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      <title>Padlet Concepções Ontológicas  da Psicologia  by Gabriela Pimentel</title>
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      <description>Trabalho solicitado pela professora Lidiane Barbosa para avaliação em equipe</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-14 22:48:20 UTC</pubDate>
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         <title>Karen Horney</title>
         <author>gpimentel518</author>
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         <description><![CDATA[<div>Equipe: Gabriela de Lima Pimentel, Maria Karolina da Silva,&nbsp;Vitor Rodrigues dos santos<br><br><br>Karen Horney foi uma médica e psicanalista alemã, nasceu em 1885-1952, foi uma precursora do movimento feminista e descrevia seu trabalho como uma extensão do sistema Freudiano e não uma tentativa de supera-lo, embora falem que ela é uma discidente, sentiasse rejeitada pela a mãe que preferia o irmão mais velho e era desprezada pelo o pai por causa de sua aparencia e inteligencia. Sua teoria reflete a luta para encontrar o amor e a aceitação que não teve em casa, após o divorcio teve um&nbsp; relacionamento com Eric Fromm, no período em que foi casada teve depressão, crises de choro, dores de estômago, incapacidade física e ideação suicida. A princípio Horney estudou psicanálise ortodoxa, todavia com o passar do tempo discordava em alguns pontos e até contrariou algumas premissas psicanalíticas. A psicanálise enfatiza as experiências da infância na formatação da personalidade, Horney não discorda mas acrescenta e enfatiza os fatores sociais e culturais na construção da personalidade sendo estes mais determinantes do que os fatores biológicos da teoria Freudiana. Ela afirmava que o ser humano não era orientado pela a pulsão e o princípio do prazer mas pela a necessidade de satisfação e segurança, assim as neuroses não resultam das pulsões mas sim da tentativa de encontrar nosso caminhos em um mundo repleto de perigos, sendo assim nossos medos têm origem na sociedade e não em nossa anatomia. A autora rejeitava a divisão da estrutura da personalidade em três partes, questionava a validade do complexo de édipo afirmando que na verdade ao invés da mulher ter inveja do pênis o homem&nbsp; que teria inveja do útero, razão pela qual tenta cercear e subestimar a mulher. Ela não aceitava o pensamento da psicanálise ortodoxa e teceu uma teoria mais esperançosa apregoando a crença no potencial positivo que temos que desenvolver nosso potencial e nos tornamos pessoas decentes aproximando-se do humanismo.<br>Impacto social: sem desprezar a genética Honey enfatiza as experiências sociais como base primária tanto da personalidade saudável quanto da neuroética. A sociedade moderna apoia-se na competição entre os indivíduos, cada um de nós é um competidor em potencial para todos os demais, gerando hostilidade ou isolamento. No isolamento as pessoas supervalorizam o amor e enxergam no afeto dos outros a solução para os seus problemas, o amor é uma experiência positiva mais é necessidade desesperada por amor cria um terreno fertil para as neuroses, lutando de forma patológica para encontrar o amor geramos hostilidade baixa autoestima, ansiedade e competitividade além da contínua necessidade de afeição, essa teoria reflete muito das vivências pessoais de Horney.<br>Karen Horney, apesar de seguidora da psicanálise, fez diversas criticas a Freud e propondo sua psicologia feminina. Critcas que a levaram a ser retirada do Instituto Psicolonalico de Nova York.<br>Ela criticava que os inter-relacionamentos eram deixados de lado e o foque ficava na pulsão sexual e no conflito.&nbsp;<br>Ela transformou o foco instintual de Freud em um foco cultural. As pessoas internalizam estereótipos culturais negativos na forma de ansiedade básica e de conflitos internos, de tal maneira que o indivíduo com um problema emocional é “um enteado da nossa cultura”.&nbsp;<br>Para ela o complexo de Édipo, não era um complexo sexual, e sim mas uma ansiedade decorrente de perturbações básicas, como, por exemplo, rejeição, superproteção e punição no relacionamento da criança com a mãe e com o pai.