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      <title>12ºC - Português - Poetas contemporâneos by Corina Soares</title>
      <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos</link>
      <description>(Aula invertida)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-23 15:26:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>corina_soares</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2966642016</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Agora que já consultaram informações sobre alguns poetas contemporâneos, em grupo, vão aplicar os vossos conhecimentos.</strong></p><p><br/></p><p><strong>1. </strong>Cada grupo deverá resolver o questionário do manual sobre o poema que lhe foi atribuído.</p><p><strong>2.</strong> Criem um infográfico (Canva, Genially, ...) que sintetize as vossas respostas.</p><p><strong>3. </strong>Na coluna que corresponde ao vosso poeta, deverão:</p><p>    <strong>3.1.</strong> transcrever o poema que vos foi atribuído (não se esqueçam do título);</p><p>   <strong> 3.2. </strong>de forma facultativa, ilustrar o poema com uma imagem, um vídeo à vossa escolha;</p><p>    <strong>3.3.</strong> publicar o infográfico que elaboraram;</p><p>   <strong> 3.4.</strong> identificar os elementos do grupo (primeiro e último nome).</p><p><br/></p><p>Votos de um bom trabalho! Estarei por perto para vos orientar...</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:35:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>corina_soares</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:46:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>corina_soares</author>
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         <pubDate>2024-04-23 15:48:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>corina_soares</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2966660927</link>
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         <pubDate>2024-04-23 15:49:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>corina_soares</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2966662131</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Apenas um corpo</title>
         <author>matildebarros23432</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2983131635</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Respira. Um corpo horizontal,<br>tangível, respira.<br>Um corpo nu, divino,<br>respira, ondula, infatigável.</p><p>Amorosamente toco o que resta dos deuses.<br>As mãos seguem a inclinação<br>do peito e tremem,<br>pesadas de desejo.</p><p>Um rio interior aguarda.<br>Aguarda um relâmpago,<br>um raio de sol,<br>outro corpo.</p><p>Se encosto o ouvido à sua nudez,<br>uma música sobe,<br>ergue-se do sangue,<br>prolonga outra música.</p><p>Um novo corpo nasce,<br>nasce dessa música que não cessa,<br>desse bosque rumoroso de luz,<br>debaixo do meu corpo desvelado.</p><p><br></p><p>Eugénio de Andrade, in Poesia de Eugénio de Andrade, s/l, Fundação Eugénio de Andrade, 2000, p.75.</p><p><br></p><p>Íris Garizo nº11; Matilde Barros nº25</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 09:38:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Regresso </title>
         <author>pedrofernandes23660_</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2983136823</link>
         <description><![CDATA[<p>Regresso às fragas de onde me roubaram.</p><p>Ah! minha serra, minha dura infância!</p><p>Como os rijos carvalhos me acenaram,</p><p>Mal eu surgi, cansado, na distância!</p><p><br/></p><p>Cantava cada fonte à sua porta:</p><p>O poeta voltou!</p><p>Atrás ia ficando a terra morta </p><p>Dos versos que o desterro esfarelou.</p><p><br/></p><p>Depois o céu abriu-se num sorriso, </p><p>E eu deitei-me no colo dos pendalos </p><p>A contar aventuras e segredos </p><p>Aos deuses do meu velho paraíso.</p><p><br/></p><p>André Silva, n°1, e Pedro Fernandes, n°27.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 09:43:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Testamento </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2983141522</link>
