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      <title>Diário de Aprendizagem de António Padrão by António Padrão</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-28 21:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2 - Apresentação</title>
         <author>apadrao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-10-28 21:51:36 UTC</pubDate>
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         <title>Boa noite</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/201443768</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professor de Filosofia  (grupo 410), na Escola Secundária de Alberto Sampaio, Braga) e coordeno o Grupo de Projetos do Agrupamento.<br>Tenho experiência com tecnologias digitais, experiência que espero aprofundar neste curso de formação.<br><a href="https://filosofianaesas.blogspot.pt/">https://filosofianaesas.blogspot.pt/</a><br>(NB: quando preenchi o formulário relativo aos meus dados profissionais, não pude selecionar o grupo 410, porque não faz parte da lista; será que não estavam a contar com inscrições por parte dos professores de Filosofia?)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-28 21:54:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5 - A iniciativa Laboratórios de Aprendizagem</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/201444476</link>
         <description><![CDATA[<div>É consensual a ideia de que a escola atual não consegue responder aos desafios que tem de enfrentar: aumento da escolaridade obrigatória, alunos desmotivados, alunos que não encontram sentido para o que fazem na escola, desfasamento entre o que se aprende na escola e o que a sociedade exige, elevadas taxas de insucesso...<br>É também consensual a ideia de que a escola tem de mudar. Ao apoiar&nbsp; "a construção, a exploração e a implementação de cenários inovadores de ensino e de aprendizagem", bem como "a construção de uma rede de professores intervenientes nesses processos/projetos, visando a expansão da integração dessas práticas inovadoras a nível nacional", a iniciativa LA pode dar um contributo importante para a mudança (designadamente, ao nível da motivação, empenho e aprendizagens significativas dos alunos), mas não basta. É também necessário atuar a outros níveis, como a renovação da classe docente (reconhecidamente envelhecida), a alteração de programas (reconhecidamente extensos) e a consciencialização das famílias mais afastadas da cultura escolar, entre outros aspetos igualmente relevantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-28 22:13:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6 - Competências do séc. XXI</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/203296013</link>
         <description><![CDATA[<div>Eis uma tarefa que não é fácil de realizar (embora não tenha sido por isso que demorei tanto a realizá-la). A dúvida instala-se na minha mente: mas o que são competências? Procuro no separador “Glossário” deste curso. Nada. A única coisa que se encontra é “Competências do Século XXI”. Lembro-me da polémica, já com muitos anos, em torno da noção de competência. Veja-se, por exemplo, o artigo de Helena Damião, na Gazeta de Física, Vol. 27 (2004), Fasc. 3, pp. 31-33, que pode ser lido aqui: <a href="https://www.spf.pt/magazines/GFIS/87/pdf">https://www.spf.pt/magazines/GFIS/87/pdf</a>. Ou, também de Helena Damião, o mais recente «A incontornável competência», que pode ser lido aqui: <a href="http://dererummundi.blogspot.pt/2007/05/incontornvel-competncia.html">http://dererummundi.blogspot.pt/2007/05/incontornvel-competncia.html</a>. Parece que ninguém sabe muito bem o que é uma competência.<br>Contudo, para responder às perguntas que fazem parte desta tarefa, temos que ter uma noção de competência. Eis uma definição que me parece razoável aceitar: “Conjunto de conhecimentos (saber-saber), habilidades (saber-fazer) e comportamentos (saber-estar) necessários ao bom desempenho das tarefas e ao assumir das responsabilidades inerentes a uma determinada função na organização” (NP 4512, 2012, p. 10), E antes desta norma, já a NP EN ISO 9000 (2005, p. 16) definia competência como “aptidão demonstrada para aplicar conhecimentos e saber fazer”. p. 77. [Existem versões atualizadas destas normas.]