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      <title>Reading Journal by joy</title>
      <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal</link>
      <description>minha jornada de leitura durante o primeiro semestre de 2025, para a disciplina de biblioteconomia infanto juvenil</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-24 19:01:47 UTC</pubDate>
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         <title>aula O1 - primeira experiência com o livro e biblioteca!</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3500821506</link>
         <description><![CDATA[<p>Primeira entrada no diário e preciso confessar que, quando as professoras explicaram qual seria o tipo de avaliação para a disciplina, eu fiquei bem animada. Na época, estava consumindo vários conteúdos sobre journaling/diário; então eu fiquei realmente MUITO animada. Apesar do estereótipo de que toda menina escreve diários, eu nunca tive esse hábito na infância e adolescência, mas diferente da forma tradicional, outras criadoras de conteúdo têm mudado a minha ideia sobre “escrever diários”.</p><p>O tema da primeira aula foi contar sobre nossa primeira experiência com a literatura/livro e biblioteca. Lembro que na aula tiveram MUITAS respostas parecidas, e, como até mesmo o meme do Twitter diz, o Brasil foi alfabetizado com Turma da Mônica. Uma verdade muito bem reconhecida pela turma. Eu achei interessante que, mesmo com a turma sendo bem diversa (no sentido de cursos diferentes, turnos diferentes, idades diferentes e experiências diferentes), o grande consenso foi, sim, Turma da Mônica. Comparando a escala de uma sala com 50 pessoas e um país com mais de 200 milhões de pessoas, dá pra perceber que Turma da Mônica foi e continua sendo um instrumento importante na literatura brasileira. Minha primeira experiência (ou pelo menos até onde minha memória me permite lembrar), minha primeira experiência com a literatura também foi com Turma da Mônica. Eu não sei exatamente em qual idade aprendi a ler, mas até hoje (com 22 anos), ainda tenho diversos quadrinhos que tenho guardada há mais de década. Além dos quadrinhos da Turma da Mônica, em algum momento do final da minha infância e grande parte da adolescência, eu fiquei muito fissurada na Turma da Mônica Jovem. Não lembro se comecei a colecionar desde o primeiro volume, mas lembro bastante da Saga Umbra (na qual o Cebola se torna um vilão {só que dessa vez não só um vilão infantil que rouba o coelhinho da Mônica, mas um vilão REAL, do pique filme de terror mesmo}), e também o volume 50, o especial do casamento da Mônica e Cebolinha (tenho pra mim que essa edição mudou vidas, principalmente das leitoras que sempre amaram o maior casal da literatura infantil brasileira). Mas tudo isso aconteceu no meu ambiente familiar.&nbsp;</p><p>Na escola tive matérias de produção textual (e até um caderno específico para isso, disponibilizado pela escola (até tentei procurar aqui em casa, mas faz tanto tempo que já se perdeu), lembro também que a escola teve uma espécie de parceria com o Ziraldo, e os alunos puderam escrever um livrinho usando personagens inéditos desenhados exclusivamente por ele.&nbsp;</p><p>Na escola, eu era muito tímida e reclusa. Claro, tinha meu grupo de amigas (éramos quatro) mas nunca fui muito de conversa ou amizade. Foi aí que, durante nossas andanças pelo corredor, descobrimos uma sala cheia de livros e vazia, totalmente do pátio barulhento durante o recreio. Foi a minha primeira vez entrando numa biblioteca. O prédio da escola era “arredondado”, e como a sala onde era biblioteca ficava de canto, lembro das janelas arredondadas também. Como a grande maioria das bibliotecas escolares (pelo menos o estereótipo de quinze anos atrás), era bem vazia. Do tipo de que, num período de um ano (o tempo que frequentei durante o recreio), não lembro de ter visto mais do que dez pessoas, além de mim e do meu grupo de amigas. Lembro também de estantes bem altas, abarrotadas de livros e da bibliotecária (que hoje em dia tenho minhas dúvidas se era realmente uma bibliotecária ou uma profissional que foi remanejada) gentil que deixava que meu grupo ficasse na biblioteca durante o recreio, o que, teoricamente, era proibido. Só frequentei a biblioteca durante um pouco mais de um ano, porque parece que alguém da secretaria/direção descobriu que íamos para a biblioteca durante o recreio e proibiu a entrada de qualquer aluno na biblioteca durante esse tempo. Terrível, eu sei. Na