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      <title>Escrita é memória by Héri Wavrita</title>
      <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita</link>
      <description>Qual ensino eu pratico quando pratico o ensinar? 

Portifólio da disciplina: Prática de Ensino e Estágio Supervisionado nos Anos iniciais do Ensino Fundamental - Universidade Estadual de Campinas - Faculdade de Educação – Curso de Pedagogia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-06-17 14:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>O que estamos escondendo atrás de nossas pestanas?</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Sem palavras. Assim fiquei quando li o texto de Eliane Brum chamado </em><strong><em><mark>Dona Maria tem olhos brilhantes</mark></em></strong><em><mark>.</mark></em><em> Cheguei a me emocionar e ao mesmo tempo comecei a refletir sobre o valor das coisas. Estamos tão acostumados a tê-las que&nbsp; é preciso fazer falta para entendermos o quanto são valiosas (isso revela como nossos olhos têm sido cobertos pela poeira do cotidiano). Além disso, Eliane me trouxe outra reflexão: sobre o olhar que as crianças carregam (constantemente cheio de riso), o qual na maior parte das vezes não reparamos, ou não&nbsp; acolhemos com a devida atenção. Fico a pensar: Qual o nosso olhar sobre o olhar dessas crianças? O que nós professoras temos escondido atrás das nossas pestanas?</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-17 14:36:32 UTC</pubDate>
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         <title>Uma imagem para trazer alegria ao meu portifólio</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-17 14:37:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ruptura com o tempo maquínico em sala de aula</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Fico refletindo sobre o tempo em sala de aula e sobre o ritmo pedagógico diário. Busco</em><strong><em> não submeter </em></strong><em>minha prática pedagógica apenas ao cumprimento do </em><strong>currículo obrigatório</strong><em>. Se eu não reconhecer que as crianças me trazem conhecimentos que extrapolam o tal do currículo, a minha prática estará fadada ao </em><strong><em>fracasso, </em></strong><em>pois é nesse </em><strong><em>ritmo maquínico</em></strong><em>, da rotina diária, exaustiva, pautada no cumprimento do currículo obrigatório, que estamos aos poucos fazendo da escola um espaço demolidor de crianças.</em></div><div><br>Imagem do vídeo “ANOTHER BRICK IN THE WALL– PINK FLOYD” retirada do site: <a href="https://ocaisdamemoria.com/2015/07/23/another-brick-in-the-wall-pink-floyd/">https://ocaisdamemoria.com/2015/07/23/another-brick-in-the-wall-pink-floyd/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-17 14:39:09 UTC</pubDate>
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         <title>Ponteiro do relógio oprimindo o horário</title>
         <author>heriwavrita</author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/367933379</link>
         <description><![CDATA[<div>Fico a pensar sobre o tempo em sala de aula: "Ah, mas em 10 minutos não dá para fazer nada com as crianças"<br>Contudo, as crianças nos mostram coisas surpreendentes a cada segundo que passa... Imagina o que estamos perdendo em 10 minutos que preferimos encerrar as atividades, pedir para que as crianças fechem os cadernos e que fiquem sentadas, de preferência quietas, esperando o ponteiro do relógio apontar para às 17h10...</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-17 14:41:02 UTC</pubDate>
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         <title>1º Narrativa reflexiva (Roda da leitura)</title>
         <author>heriwavrita</author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/367933631</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiro dia de estágio. Na aula de português, a professora estava realizando uma atividade de leitura com as crianças, a proposta era a seguinte: Ela já tinha pedido às crianças que a partir do rol de livros que tinham em casa, escolhessem um para realizar a leitura, e após isso faria uma roda em sala, para contarem suas experiências como <strong>leitor de livros</strong>.