         <description><![CDATA[<p>Vou partir de avião </p><p>e o medo das alturas misturado comigo</p><p>faz-me tomar calmantes</p><p>e ter sonhos confusos </p><p><br/></p><p>Se eu morrer </p><p>quero que a minha filha não se esqueça de mim</p><p>que alguém lhe cante mesmo com voz desafinada </p><p>e que lhe ofereçam fantasia</p><p>mais que um horário certo</p><p>ou uma cama bem feita</p><p><br/></p><p>Dêem-lhe amor e ver </p><p>dentro das coisas </p><p>sonhar com sóis azuis e céus brilhantes</p><p>em vez de lhe ensinarem contas de somar</p><p>e a descascar batatas </p><p><br/></p><p>Preparem a minha filha </p><p>para a vida</p><p>se eu morrer de avião</p><p>e ficar despegada do meu corpo</p><p>e for átomo livre lá no céu</p><p><br/></p><p>Que se lembre de mim </p><p>a minha filha</p><p>e mais tarde que diga à sua filha</p><p>que eu voei lá no céu</p><p>e fui contentamento deslumbrado</p><p>ao ver na sua casa as contas de somar erradas</p><p>e as batatas no saco esquecidas</p><p>e íntegras</p><p><br/></p><p>Marta Oliveira, nº22, Matilde Viegas, nº23, e Matilde Bryton, nº24</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 09:47:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Letra De Um Hino</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2987869715</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>É possível falar sem um nó na garganta<br>é possível amar sem que venham proibir<br>é possível correr sem que seja fugir.<br>Se tens vontade de cantar não tenhas medo: canta.<br><br>É possível andar sem olhar para o chão<br>é possível viver sem que seja de rastos.<br>Os teus olhos nasceram para olhar os astros<br>se te apetece dizer não grita comigo: não.<br><br>É possível viver de outro modo. É<br>possível transformares em arma a tua mão.<br>É possível o amor. É possível o pão.<br>É possível viver de pé.<br><br>Não te deixes murchar. Não deixes que te domem.<br>É possível viver sem fingir que se vive.<br>É possível ser homem.<br>É possível ser livre livre livre.</p><p><br></p><p>Carlos Basto nº3; Diogo Tavares nº6</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 07:35:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Adeus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2987872869</link>
         <description><![CDATA[<p>Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,<br>e o que nos ficou não chega<br>para afastar o frio de quatro paredes.<br>Gastámos tudo menos o silêncio.<br>Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,<br>gastámos as mãos à força de as apertarmos,<br>gastámos o relógio e as pedras das esquinas<br>em esperas inúteis.</p><p><br></p><p>Meto as mãos nas algibeiras e não encontro<br>nada.<br>Antigamente tínhamos tanto para dar um<br>ao outro;<br>era como se todas as coisas fossem minhas:<br>quanto mais te dava mais tinha para te dar.</p><p><br></p><p>Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes<br>verdes.<br>E eu acreditava.<br>Acreditava,<br>porque ao teu lado<br>todas as coisas eram possíveis.</p><p><br></p><p>Mas isso era no tempo dos segredos,<br>no tempo em que o teu corpo era um<br>aquário,<br>no tempo em que os meus olhos<br>eram realmente peixes verdes.<br>Hoje são apenas os meus olhos.<br>É pouco, mas é verdade,<br>uns olhos como todos os outros.</p><p><br></p><p>Já gastámos as palavras.<br>Quando agora digo: meu amor,<br>já não se passa absolutamente nada.<br>E, no entanto, antes das palavras gastas,<br>tenho a certeza<br>de que todas as coisas estremeciam<br>só de murmurar o teu nome<br>no silêncio do meu coração.</p><p><br></p><p>Não temos já nada para dar.<br>Dentro de ti<br>Não há nada que me peça água.<br>O passado é inútil como um trapo.<br>E já te disse: as palavras estão gastas.</p><p>Adeus.</p><p><strong>Eugénio de Andrade<br><em>in</em> Os Amantes sem Dinheiro</strong></p><p><br></p><p><strong>Leonor Silva, nº16</strong></p><p><strong>Helena Lopes, nº18</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 07:39:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prece no Mediterrâneo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2987878779</link>
         <description><![CDATA[<p>Em vez de peixes, Senhor,<br>dai-nos a paz,<br>um mar que seja de ondas inocentes,<br>e, chegados à areia,<br>gente que veja com o coração de ver,<br>vozes que nos aceitem.</p><p><br></p><p>E tão dura a viagem<br>e até a espuma fere e ferve,<br>e, de tão, cega<br>durante a travessia</p><p><br></p><p>Fazei, Senhor, com que não haja<br>mortos desta vez,<br>que as rochas sejam longe,<br>que o vento se aquiete<br>e a vossa paz enfim<br>se multiplique</p><p><br></p><p>Mas depois da jangada,<br>da guerra, do cansaço,<br>depois dos braços abertos e sonoros,<br>sabia bem, Senhor,<br>um pão macio,<br>e um peixe, pode ser,<br>do mar</p><p><br></p><p>que é também nosso.</p><p><br></p><p>Luana Machado Nº17, Daniel Santos Nº4 e Iris Freitas Nº11</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 07:45:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Green God </title>