época, lembro que meu mundo tinha ruído, porque odiava ficar no pátio, porque era barulhento e as outras crianças não eram lá das mais educadas. Agora, no meu quinto ano de faculdade, depois de estagiar numa biblioteca infantil, vejo o quanto essa proibição foi determinante para o esvaziamento definitivo da biblioteca. A escola em si nunca foi ferrenha em divulgar a biblioteca em geral (eu mesma só descobri que existia porque estava procurando um lugar silencioso para ficar durante o intervalo), e com essa proibição do intervalo, os professores não incentivando a ida até a biblioteca, e os inspetores impedindo o desvio do caminho para outro lugar senão o portão na hora da saída, a biblioteca ficou praticamente inabitada. de novo. Apesar desse gosto amargo que trago comigo desde a infância, ainda tenho um sonho (até mesmo um sonho infantil) de, agora, como bibliotecária, voltar para essa escola e transformar a biblioteca de apenas uma sala vazia para uma biblioteca movimentada, que os alunos e professores tenham vontade de participar. (só espero que, depois de tantos anos, a biblioteca ainda esteja lá…)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 19:07:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3500821506</guid>
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         <title>aula O2 - ponto facultativo</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3500826686</link>
         <description><![CDATA[<p>Leitura: o orfanato da srta peregrine para crianças peculiares</p><p>Dia 17 de abril foi ponto facultativo, por causa da Semana Santa, e não tivemos aula, mas sim uma atividade remota: ir até a biblioteca infanto juvenil da UNIRIO (a BIJU) e escolher um livro infantil ou infanto juvenil. Minha escolha foi o orfanato da srta peregrine para crianças peculiares. Eu já havia visto o filme há algum tempo, e achei bem interessante; um tempo depois, visitei minha prima e vi o livro na casa dela, perguntei o que tinha achado e ela disse que era um livro bom, me interessei, mas devo ter esquecido porque só vim ler definitivamente agora, com essa disciplina. tem uma história bem interessante, a escrita é descomplicada, daí se explica a fama do livro, da saga de livros e também do filme. Uma coisa que notei é que (depois de ler pelo menos três livros) Ransom Riggs, o autor, tem um “macete” de prender os leitores ao seu livro, que é sempre terminar o livro num cliffhanger, um recurso narrativo usado quando um livro/filme/mídia é interrompida de forma abrupta, geralmente no final dessa mídia, incitando curiosidade no leitor/espectador/consumidor. E preciso confessar que é um macete muito bom (e que provavelmente os leitores das book redes como twitter e youtube iriam reclamar e chamar de "esquema de pirâmide") porque mal havia acabado o primeiro volume, já fui atrás do segundo. É realmente maravilhoso quando achamos um livro que nos dá vontade de ler. E <em>O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares</em> é um desses livros, com certeza!</p><p><br/></p><p>Aqui vou deixar o link para o documento com o roteiro de leitura, acho que fica menos bagunçado desse jeito!</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing">https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 19:17:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>aula 03 - o que é leitura?</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511651829</link>
         <description><![CDATA[<p>O tema central da aula foi descobrir o que é leitura. </p><p>Não é algo que eu pensava muito antes dessa aula, já que, pra mim que leio desde criança, era apenas um movimento que eu fazia quando estava muito entediada e queria "viajar para outro mundo". Como estudante de biblioteconomia então, pude ter uma outra visão acerca da leitura. E fiz algumas anotações durante a aula que vou deixar aqui.</p><p><br></p><p>Ler → entender, decifrar, compreender</p><p>Leitura do Mundo ≠ Leitura do Livro </p><p>↳ Leitura do mundo é no sentido metafórico, como em “Ler o Ambiente”</p><p>As professoras também explicaram a diferença entre Alfabetização e Letramento:</p><p>Alfabetização: Processo formal do ensino da escrita, é um ensino escolarizado</p><p>Letramento: Processo de inserção em alguma prática letrada (ex.: letramento literário, acadêmico, matemático, etc.</p><p>Também fomos apresentados ao conceito de “alfaletrar” que nada mais é do que ensinar a ler e escrever, não de forma sistemática, mas também atribuindo sentido à leitura e escrita, considerando seus usos sociais e contextos.