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      <title>GRANDES TEMAS DA VETERINÁRIA by eveline correa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-24 03:18:05 UTC</pubDate>
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         <title>A INDISPENSABILIDADE DO MÉDICO-VETERINÁRIO NA CADEIA DE PRODUÇÃO DOS ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL</title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
         <link>https://padlet.com/evelinecorrealimavasco/iggj95783vrz5chy/wish/2396384636</link>
         <description><![CDATA[<div>O papel exercido pelos médicos-veterinários na produção de alimentos de origem animal, no Brasil, é de suma importância e está ligada diretamente com a saúde pública, uma vez que tal conduta tem impacto intimamente relacionado com a qualidade do animal e seus derivados.<br><br>O médico veterinário que trabalha na indústria é responsável por acompanhar todo o processo de produtos destinados aos animais, como alimentos, vitaminas, medicamentos, vacinas e rações. Na área de inspeção de alimentos, o médico-veterinário é responsável por acompanhar toda a cadeia produtiva, além de decidir sobre o que está em condições próprias para consumo humano. Pode atuar na coordenação das equipes, na inspeção das linhas de abate, fiscalização, na rastreabilidade dos produtos e na garantia do abate em condições seguras.<br><br></div><div>A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5517.htm">Lei nº 5517/1968</a> dispõe sobre o exercício da profissão e cria os Conselhos Federais e Regionais de Medicina Veterinária, órgãos de fiscalização dos profissionais da área.<br><br></div><div>Ao longo de 50 anos de profissão regulamentada, os médicos veterinários vêm mostrando a importância de seu trabalho para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, por meio dos serviços prestados à sociedade no cuidado com a saúde e o bem-estar dos animais, na preservação da saúde pública, na produção de alimentos saudáveis e em atividades voltadas a garantir a sustentabilidade ambiental do planeta.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 05:04:08 UTC</pubDate>
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         <title>ZOONOSES </title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
         <link>https://padlet.com/evelinecorrealimavasco/iggj95783vrz5chy/wish/2396442527</link>
         <description><![CDATA[<div>São doenças infecciosas transmitidas entre animais e pessoas. Os patógenos podem ser bacterianos, virais, parasitários ou podem envolver agentes não convencionais e podem se espalhar para os humanos por meio do contato direto ou através de alimentos, água ou meio ambiente. Eles representam um grande problema de saúde pública em todo o mundo devido à nossa estreita relação com os animais no ambiente doméstico, na agricultura e no ambiente natural. As zoonoses também podem causar interrupções na produção e no comércio de produtos de origem animal para alimentação e outros usos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 06:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>SALMONELLA</title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
         <link>https://padlet.com/evelinecorrealimavasco/iggj95783vrz5chy/wish/2397515502</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Salmonelose é um tema de extrema importância na saúde pública em todo mundo, pois é uma das principais doenças transmitidas por alimentos, incluindo a carne de frango e de suínos, que pode causar intoxicação alimentar.<br><br>A Salmonella é um tipo de bactéria que pode ser transmitida através do consumo de alimentos contaminados com fezes de animais, o que pode acontecer ao se comer um ovo mal cozinhado ou quando se lava mal as mãos antes de cozinhar, por exemplo. &nbsp;<br><br>Embora a transmissão direta de Salmonella para humanos tenha sido relatada com companheiros como cães, tartarugas e répteis o consumo de produtos de origem animal continua sendo principal modo de infecção da população. Praticamente qualquer produto de origem animal pode veicular Salmonella, porém os alimentos a base de carne de frango, ovos e suínos são os mais envolvidos em surtos de salmonelose, inclusive no Brasil.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-25 04:22:14 UTC</pubDate>
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         <title>SUÍNO E A SALMONELLA</title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
