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      <title>Padlet gramática 2a fase - FUVEST by </title>
      <link>https://padlet.com/MEHELP/i9qfd8xpzv1o26yx</link>
      <description>Esse Padlet tem como objetivo ajudar os alunos a praticarem os textos dissertativos referentes as respostas das questões de possíveis de cair na 2a fase da prova da Fuvest.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-16 22:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>REGRAS DE CONVIVÊNCIA</title>
         <author>MEHELP</author>
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         <description><![CDATA[<div>1) você deverá logar para conseguir responder e ter sua resposta corrigida<br>2) Você poderá fazer um rascunho antes de postar<br>3) Você poderá responder quantas questões tiver interesse<br>4) o prazo para a correção é de 24 horas após sua postagem<br>5) comentários fora do propósito do Padlet serão removidos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 16:21:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MEHELP</author>
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         <description><![CDATA[<div>Leia este texto.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Nosso andar é elegante e gracioso, e também extremamente eficiente do ponto de vista energético. Somos capazes de andar dezenas de quilômetros por quilo de feijão ingerido. Até agora, nenhum sapato, nenhuma técnica especial de balançar os braços, ou qualquer outro truque foram capazes de melhorar o número de quilômetros caminhados por quilo de feijão consumido. Mas, agora, depois de anos investigando o funcionamento de nossas pernas, um grupo de cientistas construiu uma traquitana simples, mas extremamente sofisticada, que é capaz de diminuir o consumo de energia de uma caminhada em até 10%.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Trata-se de um pequeno exoesqueleto que recobre nosso pé e fica logo abaixo do nosso joelho. Ele mimetiza o funcionamento do tendão de Aquiles e dos músculos ligados ao tendão. Uma haste na altura do tornozelo, o qual se projeta para trás, segura uma ponta de uma mola. Uma outra haste, logo abaixo do joelho, segura uma espécie de embreagem (...)<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Fernando Reinach, www.estadao.com.br, 13/06/2015. Adaptado<br><br></div><div><br></div><div>a) Transcreva o trecho do texto em que o autor explora, com fins expressivos, o emprego de termos contraditórios, sublinhando-os.<br><br></div><div>b) Esse excerto provém de um artigo de divulgação científica. Aponte duas características da linguagem nele empregada que o diferenciam de um artigo científico especializado.<br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 17:49:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MEHELP</author>
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         <description><![CDATA[<div>Leia o texto e responda ao que se pede.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Da idade<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Não posso aprovar a maneira por que entendemos a duração da vida. Vejo que os filósofos lhe assinam* um limite bem menor do que o fazemos comumente. (...) Os [homens] que falam de uma certa duração normal da vida, estabelecem-na pouco além. Tais ideias seriam admissíveis se existisse algum privilégio capaz de os colocar fora do alcance dos acidentes, tão numerosos, a que estamos todos expostos e que podem interromper essa duração com que nos acenam. E é pura fantasia imaginar que podemos morrer de esgotamento em virtude de uma extrema velhice, e assim fixar a duração da vida, pois esse gênero de morte é o mais raro de todos. E a isso chamamos morte natural como se fosse contrário à natureza um homem quebrar a cabeça numa queda, afogar-se em algum naufrágio, morrer de peste ou de pleurisia; como se na vida comum não esbarrássemos a todo instante com esses acidentes. Não nos iludamos com belas palavras; não denominemos natural o que é apenas exceção e guardemos o qualificativo para o comum, o geral, o universal.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Morrer de velhice é coisa que se vê raramente, singular e extraordinária e portanto menos natural do que qualquer outra. É a morte que nos espera ao fim da existência, e quanto mais longe de nós menos direito temos de a esperar.<br><br></div><div>Michel de Montaigne, Ensaios. Editora 34. Trad. de Sérgio Milliet.<br><br></div><div>*assinar: fixar, indicar.<br><br></div><div><br></div><div>a) No texto, o autor retifica o que corriqueiramente se entende por “morte natural”? Justifique.<br><br></div><div>b) A que palavra ou expressão se referem, respectivamente, os pronomes destacados no trecho “Vejo que os filósofos lhe assinam um limite bem menor do que o fazemos comumente”<br><br></div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 17:52:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MEHELP</author>
         <link>https://padlet.com/MEHELP/i9qfd8xpzv1o26yx/wish/1936474459</link>