<br>Horney também discordou dos seguintes conceitos freudianos: compulsão à repetição; id, ego e superego; ansiedade; e masoquismo (1939).<br><br>A ansiedade básica Para Horney<br><br>Para Horney, as crianças possuem uma ansiedade básica, que se refere:<br>“sentimento da criança de estar isolada e desamparada em um mundo potencialmente hostil. Uma<br>ampla variedade de fatores adversos no ambiente pode produzir essa insegurança em uma criança:<br>dominação direta ou indireta, indiferença, comportamento errante, falta de respeito pelas necessidades individuais da criança, falta de orientação real, atitudes depreciativas, admiração demais ou ausência de admiração, inexistência de um carinho consistente, ter de tomar partido nas discórdias parentais, responsabilidade exagerada ou insuficiente, superproteção, isolamento em rela-<br>ção a outras crianças, injustiça, discriminação, promessas não cumpridas, atmosfera hostil e assim por diante.” (1945, p. 41)<br><br>Em geral a autora se refere ao termo que induz todos esses fatores, o mal básico, que provoca recessentimento ou hostilidade básica.<br><br>Necessidades neurológicas<br>1- Necessidade de afeição e aprovação. A busca por afeição e aprovação leva o indivíduo a agradar os outros de forma discriminada, pois tentam viver de acordo com as expectativas dos outros. Sentem medo de se autoafimar e tem dificuldade em lidar com a não aceitação. São sensíveis a qualquer sinal de frieza ou rejeição.<br>2- Necessidades de um parceiro. A falta de confiança em si mesmo leva os neuróticos a necessitarem&nbsp; um parceiro que assuma a sua própria vida. Os neuróticos tem medo de serem abandonados e serem deixados sozinhos.&nbsp;<br>3- Necessidade de autorrestrição. Se contentam com pouco e se esforçam para permanecerem imperceptíveis em segundo plano.<br>4- Necessidade de poder, está vinculada ao sentimento de prestígio e de posse, essa necessidade se manifesta através da busca pelo controle sobre pessoas ou de esconder sentimentos fragilidade ou ingenuidade.&nbsp;<br>5- Necessidade de explorar os outros.<br>6- necessidade de prestígio. A valorização da pessoa se baseia na quantidade de reconhecimento público recebido.<br>7- Necessidade de admiração pessoal. Sua autoestima inflada precisa ser constantemente alimentada pela admiração e aprovação das outras pessoas<br>8- Necessidade de realização pessoal. Tais pessoas querem ser às melhores e se obrigam a fazer realizações grandes, resultado de suas inseguranças.<br>9- As necessidades&nbsp; de auto-suficiência e independência. Se tornam solitários e não querem se vincular a ninguém depois de desapontamentos amorosos.<br>10- A necessidade de perfeição e não-vulnerabilidade. Estão constantemente buscando falhas<br>em si mesmas para poder corrigi-las antes<br>que se tornem óbvias para os outros.&nbsp;<br>Alienação<br>O neurótico pode afasta-se do self real e buscar por uma alternativa idealizada. Hornet fala que a alienação é a consequência da tentativa da criança de lidar com a ansiedade básica, pois a ansiedade e a hostilidade levam a criança a considerar o seu self real como inadequado, sem valor e indigno de amor. Por causa dessa auto-imagem negativa, surge um self desprezado, assim a criança responde a essa autodescrição desprezível, criando uma imagem idealizada da pessoa que deveria ser. Esse self idealizado existe junto com muitas auto-expectativas rígidas, criando-se assim "a tirania do deveria" e "a busca da glória."<br>O neurótico busca uma autoestima que não tem, tentando chegar a uma versão irrealista da pessoa que deveria ser. Hornet descreveu abordagens auxiliares ao conflito neurótico. Eles podem desenvolver pontos cegos ou compartimentos, já que escolhem não enxergar divergências entre seu comportamento e seu self idealizado. Podem também empenha-se em cinismo, racionalização ou autocontrole em demasiado. Esses artifícios inconscientes serve como "soluções" para o conflito básico do neurótico.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-15 01:13:49 UTC</pubDate>
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