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      <title>meu padlet 2025.1 by Fernanda De Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-20 19:11:37 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Meu nome é Fernanda Mendes de Oliveira e tenho 18 anos nasci no Hospital universitário da UERJ que fica em Vila Isabel,morei aproximadamente uns 2 anos na Pavuna,porém hoje em dia moro com a família do meu pai em Belford Roxo no bairro do Maringá</p><p>Terminei o ensino médio em dezembro do ano passado(2024),desde de quando eu descobri o vestibular da uerj eu tive um interrese enorme de participar e concorre a vaga por conta que achei mais fácil o vestibular da uerj do que do enem,fiz o pré vestibular da cederj e pré uerj Maricá e consegui passar no vestibular sem cotas e em 12°lugar,resolvi fazer pedagogia por conta que amo muito crianças e também prezo pela inclusão de autistas nas escolas e também amo ensinar </p><p> </p><p>Falando mais sobre minha ancestralidade meus tetravós paternos vieram da África no fim do século 18 e ficaram no estado de Minas Gerais,aonde meus avós paternos nasceram e isso teve uma fluência na minha identidade por conta que tenho traços africanos e mineiros,meus bisavós maternos veio do nordeste para o Rio de Janeiro,ou seja meus pais nasceram no Rio de Janeiro.</p><p>Minha família na qual eu moro são católicos e temos costumes de ir na missa todos os domingos e todos os anos(antes da pandemia)íamos na feira da providencia que é um evento internacional que acontecia no Rio Centro na Barra da Tijuca.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 19:34:56 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito de cultura </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com a autora a na página 10  a cultura é um termo polissémico pode parecer des-necessário, afinal sabemos, por experiência própria, que todo termo possui mais de um sentido. De alguns dos sentidos atribuídos à cul-tura parece que nem nos lembramos no nosso dia a dia, enquanto outros ganham destaque no mundo contemporâneo. A cultura refere-se, por exemplo, à ação direta do ser humano, por meio de técnicas, na transformação física do ambiente. Hoje, no entanto, para a maioria de nós, ela está associada à instância simbólica. Nesse sentido, a cul-tura permite a identificação com o outro por meio da partilha de um repertório comum de significados. Funciona como uma espécie de lugar simbólico em que nos encontramos com os outros. Tomemos isso como uma espécie de definição inicial ou seja Este trecho proporciona uma análise instigante sobre a intricateza do conceito de cultura. A afirmação de que é um termo "polissêmico" que possui diversos significados  nos recorda que a cultura não é algo imutável ou facilmente categorizável. Ela pode abranger tanto práticas materiais e técnicas (como a modificação do ambiente) quanto aspectos simbólicos (como significados, valores e identidades).</p><p>Na sociedade atual, a segunda dimensão destaca-se: a cultura como um espaço simbólico que possibilita a compartilhamento e o sentimento de pertencimento. Isso nos ajuda a refletir, por exemplo, sobre como grupos sociais se reconhecem e se diferenciam com base em símbolos, linguagens, tradições e práticas que têm em comum — uma questão que se relaciona com discussões sobre diversidade, identidade e inclusão, como exemplificado na área da educação, especialmente em obras como Marcas da Diferença no Ensino Escolar de Miskolci.</p><p>Podemos, assim, ponderar que entender cultura apenas como “tradição” ou “patrimônio” é restritivo. Ao vê-la como este espaço simbólico de encontro e de negociação de significados, nos abrimos para reconhecer a diversidade de maneiras de ser e existir no mundo  algo fundamental para enfrentar as diferenças tanto nas escolas quanto na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 19:58:35 UTC</pubDate>
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         <title>Como a multicultura é presente nas escolas?</title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3401539702</link>
