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      <title>Afetações by Milena Medeiros</title>
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      <description>Sejam bem vindes/as/os, este é o espaço para exporem seus trabalhos. Em caso de dúvidas, podem entrar em contato com o/a monitor/a. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-15 16:32:14 UTC</pubDate>
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         <title>INSTRUÇÕES - AB1</title>
         <author>milenamedeiros</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pontuar o seu recorte individual acerca do trabalho produzido coletivamente, pode ser música, filme, texto, poesia, imagem etc junto de uma breve explicação da escolha e de como se relaciona com suas afetações.<br><br>Colocar nome no título. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>Michelle de Fátima da Silva Aniceto</title>
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         <description><![CDATA[<div>Me inspirei no trabalho científico, mesmo que embrionário nos estudos da criminologia em conjunto a psicologia deste livro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-18 19:58:29 UTC</pubDate>
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         <title>Valdenilda Lino da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Este livro serviu de inspiração ao trabalho sobre a Psicologia Criminal, além da curiosidade em saber quais habilidades este profissional precisa ter para atuar em casos que possam ir além da complexidade, até onde pode levar o seu envolvimento emocional com cada caso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-18 20:09:42 UTC</pubDate>
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         <title>Bárbara Vieira Tavares Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na semana do trabalho estava assistindo esse documentário e me despertou um maior interesse e curiosidade em entender a área criminal e como o psicólogo pode atuar nela. Foi um trabalho muito legal e interessante,quanto mais pesquisava mais me encantava pela área.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 19:29:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A minha escolha desse livro não foi nem tanto pelo trabalho apresentado, é mais sobre o que me fez escolher a psicologia clínica, a importancia da terapia no tratamento de traumas para não se agravarem os sintomas causando problemas maiores. O livro Psicótico de Leonard Simon uma história ficticia de um paciente com TDI e dois psicólogos...</title>
         <author>camilasantos36</author>
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         <description><![CDATA[<div>Camila Mendonça dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 19:37:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Hérico Almeida Gomes Salgado</strong><br><br></div><div>Minhas emoções afloraram e me remeteram ao poema de Carlos Drummond de Andrade, "Morte do Leiteito", contido no livro A Rosa do Povo! Tudo que está relacionado ao social mexe muito comigo. Saber da existência da Psicologia Social (eu realmente não tinha conhecimento), o que ela representa hoje e a sua importância nos frontes dos "campos de batalha" pelas conquistas sociais, me deixaram mais empolgado para estudar este assunto. O poema é de uma profundidade sublime e, <strong>infelizmente</strong>, bastante atual...</div><div><br>"Há pouco leite no país,<br>é preciso entregá-lo cedo.<br>Há muita sede no país,<br>é preciso entregá-lo cedo.<br>Há no país uma legenda,<br>que ladrão se mata com tiro.<br>Então o moço que é leiteiro<br>de madrugada com sua lata<br>sai correndo e distribuindo<br>leite bom para gente ruim.<br>Sua lata, suas garrafas<br>e seus sapatos de borracha<br>vão dizendo aos homens no sono<br>que alguém acordou cedinho<br>e veio do último subúrbio<br>trazer o leite mais frio<br>e mais alvo da melhor vaca<br>para todos criarem força<br>na luta brava da cidade.<br><br></div><div>Na mão a garrafa branca<br>não tem tempo de dizer<br>as coisas que lhe atribuo<br>nem o moço leiteiro ignaro,<br>morados na Rua Namur,<br>empregado no entreposto,<br>com 21 anos de idade,<br>sabe lá o que seja impulso<br>de humana compreensão.<br>E já que tem pressa, o corpo<br>vai deixando à beira das casas<br>uma apenas mercadoria.