<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Meu padlet fenomenal by Laura Caeiro</title>
      <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-28 12:37:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-12 09:37:43 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Transforma-se o amador em cousa amada</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3437877681</link>
         <description><![CDATA[<p>Transforma-se o amador em cousa amada,</p><p>por virtude do muito imaginar;</p><p>não tenho, logo, mais que desejar,</p><p>pois em mim tenho a parte desejada.</p><p><br></p><p>Se nela está minh' alma transformada,</p><p>que mais deseja o corpo de alcançar?</p><p>Em si somente pode descansar,</p><p>pois consigo tal alma está liada.</p><p><br></p><p>Mas esta linda e pura semideia</p><p>que, como um acidente em seu sujeito </p><p>assi co a alma minha se conforma,</p><p><br></p><p>está no pesamento como ideia: </p><p>[e] o vivo e puro amor de que sou feito,</p><p>como a matéria simples busca a forma.</p>]]></description>
         <pubDate>2025-05-06 11:32:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3437877681</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Amor em Camões: do &quot;puro afeto&quot; de Petrarca ao desejo humano </title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3437891416</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Ideias principais</mark></p><p><strong>Amor</strong></p><ul><li><p>Tema principal dos poemas de Camões</p></li><li><p>Fonte de contradições </p></li><li><p>Analisado de duas formas</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>À maneira Petrarquista</strong></p><ul><li><p>Amor espiritualizado</p></li><li><p>Amor focado na adoração e contemplação do ser amado</p></li><li><p>Ausência da amada purifica o sentimento amoroso</p></li><li><p>Mulher amada é reflexo da beleza divina; é um ser sublime </p></li></ul><p><strong>Outra abordagem </strong></p><ul><li><p>Consciência de que a vivência quotidiana do amor causa inquietação, se não houver erotismo</p></li><li><p>Conflitos interiores provocados pela tensão entra amor espiritual e amor sensual</p></li><li><p>Necessidade de concretização do amor no mundo sensível (o do corpo)</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-06 11:43:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3437891416</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O desconcerto do mundo p.219</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3443436259</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Ideias principais </mark></p><p><strong>Desconcerto-constatação </strong></p><ul><li><p>Da distribuição absurda do prémio e do castigo</p></li><li><p>Da busca despropositada de bens, pois não prevalecem para além da morte</p></li><li><p>Dos contrastes entre opulência e miséria devido à expansão ultramarina</p></li><li><p>Da caótica redistribuição da riqueza e do poder</p></li><li><p>Da violação da ordem de valores </p></li><li><p>Da irracionalidade do universo e da vaidade humana</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-09 11:05:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3443436259</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Contextualização p.222</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3443446343</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Época-Renascimento em Portugal (do século XV até 1580)</mark></p><ul><li><p>Luís Vaz de Camões (1524?-1580)- autor de poemas, autos, cartas e da epopeia <em>Os Lusíadas.</em></p></li><li><p><strong>Renascimento</strong>- movimento cultural italiano que visava recuperar o conhecimento da Antiguidade greco-romana.</p></li><li><p><strong>Humanismo</strong>- renovação do saber e das ideias; o Homem no centro do mundo.</p></li><li><p><strong>Classicismo</strong>- imitação dos modelos clássicos, reintroduzindo formas e temas.</p></li></ul><p><em><mark>Lírica camoniana</mark></em><mark>: características temáticas, estética e formais</mark></p><p><mark>Temas</mark></p><ul><li><p><strong>O Amor e os seus efeitos</strong></p></li><li><p>Tema principal da poesia camoniana;</p></li><li><p>Amor como fonte de contradições;</p></li><li><p>Amor à maneira petrarquista: amor espiritualizado; contemplação da mulher amada, reflexo da beleza divina;</p></li><li><p>Tensão entre o amor espiritual e o amor sensual(desejo físico).