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      <title>Maria Lopes E1T1007 by Helena Lopes Lopes</title>
      <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m</link>
      <description>Sou professora de matemática na escola E.B.2,3 de Briteiros.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-05 17:00:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-11-20 17:17:27 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
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      <item>
         <title>Realização das duas tarefas propostas no manual do Módulo 1</title>
         <author>ilenalopesmat</author>
         <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/130224755</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 2<br><br>Escolhi a opção B.<br><br>Dos três objetivos, - autoexploração do tutorando&nbsp; - é o objetivo que representará o maior desafio para mim. Penso que&nbsp; a primeira abordagem com o tutorando é muito importante. Pretendo&nbsp; criar uma certa empatia e clima de confiança entre nós. Para isso, tentar começar por colocar questões do tipo: &nbsp;<br><br>O que é, atualmente, o&nbsp; mais importante para ti?<br><br>Quais são, atualmente, os teus hobbies?&nbsp; Qual é a tua maior prioridade? Queres mesmo, mesmo este sonho?&nbsp;<br><br>&nbsp;Estás a conformar-te com menos do que deves?&nbsp; Como te vais sentir quando alcançares o teu sonho?&nbsp;<br><br>&nbsp;Como vais beneficiar por teres alcançado o teu sonho?&nbsp;<br><br>De acordo com as respostas terei de encorajá-lo ....<br><br>"Não adies o teu sonho. Agarra cada oportunidade que se encontre em sintonia com o teu propósito e visão. Mantém viva a energia. Independentemente do quão agitada a tua vida se torne, promete a ti mesmo tomar pelo menos uma ação por dia. Existem mini objetivos que te levam até ao grande objetivo ou sonho." <br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 17:52:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/130224755</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ilenalopesmat</author>
         <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/130238468</link>
         <description><![CDATA[<div>Módulo 2 – Tipos de conhecimento 
<br>Tarefa1
<br>Escolhi a opção C.
<br>Na 1ª imagem a personagem (aluno) demonstra dominar o conhecimento declarativo, ou seja, a personagem armazenou a informação e aprendeu concretamente “o que é” , um determinado conteúdo ou definição.
<br>Da observação da 2ª imagem identifica-se a presença do conhecimento procedimental, o conhecimento ligado à operacionalização e ao processo, ou seja, dar a conhecer como fazer – modelação.
<br>Nas3ª e 4ªimagens pode-se intuir a presença do conhecimento condicional, embora este conhecimento esteja ligado à prática guiada co feedback, ou seja, assistir o aluno em determinada tarefa. Neste caso esta prática, não se verificou, levando o aluno à frustração. O professor não instruiu nem orientou o aluno, não diversificou as tarefas e os contextos de aprendizagem de modo a alargar os conhecimentos.
<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 18:25:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/130238468</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo1Tarefa 1</title>
         <author>ilenalopesmat</author>
         <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/130983780</link>
         <description><![CDATA[<div><br>
<br>Tarefa 1
<br>Escolhi a opção B.
<br>Dentro desta opção escolhi o primeiro vídeo e dei-lhe o novo nome: "Escolhe&nbsp; o teu sonho e realiza-o".
<br>Optei por este vídeo e consequentemente por este novo nome,&nbsp; porque este, aborda dois aspetos que acho importantes. Primeiro, o vídeo apresenta casos práticos e concretos de personalidades públicas que concretizaram o seu sonho/objetivo.
<br>Penso que estes exemplos poderão, de algum modo despertar a curiosidade do tutorado. 
<br>Em segundo lugar o vídeo aborda um aspeto, que é o recomeçar. A maior parte das vezes estes alunos desistem na primeira dificuldade ou no primeiro obstáculo. Se as coisas não começaram bem, podemos sempre renovar as nossas esperanças, lutar e recomeçar no momento em que paramos e pensamos em desistir. Nunca desistir dos sonhos mesmo que pareçam inalcançáveis.
<br>
<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 17:25:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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 Módulo
2 – Competências de Relação Interpessoal na Tutoria 

