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      <title>Linha do tempo da disciplina de Oralidade, Leitura e Escrita. Nesta atividade, sua tarefa consiste em produzir um organizador gráfico sobre os temas discutidos ao longo da disciplina. A data de entrega é 19/06/2023.  by Edineia Silva</title>
      <link>https://padlet.com/edineiasilva578/ih0ahfv3a6mmqgjg</link>
      <description>Sobre a tarefa: consiste em elaborar um organizador gráfico a respeito dos temas que dizem respeito às teorias da aquisição da linguagem, alfabetização e letramento. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-05 13:12:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-22 20:09:31 UTC</lastBuildDate>
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         <title>QUANTO À AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM - AUTORA ALESSANDRA DEL RÉ</title>
         <author>edineiasilva578</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alessandra Del Ré aborda em seu artigo <em><mark>"A pesquisa em aquisição da Linguagem: teoria e Prática</mark></em> que, inicialmente teve um desentendimento entre a psicologia e a Linguística. Depois vem a proposta de uma análise&nbsp; da psicolinguística que se inicia pelos bebês, que era quando os pais reescreviam e deixavam registrados as falas desses bebês. O livro conta que houve um envolvimento entre a linguagem e o desenvolvimento cognitivo.&nbsp; Para que houvesse essa união entre elas, existe algumas áreas importantes que Maingueneau traz para seu o estudo e que mostra esse entrelaçamento, como, por exemplo,&nbsp; <em><mark>O produção e a interpretação de enunciados</mark></em><em>, </em><em><mark>A memorização</mark></em><em>, </em><em><mark>O plurilinguismo</mark></em><em>, </em><em><mark>As patologias</mark></em><em>, </em><em><mark>A aquisição da Linguagem,<br></mark></em>Na página 16 ele vai dar uma atenção especial para a aquisição da linguagem, ele levanta alguns fatores cruciais que vai dar, no final, essa obtenção da linguagem:<br><strong><br></strong>- A idade máxima para a aprendizagem da língua que mais tarde será sua língua materna;<br>- Se há uma sequencia, ou não da aprendizagem dos componente da linguagem(Morfologia, ou&nbsp; fonologia);<br><strong><br>PARA A OCORRENCIA DE UMA AUTONOMIA DA OBTENÇÃO DA LINGUAGEM, ELA FOI DIVIDIDA EM 3&nbsp; SUBÁREAS: <br><br></strong>"<em><mark>1 Obtenção da língua materna</mark></em><em> Diz respeito à </em>Morfologia, fonologia, sintaxe, aspectos discursivos, interativos, semânticos, etc. Com desvios (Surdez), ou sem."<em><br></em><strong><em><mark><br></mark></em></strong><em><mark>"2 Obtenção da segunda língua</mark></em><em>&nbsp; O individuo que aprende a língua de maneira formal(Instituições de ensino), ou informal (Campo familiar)."<br></em><strong><em><mark><br></mark></em></strong><em><mark>"3 Aquisição da escrita</mark></em><em> Condiz ao Letramento, alfabetização, fala, escrita..."<br></em><strong><em><br></em></strong>A QUESTÃO METODOLÓGICA<br><strong><br></strong><em><mark>O DEDUTIVO:</mark></em><em> </em>Como o próprio nome já diz, é por criação hipóteses vistas como verdades, mas sem provas e com ausência de dados. A base empírica se dá por raciocínio lógico e o objetivo é explicar os fatos linguístico. Pode não ser autossuficiente devido a falta de verificação por meio de dados, como também pode ser excelente, porque é um campo repleto de infinitas possibilidades. Fica em aberto a qualquer dedução.<br><strong><br></strong><em><mark>INDUTIVO:</mark></em><em> </em>Ao contrário da dedução, este vai conter dados empíricos. É construído de maneira a não descartar algumas questões pré- existentes. Sua principal função também é explicar os fatos linguísticos. Fica mais limitado, porém próximo dos dados e dos fenômenos que realmente ocorre na língua. <br><strong><br></strong><mark>DADOS QUALITATIVOS:</mark> Consiste em uma observação subjetiva, natural. O pesquisador esta próximo dos dados.<br>O processo é uma descoberta exploratória, descritiva e indutiva. Os dados são autênticos, ricos e se refere a casos únicos.