</p><p><br></p><p>Também falamos um pouco sobre a promoção da leitura, e o que isso significava, num contexto geral. Escrevi assim: "criar hábito de leitura e formar leitores".</p><p><br></p><p>Tambem falamos brevemente sobre a leitura literária, e seu objetivo de "criar subjetividade" e, como uma leitora de fantasia desde criança, essa fala realmente ressou comigo, já que, só com 22 anos entendi o que realmente me interessava nos livros que lia quando tinha apenas 10 anos. A oportunidade e possibilidade de, mesmo que por curto espaço de tempo, pudesse sair da minha vida pacata e tranquila para viver mil outras vidas, nos livros. Aprendi isso também, quando li uma frase do meu autor favorito George R. R. Martin, "Um leitor vive mil vidas antes de morrer. O homem que nunca lê vive apenas uma.". Também entendi que, como uma futura bibliotecária, meu objetivo é instigar essa mesma curiosidade em novos leitores.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Para a atividade de leitura dessa semana, li um livro que contava a história de João e Maria, e o roteiro dessa leitura está no link a seguir: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing">https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:21:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 04 - a criança e o jovem como categorias</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511652011</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula de hoje foi muito produtiva e cheia de conteúdo. Falamos sobre crianças e jovens como categorias, no caso, categorias literárias. Dessa vez, escrevi até demais, e deixarei minhas anotações aqui embaixo.</p><p><br></p><p>Entendemos então a infância como um conceito cultural e biológico/fenômeno histórico. Já entre os séculos XIV e XV, as crianças eram vistas apenas como "pequenos adultos", e eram rapidamente integradas no "mundo dos adultos", ou seja, não existia o conceito de infância como conhecemos hoje em dia, não havia pedagogia para as crianças, todo o conhecimento que os adultos se preocupavam em passar era feito de maneira oral; além disso, os preceitos religiosos predominavam, e também não existia uma identidade social própria das crianças. </p><p><br></p><p>Já durante o Renascimento, houve uma nova representação da infancia. Foi quando, no século XIX, houve a valorização da infânica, com foco na inocência e pureza. Rousseau introduz o conceito de educação infantil sem juízes, sem prisões e sem exércitos, com um porém, apenas crianças do sexo masculino eram autorizadas a ter esse tipo de educação mais "escolarizada". O filósofo também pregava a autonomia das crianças como pessoas próprias e a educação adaptada à fase do desenvolvimento.</p><p><br></p><p>Na aula também teve uma discussão sobre os prós e contras desse conceito de Rousseau. A turma concordou que ele tinha um pensamento muito bom para a época, já que defendia o direito das crianças para o estudo, mas seu contra foi defender esse mesmo direito, apenas para os meninos. A professora então trouxe um contraponto de Mary Wollstonecraft, que pregava que a educação das mulheres não deveria ser restrita à apenas ao casamento e a maternidade, e que as mulheres também deveriam desenvolver a razão, autonomia, desenvolvimento moral e intelectual.</p><p><br></p><p><br></p><p>Para a atividade de leitura dessa semana, li um livro que com o título de "Um dia na aldeia brilho do sol", e o roteiro dessa leitura está no link a seguir: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing">https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:22:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>aula 05 - a Literatura para crianças e jovens: aspectos históricos</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511652342</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula com contexto histórico é sempre longa e cheia de conteúdo, e como um braço da aula da semana anterior, a aula de hoje foi tão comeplexa quanto grande.</p><p>Falamos um pouco sobre o texto de Leonardo Arroyo chamado "literatura infantil brasileira", onde ele caracteriza e dá forma aos aspectos do conceito homônimo do título. Foi isso que anotei.</p><p><br/></p><ul><li><p>Conjunto de publicações destinadas à crianças, sem conteúdo especificamente didático.