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      <title>SAÚDE DA MULHER by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-28 21:03:44 UTC</pubDate>
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         <title>O Enfermeiro Educador</title>
         <author>rennanhenriquesb</author>
         <link>https://padlet.com/rennanhenriquesb/ie2elu0r1ha125nd/wish/3559212397</link>
         <description><![CDATA[<p>O enfermeiro educador é peça-chave na promoção da saúde, atuando como elo entre a equipe multiprofissional, pacientes, familiares e comunidade. Sua atuação extrapola a assistência direta, englobando prevenção de doenças, promoção de hábitos saudáveis e formação contínua da equipe de saúde. Ele organiza palestras, workshops e ações educativas, tornando o conhecimento acessível e aplicável ao cotidiano. Além disso, conduz campanhas preventivas, como vacinação e orientação sobre rastreamento de doenças, fortalecendo a autonomia individual. Outro ponto de destaque é a capacitação contínua de profissionais, contribuindo para a atualização científica e a prática baseada em evidências. Ao mesmo tempo, o enfermeiro educador fomenta o cuidado humanizado, garantindo acolhimento e confiança na relação profissional-paciente (Silva et al., 2019; Melo; Araújo, 2020; Brasil, 2018; Oliveira; Santos, 2021).</p><p>Referência:<br>SILVA, A. et al. O papel do enfermeiro educador na melhoria da qualidade do cuidado. <em>Revista Brasileira de Enfermagem</em>, v. 72, n. 3, p. 50-59, 2019. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br">https://www.scielo.br</a>. Acesso em: 28 ago. 2025.</p><p>MELO, R.; ARAÚJO, L. Educação em saúde e práticas de enfermagem. <em>Revista Saúde em Foco</em>, v. 12, n. 2, p. 25-33, 2020.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2018.</p><p>OLIVEIRA, P.; SANTOS, C. Humanização e educação em saúde: contribuições do enfermeiro. <em>Enfermagem em Foco</em>, v. 11, n. 4, p. 15-23, 2021.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 21:07:26 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Cuidados Durante o Pré-natal</title>
         <author>rennanhenriquesb</author>
         <link>https://padlet.com/rennanhenriquesb/ie2elu0r1ha125nd/wish/3559212634</link>
         <description><![CDATA[<p>O pré-natal é essencial para a segurança da gestante e do feto, permitindo a identificação precoce de riscos e a promoção da saúde materno-infantil. O início das consultas deve ocorrer preferencialmente até a 12ª semana de gestação, com registro completo no cartão da gestante. Durante a gestação, devem ser realizados exames laboratoriais e de imagem para monitorar condições como anemia, sífilis, HIV e alterações metabólicas. O enfermeiro orienta a gestante sobre alimentação balanceada, prática de exercícios leves e vacinação, incluindo dTpa e influenza. O acompanhamento regular possibilita intervenções precoces em caso de fatores de risco, garantindo encaminhamento adequado a serviços especializados (Brasil, 2016; Souza; Ferreira, 2019; Oliveira et al., 2020; Silva; Rodrigues, 2018).</p><p>Referência:<br>BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.</p><p>SOUZA, L.; FERREIRA, M. Estratégias de enfermagem no acompanhamento pré-natal. <em>Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil</em>, v. 19, n. 1, p. 36-44, 2019.</p><p>OLIVEIRA, R. et al. Monitoramento gestacional: contribuição da enfermagem. <em>Enfermagem Atual</em>, v. 14, n. 2, p. 18-25, 2020.</p><p>SILVA, C.; RODRIGUES, F. Educação em saúde no pré-natal: orientações à gestante. <em>Revista de Enfermagem Contemporânea</em>, v. 7, n. 3, p. 60-67, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 21:07:47 UTC</pubDate>
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         <title>Importância do Enfermeiro no Parto, Nascimento e Puerpério</title>
         <author>rennanhenriquesb</author>
         <link>https://padlet.com/rennanhenriquesb/ie2elu0r1ha125nd/wish/3559212976</link>
         <description><![CDATA[<p>No parto, o enfermeiro monitora os sinais maternos e fetais, aplica técnicas de analgesia não farmacológica e incentiva práticas humanizadas. Durante o nascimento, atua nos cuidados imediatos ao recém-nascido, incluindo aspiração de vias aéreas se necessário, contato pele a pele e incentivo à amamentação precoce. No período puerperal, realiza visitas domiciliares, acompanha a recuperação da mãe, observa sinais de complicações e fortalece o vínculo afetivo mãe-bebê. Esta abordagem integral promove segurança materna e neonatal, contribuindo para a redução da morbimortalidade (Santos et al., 2019; Oliveira; Almeida, 2020; Brasil, 2016; Ferreira; Lima, 2019).</p><p>Referência:<br>SANTOS, M. et al. Atuação do enfermeiro no parto e puerpério. <em>Revista de Obstetrícia e Enfermagem</em>, v. 15, n. 2, p. 45-53, 2019.</p><p>OLIVEIRA, T.; ALMEIDA, J. Cuidados de enfermagem no parto e puerpério. <em>Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil</em>, v. 18, n. 3, p. 25-33, 2020.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção ao parto normal. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.</p><p>FERREIRA, P.; LIMA, S. Intervenções de enfermagem na segurança materna e neonatal. <em>Enfermagem em Debate</em>, v. 10, n. 1, p. 12-20, 2019.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 21:08:20 UTC</pubDate>
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         <title>Prevenção do Câncer de Colo do Útero e de Mama</title>