</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>A mulher: retrato e idealização </strong></p></li><li><p>Representação à maneira Petrarquista: mulher como ser perfeito.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>A Natureza</strong></p></li><li><p>Cenário bucólico;</p></li><li><p>Projeção dos sentimento do sujeito poético.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Autobiografia e desconcerto individual</strong></p></li><li><p>Presença de um destino hostil;</p></li><li><p>Realidade absurda que causa sofrimento e desilusão ao "eu" lírico.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>O desconcerto do mundo e a mudança </strong></p></li><li><p>Crítica à degradação moral e à irracionalidade do universo;</p></li><li><p>Efeitos da passagem do tempo (mudança na Natureza e mudança do "Eu").</p></li></ul><p><mark>Formas</mark></p><ul><li><p><strong>Medida velha</strong>-redondilha maior (versos de 7 sílabas) ou menor (5 sílabas)</p></li></ul><p>Ex.: cantiga; vilancete; esparsa; endecha.</p><ul><li><p><strong>Medida nova</strong>-decassílabo (versos de 10 sílabas)</p></li></ul><p>Ex.: soneto (duas quadras e dois tercetos); canção (poema extenso com número variável de estrofes e versos, alternando versos de 10 sílabas com outros mais curtos).</p><p><mark>Influências</mark></p><p><strong>Lírica tradicional (medida velha)</strong></p><ul><li><p>Poesia trovadoresca;</p></li><li><p>Poesia palaciana.</p></li></ul><p><strong>Inspiração clássica (medida nova)</strong></p><ul><li><p>Petrarquismo;</p></li><li><p>Neoplatonismo.</p></li></ul><p><mark>Linguagem e estilo</mark></p><p>Recursos expressivos: hipérbole; metáfora; antítese; anáfora; apóstrofe...</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3253247540/3b58e294e70111844d33690e1b1b29b7/image.png" />
         <pubDate>2025-05-09 11:16:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3443446343</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Peregrinação ou o outro livro das maravilhas pp. 226 e 227-síntese </title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3452277142</link>
         <description><![CDATA[<p>A popularidade e o prestígio desfrutados pela <em>Peregrinação </em>têm efetiva razão de ser. Espécie de livro-síntese, ela incorpora os principais modelos em voga no século XVI, a saber, a crónica, a novela de aventuras, a hagiografia - para não falar nas tradições medievais, como as diversas formas, simbólicas e reais, de peregrinação. Incorpora-os e os ultrapassa. é bem de ver, pois, sendo essas coisas todas, a <em>Peregrinação </em>não é nenhuma delas em particular, uma vez que  promove um verdadeiro baralhamento de fronteiras entre géneros, nó que a história e a crítica literárias ainda não conseguiram desatar de todo.</p><p><mark>Síntese:</mark></p><p>A <em>Peregrinação</em> deve a sua popularidade e prestígio ao facto de ser uma obra-síntese que integra e transcende diversos géneros do século XVI — como a crónica, a novela de aventuras, a hagiografia e tradições medievais. Ao misturá-los, desfaz as fronteiras entre eles, criando um género literário híbrido que a história e a crítica literárias ainda hoje tem dificuldade em classificar.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3253247540/3ecf912bf089b52a58c8faa865a84e43/image.png" />
         <pubDate>2025-05-15 09:37:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3452277142</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O grande peregrino pp. 228 e 229-síntese </title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3452278520</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Fernão Mendes Pinto</mark> foi um importante escritor e viajante português do século XVI. Passou vinte e um anos no Oriente, tendo vivido experiências intensas e variadas — foi prisioneiro, escravo, comerciante, pirata, embaixador, missionário e até colaborador dos jesuítas. Essa vida de aventuras resultou na obra <em>Peregrinação</em>, uma narrativa rica e complexa sobre suas viagens e vivências em regiões como Índia, China, Japão, Tartária, entre outras.