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      <title>EDC287 Educação Tecnologias Contemporâneas - CLARISSA BRITO by Clarissa Brito</title>
      <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287</link>
      <description>Este Padlet foi criado para a disciplina de EDC287 no semestre de 2025.2 e ministrada pela Profª Drª Salete Cordeiro. Tem como objetivo ser um espaço de construção colaborativa da aprendizagem de forma crítica e criativa. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-17 23:49:24 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-04 13:10:39 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3590743352</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo Clarissa Brito, sou graduanda em Pedagogia pela UFBA e atualmente estou no 5º semestre do curso. Minha trajetória acadêmica iniciou-se na graduação em Ciências Sociais(FFCH-UFBA) e vem tomando ainda mais forma nessa trajetória na Faculdade de Educação. As discussões e pesquisas em efusão na FACED, espaço onde me encantei e decidi ser o destino da minha transferência interna, tem sido propulsoras na minha trajetória enquanto discente e futura pedagoga. Na universidade já atuei como pesquisadora na iniciação científica, curso de línguas, atuei como monitora, participei de congressos e outros eventos acadêmicos. Atualmente tenho me debruçado na experiência com a educação de crianças bem pequenas na Creche UFBA.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 00:31:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Impressões</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3590811593</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro encontro da turma 2 da disciplina de Educação e Tecnologias Contemporâneas ocorreu no dia 17/09/2025. O laboratório 2 da FACED, será o espaço destinado as aulas, uma vez que, este dispõe de computadores e outros recursos digitais que dialogam com os objetivos de ensino-aprendizagem da disciplina. A Profª Drª Salete Cordeiro irá conduzir as temáticas a serem abordadas ao longo do semestre e nesse primeiro momento apresentou o plano da disciplina e os objetivos de cada conteúdo adotado. Nesse primeiro encontro, achei interessante o espaço para reflexões críticas acerca do que são as tecnologias digitais e como nos relacionamos a elas no cotidiano. O Padlet foi introduzido como um espaço onde múltiplas linguagens e formas de experimentar o ensino-aprendizagem confluem e que por esse motivo irá agregar no nosso percurso na disciplina. Os questionamentos e contato com conceitos básicos acerca das tecnologias digitais foram ganhando seus primeiros contornos. A transição temporal entre a denominação de "usuários" a "interagentes", do entendimento de tecnologia como ferramenta estruturante de aprendizagem, discussões recentes acerca do uso de celulares nas escolas, da ideia de plataformização da educação foram levantadas pela docente e pelos(as) discentes presentes. Ainda há muito a ser percorrido mas esse primeiro encontro já desenha o papel político que a educação assume na relação com as tecnologias digitais em um mundo cada vez mais aberto a estas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 01:06:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Textos, vídeos, imagens e outros materiais</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3602622413</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo "Debaixo dos caracóis dos seus cabelos: as mudanças nas políticas da Meta e a tomada da Casa Branca pelo Vale do Silício" publicado pelo Dr. Rafael Evangelista da Unicamp em 2025 apresenta de forma consistente uma discussão cada vez mais presente na atualidade, a influência das Big Techs nas dinâmicas mundiais. Uma preocupação que se dá devido ao histórico de uma influência sem medidas que direcionam e tensionam aspectos políticos, econômicos, sociais e  emocionais. A crescente influência das Big Techs possibilitou por meio do capitalismo de vigilância,conceito adotado no artigo, o posicionamento de seus respectivos representantes em espaços de tomada de decisão em todo mundo. O levantamento de dados apresentou a necessidade de subverter essa lógica através do potencial de soberania digital do Brasil, através do desenvolvimento de softwares livres e investimento em tecnologia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 22:42:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Prompts</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3602626780</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base na leitura do artigo e nas discussões no fórum e em sala de aula elaborei algumas perguntas para serem respondidas pelo ChatGPT. Os prompts criados por mim estão numerados de 1 a 5. Acredito que elas respondem bem, mesmo que de forma resumida, as indagações realizadas. Isso está atrelado as constantes produções acadêmicas e cotidianas acerca das tecnologias digitais que vão sendo incorporadas aos dados da IA.</p><p><br/></p><p>Ótimas perguntas — todas giram em torno do poder das Big Techs, tecnologias digitais, algoritmos e sua influência social e política. Abaixo estão respostas concisas, críticas e fundamentadas para cada uma:</p><p><strong>1. Como driblar os mecanismos utilizados pelo algoritmo na utilização de tecnologias digitais?</strong></p><p>Driblar os algoritmos requer <strong>consciência crítica</strong>, <strong>alfabetização digital</strong> e <strong>uso estratégico de tecnologias</strong>. Alguns caminhos:</p><ul><li><p><strong>Privacidade ativa</strong>: uso de navegadores com bloqueadores de rastreio (como Brave ou Firefox com extensões de privacidade), VPNs e mecanismos de busca alternativos (DuckDuckGo, Qwant).</p></li><li><p><strong>Engajamento consciente</strong>: evitar interações impulsivas que alimentam os algoritmos, como curtidas e compartilhamentos automáticos.