<br><br></div><div>E como a porta dos fundos<br>também escondesse gente<br>que aspira ao pouco de leite<br>disponível em nosso tempo,<br>avancemos por esse beco,<br>peguemos o corredor,<br>depositemos o litro…<br>Sem fazer barulho, é claro,<br>que barulho nada resolve.<br><br></div><div>Meu leiteiro tão sutil<br>de passo maneiro e leve,<br>antes desliza que marcha.<br>É certo que algum rumor<br>sempre se faz: passo errado,<br>vaso de flor no caminho,<br>cão latindo por princípio,<br>ou um gato quizilento.<br>E há sempre um senhor que acorda,<br>resmunga e torna a dormir.<br><br></div><div>Mas este acordou em pânico<br>(ladrões infestam o bairro),<br>não quis saber de mais nada.<br>O revólver da gaveta<br>saltou para sua mão.<br>Ladrão? se pega com tiro.<br>Os tiros na madrugada<br>liquidaram meu leiteiro.<br>Se era noivo, se era virgem,<br>se era alegre, se era bom,<br>não sei,<br>é tarde para saber.<br><br></div><div>Mas o homem perdeu o sono<br>de todo, e foge pra rua.<br>Meu Deus, matei um inocente.<br>Bala que mata gatuno<br>também serve pra furtar<br>a vida de nosso irmão.<br>Quem quiser que chame médico,<br>polícia não bota a mão<br>neste filho de meu pai.<br>Está salva a propriedade.<br>A noite geral prossegue,<br>a manhã custa a chegar,<br>mas o leiteiro<br>estatelado, ao relento,<br>perdeu a pressa que tinha.<br><br></div><div>Da garrafa estilhaçada,<br>no ladrilho já sereno<br>escorre uma coisa espessa<br>que é leite, sangue… não sei.<br>Por entre objetos confusos,<br>mal redimidos da noite,<br>duas cores se procuram,<br>suavemente se tocam,<br>amorosamente se enlaçam,<br>formando um terceiro tom<br>a que chamamos aurora."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 17:53:42 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Beatriz Dantas Rocha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Trabalhar com a psicologia clínica me trouxe a reflexão dos processos e batalhas internas de cada pessoa. Me lembrei da série “Eu nunca” que nas suas temporadas retrata bem a relação da personagem principal e sua terapeuta, onde ela busca superar traumas um de luto, problemas familiares e de sua vida no geral. Nos episódios traz os encontros dessas personagens, suas reflexões, evoluções e confusões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 23:28:02 UTC</pubDate>
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         <title>Silvia Yasmin</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Saber que a ABRAPSO surge e oposição à uma psicologia social que pautava o individual para entender o coletivo me fez pensar na música "Principia" do Emicida, onde ele ressalta a importância de entendermos que só podemos ser tendo outros para ser conosco.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 00:13:56 UTC</pubDate>
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         <title>Yasmin Ellen Bispo Pantaleão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O trabalho&nbsp;sobre a psicologia clínica me fez lembrar de uma cena da série "SKAM", em que no quarto de uma das personagens se encontra esse post-it. É uma mensagem que me toca bastante e que se relaciona bastante com o fazer da psicologia clínica no sentido de que cada um tem a sua história de vida e que merece ser escutada, respeitada e compreendida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 00:56:15 UTC</pubDate>
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         <title>ANDRESSA KAREN CARDEAL DA ROCHA</title>
         <author>andressarocha615</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao&nbsp;pesquisar sobre psicologia criminal, em todas as leituras de textos, artigos, vídeos no YouTube sempre me vinha a história de Ted Bundy. O ideal é que se leia o livro sobre ele e a série na Netflix, mas trouxe o filme porque é uma forma rápida de conhecer a história do serial Killer. É impossível estudar e se aprofundar na psicologia criminal sem lembrar dos diversos seriais killers da história do mundo e pra quem já tenta ter uma óptica de psicólogo é impossível não se perguntar se existe um porquê das investidas do serial Killer, por que ele se tornou um assassino em série? Como foi a sua infância? Qual a sua relação com a sua figura materna? São esses questionamentos que a psicologia criminal traz e que a todo tempo me remetia à figura de Bundy. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 01:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Marilia Gabriela Ferreira dos Santos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Escolhi o filme "Gênio Indomável" porque ele me faz pensar sobre a relação do psicólogo, no caso do meu trabalho, o clínico, com a pessoa atendida. Observando o vínculo que o protagonista constrói com seu psicólogo, fiquei pensando se, fora da ficção, esse "vínculo" não seja meramente formal, como o de um médico com um paciente, que talvez falte uma proximidade maior. Isso sempre me faz refletir sobre qual a melhor forma de um psicólogo clínico acolher uma pessoa, principalmente as que se sentem sozinhas, perdidas, sem o afeto de alguém.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 02:08:44 UTC</pubDate>
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         <title>Renato Calheiros Gomes Ribeiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar do titulo, essa seria aborda a importância do dialogo com jovens e adolecente nas escolas, não  somente sobre educação sexual, mas educação  social e emocional também, trazendo temas reais e bastante humanos, algo que eu considero um paralelo com a profissão de psicologo escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 03:27:34 UTC</pubDate>
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         <title>Virginia Eugênia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse texto retirado do livro "textos cruéis demais para serem lidos rapidamente" que eu já conhecia antes mesmo de saber o que era psicomotricidade, lembrei das reflexões que esse texto me trouxe, durante todo o trabalho. Não sei explicar exatamente o motivo, mas acho que vocês vão entender :) <br><br><strong>O que eu diria para o meu corpo:<br></strong><br></div><div>"Queria te pedir perdão por todas as vezes que te transformei numa área em conflito. Por colocar as mãos em você de maneira tão despretensiosa que não me dei conta de que você é o que de mais bonito existe no mundo. Pelas vezes que chorei por não te ter como ideal ou bonito e pelas vezes que ousei te agredir verbalmente e com atitudes tão desesperadas de te fazer melhor, que não percebia que estava piorando aquilo que era a sua função primordial: me proteger de todas as quedas, arranhões e ataques externos.<br><br>Queria te pedir perdão por todos os dias que te olhei com maus olhos. Tanto que seria capaz de nunca mais olhar com amor ou apreço -- porque essas sensações me parecem grandes demais e eu as vezes te acho pequeno -- e implorar para que me perdoe pois no fundo percebo que tudo o que você quer é me deixar confortável na superfície da vida. Que quer me tornar um ser humano incrível ainda que com todas as falhas que insistem em dialogar comigo.<br><br>Te peço perdão por exagerar nas tentativas de me desfazer de você e de te colocar pra baixo sempre que vejo outros como você, quem sabe mais bonitos e agradáveis, e por desejar, tão veementemente, ser como eles a ponto de deixar que&nbsp; você não exista em mim e não me sustente.<br><br>Pelas vezes que desejei qualquer outro que não você, eu me desculpo<br><br>E pelos possíveis traumas que minhas mãos ocas e vazias te causaram pela minha falta de sensibilidade em te perceber tão frágil e por não compreender o milagre que é saber que você existe e consegue se movimentar com tanta vontade.<br><br>Te peço perdão por ser tão distraído que nunca entendi o esforço que você faz pra que eu não tropece nas minhas próprias fraquezas,&nbsp; para que eu continue respirando e experimentando o ar limpo da cidade e do amor.<br><br>Te peço perdão por tentar tão avidamente deslocar meus pés na direção contrária à que você me leva. Pelas vezes que duvidei da capacidade que voce tem de me manter em pé.&nbsp; Pelas vezes que desgostei de tantas curvas e cicatrizes que você desenhou em mim pra me diferenciar dos outros, pra me tornar único e especial. Perdão, porque, ao te olhar, seria capaz de não gostar de mim e tem ato mais terrível e desesperançoso do que não gostar do que se vê?<br><br>Te peço perdão por nunca ter te visto com olhos tranquilos, olhos de quem observa beleza ainda que em momentos difíceis, e por estar sempre tão apressado que perdi você crescer, ficar mais forte e firme.<br><br>Peço perdão por todos esses anos duvidando que existisse beleza, afinal, em tudo que sempre disse não ter: olhos, boca, rosto, pernas, pés, cabelo.