</div><div>Tive a oportunidade de participar dessa roda, porém algumas crianças não estavam participando, mas até então eu não sabia o porquê (Não pude na hora perguntar, pois tinha chegado no meio na atividade)… Quando terminou a roda, fui perguntar às crianças o porquê não participaram… Responderem que não tinham livros em casa. Aquilo me tocou, falei com a professora e a mesma disse: <em>“Ah, mas não é possível que não tenham livros em casa, hoje em dia qualquer biblioteca pública eles acham. Isso é falta de interesse dos pais” </em>Pois bem, fico a pensar: Bibliotecas públicas nós temos, mas será que as pessoas têm o conhecimento de que podem utilizá-las?. E mesmo que tenham a consciência de que podem utilizá-las e não usam, não incentivando seus filhos a lerem, isso é só um problema da família? O que nós enquanto professores devemos fazer? Qual o papel da escola frente à essa questão? Pois bem, é dever da escola cumprir com o seu papel, entre eles de ensinar a ler e escrever, assim como de oferecer livros àqueles que não possuem em casa…</div><div>Levando em conta este cenário, lembrei da minha experiência de leitura durante a infância, e peço licença ao leitor para compartilhá-la</div><div><br></div><div><em>“Rememoro os meus contatos infantis com livros durante a infância, aos sete anos de idade, em uma escola municipal de Paulínia, cidade onde morei por dez anos.  Tempos difíceis. Lembro-me das dificuldades financeiras quando morava com meus pais. Minha mãe, uma costureira audaz, lutava todos os dias contra os pontos da agulha pregados no tecido, somado às batidas secas da máquina de costura. A luta era diária para conseguir trocados que garantissem a refeição do dia. Tínhamos vindo de Araraquara para Paulínia, eu, minhas irmãs, minha mãe e meu pai, em busca de melhores condições financeiras e qualidade de vida. Conto esse episódio, pois só assim é possível imaginar que </em><strong><em>o único contato que eu tinha com livros era na escola</em></strong><em>. Meus pais não foram leitores, digo, </em><strong><em>leitores de livros</em></strong><em>, inclusive, lembro-me de uma das frases mais famosas de minha mãe em casa: </em><strong><em>“A única leitura que eu faço, é a leitura dos tecidos”</em></strong><em>. Ela escreve pouco e lê pouco, com muita ajuda. Meu pai foi alfabetizado, porém, possui um nível de letramento baixo, portanto, apresenta muitas dificuldades. Em suma, posso dizer que na casa dos meus pais não havia incentivo à leitura. Os únicos livros que tínhamos em casa era uma coleção de paradidáticos usados pelo meu pai durante a infância dele. Lembro-me que, em meu primeiro ano na escola, me identifiquei muito com as histórias em quadrinhos, e aos poucos com muita ajuda dos professores fui adquirindo hábitos de leitura e me interessando pelos livros, pois nos meus primeiros anos não me interessava. Conforme adquiri o hábito de ler, ia para escola ansiosa por ouvir histórias e saborear livros. Uma das professoras dizia que eu era uma das crianças mais interessadas na biblioteca da escola. Deve ser porque não os tinha em casa, logo, precisava aproveitar daquele imenso acervo disponível. Vejo-me naquele momento envolvida com as leituras, com as narrativas e os personagens dos livros, curiosa para saber o final das estórias, como alguém que no meio do caminho às vezes se encontrava num percurso labiríntico, se perdia, não entendia uma ou duas palavras, me descentrava, mas que no fim produzia milhares de sentidos em uma única leitura. Me via em outra realidade. Nesse sentido, concordo com Monteiro Lobato, quando diz: “Quem escreve um livro cria um castelo, quem o lê mora nele”. </em></div><div><br></div><div>Conto um pouco da minha trajetória, pois minha história diz muito sobre meus projetos de vida, minhas visões de mundo e o meu jeito de lidar com as pessoas, sobretudo com as crianças. Fico a pensar a respeito da relação professor, alunos e livros nesta primeira narrativa, e o ensino que eu pratico quando pratico o ensinar no momento de trabalhar com a leitura:</div><div><br></div><ol><li>É essencial eu conhecer as crianças, suas trajetórias de vida, e suas experiências de leitura em casa (que são diversas) e a relação que a família possui com a leitura;</li><li>Para eu conhecer as crianças é preciso ouvi-las, escutar e também olhar com sensibilidade, além disso é preciso escutar também as famílias;</li><li>Só a partir dos dois pontos mencionados, que eu conseguirei elaborar qualquer proposta pedagógica que envolva a leitura.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-17 14:42:27 UTC</pubDate>