</p><p>A <em>Peregrinação</em> destaca-se por ser uma obra híbrida: mistura memórias pessoais, crítica social e política, relatos de viagem, fantasia e elementos de romance. É marcada por um estilo vivo, dinâmico e por vezes irônico, com senso de humor e forte carga crítica — inclusive sobre o império português e a atuação dos missionários no Oriente. Diferente de Os Lusíadas, de Camões, que celebra os heróis portugueses e a expansão do império, a <em>Peregrinação</em> mostra um lado sombrio e decadente desse processo, expondo seus fracassos, ilusões e contradições.</p><p><mark>Fernão Mendes Pinto</mark> apresenta-se como um anti-herói: um homem comum, frágil, que sofre, erra e aprende com as experiências. Ao contrário das figuras heroicas da literatura clássica, ele narra seus infortúnios com um tom pessoal, muitas vezes dramático, o que dá autenticidade e humanidade à narrativa. A obra mostra também o choque cultural entre europeus e asiáticos, revelando um olhar crítico e por vezes admirado em relação ao Oriente.</p><p>Escrita por volta de 1578, a <em>Peregrinação</em> só foi publicada após a morte do autor, em 1614, e sofreu cortes e censura, especialmente por parte dos jesuítas, com quem o autor teve uma relação complexa. Ainda assim, o livro teve grande repercussão e foi traduzido em diversas línguas, como francês, inglês, holandês e alemão.</p><p>Hoje, a <em>Peregrinação</em> é valorizada tanto pelo seu valor literário quanto histórico. Para o leitor contemporâneo, ela continua interessante não só pelas descrições exóticas de terras distantes, mas pelo retrato humano, vívido e crítico de um período marcante da história portuguesa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3253247540/86027f95382cd0ac95ebc849a25f2d02/image.png" />
         <pubDate>2025-05-15 09:38:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3452278520</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As viagens na literatura no século XVI pp.231 e 232</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3452607522</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Ideias principais</mark></p><ul><li><p>literatura descritiva e narrativa que revela novos espaços, paisagens e costumes, aventuras e peripécias</p></li><li><p>apresenta várias formas (ex.: tratados históricos e geográficos, curtas reportagens. . .)</p></li><li><p>pode organizar-se em três grupos</p></li></ul><p><strong>Primeiro grupo</strong></p><p>obras sem grande valor literário (ex.: "livros de marinharia" e relatos das primeiras viagens marítimas)</p><p><br></p><p>Especial destaque para o Diário da Viagem de Vasco da Gama, de Álvaro Velho, e a Carta do "Achamento" do Brasil, de Pêro Vaz de Caminha</p><p><br></p><p><strong>Segundo grupo</strong></p><p>narrativas de viagens cujo objetivo era descrever os novos países</p><p><br></p><p><strong>Terceiro grupo</strong></p><p>curtas narrativas de naufrágios (História Trágico-Marítima)</p><p><br></p><p><strong>Características destas obras</strong></p><ul><li><p>exotismo das descrições</p></li><li><p>situações imprevistas e arriscadas</p></li><li><p>linguagem viva e expressiva</p></li><li><p>uma espécie de reportagem</p></li></ul><p><strong>≠&nbsp;</strong></p><p><strong>Peregrinação</strong> - autobiografia</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3253247540/8810002610e0d302aa0618fe56697867/image.png" />
         <pubDate>2025-05-15 13:58:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3452607522</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Jorge Castanho</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3455686796</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Jorge Castanho</mark> nasceu em Beja, em 1961. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Frequentou a ESBAL nos anos 80.&nbsp;</p><p>Foi curador de Arte Contemporânea no Baixo-Alentejo, nos anos 90, onde desenvolveu um programa com artistas nacionais e não nacionais, criando projetos em fábricas abandonadas, edifícios religiosos fora de culto, associações culturais, bibliotecas, minas, paisagens, museus, ruas e praças.</p><p>Doutorou-se em Desenho na Universidade de Sevilha, em 2006, com uma bolsa do Ministério da Cultura.</p><p>Desenvolveu dois programas de Pós-doutorado na Universidade de Lisboa, em 2007 e 2010 e em 2010 e 2013, com bolsas FCT.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3253247540/64a290d20d73b2a91591b7f4fa03d4e8/image.png" />