</p></li><li><p>Analisa aspectos morais e éticos, estético e artístico e também as adaptações referentes às idades</p></li><li><p>Raízes da literatura infantil estão ligadas com as raízes da literatura popular</p></li></ul><p><br/></p><p>Falamos um pouco sobre como a tradição oral foi responsável para a transmissão da cultura. E tabém que, por conta das mudanças no mundo, com a modernidade, foi quando surgiu a literatura infantil.</p><p><br/></p><p>A partir desse momento, fomos em uma "viagem no tempo" para entender o contexto histórico da literatura infanto juvenil. Passamos pela Idade Média onde os livros eram mais voltados para contar a vida dos santos e tinha um apelo mais religioso, já que a Igreja praticamente comandava o mundo na época. Também passamos por Calila e Dimna, do século VIII, que eram fábulas com ensinamentos morais e políticos, com origem na Índia Antiga, entre outros livros e autores famosos como Panchatanta que eram lendas e estórias com formação de valores morais e éticos que eram especialmente destinadas aos filhos de reis e da nobreza; falamos sobre as fábulas de Jean De La Fontaine, e também sobre a importância de Charles Perrault ao introduzir o mundo mágico e formalizar o que conhecemos hoje como conto de fadas. No geral, foi uma aula bem produtiva e que eu gostei bastante, posso até dizer que saí maravilhada.</p><p><br/></p><p>Para a atividade de leitura dessa semana, li um livro que com o título de "A Comunicação Humana", e o roteiro dessa leitura está no link a seguir: https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:24:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 06 - literatura para crianças e jovens no Brasil</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511652506</link>
         <description><![CDATA[<p>Acredito que essa aula tocou num ponto muito sensível em todos os alunos, do mesmo jeito que tocou em mim. Nas aulas anteriores, estudamos o contexto histórico da literatura infanto-juvenil e, mesmo que algumas pessoas já conhecessem alguns livros, não era uma maioria. Na aula e hoje, foi diferente. Era basicamente como se toda a turma voltasse a ser criança e contasse de seu livro favorito da infância.</p><p><br></p><p>Nessa aula, confesso que escrevi pouco e ouvi muito, então vou deixar minhas anotações aqui embaixo.</p><p><br></p><p>Os papéis da escola no desenvolvimento da literatura infantil.</p><ul><li><p>Mediação entre escola e sociedade</p></li><li><p>Universalização do ensino</p><p><br></p></li></ul><p>E também escrevi uma frase que eachei muito importante para relembrar: "literatura infantil é o caminho para mostrar à crinça o mundo que o adulto quer construir."</p><p><br></p><p>Se não me engano, alguém comentou sobre "A Droga da Obediência" do Pedro Bandeira, e desbloqueou uma memória que eu tinha esquecido há muito tempo! Na minha escola do fundamental, os alunos recebiam dois livros por ano para serem usados na aula de Produção de Texto, e para a eu criança, eram sempre livros super chatos (um que me marcou muito foi "O Médico e o Monstro", que, de tão chato, me traumatizou até hoje que não consigo passar de 50 páginas) e quando finalmente li A Droga da Obediência, foi quando eu entendi que nem todo livro que a escola oferecia era chato. A escola decidiu não continuar com a saga nos outros anos, mas pedi para os meus pais de present de aniversário os outros livros da série Os Karas, que, até hoje, fazem parte do meu acervo particular.</p><p><br></p><p>Para a atividade de leitura dessa semana, li um livro que com o título de "Era uma vez um quintal", e o roteiro dessa leitura está no link a seguir: https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:25:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>aula 07 - primeiras leituras: livros na primeira infância</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511652635</link>
         <description><![CDATA[<p>Continuamos o assunto de literatura infantil, e dessa vez partimos para os livros na primeira infância. Um relato que eu tenho é que, desde que comecei na disciplina, meu algoritmo no TikTok tem me recomendado alguns videos de mães que lêem com os filhos e até mesmo incentivam a leitura comprando livros ou gibis para os pequeninos, e achei interessante compartilhar.</p><p><br></p><p>Continuamos a falar sobre a literatura infantil brasileira, só que finalmente chegamos a uma época mais "contudente" na minha memória. Quando o slide da revista Recreio foi apresentado, quase gritei de emoção. Não fui uma criança Revista Recreio, mas meus primos foram, e como sempre crescemos juntos, acabei tomando gosto! Achei muito fofa a fala do Tarsso, parecia que ele estava lendo a minha mente.