         <description><![CDATA[<p>A multiculturalidade se faz evidente nas instituições de ensino de várias maneiras, refletindo a pluralidade das identidades culturais, étnicas, religiosas, linguísticas e sociais dos alunos, educadores e da comunidade escolar. Confira algumas maneiras pelas quais isso se expressa é a variedade de estudantes,conteúdo curricular,iniciativas e eventos e os desafios da convivência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 00:30:23 UTC</pubDate>
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         <title>Situação do cotidiano </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3401556770</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Desigualdade social </strong></p><p>A desigualdade social refere-se à disparidade no acesso a recursos, oportunidades e direitos entre diversas camadas de uma sociedade. Essa condição se revela em aspectos como renda, educação, saúde, habitação e acesso à cultura. Normalmente, está associada a elementos como classe social, etnia, gênero e localização geográfica.</p><p>Essa desigualdade é sustentada por estruturas econômicas e sociais que beneficiam certos grupos enquanto marginalizam outros, o que torna a mobilidade social e o desenvolvimento equitativo mais difíceis. O enfrentamento da desigualdade demanda a implementação de políticas públicas que incentivem a inclusão, a justiça social e a distribuição mais justa de oportunidades.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/h0ryyNb0vmI?si=tiVIqeqZ7pB0fTxL">https://youtu.be/h0ryyNb0vmI?si=tiVIqeqZ7pB0fTxL</a></p><p><br/></p><p>Este vídeo acima ajuda á ilustração melhor </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 00:38:25 UTC</pubDate>
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         <title>Sintese e reflexão do livro Oficina de Práticas Pedagógicas </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3403315949</link>
         <description><![CDATA[<p>Síntese</p><p><br></p><p>As páginas abordam a relevância de trabalhar as relações étnico-raciais no âmbito educacional, ressaltando a função transformadora que a escola e o educador exercem na formação de uma sociedade mais equitativa. O texto oferece um panorama das raízes do racismo no Brasil, consideradas como um legado do colonialismo e da escravidão, e destaca como essa estrutura persiste nas desigualdades contemporâneas.</p><p><br></p><p>Destaca-se a Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura africana e afro-brasileira, sublinhando que a valorização dessas identidades deve ser integrada a todas as áreas do conhecimento, incluindo a educação artística e teatral.</p><p><br></p><p>A obra sugere que o educador reverta suas abordagens pedagógicas, identificando seus próprios preconceitos e buscando métodos para incluir a diversidade racial de maneira crítica e afirmativa. Apresenta exemplos de atividades e projetos que podem ser implementados nas instituições de ensino, promovendo a criação de espaços onde a escuta e a liderança dos estudantes negros sejam incentivadas.</p><p><br></p><p>Reflexão</p><p><br></p><p>Como estudante de Teatro, esta leitura suscita uma reflexão acerca de como a arte pode servir como um meio poderoso para desafiar e desconstruir o racismo estrutural. O teatro, enquanto expressão estética e política, possibilita que vozes que historicamente foram marginalizadas sejam ouvidas e reconhecidas. É função do professor-artista estabelecer ambientes de aprendizado nos quais a cultura afro-brasileira seja apreciada não apenas em datas comemorativas, mas como parte essencial do currículo e da experiência escolar.</p><p><br></p><p>Além disso, a obra enfatiza a necessidade de autocrítica por parte do educador e a importância de uma formação contínua para abordar questões raciais com responsabilidade e sensibilidade. Trabalhar as relações étnico-raciais no teatro escolar também é abrir espaço para novas narrativas, corpos e histórias nos palcos da escola e da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 23:28:26 UTC</pubDate>
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         <title>Breve resumo das páginas do livro</title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3403325655</link>
         <description><![CDATA[<p>Educação para Pessoas Negras no Brasil: Breve Panorama Histórico </p><p>A formação das Confrarias Negras</p><p>A Constituição Cidadã e os seus desdobramentos</p><p>O Teatro de Abdias Nascimento e a primeira escola para pessoas negras</p><p>Educação pelas diferenças: os dispositivos legais</p><p>A lei 11.645/08 existe para quem?: sobre a desculturação, silenciamento e invisibilidade</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 23:39:44 UTC</pubDate>