         <link>https://padlet.com/evelinecorrealimavasco/iggj95783vrz5chy/wish/2397521492</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os suínos são suscetíveis à infecção por múltiplos sorotipos de Salmonella, mas a doença clínica tem sido associada a S. cholerasuis (septicemia) e S. Typhimurium (gastroenterite), embora outros sorotipos geralmente não causavam sintomas. Assim, na maioria dos casos a infecção passará despercebida e a bactéria poderá poluir a carcaça e produtos derivados, tanto do animal portador quanto de outros animais abatidos no mesmo lote. Os suínos susceptíveis desenvolvem uma infeção oral após contato com um ambiente contaminado, os animais excretam a bactéria nas suas fezes ou ingerem alimentos contaminados. A bactéria pode ser introduzida na granja não apenas por suínos portadores, mas também por aves, roedores, vetores, veículos e pessoas que circulam pela granja. A salmonella é muito resistente ao meio ambiente, com valores cotados, dependendo do Ph e umidade, de até seis meses de sobrevivência no solo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-25 04:30:56 UTC</pubDate>
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         <title>CASO CLÍNICO - SUÍNOS</title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Um laboratório de veterinária foi chamado para realizar o exame pós falecimento em um suíno macho, da raça piau, de 2 anos de idade. O animal possuía histórico recente de troca de domínio para uma outro lote com outros porcos de idades e raças diferentes e com diversos roedores que viraram pragas e conviviam indiretamente com esses animais. No atendimento clínico, o animal apresentou diarreia mal cheirosa, por vezes com sangue e muco, perda de apetite e congestão das orelhas nariz e cauda.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-25 06:32:43 UTC</pubDate>
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         <title>CASO CLÍNICO - HUMANOS</title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
         <link>https://padlet.com/evelinecorrealimavasco/iggj95783vrz5chy/wish/2397619517</link>
         <description><![CDATA[<div>Um homem de 29 anos,&nbsp; procura atendimento médico depois de alguns dias mal sem melhoras e relata os seguintes sintomas:&nbsp; febre alta, vômito e diarreia intensa.<br>Dito isso, o médico o examinou e fez algumas perguntas para entender o que poderia estar acontecendo com o paciente. <br>Ao ser questionado, respondeu que trabalhava numa granja de suínos e que começou a se sentir mal depois que consumiu um porco recém chegado ao local em que trabalhava. <br>O médico imediatamente solicitou a coprocultura, pois suspeitava-se de intoxicação alimentar.<br><br>No setor da microbiologia, a coprocultura foi semeada em ágar SS e ágar MacConkey por esgotamento. No dia seguinte, foi observado crescimento de colônias de bactérias nos dois meios de cultura. Contudo, no ágar SS, algumas colônias apresentaram aspecto enegrecido,<strong> </strong>indicando uma suspeita de Salmonella.<br>A colônia enegrecida foi então pescada para o caldo BHI e, posteriormente, foi realizada série bioquímica utilizando o sistema EPM-MILI-Citrato. <br><br>O resultado obtido foi presença de <em>Salmonella Paratyphi A</em>. Como se trata de uma bactéria patogênica, foi realizado também o antibiograma, com a finalidade de identificar quais antibióticos são sensíveis e quais são resistentes à bactéria em questão, para auxiliar o médico na escolha do melhor tratamento.<br><br>Em geral, a infecção causada pela Salmonella não precisa de internação ou de outras intervenções médicas. Nestes casos, o tratamento é feito em casa, por meio de repouso, ingestão de bastante água para manter hidratação e controlar os sintomas. Em casos graves, a reposição eletrolítica (perdidos pelo vômito e diarreia) e reidratação são indicados e são disponibilizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. O tratamento com antibióticos não é recomendado para casos leves ou moderados em indivíduos saudáveis, pois esses medicamentos podem não eliminar completamente as bactérias e selecionar cepas resistentes, tornando o tratamento ineficaz. No entanto, grupos de risco à saúde, como bebês, idosos e pacientes imunocomprometidos podem precisar receber antibióticos, os quais também podem ser administrados se a infecção se disseminar do intestino para outras partes do corpo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-25 06:51:26 UTC</pubDate>
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         <title>PREVENÇÃO NOS PLANTÉIS SUÍNOS </title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
         <link>https://padlet.com/evelinecorrealimavasco/iggj95783vrz5chy/wish/2397625490</link>
         <description><![CDATA[<div>Biosseguridade na granja para evitar a contaminação por salmonella<br><br></div><div>A biosseguridade envolve o conjunto de práticas que objetivam impedir o ingresso e a disseminação de agentes infecciosos nos rebanhos. Para isso, medidas devem ser tomadas nas granjas para impedir, principalmente, a entrada de vetores que possam portar a Salmonella para o interior das instalações, englobando:<br><br></div><ul><li>Práticas de controle de moscas e roedores</li><li>Circulação de animais e pessoas alheias às atividades internas da granja</li></ul><div>Como medida preventiva para evitar a contaminações é preciso estar atento às cercanias da propriedade, onde deve-se observar que:<br><br></div><ul><li>A propriedade seja isolada, tendo em mente que o objetivo da granja é o de produzir animais sanitariamente seguros para serem enviados aos abatedouros</li><li>A granja esteja distante de outras instalações animais, com cerca de isolamento</li><li>Toda a estrutura anexa da granja (escritório, fábrica de ração, vestiários, banheiros) deve ficar localizada ao lado externo da cerca de isolamento.