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         <title>Dia a dia em sala de aula</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <pubDate>2019-06-17 15:13:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <pubDate>2019-06-17 15:16:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <pubDate>2019-06-17 15:16:46 UTC</pubDate>
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         <title>Para &quot;entender&quot; as crianças, permita-se voar com elas</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <pubDate>2019-06-17 15:22:34 UTC</pubDate>
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         <title>3º Narrativa Reflexiva</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[<div> Uma das vantagens que eu tenho é que as crianças me contam coisas que os teóricos passam muito tempo procurando em livros, mas nem sempre encontram. Como diria Anete Abramowicz, trabalhar e se relacionar com crianças é também lidar com inaudito. Porém, certa vez, ao comentar isto com um colega, ele me respondeu da seguinte maneira: “eu acho que a oportunidade de aprendizado a partir das crianças é clara e indiscutível; mas pode ser interessante evitar levar isso a um contraste com outras coisas, que no limite incorreria em anti-intelectualismo”. Bem, a minha intenção não era a de passar a imagem de um certo anti-intelectualismo, pelo contrário, enquanto professora em formação, tenho um apreço gigantesco pelo conhecimento, “devoro” livros, leio sobre tudo, mas é justamente nesse processo que fui descobrindo que mais tenho perguntas a fazer, do que respostas a dar, sobretudo às crianças, o que não quer dizer que eu não tenha o que ensinar. Mas como se dá esse processo? Qual ensino eu pratico, quando pratico o ensinar?</div><div> Nesse sentido, pensando a respeito do meu papel enquanto professora e nas minhas futuras aulas, o texto de Geraldi (2004) intitulado “aula como acontecimento”, é norteador para a minha prática, por defender que "ensinar não é mais transmitir e informar, ensinar é ensinar o sujeito aprendente a construir respostas, portanto só se pode partir de perguntas" (p.12). E as crianças me contam coisas e me enchem de perguntas a todo momento.<br><br></div><div> A despeito do meu projeto de ensino, pelo fato de estagiar em uma sala em que tínhamos uma criança surda, autista e com Sindrome de Down, chamada Ricardo, busquei elaborar um projeto de ensino envolvendo libras (pedi ajuda da professora interpréte da sala), com objetivo de realizar uma atividade que envolvesse as crianças da turma com o Ricardo, pois percebi que muitas crianças tinham dificuldades de se comunicar com ele, e mal sabiam os sinais básicos de libras. Havia combinado com a professora e com a coordenação da escola, apresentei a ideia, acataram, elogiaram e super apoiaram. Porém, a professora em sala teve vários contratempos com relação ao conteúdo do material didático, ela estava atrasada com as lições, pois como a escola estava se organizando para a festa junina do final de semestre, muitas de suas aulas foram utilizadas pela professora de Educação Fisíca, a qual estava ensaiando uma coreografia com as crianças. Por fim, a professora disse que eu poderia “dar uma aula” para as crianças, seguindo o conteúdo programático. Acatei a ideia e perguntei se eu poderia desenvolver a atividade com algumas adaptações, e ela aceitou.<br><br></div><div> Ela pediu para trabalhar com “A fábula da convivência”, que conta a seguinte estória: <br><br></div><div>Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições de clima hostil.Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começam a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor vital, questão de vida ou morte.E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar mais tempo os espinhos de seus semelhantes.Doíam muito…Mas essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer.Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar nenhum dano recíproco. Assim suportaram-se resistindo à era glacial. Sobreviveram. (Letícia Dansa, São Paulo, 2002)<br><br></div><div> Eu li a fábula com as crianças, mas antes havia perguntado: O que vocês preferem? Que eu leia ou vocês leem? Com entusiasmo, disseram: “Queremos que você leia, pois queremos ver você lendo”. Conhecendo a turma, eu sabia que estavam sendo sinceros, uma vez que no dia a dia estavam sempre predispostos a ler qualquer coisa quando a professora solicitava.