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      <title>As diferenças étnicas dos povos africanos by Guilherme Donassolo Ribeiro Paz</title>
      <link>https://padlet.com/Guilherme2107/idycf4dswnlu</link>
      <description>O trabalho visa mostrar a diversidade étnica dos povos africanos, trazidos para o Brasil durante o período  do séculos XIX.  
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-24 18:44:46 UTC</pubDate>
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         <title> As &quot;nações&quot; africanas do século XIX</title>
         <author>Guilherme2107</author>
         <link>https://padlet.com/Guilherme2107/idycf4dswnlu/wish/297209239</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando essas pessoas foram trazidas para o Brasil , trouxeram consigo uma grande variedade <strong><em>étnica-cultural</em></strong>. Tanto na diversidade de línguas, religião ou de costumes. <br> Ao serem escravizados , recebiam uma dominação atribuída pelo traficante, de acordo com suas características, como o local onde foram capturados  ou embarcado, religiosidade, ou aspecto cultural. Essas características inseria o escravo em um grupo social chamado de  "<strong><em>nação</em></strong>" .</div><div> <strong><em>Guiné, Congo e Angola</em></strong> foram os países destacados no <em>fornecimento</em> de escravos aos demais países. <br> Os três principais grupos de etnia afrodescendente de certo modo foram os : <strong><em>bantos, nagôs e jejês.</em></strong> Que ainda hoje contribuem para um formação cultural no Brasil. </div><div><br>  <br><br>  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 22:50:43 UTC</pubDate>
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         <title> A influência da afrodescendência na cultura  brasileira.</title>
         <author>Guilherme2107</author>
         <link>https://padlet.com/Guilherme2107/idycf4dswnlu/wish/297214076</link>
         <description><![CDATA[<div>A presença de africanos e afrodescendentes no Brasil contribui para um formação <strong>sociocultural</strong>, que ainda hoje está presente.  Com base os três grupos étnicos que contribuíram para essa formação foram os: <strong><em>bantos, nagôs e Jejês</em></strong>. Na colônia os escravos tinham de<strong> aprender português</strong>,se <strong>converter ao catolicismo</strong> e eram batizados com nomes de portugueses.   Esses grupos criaram o <strong><em>candomblé,</em></strong> baseado no culto e na crença dos orixás, <strong><em>contrariando totalmente a crença e a prática da igreja Católica</em></strong> da época. Outra religião que foi criada por um grupo étnico trazido ao Brasil foi o <strong><em>Umbanda</em></strong>, que era um "mistura" do espiritismo com catolicismo, incluindo santos da igreja católica e orixás( deuses das crenças africanas).</div><div>  A influência da cultura africana é evidente também na culinária, principalmente na <strong><em>Bahia</em></strong>, cujo foi mais introduzido á culinária local o <strong><em>azeite de dendê</em></strong>. É usado em prato de origem africanas como o vatapá, o caruru e o acarajé.<br>   Na música a cultura africana contribuiu com os ritmos que são a base de boa parte da música popular brasileira. Gêneros musicais coloniais de influência africana, como o <strong>lundu</strong>, terminaram dando origem à base rítmica do maxixe, samba, choro, bossa-nova e outros gêneros musicais atuais<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 23:21:30 UTC</pubDate>
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         <title>Angolanos:</title>
         <author>Guilherme2107</author>
         <link>https://padlet.com/Guilherme2107/idycf4dswnlu/wish/297219813</link>
         <description><![CDATA[<div>Grande parte desses africanos eram trazidos ao Brasil, vindos da <strong>Angola</strong> ( região sudeste da África). Muito do nosso vocabulário atual é derivado da língua <strong><em>kimbundu</em></strong>, língua falada pelos angolanos. Um exemplo de palavras derivadas  dessa língua é "<em>moleque</em>" e <em>"chamego"</em>.<br> A capoeira, um misto de dança e luta, também vem dessa cultura; <strong>afro-brasileira</strong>. <br> Hoje em dia a Angola é um país pluri-étnico e multicultural, sendo hoje seus principais grupos sociais os: <strong><em>Ovimbundos</em></strong> (dos quais fazem parte a maioria da população angolana), os <strong><em>Kimbundos </em></strong>e os <strong><em>Bankongo</em></strong>. <br>  A Angola tem como língua oficial: <strong>o português</strong> ( da Europa) e o <strong>africano</strong>. no entanto, tem entre 20 a 60 línguas nacionais/tradicionais.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 00:00:00 UTC</pubDate>