</p></li><li><p><strong>Educação algorítmica</strong>: entender como funcionam os sistemas de recomendação para poder usá-los a favor, e não como vítimas.</p></li><li><p><strong>Software livre e descentralização</strong>: optar por plataformas independentes, que não coletam dados massivamente.</p></li></ul><p><strong>2. Como as novas políticas da Meta podem afetar nas eleições presidenciais de 2026 no Brasil?</strong></p><p>As mudanças recentes da Meta (como o <strong>afrouxamento da moderação</strong>, o <strong>fortalecimento da IA generativa</strong>, e o <strong>pagamento por verificação</strong>) podem:</p><ul><li><p><strong>Ampliar a desinformação</strong>: IA pode ser usada para criar fake news mais sofisticadas e em escala.</p></li><li><p><strong>Favorecer campanhas com maior capital</strong>: pagando por impulsionamento e selos de verificação, candidatos com mais recursos terão mais visibilidade.</p></li><li><p><strong>Reduzir transparência</strong>: a centralização das decisões de moderação em empresas privadas com interesses econômicos pode tornar as eleições mais vulneráveis a manipulações.</p></li></ul><p>Se não houver uma regulação forte até lá, plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp continuarão sendo <strong>instrumentos de influência política opaca</strong>.</p><p><strong>3. O capitalismo de vigilância pode gerar o surgimento de tendências educacionais que transformam estudantes em consumidores através do uso dessas ferramentas na sala de aula?</strong></p><p>Sim. O <strong>capitalismo de vigilância</strong>, ao transformar dados em lucro, infiltra-se na educação com objetivos que vão além do pedagógico:</p><ul><li><p><strong>Plataformas “educacionais” com viés comercial</strong>: apps gratuitos que coletam dados dos estudantes e os usam para prever comportamento de consumo.</p></li><li><p><strong>Gamificação e meritocracia digital</strong>: sistemas que recompensam desempenho com pontos, rankings e prêmios, reforçando lógicas de mercado.</p></li><li><p><strong>Educação personalizada com viés comercial</strong>: algoritmos que “ajustam” conteúdos para os alunos, mas com base em critérios comerciais e não pedagógicos.</p></li><li><p>Isso tudo <strong>transforma o aluno em consumidor e o professor em gestor de plataformas</strong>, esvaziando o caráter crítico da educação.</p></li></ul><p><strong>4. Como as universidades públicas brasileiras podem contribuir na criação de alternativas insubmissas que limitem a ação das Big Techs no país?</strong></p><p>As universidades públicas podem ser <strong>focos de resistência e inovação contra o domínio das Big Techs</strong>:</p><ul><li><p><strong>Produzindo tecnologia livre e aberta</strong>: investir em softwares públicos, plataformas educacionais independentes e redes sociais alternativas.</p></li><li><p><strong>Formando cidadãos críticos</strong>: desenvolver currículos que incluam pensamento computacional, ética digital e crítica ao capitalismo de dados.</p></li><li><p><strong>Pesquisas interdisciplinares</strong>: fomentar estudos que mostrem os impactos sociais, culturais e políticos das Big Techs no Brasil.</p></li><li><p><strong>Incidência política</strong>: colaborar na formulação de políticas públicas que promovam soberania digital e regulação das plataformas.</p></li><li><p><strong>Alianças internacionais</strong>: conectar-se a movimentos e redes acadêmicas globais que enfrentam o poder das corporações digitais.</p></li></ul><p><strong>5. Quais países conseguem limitar a influência das Big Techs em relação aos aspectos econômicos, políticos e sociais?</strong></p><p>Poucos países têm conseguido, mas alguns se destacam:</p><ul><li><p><strong>União Europeia</strong> (principalmente Alemanha e França): com leis como o <strong>Digital Services Act (DSA)</strong> e o <strong>GDPR</strong>, exige transparência, limita coleta de dados e aplica multas pesadas às Big Techs.</p></li><li><p><strong>China</strong>: impõe forte controle estatal às plataformas digitais, embora por motivos geopolíticos e autoritários. Criou suas próprias Big Techs (Tencent, Alibaba) e <strong>bloqueou o domínio do Vale do Silício</strong>.</p></li><li><p><strong>Índia</strong>: tem implementado leis de dados e medidas para <strong>localização de dados</strong> e controle sobre plataformas de mensagens (como o WhatsApp).</p></li><li><p><strong>Austrália</strong>: forçou Google e Facebook a pagarem por conteúdo jornalístico, gerando precedentes para regulação econômica.</p></li><li><p><strong>Noruega e Finlândia</strong>: países com forte regulação de dados e ética digital desde o sistema educacional.</p></li></ul><p>No entanto, a maioria dessas iniciativas enfrenta <strong>pressões intensas das próprias empresas</strong> e seus lobbies — por isso a resistência precisa ser contínua e colaborativa entre Estado, sociedade civil e academia.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 22:50:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3602626780</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Recomendação</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3602628055</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo dialogou muito com a discussão apresentada no documentário " O dilema das redes" (2020). No longa,  especialistas em tecnologia do Vale do Silício abordam os impactos concretos do neoliberalismo e do capitalismo de vigilância na utilização das redes sociais. Além disso, apresentam como estas impactam questões políticas, econômicas, culturais e psicoemocionais ao redor do globo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=xRJTx66HYt4" />