<br><br></div><div> Logo após a leitura, havia uma série de perguntas para responder (com as respostas “certas” no livro). Em sala de aula, a professora sempre realizava as atividades, passava as perguntas e no fim da aula corrigia, mas as crianças precisam responder de acordo com aquilo que estava no livro, pouco ou quase nada era considerado daquilo que as crianças traziam como respostas. Ela sempre lia em voz alta as respostas e pedia para que copiassem no caderno. Bem, quando trabalhei a fábula com eles, procurei não me prender somente às respostas do livro. Claro, apresentei as respostas que estavam lá, mas não deixei de considerar as indagações e posicionamentos que traziam, uma vez que dialogava com o conteúdo abordado. Inclusive, me preparei muito para a aula. Li a fábula, busquei outras referências e nesse processo, descobri que esta fábula já havia sido formulada anteriormente por Arhur Schopenhauer, e com muita empolgação, não deixei de comentar isso com eles.<br><br></div><div> O interessante da aula, é que no decorrer do questionário, as crianças mencionaram o Ricardo, e aspectos que o tornavam diferente das outras crianças, como a questão da surdez, só que além disso, fui perguntando a eles: O Ricardo é diferente, pois não fala igual a gente, ele se comunica de outra forma, mas e nós , o que temos de diferente um do outro?! O que fulano tem diferente de fulano? E eles foram apontando: “Ah, a Emanuele é diferente pois ela vem de outro país, fala outra língua também: o inglês, além do português”, “Eu sou diferente de fulano, pois meu cabelo é curto e o dele é longo”, “Eu sou diferente de fulano, pois tenho a pele mais clara que a dele”. Uma conversa sem fim, achei que não conseguiria dar conta de terminar o questionário com eles e fiquei receosa da professora interromper o processo, sob a justificativa de que eu não estava “dando conta do conteúdo”. Pois no dia dia o tempo em grande parte era controlado pelo relógio, não havia tempo para muitas delongas e reflexões profundas em uma só questão. Mas estes aspectos relacioandos às diferenças, precisavam ser mencionados, afinal de contas, estávamos estudando uma fábula que tratava da convivência.<br><br></div><div> É com relação a este tempo “maquínico” que eu tentei me distanciar. Então ao trabalhar com as questões do livro, busquei ao máximo deixá-los refletir e trazer suas respectivas leituras acerca do que trabalhamos.<br><br></div><div>  Por fim, depois de desenvolver a proposta da fábula com as crianças, fiquei a pensar a respeito do projeto inicial que tinha como proposta ensinar às crianças alguns sinais básicos de libras, e acho que em certa medida não foi muito modesto da minha parte, e que no fim, trabalhar com a fábula foi interessante, pois as crianças me trouxeram muitas questões para além daquilo que estava escrito no livro didático, o que só reforça a ideia da “aula como acontecimento” ademais, pensei em aspectos relacionados à ética, e nesse aspecto lembro do texto de Terezinha Azerêdo Rios, ao dizer que “uma aula não é algo que se dá, mas algo que se faz, ou melhor, que professores e alunos fazem, juntos” (p.4)<br><br></div><div> Isto posto, menciono aqui, que costumo ler uma história belíssima de Kavafis [poeta grego, 1863-1933] sobre Ítaca, a história de Ulisses, que diz que a experiência da viagem é que fará de ti um homem rico, fará de ti um homem melhor. Se não fizeres essa experiência, de nada te servirá chegar a Ítaca. E assim penso sobre o meu processo de formação no decorrer da disciplina de estágio. Aprendi muito com as experiências que tive na escola estagiada.<br><br></div><div>Desse modo, penso em uma prática que apoia-se fundamentalmente em oportunidades de construção e valorização de conhecimentos, atitudes, capacidades, expressões e habilidades proporcionadas pela convivência social e diferenciadas do âmbito escolar convencional. Isso inclui constituir-se moralmente, intelectualmente e fisicamente, convivendo com a diferença de maneira que se reconheça como parte dela e seja capaz de respeitar, auxiliar e se solidarizar com os demais. Isto inclui levar em consideração em minha prática, os seguintes aspectos, que inclui:<br><br></div><ul><li>Oportunidades de participação democrática em que as crianças são incentivadas a defenderem seus pontos de vista e construírem argumentos que os sustentem, aprendendo