</li></ul><div>Neste conjunto de práticas os cuidados devem se estender aos profissionais e todos os equipamentos e utensílios que serão manipulados. Os funcionários devem primar pela higiene pessoal, para que não se tornem vetor de transmissão da Salmonella. As práticas envolvem:<br><br></div><ul><li>Banho ao adentrar na granja, com adequada higienização da pele, unhas e mucosas, evitando o contato prévio com animais externos à granja por pelo menos 72 horas.</li><li>É fundamental a desinfecção de todos os veículos que adentram na propriedade para transportar os animais ou trazer insumos (ração, medicamentos, assistência técnica), pois os mesmos transitam em várias propriedades e podem ser fortes vetores de transmissão.</li><li>É indicado que a propriedade tenha, fundamentalmente, sistemas de desinfecção veicular e de objetos que adentram às instalações.</li></ul><div>Outro ponto importante consiste em evitar a mistura de animais oriundos de diferentes lotes. Cada granja possui uma carga microbiana distinta, e no momento da mistura dos animais destas diferentes granjas, há a disseminação de patógenos entre os animais aos quais eles não estavam adaptados, não havendo imunidade desenvolvida por estes animais frente aos novos patógenos aos quais foram expostos. Associando isto ao fato de que a mistura entre lotes gera brigas e estresse aos animais (situação que pode gerar imunossupressão) a Salmonella pode se disseminar rapidamente entre eles. A não-mistura entre lotes ainda permite a promoção de períodos de vazio sanitário nas granjas, essencial para garantir todo o programa de biosseguridade nas granjas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-25 06:59:42 UTC</pubDate>
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         <title>MEDIDAS SANITÁRIAS - POPULAÇÃO</title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
         <link>https://padlet.com/evelinecorrealimavasco/iggj95783vrz5chy/wish/2397633819</link>
         <description><![CDATA[<div>As medidas para o não adoecimento da população são simples:&nbsp;<br>1) Lave sempre as mãos, antes, durante e depois de manipular ou consumir os alimentos.<br>2)) A carne deve ser bem cozida ou assada: As salmonelas conseguem crescer em ambientes com temperaturas entre 5°C e 46°C e têm uma temperatura ótima de crescimento em torno de 38°C, são extremamente resistentes ao resfriamento e congelamento mas, no entanto, são destruídas quando submetidas a um tratamento térmico acima de 70°C, temperaturas obtidas durante o cozimento completo. Alguns alimentos, como pedaços grandes de carne, tortas, frangos inteiros ou recheados, e quaisquer preparações com recheios requerem um especial controle do cozimento. Verificar se todas as partes da preparação estão bem cozidas. No caso de carnes e aves, para saber se o cozimento foi completo, o suco e a parte interna do alimento devem estar claros e não rosados ou avermelhados.&nbsp;<br>3)Mantenha as carnes refrigeradas ou congeladas. Descongele os alimentos somente no refrigerador ou no microondas. &nbsp;<br>4) Evite consumir alimentos em lanchonetes e restaurantes que apresentam condições precárias de higiene e conservação. Ao comer fora de casa, fique atento às condições de higiene do estabelecimento. O local deve ser limpo e organizado, com funcionários uniformizados. As comidas prontas devem ser mantidas bem quentes ou bem frias.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-25 07:09:43 UTC</pubDate>
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         <title>BIBLIOGRAFIAS UTILIZADAS COMO LEITURA E PESQUISA</title>
         <author>evelinecorrealimavasco</author>
         <link>https://padlet.com/evelinecorrealimavasco/iggj95783vrz5chy/wish/2397638667</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1-https://opresenterural.com.br/<br>2-https://www.prefeitura.sp.gov.br/<br>3-<a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/aquicultura-e-pesca/legislacao/legislacao-geral-da-pesca/decreto-no-9-013-de-29-03-2017.pdf/view">DECRETO Nº 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017</a><br>4-<a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/20134722/do1-2017-03-30-decreton-9-013-de-29-de-marco-de-2017-20134698">BRASIL- Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal</a><br>5-https://www.ufrgs.br/actavet/37-suple-1/suinos-09.pdf<br>6-https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/235305/001136624.pdf?sequence=1https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/235305/001136624.pdf?sequence=1<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-25 07:15:53 UTC</pubDate>
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