<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Cultura da Loucura by Gabriela Milhoratti Lopes</title>
      <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-07 13:51:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-10-03 13:49:25 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Michel Foucault</title>
         <author>gabrielamilhoratti</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2688993325</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de Michel Foucault<br><br></div><div>Para compreender o estudo da loucura da perspectiva do autor, é preciso situar em que nível de sua produção o texto está colocado. Nesse caso há três fases de Foucault:<br><br></div><div>1. Arqueológica: nesta ele procura defender o posicionamento de que as formas de adquirir conhecimento e se relacionar com o mundo estão intrinsicamente condicionadas pelas possibilidades oferecidas pela linguagem. Ele enfoca o fenômeno da linguagem e seu funcionamento sobre a organização da vida social. Nessa fase é que está inserida a sua tese de doutorado intitulado “História da Loucura: na antiguidade clássica” de 1961.<br><br></div><div>2. Genealógica: ao alterar os seus objetivos, problema e método de estudo. Ao invés de analisar somente questões de linguagem e da obtenção de conhecimento, passou a compreender os fenômenos políticos e dinâmica de poder e denomina seu método de “genealogia do poder”.<br><br></div><div>3, Ética: nessa última fase, o autor esteve interessado em compreender como os indivíduos se constituíam como sujeitos, ou seja, a interpretação ao formar a sua subjetividade, através de práticas de cuidado de si e vivências em determinados grupos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2128345538/d200e5c5080c2aebe1c4dcd0c83899ba/alienistas_1.jpg" />
         <pubDate>2023-09-07 14:46:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2688993325</guid>
      </item>
      <item>
         <title>História da Loucura (1961)</title>
         <author>gabrielamilhoratti</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2702995100</link>
         <description><![CDATA[<div>Michel Foucault investiga "a história das relações que o pensamento mantém com a verdade" e desnaturaliza corpo, alma e psique considerando-os invenções histórico-discursivas, as quais só têm sentido se inseridas em determinados arranjos epistêmicos de produção de verdades, no caso, o surgimento das ciências humanas (SILVEIRA e SIMANKE, 2009). Nesse sentido, através da perspectiva arqueológica, o autor oferece subsídios para compreender a análise da formação do sujeito denominado louco ao decorrer da sociedade situada.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2128345538/8aa912cc87b8c26dff9e98b77af8e8df/0001538364.jpg" />
         <pubDate>2023-09-14 00:58:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2702995100</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Razão e Desrazão</title>
         <author>gabrielamilhoratti</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2703021158</link>
         <description><![CDATA[<div>Como uma caracterização embasada na cultura de sociedades ocidentais, a transfiguração da loucura em doença mental parte de enunciados que exercem domínio sobre indivíduos e incidindo sobre novas articulações de práticas sociais. Dessa forma, a loucura adquiri um formato de processo de desqualificação da potencialidade e inaugura a oposição radical entre razão e desrazão (rejeita-se a loucura dos registros da razão). Assim, o doente mental passou a ser uma entidade produzida e não descoberta, não servia de auxílio a compreensão patológica, mas concretizava os feitos de uma realidade histórica discriminativa culturalmente. O sujeito não se torna alienado, mas observa-se como ele é integrante de uma sociedade que não o integrou. <br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2128345538/c1b77070fa3af8f867b862520c8d29e0/foucault.jpg" />
         <pubDate>2023-09-14 01:14:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2703021158</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cultura instrumental</title>
         <author>gabrielamilhoratti</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2703167475</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar dos indivíduos serem diferentes em suas tendências e capacidades emocionais, todas as populações humanas tem capacidades iguais para cultura, e nessa produção de cultura, desenvolvem-se essas discriminações, pois afinal a cultura é instrumental para atender as necessidades e, para determinados grupos, uma necessidade é a de se alcançar o poder e dominação, discussão mais tarde desenvolvido pelo autor, então seria necessário subjugar outros grupos. Logo, através da exclusão social de indivíduos, tornam esses alheios a sociedade, pois o domínio e controle deles pode significar a dominação da organização da sociedade. Portanto, assim se sustenta a necessidade de excluir o homem chamado de louco dos ambientes visíveis da realidade, ao ver a insanidade do louco, isso nos mostra o quanto podemos estar próximos da mesma condição e pelo  isolamento da loucura, propõe-se o sentimento de segurança no campo da razão.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/c30bdf_bf352bc7cab74138af40ce6a63652aa5~mv2.jpg/v1/fill/w_799,h_552,al_c,q_85,enc_auto/c30bdf_bf352bc7cab74138af40ce6a63652aa5~mv2.jpg" />