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         <title>Releflexão da proibição de negros e escravos nas escolas</title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p>A exclusão de negros e escravizados nas instituições de ensino durante o período colonial e imperial do Brasil é um dos traços mais evidentes da exclusão estrutural que influenciou a trajetória da educação no país. Analisar essa questão é fundamental para entender as origens das desigualdades sociais e educacionais que ainda se manifestam na atualidade.</p><p><br></p><p>Por muitos séculos, o acesso à educação formal esteve à disposição apenas das elites brancas. A marginalização de negros e escravizados era sustentada por ideologias racistas que os viam como inferiores e incapazes de adquirir conhecimento. O receio de que a educação pudesse incitar a consciência crítica e a busca por liberdade também contribuía para essa exclusão.</p><p><br></p><p>A escola, que deveria servir como um lugar de emancipação, funcionava efetivamente como um aparelho para a manutenção das hierarquias sociais e raciais. A recusa de educação para as populações negras não foi apenas uma consequência do sistema de escravidão, mas também uma decisão política visando à preservação do poder e do status quo.</p><p><br></p><p>Essa narrativa nos leva a refletir: quais resquícios desse passado ainda se encontram nas escolas contemporâneas? As disparidades no acesso a uma educação de qualidade, o preconceito sutil nos currículos, a falta de representatividade negra entre os professores e nos recursos educacionais são indícios de que ainda há um longo caminho a percorrer.</p><p><br></p><p>Portanto, refletir sobre a exclusão de negros e escravizados nas instituições de ensino é, antes de tudo, um apelo à reparação histórica e a um empenho por uma educação que seja verdadeiramente inclusiva, antirracista e libertadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 23:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>Diferença entre etnia, identidade e racismo</title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p>Raça é comumente empregado para categorizar grupos de pessoas com base em traços físicos, como coloração da pele, textura do cabelo, contornos faciais, entre outros. Contudo, sob uma perspectiva científica, a concepção de raça como uma classificação biológica definitiva é contestada, uma vez que a diversidade genética dentro de um grupo racial é superior à diversidade encontrada entre diferentes grupos.</p><p><br/></p><p>Etnia:possui um significado mais abrangente, contemplando elementos culturais, sociais e históricos de um coletivo. Engloba aspectos como idioma, cultura, tradições, crenças, costumes, entre outros. A etnia também implica uma sensação de pertencimento e de identidade compartilhada entre os integrantes do grupo.</p><p><br/></p><p>Identidade: refere-se à maneira como um indivíduo se vê e como é visto pelos demais, sendo afetada por diversos elementos, como raça, etnia, gênero, orientação sexual, classe econômica, entre outros. A identidade pode ser tanto individual quanto coletiva, apresentando múltiplas facetas.</p><p><br/></p><p>Racismo: representa um sistema de preconceito e discriminação fundamentado na raça ou etnia. Ele se revela em várias formas, incluindo discriminação, atos de violência, estereótipos e desigualdades sociais. O racismo pode ser manifestado de maneira individual, institucional ou estrutural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 17:23:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3417952386</link>
