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      <title>2T2 FOTOGRAFANDO O TERRITÓRIO | USO DO ESPAÇO | TERRITORIALIDADE | CIDADE by BARBARA BEATRIZ PENA DA SILVA</title>
      <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/ic4vn52kkxyp9s1z</link>
      <description>1- Coloque a foto de acordo com o local e a 2 - escreva qual instrução que o grupo escolheu, exemplo: &quot;Fotografe elementos acolhedores ou que você se reconheça nesse espaço&quot;. 3. Coloque também o motivo dessa foto e como vocês associaram com a frase de referência que está no verso da folha de atividade entregue pelos professores. 4. COLOQUE O NOME DO GRUPO NA TAREFA. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-20 01:18:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ana Duque Nardelli - Juan Carlos Hernandez - Rodrigo Nishimura de Faria - Mariana Aparecida</title>
         <author>lolhaylolhay</author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/ic4vn52kkxyp9s1z/wish/1839469415</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que identificamos:<br></strong><br></div><div>1. algo que distingue esse espaço como sendo uma escola&nbsp;<br><br></div><div>2. símbolos que reconheçam o local como um espaço escolar.&nbsp;<br><br></div><div>3. elementos acolhedores ou que você se reconheça nesse espaço.&nbsp;<br><br><br><br></div><div><strong><em>&nbsp;“Nessa concepção, o conteúdo cultural ou simbólico-cultural delimita o território a partir da teia de representações e subjetividades que se enraízam em porção do espaço território, dando-lhe espaço território, dando-lhe identidade. Nesse sentido, o território é visto como produto da apropriação/valorização simbólica de um grupo em relação ao seu espaço vivido.” (DANTAS; IONE, 2012)</em></strong><br><br>Opinião do grupo:</div><div><br></div><div>O texto fala sobre a identidade de um território. Escolhemos esta foto, pois o aviso na parede e a imagem da sala de aula nos mostra a representação da sala de aula e como conseguimos identificar ela.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 15:42:06 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Duque Nardelli - Juan Carlos Hernandez - Rodrigo Nishimura de Faria - Mariana Aparecida</title>
         <author>lolhaylolhay</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O que identificamos:<br></strong><br></div><div>1. símbolos ou locais que demonstram que esse é um espaço de trabalho;&nbsp;<br><br></div><div>2. símbolos que demostre que há interação entre pessoas nesse espaço — ou não (este é um espaço pensando para trabalho coletivo ou individual?).<br><br><strong><em>“A territorialidade pode ser expressa de um ponto de vista cíclico (como no caso da prostituição, que ocupa ruas em determinados momentos do dia), móvel (como no caso de ambulantes, que circulam pelas ruas de acordo com a efetividade da fiscalização pública) e até mesmo em rede (como ocorre com até mesmo em rede (como ocorre com o tráfico de drogas, que está conectado ao circuito internacional do tráfico).” (MORAES, 2020)<br></em></strong><br></div><div>&nbsp;Opinião do grupo:<br><br></div><div>O texto diz sobre a territorialidade e os trabalhos e a interação entre as pessoas no local. Nas fotos conseguimos ver o trabalho em coletividade e a interação entre os professores na sala, além de que conseguimos também ver que a sala dos professores do ensino médio é um espaço com trabalho coletivo, já que não tem barreiras dividindo as pessoas. Na sala dos professores do ensino superior, vemos a divisão do trabalho pelas cabines, dividindo a interação entre os professores durante o horário de trabalho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 15:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Duque Nardelli - Juan Carlos Hernandez - Rodrigo Nishimura de Faria - Mariana Aparecida</title>