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         <title>Mina:</title>
         <author>Guilherme2107</author>
         <link>https://padlet.com/Guilherme2107/idycf4dswnlu/wish/297601093</link>
         <description><![CDATA[<div>Eram embarcados na Costa da <strong>Mina</strong> ( região noroeste da África). Sua presença no Brasil cresceu com a descoberta de <strong>ouro</strong> em Minas Gerais, pois esses povos <strong>eram conhecedores do trabalho de mineração</strong>, muitos deles os Mina e os Malês (que são povos do oeste africano muçulmano, na maior parte falantes da língua <strong><em>haúça</em></strong>), trabalhavam nessas minas. <br>  <strong>As condições dentro das minas de ouro:<br><br></strong>As minas correspondiam ao local no qual os escravos eram mais vigiados por seus senhores, que <strong>visavam evitar o contrabando de ouro. </strong>Muitos escravos <strong>não</strong> suportavam <strong>mais do que cinco </strong>anos nessa atividade; e rotineiramente aconteciam mortes prematuras relacionadas às condições de trabalho insalubre e aos acidentes de trabalho.<br>  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-27 01:23:39 UTC</pubDate>
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         <title>Monjolo:</title>
         <author>Guilherme2107</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os africanos denominados monjolo eram aqueles originários região de <strong>Monsol</strong> ,no atual Congo. Assim como outras etnias os monjolos tinham o hábito de fazer <strong><em>escarificações </em></strong>em seus corpos. Essa escarificações <strong>tinham um sentido cultural </strong>importante para eles, pois os o diferenciavam dos demais africanos.</div><blockquote><strong>Escarificação</strong>: é uma técnica de modificação do corpo, que consiste em produzir cicatrizes no corpo através de instrumentos cortantes. Diversas culturas utilizam está técnica. Na África em algumas culturas as mulheres utilizam a escarificação como forma de <strong>beleza.</strong></blockquote><div><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-28 22:16:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Introdução:</title>
         <author>07camilinhabrambatti</author>
         <link>https://padlet.com/Guilherme2107/idycf4dswnlu/wish/297851645</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante cerca de trezentos anos, o <strong>Brasil</strong> utilizou mão-de-obra escrava, trazida diretamente da <em>África</em>. Foi o país que por mais tempo e em maior quantidade recebeu africanos escravizados. Até o final do século <strong>XVII</strong>, três quartos dos africanos que chegavam ao Brasil para o trabalho escravo vinham da região <strong><em>Congo-Angola. </em></strong>Pertenciam ao chamado<strong><em> mundo Banto</em></strong> e a eles devemos muito do que somos e do que sabemos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-29 02:18:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Moçambique:</title>
         <author>07camilinhabrambatti</author>
         <link>https://padlet.com/Guilherme2107/idycf4dswnlu/wish/298324433</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Eram escravos embarcados na Costa de <strong>Moçambique</strong>. Nessa região muitos africanos, de diversas etnias,  eram vendidos á portugueses.  A utilização do <em>coco em pratos típicos da culinária afro-brasileira</em>, também implantadas graça ao grupo étnico : <strong>Moçambique. </strong><br> Moçambique em si, como país, teve suas primeiras trocas comerciais a partir do século X,  entre as nações da região do Golfo Pérsico e os <strong><em>"Zan</em></strong>j" (os negros) da <strong><em>"Bilad as Sofala</em></strong>". <br> Os primeiros habitantes dessa região foram, provavelmente os <strong><em>Khoisan.</em></strong><strong> </strong><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 01:36:05 UTC</pubDate>
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         <title>Benguelas: </title>
         <author>07camilinhabrambatti</author>
         <link>https://padlet.com/Guilherme2107/idycf4dswnlu/wish/298328540</link>
         <description><![CDATA[<div>Eram os escravos embarcados no Porto da cidade de <strong>Benguela</strong>. Os <strong><em>umbundus</em></strong> eram os que formavam a maioria da étnica dos escravos embarcados em Benguela. <br>  Cultivavam produtos  que podiam ser comercializados, como <em>milho</em>. O <strong>angu</strong> consumido no Brasil, por exemplo, é uma adaptação feita pelos portugueses de um prato típico da cultura dos <strong><em>umbundus. <br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 02:00:23 UTC</pubDate>
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