         <description><![CDATA[<p>Conto Africano – “A Tartaruga e o Leopardo” (origem: África Ocidental)  </p><p>Certa vez, a tartaruga desafiou o leopardo para uma corrida. Todos se divertiram, pois sabiam que o leopardo era rápido e a tartaruga, bem devagar. No entanto, a tartaruga possuía astúcia. Ela disfarçou vários parentes parecidos com ela ao longo do percurso. Quando a corrida teve início, o leopardo corria e via a tartaruga sempre à sua frente, sem compreender como ela conseguia ser tão rápida. No final, a última tartaruga chegou à linha de chegada antes dele. O leopardo, sentindo-se envergonhado, se afastou, enquanto a tartaruga foi festejada como a campeã.  </p><p>Moral: a inteligência pode triunfar sobre a força.</p><p><br/></p><p>Tradição Africana – O culto aos ancestrais  </p><p>Em diversas culturas africanas, principalmente entre os povos Yoruba e Bantu, os antepassados são considerados orientadores espirituais que seguem a influenciar os vivos. É habitual realizar oferendas, rezar e executar rituais em sua homenagem. Essas atividades refletem respeito e preservam a conexão entre as gerações. A crença é que um ancestral devidamente reverenciado proporciona proteção, sabedoria e bênçãos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 17:27:39 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento adquirido ao eu fazer a máscara africana </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao eu fazer a máscara africana do Biombo que vive na República Democrática do Congo, utiliza máscaras em seus rituais tribais e de circuncisão. Suas máscaras geralmente são vermelhas e essa cor é obtida com o pó de tukula, extraído de uma árvore conhecida como sândalo africano e eu conseguir aprende sobre a cultura e as tradições dos povos africanos, desenvolver também o respeito e diversidade por conta que tem certas pessoas que acha que é "macumba"</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 19:27:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p>No livro Marcas de Diferença no Ensino Escolar, a autora Elizabeth Macedo analisa como as diferenças (de gênero, raça, sexualidade, classe, religião, entre outras) são construídas, tratadas e marcadas no espaço escolar. Ela parte da perspectiva dos estudos pós-estruturais e dos estudos culturais, especialmente das teorias de Michel Foucault, para mostrar que a escola não é neutra: ela participa ativamente da produção de sujeitos e da normatização das diferenças.</p><p><br/></p><p>Produção de sujeitos: A escola é um espaço de produção de subjetividades. Por meio de práticas discursivas e curriculares, ela define o que é considerado "normal" e o que é "diferente".</p><p><br/></p><p>Currículo como prática cultural: O currículo não é apenas um conjunto de conteúdos a serem ensinados, mas um instrumento de poder que seleciona conhecimentos, valores e comportamentos considerados legítimos.</p><p><br/></p><p>Marcas de diferença: A autora critica a ideia de que as diferenças são algo natural ou dado. Em vez disso, elas são socialmente construídas e marcadas como desvios da norma, o que pode gerar exclusão e desigualdade.</p><p><br/></p><p>Inclusão crítica: Macedo defende uma educação que vá além da inclusão superficial. É preciso problematizar os próprios critérios de inclusão e as normas que definem quem pertence e quem está fora.</p><p><br/></p><p>Resistência e deslocamento: A escola também pode ser um espaço de resistência, onde as normas podem ser questionadas e deslocadas, promovendo novas formas de reconhecimento das diferenças.</p><p><br/></p><p>O livro contribui para repensar o papel da escola e do currículo na formação de identidades e na produção de desigualdades. Ao invés de simplesmente "aceitar" as diferenças, Macedo propõe uma postura crítica que questione as estruturas que as classificam e hierarquizam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 23:44:59 UTC</pubDate>
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         <title>Árvore genealógica </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p>Bisavó(avó da vó paterna) nome dela era Madalena e era benzedeira,morava na cidade de Lajinha(MG)</p><p>Bisavô Antônio(pai do meu avô)morava em Lajinha,meu pai chegou á conhecer ele,ele tinha umas alucinações </p><p>Minha Bisavó(mãe do meu avô) faleceu quando meu avô nasceu</p><p>Bisavó(mãe da Minha vó) Sebastiana era semianalfabeta e fumava cachimbo morava também em Lajinha </p><p><br/></p><p>Dos bisavós da parte de mãe não tenho informações </p><p><br/></p><p>Meus avós(Isabel e Ivo)por parte de pai nasceram em Minas Gerais na cidade de Lajinha e Manhuaçu,eles de casaram e depois veio para o Rio de Janeiro,moravam no Município de Nova Iguaçu no bairro de Belford Roxo(na época Belford Roxo não era município) onde estão aqui até hoje </p><p><br/></p><p>Meus avós por parte de mãe(Edneia e Iswaldino) Naceram e moraram na Zona norte do Rio de Janeiro,hoje em dia os dois são falecidos mas ambos os dois não tinham a cabeça muito aberta para o pensamento crítico </p><p><br/></p><p>Meus pais(Lucimar e Jefferson)nasceram no Município do Rio de Janeiro ambos terminaram o ensino médio e são negros.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 22:29:54 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa mental</title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3485674214</link>