         <pubDate>2025-09-24 22:52:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Textos, vídeos, imagens e outros materiais</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3602637068</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula do dia 24/09 pudemos dialogar acerca do acesso as tecnologias no Brasil e como se dá a implantação da inteligência artificial e do 5G, as estratégias, discussões e contradições econômicas, sociais e ambientais presentes nesse processo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:08:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prompts </title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3602648559</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base nas discussões feitas em sala de aula, surgiram uma série de dúvidas acerca do real impacto social, político e ambiental no acesso(ou falta dele) as tecnologias no Brasil. Algumas dessas perguntas pude socializar com a professora e colegas, outras utilizei como forma de prompt para o ChatGPT. Os prompts criados por mim estão numerados de 1 a 5. Abaixo seguem as respostas dadas pela IA. Já antecipo que me surpreendi com as respostas que foram dadas, uma vez, dialogam com os materiais disponibilizados no avamoodle e com as contribuições do rico diálogo em sala.</p><p><br/></p><p>Suas perguntas tratam de temas centrais no debate sobre soberania digital, justiça social e regulação tecnológica no Brasil. Aqui estão respostas analíticas e objetivas:</p><p><strong>1. Como possibilitar um diálogo intersetorial ao discutir as tecnologias digitais no Brasil que contemplem a diversidade regional, econômica e cultural?</strong></p><p>Para garantir um <strong>diálogo intersetorial efetivo</strong> sobre tecnologias digitais que contemple a diversidade do Brasil, é essencial:</p><ul><li><p><strong>Participação ampliada</strong>: incluir comunidades indígenas, quilombolas, populações rurais, periféricas e atores da educação, ciência, cultura, saúde e movimentos sociais nas discussões.</p></li><li><p><strong>Espaços descentralizados de decisão</strong>: fóruns regionais e locais que levem as realidades específicas para o centro do debate nacional sobre tecnologia.</p></li><li><p><strong>Fomento público e políticas inclusivas</strong>: criar programas de incentivo à inovação fora dos grandes centros (como o Norte e Nordeste), e apoiar o desenvolvimento de soluções tecnológicas de base comunitária.</p></li><li><p><strong>Educação digital com enfoque territorial</strong>: promover letramento digital que respeite e integre os saberes locais e a pluralidade cultural brasileira.</p></li></ul><p>Ou seja, o diálogo deve ser <strong>horizontal, participativo e sensível às desigualdades estruturais</strong> do país.</p><p><strong>2. O acesso à internet é um direito fundamental?</strong></p><p>Sim — e já é <strong>reconhecido internacionalmente</strong> como tal:</p><ul><li><p>Em 2016, o <strong>Conselho de Direitos Humanos da ONU</strong> declarou o acesso à internet como um direito humano fundamental, essencial para o exercício da liberdade de expressão e do acesso à informação.</p></li><li><p>No Brasil, embora não esteja explicitamente na Constituição, o <strong>Marco Civil da Internet (2014)</strong> estabelece o acesso à internet como essencial ao exercício da cidadania.</p></li></ul><p>Portanto, negar ou restringir o acesso à internet significa <strong>violar o direito à informação, à educação, à participação política e ao desenvolvimento econômico</strong>.</p><p><strong>3. Como fica a privacidade dos dados das universidades federais e outras instituições de fomento à pesquisa ao utilizar a inteligência artificial?</strong></p><p>A privacidade de dados acadêmicos e institucionais está <strong>altamente vulnerável</strong> diante da adoção de soluções de IA, especialmente:</p><ul><li><p><strong>Dependência de plataformas estrangeiras</strong> (como Google Cloud, Microsoft Azure, OpenAI, etc.), que armazenam dados em servidores fora do país.</p></li><li><p><strong>Riscos de vazamento ou uso não autorizado</strong> de dados sensíveis de pesquisa, inclusive projetos científicos estratégicos.</p></li><li><p><strong>Falta de transparência algorítmica</strong>: IAs proprietárias não revelam como tratam, classificam ou armazenam os dados fornecidos por pesquisadores e instituições.</p></li></ul><p>Isso exige:</p><ul><li><p><strong>Regulação específica para dados científicos e educacionais.</strong></p></li><li><p><strong>Infraestrutura nacional de IA e computação em nuvem.</strong></p></li><li><p><strong>Adoção de políticas institucionais claras sobre o uso de IA.</strong></p></li></ul><p><strong>4. O Marco Civil da Internet (Lei n° 12.965/2014) dá conta de estabelecer princípios, direitos e deveres para o uso da internet no país com o avanço da inteligência artificial e tecnologias digitais?</strong></p><p><strong>Parcialmente.</strong></p><p>O Marco Civil foi um avanço importante ao:</p><ul><li><p>Garantir princípios como <strong>neutralidade da rede, privacidade, liberdade de expressão e proteção de dados</strong>.</p></li><li><p>Definir responsabilidades dos provedores de conexão e aplicação.</p></li></ul><p>Mas <strong>não dá conta totalmente</strong> das complexidades trazidas pela inteligência artificial:</p><ul><li><p>A IA envolve <strong>processamento automatizado, decisões algorítmicas, vigilância preditiva</strong>, que não estão claramente regulamentados no Marco Civil.</p></li><li><p>A <strong>Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</strong> complementa o Marco Civil em relação ao uso de dados, mas também tem lacunas no que se refere a decisões automatizadas.</p></li><li><p>A regulação da IA <strong>ainda está em construção no Brasil</strong>, como no Projeto de Lei nº 2.338/2023 (em tramitação).</p></li></ul><p>Ou seja, o Marco Civil é <strong>fundamento</strong>, mas <strong>precisa ser atualizado e complementado</strong> por novas legislações que contemplem a era da IA.</p><p><strong>5. Como a conectividade significativa contribui para o acesso às tecnologias no Brasil?