</p><p><br></p><p>Continuamos falando sobre livros importantes e famosos entre as crianças, mas foi quando o slide apresentando "A Droga da Obediência" do Pedro Bandeira, que desbloqueou uma memória que eu tinha esquecido há muito tempo! Na minha escola do fundamental, os alunos recebiam dois livros por ano para serem usados na aula de Produção de Texto, e para a eu criança, eram sempre livros super chatos (um que me marcou muito foi "O Médico e o Monstro", que, de tão chato, me traumatizou até hoje que não consigo passar de 50 páginas) e quando finalmente li A Droga da Obediência, foi quando eu entendi que nem todo livro que a escola oferecia era chato. A escola decidiu não continuar com a saga nos outros anos, mas pedi para os meus pais de present de aniversário os outros livros da série Os Karas, que, até hoje, fazem parte do meu acervo particular.</p><p><br></p><p>Para a atividade de leitura dessa semana, li um livro que com o título de "Perguntas Inquietas", e o roteiro dessa leitura está no link a seguir: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing">https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:25:57 UTC</pubDate>
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         <title>aula 08 - os livros ilustrados</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511652964</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula de hoje foi BEM movimentada. Primeiro, tivemos uma contação de história pela professora Thalita, que quase me fez chorar.</p><p>O livro se chama Meu pai saiu para fazer barcos, de Pablo Moreno, e é TRISTE. O livro conta a história de uma menininha que tem que viver a vida depois que o pai foi preso. Ela não liga mundo, já que acha que o pai foi aprender a construir barcos, mas pro leitor que tem consciência de que na verdade, o pai foi preso e a menininha não entende dessa forma, é muito TRISTE mesmo.  Uma parte do livro que me tocou foi quando Marina, a crinaça, vai visitar o pai na cadeia depois de alguns anos, e o pai a presenteia com uma miniatura de barco dentro de uma garrafa, e depois Marina fala que "vejo meu pai dentro do barco", essa parte simplesmente me QUEBROU. Outra parte igualmente triste é quando a Marina aprende a fazer origami de barcos, e vai espalhando pela casa, pela escola e vizinhança, e fala assim "assim a saudade do meu pai vai esparramando pelo mundo.". Um livro muito bom mas eu espero NUNCA MAIS ter que ler de novo, ou sei que vou me liberar as lágrimas que segurei durante toda a aula.</p><p><br></p><p>Mas nem tudo é choro e desespero. Logo depois da sessão de quase choro, seguimos para o assunto da semana, que foi a diferença entre livros ilustrados e livros com ilustração. Tenho que confessar que, mesmo com a explicação das professoras e de alguns colegas, achei a divisão entre um e outro bem confusa. Tivemos uma atividade que consistia em ler um livro e caracterizá-lo entre livro ilustrado ou livro com ilustração, e era uma atividade em grupo. Eu particularmente não tinha nenhuma amizade forte na turma, falava mais com a Evie porque pegamos condução juntas, mas nesse dia ela faltou, então fiquei um pouco alarmada. Então, uma colega que estava sentada na minha frente me chamou para fazer atividade com ela e eu aceitei, foi assim que eu conheci a Tatiana. Logo depois, outra menina perguntou se podia se juntar a nossa dupla, e formamos um trio com a Andrezza. Gostei muito de trabalhar com elas, e a Tatiana ajudou BASTANTE na diferença entre livro ilustrado e livro com ilustração. Lemos o livro "Bisa Bia, Bisa Bel" e caracterizamos como um livro ilustrado! Foi uma atividade bem legal.</p><p><br></p><p>Para a atividade de leitura dessa semana, li um livro que com o título de "Bisa Bia, Bisa Bel", e o roteiro dessa leitura está no link a seguir: https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:27:22 UTC</pubDate>
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         <title>aula 09 - livros informativos e os paradidáticos</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511653738</link>