&nbsp; É por tentar muda-los ou melhorá-los , como se pudesse colocar a mão na minha essência e na minha luz e conseguisse fazê-la voltar atrás.<br><br>Perdão por querer voltar atrás muitas vezes,&nbsp;por não te ouvir,&nbsp; te perceber, te enxergar e por chegar aqui, nesse texto, tão tardiamente."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 11:10:29 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Carlos Lopes da Silva Junior</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para a minha publicação eu não tinha tido muitas ideias durante os estudos, mas após dar uma olhada e ver que a maioria trouxe livros, por alguma razão me pareceu que havia sofrido uma epifania. De repente foi como se estivesse na minha frente o tempo inteiro e eu não estivesse percebido.<br>Para o meu eu trouxe o livro <em>O Senhor dos Anéis.</em>&nbsp;O livro acompanha a história de Frodo, sobrinho adotado por seu tio Bilbo, e que apesar de na idade dos Hobbits já ser considerado um adulto, durante minhas leituras sempre reparei que ele foi infantilizado, apesar da idade, e que a história não só trata de sua saga para livrar a terra média do mal eminente, mas também de seu crescimento emocional. Nos meus estudos eu foquei (já que é a Psicomotricidade) no desenvolvimento infantil, sobretudo no motor e sua importância, mesmo assim para mim, foi como se o livro encaixasse perfeitamente ao tema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:53:21 UTC</pubDate>
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         <title>Marcele Lima</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A série que escolhi para retratar minhas afetações foi Pose (tem na Netflix). Fui remetida à essa série desde as primeiras aulas ao ser abordado o contexto familiar e o conceito de família... a série mostra como a família tem impactos tanto positivos quanto negativos na formação da subjetividade, principalmente quando lidamos com gênero/sexualidade. Na série, que retrata uma realidade, as famílias correspondem às "Casas", que são grupos de pessoas, -geralmente renegadas por suas famílias de sangue - liderados por uma matriarca e unidos por vínculos afetivos.<br>Além disso, esse caminho me fez pensar no papel da psicologia e na sua dívida histórica, junto com a ciência, na classificação de transexulidade e homossexualidade como doenças até bem pouco tempo, por exemplo; desse modo, ao ver a evolução da psicologia e de matérias como a Psicologia Social para combater tais estigmas, e que o curso de Psicologia na Ufal adota uma postura combatente e crítica a qualquer preconceito (ainda que não abranja a totalidade do curso), me faz crescer a vontade de contribuir nessa direção.<br><br>Em complemento, deixo aqui o link do primeiro Centro de Acolhimento LGBTQIA÷ de Alagoas, com a participação incisiva de psicólogos, cientistas sociais e outros voluntariados. <a href="https://instagram.com/caerr_alagoas?igshid=1tuti8uuuslue">https://instagram.com/caerr_alagoas?igshid=1tuti8uuuslue</a><br><br>Cabe a todos nós contribuir para uma psicologia mais humana em todos os seus aspectos. Meus agradecimentos pela apresentação da matéria! </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 14:58:51 UTC</pubDate>
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         <title>Isadora da Hora Rodrigues</title>
         <author>isadorahorar</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para falar sobre minha afetações eu escolhi um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado "A flor e a náusea". O poema começa expondo a visão do eu lírico sobre o contexto na qual ele tá vivendo, em que ele se enxerga perdido em um país sem cor, sem alegrias, sem mudanças concretas. Ao final, uma flor nasce, e essa flor carrega o simbolismo da esperança e o "levantar" do povo rumo à luta. É um poema 1945, mas que se encaixa muito no que estamos vivendo atualmente: são tempos difíceis, às vezes nos sentimos perdidos/as, sem rumo, mas há sempre uma flor que nasce no asfalto, e essa flor é a esperança - que nasce com organização coletiva e luta diária, sustentada na crença de se construir um mundo melhor. <br>E pra mim a Psicologia social antes de qualquer coisa precisa carregar o simbolismo dessa rosa, a rosa do povo. Uma psicologia que tenha como prioridade os problemas e afetações do nosso povo, com uma visão coletiva e visando sempre a mudança social. <strong>Uma psicologia que seja antes de tudo, revolucionária.