</strong></p><p><strong>Conectividade significativa</strong> vai além de estar “online”: significa <strong>ter conexão de qualidade, com dispositivos adequados, habilidades digitais e uso relevante para a vida</strong>. Sua importância:</p><ul><li><p><strong>Combate desigualdades</strong>: populações de áreas rurais e periféricas só se beneficiam da digitalização se tiverem acesso digno e estável.</p></li><li><p><strong>Potencializa educação, trabalho e cultura</strong>: a internet passa a ser ferramenta de transformação social e econômica, não só entretenimento.</p></li><li><p><strong>Garante participação cidadã</strong>: permite acesso à informação, serviços públicos digitais e participação política.</p></li><li><p><strong>Fortalece inovação local</strong>: comunidades conectadas de forma significativa podem criar suas próprias soluções tecnológicas.</p></li></ul><p>Conectividade significativa é, portanto, <strong>pré-requisito para a cidadania digital plena</strong> — e precisa ser garantida por meio de políticas públicas robustas, especialmente no Brasil profundo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:24:38 UTC</pubDate>
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         <title>Recomendação</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3602653718</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio a essa "urgência" de um futuro cada vez mais tecnológico e dominado por uma concepção imperialista faz-se necessário entender outras narrativas que questionam esse domínio colonial. Segue minha sugestão de leitura!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 23:31:17 UTC</pubDate>
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         <title>Textos, vídeos, imagens e outros materiais</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3619969741</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto central adotado para esta seção foi o capítulo "Para além da inclusão digital: poder comunicacional e novas assimetrias" escrito pelo ilustre sociólogo Sérgio Silveira, doutor em Ciência Política pela USP e defensor do software livre e da inclusão digital no Brasil. Este artigo está presente no livro Inclusão digital: polêmica contemporânea(2011), que teve como organizadores a prof.Dra. Maria Bonilla e o prof.Dr.Nelson Pretto. Cada capítulo dessa importante produção literária acerca da inclusão digital foi discutido coletivamente em sala de aula e no fórum disponível na plataforma AvaMoodle. O livro me surpreendeu positivamente por discutir as tecnologias digitais através do contexto sociopolítico brasileiro da década de 90 até os dias atuais. Mesmo a obra tendo sido publicada há 14 anos atrás muitas das discussões levantadas seguem sendo pautadas, demonstrando quais aspectos ainda persistem ao tratar da inclusão digital em nosso país. O Sérgio Silveira apresenta importantes categorias analíticas ao longo do texto, sendo elas: poder comunicacional, neutralidade, controle e liberdade. Demarcando importantes políticas distributivas e reparatórias implementadas pelo governo Lula a partir de 2003 como forma de democratizar o acesso as redes. Além de, apontar como as tecnologias digitais podem ser palco de atos de desobediência frente a imposição do poder controlador assumido pelas grandes empresas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 13:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3620021472</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto do Sérgio Silveira ao falar acerca de estratégias de democratização do acesso a tecnologia ele apresenta que : "O primeiro foi o projeto de política digital no Ministério da Cultura e a proposta de digitalização dos Pontos de Cultura, que eram constituídos por movimentos e grupos de artistas e produtores culturais que passaram a receber recursos do governo como apoio às suas atividades." Achei isso muito importante, uma vez que a Política Nacional Cultura Viva tem uma relevância tremenda na história do país e tenho a experiência de trabalho junto a pontos de cultura da Bahia. Vejo que essa ação feita anos atrás foi fundamental para garantir uma articulação estratégica dos pontos e pontões em todo país. O mapa da cultura presente no site é um dos exemplos que conecta diversos espaços, associações e agentes culturais numa teia de diálogo e trabalhos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 13:50:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prompts</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3653164983</link>
         <description><![CDATA[<p>Utilizei o ChatGPT para responder a 5 perguntas elaboradas por mim ao longo da aula com a temática Inclusão Digital. As respostas dialogam com o que foi discutido mas foram respondidas de forma superficial e generalista. Não trazendo a tona assuntos caros a essa discussão nem os obstáculos e problemáticas que a permeiam. </p><p><br></p><p><strong><em>1. O que é inclusão digital?</em></strong></p><p>Inclusão digital é garantir que todas as pessoas tenham acesso e conhecimento para usar as tecnologias digitais de forma útil, promovendo igualdade de oportunidades no mundo digital.</p><p><br></p><p><strong>2. Qual a importância da inclusão digital nas escolas públicas?</strong></p><p>É importante porque ajuda a reduzir desigualdades sociais, melhora o aprendizado, prepara os alunos para o mercado de trabalho e incentiva a cidadania digital. As escolas têm papel essencial em oferecer esse acesso a quem mais precisa.</p><p><br></p><p><strong>3. Me dê exemplos de projetos desenvolvidos em escolas públicas brasileiras que pautam a inclusão digital</strong></p><p><br></p><p>* <em>Programa UCA (Um Computador por Aluno)</em> – distribuição de laptops a alunos e professores.</p><p>* <em>ProInfo Integrado</em> – laboratórios de informática e formação de professores.</p><p>* <em>Banda Larga nas Escolas</em> – internet gratuita nas escolas públicas.