         <description><![CDATA[<p>Outra aula muito interessante e cheia de reveleções. Estava tudo correndo bem, até que veio a explicação sobre o que era um livro paradidático. Aí meu mundo caiu. </p><p><br/></p><p>Sempre entendi livro paradidático como sendo aquele livro que não era de disciplinas escolares, geralmente usados na escola como parte das disciplinas de português/literatura/produção de texto. Mas não! É muito mais que isso. Agora imagine meu choque quando descobri também que, pela lei, não existe livros paradidáticos, mas sim "obras complementares". Vivendo e aprendendo, né?</p><p><br/></p><p>Acabando minhas considerações iniciais, vou deixar minha anotações aqui embaixo:</p><p><br/></p><ul><li><p>Livros informativos sãoa queles que apresentam conhecimento e também ampliam o repertório do mundo.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Leitura estética: Aquela que o leitor se envolve com o texto de modo afetivo e sensível, experimentndo sensações, emoções.</p><p>↳ Valoriza a expressão subjetiva e única do leitor.</p></li><li><p>Leitura eferente: Objetiva, vale a obtenção de informações, dados ou instruções a partir do texto.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Livros de não - ficção: transmitir conhecimento sobre o mundo real, de forma acessível ao público infantil.</p></li><li><p>Livro didático: atender a demanda de conhecimento da escola, não tem interesse em ampliar o que é discutido dentro do currículo escolar.</p></li></ul><p><br/></p><p>Para a atividade de leitura dessa semana, li um livro que com o título de "Fonchito e a Lua", e o roteiro dessa leitura está no link a seguir: https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:31:19 UTC</pubDate>
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         <title>aula 10 - fontes de informação sobre Literatura Infantil e Juvenil e o desenvolvimento de acervo</title>
         <author>jocedeceres</author>
         <link>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511653848</link>
         <description><![CDATA[<p>Gostei bastante da aula de hoje porque me fez lembrar de tudo que aprendi em Formação e Desenvolvimento de Coleções (na época das provas eu fiquei bem traumatizada e até hoje lembro do "Ciclo de Evans", como a turma costumava chamar o processo de desenvolvimento de coleções), falamos bastante sobre o PNLD (Programa Nacional do Livro e do Material Didático) e simplesmente me apaixonei pela FNLIJ - Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, vou pesquisar muito mais sobre quando chegar em casa. Eu particularmente achei que foi uma aula bem proveitosa, com várias trocas entre os alunos, vou deixar algumas das minhas anotações aqui embaixo.</p><p><br/></p><ul><li><p>Critérios para a seleção de livros:</p><p>Bons livros contam, narram e buscam a melhor maneira de se comunicar com seus leitores</p><p>Bom livro infantil: obras elaboradas a partir da perspectiva, do olhar e da inteligência da criança.</p><p>Bibliodiversidade: literatura diversa e de qualidade.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Critérios de avaliação de livros segundo José Urriola.</p><p><br/></p><p>↳ não recomendado: tem erros, livros malfeitos</p><p><br/></p><p>↳ incorporado: tem erros, porém também tem valores que o tornam "resgatável"</p><p><br/></p><p>↳ recomendado: livro bom ou muito bom</p><p><br/></p><p>↳ postulado: obra excelente, pode ser elegível para prêmios</p><p><br/></p><p>↳ postulado - cativante: bom ao ponto de receber premios, mas é tão bom que toca o coração do leitor</p></li></ul><p><br/></p><p>Para mim, um livro postulado - cativante é A Metamorfose, de Franz Kafka. Li esse livro há menos de dois anos, mas não tem uma semana que eu passe nem pensar um pouquinho em todas as implicações do livro e em Gregor Samsa :).</p><p><br/></p><p>A atividade dessa semana foi bem legal, e foi assim: Cada um tinha que ler um livro e dizer se colocava ou não na estante da nossa biblioteca escolar imaginária e os motivos. O livro que escolhi foi "A Casa das Idéias" de Pedro Veludo (imagem), e eu achei tão fofo e querido, e realmente ressou comigo porque, assim como a personagem principal do livro, eu também fui uma criança criativa e curiosa, e sei que existem muitas crianças igualmente criativas e curiosas que vão gostar bastante desse livro, do mesmo jeito que eu gostei! Por isso, resolvi colocar na estante.</p><p><br/></p><p>Para a atividade de leitura dessa semana, li um livro que com o título de "A Casa das Idéias", e o roteiro dessa leitura está no link a seguir: https://docs.google.com/document/d/1HztgjJ22yUnRYxjVUlP2qQ1jAB31xIZLyHYZ8CRVJIY/edit?usp=sharing</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 21:31:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jocedeceres/myreadingjournal/wish/3511653848</guid>
      </item>
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