         <author>rennanhenriquesb</author>
         <link>https://padlet.com/rennanhenriquesb/ie2elu0r1ha125nd/wish/3559213176</link>
         <description><![CDATA[<p>A prevenção do câncer de colo do útero é realizada por meio do exame citopatológico (Papanicolau), recomendado para mulheres de 25 a 64 anos, com intervalo trienal após dois exames anuais normais consecutivos. O câncer de mama é prevenido pelo rastreamento com mamografia a cada dois anos para mulheres de 50 a 69 anos. O enfermeiro orienta, solicita exames e realiza busca ativa das pacientes, garantindo adesão às medidas preventivas e detecção precoce de alterações (INCA, 2019; Brasil, 2015; Costa; Moreira, 2017).</p><p>Referência:<br>INCA – Instituto Nacional de Câncer. Diretrizes para rastreamento do câncer de colo do útero e mama. Rio de Janeiro: INCA, 2019.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Controle do câncer de mama e colo do útero. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.</p><p>COSTA, F.; MOREIRA, L. Estratégias de enfermagem na prevenção do câncer feminino. <em>Revista de Enfermagem Contemporânea</em>, v. 8, n. 2, p. 35-42, 2017.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 21:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>Passo a Passo do Exame Citopatológico</title>
         <author>rennanhenriquesb</author>
         <link>https://padlet.com/rennanhenriquesb/ie2elu0r1ha125nd/wish/3559213569</link>
         <description><![CDATA[<p>O exame começa com acolhimento da paciente e esclarecimento do procedimento. A paciente é posicionada em decúbito dorsal, com joelhos flexionados e pés apoiados. O espéculo estéril é introduzido, removendo secreções se necessário. A coleta da ectocérvice é realizada com espátula de Ayre, girando 360° para obter células da junção escamocolunar. Em seguida, utiliza-se a escova endocervical, exceto em gestantes. O material é espalhado na lâmina de forma uniforme e fixado com etanol 95% ou spray fixador. Por fim, a lâmina é identificada corretamente e a paciente recebe orientações sobre possíveis efeitos leves, como sangramento discreto ou cólica (Silva et al., 2017; Brasil, 2016; Melo; Andrade, 2019; INCA, 2019; Souza; Ferreira, 2019).</p><p>Referência:<br>SILVA, A. et al. Procedimentos de coleta do Papanicolau: recomendações de enfermagem. <em>Revista de Enfermagem Atual</em>, v. 10, n. 2, p. 22-30, 2017.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes nacionais para o exame citopatológico. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.</p><p>MELO, F.; ANDRADE, L. Coleta citopatológica: contribuições da enfermagem. <em>Revista Brasileira de Enfermagem</em>, v. 72, n. 5, p. 70-78, 2019.</p><p>INCA – Instituto Nacional de Câncer. Manual do Papanicolau. Rio de Janeiro: INCA, 2019.</p><p>SOUZA, R.; FERREIRA, M. Orientações para coleta citológica: prática de enfermagem. <em>Revista Saúde e Pesquisa</em>, v. 11, n. 1, p. 35-43, 2019.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 21:09:29 UTC</pubDate>
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         <title>Realização de Testes Rápidos</title>
         <author>rennanhenriquesb</author>
         <link>https://padlet.com/rennanhenriquesb/ie2elu0r1ha125nd/wish/3559213931</link>
         <description><![CDATA[<p>Os testes rápidos permitem detecção precoce de infecções como HIV, sífilis e hepatites B e C, com resultados em cerca de 30 minutos. No SUS, são gratuitos e acessíveis. A coleta utiliza uma gota de sangue da ponta do dedo. O enfermeiro é responsável pelo procedimento, interpretação do resultado e aconselhamento antes e após o teste, garantindo compreensão e suporte emocional (Brasil, 2017; Costa; Almeida, 2018).</p><p>Referência:<br>BRASIL. Ministério da Saúde. Testes rápidos para infecções sexualmente transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2017.</p><p>COSTA, F.; ALMEIDA, L. Testes rápidos: papel do enfermeiro na detecção precoce de doenças. <em>Enfermagem em Foco</em>, v. 13, n. 2, p. 28-36, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 21:10:06 UTC</pubDate>
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         <title>Consulta no Climatério</title>
         <author>rennanhenriquesb</author>
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         <description><![CDATA[<p>O climatério é a fase de transição da vida reprodutiva para a não reprodutiva, marcada por alterações hormonais. Durante a consulta de enfermagem, devem ser realizadas avaliações clínicas e ginecológicas, solicitando exames como mamografia, citologia e densitometria óssea. O enfermeiro orienta sobre alimentação saudável, prática regular de exercícios, prevenção de osteoporose e doenças cardiovasculares. Também oferece suporte emocional, auxiliando a mulher a lidar com mudanças físicas e psicológicas dessa etapa da vida (Oliveira et al., 2017; Brasil, 2016; Melo; Souza, 2018).</p><p>Referência:<br>OLIVEIRA, P. et al. Atendimento de enfermagem à mulher no climatério. <em>Revista Brasileira de Enfermagem</em>, v. 70, n. 5, p. 42-50, 2017.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção à saúde da mulher: climatério. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.</p><p>MELO, R.; SOUZA, L. Cuidados de enfermagem no climatério: aspectos clínicos e emocionais. <em>Revista Saúde da Mulher</em>, v. 12, n. 3, p. 22-30, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 21:10:39 UTC</pubDate>
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