<br><br><mark>DADOS QUANTITATIVOS:</mark> Presume uma realidade instável. O pesquisador esta longe dos dados. A pesquisa está voltada para os resultados, verificação e aprovação de um método hipotético-dedutivo. Devido a quantidade de casos semelhantes, podem ser generalizados. Não é uma pesquisa aprofundada, mas é o suficiente.<br><br></div><div><mark>PRINCIPAIS TEORIAS ACERCA DA AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM</mark></div><div><strong><br></strong><mark>EMPIRISMO</mark> Teoria de Skinner- Behaviorismo, método E-R: Reforço negativo e positivo reforça uma resposta. Correção da fala da criança pode gerar um trauma e ela pode simplesmente não falar ou demorar para falar, ou ainda desenvolver dificuldades devido a cobrança, ou nem um estimula não trará nenhuma evolução, seja essa evolução boa ou ruim. A criança é vista como uma tabula rasa. A mente não é vista como um fator crucial para a obtenção da Linguagem .O ensino tradicional, como o uso de provas e a memorização.<br><strong><mark><br></mark></strong><mark>RACIONALISMO</mark> Vê o ser humano com a capacidade inata e com potencial. Nasce aqui o <em><mark>Inatismo</mark></em>, de que devido a complexidade da aquisição da linguagem, deveria ser passado geneticamente as crianças, ou ainda, a "intuição" do falante, que seria o falante sabe o que é ou não permitido na língua, fenômeno denominado por Chomsky de<em> </em><em><mark>"(A)gramatical"</mark></em>, sobre o que se tem como uma regra e de quando a fala é uma generalização a partir da constatação de fatos. Ele aborda a rapidez que a criança aprende e imita os sons das palavras e como cria uma nova "gramatica". Chomsky chamara de <em><mark>"Teoria da fechadura"</mark></em>. Não poderia ser simplesmente decorado as palavras. Aqui a mente é vista como um fator crucial para a obtenção da Linguagem. Chomsky sugere a <em><mark>"Gramatica Gerativa Transformacional"</mark></em><em>, </em>que é quando não uma regra que a criança deva seguir, como em uma frase, o uso do sujeito antes do verbo ou vice-versa, ou ainda, que ela não tenha consciência de que quem faz o ato de riscar é ela e não o lápis que risca a parede.<br><strong><br></strong>3 autores que falam em sua teorias como se dá a obtenção da linguagem<br><strong>&nbsp;<br></strong><em><mark>O CONTRUTIVISMO E O COGNITIVSIMO DE PIAGET:</mark></em><em> </em>Que liga a linguagem ao desenvolvimento cognitivo. Há duas categorias de linguagens, a <em><mark>egocêntrica</mark></em> (Fala consigo mesma) e a<em> </em><em><mark>socializada</mark></em><em> (divide sua fala com outro individuo).</em><br><strong><br></strong><em><mark>O SOCIOINTERACIONISMO DE VIGOTSKY/INTERACIONISMO SOCIAL</mark></em><em>: </em>Esse conhecimento(Obtenção da Linguagem) nascerá pelo contato com outro falante(Mediador de informações) dentro de um meio social. ZDP (Zona de desenvolvimento social).<br><strong><br></strong><em><mark>JEROME BRUNER:</mark></em> Ressalta a BRINCADEIRA, O JOGO que alternam a <mark>atenção e a ação</mark> (O "Faz de conta" e jogo de empilhar) como um estimulante na aquisição da linguagem e da comunicação. Primeiro a fase de gestos e movimentos, depois as verbais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 13:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>QUANTO À ALFABETIZAÇÃO - A LINGUISTA MIRIAN LEMLE</title>
         <author>edineiasilva578</author>
         <link>https://padlet.com/edineiasilva578/ih0ahfv3a6mmqgjg/wish/2614799682</link>
         <description><![CDATA[<div>A linguista Miriam Lemle nos explica no seu livro "Guia teórico do alfabetizador", no capítulo 2 "As capacidades necessárias à alfabetização", o tripé das noções básicas&nbsp; que a criança, ou o alfabetizando precisa saber para poder ser aprovado no processo de alfabetização, e algumas dificuldades que a criança enfrenta durante esse processo. Como o observar a própria posição da letra, a pronuncia e o som que ela produz, como ela é escrita na folha e a associação da palavra ao objeto são marcos importantes nessa translação.<br><strong><br></strong>Ela comenta que o risco preto da folha significa um som da fala e que esse é o primeiro passo para a criança aprender a ler e escrever. A autora parte da premissa de que ela precisa saber o que é um <em><mark>"símbolo"</mark></em>. Precisa compreender que os símbolos (As letras) carregam um significado, que ela chama de<em><mark> "Percepções visuais finas"</mark></em>.