         <description><![CDATA[<p>Livro: Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais</p><p><br/></p><p>🌍  Fundamentos da Educação das Relações Étnico-Raciais</p><p>Educação como instrumento de transformação social</p><p>Combate ao racismo estrutural</p><p>Valorização da diversidade</p><p>Identidade e pertencimento</p><p>Reconhecimento das identidades negras, indígenas e outras etnias</p><p>Sentimento de orgulho e autoestima nos estudantes</p><p><br/></p><p>📚  Currículo e Conteúdos </p><p>Revisão dos conteúdos escolares</p><p>Inclusão da história e cultura africana e afro-brasileira</p><p>Cultura indígena como parte integrante da formação nacional</p><p>Interdisciplinaridade</p><p>Abordagem transversal nos componentes curriculares</p><p>Produção de materiais didáticos adequados e representativos</p><p>🏫  Práticas Pedagógicas Antirracistas</p><p>Formação de professores</p><p>Formação inicial e continuada com foco em relações étnico-raciais</p><p>Combate aos estereótipos e preconceitos na sala de aula</p><p>Metodologias ativas</p><p>Projetos interdisciplinares</p><p>Espaços de escuta ediálogos </p><p>📖 Lei 10.639/03 e sua implementação</p><p>Obrigatoriedade legal</p><p>Ensino da história e cultura africana e afro-brasileira</p><p>Papel da escola no cumprimento da lei</p><p>Desafios e resistências</p><p>Formação docente limitada</p><p>Falta de apoio institucional e material</p><p>✊Promoção da Equidade</p><p>Educação como direito</p><p>Igualdade de oportunidades</p><p>Valorização de saberes tradicionais</p><p>Ações afirmativas</p><p>Incentivo à participação de professores/as e estudantes negros/as</p><p>Acompanhamento de políticas públicas educacionais</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 22:45:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p>As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais foram elaboradas em resposta à Lei nº 10.639/2003, que alterou a LDB para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira.</p><p><br/></p><p>O documento tem como objetivo principal:</p><p><br/></p><p>Orientar as instituições de ensino na implementação de práticas pedagógicas voltadas para a valorização da diversidade étnico-racial, com foco nas contribuições dos povos africanos e afro-brasileiros.</p><p><br/></p><p>Combater o racismo e promover a igualdade racial na educação.</p><p><br/></p><p>Reconhece a presença histórica dos africanos e seus descendentes na formação social, cultural e econômica do Brasil.</p><p><br/></p><p>Destaca que o racismo é um problema estrutural e que a escola deve ser um espaço de enfrentamento dessa desigualdade.</p><p><br/></p><p>Defende uma educação antirracista, comprometida com os direitos humanos, com a diversidade e com a cidadania plena.</p><p><br/></p><p>Fundamentos Legais e Políticos</p><p><br/></p><p>Aponta como base legal a Constituição Federal de 1988, que garante a igualdade de direitos e condena qualquer forma de discriminação.</p><p><br/></p><p>A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), com a alteração da Lei 10.639/2003, é o marco legal que obriga o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.</p><p><br/></p><p>Cita também os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e diversos acordos internacionais assinados pelo Brasil (como a Conferência de Durban, 2001).</p><p><br/></p><p> Princípios e Objetivos</p><p><br/></p><p>Propõe que a educação das relações étnico-raciais se baseie em princípios como:</p><p>Respeito à diferença</p><p>Valorização da identidade</p><p>Superação do preconceito</p><p><br/></p><p>Os principais objetivos são:</p><p><br/></p><p>Promover o conhecimento da história da África e dos africanos</p><p>Valorizar a contribuição dos negros na sociedade brasileira</p><p>Combater práticas discriminatórias no ambiente escolar</p><p>Formar professores capacitados para lidar com a temática</p><p><br/></p><p>Papel da Escola</p><p><br/></p><p>A escola é vista como um espaço estratégico para a transformação social e o combate ao racismo.