         <author>marianalourenco23647</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2987888157</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>Trazia consigo a graça </p><p>das fontes quando anoitece.</p><p>Era o corpo como um rio </p><p>em sereno desafio </p><p>com margens quando desce. </p><p><br></p><p>Andava como quem passa</p><p>sem ter tempo de parar.</p><p>Ervas nasciam dos passos</p><p>cresciam troncos dos braços</p><p>quando os erguia no ar.</p><p><br></p><p>Sorria como quem dança. </p><p>E desfolhava ao dançar</p><p>o corpo, que lhe tremia</p><p>num ritmo que ele sabia</p><p>que os deuses devem usar. </p><p><br></p><p>E seguia o seu caminho,</p><p>porque era um deus que passava.</p><p>Alheio a tudo o que via,</p><p>enleado na melodia </p><p>duma flauta que tocava. </p><p><br></p></blockquote><p><strong><sup>-Dinis Oliveira nº5, Mariana Lourenço nº20</sup></strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 07:57:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Infográfico &quot;Prece no Mediterrâneo&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2987904508</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 08:20:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2987911444</link>
         <description><![CDATA[<p>Marta Oliveira, Nº22; Matilde Viegas, Nº23; Matilde Bryton, Nº24</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 08:28:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Técnica vs artesanato</title>
         <author>joanaleite23606</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2988360498</link>
         <description><![CDATA[<p>Vou falar de uma coisa:&nbsp;</p><p>comprei computador, aparelho</p><p>de larga inteligência e letra certa.</p><p>Fascinaram-me os bips,</p><p>a linguagem decifrada e tensa, as letras&nbsp;</p><p>(quase todas) a caberem.&nbsp;</p><p>Pensei: que bom será sem precisar de folha,&nbsp;</p><p>os meus poemas na fase inicial&nbsp;</p><p>pelo écran.&nbsp;</p><p><br/></p><p>E comecei na escrita: um toque leve,&nbsp;</p><p>em intermédio bips, e a palavra</p><p>fugindo desabrida.&nbsp;</p><p>Perseverei (que os tempos urgem</p><p>e a poesia já não doce folha de linhas,&nbsp;</p><p>já não tempo parado,</p><p>antes segura e galopante técnica).&nbsp;</p><p><br/></p><p>Mas faltava-me o risco,&nbsp;</p><p>os meus traços por cima das palavras,</p><p>a minha mão precária a entender refúgios,</p><p>os dedos viciados pelo lápis.&nbsp;</p><p>Faltava a minha raiva pela folha,</p><p>o meu carinho às vezes, embarcações macias&nbsp;</p><p>e barulho de remos.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Vou falar de uma coisa:</p><p>bips só no trabalho, o écran certo</p><p>e que viva o papiro, o pergaminho,</p><p>as pregas pelo tempo, a raiva toda aos riscos</p><p>e a poesia conquistada</p><p>a vício.</p><p><br/></p><p><sub>Ana Luísa Amaral, </sub><em><sub>Inversos</sub></em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 17:13:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Técnica vs artesanato</title>
         <author>joanaleite23606</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2988362730</link>
         <description><![CDATA[<p><sup>Joana Leite nº13</sup></p><p><sup>Mariana Gonçalves nº21</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 17:16:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Infográfico &quot;Orfeu rebelde&quot;</title>
         <author>anislavadoneva23553</author>
         <link>https://padlet.com/toughlawyerholdings/12c_poetascontemporaneos/wish/2991291765</link>
         <description><![CDATA[<p>Anislava Doneva nº2 e Fábio Gonçalves nº8</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 20:43:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Orfeu rebelde</title>
         <author>anislavadoneva23553</author>
