<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Literatura Portuguesa - A Poesia Trovadoresca  by Thalita Mendes</title>
      <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas</link>
      <description>Feito com amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-06 17:51:46 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-09-07 04:22:08 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Literatura Portuguesa</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278576367</link>
         <description><![CDATA[<div>A história da Literatura Portuguesa tem inicio em 1198 (ou 1189), com a cantiga de amor e escárnio <em>A Ribeirinha</em>, feita pelo trovador Paio Soares de  Taveirós, dedicada a Maria Pais Ribeiro (que foi a favorita de D. Sancho I) e é fundada pela<strong> Lírica</strong> e pela <strong>Sátira</strong>. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 17:56:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278576367</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A poesia trovadoresca</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278590256</link>
         <description><![CDATA[<div>A lírica trovadoresca instalou-se na Península Ibérica por influência provençal, sofrendo na sua transferência o impacto do novo ambiente, alterando algumas de suas características. Provavelmente, sua principal mudança consistiu no aspecto platônico das confidências amorosas – que dentro do trovadorismo português é o ponto mais alto do processo sentimental. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 18:19:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278590256</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278595111</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema recebia o nome de “cantiga” (ou ainda de “canção” e “cantar”) pelo fato de o lirismo medieval estar intimamente associado com a música: a poesia era cantada ou entoada, e instrumentada. Cabia ao poeta escrever a letra (a poesia) e também as partituras da música (instrumento e voz). O poeta era chamado <em>Trovador</em> e o bobo da Corte, o mímico, o bailarino, chamava-se <em>Jogral, que à</em>s vezes também compunha. <em>Segrel</em> era o trovador profissional e , via de regra, andarilho, e o <em>Menestrel</em>, o músico. O idioma das cantigas era o galaico-português. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 18:27:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278595111</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278600974</link>
         <description><![CDATA[<div>As canções trovadorescas são conservadas em “cancioneiros” (= coletâneas de cantigas), dos quais os mais valiosos são o <em>Cancioneiro da Ajuda</em> (apenas encerra cantigas de amor), o <em>Cancioneiro da Vaticana</em> e o <em>Cancioneiro da Biblioteca Nacional</em>. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 18:38:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278600974</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Classificação das Cantigas</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278605926</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 18:47:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278605926</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cantiga de Amor</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278612934</link>
         <description><![CDATA[<div>Contém confissões amorosas do trovador, que padece por conquistar uma dama inacessível, em consequência de sua condição social superior ou de ele afastar para longe a preocupação com a sua posse.<br><br></div><div>Nas cantigas de amor provençais o amor está ligado à alegria de amar, mesmo havendo sofrimento. Nas cantigas de amor galego-portuguesas, há renúncia, sofrimento por amar e o amor aparece como uma fatalidade do homem na qual não se escapa, tendo a perca da alegria e do juízo e vontade de querer morrer. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 19:03:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278612934</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Principais Trovadores da Cantiga de Amor</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278620426</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Paio Soares de Taveirós</strong> (séculos XII-XIII) – O primeiro exemplo da forma lírico-amorosa, dando começo a história da Literatura Portuguesa.<br><br></div><div><strong>Rei D. Dinis</strong> (1261-1325) – Era protetor dos poetas, amante da cultura e trovador dos mais ilustres e o que mais escreveu cantigas (são-lhe atribuídas 138 composições, das quais 76 de amor, 52 de amigo e 10 de maldizer). Também fundou a Universidade de Lisboa, a primeira do país, em 1290.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 19:20:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278620426</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cantiga de Amigo</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278628101</link>
         <description><![CDATA[<div>Contém as confissões amorosas da mulher, geralmente do povo (camponesa; pastora...). Sua <em>coita</em> nasce de entreter amores com um&nbsp; trovador que a abandonou, demora a chegar, ou estar em serviço militar. A moça dirige-se aos pássaros, às fontes, às flores, às amigas, à mãe, etc., mas quem compõe ainda é o trovador.&nbsp;<br><br></div><div>Ao invés do idealismo da Cantiga de Amor, a de Amigo respira realismo em toda a sua extensão; A palavra ‘<em>amigo</em>’ significa ‘<em>namorado</em>’ e ‘<em>amante</em>’. Conforme o lugar ou as circunstâncias em que ocorre o episódio sentimental, a cantiga recebe o título de <em>cantiga de romaria</em>, <em>serranilha</em>, <em>pastorela</em>, <em>marinha </em>ou <em>barcarola</em>, <em>bailada </em>ou <em>bailia</em>. As configurações das Cantigas de Amigo, vista em seu conjunto, traduzem os vários momentos do namoro, desde a alegria da espera ou do diálogo das moças acerca dos seus amores, até a tristeza pelo abandono ou da separação forçada.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 19:40:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278628101</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Principais Trovadores da Cantiga de Amigo</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278629385</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Airas Nunes</strong> – Trovador galego da segunda metade do século XIII, dos mais inspirados de toda a lírica medieval. <br><br></div><div><strong>Nuno Fernandes Torneol</strong> – Trovador da primeira metade do século XIII, e um dos mais autênticos e talentosos poetas do tempo, escrevendo 13 cantigas de amor, 8 de amigo e uma de escárnio. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 19:43:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278629385</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cantigas de Escárnio e de Maldizer</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278634657</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a “<em>Arte de Trovar</em>” (que antecede o <em>Cancioneiro da Biblioteca Nacional</em>), as diferenças entre estas duas modalidades – irmãs da sátira trovadoresca – residiram, no seguinte:&nbsp;<br><br></div><ul><li>A <strong>Cantiga de Escárnio</strong> contaria a sátira indireta, realizada por intermédio do sarcasmo, da zombaria e de uma linguagem de sentido ambíguo;&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>A <strong>Cantiga de Maldizer</strong> encerraria sátira direta, agressiva, contundente, e lançaria mão de uma linguagem objetiva e sem disfarce algum.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div>Entretanto, é possível encontrar cantigas que misturam os dois processos; porém a maior parte das cantigas satíricas eram de Maldizer. A sátira também trabalhava com o exagero, para mais ou para menos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 19:59:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278634657</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Principais Trovadores das Cantigas de Escárnio e de Maldizer</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278635647</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pêro Garcia Burgalês</strong> – Trovador galego da segunda metade do século XIII, que escreveu numerosas cantigas de amor, de amigo e de escárnio e maldizer. <br><br></div><div>João Garcia de Guilhade – Trovador do século XIII, importante não só pelos recursos poéticos que possuía, como pelo número de cantigas que compôs: 21 cantigas de amigo, 15 de maldizer e duas <em>tenções</em>. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 20:01:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278635647</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referência bibliográfica</title>
         <author>mendespthalita</author>
         <link>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278636346</link>
         <description><![CDATA[<div>MOISÉS, Massaud. <strong>A Literatura Portuguesa através dos textos</strong>. 29. ed. São Paulo: Cultrix, 2004.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-09-06 20:04:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mendespthalita/poesiastrovadorecas/wish/278636346</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