<br><strong><br></strong>Ressalta que o sujeito deve entender, POR MAIS SIMPLES QUE PAREÇA, as posições das letras na linha, a noção de espaçamento na folha, e que as palavras seguem uma logica de escrita. Em seguida ela traz a condição de escutar, a fim de que essa criança possa identificar a letra e qual som aquela letra é responsável por produzir, o que é denominado por ela de <mark>"</mark><em><mark>percepção auditiva</mark></em><mark>"</mark>. Em seguida ela aborda a dificuldade que a criança tem de fazer a divisão entre as palavras e, segundo ela, é uma das barreias mais comuns no processo de alfabetização, ela diz que seria a falta de <em><mark>"separação da fronteira vocabular"</mark></em>.<br><strong><br></strong>Ela DESTACA que há níveis de <em><mark>representação simbólica</mark></em>, exemplifica com a palavra<em> </em><em><mark>"Panela"</mark></em><em> </em>e que a criança deve fazer associações entre o som das letras, depois das sílabas, depois da palavra e ligar ela ao objeto, trazendo para um nível de entendimento mais concreto.<br><strong><br></strong><em><mark>Em seguida ele traz uma dicotomia:</mark></em> De como certa palavra pode ser excluída do vocabulário do aprendiz, pelo simples fato da falta com de contato com objeto concreto, ou seja, não conhecer o objeto, ou aquilo não faz parte da região dele e assim lhe será ensinado&nbsp; apenas as palavras de sua região. Outros pensam que pode ser ensinadas todas as palavras até as que ele não vai conhecer&nbsp; o objeto&nbsp; em evidencia, ou que tem nominações em diferentes em diferentes regiões.&nbsp; Ex: "Mandioca", a palavra é usada na região Sul, mas no Nordeste se usa a palavra "macaxeira".<br><strong><br></strong>No livro ela prosseguirá falando sobre o conceito de <em><mark>"Sentença"</mark></em>. Existe aquela velha frase "Você sabe identificar uma frase?". Ela inicia com uma Letra Maiúscula e termina em um ponto final (.).&nbsp; Portanto ela diz que o alfabetizando deve discernir , diferenciar e identificar a <em><mark>"frase".<br></mark></em><strong><em><mark><br></mark></em></strong><em><mark>SÍMBOLOS</mark></em><em>; </em><em><mark>DISCRININAÇÃO DOS SONS</mark></em><em>; </em><em><mark>FORMATO DAS LETRAS</mark></em><em>; </em><em><mark>O QUE É A PALAVRA</mark></em><em>; </em><em><mark>POSIÇÃO DA PAGINA;</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 13:18:16 UTC</pubDate>
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         <title>QUANTO AO LETRAMENTO - AUTORA MAGDA SOARES</title>
         <author>edineiasilva578</author>
         <link>https://padlet.com/edineiasilva578/ih0ahfv3a6mmqgjg/wish/2614800050</link>
         <description><![CDATA[<div>Magda Soares nos traz no seu livro "Letramento e três gêneros"&nbsp; definições sobre o letramento, seus diferentes contextos e maneiras de se propagar.<br><strong><br></strong>Primeiramente Magda traz uma contextualização para diferenciar <em>letramento</em> de <em>alfabetização. </em>Neste sentido, para ela a Alfabetização surge como sendo um espécie de tecnologia usada pela criança para aprenda a diferenciar fonemas, grafemas, sintaxe, espaços na folha, sincronia das letras, além de servir para o desenvolvimento do convivo social.&nbsp; Por outro lado, o letramento vem após a alfabetização, que é quando o alfabetizado consegue, por exemplo, fazer distinções de textos em contextos diversos, compreender o que leu, produzir textos autorais, ter um objetivo ao usar a escrita, saber dialogar com diferentes tipos e gêneros textuais.&nbsp;Conclui que, embora tenham suas diferenças, eles andam intrinsicamente ligados.