</strong><br><br>A flor e a náusea<br><br>"Preso à minha classe e a algumas roupas,<br>vou de branco pela rua cinzenta.<br>Melancolias, mercadorias espreitam-me.<br>Devo seguir até o enjoo?<br>Posso, sem armas, revoltar-me?<br><br></div><div>Olhos sujos no relógio da torre:<br>Não, o tempo não chegou de completa justiça.<br>O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações e espera.<br>O tempo pobre, o poeta pobre<br>fundem-se no mesmo impasse.<br><br></div><div>Em vão me tento explicar, os muros são surdos.<br>Sob a pele das palavras há cifras e códigos.<br>O sol consola os doentes e não os renova.<br>As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.<br><br></div><div>Vomitar esse tédio sobre a cidade.<br>Quarenta anos e nenhum problema<br>resolvido, sequer colocado.<br>Nenhuma carta escrita nem recebida.<br>Todos os homens voltam para casa.<br>Estão menos livres mas levam jornais<br>e soletram o mundo, sabendo que o perdem.<br><br></div><div>Crimes da terra, como perdoá-los?<br>Tomei parte em muitos, outros escondi.<br>Alguns achei belos, foram publicados.<br>Crimes suaves, que ajudam a viver.<br>Ração diária de erro, distribuída em casa.<br>Os ferozes padeiros do mal.<br>Os ferozes leiteiros do mal.<br><br></div><div>Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.<br>Ao menino de 1918 chamavam anarquista.<br>Porém meu ódio é o melhor de mim.<br>Com ele me salvo<br>e dou a poucos uma esperança mínima.<br><br></div><div>Uma flor nasceu na rua!<br>Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.<br>Uma flor ainda desbotada<br>ilude a polícia, rompe o asfalto.<br>Façam completo silêncio, paralisem os negócios,<br>garanto que uma flor nasceu.<br><br></div><div>Sua cor não se percebe.<br>Suas pétalas não se abrem.<br>Seu nome não está nos livros.<br>É feia. Mas é realmente uma flor.<br><br></div><div>Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde<br>e lentamente passo a mão nessa forma insegura.<br>Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.<br>Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico.<br>É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.<br><br></div><div>[<em>A rosa do povo</em>]<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 16:40:14 UTC</pubDate>
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         <title>Witória Lays da Paz Nascimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom, decidi falar um pouco sobre a minha última participação em aula que foi através dos nossos seminários. Posso dizer que foi uma ótima sensação poder discutir um pouco mais sobre as diversas áreas e especialidades da Psicologia, foi bastante enriquecedor. Contando com a participação do grupo que também foi uma ótima experiência, mesmo nessa situação atual que estamos vivendo, onde não podemos mais ter aquele grande contato de antes.&nbsp;<br>Mesmo assim tivemos conversas&nbsp; produtivas desde a construção de como seria o trabalho, a escolha da área que iríamos apresentar, até o dia da apresentação onde pudemos discutir em aula com os professores e esclarecer nossas dúvidas. Enfim, apesar de não conhecer muito a especialidade da Psicomotricidade e ser algo novo para mim, gostei demais de conhecer, principalmente por&nbsp; tratar bem mais da área infantil que particularmente é uma parte da Psicologia que gosto muito.<br><br>Para retratar um pouco mais da reflexão que tive durante esse trabalho e durante esse período com a disciplina, escolhi o filme "Uma lição de amor". Que conta a história de Sam que tem a mente de uma criança de 7 anos e que cria sua filha Lucy sozinho, pois a mãe a abandou. Ele se vê tendo que lutar pela guarda de sua filha justamente pelo preconceito que sofre por conta de sua deficiência intelectual. É uma história linda e cheia de amor que nos faz refletir sobre a pureza das crianças e a luta contra o preconceito. Que também me faz lembrar e refletir muito sobre a Psicologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 18:13:41 UTC</pubDate>
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         <title>Nicoly Maria Paula da Silva </title>