         <author>lolhaylolhay</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O que identificamos:<br></strong><br></div><div>1. símbolos, objetos que dão a entender que as pessoas de modo geral não devem frequentar esse espaço.&nbsp;<br><br></div><div>2. coisas, símbolos que especifiquem o trabalho realizado nesse local.&nbsp;<br><br></div><div>3. algo que claramente não pertence ao Senac.&nbsp;<br><br></div><div>4. fronteiras.<br><br><br><strong><em>“Relações de poder que estão nas famílias, nas universidades, no Estado em suas diferentes e complementares instâncias, nas fábricas, na igreja...enfim, em nossa vida cotidiana. Relações vida cotidiana. Relações que são vividas, sentidas e, às vezes percebidas e compreendidas diferentemente. Assim são os territórios e as territorialidades: vividos, percebidos e percebidos e compreendidos de formas distintas.” (SAQUETE, 2010.)<br></em></strong><br></div><div>Opinião do grupo:<br><br></div><div>O texto fala sobre relações de poder em um território, aqui podemos ver claramente que os funcionários da construção possuem mais poder nesse local em comparação com um aluno por exemplo. Essas relações podem ser compreendidas de maneiras diferentes, sendo tratadas com estranhamento por algumas pessoas e com admiração por outras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 15:46:44 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Duque Nardelli - Juan Carlos Hernandez - Rodrigo Nishimura de Faria - Mariana Aparecida</title>
         <author>lolhaylolhay</author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/ic4vn52kkxyp9s1z/wish/1839481117</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que identificamos:<br></strong><br></div><div>1. Algo que claramente não pertence a instituição.&nbsp;<br><br></div><div>2. Fronteiras.&nbsp;<br><br></div><div>3. Elementos acolhedores ou que você se reconheça nesse espaço.&nbsp;<br><br></div><div>4. pessoas fazendo atividade típicas ou atípicas e esperadas para esses espaços (respeitosamente).<br><br><strong><em>“Na clássica definição de Richard Sennett, uma cidade é “um assentamento humano em que estranhos têm chance de se encontrar”. Isso significa que estranhos têm chance de se encontrar em sua condição de estranhos, saindo como estranhos do encontro casual que termina de maneira tão abrupta quanto começou.” (BAUMAN, tão abrupta quanto começou.” (BAUMAN, Z. Modernidade Liquida)<br></em></strong><br></div><div>&nbsp;Opinião do grupo:<strong><em><br></em></strong><br></div><div>Considerando o texto e o nosso aprendizado, o Senac é uma cidade, e nessa cidade, existem muitas pessoas estranhas. Aqui nesse caso, o estranhamento ocorreria entre as pessoas que frequentam a academia com os alunos. O motivo desse estranhamento seria pelo motivo de ambos os grupos não se conhecerem, pois apesar de estarem no mesmo espaço, estão realizando atividades completamente diferentes com focos divergentes &nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 15:48:54 UTC</pubDate>
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         <title>Luane Souza, Lucas Borges, Maria Fernanda Espirito Santo e Thayane Duarte.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Orientação escolhida</strong><br><em>1. Alguém que trabalhe nesse espaço.</em><br><br><strong>Frase:</strong><br><em>“Na clássica definição de Richard Sennett, uma cidade é “um assentamento humano em que estranhos têm chance de se encontrar”. Isso significa que estranhos têm chance de se encontrar em sua condição de estranhos, saindo como estranhos do encontro casual que termina de maneira tão abrupta quanto começou.” (BAUMAN, tão abrupta quanto começou.” (BAUMAN, Z. Modernidade Liquida)&nbsp; <br></em><br><strong>Análise: </strong><br>A escolha da fotografia acima está atrelada à frase pela razão de que o espaço ocupado no campus do Senac assemelha-se a uma cidade em tamanho e nas relações sociais ali estabelecidas.<br>Os sujeitos fotografados possuem uma ligação com a instituição, assim como nós alunos, entretanto aos nos encontrarmos nas dependências escolares assumimos os papéis de estranhos, apesar da sensação de pertencimento ao mesmo local.<br>O evento registrado demonstra em sua totalidade essa dinâmica, pois os identificamos como parte pertencente ao local por suas identificações penduradas em seus pescoços, as mochilas em suas costas e o andar apressado, característico do horário de intervalo profissional. Nosso encontro foi efêmero como as relações sociais modernas, os abordamos, identificamos, fotografamos e saímos estranhos outra vez.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 00:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>Luane Souza, Lucas Borges, Maria Fernanda Espirito Santo e Thayane Duarte</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Orientação escolhida:</strong><br><em>2. símbolos que demostre que há interação entre pessoas nesse espaço — ou não (este é um espaço pensando para trabalho coletivo ou individual?)