</p><p>* <em>Escolas Conectadas (Fundação Telefônica Vivo)</em> – cursos online para docentes.</p><p>* <em>Google for Education</em> – uso de ferramentas digitais em redes públicas</p><p><br></p><p><strong>4. Quais são os principais desafios da inclusão digital nas escolas públicas?</strong></p><p><br></p><p>Os principais desafios são a falta de infraestrutura (internet e equipamentos), a formação insuficiente de professores no uso das tecnologias e a manutenção dos recursos digitais. Além disso, muitas regiões ainda sofrem com desigualdade de acesso à internet.</p><p><br></p><p><strong>5. Como os professores podem contribuir para a inclusão digital?</strong></p><p>Os professores podem usar as tecnologias de forma pedagógica, incentivar os alunos a pesquisar e produzir conteúdo digital, e promover o uso responsável da internet. Também é importante que busquem formação continuada para acompanhar as inovações tecnológicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 19:57:56 UTC</pubDate>
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         <title>Bluesky</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3653169844</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana tivemos a oportunidade de interagir uns com uns outros na rede social Bluesky dialogando acerca da importância do Software livre. Além disso divulgamos a II Semana do Software Livre no Brasil, evento que agregou valiosas informações! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 20:03:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clarissabbritocb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 20:03:23 UTC</pubDate>
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         <title>Dia dos Professores!</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3653202961</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 20:39:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Textos, vídeos, imagens e outros materiais</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3653213658</link>
         <description><![CDATA[<p>Acredito que essa imagem é muito didática para compreender o que são os REA. A escola não é um espaço produtivista mas sim um espaço formativo e o objetivo dos REA muito podem contribuir nesse sentido!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 20:51:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prompts</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3653223685</link>
         <description><![CDATA[<p>Pedi para que o ChatGPT respondesse de forma objetiva e explicativa as questões abaixo. As respostas foram satisfatórias e dialogam com o que foi discutido em sala. </p><p><br/></p><p><strong>1. O que são Recursos Educacionais Abertos (REA)?</strong></p><p>Recursos Educacionais Abertos (REA) são <strong>materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa disponibilizados com licenças abertas</strong>, que permitem <strong>usar, adaptar, compartilhar e redistribuir</strong> livremente.<br>Exemplos: livros didáticos, vídeos, planos de aula, softwares e cursos online com licenças abertas (como <strong>Creative Commons</strong>).</p><p><strong>2. Quais são os tipos de REA?</strong></p><p>Os principais tipos de REA incluem:</p><ul><li><p><strong>Textos e materiais didáticos</strong> (apostilas, livros, artigos);</p></li><li><p><strong>Recursos multimídia</strong> (vídeos, áudios, imagens, animações);</p></li><li><p><strong>Softwares educacionais</strong> (aplicativos e plataformas de ensino);</p></li><li><p><strong>Cursos e objetos de aprendizagem</strong> (MOOCs, módulos, simulações);</p></li><li><p><strong>Planos de aula e materiais de apoio</strong> para professores.</p></li></ul><p><strong>3. Todos os recursos educacionais oferecidos gratuitamente são REA?</strong></p><p><strong>Não.</strong><br>Nem todo material gratuito é um REA.<br>Um recurso só é considerado REA se, além de ser gratuito, <strong>possuir uma licença aberta</strong> que autorize legalmente <strong>copiar, adaptar e redistribuir</strong> o conteúdo.<br>Materiais gratuitos com <strong>restrição de uso ou proibição de modificação</strong> não são REA.</p><p><strong>4. Como posso utilizar os REA na prática docente?</strong></p><p>Na prática docente, os REA podem ser usados para:</p><ul><li><p><strong>Personalizar o ensino</strong>, adaptando materiais às necessidades dos alunos;</p></li><li><p><strong>Criar atividades e conteúdos</strong> colaborativos;</p></li><li><p><strong>Compartilhar</strong> recursos produzidos com outros educadores;</p></li><li><p><strong>Inovar na metodologia</strong>, integrando mídias, tecnologias e abordagens abertas;</p></li><li><p><strong>Reduzir custos</strong>, utilizando materiais de qualidade sem barreiras de acesso.</p></li></ul><p><strong>5. Qual a relação entre direito autoral e REA?</strong></p><p>Os REA estão diretamente ligados ao <strong>direito autoral</strong>, pois seu uso depende das <strong>licenças abertas</strong> que os autores atribuem às suas obras.<br>Essas licenças (como <strong>Creative Commons</strong>) definem o que pode ser feito com o material — por exemplo, se pode ser modificado, usado comercialmente ou apenas compartilhado com atribuição.<br>Assim, os REA <strong>respeitam o direito autoral</strong>, mas <strong>flexibilizam</strong> seu uso por meio dessas licenças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 21:03:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3653223685</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Textos, vídeos, imagens e outros materiais</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3703265852</link>