<br><strong>&nbsp;<br></strong><mark>"</mark><em><mark>Anos 80: Mary Kato, de 1986(No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística)</mark></em><em>, </em>a autora&nbsp; diz acreditar que a língua Falada culta" é consequência do letramento". "<br><strong><br></strong><mark>"</mark><em><mark>Livro de 1988 (Adultos não alfabetizados: o avesso do avesso), Leda Verdiani Tfouni</mark></em>, no capítulo introdutório, distingue alfabetização de letramento: talvez seja esse o momento em que letramento ganha estatuto de termo técnico no léxico dos campos da Educação e das Ciências Linguísticas. "</div><div><br>"<em><mark>DICIONÁRIO AURÉLIO</mark></em> Já é aquele "versado em letras, erudito"/e iletrado é "aquele que não tem conhecimentos literários"/O dicionário Aurélio não registra a palavra "letramento". "<br><br>"<em><mark>Dicionário Contemporâneo da Língua Portugucsa, de Caldas Aulete</mark></em>: já por ele considerado vocábulo antigo, antiquado. "letramento" caracteriza a palavra como "ant.", isto é, "antiga, antiquada", e lhe atribui o significado de "escrita"; o verbete remete ainda para o verbo "letrar", "investigar, soletrando". "<br><br>"...Letramento é, pois, o resultado da ação de ensinar ou de aprender a ler e escrever: o estado ou a condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como consequência de ter- se apropriado da escrita... "<br><br>Outra conclusão do conceito de letramento é que um indivíduo pode não saber ler e escrever, isto é, ser analfabeto, mas ser, de certa forma, letrado (atribuindo a este adjetivo sentido vinculado a letramento). (...) A criança que ainda não se alfabetizou, mas já folheia livros, finge lê-los, brinca de escrever, ouve histórias que lhe são lidas, está rodeada de material escrito e percebe seu uso e função, essa criança é ainda "analfabeta", porque não aprendeu a ler e a escrever, mas já penetrou no mundo do letramento, já é, de certa forma, letrada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 13:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>SOCIOLINGÍSTICA - AUTORA TANIA MARIA ALKMIM</title>
         <author>edineiasilva578</author>
         <link>https://padlet.com/edineiasilva578/ih0ahfv3a6mmqgjg/wish/2614812310</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>De acordo com o livro, acerca da </strong><strong><mark>SOCIOLINGÍSTICA</mark></strong><strong>, há vários olhares para esse tema e algo em comum: que a linguagem e sociedade adam indissociavelmente ligadas. Muitos autores pensam diferentes formas para falar sobre como se da a união entre sociedade e linguagem e de como se entrelaçam. <br><br>O livro aborda, inicialmente, a visão de um botânico alemão, chamado Augusto, do sec. XIX, que devido a profissão, fala que a língua e os órgãos fonadores estão associadas as diferentes raças humanas, colocando a língua como principal critério para classificar da cada raça no que tange a cultura e o viver social. <br><br>Depois, vem Ferdinand de Saussure, um estruturalista, que coloca a língua como objeto principal do estudo linguístico, diz que a</strong><strong><em><mark> "a língua é um fato social... um sistema convencional(Fatores internos e externos) obtido pelos indivíduos que vivem em sociedade"</mark></em></strong><strong><em>.</em></strong><strong><br><br>Na sequencia o livro apresenta outra concepção sobre como a língua e sociedade andam lado a lado, a ideia de Bakhtin e a "Interação Verbal" e a definição da comunicação social, dizendo que a interação entre os indivíduos vão além de uma simples fala, são os atos de fala, quando o indivíduo&nbsp; enuncia, já fica previamente estabelecida uma ação. (que é a enunciação). Ou seja, a linguagem se da pela interação entre os indivíduos, o que ele também denomina fenômeno do </strong><strong><em><mark>"Dialogismo"</mark></em></strong><strong>&nbsp; <br><br>Em seguida vem </strong><strong><mark>Jakobson</mark></strong><strong>, ele leva em consideração alguns </strong><strong><em><mark>"fatores constitutivos no envolvo da comunicação",</mark></em></strong><strong> como, por exemplo, " quem recebe, quem manda, a mensagem, o contexto". Diz que o falante escolhe livremente seus subcódigos dentro da fala de acordo com esses constitutivos, devido já estar inserido dentro de determinada sociedade ele fala de forma livre, espontânea e dinâmica, como por exemplo a expressão </strong><strong><em><mark>"Graande",</mark></em></strong><strong> a duplicação da letra "a" vai exprimir uma função emotiva, dependendo de para quem está sendo dirigido.