Tarefa 2

</title>
         <author>ilenalopesmat</author>
         <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/132122251</link>
         <description><![CDATA[<div>No ciclo do processo de ajuda, escolhi a fase da facilitação. Escolhi esta fase&nbsp; porque penso que é a fase mais importante pois foca-se no estabelecimento de uma base&nbsp; de relacionamento com o tutorando. Esta fase&nbsp; é crucial pois assume-se&nbsp; como o alicerçar de todo o processo. Obstáculos que podem surgir nesta fase/ Propostas de solução para os ultrapassar. - O aluno recusa falar dos seus problemas. O professor deve criar um clima de empatia com o aluno através do diálogo, por exemplo, dando-nos a conhecer a nós próprios possibilitando a abertura do aluno. - O aluno apresenta falta de espectativas. Dar a conhecer ao aluno as diferentes áreas laborais e ajudá-lo a descobrir aquela em que ele tem mais aptidão. - O aluno apresta baixa autoestima (não consigo…não sou capaz…) Apresentar casos reais/vídeos de pessoas que ultrapassaram as suas limitações físicas e cognitivas. Visualizar de um vídeo do ator deficiente motor “Paulo Azevedo”. &nbsp; - O aluno recusa-se a vir à escola porque criticado e ridicularizado pelos colegas. O professor poderá contar a seguinte história; “ Um dia, um burro caiu num poço e não podia sair dali. O animal chorou fortemente durante horas, enquanto o seu dono pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão. Concluiu que já que o burro era muito velho e que o poço estava seco, precisaria de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena esforçar-se para tirar o burro do poço. Chamou então os seus vizinhos para o ajudarem a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou numa pá e começou a atirar terra para dentro do poço. O burro entendeu o que estavam a fazer e chorou desesperadamente. Até que, passado um momento o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caia sobre ele o burro sacudia-a, dando um passo sobre a mesma terra que caia ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali.” Refletindo s obre esta história o professor pode dizer, por exemplo:&nbsp; “A vida vai atirar muita areia para cima de ti. Principalmente se já estiveres dentro de um poço. Cada um dos nossos problemas pode ser um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos buracos mais profundos se não nos dermos por vencidos. Usa a terra que te atiraram par seguir em frente.” - O aluno não se identifica com os objectivos escolares (interesses divergentes dos escolares). Mostrar ao aluno que a formação académica é fundamental para ultrapassar situações básicas do dia à dia nomeadamente tirar a carta de condução. Saber ler e escrever correctamente é necessário para compreender e preencher documentos, por exemplo, fazer uma carta de reclamação; enviar um encomenda via CTT; preencher um cheque; elaborar o seu curriculum; etc. Não dominar as operações básicas como somar, multiplicar, subtrair ou dividir pode ser motivo para enganos, quando se lida com dinheiro. &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-20 15:54:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/132122251</guid>
      </item>
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Módulo 3 – Motivação

Tarefa1

</title>
         <author>ilenalopesmat</author>
         <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/133406793</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi a opção A.
<br>Cinco expressões que os alunos podem verbalizar quando confrontados com o sucesso/ insucesso e o tipo de atribuições causais das mesmas.
<br>- “Não adianta estudar, tiro sempre má nota” - causas internas, estável e incontrolável.
<br>- “ Se eu estudasse tirava boa nota” – Causas internas, estável e controlável.
<br>- “ O meu colega do lado, não me disse as resposta” – Causas externas, instáveis e controláveis.
<br>- “ Eu não entendo nada na aula, o professor não explica nada” – Causas externas, estáveis e controláveis.
<br>- “ Respondi a todas as perguntas do teste e tirei negativa, não estudo mais”- Causas externas, estável e incontrolável” .
<br>De acordo com o tipo de atribuição causais, a que mais favorece a aprendizagem, são aquelas nas quais o aluno atribui causas internas, instáveis e controláveis, tanto no sucesso como no insucesso. Neste caso o tutor tem de reforçar os estímulos e incitar o aluno tanto para manter ou aumentar o sucesso, como para evitar o insucesso.
<br>Quanto à atribuição de sucesso a causas externas, instáveis e incontroláveis, será a mais desfavorável para alcançar o sucesso.
<br>É evidente que esta teoria atribucional da motivação e emoção, tem implicações no comportamento do aluno. Penso que o tutor, quando escuta este tipo de afirmações por parte dos alunos, deve caracterizar o tipo de causa e tentar encontrar mecanismos práticos, fáceis e eficazes para ultrapassar as diferentes situações. Tentar que o aluno entenda “que estás nas suas mãos o seu sucesso”, comunicar ao aluno as suas melhorias, apoiar a autonomia do aluno e promover expectativas de futuro. 
<br>
<br>
<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-26 17:10:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/133406793</guid>
      </item>
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Módulo 4 – Modelos de Autorregulação de Aprendizagens

Tarefa1

Escolhi a opção A.