         <description><![CDATA[<p><br>O capítulo 5 do livro "EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DIGITAIS: desafios e estratégias para a continuidade da aprendizagem em tempos de COVID-19" denominado "Plataformização da Educação em tempo de pandemia" traz para cena uma importante panorama acerca de como a plataformização da educação vem ganhando forma na contemporaneidade e como o processo pandêmico foi um dos marcos dessa perigosa tendência. É importante reconhecer os benefícios da utilização das plataformas digitais mas sem perder de vista que não se trata de uma atuação com neutralidade mas sim repleta de interesses daqueles que controlam seu funcionamento. Acompanhar os debates acerca desse processo de modo que a autonomia educacional e a soberania desta sejam preservadas e apropriadas por estudantes e educadores(as).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 20:08:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3703265852</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Prompts</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3703272534</link>
         <description><![CDATA[<p>Abaixo encontram-se as 5 perguntas que enviei para o chatGPT com base nas anotações que fiz e nos questionamentos que ocorreram durante a aula do dia 05/11. Achei muito interessante as respostas concedidas, mesmo diante do meu pedido de responder essas questões de forma coesa. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>1. Como a platafomização da educação pode impactar na atuação docente no Brasil?</strong></p><p>A plataformização da educação altera significativamente o trabalho docente no Brasil ao introduzir sistemas que padronizam conteúdos, metodologias e formas de avaliação. Embora essas plataformas possam ampliar o acesso a recursos e facilitar a gestão escolar, elas também reduzem a autonomia pedagógica e ampliam a vigilância sobre práticas docentes, por meio de métricas e monitoramentos contínuos. Além disso, exigem novas competências digitais e frequentemente geram carga de trabalho extra não reconhecida institucionalmente. Assim, o trabalho docente passa por uma reconfiguração que envolve tanto oportunidades quanto riscos à liberdade pedagógica e à profissionalização.</p><p><strong>2. É possível garantir sustentabilidade e soberania de dados no processo de plataformização da educação?</strong></p><p>Garantir sustentabilidade e soberania de dados em um cenário de plataformização é possível, mas depende de escolhas políticas e modelos de governança. Isso inclui o uso de plataformas abertas, auditáveis e de infraestrutura pública, bem como a adoção de práticas que respeitem a LGPD e assegurem transparência no tratamento de dados. Também é necessário que contratos com empresas privadas imponham limites para coleta e uso de informações educacionais. Sem essas medidas, o sistema educacional tende a se tornar dependente de corporações e vulnerável à exploração comercial de dados sensíveis.</p><p><strong>3. Até que ponto uma tecnologia serve para um propósito educacional e formação crítica dos sujeitos?</strong></p><p>A tecnologia serve ao propósito educacional apenas enquanto permanece subordinada a um projeto pedagógico crítico e humanizador. Ela pode enriquecer a aprendizagem ao ampliar o acesso à informação, fomentar a autoria e melhorar a comunicação, mas se torna prejudicial quando suas lógicas de automação, eficiência e padronização começam a orientar o ensino. O limite aparece quando a tecnologia passa a substituir o julgamento humano, reduzindo a reflexão crítica em favor de métricas e comportamentos programados. Assim, seu uso deve ser intencional, transparente e alinhado com finalidades educativas emancipadoras.</p><p><strong>4. Cite exemplos de políticas públicas de TIC e suas ressonâncias educacionais</strong></p><p>Ao longo das últimas décadas, políticas públicas de TIC estruturaram a digitalização da educação brasileira. O ProInfo iniciou a informatização escolar com laboratórios e formação docente; o programa Banda Larga nas Escolas ampliou a conectividade, embora com desigualdades na qualidade. O projeto UCA buscou promover inclusão digital mediante a distribuição de laptops, mas enfrentou descontinuidade. Mais recentemente, o alinhamento da BNCC com plataformas digitais e a implementação do PNLD Digital intensificaram a integração de conteúdos e avaliações em ambientes online. Essas políticas trouxeram avanços, mas também ampliaram a dependência de plataformas privadas.</p><p><strong>5. Quais são alternativas possíveis a serem adotadas diante do contexto de plataformização da educação brasileira?</strong></p><p>Frente à crescente plataformização, alternativas possíveis envolvem o desenvolvimento de plataformas públicas e interoperáveis que reduzam a dependência de serviços privados. A adoção de softwares livres fortalece a autonomia tecnológica das instituições. Uma regulação mais robusta sobre dados e algoritmos é essencial para garantir privacidade e proteger estudantes e professores. Promover formação docente crítica contribui para o uso consciente das tecnologias. Além disso, investir em infraestrutura pública de dados e em consórcios regionais pode ampliar a soberania digital e democratizar o acesso à tecnologia no país.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 20:28:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3703272534</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Textos, vídeos, imagens e outros materiais</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3707314865</link>
         <description><![CDATA[<p>A discussão trazida por Bonilla e Pretto (2000) no artigo Políticas Brasileiras de Educação e Informática, apontam para a necessidade de fomentar a autonomia do campo educacional através de políticas públicas eficientes, desse modo a tecnologia se entrelaça aos processos pedagógicos e a democratização do acesso e ensino. Leitura indispensável!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 18:41:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prompts</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3707334435</link>