         <pubDate>2023-09-14 02:41:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2703167475</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Asilos para os alienados</title>
         <author>gabrielamilhoratti</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2704039407</link>
         <description><![CDATA[<div>O Foucault vê a gênese da doença mental da loucura como uma tentativa da razão de conjurar o perigo que lhe é interior (período de surgimento da psicanálise) em uma controvérsia tensão entre loucura e conhecimento – na busca da domesticação de uma pela outra. Nesse contexto surgem os asilos para os alienados, como um instrumento de opressão dos moldes da cultura dominante para estabelecer uma marginalidade nos hospitais locais. Assim, nesses lugares estabelece- se uma ordem monárquica do médico com o sujeito, mas ainda não se assemelhava com a estrutura médica de apoio e suporte, mas mais uma relação de perigo e selvageria, principalmente nos casos de populações mais pobre pois a pobreza estava, para a cultura temporal, diretamente relacionada com a loucura e&nbsp; a necessidade de limpeza da realidade.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2128345538/4c9e65ea9301fc5e8bf8ae08fd295288/600full_one_flew_over_the_cuckoo_s_nest_screenshot__1_.jpg" />
         <pubDate>2023-09-14 11:41:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2704039407</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mas, afinal, quem decide quem é o louco?</title>
         <author>gabrielamilhoratti</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2704040429</link>
         <description><![CDATA[<div>Quem julga a sanidade mental de um indivíduo? Como determinar a fronteira entre a razão e a loucura? Por que essa barreira foi estabelecida? Segundo Foucault: "[...] torna-se uma forma relativa à razão ou, melhor, loucura e razão entram numa relação eternamente reversível que faz com que toda loucura tenha sua razão que a julga e controla, e toda razão sua loucura na qual ela encontra sua verdade irrisória. Cada uma é a medida da outra, e nesse movimento de referência recíproca elas recusam, mas uma fundamenta a outra."<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2128345538/fabc7e00d3cc174ba01bd8a271eb63a0/joker_movie_wallpaper.jpg" />
         <pubDate>2023-09-14 11:41:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2704040429</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que é loucura?</title>
         <author>lauraaiko</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2704608620</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura pode ser entendida como um comportamento considerado desviante e anormal para determinada sociedade e tempo. Como cada sociedade possui os próprios conceitos de normalidade, a loucura deve ser entendida a partir de parâmetros culturais, já que nem sempre foi entendida como um “distúrbio mental”.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-14 17:33:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2704608620</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A abordagem da loucura ao longo da história</title>
         <author>lauraaiko</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2704629435</link>
         <description><![CDATA[<div>- Durante a Grécia Antiga, o louco era visto como superior e o delírio era um sinal que aquele ser se comunicava com as divindades. A loucura era considerada um privilégio.<br>- A partir da Antiguidade Clássica, a loucura perdeu seu significado positivo e muitas vezes foi interpretada como indício de castigo divino devido ao desrespeito à tal divindade<br>- Já durante a Idade Média, período da inquisição, a loucura passou a estar atrelada ao sobrenatural, muito comumente à possessão demoníaca e à bruxaria. Os tribunais eram regidos pela Igreja Católica e os “bruxos” e “loucos” eram severamente perseguidos e punidos.</div><div>- No século XVII, o racionalismo moderno ressignificou a loucura como a “desrazão”, separando-a da razão. Os “loucos” eram levados para hospitais gerais apenas como forma de exclusão da sociedade, não havia tratamento algum, pois a demanda da internação não era médica, mas sim, assistencial.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-14 17:47:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2704629435</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lauraaiko</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2705031105</link>
         <description><![CDATA[<div>- A partir do final do século XVIII, o louco é reconhecido como sujeito a ser observado, estudado, classificado e tratado, ou seja, paciente. Ocorre o nascimento da psiquiatria e dos manicômios, sendo o isolamento uma condição primordial no tratamento moral.</div><div>- No século XX, os avanços nos conhecimentos neurofisiológicos possibilitaram o desenvolvimento da indústria farmacêutica na psiquiatria, o que agravou o caso de controle social em hospícios com o uso de intervenções cirúrgicas como a lobotomia, por exemplo. Como resposta, também neste período manifestou-se a luta antimanicomial que se traduz em iniciativas reformistas no campo da saúde mental.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-15 01:03:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2705031105</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lauraaiko</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2705085606</link>