também a respeitar a opinião alheia;</li><li>Incentivo à livre expressão artística por meio do oferecimento de materiais diversos e oportunidades de criação;</li><li>Situações de incentivo da fala, escuta e escrita contextualizadas;</li><li>Valorização e incentivo de atitudes autônomas e responsáveis de utilização do espaço e materiais coletivos;</li><li>Garantia do acesso à leitura de qualidade por meio das histórias e frequentes visitas à biblioteca (se tiver na escola);</li><li>Desenvolvimento das capacidades motoras e físicas por meio de materiais, jogos e brincadeiras;</li><li>Incentivo à autonomia, apropriação do diálogo e elaboração de argumentos diante de conflitos e situações-problema;</li><li>Utilização e construção do raciocínio lógico por meio de jogos e brincadeiras;</li><li>Respeito às regras e limites impostos pela convivência em grupo em situações proporcionadas pela utilização do espaço comum e jogos de regras em geral.</li></ul><div><br><br></div><div> Sendo assim, a empatia costuma ser grande aliada e norteadora das minhas ações educativas , de maneira que reflexões do tipo “e se eu fosse a criança?” são consideradas a base de toda e qualquer proposta de trabalho dedicada a elas. As crianças são protagonistas de suas próprias descobertas, sem que necessariamente os adultos definam o quê e em quanto tempo elas deverão descobrir algo. Acredito no trabalho pautado nas surpresas resultantes do tempo compartilhado em grupo e das memórias levadas de tais experiências. Então, nesse sentido, o processo é mais importante do que os resultados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 02:43:27 UTC</pubDate>
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         <title>Educação</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[<div>“A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.” Paulo Freire </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 02:44:23 UTC</pubDate>
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         <title>2º Narrativa Reflexiva</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um abacate despenca amadurecido, e se esborracha no chão. Uma maria-fedida entra na sala de aula. E uma borboleta também. Nasce uma flor amarela no cimentado da escola. A lição na lousa, a começar pelo cabeçalho. Faz calor e chove. É um esbarrão, uma provocação, uma briga. A merendeira interrompe para saber quantos vieram. O alfabeto da Xuxa. O barulho do ônibus lá fora abafa as vozes na sala. Ti-ti-ti e fuxico. "Então, vamos continuar a história?" Faz de conta. A inspetora irrompe sem cerimônia pela sala a dentro para dar um aviso. "Presta atenção,menino!" Pé machucado. Dor de barriga. "Pode repetição, professora?" A sopa entorna. Gargalhadas sonoras. "Posso ir no banheiro?" "Professor, passear é com C?" Jogo de bafo. Pilha de cadernos. Falta água... É o cotidiano. (Ana Luiza B.Smolka e Adriana F. Laplane)<br><br>Falando em cotidiano escolar, nesta segunda narrativa escolhi dar destaque apenas a algumas das experiências que tive com as crianças na escola. Pois ainda fico a pensar sobre qual ensino eu pratico quando pratico o ensinar.<br><br></div><div><strong>Sabedoria Infantil<br></strong><br></div><div>".... Aí apareceu um soldado com uma espada e pediu um dos filhos dela, mas ela tinha dois e então o que ela fez?" Eu, curiosa: "Nossa! Onde aconteceu isso?" O contador: "É só uma história! É que uma vez, eu perguntei para o meu pai de qual filho ele gostava mais e ele me falou assim: Certa vez, uma mulher estava fugindo da guerra com dois filhos nos braços. Aí veio um soldado com uma espada e ordenou: Me passe um de seus filhos! E o que ela fez? "Eu, entristecida: "Nem imagino!" O contador:<br><br></div><div>"Entregou os dois, professora! Ela não tinha escolha! Como poderia escolher um dos dois? Amava os dois do mesmo jeito, entendeu?" Eu, surpresa: "Puxa vida! Que história triste!" O contador percebendo minha tristeza: "Professora, acho que isso não aconteceu de verdade, mas é uma boa história, não?"