<br></em><strong><br>Frase:</strong><br><em>“Relações de poder que&nbsp;</em></div><div><em>estão nas famílias, nas&nbsp;</em></div><div><em>universidades, no Estado&nbsp;</em></div><div><em>em suas diferentes e&nbsp;</em></div><div><em>complementares&nbsp;</em></div><div><em>instâncias, nas fábricas, na&nbsp;</em></div><div><em>igreja...enfim, em nossa&nbsp;</em></div><div><em>vida cotidiana. Relações&nbsp;</em></div><div><em>vida cotidiana. Relações&nbsp;</em></div><div><em>que são vividas, sentidas&nbsp;</em></div><div><em>e, às vezes percebidas e&nbsp;</em></div><div><em>compreendidas&nbsp;</em></div><div><em>diferentemente. Assim são&nbsp;</em></div><div><em>os territórios e as&nbsp;</em></div><div><em>territorialidades: vividos,&nbsp;</em></div><div><em>percebidos e&nbsp;</em></div><div><em>percebidos e&nbsp;</em></div><div><em>compreendidos de formas&nbsp;</em></div><div><em>distintas.” (SAQUETE, 2010.</em>) &nbsp;</div><div><br><strong>Análise:</strong><br>Ao adentrarmos os ambientes da graduação e do ensino médio identificamos diferentes concepções de trabalho, sendo estas mais colaborativas e acolhedoras no ambiente colegial demonstrado pela disposição do móveis de forma que permita a interação com os demais colegas, bem como um cenário que assemelha-se à um café, o qual é facilmente identificado como um ambiente agradável e tranquilo. Entretanto, ao adentrar o ambiente acadêmico (graduação) a percepção se manifesta de maneira contrária, a sala é organizada em baias, locais de trabalho individual, assemelhando-se ao um ambiente clínico, com uma pureza intocada pelas relações mundanas que não possuem um cunho intelectual.<br>Todavia, ressaltamos que a presença de sujeitos conhecidos no primeiro ambiente atribui à este um caráter acolhedor, divergente da hostilidade do desconhecido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 00:22:07 UTC</pubDate>
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         <title>Luane Souza, Lucas Borges, Maria Fernanda Espirito Santo e Thayane Duarte.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Orientação escolhida:</strong><br><em>3. algo que claramente não pertence ao Senac.<br>4. fronteiras</em><br><br><br><strong>Frase:</strong><br><em>O conceito de territorialidade, assim, está ligado ao de identidade porque o território pressupõe manifestações identitárias. A territorialidade é "a qualidade subjetiva do grupo social ou do indivíduo que lhe permite, com base em imagens, permite, com base em imagens, representações e projetos, tomar consciência de seu espaço de vida” (Cara, 2002, p. 261). </em><br><br><br><strong>Análise:</strong><br>Nas fotos apresentadas somos capazes de identificar o território delimitado por grades que impedem o acesso de terceiros aquele local, sendo assim, existe de forma arbitrária o poder e controle expressos pelo espaço físico, os quais delimitam a troca e convivência. Ademais, o telefone fotografado claramente não pertence ao espaço de trabalho, pois este torna-se uma forma de contato com o mundo externo à alienação ali estabelecida.&nbsp;<br>O telefone e a mão posicionada na grade rompem com o parâmetro de territorialidade estabelecidos naqueles locais, subvertem a vontade imposta, pois este ponto na curva atribui personalidade e resistência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 00:37:46 UTC</pubDate>
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         <title>Luane Souza, Lucas Borges, Maria Fernanda Espirito Santo e Thayane Duarte</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/ic4vn52kkxyp9s1z/wish/1843358974</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Orientação escolhida:</strong><br><em>4. pessoas fazendo atividade típicas ou atípicas e esperadas para esses espaços (respeitosamente) </em><br><br><strong>Frase:</strong><br><em>“Nessa concepção, o conteúdo cultural ou simbólico-cultural delimitam o território a partir da teia de representações e subjetividades que se enraízam em porção do espaço território, dando-lhe espaço território, dando-lhe identidade. Nesse sentido, o território é visto como produto da apropriação/valorização simbólica de um grupo em relação ao seu espaço vivido.” (DANTAS; IONE, 2012) vivido.” (DANTAS; IONE, 2012) </em><br><br><strong>Análise:</strong><br>As fotografias apresentam trabalhadores em atividades atípicas de sua jornada de trabalho, estes encontram-se em momentos de descontração e troca humana, a qual subverte todo o modelo de produção sob o qual o proletário é submetido.<br>Ademais, as relações ali estabelecidas atribuem ao ambiente um caráter humano e que criam uma identidade para aqueles indivíduos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 00:45:56 UTC</pubDate>