         <pubDate>2025-05-18 12:54:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3455686796</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exposição de Jorge Castanho - &quot;Terra&quot;</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3455688346</link>
         <description><![CDATA[<p>A exposição do trabalho das últimas duas décadas de Jorge Castanho&nbsp;ocupa oito salas dos dois andares superiores do edifício do Centro de Arqueologia e Artes de Beja e reúne mais de quinhentas obras, entre esculturas digitais (impressas em 3D, impressas e montadas em papel, ou apresentadas em vídeo), mais de uma centena de desenhos a pastel, que foram desenvolvidos como <em>Concept Art</em>; e ainda esculturas em porcelana e em madeira, instalações e peças de animação, vídeo e textos.</p><p>Grande parte das obras têm origem numa investigação em modelação digital, 3D, iniciada na Universidade de Sevilha e continuada na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa.</p><p>Quase todos os projetos são focados na condição humana, no confronto e na ausência, na sensação de pertença e de extinção.</p><p>Alguns são ecossistemas com múltiplos personagens que ensaiam, entre si, histórias.</p><p>Colaboram também, nos projetos de animação, outros intervenientes com que o artista se relacionou, fotógrafos, poetas, engenheiros e músicos e um grupo de adolescentes, alunos do liceu Camões.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3253247540/5e8cd7a701b6ede5b8b101c45430763f/image.png" />
         <pubDate>2025-05-18 12:56:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3455688346</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Neoclassicismo</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3473809810</link>
         <description><![CDATA[<p>O neoclassicismo é um <strong><mark>estilo de arte, arquitetura, literatura e música que surgiu no século XVIII, inspirando-se no classicismo antigo, especialmente na arte e arquitetura da Grécia e Roma Antigas</mark></strong></p><ul><li><p><strong>Arquitetura:</strong> Caracterizada pela simplicidade, pela utilização de colunas, frontões, frisos e outros elementos da arquitetura clássica, pela simetria e pela proporção.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Pintura:</strong> Busca pela representação realista, pela clareza das formas e pela utilização de cores claras. Temas como a mitologia clássica e a vida cívica e moral são comuns.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Escultura:</strong> Inspirada nas esculturas gregas e romanas, com foco na representação de figuras humanas em poses clássicas e com um tratamento formal e racional.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Literatura:</strong> Caracterizada pela utilização de um estilo formal, objetivo e clássico, com temas relacionados à história, à política e à moral.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3253247540/50035663b391b0209652bda5e1e385da/image.png" />
         <pubDate>2025-05-30 10:46:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3473809810</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pré-Romantismo</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3473815495</link>
         <description><![CDATA[<p>Época literária (primeira fase do século XIX) caracterizada pelo surgimento de manifestações que viriam a caracterizar o movimento romântico (por exemplo: <mark>o fatalismo; a busca do isolamento; a hiperbolização do sofrimento; a obsessão da morte</mark>), sendo, desta forma, considerada de preparação para a corrente artística que se avizinhava. Não podemos dizer que existiu um movimento literário, mas, sim, manifestações e aspetos que acusam o começo do <strong>Romantismo</strong>, o qual se afirmará em 1825.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3253247540/a88c69d2a1420d8353e06b8c4ceea204/image.png" />
