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      <title>A CIDADE ANTIGA  by Marcos Martins Alves</title>
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      <description>LIVRO TERCEIRO - A CIDADE </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-18 07:06:27 UTC</pubDate>
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         <title>OS DEUSES DA NATUREZA FÍSICA                                         A religião antiga primeiro tomou como deuses a alma humana através de cultos a seus antepassados, depois veio os deuses da natureza física, os fenômenos natureza. Não tinham a concepção de um só Deus, porem para o solo, a arvore, a nuvem, as águas dos rios, o sol e outros passaram a olhar como deuses merecedores de preces e adorações. Essas duas religiões não tiveram entre si algo em comum. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 07:12:50 UTC</pubDate>
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         <title>A Fratria e a cúria: a tribo          Para os Gregos Fratria, para os Romanos Cúria, e assim era denominada a formação de grupos de famílias que se reuniam com a finalidade de celebração de cultos que lhe fossem comuns tais como: seus banquetes fúnebres e orações. Para se tomar parte de uma Fratria não era necessário ter laços sanguíneos, mas ter nascido de um casamento entre uma pessoa que fazia parte daquela família. À entrada em uma Fratria só era permitida por ato religioso e aquela pessoa passava a ter uma vinculo indissolúvel. Cada fratria e cúria tinha sua divindade protetora, essas divindades geralmente eram da mesma natureza. A sociedade cresceu sobre esse sistema e se agruparam dando origem a tribos. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <title>A RELAÇÃO DESSA RELIGIÃO COM O DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE HUMANA           A religião natural surgiu de diferentes pensamentos como consequência de sua força natural. Levando que, essas crenças, apareceram quando pessoas viviam em um Estado de família, esses deuses eram considerados demônios. Logo aqueles deuses adorados passaram a ser venerados por outras famílias e depois por toda uma cidade.  Essa nova religião atuava num campo mais amplo e como consequência surge uma nova moral, que não se limitava a ensinar os deveres de família. Na medida que foi se desenvolvendo a sociedade cresceu, o fogo sagrado deixou de ser uma divindade e passou a ser o altar de sacrifícios dos Deuses e ficava no interior dos templos.  </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:11:08 UTC</pubDate>
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         <title>A se associarem, a única condição era que os cultos de cada fratria fossem respeitados, com essa aliança nasceu a cidade. A religião começou a subsistir em pequenos cultos que dos quais se estabeleceu o culto comum, já politicamente continuou a funcionar “pequenos governos” que em cima dos quais se levantou o governo comum. A cidade era uma confederação e por isso durante muitos séculos respeitou a independência religiosa e civil das fatrias, cúrias e famílias. A religião foi um fator determinante na formação das cidades, se associando a grupos cada vez maiores conforme as regras aplicadas nas famílias e sucessivamente nas fratria, cúrias e nas cidades.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:14:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cidade e urbe não eram palavras sinônimas no mundo antigo. Cidade era a associação religiosa e política das famílias e tribos, Urbe era o santuário dessa sociedade.Quando tribos decidiam se unir para terem o mesmo tipo de culto era essencial Fundar uma Urbe para representar o santuário de cultos, sua fundação sempre era um ato religioso.            Não devemos imaginar as cidades antigas como as construções que vemos nos dias atuais, onde primeiro construímos casas para formamos uma aldeia, para que depois com seu aumento substancial transformar se em uma cidade. Para os antigos uma cidade era fundada em um só golpe, inteiramente, e um só dia. Sua construção era mais longa pois primeiro deveriam ter um acordo entre as tribos e as fratrias, com intuito de união.           O primeiro cuidado a se ter era escolher o melhor local para a nova cidade, a escolha sempre era entregue a decisões dos deuses. No dia da fundação era oferecido sacrifício e após a cerimonia o fundador cavava um pequeno buraco onde era lançado um torrão de terra de sua cidade passada. Em sua religião era proibido deixar a terra onde seus antepassados descansavam, com esse ato de trazer um torrão de terra, julgavam trazer para aquele lugar seus ancestrais. As cidades sempre foram lugares religiosos e domicilio que abrigava os deuses.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:16:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Os cultos religiosos sempre eram realizados por um homem “o fundador “, sem ele a cidade não poderia ser administrada. O povo tinha respeito por esse homem, pois era considerado o pai da cidade. Depois de sua morte era venerado como um deus e passava a ser um antepassado comum para toda a cidade. Consideravam Eneias, o fundador de Roma. Na destruição de troia, graças a ele o fogo sagrado não se apagou, com isso o povo e os deuses fogem à procura de um novo local onde possam se erguer, mas a escolha vem dos deuses, então Enéias deixa se conduzir pela divindade.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:28:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Naqueles tempos o culto era o que vinculavam todos daquela sociedade. Dentro dos templos ficavam o altar, para os Gregos dava o nome de pritaneu, para os Romanos de vesta. Para cada cidade tinha os seus próprios deuses que era comumente da mesma natureza assim como da sua religião passada.               