<br><br></div><div>Fico surpresa com a sabedoria infantil! Seguindo o rol de experiências, conto mais um episódio que ocorreu no intervalo, ou seja, não foi com a turma que estagiei do 5º ano.:<br><br></div><div><strong>Sapiência<br></strong><br></div><div>“Uma criança de 6 anos, estava desenhando uma imagem muito linda, colorida e abstrata. Eram vários traços coloridos e entre eles a criança arriscava algumas letras, mas ainda não dava para identificá-las. Terminando o desenho, ela correu diretamente até à minha direção, mostrando: Olha o que eu “escrevi”!!!, eu, curiosa: “Nossa, que bonito, o que está escrito? ” Com toda sapiência inimaginável, ela me responde: “Ué professora, mas você não sabe ler?!” Nesse momento, eu não consegui controlar o meu riso alto”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 03:00:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto de ensino</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>LIBRAS</strong></div><div><br></div><div><strong>Ementa:</strong></div><div><br></div><div>Conhecimentos introdutórios da LIBRAS, assumindo-a como elemento constitutivo do conhecimento</div><div>do aluno sobre a surdez. Estudo da datilologia (Alfabeto Manual em LIBRAS). Estudo dos sinais</div><div>básicos para a comunicação com alunos surdos.</div><div><br></div><div><strong>Objetivos:</strong></div><div><br></div><div>1 - Construir conhecimentos introdutórios de libras e formas de comunicação em libras (Sinais básicos</div><div>que facilitam a comunicação com o Ricardo e o uso da datilologia)</div><div>2 - Desmistificar ideias e visões errôneas sobre a libras e sobre a surdez.</div><div>2 – Refletir sobre inclusão (Como as crianças do Sérgio Porto podem contribuir para tornar os espaços e as brincadeiras na escola mais inclusivas para o Ricardo?)</div><div><br></div><div><strong>Avaliação:</strong></div><div><br></div><div>Com o objetivo de refletir acerca dos conhecimentos adquiridos pelas crianças durante as oficinas, será proposto a elas a gravação de um vídeo curto de  apresentação pessoal”, em que as crianças</div><div>deverão se apresentar em libras (usando a datilologia para soletrar seus respectivos nomes).</div><div><br></div><div><strong>1º momento</strong></div><div><br></div><ul><li>Dinâmica rápida a respeito de alguns sinais (A intenção é fazer um levantamento do que a turma já conhece)</li><li>O que é LIBRAS?</li><li>Mitos sobre a surdez e sobre a libras</li><li>Alfabeto em Libras e datilologia</li><li>Bingo em Libras e/ou PIF PAF em Libras</li></ul><div><br><br></div><div><strong>2 º momento</strong></div><div><br></div><div>• Jogo de equipes</div><div><strong>3º momento</strong></div><div><br><br></div><div>• Roda de conversa final</div><div>• Gravação dos vídeos</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 03:04:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 03:14:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <pubDate>2019-07-13 03:20:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <pubDate>2019-07-13 03:22:56 UTC</pubDate>
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         <title>Criança é o centro do mundo, que está com vontade de brincar, de aprender, de viver.</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <pubDate>2019-07-13 14:31:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A coisa mais difícil é assumir a liberdade, porque envolve limite, envolve opção, decisão, o tempo inteiro. </title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 14:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>Escrita é memória</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Só nos apropriamos de algo, se a gente reflete sobre isso</em><strong><em>, </em></strong><em>se a gente REGISTRA, escrita, escrevendo, no nível da reflexão, da apropriação do pensamento, pois todo mundo tem essa marca, significa que nós pensamos. ARMA DE LUTA DE APROPRIAÇÃO É A REFLEXÃO. </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 14:43:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Responsabilidades do professor(a)</title>
         <author>heriwavrita</author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/371042792</link>