<br><br>Para </strong><strong><mark>Marcel Cohen</mark></strong><strong>, a linguagem vai se constituir pelos aspectos externos, ele coloca em evidência o estudo sociológico da língua, que diz respeito ao</strong><strong><em> </em></strong><strong><em><mark>"...estudo das relações entre as divisões sociais e as variedades de linguagem, que permite abordar temas como: a distinção entre variedades rurais, urbanas e de classes sociais, os estilos de linguagem (variedades formais e informais), as formas de tratamento, a linguagem de grupos segregados (jargão de estudantes, de marginais, de profissionais etc.)</mark></em></strong><strong><em>".</em></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Benveniste</mark></strong><strong>, linguista francês, pontua alguns aspectos principais como, por exemplo, </strong><strong><em><mark>"...que a&nbsp; sociedade e os sujeitos só existem pela e para a língua, que o ser humano usa da linguagem e dos símbolos para construir sua relação com a natureza e com os demais..."</mark></em></strong><strong>. Ele ainda destaca que a sociedade usa da língua para se organizar em classes e grupos dentro das relações sociais e na vida em sociedade.<br><br>Para que a Sociolinguística vire um campo fixo de estudos, o linguista </strong><strong><mark>Bright</mark></strong><strong> diz que o objeto de estudo dessa área é a </strong><strong><em><mark>"diversidade linguística".</mark></em></strong><strong> Ele revela os fatores socialmente definidos para sua análise, como:<br>A - </strong><strong><mark>Identidade social de quem fala;</mark></strong><strong> No que tange os dialetos das classes social e de sexo.<br>B- </strong><strong><mark>Identidade social do ouvinte;</mark></strong><strong> Formas de Tratamentos (Quando o adulto se dirige ao bebê com voz de criança).<br>C- </strong><strong><mark>Contexto social;</mark></strong><strong> Uso da linguagem formal e informal.<br>D- </strong><strong><mark>Julgamentos;</mark></strong><strong> O falante julga o seu comportamento&nbsp; e o do outro.<br>Em seguida é abordado a </strong><strong><em><mark>"Antropologia linguística"</mark></em></strong><strong><em>,</em></strong><strong> proferida por estudioso das Ciências Sociais, que vai dizer que sociedade, linguagem e cultura andam de forma integrada.<br>O primeiro é Hymes(1962), ele observa o comportamento linguístico em cada comunidade, de acordo com sua cultura, buscando a função da linguagem através da observação da fala e das regras sociais de cada uma delas.<br>O segundo é Labov (1963), que faz relações entre idade, sexo, ocupação etc, ao comportamento linguístico.<br><br></strong><strong><em><mark>SOCIOLINGÍSTICA </mark></em></strong><strong>: "Seu objeto de estudo é a língua, de forma falada, observada, descrita e analisada em seu cenário." Indivíduos&nbsp; que interagem de diversas formas de redes comunicativas e assim seu comportamento se orienta por essas formas de se comunicar.<br><br></strong><strong><em><mark>COMUNIDADE LINGUISTICA É</mark></em></strong><strong> = Existência de diversidade e variações, ou </strong><strong><em><mark>"variações linguísticas"<br><br>A LÍNGUA </mark></em></strong><strong>não é uma identidade homogênea, ela é representada por conjuntos de variedades. O Português como sendo uma língua, no Brasil recebe o nome de Português igual em Portugal, mas apenas o nome, pois o modo que ambos falam o idioma é diferente. O idioma engloba todos os tipo de portugueses falados, e com falas diferentes.<br><br></strong><strong><mark>As variações linguísticas diferenciam-se em quatros grupos:</mark></strong><strong><br><br></strong><strong><mark>Sociais (diastráticas)</mark></strong><strong>- Classe Social menos favorecidas "Grobo" emprego do "r" no lugar do "l".<br></strong><strong><mark>Geográfica/ regionais (diatópicas)</mark></strong><strong>- No Brasil se diz "Trem", Em Portugal "Comboio".<br></strong><strong><mark>Históricas (diacrônicas)</mark></strong><strong>- "Vossa Senhoria"- Dirigia-se ao rei. Expressão retrógrado&nbsp; ao séc XXI, atualmente não se usa mais, o contexto mudou, o rei deixou de existir, etc.<br></strong><strong><mark>Estilísticas (diafásicas)</mark></strong><strong>- Formalidade e informalidade.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 13:30:47 UTC</pubDate>
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