         <pubDate>2025-05-30 10:57:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3473815495</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vida e obra de Bocage</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3473824675</link>
         <description><![CDATA[<p>Manuel Maria Barbosa du Bocage (1765-1805) foi um <strong><mark>poeta português que marcou a transição entre o Arcadismo e o Romantismo, sendo conhecido pela sua versatilidade e espírito crítico</mark></strong>.</p><ul><li><p><strong>Nascimento e Infância:</strong></p><p>Nasceu em Setúbal, em 15 de setembro de 1765, filho de José Luís Soares de Barbosa e Mariana Joaquina Xavier l'Hedois du Bocage.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Formação e Carreira:</strong></p><p>Alistou-se na Marinha Real em 1783, participando de viagens para a Índia, onde chegou a ser promovido a tenente. Desertei da Marinha, viveu em Macau e, ao regressar a Portugal, entregou-se à vanguarda em Lisboa.</p></li><li><p>&nbsp;<strong>Morte:</strong></p><p>Morreu em Lisboa em 1805, aos 40 anos, e seus restos mortais foram enterrados em vala comum, segundo o Imprensa Nacional.&nbsp;</p><p><strong><mark>Obra:</mark></strong></p><ul><li><p><strong>Estilo e Temas:</strong></p><p>Sua obra é caracterizada por um estilo lírico e satírico, com temas que incluem o amor, a liberdade, a morte, a natureza e a crítica à sociedade.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Contribuições:</strong></p><p>Considerado um dos maiores sonetistas portugueses, contribuiu para a transição entre o neoclassicismo e o romantismo, com sua poesia de espírito crítico e rebelde.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3253247540/fc12f7676a201d390d8b6f7fc2029f9b/image.png" />
         <pubDate>2025-05-30 11:13:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3473824675</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3473834176</link>
         <description><![CDATA[<p>Já Bocage não sou!... À cova escura<br>Meu estro vai parar desfeito em vento...<br>Eu aos Céus ultrajei! O meu tormento<br>Leve me torne sempre a terra dura.</p><p><strong><br></strong>Conheço agora já quão vã figura<br>Em prosa e verso fez meu louco intento;<br>Musa!... Tivera algum merecimento<br>Se um raio de razão seguisse pura!</p><p><br>Eu me arrependo; a língua quase fria<br>Brade em alto pregão à mocidade,<br>Que atrás do som fantástico corria.</p><p><br>Outro Aretino fui... A santidade<br>Manchei - ... Oh! Se me creste, gente ímpia,<br>Rasga meus versos, crê na eternidade!</p><p><br/></p><p>1º momento - soneto que remete para uma vida plena de vivências e em que o sujeito poético estrutura as suas ideias apontando para um passado caracterizado por um conjunto de erros cometidos e em que faz um apelo ao futuro.</p><p><em><br></em>2º momento - confissão do arrependimento que leva o s.p. a dirigir-se à mocidade para que rasgue os seus versos e acredite na eternidade e uma vez que não se considera um modelo para ninguém.</p><p><br/></p><p><strong>Elementos clássicos:</strong></p><p><strong># &nbsp;a forma - soneto;</strong></p><p><strong># &nbsp;a presença da mitologia - <em>Musa!...</em>;</strong></p><p><strong># &nbsp;a presença de vocabulário alatinado (<em>estro, fantástico</em>);</strong></p><p><strong># &nbsp;a alusão à Razão.</strong></p><p><br></p><p><strong>Elementos românticos:</strong></p><p><strong><em># &nbsp;o tom confessional do poema;</em></strong></p><p><strong><em># &nbsp;o tema do arrependimento;</em></strong></p><p><strong><em># &nbsp;a alusão à morte;</em></strong></p><p><strong><em># &nbsp;o tom declamatório;</em></strong></p><p><strong><em># &nbsp;a pontuação expressiva associada à função emotiva.</em></strong></p><p><strong><em>Recursos Expressivos presentes:</em></strong></p><p><strong><em>** À cova escura /&nbsp;Meu estro vai parar desfeito em vento...</em> - anástrofe;</strong></p><p><strong><em>** Eu aos Céus ultrajei!</em> - metonímia;</strong></p><p><strong><em>** Conheço agora já quão vã figura /&nbsp;Em prosa e verso fez meu louco intento; - anástrofe;</em></strong></p><p><strong><em>** Se me creste, gente ímpia, /&nbsp;Rasga meus versos, crê na eternidade! &nbsp; /// &nbsp;&nbsp;Musa!...- apóstrofe;</em></strong></p><p><strong><em>** Que atrás do som fantástico corria. - metáfora.</em></strong></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-30 11:30:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3473834176</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3480078202</link>