         <description><![CDATA[<div>Leia o texto.<br><br></div><div><br></div><div><strong>A complicada arte de ver<br></strong><br></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ela entrou, deitou-se no divã e disse: "Acho que estou ficando louca". Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. "Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões — é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto."&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as "Odes Elementares", de Pablo Neruda. Procurei a "Ode à Cebola" e lhe disse: "Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: 'Rosa de água com escamas de cristal'. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver".<br><br></div><div>&nbsp;Rubem Alves, Folha de S.Paulo, 26/10/2004. Adaptado.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>a) Segundo a concepção do autor, como a poesia pode ser entendida?&nbsp;<br><br></div><div>b) Reescreva o trecho “Agora, tudo o que vejo me causa espanto.”, substituindo o termo sublinhado por “Naquela época” e empregando a primeira pessoa do plural. Faça as adaptações necessárias<br><br></div><div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 17:52:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MEHELP</author>
         <link>https://padlet.com/MEHELP/i9qfd8xpzv1o26yx/wish/1936476673</link>
         <description><![CDATA[<div>Leia este texto.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É conhecida a raridade de diários íntimos na sociedade escravocrata do Brasil colonial e imperial, em comparação com a frequência com que surgem noutra sociedade do mesmo feitio, o velho Sul dos Estados Unidos. Gilberto Freire reparou na diferença, atribuindo-o ao catolicismo do brasileiro e ao protestantismo do americano: aquele podia recorrer ao confessionário, mas a este só resta o refúgio do papel. Esta é também a explicação que oferece Georges Gusdorf, na base de uma comparação mais ampla dos textos autobiográficos produzidos nos países da Reforma e da Contrarreforma. Ao passo que no catolicismo o exame de consciência está tutelado na confissão pela autoridade sacerdotal, no protestantismo, ele não está submetido a interposta pessoa.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Evaldo C. de Mello, “Diários e ‘livros de assentos’”. In: Luiz Felipe de Alencastro (org.), <strong>História da vida privada no Brasil - 2<br></strong><br></div><div><br></div><div>a) De acordo com o texto, em que grupo de países os diários íntimos surgiam com maior frequência e por que isso ocorria?&nbsp;<br><br></div><div>b) A que expressões do texto se referem, respectivamente, os termos sublinhados no trecho “ele não está submetido a interposta pessoa”?<br><br></div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 17:53:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MEHELP</author>
         <link>https://padlet.com/MEHELP/i9qfd8xpzv1o26yx/wish/1936477736</link>
         <description><![CDATA[<div>Leia o texto.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Um tema frequente em culturas variadas é o do desafio à ordem divina, a apropriação do fogo pelos mortais. Nos mitos gregos, Prometeu é quem rouba o fogo dos deuses. Diz Vernant que Prometeu representa no Olimpo uma vozinha de contestação, espécie de movimento estudantil de maio de 1968. Zeus decide esconder dos homens o fogo, antes disponível para todos, mortais e imortais, na copa de certas árvores - os freixos - porque Prometeu tentara tapeá-lo numa repartição da carne de um touro entre deuses e homens.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na mitologia dos Yanomami, o dono do fogo era o jacaré, que cuidadosamente o escondia dos outros, comendo taturanas assadas com sua mulher sapo, sem que ninguém soubesse. Ao resto do povo – animais que naquela época eram gente – eles só davam as taturanas cruas. O jacaré costumava esconder o fogo na boca. Os outros decidem fazer uma festa para fazê-lo rir e soltar as chamas. Todos fazem coisas engraçadas, mas o jacaré fica firme, no máximo dá um sorrisinho.&nbsp;<br><br></div><div>Betty Mindlin, O fogo e as chamas dos mitos. <strong>Revista Estudos Avançados</strong>. Adaptado.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div><div>a) O emprego do diminutivo nas palavras “vozinha” e “sorrisinho”, consideradas no contexto, produz o mesmo efeito de sentido nos dois casos? Justifique.<br><br></div><div>&nbsp;b) Reescreva o trecho “Os outros decidem fazer uma festa para fazê-lo rir (...). Todos fazem coisas engraçadas”, substituindo o verbo “fazer” por sinônimos adequados ao contexto em duas de suas três ocorrências<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 17:54:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MEHELP</author>
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         <description><![CDATA[<div>Examine a seguinte matéria jornalística: Sem teto usa topo de pontos de ônibus em SP como cama Às 9h desta segunda (17), ninguém dormia no ponto de ônibus da rua Augusta com a Caio Prado. Ninguém a não ser João Paulo Silva, 42, que chegava à oitava hora de sono em cima da parada de coletivos.</div><div><br></div><div>“Eu sempre durmo em cima desses pontos novos. É gostoso. O teto tem um vidro e uma tela embaixo, então não dá medo de que quebre. É só colocar um cobertor embaixo, pra ficar menos duro, e ninguém te incomoda”, disse Silva depois de acordar e descer da estrutura. No dia, entretanto, ele estava sem a coberta, “por causa do calor de matar”. Por não ter trabalho em local fixo (“Cato lata, ajudo numa empresa de carreto. Faço o que dá”), ele varia o local de pouso. “Às vezes é aqui no centro, já dormi em Pinheiros e até em Santana. Mas é sempre nos pontos, porque eu não vou dormir na rua ``. www1.folha.uol.com.br, 19/03/2014. Adaptado.&nbsp;</div><div><br></div><div>a) Qual é o efeito de sentido produzido pela associação dos elementos visuais e verbais presentes na imagem acima? Explique.&nbsp;</div><div><br></div><div>b) O vocábulo “pra”, presente nas declarações atribuídas a João Paulo Silva, é próprio da língua falada corrente e informal. Cite mais dois exemplos de elementos linguísticos com essa mesma característica, também presentes nessas declarações</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 17:56:40 UTC</pubDate>