         <description><![CDATA[<div>O/a profissional que lida com a criança, tem uma grande responsabilidade em vários aspectos,</div><div>porque exige dele um preparo cientifico, preparo físico, emocional e principalmente afetivo. Exige dele também, a predisposição às indagações das crianças e mais: ajudar a formular perguntas, para quem sabe encontrar as respostas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 15:01:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Micro-narrativas das disciplinas cursadas</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-07-13 16:32:41 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios da organização do trabalho pedagógico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"O equilibrista ainda era bem jovem quando descobriu que ele mesmo é que tinha de ir inventando o que acontecia com o fio. [...] De vez em quando o equilibrista dava uma paradinha e olhava para trás: _“Puxa! Meu chão fui eu mesmo quem fiz” (Almeida, 2009) <br><br>" Ou, se preferirmos a imagem do equilibrista, mesmo sendo responsável por tracejar o caminho de seu fio, esta não precisa ser uma tarefa absolutamente solitária"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-05 22:49:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segundo Estágio de Ensino Fundamental II 2019</title>
         <author>heriwavrita</author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/403938875</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-10-29 15:22:50 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões cotidianas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/407767804</link>
         <description><![CDATA[<div>            Uma das vantagens que eu tenho é que as crianças me contam coisas que os teóricos passam muito tempo procurando em livros, mas nem sempre encontram. Como diria Anete Abramowicz, trabalhar e se relacionar com crianças é também lidar com inaudito. </div><div>            Certa vez, ao comentar isso com um colega, ele me respondeu da seguinte maneira: “eu acho que a oportunidade de  aprendizado a partir das crianças é clara e indiscutível; mas pode ser interessante evitar levar isso a um contraste com outras coisas, que no limite incorreria em anti-intelectualismo”. Bem, talvez o contexto não foi favorável, mas a minha intenção não era a de passar a imagem de um certo anti-intelectualismo, pelo contrário, enquanto professora em formação, tenho um apreço  indiscutível pelo conhecimento que também advém dos livros, da escrita, da memória gravada no papel, sendo assim, “devoro” livros, leio um pouco sobre diferentes áreas.</div><div>            Nesse processo, no caminhar de minha vida, marcada por muita leitura, aprendizado e experiência, fui percebendo que tenho mais perguntas a fazer, do que respostas a dar, é incrível: Quanto mais eu leio, mais dúvidas aparecem, ou quanto mais eu me relaciono com outras pessoas e sobretudo com as crianças, novas perguntas são formuladas! Mesmo já trabalhando com educação há um tempo, o estágio se configura pra mim como um momento de alargamento das experiências, de surgimento de novas reflexões, questões, dúvidas, leituras de mundo e de conflito com as certezas e incertezas sobre o que é educação, sobre o que é ser educador e professor de crianças pequenas.</div><div>            Isto posto, menciono aqui, que costumo ler uma poema belíssimo do poeta grego Kavafis (1863-1933), sobre uma viagem rumo à Ítaca, a história de Ulisses, a qual diz que a experiência da viagem é que fará de ti uma pessoa rica, que fará de ti uma pessoa melhor. Se não tiveres essa experiência, de nada te servirá chegar à Ítaca. E assim penso sobre o meu processo de formação no decorrer da disciplina de estágio. Aprendo muito com as experiências e é isso que me torna melhor enquanto educadora, enquanto professora. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-06 21:29:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Tornar-se professora&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>venho sempre refletindo sobre a importância do estágio no que diz respeito ao “tornar-se professor”, que conforme Ostetto (2008), é um processo marcado pelo contato com o novo, o desconhecido, dentro e fora de cada um. Nesse sentido “A formação do professor envolve muito mais que uma racionalidade teórico-técnica, marcada por aprendizagens conceituais e procedimentos metodológicos” (OSTETTO, 2008, p. 128). É importante ter clareza que no campo da prática pedagógica, existe muito mais do que o domínio teórico, competências ecompromisso político. Existe, antes de qualquer coisa, nesse processo, histórias de vida, valores, crenças, afetividade, princípios, que fazem parte da subjetividade dos sujeitos envolvidos .</em></div><div><em>            E nesse processo de constitui-se enquanto professora e pensando sobre minha postura frente às crianças , carrego a empatia como uma grande aliada e norteadora das minhas ações educativas, de maneira que reflexões do tipo “e se eu fosse a criança?” são consideradas a base de todo o trabalho. As crianças são protagonistas de suas próprias descobertas, sem que necessariamente eu defina o quê e em quanto tempo elas deverão descobrir algo. Busco pautar o meu trabalho nas surpresas resultantes do tempo compartilhado em grupo e das memórias levadas de tais experiências. Busco valorizar mais o processo do que os resultados. </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-06 21:33:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/407773398</link>