</div><div>Tendo em conta esta definição de competência, parece-me não fazer sentido a pergunta “Será que o currículo deve concentrar-se nos conteúdos ou nas competências?” Esta dicotomia não faz sentido, porque as competências não são vazias: elas incluem os conteúdos. Considere-se, por exemplo, a competência “<strong>Pensamento crítico, resolução de problemas e tomada de decisões</strong> – Usar argumentação, raciocínio e análise e apreciar diferentes pontos de vista para formular juízos e tirar conclusões, sobretudo os que envolvem sistemas complexos”, uma das mais importantes que a Filosofia deve ajudar a desenvolver. A argumentação, o raciocínio e a análise exercem-se sobre alguma coisa, sobre um conteúdo. O que é preciso é que a argumentação seja sólida, isto é, válida e que parta de premissas verdadeiras (o conteúdo, os conhecimentos).</div><div>E que competências devemos desenvolver na sala de aula? Se conseguíssemos desenvolver as competências de raciocínio, as formas de trabalhar e ferramentas de trabalho, e as competências sociais e de vida, descritas no Tool 3.2&nbsp; do Toolkit do FCL, poderíamos dar-nos por satisfeitos.</div><div>Quanto às competências do século XXI subjacentes ao conteúdo do vídeo, parecem-me ser a criatividade e inovação, o pensamento crítico, resolução de problemas e tomada de decisões e a colaboração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-03 14:07:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 7 - Projetos relacionados com o FCL</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/205476386</link>
         <description><![CDATA[<div>Não participei em nenhum destes projetos. Embora todos pareçam interessantes, identifico-me mais com o projeto CCL (Creative Classrooms Lab), pelo facto de o desenvolvimento dos cenários de aprendizagem se suportarem numa estratégia de implementação de 1:1, ou seja, um tablet por aluno. Deste modo, seria possível desenvolver, na sala de aula, trabalho individual e trabalho colaborativo, usando a tecnologia.<br>Às vezes, as experiências inovadoras de aprendizagem que queremos implementar nas nossas salas de aula falham, precisamente porque os recursos tecnológicos falham, ou são limitados. Um tablet por aluno permite evitar os problemas que todos conhecemos das nossas salas de aula quando os recursos são reduzidos e partilhados.</div><div>Apesar de não ter participado em nenhum destes projetos, tenho recorrido às tecnologias digitais na sala de aula, sobretudo para motivar os alunos para a realização das tarefas.</div><div>Eis uma que utilizei no último ano letivo, para lecionar a filosofia da religião. A partir do visionamento do filme “Deus não está morto”, os alunos tiveram que responder, em grupos, a um guião disponível aqui: <a href="https://filosofianaesas.blogspot.pt/search?q=deus+n%C3%A3o+est%C3%A1+morto">https://filosofianaesas.blogspot.pt/search?q=deus+n%C3%A3o+est%C3%A1+morto</a>. Para escreverem as respostas, os alunos usaram os telemóveis e o titanpad (titanpad.com). Aqui podem ser consultadas as respostas de um dos grupos: <a href="https://titanpad.com/10ag5">https://titanpad.com/10ag5</a>.</div><div>Relativamente aos anos anteriores, em que lecionei esta matéria sem recorrer às tecnologias digitais, pode dizer-se que os alunos estiveram mais motivados e concentrados. Contudo, ocorreram os habituais problemas com o uso da tecnologia: falhas no aceso à internet, telemóveis que não conseguiram aceder à página do titanpad onde os alunos tinham que escrever as respostas…&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-09 19:44:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 8 -  Salas de aula / Laboratórios digitais</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/205958902</link>
         <description><![CDATA[<div>Organizar na minha escola os vários espaços contemplados nas zonas de aprendizagem não seria problema. Assim existisse essa possibilidade…</div><div>Eis um modelo de organização da aprendizagem, numa sala destas, aplicado à disciplina que leciona (Filosofia).</div><div><strong>Investigar</strong><br>Dado um problema filosófico (por exemplo, o problema do livre-arbítrio: seremos realmente livres?), os alunos efetuam (individualmente) pesquisas sobre as teorias que respondem ao problema (determinismo radical, libertismo e compatibilismo).</div><div><strong>Colaborar</strong></div><div>Em grupos, os alunos trabalham no sentido de identificar as teses, argumentos e objeções às teorias que investigaram individualmente. Se necessário, continuam a pesquisar em grupo.</div><div><strong>Interagir</strong></div><div>Grupos diferentes discutem (aos pares) as teses, os argumentos e as objeções de uma teoria e preparam-se para defender essa teoria.