</title>
         <author>ilenalopesmat</author>
         <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/135626704</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Tema: Peça de teatro: “Gato Malhado e Andorinha Sinhã” Jorge Amado<br><br>Planificação- Seleção do texto para ser trabalhado pelos alunos (4 aulas)<br><br>-Distribuição de papéis (1 aula)<br><br>-Ensaios (dicção, postura, ocupação do espaço, etc) (8 aulas)<br><br>-construção de guarda-roupa, cenários e adereços (8 aulas)<br><br>-Apresentação ao público (Festa de Natal)<br><br><br><br>Execução- A obra “Gato Malhado e Andorinha Sinhã” é lida por todos os alunos em casa.&nbsp;<br><br>Em plenário fazemos a leitura de algumas partes da obra, selecionadas pelo professor. Os excertos da obra são escondidos debaixo das cadeiras onde os alunos se sentam, com fita-cola. Os alunos são surpreendidos pelo texto que encontram. Depois de uma primeira leitura e familiarizados com a obra, vão ocupar diferentes espaços da sala, fazem leitura em alta voz.<br><br>Na aula seguinte são distribuídos os papéis e começam os ensaios, trabalhando na área da&nbsp; expressão dramática:&nbsp;<br><br>•	Expressão oral,<br><br>•	Expressão corporal,<br><br>•	Comunicação,<br><br>•	Confiança em si,<br><br>•	Abordagem cultural,<br><br>•	Respiração.<br><br>Nesta fase são trabalhadas as seguintes competências:<br><br>•	Desenvolvimento da concentração, utilização dos sentidos e a perceção do corpo no exercício da expressão dramática.<br><br>•	Reforço da memória<br><br>•	Coordenar movimentos.<br><br>•	Incentivo a experiências de carácter lúdico e socializante que permitam alicerçar o espírito de grupo<br><br>•	Capacidade de selecionar técnicas de desenho, pintura, colagem, etc. no âmbito da construção de cenários e adereços.<br><br>•	Aquisição de métodos de trabalho.<br><br>•	Aquisição de capacidades de leitura e escrita.<br><br>•	Melhoria da dicção.<br><br>•	Exploração do mundo que nos rodeia.<br><br>•	Ajuda na desinibição pessoal.<br><br>•	Montagem e produção do espetáculo escolar.<br><br>•	Compreensão do texto dramático.<br><br><br><br>Avaliação<br><br>Avaliação da atividade desenvolvida:<br><br>Parâmetros<br><br>Ao participar no grupo de teatro:	<br>- Aprendi novos textos	<br><br>- Arranjei novos amigos 	<br><br>- Melhorei a minha capacidade de falar em público	<br><br>- Sinto-me capaz de realizar outras atividades	<br><br>- Passei a gostar mais de teatro	<br><br>- Consigo ler melhor	<br><br>- Estou mais confiante nas minhas capacidades	<br><br>- Quero continuar a participar em grupos de teatro	<br><br>- Passei a gostar mais da escola	<br><br>Classificação para cada parâmetro anterior: Excelente, Satisfaz Bastante, Satisfaz, Não Satisfaz, Reduzido<br><br><br><br><br><br>- Relatório a apresentar aos diretores de turma.<br><br><br><br>Em conclusão:<br><br>Como nos diz Constantin Stanislavski: “O ator deve trabalhar, cultivar seu espírito, treinar sistematicamente os seus dons, desenvolver o seu carácter; jamais deverá desesperar e nunca renunciar a este objetivo primordial: amar a sua arte com todas as forças e sem egoísmo” &nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-06 19:22:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/135626704</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 5 – Estratégias de Autorregulação de AprendizagensTarefa1Escolhi a opção B.</title>
         <author>ilenalopesmat</author>
         <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/137194219</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este comentário faz-nos refletir sobre o papel dos pais e a forma como encaram a sua ajuda relativamente ao trabalho da escola que é dos filhos e não dos pais.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É evidente que com atitude deste pai, o aluno nunca vai atingir o último estádio da autorregulação. Penso que neste comentário do pai, nenhum dos estádios é trabalhado de modo a que se inicie-se com a aquisição de conhecimentos de aprendizagem ( observação), e utilização da mesma( imitação), a sua interiorização ( autocontrolo ) e a sua utilização de forma adaptativa ( autorregulação). As estratégias autorregulatórias de aprendizagem são fundamentais para os alunos adquirirem o controlo sobre o seu processo de ensino aprendizagem.