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         <description><![CDATA[<p>Orfeu rebelde, canto como sou:</p><p>Canto como um possesso</p><p>Que na casca do tempo, a canivete, </p><p>Gravasse a fúria de cada momento; </p><p>Canto, a ver se o meu canto compromete</p><p>A eternidade do meu sofrimento</p><p><br></p><p>Outros, felizes, sejam rouxinóis...</p><p>Eu ergo a voz assim, num desafio.</p><p>Que o céu e a terra, pedras conjugadas</p><p>Do moinho cruel que me tritura, </p><p>Saibam que há gritos como há nortadas,</p><p>Violências famintas de ternura. </p><p><br></p><p>Bicho instintivo que adivinha a morte</p><p>No corpo dum poeta que a recusa,</p><p>Canto como quem usa</p><p>Os versos em legítima defesa.</p><p>Canto, sem perguntar à Musa</p><p>Se o canto é de terror ou de beleza. </p><p><br></p><p><br></p><p>(Escolhemos esta canção porque "Penhasco 2" da Luísa Sonza  transmite uma mensagem de superação e resiliência diante das dificuldades. A letra da música fala sobre enfrentar desafios e seguir em frente, mesmo quando se está à beira do abismo. Essa temática de enfrentamento e determinação pode ser relacionada à jornada do protagonista de "Orfeu Rebelde" de Miguel Torga, que também enfrenta obstáculos e desafios enquanto busca a sua própria verdade e liberdade erguendo a voz e encarando a sociedade.</p><p>Assim como Torga, a narradora da música precisa de encontrar forças internas para seguir em frente, mesmo com todos os problemas. A mensagem de coragem e resiliência de "Penhasco 2" ecoa com a rebelião pacífica e a busca por autenticidade presentes no poema.</p><p>Além disso, a melodia, o ritmo e até a própria performance da música contribuem para nos fornecer uma sensação de energia e determinação, refletindo a luta interior do "eu" lírico enquanto desafia as normas sociais). </p><p><br></p><p>Anislava Doneva nº2 e Fábio Gonçalves nº8</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 22:30:55 UTC</pubDate>
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         <title>Infográfico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 07:27:29 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;País de Abril&quot;</title>
         <author>joanagomes23608</author>
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         <description><![CDATA[<p>São tristes as cidades sob a chuva<br>e as canções que se atiram contra as grades<br>— minha pátria vestida de viúva<br>entre as grades e a chuva das cidades.<br><br>É triste o cão que ladra no canil<br>quando é março ou abril e lhe prendem as pernas<br>é triste a primavera no País de Abril<br>— minha pátria perfil de mágoas e tabernas.<br><br>É triste: uns vestem-se de abril outros de trapos.<br>Tu ó estrangeiro é só por fora que nos olhas<br>— minha pátria bordada de farrapos<br>capa de trapos remendada a verdes folhas.<br><br>Abril tão triste no País de Abril. Por fora<br>é tudo verde. (Abril com máscaras de festa).<br>Por dentro — minha pátria a rir como quem chora.<br>(A festa da tristeza é tudo o que lhe resta).<br><br>Abril tão triste no País de Abril. Aqui<br>a noite aqui a dor meninos velhos<br>— minha pátria a chorar como quem ri<br>em surdina em silêncio. E de joelhos.</p><p><br/></p><p>Jaime Santos Nº12 e Joana Gomes Nº15</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 07:35:57 UTC</pubDate>
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         <title>E alegre se fez triste</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Aquela clara madrugada que<br>Viu lágrimas correrem no teu rosto<br>E alegre se fez triste como se<br>chovesse de repente em pleno Agosto</p><p><br/></p><p>Ela só viu meus dedos nos teus dedos<br>Meu nome no teu nome e demorados<br>Viu nossos olhos juntos nos segredos<br>Que em silêncio dissemos separados</p><p><br/></p><p>A clara madrugada em que parti<br>Só ela viu teu rosto olhando a estrada<br>Por onde o automóvel se afastava</p><p><br/></p><p>E viu que a pátria estava toda em ti<br>E ouviu dizer adeus essa palavra<br>Que fez tão triste a clara madrugada<br>Que fez tão triste a clara madrugada</p><p><br/></p><p>Link do infográfico: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.canva.com/design/DAGEiTJWltw/c1Sfa9yHoH07Rp9YshMwtw/edit?utm_content=DAGEiTJWltw&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton">https://www.canva.com/design/DAGEiTJWltw/c1Sfa9yHoH07Rp9YshMwtw/edit?utm_content=DAGEiTJWltw&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Inês Soares 12ºC; Joana Rocha 12ºC e Rafaela Miranda 12ºC.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 13:35:04 UTC</pubDate>
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