</p><p><br/></p><p>Deve promover uma educação inclusiva e plural, que reconheça e respeite as diferenças.</p><p><br/></p><p>A proposta é que o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana não fique restrito a datas comemorativas, mas seja incorporado aos conteúdos de forma transversal e contínua.</p><p><br/></p><p> Formação de Professores</p><p><br/></p><p>Enfatiza a necessidade de formação inicial e continuada dos profissionais da educação para que compreendam e apliquem os conteúdos relacionados à história e cultura afro-brasileira e africana.</p><p><br/></p><p>Sugere a inclusão dessa temática nos cursos de licenciatura, bem como em ações de formação permanente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 23:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>Linha do tempo </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 14:34:06 UTC</pubDate>
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         <title>A menina bonita do laço de fita </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3489613042</link>
         <description><![CDATA[<p>"A Menina Bonita do Laço de Fita" é um livro infantil escrito por Ana Maria Machado e ilustrado por Claudia Scatamacchia, publicado originalmente em 1986. A obra é considerada um clássico da literatura infantil brasileira e é amplamente utilizada em escolas por abordar temas importantes como diversidade, representatividade, autoestima e respeito às diferenças.</p><p><br/></p><p>Resumo da história:</p><p><br/></p><p>A história gira em torno de um coelho branco que fica encantado com uma menina negra, muito bonita, que sempre usa um laço de fita colorido no cabelo. O coelho, curioso, quer saber o que faz a menina ser tão bonita.</p><p><br/></p><p>Ele a pergunta várias vezes:</p><p><br/></p><p>Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão bonita?”</p><p><br/></p><p>A menina dá várias respostas criativas e divertidas, como:</p><p><br/></p><p>Foi minha mãe que me pintou com tinta preta quando eu era pequena.</p><p><br/></p><p>“Foi porque eu caí dentro de uma panela de feijoada."</p><p><br/></p><p>“Foi o sol que me tostou enquanto eu dormia.”</p><p><br/></p><p>Mas o coelho nunca fica satisfeito com essas respostas. Finalmente, a mãe da menina ouve a conversa e explica com delicadeza: “Ela é assim porque nasceu assim, filha de pais negros.”</p><p>O coelho então decide que quer ter uma filha tão bonita quanto a menina. E para isso, ele se casa com uma coelha negra. Eles têm muitos filhotes de todas as cores, e uma das coelhinhas é pretinha e linda, com um laço de fita no cabelo, parecendo a menina que ele admirava.</p><p><br/></p><p> Temas principais:</p><p><br/></p><p>Valorização da identidade negra</p><p>Autoestima infantil</p><p>Respeito à diversidade</p><p>Curiosidade e afeto</p><p>Família e convivência.                                      </p><p>Importância na educação</p><p><br/></p><p>Essa história é muito utilizada em salas de aula para promover discussões sobre racismo, aceitação das diferenças, representatividade negra e para celebrar a beleza da diversidade. O livro contribui para que crianças negras se reconheçam positivamente nas histórias que leem e também para que crianças de todas as origens aprendam a valorizar o outro.</p><p><br/></p><p> Eu escutei essa história na aula de português de quando eu era do quinto ano do ensino fundamental(2017),essa história estava no livro de português(editora Netbil)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 14:42:16 UTC</pubDate>