&nbsp; No excerto apresentado, este pai vai longe demais. Por um lado, substitui o filho no que se refere ao seu trabalho individual, por outro lado só está a contribuir para a sua falta de orientação na vida e na sua profissão de estudante. A orientação do trabalho respeitante à escola, e não só, é um processo moroso que os jovens vão adquirindo ao longo do tempo e do seu percurso escolar. Esta orientação e autonomia estimula os jovens para a reflexão e construção de seu projeto de vida, compreendido como construção da identidade processual em permanente e em constante metamorfose. Para essa construção, é necessária a interação com a realidade objetiva, com o social e suas implicações. O jovem errará, com certeza, muitas vezes, contudo, só assim aprenderá e conseguirá realizar sozinho o seu trabalho. Os pais devem permitir que os filhos lidem com o erro e com a deceção. Parece-me ser evidente que só assim um filho se desprenderá e ganhará condições de enfrentar e resolver a “sua vida” de uma forma autónoma.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Tendo em conta os argumentos expostos, defendo que à escola cabe a continuidade da formação familiar, com ênfase na aquisição de conhecimentos, atitudes e condutas. Os pais podem e devem participar intensamente da vida educacional, cultural e escolar dos filhos. Participar é acompanhar o desenvolvimento dos filhos, na formação de seu carácter, apoiá-los nas suas necessidades e nunca inverter o papel de cada um.&nbsp;<br><br>Em síntese, “vamos ensiná-los a pescar e não lhe dar o peixe”.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-13 15:05:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/137194219</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 6  – Envolvimento Escolar e Possible Selves</title>
         <author>ilenalopesmat</author>
         <link>https://padlet.com/ilenalopesmat/i9i1rkqnfk3m/wish/138945282</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 1<br>Opção B<br>O envolvimento escolar que se caracteriza por uma imagem positiva, ativa e de esforço por parte dos alunos no seu processo ensino aprendizagem e que leva os alunos a aprender a questionar; a perseguir objectivos; relacionarem-se com os colegas e participarem de forma ativa nos projectos e eventos fora e dentro da sala de aula, está bem patente neste vídeo.<br><br>No que diz respeito à dimensão cognitiva, que descreve o envolvimento do aluno no processo de aprendizagem através do esforço aplicado a estratégias que usa em função do seu sucesso, bem como a disponibilização para se esforçar, no vídeo, podemos observar que o aluno faz um esforço para ter sucesso académico (redigir a redacção). Para isso, elabora e organiza uma estratégia (envolve a mãe, e o seu próprio esforço, quando está no parque e ouve os passarinhos).<br><br>Quanto à dimensão comportamental que descreve a participação e envolvimento nas actividades escolares e respeito pelas regras da escola e da sala de aula, verifica-se que o aluno participa nas aulas, nas actividades escolares e respeita as regras da escola e da sala de aula.<br><br>No que concerne à dimensão emocional na qual o aluno apresenta sentimentos de pertença ao contexto escolar; envolvimento escolar; sentimentos positivos em relação à escola; emoções positivas; pertencer a um grupo ou ter amigo(s) bem integrados nas actividades escolares, está bem patente neste vídeo, nomeadamente quando o nosso protagonista lê a sua redacção (com sentimento de orgulho) e também quando interage com o que parece ser o seu melhor amigo.<br><br>Após a visualização deste vídeo concluo que este aluno é autorregulador da sua aprendizagem, pois tem um bom desempenho nas atividades cognitivas, experiencia emoções positivas face à escola e manifesta comportamentos congruentes com o envolvimento escolar.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 17:09:14 UTC</pubDate>
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