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         <description><![CDATA[<div>Escolhi esse filme porque pra mim ele representa toda a beleza e a tristeza (sendo essa mais voltada para a situação do aluno) que é realizar uma abordagem mais profissional em algumas instituições escolares, levando em consideração a estrutura das escolas e o despreparo da maioria dos profissionais para lidar com a singularidade dos alunos e os problemas de cada um.&nbsp;<br>&nbsp;O filme conta a história de Ishaan, um garoto de nove anos que sofre de dislexia, e é obrigado a passar por situações que comprometem não só a sua saúde física, como a mental, escutando de todos que ele é um sem vergonha e preguiçoso, e que por isso o seu desempenho na escola não é tão bom quanto os dos demais. O pai de Ishaan decide então mandar ele para um internato, o distanciando assim da sua família e resultando em uma grande tristeza para o menino, que antes, apesar de não ser bom nem lendo ou escrevendo, adorava desenhar, mas no internato ele abandona os desenhos e até mesmo a socialização, ficando sempre sozinho. Até que um novo professor de artes chega na escola, e por já ter experiência em lidar com outras crianças, inclusive crianças especiais em um outro instituto que ele dá aula, ele acaba percebendo o comportamento melancólico de Ishaan e busca entender o que está acontecendo por trás dessas ações. É quando ele descobre e contra pra família do menino que ele não é preguiçoso e nem nada disso, ele apenas tem dificuldades em ler e escrever algumas palavras. Logo o professor passa a ajudar o Ishaan a melhorar a sua escrita e a sua leitura, só que ele não usa as abordagens padrões do internato, ele usa de outras que possam prender a atenção do garoto, como a pintura, a modelagem, e aos poucos Ishaan vai tendo uma melhora bem significativa. E para não dar mais spoilers sobre o filme, mas já adiantando que ele é emocionante do começo ao fim, deixo aqui minha recomendação.&nbsp;<br>&nbsp;E a relação dele com a psicologia escolar, é toda a abordagem que é feita por esse professor, desde um olhar com mais atenção para com os alunos, até as diferentes abordagens no intuito de sanar os problemas de cada um. E uma frase que é dita no filme e que pesou significativamente para mim, foi: cada criança carrega o peso de um certo jeito.&nbsp;<br>Fiquei me questionando quantos realmente enxergam assim.&nbsp;<br>No mais, obrigada pelos seminários professores, foi enriquecedor entender mais sobre todas essas práticas psicológicas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 20:53:52 UTC</pubDate>
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         <title>Aléxia Carvalho Duarte de Moraes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme, assim como as aulas, traz uma diferente visão sobre a vida. A minha escolha se deu pelo fato dele ser bastante atual, além de mostrar vários lados de uma mesma história e demonstrar cuidado imenso com aos detalhes. Se bem observado, há um lado emocional muito rico e bastante profundo, trazendo questões existenciais importantes para o desenvolvimento do senso crítico e criativo.<br><br>No filme, assim como nas aulas, é passado uma sensação de desconforto quando se encontra perto do fim. Esse desconforto é gerado pela ideia de não querer que acabe, apesar de saber que tudo deve ter um começo, meio e fim.&nbsp;<br><br>O espaço das nossas aulas foi bastante acolhedor e um verdadeiro local de escuta, e acredito que um profissional deva passar esse conforto psicológico. Ademais, antes de ser uma psicóloga ou qualquer que seja a área em que irei me especializar, devo aprender a escutar e a absorver os ensinamentos que me são dados a cada dia e agir no momento crucial.&nbsp;<br><br>O filme mostra uma pessoa "em construção", que aprende a lidar com os erros, a ouvir o que seus sentimentos dizem e a saber lidar com eles. Bem como em aula, aprendi a observar onde falho e a encarar essa falha como algo natural, aceitá-la como tal e tentar consertá-la onde puder.<br><br>Ao relacionar o filme com o tema escolhido (psicomotricidade), foi notável ao nosso grupo que, ao decorrer do seu desenvolvimento, a passo que as personagens vão ficando mais confortáveis com suas atitudes e umas com as outras, os seus comportamentos motores ficam cada vez mais soltos e leves, dando espaço para mais liberdade de expressão. Na psicologia deve ser assim, devemos estar confiantes com nossos corpos e com nossas atitudes, mesmo que elas não nos tirem da zona de conforto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 00:39:25 UTC</pubDate>
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