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         <title>Video da educação antirracista </title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3489623241</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/NLuD2INVpB0?si=6OIU_JYfPlIIGQNr">https://youtu.be/NLuD2INVpB0?si=6OIU_JYfPlIIGQNr</a></p><p><br/></p><p>O vídeo apresenta uma entrevista com especialistas em educação infantil que debatem como implementar uma educação antirracista desde os primeiros anos os principais pontos resumidos são:</p><p><br/></p><p>Argumenta que a infância é o momento em que se formam atitudes e preconceitos; portanto, é fundamental iniciar ações antirracistas desde o berçário  .</p><p><br/></p><p>Professores devem analisar seus próprios preconceitos e privilégios brancos, e receber formação continuada para isso, com estudos que enfrentem narrativas eurocêntricas  .</p><p><br/></p><p>O uso de livros, brinquedos e músicas deve refletir a pluralidade racial. Espaços e narrativas em sala precisam incluir histórias, imagens e vozes de crianças negras e de outras etnias  .</p><p><br/></p><p>Crianças percebem diferenças desde os três anos. Por isso, docentes devem criar momentos intencionais para falar sobre raça, racismo e diversidade, dando espaço para perguntas e sentimentos  .</p><p><br/></p><p>A iniciativa deve fazer parte do Projeto Político‑Pedagógico, não ficar restrita ao mês da Consciência Negra. Exige revisão de currículo, representatividade no corpo docente e nas referências escolares  .</p><p><br/></p><p>O diálogo deve envolver famílias, órgãos públicos e movimentos sociais, criando uma rede que sustente práticas antirracistas no cotidiano escolar  .</p><p><br/></p><p>A educação infantil é descrita como um campo fértil para plantar a semente da equidade e da justiça racial. A trajetória proposta visa romper estruturas ainda eurocêntricas e coloniais do sistema educacional  .</p><p><br/></p><p>Esse vídeo que eu coloquei acima ajuda mais no aprofundamento</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 14:56:38 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Leia Gonçales</title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
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         <description><![CDATA[<p>Leia Gonçales: Voz da Educação e da Diversidade</p><p><br/></p><p>Leia Gonçales é uma educadora, pesquisadora e escritora brasileira cuja trajetória se destaca pelo compromisso com a educação, a justiça social e a valorização das diferenças. Com sólida formação acadêmica e engajamento em práticas pedagógicas transformadoras, Gonçales se tornou referência nos estudos de diversidade, gênero, raça e inclusão no contexto escolar.</p><p><br/></p><p>Graduada em Pedagogia, com mestrado e doutorado na área da Educação, Leia Gonçales dedicou-se à reflexão crítica sobre as desigualdades presentes nas instituições de ensino. Seu trabalho é pautado pela defesa de uma escola democrática, que acolha as múltiplas identidades culturais e combata as discriminações históricas enfrentadas por grupos minorizados, como pessoas negras, indígenas, mulheres e LGBTQIA+.</p><p><br/></p><p>Além da atuação como professora universitária, Gonçales é autora de importantes obras que discutem a formação docente, o currículo e as práticas pedagógicas inclusivas. Seu nome é frequentemente associado ao pensamento decolonial na educação, pois ela defende que o espaço escolar precisa romper com os modelos eurocêntricos e coloniais de saber, dando lugar a vozes historicamente silenciadas.</p><p><br/></p><p>Entre suas contribuições mais conhecidas está a participação na organização e produção do livro Marcas da Diferença no Ensino Escolar, obra que convida educadores a refletirem sobre as estruturas de poder e exclusão que permeiam o cotidiano das escolas brasileiras. Leia Gonçales propõe um olhar crítico e sensível para os sujeitos da educação, entendendo que ensinar é também um ato político.</p><p><br/></p><p>Em tempos de polarização e retrocessos nas políticas públicas de inclusão, o trabalho de Leia Gonçales se mantém essencial para aqueles que acreditam em uma educação capaz de formar cidadãos éticos, críticos e respeitosos com a diversidade humana. Sua trajetória inspira professores, estudantes e militantes da educação comprometidos com um Brasil mais justo e igualitário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 15:03:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mendesdeoliveirafernanda06</author>
         <link>https://padlet.com/mendesdeoliveirafernanda06/idabworjvsrh5uw9/wish/3512681112</link>