         <description><![CDATA[<div>"A doença só tem realidade e valor de doença no interior de uma cultura que a reconhecer como tal." M. Foucault (1975)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://universolila.com/wp-content/uploads/2018/06/michel-foucault-2_5458066.jpg" />
         <pubDate>2023-09-15 01:37:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2705085606</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Modelo manicominal </title>
         <author>fernandabaroni</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706503945</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos os alienados, "loucos" encontrados pelas cidades, começando desde o século XVIII aqui no Brasil, eram recolhidos nas ruas e levados para instituições consideradas especializadas chamadas manicômios, principalmente durante os períodos em que as ideias de higienização estavam mais fortes. Isso não se iniciou, porém, apenas nesse momento. Instituições ligadas a associações religiosas já faziam esse trabalho com auxilio dos governantes das províncias brasileiras e com os governos de diversos outros países.<br>O principal objetivo dessas instituições era&nbsp; segregar os “alienados” do resto do mundo, ou impedi-los de ficarem perambulando nas ruas, mas a situação não melhorava por causa do aumento da demanda, e assim os manicômios ficavam superlotados. Já em estados péssimos anteriormente, com a superlotação a desnutrição, desidratação, falta de cuidado, de higiene e quebra dos direitos humanos viraram regra. E além de tudo isso o isolamento de todos se fez tão intensivo que o contato com familiares também era perdido.<br>&nbsp;Se as medidas farmacológicas não fossem suficientes, a terapia de choque e a lobotomia eram feitas, sem qualquer aprovação das famílias, daqueles que ainda as tinham. Podiam ficar todo o tempo amarrados e eram agredidos na hora da contenção.<br><br>“Urge que tomeis consideração, que os infelizes recolhidos neste denominado Hospício, sem as precisas condições de higiene, sem um tratamento conveniente, como aconselham os especialistas, dificilmente poderão recobrar a razão” (São Paulo, 1870)."<br><br>Com a precária condição de vida, mais de 60 mil "loucos" morreram nos manicômios. Morreram de frio, de fome, de doença e de choque.  <br><br>"Em alguns dias, os eletrochoques eram tantos e tão fortes, que a sobrecarga derrubava a rede do município."(Holocausto Brasileiro, 2013)<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://resizer.glanacion.com/resizer/kVG9tOyEyBxaZdBicIckl41fqBg=/1920x0/filters:quality(80)/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com/lanacionar/ZESILJFIJRADTN5RZ3DTOPADGM.jpg" />
         <pubDate>2023-09-16 01:15:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706503945</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A lógica manicomial psiquiátrica do lucro</title>
         <author>fernandabaroni</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706513679</link>
         <description><![CDATA[<div>Os manicômios e hospitais psiquiátricos eram, e alguns ainda são, privados, eles ganhavam dinheiro do governo por cada paciente, porém com as condições tão precárias, os gastos não eram muito altos, e dessa forma, os donos desses locais lucravam bastante. É a "indústria lucrativa da loucura”.<br>Não sendo usado apenas o dinheiro das vidas de seus pacientes, as mortes também eram usadas para os lucros, como explica Arbex D. em seu livro "Holocausto brasileiro": "Entre 1969 e 1980, 1.853 corpos de pacientes do manicômio foram vendidos para dezessete faculdades de medicina do país, sem que ninguém questionasse. Quando houve excesso de cadáveres e o mercado encolheu, os corpos foram decompostos em ácido, no pátio do Colônia, na frente dos pacientes, para que as ossadas pudessem ser comercializadas. Nada se perdia, exceto a vida."<br>Mesmo com a reforma psiquiátrica, <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10216.htm">(Lei 10.216, de 2001)</a>, que teve como marca registrada o fechamento gradual de manicômios e hospícios, e com a lei antimanicomial, que tem como diretriz principal a internação do paciente somente se o tratamento fora do hospital se mostrar ineficaz, o problema dos manicômios e sua economia ainda é grande no país.</div><div><br>"Uma sessão de eletrochoque custa mil reais, e cada paciente faz, no mínimo, doze sessões. Ou seja, doze mil reais, uma outra fatia de mercado, são os empresários da loucura”, (Lucio Costa, 2019 sobre hospitais psiquiátricos)</div><div><br></div><div>“Manicômio aplasta a condição humana. A ausência de residências terapêuticas é criminosa. Existem casos em que a justiça dá alta ao paciente, mas como ele perdeu todos os vínculos, continua internado, condenado a uma prisão perpétua” (Erika Kokay, 2019, após medidas novas implementadas por Bolsonaro)</div><div><br><br></div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-16 01:39:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706513679</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A representação da loucura na arte &amp; na cultura</title>
         <author>felipebarea</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706514715</link>