         <description><![CDATA[<p>Abaixo as questões elaboradas por mim e direcionadas ao ChatGPT com base na discussão sobre Políticas Públicas e Tecnologias</p><p><strong>1. Nos últimos 5 anos, como o Brasil se portou acerca da formulação de Políticas Brasileiras de Educação e Tecnologias Digitais?</strong></p><p>Nos últimos cinco anos, o Brasil avançou na formulação de políticas que buscam integrar tecnologias digitais à educação, embora de forma desigual entre regiões e redes de ensino. Documentos como a BNCC, o Plano Nacional de Educação e as diretrizes sobre Competências Digitais reforçaram a importância do uso pedagógico das tecnologias. Durante a pandemia, o país acelerou investimentos em conectividade, plataformas educacionais e formação docente voltada para o ensino remoto. No entanto, muitos programas foram descontinuados ou sofreram instabilidade política, dificultando continuidade. Estados e municípios lideraram iniciativas mais consistentes que o governo federal. O cenário mostra avanços, mas ainda marcado por fragmentação, falta de financiamento contínuo e desigualdades de acesso.</p><p><strong>2. Qual a necessidade do uso da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na Educação?</strong></p><p>As TIC são necessárias na educação para ampliar as possibilidades de aprendizagem, diversificar metodologias e fortalecer a autoria e participação dos estudantes. Elas permitem acesso a múltiplas fontes de conhecimento, favorecendo a pesquisa, a criatividade e a resolução colaborativa de problemas. Também tornam o ensino mais inclusivo, oferecendo recursos de acessibilidade e adaptações pedagógicas. A escola, ao incorporar TIC, aproxima-se da realidade digital vivenciada pelos alunos, tornando o processo educativo mais relevante. Além disso, contribuem para o desenvolvimento de competências essenciais do século XXI, como letramento digital, pensamento crítico e comunicação mediada por tecnologias. Por fim, ampliam a capacidade de gestão escolar e apoio pedagógico.</p><p><strong>3. Quais são as políticas que envolvem a relação entre educação e tecnologias?</strong></p><p>Entre as principais políticas estão a BNCC, que inclui competências digitais como fundamentais para a formação dos estudantes, e o Plano Nacional de Educação, que prevê a integração de tecnologias no currículo. Há também o Programa de Inovação Educação Conectada, voltado à conectividade e ao uso pedagógico da tecnologia nas escolas públicas. O ProInfo, mesmo enfraquecido nos últimos anos, ainda representa um marco na oferta de infraestrutura e formação. Além disso, diretrizes do MEC e do CNE tratam da formação docente em tecnologias educacionais. Estados e municípios criaram políticas próprias de plataformas digitais, ambientes virtuais de aprendizagem e inclusão digital. Essas políticas visam articular infraestrutura, formação e inovação pedagógica.</p><p><strong>4. Como combater o tecnicismo federal e as pressões internacionais e nacionais para “vender pacotes educativos computacionais”?</strong></p><p>Combater esse tecnicismo exige fortalecer uma visão crítica de tecnologia, priorizando autonomia pedagógica e escolhas educacionais baseadas em necessidades locais. É fundamental investir na formação de professores para que possam avaliar soluções tecnológicas de forma consciente, evitando dependência de pacotes fechados. A transparência nas compras públicas e a participação da comunidade escolar nas decisões garantem escolhas mais democráticas. O Estado deve incentivar o desenvolvimento nacional de softwares livres e plataformas abertas, reduzindo dependência de empresas internacionais. Além disso, políticas de avaliação contínua ajudam a identificar se as tecnologias realmente contribuem para aprendizagem. Por fim, é essencial que a educação não seja tratada como mercado, mas como direito.</p><p><strong>5. Como as Políticas Brasileiras de Educação e Tecnologia podem contribuir para a soberania nacional?</strong></p><p>Essas políticas contribuem para a soberania nacional ao promover autonomia tecnológica, reduzindo a dependência de soluções estrangeiras que controlam dados e infraestrutura. Investir em pesquisa, inovação e produção de tecnologias educacionais nacionais fortalece a indústria brasileira e cria ecossistemas próprios de desenvolvimento. A formação de estudantes e professores em competências digitais prepara o país para competir globalmente em ciência e tecnologia. Políticas baseadas em softwares livres e plataformas abertas também garantem segurança de dados e liberdade pedagógica. Além disso, conectar escolas e ampliar a inclusão digital reduz desigualdades e fortalece a cidadania. Assim, educação e informática tornam-se pilares estratégicos para a soberania científica, econômica e cultural do país.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 18:57:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3707334435</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Textos, vídeos, imagens e outros materiais</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3707353419</link>
         <description><![CDATA[<p>Muitooo interessante essa entrevista!  A pesquisadora e professora Célia Carvalho(UFMS) trouxe contribuições valiosas para a pesquisa em educação. A metodologia adotada por ela de pesquisa interventiva faz muito sentido ao pensar a formação de professores para o uso das tecnologias. Realmente há muito a se aprender!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 19:12:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prompts</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3707601283</link>