</div><div><strong>Apresentar</strong></div><div>Perante um grupo de alunos (que fará de júri) os restantes grupos debatem o problema de saber se seremos realmente livres, apresentando argumentos a favor da sua posição, respondendo às objeções à sua posição e levantado objeções à posição dos outros grupos. O júri decidirá qual o grupo que desempenhou melhor o seu papel.</div><div><strong>Desenvolver/criar</strong></div><div>Trabalhando outra vez individualmente, cada aluno escreve um ensaio filosófico em que tome posição sobre o problema «seremos realmente livres?». No ensaio, cada aluno tem de apresentar novos argumentos e objeções. O ensaio seria publicado, ficando disponível, para leitura, para todos os alunos.</div><div>Os ensaios seriam avaliados pelo professor e pelos alunos. O professor estaria sempre disponível para apoiar e fornecer feedback sobre o trabalho realizado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-12 10:09:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 10 -  Parceiros e tendências</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/205987996</link>
         <description><![CDATA[<div>É claro que é importante envolver as partes interessadas. As inovações implicam mudanças que afetam as pessoas. Portanto, quem contribui para a mudança e quem é afetado pela mudança deve ser envolvido.</div><div>Embora a tecnologia seja importante (é importante que ela cumpra a função para a qual foi desenhada, é importante que não falhe, na hora em que precisa de ser utilizada, é importante que ela seja bem acolhida pelos destinatários…), parece-me que as partes interessadas mais importantes para alcançar o sucesso da inovação na sala de aula são os professores e os alunos. Porquê? Porque a Sociologia ensina-nos que uma inovação será tanto mais facilmente aceite quanto mais rapidamente forem percebidas as suas vantagens. Portanto, se os professores e os alunos são aqueles que mais diretamente vão ser afetados pela inovação na sala de aula, e se queremos que os que mais diretamente vão ser afetados pela inovação na sala de aula compreendam desde cedo as vantagens da inovação para mais facilmente a aceitarem, então professores e alunos têm de ser as partes interessadas mais importantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-12 15:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 11 -  Tricider - Parceiros e tendência - A sala de aula em 2026</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/207937574</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-16 23:21:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 12 - Nível de maturidade</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/207943928</link>
         <description><![CDATA[<div>As experiências de aprendizagem a que tenho recorrido podem ser consideradas como integrando o nível 2 – Enriquecer. Neste nível, na dimensão «Papel dos alunos» refere-se: «Os alunos utilizam regularmente recursos digitais (embora com poucas opções) para desenvolver competências e compreensão, por vezes em colaboração com outros, e são capazes de comunicar com confiança e clareza, usando as TIC para apresentar ideias.» Ora, é neste sentido que tenho recorrido às tecnologias digitais.</div><div>Na realização da tarefa 7, já relatei uma experiência de aprendizagem que penso que se integra precisamente no nível 2. Para lecionar um problema de filosofia da religião – o problema da existência de Deus, os alunos viram o filme “Deus não está morto” e tiveram que responder, em grupos, a um guião disponível aqui: https://filosofianaesas.blogspot.pt/search?q=deus+n%C3%A3o+est%C3%A1+morto. Para escreverem as respostas, os alunos usaram os telemóveis e o titanpad (titanpad.com). Aqui podem ser consultadas as respostas de um dos grupos: https://titanpad.com/10ag5.</div><div>Relativamente aos anos anteriores, em que lecionei esta matéria sem recorrer às tecnologias digitais, pode dizer-se que os alunos estiveram mais motivados e concentrados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-17 00:12:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 13 - As cinco dimensões</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/208028542</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-17 09:47:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 15 -  Exemplos de cenários de aprendizagem</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/208417760</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Cenário 1 - Projeto de estudo ao ar livre</mark><br><strong>Aspetos melhor conseguidos:</strong></div><div>- Motivação e envolvimento ativo dos alunos;</div><div>- Colaboração entre os alunos;</div><div>- Diversidade de recursos e atividades.