         <description><![CDATA[<p>GRUPO 2- Linda, Ana Camila, Fernanda, Letícia e Sarah.</p><p>2- A) Quais as finalidades das diretrizes e quais seus principais objetivos?</p><p>As finalidades das diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana são corrigir as injustiças históricas e eliminar a discriminação racial e promover a inclusão social e da cidadania para todos no sistema educacional brasileiro.</p><p>Isto é necessário porque ao longo da história o Brasil excluiu pessoas negras do acesso e permanência na escola. Com os Decretos nº 1.331 de 1854, que proibia a matrícula de escravos nas escolas públicas e limitava o acesso de adultos conforme a disponibilidade do professor.</p><p>A Constituição de 1988 avança nestas questões, porém ainda enfrentam dificuldades para acesso e permanência nas escolas. Por isso, o Ministério da Educação passa a enfrentar essas injustiças, criando políticas de inclusão e valoriza a rica diversidade étnica e cultural do país.</p><p>As diretrizes de 18 de maio de 2004 tem como objetivo principal trazer o conhecimento e ensino da história e cultura afro-brasileira para o currículo escolar, respeitando as diferenças e promovendo igualdade entre brancos e negros.</p><p>Desta forma, o Estado assume o compromisso de combater o racismo e promover uma educação mais justa, inclusiva e democrática.</p><p><br/></p><p>2- B) Como o documento caracteriza as políticas de reparação, reconhecimento e valorização das ações afirmativas?</p><p>O documento caracteriza a política de reparação como medidas para ressarcir os descendentes de africanos negros dos danos psicológicos materiais, sociais, políticos e educacionais sofridos sob o regime escravagista bem como em virtude das políticas explícitas de branqueamento da população. Visa também que tais medidas se concretizem em iniciativas de combate ao racismo e a toda discriminação.</p><p>Cabe ao Estado promover e incentivar políticas de reparação no que diz a Constituição Federal, sendo por meio da educação, iguais direitos para o pleno desenvolvimento de todos e de cada um, enquanto pessoa, cidadão ou profissional. </p><p><br/></p><p>2- C) Quais os princípios de base filosófica e pedagógica devem servir como referência para conduzir as ações dos sistemas de ensino, dos estabelecimentos escolares e dos professores? Faça um breve resumo desses princípios.</p><p>• Consciência Política e Histórica da Diversidade</p><p>Os princípios estabelecidos são todos voltados à valorização étnico-racial no espaço educacional. Ele cita a importância da igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direito. Devemos compreender que habitamos em uma sociedade mista, temos diversos aspectos de cultura e histórias próprias, todos tem a sua importância e constituem o Brasil que conhecemos. </p><p>A desconstrução de ideologias de branqueamento, por meio de questionamentos, é preciso valorizar a história dos povos africanos e da cultura afro-brasileira. É necessário obter a superação da indiferença, injustiça e desqualificação que os negros e povos indígenas, permanecem sendo tratados.</p><p>• Fortalecimento de Identidades e Direitos</p><p>Este princípio mostra como é necessário a afirmação da identidade e da historicidade que foi negada ou distorcida. É necessária a ampliação do acesso a informações sobre a diversidade brasileira e a recriação das identidades provocadas por relações étnico-raciais.</p><p>• Ações Educativas de Combate ao Racismo e à Discriminação</p><p>Este tópico cita as medidas concretas pra confrontar o racismo e ajudar a promover a valorização da diversidade étnico-racial no ambiente escolar.</p><p>A igualdade racial na educação deve ser construída por ações que devem ser continuadas e articuladas para combater o racismo e promover a igualdade, pois a escola deve ser um espaço de valorização da diversidade, respeitando as identidades étnico-raciais dos estudantes.</p><p>Para a formação de professores, os investimentos na formação inicial e continuada também ajudam para que os docentes compreendam o racismo estrutural e saibam desenvolver práticas pedagógicas antirracistas.</p><p>Essa formação deve incluir os conteúdos de história e cultura afro-brasileira e africana.</p><p>Os materiais didáticos devem produzir conteúdos de povos africanos e afrodescendentes e eliminar conteúdos discriminatórios.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 17:40:08 UTC</pubDate>
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