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         <author>MEHELP</author>
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         <description><![CDATA[<div>Leia a tirinha e responda:<br><br>a) De acordo com o contexto, o que explica o modo de falar das personagens representadas pelas duas traças?&nbsp;</div><div><br></div><div>b) Mantendo o contexto em que se dá o diálogo, reescreva as duas falas do primeiro quadrinho, empregando o português usual e gramaticalmente correto.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 18:00:31 UTC</pubDate>
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         <author>MEHELP</author>
         <link>https://padlet.com/MEHELP/i9qfd8xpzv1o26yx/wish/1936490658</link>
         <description><![CDATA[<div>Considere o texto abaixo, extraído da apresentação do filme: A Amazônia, que faz parte da campanha “A natureza está falando”. No áudio desse filme, a atriz Camila Pitanga interpreta o seguinte texto:</div><div><br></div><div>&nbsp;“<em>Eu sou a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo. Eu mando chuva quando vocês precisam. Eu mantenho seu clima estável. Em minhas florestas, existem plantas que curam suas doenças. Muitas delas vocês ainda nem descobriram. Mas vocês estão tirando tudo de mim. A cada segundo, vocês cortam uma das minhas árvores, enchem de sujeira os meus rios, colocam fogo, e eu não posso mais proteger as pessoas que vivem aqui. Quanto mais vocês tiram, menos eu tenho para oferecer. Menos água, menos curas, menos oxigênio. Se eu morrer, vocês também morrem, mas eu crescerei de novo... “</em></div><div><br></div><div>a) Por estar em primeira pessoa, o texto constitui exemplo de uma determinada figura de linguagem. Identifique essa figura e explique seu uso, tendo em vista o efeito que o filme visa alcançar.&nbsp;</div><div><br></div><div>b) No referido áudio, é possível perceber, no final da locução da atriz, uma entonação especial, representada na transcrição por meio de reticências. Tendo em vista que uma das funções desse sinal de pontuação é sugerir uma ideia não expressa que cabe ao leitor inferir, identifique a ideia sugerida, neste caso.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 18:00:58 UTC</pubDate>
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         <author>MEHELP</author>
         <link>https://padlet.com/MEHELP/i9qfd8xpzv1o26yx/wish/1936491683</link>
         <description><![CDATA[<div>Examine a seguinte citação:&nbsp;</div><div><br></div><div>É menor pecado elogiar um mau livro, sem lê-lo, do que depois de o haver lido. Por isso, agradeço imediatamente depois de receber o volume. Carlos Drummond de Andrade, Passeios na ilha.&nbsp;</div><div><br></div><div>a) Explique por que o autor agradece “imediatamente depois de receber o volume”.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>b) Levando em conta o contexto, reescreva duas vezes o trecho “sem lê lo", substituindo “sem” por “sem que”, na primeira vez, e por “mesmo não”, na segunda.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 18:01:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MEHELP</author>
         <link>https://padlet.com/MEHELP/i9qfd8xpzv1o26yx/wish/1936492527</link>
         <description><![CDATA[<div>A praga dos selfies&nbsp;</div><div><br><br></div><div>De uma coisa tenho certeza. A foto pelo celular vale apenas pelo momento. Não será feito um álbum de fotografias, como no passado, onde víamos as imagens, lembrávamos da família, de férias, de alegrias. As imagens ficarão esquecidas em um imenso arquivo. Talvez uma ou outra, mais especial, seja revivida. Todas as outras, que ideia. Só valem pelo prazer de fazer o selfie. Mostrar a alguns amigos. Mas o significado original da foto de família ou com amigos, que seria preservar o momento, está perdido. Vale pelo instante, como até grandes amores são hoje em dia. É o sorriso, o clique, e obrigado. A conquista: uma foto com alguém conhecido. W. Carrasco, “A praga dos selfies”. Época, 26.09.2016.&nbsp;</div><div><br></div><div>a) Para que o emprego da palavra “onde”, sublinhada no texto, seja considerado correto, a que termo antecedente ela deve se referir? Justifique sua resposta.&nbsp;</div><div><br></div><div>b) Reescreva a frase “Todas as outras, que ideia.”, substituindo os dois sinais de pontuação nela empregados por outros, de tal maneira que fique mais evidente a entonação que ela tem no contexto.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 18:01:56 UTC</pubDate>
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