente nada o momento socioeconômico da época, permanecendo com as mesmas características do período colonial. Um detalhe de suma importância, frequentemente esquecido, é o fato de que a maior parte da população brasileira estava indiferente perante os acontecimentos. Por isso, é tão difícil encontrar a participação do povo brasileiro nos livros de história, referente aos acontecimentos da Independência.<br><br>&nbsp; &nbsp; É desolador perceber que a independência do Brasil não caracterizou nenhuma ruptura com o processo colonial. As bases socioeconômicas como o trabalho escravo, a monocultura e o latifúndio continuaram inalteradas. Para os escravos, por exemplo, a independência não significou nada. A vida nas lavouras continuou inalterada durante aproximadamente mais de 60 anos.<br><br>&nbsp; &nbsp; O "Grito do Ipiranga", tão festejado e comemorado em todo sete de setembro, na verdade não teve nenhum significado social. A impressão que se tem é de que a história dos livros didáticos é meramente mítica. Quanto a nós, brasileiros patriotas, precisamos sempre questionar os acontecimentos da nossa história. Afinal, por trás de um bom enredo histórico, há sempre uma realidade opressora.<br><br>&nbsp; &nbsp; Hoje, que celebremos a Independência do nosso país e sua trajetória por inteiro; todos os acontecimentos que desencadearam no direito que temos hoje: de sermos considerados brasileiros.<br><br>2° de Enfermagem<br>Marcos William e Gustavo Portela</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 18:32:35 UTC</pubDate>
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         <title>A chegada da família real ao Brasil </title>
         <author>heloisla6000</author>
         <link>https://padlet.com/maciel_biologia/ijci8bkdggbdyb4q/wish/2286970831</link>
         <description><![CDATA[<div>A vinda da família real ao Brasil, no ano de 1808, desencadeou uma grande mudança no país, por volta do século XIX. Com a chegada destes congêneres ao Rio de Janeiro, o rei promoveu a abertura dos portos às nações amigas, autorizando o comércio entre ingleses, na promoção da perspectiva econômica. Esta foi uma das medidas tomadas por D. Pedro I, onde evidenciou interesse com relação ao país ser à parte do governo português, passando a não ser mais uma colônia. Assim, a emancipação e o desvencilhamento do país com Portugal foi provocado no dia 7 de setembro de 1822, onde D. Pedro I o proclamou, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, com o célebre grito "Independência ou morte!".<br><br>Heloá Isla Araújo Sampaio&nbsp;<br>Raissa Oliveira da Silva&nbsp;<br>2° "A"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 18:32:47 UTC</pubDate>
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         <title>As representações da independência e as guerras de narrativa</title>
         <author>raynararodrigues3</author>
         <link>https://padlet.com/maciel_biologia/ijci8bkdggbdyb4q/wish/2287183527</link>
         <description><![CDATA[<div>As artes históricas são recursos amplamente utilizados com o objetivo de estudar, representar ou enaltecer fatos históricos, uma vez que as imagens falam por si próprias; contudo, é imperioso conhecer o período em que foram feitas e as intenções de seus autores. <br>A obra de Pedro Américo não teve como objetivo reproduzir fielmente o famoso "grito do Ipiranga", mas conceber ao evento um caráter heroico em todo seu esplendor. A tela foi encomendada pela família Real portuguesa, assentada no Brasil, com o objetivo de expor a importância que a monarquia teve na formação da pátria, visto que a imagem da mesma estava desgastada no período em questão. Alguns dos detalhes mais importantes da obra são a troca de elementos da realidade e no quadro por razões estéticas, onde a realidade não traduziria a grandiosidade demandada pelo pedido, como por exemplo a substituição da montaria de D. Pedro I, um burro por um alazão, as vestes elegantes e provavelmente desconfortáveis para uma viagem equestre acompanhada de problemas intestinais que acompanhou o futuro imperador, algo que foi "varrido para baixo dos tapetes" pela narrativa heroica. <br>Já a pintura de <em>Moreaux </em>traz um cenário com contraste gritante à obra de Américo, D. Pedro I é retratado como um herói do povo, cercado por populares, diferente da figura da primeira obra, onde D. Pedro I está representado em um plano mais alto que os demais personagens, não só como forma de destacar sua imagem, mas com o objetivo de torná-lo protagonista no processo de independência. As referências de <em>Moreaux </em>são retiradas do processo de Revolução Francesa, conhecida pela massiva participação da população subalternizada.<br>Por fim, a análise das obras revela que estamos a todo tempo cercados de narrativas, o motivo pelo qual a obra de Pedro Américo sempre vir às nossas mentes quando pensamos na Independência do Brasil não é coincidência, e sim, fruto de um projeto secular que insiste em construir na imagem de D. Pedro I e demais colonizadores como heróis e libertadores da pátria, fato esse posto em contraponto quando observamos que, mesmo com a independência bradando os ideais de liberdade, a maioria da população brasileira, negra escravizada, era tratada com desumanidade, além de que a urgência de rememorar ou criar memórias nacionais funciona como uma distração para a situação precária que as massas estão submetidas.<br><br><strong>2º "A"</strong><br>Raynara Soares Rodrigues 38º<br>Ana Márcia Alves da Silva 2º <br><br><strong>Fontes de pesquisa:<br></strong>DE CARVALHO, João Murilo. Os esplendores da imortalidade. <strong>Folha de S.Paulo,</strong> 1999. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs2612199917.htm. Acesso em: 06 set. 2022.&nbsp;<br><br>Xadrez Verbal. Independência, o quadro famoso e a construção de imagem. Youtube, 3 de set. de 2015.<br><br>Nerdologia. Independência do Brasil | Nerdologia. Youtube, 13 de set. de 2016.<br><br>Unidade Popular - Pelo Socialismo. 200 ANOS DE INDEPENDÊNCIA PRA QUEM?. Youtube, 6 de set. de 2022.<br><br>Nerdologia. As comemorações da Independência do Brasil | Nerdologia. Youtube, 6 de set. de 2022.<br><br>Na Banguela. MANIFESTAÇÕES 7 DE SETEMBRO (ft. Gustavo Gaiofato e Rita Von Hunty) | Lado B Na Banguela #02. Youtube, 5 de set. de 2022.<br><br>Olímpiada Nacional em História do Brasil. O Bicentenário e as Batalhas de Narrativa (Prof. Dr. Jurandir Malerba - UFRGS). Youtube, 3 de set. de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 22:13:44 UTC</pubDate>