Na cidade, do fundador até aquele que prestava serviço tornava-se um deus. Os mortos sejam o quem fossem eram guardas do país sob condição de lhe renderem o culto.  Cada cidade tinha sua divindade políadas, tais como: Zeus, Atenas e Hera.  Cada cidade possuía seu corpo de sacerdotes, cada cidade era independente, pois cada um possuía seus dogmas, orações, livros, tudo sempre mantidos em segredo.               Todos cultos de adoração aos deuses eram feitos em troca da proteção da cidade, quando uma cidade era dominada ou conquistada os templos eram apedrejados ou mesmo destruídos. Em tempos de guerra, procuravam se apoderar dos deuses das cidades conquistadas através de cerimonias, tanto para se aliar quanto para destruí-lo </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:29:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A principal cerimônia da cidade eras os banquetes, era algo que tinham em comum e toda a população deveria está presente. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:30:49 UTC</pubDate>
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         <title>As Festas e o Calendário            Tudo que era sagrado tinha festas, e toda cidade tinha festa para cada divindade protetora. Para dias de festas era proibido trabalhar. O calendário era a sucessão de festas religiosas, regulada e somente conhecida pelos sacerdotes.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:31:08 UTC</pubDate>
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         <title>O Censo e a Lustração A mais importante cerimônia na religião daquela cidade era chamada de “festa da purificação”, essa cerimonia tinha como objetivo a remição de faltas cometidas pelos cidadãos contra o culto. O responsável por realizar essa festa era chamado de Censor.           Para que esta cerimonia fosse aprovada era necessário que nenhum estrangeiro participasse e que todo cidadão deveria esta presente. Aquele que não se escrevesse, como castigo, perderia sua cidadania. O Censor era o senhor absoluto nesse dia, poderia determinar o lugar de cada homem naquela cidade, se ordenasse a você a uma função elevada, seria isso e ponto final.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <title>A Religião na Assembleia, No Senado, No Tribunal e No exército; O Triunfo           Toda assembleia sempre iniciava com um ato religioso, o templo sempre foi o local de reunião do senado e sua tribuna um lugar sagrado. Nas guerras existentes a religião sempre se mostrou muito mais poderosa do que a paz, o exército ostentava suas insígnias e consigo levava as estatuas de suas divindades, os deuses eram que indicavam a hora da batalha. A religião era o que intervinha nos atos dos homens, tanto em tempo de paz ou de guerra, tudo estava a mercê da religião.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:31:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A religião sempre foi a partícula que mantinha o homem em escravidão, temiam seus deuses e passavam sua vida inteira a agrada-los.  Cada família tinha um livro onde ali estava guardada suas formulas, essas formulas nunca poderiam ser esquecidas assim como os rituais jamais poderiam ser alterados.Os ritos nunca poderiam ser mostrados a estranhos, seria uma traição revelar algum rito ou formar, pois o pensar desse povo era que tudo que fosse antigo se tornaria sagrado, a cidade jamais poderia esquecer alguma coisa pois tudo estava ligado ao culto.Todo acontecimento referente a religião era transcrito para que seus antecedentes como lição e piedade, para eles isso era uma prova material da existência dos deuses. Os anais (documentos históricos), nunca saiam do santuário e apenas os sacerdotes podiam ler.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:32:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1 AUTORIDADE RELIGIOSA DO REI A religião ditava que o lar tivesse um sacerdote supremo, do mesmo modo que a cidade possuía um sacerdote do lar público conhecido como “rei”. Sendo o culto do lar público a sua fonte de dignidade e poder, sua principal função era a realização das cerimonias religiosas. Para substitui-lo foi criado os flâmines, por principal motivos a existência de muitas guerras e ausência do rei. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:34:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2 AUTORIDADE POLÍTICA DO REIAssim como na família, a cidade tinha seu chefe político, tinha sua colocação entre os deuses e o homem. O responsável pelo fogo sagrado era o sacerdote. A religião estava envolvida com o governo, justiça e a guerra, acabando que o rei era ao mesmo tempo juiz, magistrado e militar, seu sacerdócio era hereditário assim como seu poder. Os reis não tinham necessariamente força material, sua autoridade e poder era mantida pela crença. Mesmo estabelecendo um regime republicando o rei continuava sendo venerado.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:34:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O magistrado que substituíra o rei era, como este, sacerdote e chefe político. A justiça, sacerdócio e comando se confundiam em uma só pessoa. O magistrado representava a cidade, tinha associação tanto religiosa quanto política. Não havia magistrado que não realizasse algum ato sagrado, para os antigos qualquer forma de superioridade era de algum modo religioso. Quando revoluções pressionavam a realeza, a população procurava alguma forma de eleições aprovada pelos deuses. Para isso o magistrado recebia algum pressagio dos deuses e o indicava uma pessoa a ser votada. A participação não ia além de aprovar o candidato indicado. A cidade exigia que o magistrado fosse de família pura e tinha que se assegura que o candidato escolhido estava apto a suas funções religiosas. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:34:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A princípio a lei surgiu como uma parte da religião, por muito tempo só os pontífices era os consultores da lei. Todas as divergências relacionadas ao divórcio, casamento, direitos civis e religiosos eram levados ao tribunal. As leis não foram feitas pelos homens, surgiu como consequência direta e necessidade da crença, era a própria religião aplicada nas relações do homem entre si. Obedecer às leis era obedecer aos deuses, as leis era imutáveis por serem divinas. Isso causou uma grande confusão, pois as leis opostas de diferentes épocas, achavam-se associadas e todas tinham  o direito de serem igualmente respeitadas .as leis antigas nunca tiveram considerações , não explica o motivo e sua razoes , tinha que obedecer e ponto. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
         <link>https://padlet.com/marcosmartinsalves/ig35nyr7c21q9fz5/wish/759198015</link>
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         <pubDate>2020-09-18 15:35:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Era considerado cidadão aquele que praticava cultos religiosos naquela cidade, com isso tinha seus direitos civis e políticos, ao contrario dos estrangeiros que não tinha acesso a cultos e muito menos a proteção dos deuses daquela cidade.Seria uma heresia dá cidadania a um estrangeiro, era uma violação dos princípios fundamentais do culto religioso. O escravo era muito mais bem tratado, para que pudesse ter algum valor era necessária torna-se cliente de qualquer cidadão da cidade.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:36:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sua pátria era sua cidade, com seu pritaneu, heróis e territórios demarcado pela religião. O estado, a cidade e a pátria eram consideradas toda um conjunto de divindades locais que tinham grande poder sobre as almas. A sua dignidade como homem estava limitada ao lugar em que vivia, sua posse na pátria era de suma importância pois sua punição por grandes crimes era o exilio. Ao ser exilado ou abandonado o homem não poderia levar consigo seus deuses e não conseguiria achar uma religião que o acolhesse.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
         <link>https://padlet.com/marcosmartinsalves/ig35nyr7c21q9fz5/wish/759205497</link>
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         <pubDate>2020-09-18 15:37:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cada cidade tinha sua própria religião, seus códigos, suas festas. O calendário de uma não podia ser igual a outra. A natureza física exerce uma certa influência, mas as crenças era algo muito mais forte. Por essa razão não puderam estabelecer nenhuma outra organização social que não fosse a cidade. O espírito da cidade está fundamentado na religião, de forma que não é possível a união de duas cidades. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
         <link>https://padlet.com/marcosmartinsalves/ig35nyr7c21q9fz5/wish/759208190</link>
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         <pubDate>2020-09-18 15:37:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Quando uma cidade entra em guerra, não era só os homens que a defendiam, mas também os deuses. Antes de entrar em batalha o soldado profere contra o exército inimigo uma maldição e depois duelavam e julgam ter os deuses a seu lado. O vencedor podia usar sua vitória como melhor lhe cabia. Quando o vencedor não exterminava seu adversário, o mesmo tinha direito de destruir sua associação religiosa e política. O tratado de paz era feito traves de ato religioso, onde atribuía a cerimônia religiosa as convenções internacionais de caráter sagrado e inviolável, assim como nas guerras os estavam presentes.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
         <link>https://padlet.com/marcosmartinsalves/ig35nyr7c21q9fz5/wish/759210687</link>
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         <pubDate>2020-09-18 15:38:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Algumas cidades se agruparam numa espécie de confederação, essas também tiveram seu templo e cultos religiosos. Essas anfictiónias e confederações exerceram pouca ação política. Uma colônia não era anexo ao Estado, era independente, todavia possuía um vínculo de natureza particular e isso provinha de um pacto de quando fora fundada. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>A religião com seus dogmas e práticas concedeu aos romanos e gregos seu modo de pensar e agir. O romano ou patrício era um homem nobre e muito poderoso, todo dia oferecia oferendas em sua casa, constantemente consultava os deuses e costuma carregar amuletos. Acreditava-se que havia muito mais deuses em Roma do que cidadão. Os atenienses afastavam se dos Romanos pelo caráter de espírito, mas se assemelhavam pelo temor aos deuses. Os atenienses tinham suas coleções de antigos oráculos, não começavam nenhuma frase se antes invocar a boa form. </title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:40:02 UTC</pubDate>
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         <title>Em sociedade estabelecida sobre tais princípios, a liberdade individual não existia, a vida privada não fugia da onipotência do Estado, tal era o seu poder que ordenava a inversão dos sentimentos naturais e era obedecido. Os antigos não conheciam a liberdade de vida privada, nem a de educação, nem a religiosa, o homem não tinha sequer a mais ligeira concepção do que fosse a liberdade.</title>
         <author>marcosmartinsalves</author>
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         <pubDate>2020-09-18 15:40:56 UTC</pubDate>
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