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         <title>Erick Nogueira, Kauã Daiub, Pedro Pacheco e Rian Campos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/ic4vn52kkxyp9s1z/wish/1845819200</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Orientações Escolhidas:<br><br></strong>1.<strong> </strong>símbolos, objetos que dão a entender que as pessoas de modo geral não devem frequentar esse espaço;&nbsp;<br><br></div><div>3. algo que claramente não pertence ao Senac;<br><br></div><div>4. fronteiras.<br><br><strong>Explicando a Foto: <br><br></strong>A foto mostra um aluno (Erick Nogueira) utilizando de um poste de luz para atividades que não deveriam ser feitas nele (Pole Dance), relacionando assim com o item 1.&nbsp; <br><br>No fundo da foto, vemos um prédio de luxo. Esse, não pertence ao Senac, relacionado a foto com o item 3.<br><br>Além disso, na foto, existem dois ambientes. O primeiro, é o ambiente do Senac, onde Erick, o poste de luz, as plantas e a quadra estão. O segundo, é o ambiente fora do Senac, onde podemos ver os prédios e o céu. O que divide ela, é uma fronteira, relacionando a foto com o item 4. <br><br><strong>Frase:&nbsp;<br><br></strong>“Nessa concepção, o conteúdo cultural ou simbólico-cultural delimitam o território a partir da teia de representações e&nbsp; subjetividades que se enraízam em porção do&nbsp; espaço território, dando-lhe espaço território, dando-lhe identidade. Nesse sentido, o território é visto como&nbsp;</div><div>produto da apropriação/valorização&nbsp;</div><div>simbólica de um grupo em relação ao seu espaço vivido.” (DANTAS; IONE, 2012)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 17:37:40 UTC</pubDate>
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         <title>Erick Nogueira, Kauã Daiub, Pedro Pacheco e Rian Campos.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Orientações Escolhidas:<br><br></strong>1. algo que distingue esse espaço como sendo uma escola;<br><br></div><div>2. símbolos que reconheçam o local como um espaço escolar;</div><div><br></div><div>4. alguém que trabalhe nesse espaço (respeitosamente).<br><br><strong>Explicando a Foto:&nbsp; <br><br></strong>Os alunos (Pedro e Erick) estão trajados com roupas mundanas. Assim como a professora, nenhum dos 3 apresenta um uniforme. Descaracterizando esse local como uma escola comum. Isso, relaciona a foto com o item 1.<br><br>Pedro e Erick estão assistindo uma aula de uma professora. Essa, se apresenta na frente de todos, trabalhando ao lado da lousa. Isso caracteriza esse local como um espaço escolar.<br><br>A Professora Thais, esta dando uma aula para os alunos. Relacionado a foto com o item 4.<br><br><strong>Frase: <br><br></strong>O conceito de territorialidade, assim, está ligado ao de identidade porque o território pressupõe manifestações identitárias. A territorialidade é "a qualidade subjetiva do grupo social ou do indivíduo que lhe permite, com base em imagens, permite, com base em imagens, representações e projetos, tomar consciência de seu espaço de vida” (Cara, 2002, p. 261).&nbsp;</div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 17:45:13 UTC</pubDate>
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         <title>Erick Nogueira, Kauã Daiub, Pedro Pacheco e Rian Campos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbarabpsilva/ic4vn52kkxyp9s1z/wish/1845850982</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Orientações Escolhidas:<br></strong><br>1. símbolos ou locais que demonstram que esse é um espaço de trabalho;&nbsp;<br><br></div><div>2. símbolos que demostre que há interação entre pessoas nesse espaço — ou não (este é um espaço pensando para trabalho coletivo ou individual?).<br><br><strong>Explicando a Foto:<br><br></strong>À direita, vemos um local dividido em "divisórias". Cada uma delas é ocupada por um trabalhador do local, sendo uma secretaria, um professor, etc. À esquerda, vemos duas mulheres trabalhando com seus computadores e documentos.&nbsp; Isso, relaciona a foto com o item 1.