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         <title>Independência e Educação.</title>
         <author>viniciusmelo14</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Independência do Brasil foi um processo elaborado com finalidade de livre exportação já que, o Brasil rompia a relação tradicional de colônia e metrópole ao não negociar diretamente com Portugal.<br>Na declaração de independência, destacam-se ações que resultaram em avanço na educação do Império pós independência.<br>Para entendermos o processo é necessário uma breve recapitulação do que se caracterizava "educação" no período colonial, (pós) chegada da família real às colônias e pós marco da independência.<br>O primeiro meio de propagação da educação foi criada pelos jesuítas, ainda no início de colonização das terras recém descobertas pelos portugueses. Essa prática buscava doutrinar os índios, escravos e filhos de nobres.<br>Foram criadas assim, as "Companhias de Jesus", destinando o ensino básico a população e o ensino superior para filhos de nobres, com uma finalidade de conscientizar e incentivar o trabalho.<br>&nbsp;Quando a família real chegou a colônia brasileira não haviam escolas, bibliotecas, jornais, etc. Foi então criada a Academia Real da Marinha que, em 1832, já com o nome de Academia Real Militar se tornou uma instituição de engenharia militar, naval e civil. É importante ressaltar que a educação desde a colonização sempre foi elitizada e pouco acessível para outras classes além da dominante. A partir da instauração de organizações de ensino, como as escolas de primeiras letras, novos métodos foram sendo criados com a finalidade de educar homens livres capazes de sustentar o novo sistema representativo (mesmo o império sendo contra a autonomia e a liberdade imediata).&nbsp;<br>Depois da independência, a primeira Constituição Brasileira, outorgada em 1824, garantia em seu Art. 179, “a instrução primária e gratuita a todos os cidadãos”. Em 1827, uma lei determinou a criação de escolas de primeiras letras em todos os lugares e vilas, além de escolas para meninas, nunca concretizadas anteriormente. Em 1891 a Constituição de 1834 descentralizou o ensino, mas não ofereceu condições de criar uma rede organizada de escolas, o que acabou contribuindo para o descaso com o ensino público e deixando ele nas mãos da iniciativa privada, acentuando mais o caráter classista e acadêmico, gerando um sistema de ensino duplo: educação voltada para a formação das elites, com os cursos secundários, superiores e um ensino primário e profissional, de forma bastante precária, para as classes populares. Até os dias atuais, comparando a outros países, Brasil não pode ser colocado como uma referência na educação, sendo um país com auto número de evasão escolar e ainda grande exclusão no que se refere ao ensino superior. A citação de Paulo Freire “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” serve até os dias atuais e também propunha a reflexão: Qual o motivo de comemorarmos o dia 7 de setembro?&nbsp;<br><br>2° A<br>Nomes: VictoHugo N:43; Vinicius Gabriel N:45</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 22:19:05 UTC</pubDate>
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         <title>Proclamação da Independência </title>
         <author>larabatista5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitos acreditam que o marco da independência é tal qual como na pintura, com testemunha do povo e dos militares. Mas a verdadeira história não é assim, não havia multidão e nem exército, a comitiva do príncipe era pequena, com cerca de 14 pessoas que o acompanhavam a sua viagem para São Paulo. Quando a comitiva do príncipe parou as margens do Ipiranga, chegou a D. Pedro I uma carta de sua esposa Leopoldina junto de um documento criado pela mesma em uma reunião com o Conselho de Ministros que declarava o Brasil separado de Portugal.&nbsp;<br>As margens do Ipiranga, o príncipe e mais tarde Imperador do Brasil assina e declara a independência do Brasil de Portugal.&nbsp; Alguns acreditam que a famosa frase: "Independência ou Morte!" não chegou a existir e é uma versão mais encurtada da verdadeira frase proferida por Dom Pedro que seria: “Brasileiros! A nossa divisa de hoje em diante será Independência ou Morte! E as nossas cores, verde e amarelo, em substituição às das cortes”.&nbsp;<br>A versão que foi escolhida pra ficar pra história supostamente foi espalhada pelo irmão de Domitila, amante de Dom Pedro.&nbsp;<br>A pintura tem por intenção representar a união do povo brasileiro, paz e harmonia. Por isso podemos identificar estes elementos na obra através da mulher ajoelhada, o povo se abraçando e a alegria compartilhada entre todos.<br><br>Lara Rayanne N°19<br>Camila Nunes N°06<br>2°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-07 22:56:36 UTC</pubDate>
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