         <description><![CDATA[<div>O estágio é antes de tudo reflexão sobre a prática e sobre mim mesma. Nesse sentido, o registro escrito toma um papel fundamental nesse processo, uma vez que é: “Um espaço onde a palavra, como narração do vivido, amplia-se na possibilidade de revelar aspectos que dizem sobre nós mesmos, na marcação de histórias que deixam entrever um tanto do que fomos-somos-podemos-ser” (OSTETTO, 2008,p. 133). </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-06 21:42:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tempos difíceis para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/407776463</link>
         <description><![CDATA[<div>Levando em conta que o que está em curso no país é essa massiva presença das entidades empresariais no campo da educação, cabe a pergunta: Estão nos educando ou deseducando pra luta? Há espaço para a resistência? <br><br>Primeiramente, como diz Flaira Ferro e Chico Cesar na música abaixo "Eu tenho suporte, eu suporto perder". Portanto, eu suporto perder e além disso vou ganhando mais força e resistindo. Resistir pra mim é lutar, sobretudo lutar e se voltar contra ao individualismo exacerbado, contra a ideia de que tudo vale em nome do lucro, e para isso, precisamos ocupar os espaços públicos, trocar experiências. E que assim, seja possível por meio da educação, frear a máxima regressão!</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-06 21:51:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>heriwavrita</author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/412742914</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Há sempre algo diferente a fazer na nossa cotidianidade educativa, quer dela participemos como aprendizes, e portanto ensinantes, ou como ensinantes e, por isso, aprendizes também (Paulo Freire, 1993)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-18 15:06:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-11-18 15:20:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo é criança?</title>
         <author>heriwavrita</author>
         <link>https://padlet.com/heriwavrita/heriwavrita/wish/412756554</link>
         <description><![CDATA[<div>Rubem Alves é genial:<br>&nbsp;<br>&nbsp;"Tempo é criança? O que Heráclito queria dizer exatamente,eu não sei. Mas eu sei que as crianças odeiam chronos, odeiam as ordens que vêm dos relógios. O relógio é o tempo do dever: corpo engaiolado. Mas as crianças só reconhecem, como marcadores do seu tempo, os seus próprios corpos. As crianças não usam relógios para marcar tempo; usam relógios como brinquedos"</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-18 15:21:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <pubDate>2019-11-18 15:25:44 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre educação</title>
         <author>heriwavrita</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele e, com tal gesto, salvá-lo da ruína que seria inevitável não fosse a renovação e a vinda dos novos e dos jovens. A educação é também onde decidimos se amamos nossas crianças o bastante para não expulsá-las de nosso mundo e abandoná-las a seus próprios recursos, e tampouco arrancar de suas mãos a oportunidade de empreender alguma coisa nova e imprevista para nós, preparando-as, em vez disso, com antecedência para a tarefa de renovar um mundo comum." (ARENDT,1978, p. 247)<br><br>Obs: Foto de uma escola no interior do Paraná, onde minha mãe estudou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-19 13:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>1º e 2º Narrativa</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2019-11-25 17:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa Final</title>
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         <pubDate>2019-11-25 17:27:42 UTC</pubDate>
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