<br><br>Olhando a fotografia à esquerda, vemos duas pessoas interagindo com a câmera. Essas, interagiam entre si antes da realização da atividade. Essas duas mulheres, relacionam a foto com o item 2.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 17:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>Erick Nogueira, Kauã Daiub, Pedro Pacheco e Rian Campos.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Orientações Escolhidas: <br><br></strong>1. algo que claramente não pertence a instituição;<br><br></div><div>2. fronteiras;</div><div><br></div><div>4. pessoas fazendo atividade típicas ou atípicas e esperadas para esses espaços (respeitosamente).<br><br><strong>Explicando a Foto:<br><br></strong>À esquerda temos uma imagem de uma piscina e de uma academia. Essas, não pertencem à intuição Senac, relacionando assim a foto com o item 1.<br><br>À esquerda temos uma fronteira do trabalhador e do consumidor. Onde uma pequena bancada divide o espaço de quem compra e de quem vende os produtos dessa praça de alimentação. Assim, a foto se relaciona com o item 2.<br><br>À esquerda temos trabalhadores vendendo comida para seus consumidores. Isso faz com que a imagem se encaixe no item 4.<br><br><strong>Frase:<br><br></strong>“Na clássica definição de Richard Sennett,&nbsp;</div><div>uma cidade é “um assentamento humano&nbsp;</div><div>em que estranhos têm chance de se&nbsp;</div><div>encontrar”. Isso significa que estranhos têm&nbsp; chance de se encontrar em sua condição de estranhos, saindo como estranhos do encontro casual que termina de maneira tão abrupta quanto começou.” (BAUMAN, Z. Modernidade Liquida) &nbsp;</div><div><strong><br></strong><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 20:35:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Frase:<br></strong><br><em>“Relações de poder que&nbsp;</em></div><div><em>estão nas famílias, nas&nbsp;</em></div><div><em>universidades, no Estado&nbsp;</em></div><div><em>em suas diferentes e&nbsp;</em></div><div><em>complementares&nbsp;</em></div><div><em>instâncias, nas fábricas, na&nbsp;</em></div><div><em>igreja...enfim, em nossa&nbsp;</em></div><div><em>vida cotidiana. Relações&nbsp;</em></div><div><em>vida cotidiana. Relações&nbsp;</em></div><div><em>que são vividas, sentidas&nbsp;</em></div><div><em>e, às vezes percebidas e&nbsp;</em></div><div><em>compreendidas&nbsp;</em></div><div><em>diferentemente. Assim são&nbsp;</em></div><div><em>os territórios e as&nbsp;</em></div><div><em>territorialidades: vividos,&nbsp;</em></div><div><em>percebidos e&nbsp;</em></div><div><em>percebidos e&nbsp;</em></div><div><em>compreendidos de formas&nbsp;</em></div><div><em>distintas.” (SAQUETE, 2010.</em>) &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 20:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>lucas Yuki Rafael de Oliveira Fernanda Rodrigues Maria Eduarda Leonardo</title>
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         <description><![CDATA[<div>EXPLICAÇÃO:<br><br>vemos logo ao fundo uma área q traz conforto, vemos também uma profissional do ramo escolher é uma apresentação do pessoal acadêmico .</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:15:49 UTC</pubDate>
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         <title>lucas Yuki Rafael de Oliveira Fernanda Rodrigues Maria Eduarda Leonardo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>EXPLICAÇÃO :<br><br>nessa imagem vemos uma área de trabalho menos coletiva, bem diferente da salas dos professores do ensino médio </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:16:57 UTC</pubDate>
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         <title>lucas Yuki Rafael de Oliveira Fernanda Rodrigues Maria Eduarda Leonardo</title>
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         <description><![CDATA[<div>EXPLICAÇÃO :<br><br>mostra uma área restrita que nós da uma impressão de prisão</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:19:22 UTC</pubDate>
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         <title>lucas Yuki Rafael de Oliveira Fernanda Rodrigues Maria Eduarda Leonardo</title>
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         <description><![CDATA[<div>vemos um belo campo, não só um mas vários, são campos que em escola comuns não encontramos e isso é o diferencial do senac </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 16:21:59 UTC</pubDate>
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