         <description><![CDATA[<div>A Arte sempre foi um meio pelo qual os artistas depositavam em suas obras uma Imagem. Seja visual, cinestésica, sonora, corporal, gustativa ou até mesmo onírica, a Imagem sempre esteve presente na arte e comumente representando a realidade do artista.<br>Quando se trata da loucura, não seria difícil apontar obras que representam uma Imagem do "louco". E também não seria difícil encontrar uma boa quantidade de estereótipos que, atualmente, já não caberiam na sociedade sem serem problematizados.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://i.ytimg.com/vi/9jZSfev1Ny8/maxresdefault.jpg" />
         <pubDate>2023-09-16 01:42:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706514715</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os estereótipos</title>
         <author>felipebarea</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706523170</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto na cultura internacional, quanto na brasileira, o "Louco" nas histórias escritas, interpretadas, contadas e pintadas, sempre remete ao que é visto como anormal, fraco, ultrapassado.<br>Dentro desse grupo encaixam-se, por exemplo, idosos, mulheres e o chamado Outro.<br>•Um grande exemplo do primeiro tipo citado é o famoso livro de Miguel de Cervantes "Dom Quixote", o qual relata as aventuras de um homem já velho que fica tomado de fantasias de cavaleiros e se aventura a vivenciar acontecimentos e já não consegue discernir que são ilusões.<br>•Já o segundo tipo citado, está presente na peça de William Shakespeare, "Hamlet" e representado por Ofélia, uma jovem mulher que, após não ter mais o amor de um homem, enlouquece e morre afogada.<br>•O último tipo citado: o Outro, pode ser representado por uma figura de cunho racista e presente em Carnavais como algo cômico: a chamada "Nega Maluca". Ela é uma representação estereotipada da mulher negra: pobre, descabelada, exposta e sempre sorrindo, o que se soma à passividade esperada da mulher, além da sexualização do corpo feminino preto.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://3.bp.blogspot.com/-9Zr3B0Ts7k8/UmssItvOfYI/AAAAAAAAABo/O8wkR2VihlM/s1600/livro-dom-quixote-de-la-manchamighel-cervantes-sa-a-vedra_MLB-F-229664883_4619.jpg" />
         <pubDate>2023-09-16 02:04:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706523170</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desigualdade social e a loucura </title>
         <author>fernandabaroni</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706532880</link>
         <description><![CDATA[<div>As doenças mentais e as psicoses são retratados nas mídias, conversas e cultura no geral como coisas diferentes, mas muitas vezes é a desigualdade social e a falta de assistência e informação que criam a diferença no significado popular dessas duas coisas. As pessoas com melhores condições de vida têm acesso à informação, tratamentos e podem ter uma parte da vida destinada a tratar problemas psicológicos que todo ser humano pode ter; o apoio de familiares e amigos faz com que essa pessoa se sinta aceita e entenda que é possível e necessário dar importância ao tratamento de sua saúde mental. Pessoas de baixa renda normalmente precisam se concentrar em outras prioridades ao invés do bem estar mental, esta sendo deixada de lado pois sua importância tem sido recentemente abordada amplamente na mídia; a falta de informação e ajuda médica de qualidade faz com que a discussão sobre o assunto seja um tabu e o círculo social e até mesmo a pessoa trate problemas psicológicos como “frescura”.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-16 02:26:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706532880</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Responsabilidade</title>
         <author>felipebarea</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706539020</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar das críticas envolvendo as representações da loucura na cultura, não é possível que a sociedade atual julgue de forma integral a existência e identidade de cada obra criada no passado, pelo fato de que o contexto e ideias da época em que estão inseridas as datas de suas criações eram diferentes dos que hoje são considerados os certos e necessários para que um respeito coletivo exista.<br>O julgamento deve ser apenas em parte para que se questione os valores morais que foram inseridos na Imagem criada, servindo como reflexão da sociedade atual, enquanto a outra parte dessas obras que carregam o estereótipo, servem como exemplo do passado e artefatos necessários da história, como algo que deve ser aprendido e não mais repetido.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-16 02:40:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706539020</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Participantes do grupo:</title>
         <author>fernandabaroni</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706540790</link>
         <description><![CDATA[<div>Gabriela Milhoratti<br>Laura Aiko<br>Luís Baréa<br>Marcela Guedes<br>Maria Fernanda Baroni</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-16 02:44:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielamilhoratti/i6uqab3kl37eo3pz/wish/2706540790</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