         <description><![CDATA[<p>Essas foram as perguntas que elaborei e enviei para o ChatGPT responder. Ele respondeu de forma direta e objetiva sem muita precisão de dados mas abarcando de os aspectos que solicitei. </p><p><br/></p><p><strong>1. Como avaliar a eficácia dos cursos de formação tecnológica para docentes e garantir um processo de feedback contínuo?</strong></p><p>A avaliação da eficácia deve combinar métodos quantitativos e qualitativos para compreender tanto os resultados quanto os processos da formação. Indicadores como participação, finalização dos módulos, aplicação prática em sala e melhoria do desempenho dos estudantes ajudam a medir impacto. Além disso, é essencial coletar relatos dos professores sobre desafios e facilidades encontradas no uso das tecnologias. O feedback contínuo pode ser garantido por formulários periódicos, grupos focais e acompanhamento pedagógico. Plataformas digitais também podem registrar engajamento e evolução de competências. Por fim, as instituições devem ajustar conteúdos e metodologias com base nessas devolutivas, assegurando formações dinâmicas e pertinentes.</p><p><strong>2. Como os professores podem ser formados para utilizar a tecnologia de forma a aumentar o engajamento dos estudantes?</strong></p><p>A formação deve priorizar metodologias ativas, como sala de aula invertida, projetos colaborativos e uso de ferramentas interativas. Os docentes precisam aprender a transformar a tecnologia em recurso pedagógico e não apenas operacional. Oficinas práticas, estudos de caso e simulações ajudam a desenvolver segurança no uso das ferramentas. Além disso, a formação deve abordar aspectos de motivação, gamificação e personalização da aprendizagem. A criação de comunidades de prática entre professores fortalece o compartilhamento de experiências e soluções. Assim, o docente aprende a integrar tecnologia de forma estratégica, aumentando o interesse e a participação dos alunos.</p><p><strong>3. Como garantir a segurança e a proteção de dados de professores e estudantes no uso de tecnologias em sala de aula?</strong></p><p>Para garantir segurança, é fundamental adotar plataformas que respeitem legislações como a LGPD, assegurando o tratamento adequado dos dados. Escolas e redes precisam implementar políticas claras de privacidade e conscientizar usuários sobre práticas seguras. O uso de senhas fortes, autenticação em dois fatores e controle de acessos reduz riscos de invasões. Além disso, softwares devem ser atualizados frequentemente para corrigir vulnerabilidades. A formação digital de professores e alunos deve incluir educação sobre cibersegurança e ética na informação. A transparência sobre coleta, armazenamento e compartilhamento de dados é essencial para preservar a confiança da comunidade escolar.</p><p><strong>4. Quais estratégias podem ser utilizadas para que as tecnologias estimulem o pensamento crítico e a reflexão?</strong></p><p>Uma estratégia eficaz é usar plataformas que incentivem pesquisa, análise de fontes e comparação de informações, promovendo autonomia intelectual. Ferramentas digitais podem ser aplicadas em projetos investigativos, debates online e resolução de problemas reais. A curadoria crítica de conteúdos pelo professor também estimula reflexões mais profundas. Além disso, tecnologias como simuladores e ambientes virtuais permitem explorar cenários e tomar decisões fundamentadas. Atividades com múltiplas perspectivas, como webquests e produção multimídia, ampliam a capacidade argumentativa dos alunos. Dessa forma, a tecnologia deixa de ser apenas instrumental e se torna mediadora da construção crítica do conhecimento.</p><p><strong>5. Exemplo de programa de formação de professores para o uso das tecnologias na região Nordeste.</strong></p><p>Um exemplo é o <strong>Programa de Inovação Educação Conectada</strong>, implementado em diversos estados do Nordeste com forte participação de redes como Ceará, Pernambuco e Bahia. Essas redes aderiram ao programa oferecendo formação continuada sobre uso pedagógico das tecnologias, integrando plataformas digitais e metodologias inovadoras. Em Pernambuco, por exemplo, o estado promoveu capacitações por meio do “Educação Integrada”, com foco em competências digitais docentes. Já no Ceará, programas de formação ligados às escolas em tempo integral ampliaram o uso de recursos tecnológicos na prática pedagógica. Esses modelos fortaleceram a inclusão digital e o uso crítico das tecnologias no ensino.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 00:05:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apresentação de Trabalho</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3707609040</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 26/11 eu e Erica apresentamos o nosso trabalho com a temática Produção de Vídeo. Foi um momento muito rico de troca de aprendizados!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 00:11:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Slide</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3708565947</link>
         <description><![CDATA[<p>Segue aqui os slides utilizados na apresentação! Nele tem as referências que utilizamos e até mesmo indicação de softwares livres para produção de vídeo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 13:09:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mastodon</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3708621934</link>
         <description><![CDATA[<p>Descobrindo essa rede social e já engajando algumas discussões por lá! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 13:50:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sugestão</title>
         <author>clarissabbritocb</author>
         <link>https://padlet.com/clarissabbritocb/EDC287/wish/3708633986</link>
         <description><![CDATA[<p>Amei essa recomendação da equipe que trabalhou a temática de Gameficação! Já quero jogar. Trata-se de um game educacional que aborda a Revolta dos Búzios, movimento revolucionário baiano liderado pela população negra em 1798.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 13:58:25 UTC</pubDate>
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