</div><div><strong>Aspetos a melhorar</strong></div><div>- Se o projeto é da professora de Ciências Naturais e do professor de Geografia, o professor de Geografia devia estar também envolvido na atividade de campo.</div><div><mark>Cenário 2 - Reconhecer aprendizagens informais</mark></div><div><strong>Aspetos melhor conseguidos</strong></div><div>- Valorização e reconhecimento das competências adquiridas informalmente pelo aluno fora da escola.</div><div>- Possibilidade de partilhar publicamente os objetos que revelam as aprendizagens.</div><div><strong>Aspetos a melhorar</strong></div><div>- O reconhecimento das aprendizagens adquiridas informalmente também deveria contribuir para aumentar o interesse do aluno pelo trabalho da escola.</div><div>- Mais professores deveriam estar envolvidos no reconhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-18 23:10:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 16 - Guião para a elaboração de cenários de aprendizagem</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/208918072</link>
         <description><![CDATA[<div>A aplicação do projeto «Ética no uso dos media: digam não ao <em>cyberbulling</em>» seria viável, com poucas alterações, no meu contexto de ensino e aprendizagem (ensino secundário). Este projeto teria enquadramento fácil na disciplina que leciono (Filosofia), designadamente nos temas/problemas do mundo contemporâneo, ou na Cidadania e Desenvolvimento (a minha escola está a aplicar o projeto piloto da autonomia e flexibilidade curricular, em todas as turmas do 10.º ano e nos anos iniciais de ciclo do ensino básico).</div><div>Este projeto parece-me particularmente adequado para a área de Cidadania e Desenvolvimento, do 10.º ano, na qual todos os professores dos conselhos de turma têm de colaborar. A área de Cidadania e Desenvolvimento inclui domínios essenciais como os direitos humanos, a igualdade de género ou os média, e visa contribuir, entre outros aspetos, para o desenvolvimento de uma atitude cívica individual e para o relacionamento interpessoal (comunicação e diálogo).<br>A sessão pública para apresentação dos produtos produzidos pelos alunos deveria integrar também representantes do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família [GAAF] e incluir um momento de simulação/ representação de uma cena de <em>cyberbulling.</em>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-20 23:07:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 18 - Conceito de atividade de aprendizagem</title>
         <author>apadrao</author>
         <link>https://padlet.com/apadrao/i88twzi7b05b/wish/211217106</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma atividade de aprendizagem [AA] é aquilo que é realizado por alunos e professores visando a aprendizagem. É claro que este conceito assim entendido inclui também as atividades não inovadoras e as atividades que não recorrem ao uso de tecnologia digital. Recorde-se, contudo, que ensinar a pensar criticamente ou desenvolver o pensamento autónomo pode ser feito sem recorrer a tecnologias digitais. Neste sentido, o tradicional manual em papel pode ser usado (e é desde há muito usado) para atividades de aprendizagem. Portanto, o meu conceito de AA é compatível com o conceito apresentado.</div><div>Contudo, as AA baseadas no tradicional manual não são inovadoras e, de um modo geral, não são aliciantes para os alunos (a avaliar pela sua reação e comportamento em sala de aula). Para serem inovadoras, as AA têm de possuir algum elemento novo (esteja ou não relacionado com as tecnologias digitais). E para serem aliciantes, a sua realização tem de produzir prazer ou satisfação a quem as realiza. Ora, as tecnologias digitais podem dar resposta a estas duas exigências, quando se cria uma AA. Dada a relação que os jovens têm com estas tecnologias, elas podem contribuir para tornar uma AA aliciante e inovadora (não deve, contudo, esquecer-se que o foco deve estar no objetivo (a aprendizagem) e não no meio (a tecnologia).<br>Exemplos de AA aliciantes e inovadoras:</div><div>- Construir e programar protótipos (robots, drones e estruturas complementares) com o objetivo de resolver os problemas do dia a dia.</div><div>- Desenvolver uma aplicação para tablets e telemóveis que permita resolver um problema da comunidade.</div><div>Estas duas atividades estão planeadas para desenvolver na minha escola. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 00:19:09 UTC</pubDate>
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