         <description><![CDATA[<p>Olha, Marília, as flautas dos pastores</p><p>Que bem que soam, como estão cadentes!</p><p>Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes</p><p>Os Zéfiros brincar por entre as flores?</p><p><br/></p><p>Vê como ali beijando-se os Amores</p><p>Incitam nossos ósculos ardentes!</p><p>Ei-las de planta em planta as inocentes,</p><p>As vagas borboletas de mil cores.</p><p><br/></p><p>Naquele arbusto o rouxinol suspira,</p><p>Ora nas folhas a abelhinha pára,</p><p>Ora nos ares sussurrando gira.</p><p><br/></p><p>Que alegre campo! Que manhã tão clara!</p><p>Mas ah! Tudo o que vês, se eu não te vira,</p><p>Mais tristeza que a noite me causara.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-06-05 07:12:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3480078202</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ficha de leitura-Prometo Falhar, Pedro Chagas Freitas</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3480793529</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro "Prometo Falhar" de Pedro Chagas Freitas explora o tema do amor em diversas formas, desde o amor romântico até o amor familiar e entre amigos. O autor aborda a ideia de que o amor verdadeiro acontece quando se aceita a imperfeição, tanto em si mesmo quanto no outro. A obra convida o leitor a mergulhar num mundo de emoções profundas, onde o amor é tanto felicidade quanto tormento. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3253247540/78d8888337d81b5cb7425e109c345852/1000034528.jpg" />
         <pubDate>2025-06-05 21:14:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3480793529</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rainha Dona Leonor</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3488024497</link>
         <description><![CDATA[<p>Rainha Dona Leonor de Portugal nascida em 1458 e falecida em 1525. D. Leonor é recordada pela sua ação no domínio da assistência dos necessitados. Foi ela quem criou o primeiro hospital termal nas Caldas da Rainha. Por outro lado, D. Leonor distinguiu-se como promotora de iniciativas culturais. Foi o caso da proteção concedida a Gil Vicente e Damião Góis, do apoio às artes e à imprensa, tenfo também sido responsável pela versão impressa e traduzida, em 1518. Dedicou-se ainda a iniciativas de carácter religioso, entre elas a fundação do convento Madre de Deus e da Anunciada.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3253247540/6817bcd7ff3cb1beb01138bf055995a4/1000034679.jpg" />
         <pubDate>2025-06-12 08:06:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3488024497</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rei D. Manuel I</title>
         <author>LauraCaeir0</author>
         <link>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3488028496</link>
         <description><![CDATA[<p>D. Manuel I de Portugal nasceu em 1520, sendo filho de D. Francisco de Portugal.</p><p><br></p><p>Poeta celebrado mecenas, foi-lhe dedicada por Sá de Miranda a écloga Encantamento e Luís de Camões, na Ode VII, considerou-o merecedor de "glória imortal".</p><p><br></p><p>A sua produção literária, intitulada Obras, é de assunto religioso e quase toda escrita em castelhano. Contém canções, odes, endechas, oitavas, etc.</p><p><br></p><p>Para além destes textos em castelhano, o volume Obras apresenta também um Tratado Breve de Oração feito em língua portuguesa e de acordo com a doutrina de S. Tomás e S. Boaventura.</p><p><br></p><p>Terão sido estes princípios doutrinários que lhe valeram a aprovação da obra pelo censor Frei Bartolomeu Ferreira, em 1574.</p><p><br></p><p>Morreu no ano de 1606.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3253247540/00091c743b0309be6922caa88c5ceea8/1000034680.jpg" />
         <pubDate>2025-06-12 08:11:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/LauraCaeir0/i9j0z0hxj7h564uj/wish/3488028496</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
