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      <title>Introdução à prática do acompanhamento terapêutico  by Ellen Borges</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-07 20:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>A rua como espaço clínico </title>
         <author>ellenbarbosaborges</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antes de iniciar esta cadeira, tinha em mente que o acompanhamento terapêutico se limitava em um atendimento dentro de um espaço tradicional (sala). Não imaginava que está prática poderia ser desenvolvida em outros locais, como as ruas e as casas dos acompanhados.&nbsp; Foi uma novidade pra mim e para alguns dos meus colegas acredito. Na primeira aula tivemos a introdução do assunto e elencamos o que é o AT. Momento muito importante de partilhas e trocas entre todos os que estavam na sala.<br>Para aquela aula foi recomendado a leitura de duas seções do livro "A rua como espaço clínico" de Eliane Berger, Adriana Morettin e Leonel Neto, e uma das frases que mais me chamou atenção foi:&nbsp; “O sucesso,&nbsp; no acompanhamento, está em sair pela cidade, participando de forma eficaz, prazerosa, na realidade urbana, sedimentando, com uma argamassa indefinida, um caminho, um lugar e um estar que conecta o sujeito com o mundo. “Para onde vamos?” “O que vamos fazer?” são motores do encontro e da saída. “Quem dá a ideia do programa?” mostra a peculiaridade da intervenção quando, certas vezes, é imperativo o desejo do acompanhante para que aconteça uma saída”. E depois de ler esta frase, o acompanhamento terapêutico fez total sentido para mim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 15:55:59 UTC</pubDate>
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         <title>Acompanhamento terapêutico é:</title>
         <author>ellenbarbosaborges</author>
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         <pubDate>2023-04-10 00:34:25 UTC</pubDate>
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         <title>Questionamentos sobre o AT</title>
         <author>ellenbarbosaborges</author>
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         <pubDate>2023-04-10 00:41:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ellenbarbosaborges</author>
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         <description><![CDATA[<div>“O acompanhamento terapêutico é uma expedição pioneira a uma cidade desconhecida a que se vai, às vezes como&nbsp; reféns, as vezes como invasores, outras vezes como passantes. É uma exploração a dois na qual se experimenta caminhos até os limites permitidos pelo entorno.”<br>BERGER, Eliane et al. A rua como espaço clínico. Escuta, 1991. p. 26.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 01:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>O cuidado do morar</title>
         <author>ellenbarbosaborges</author>
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         <pubDate>2023-04-10 02:07:26 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário - Coletivo de AT’s</title>
         <author>ellenbarbosaborges</author>
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         <pubDate>2023-04-10 02:10:59 UTC</pubDate>
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         <title>Mara Eliane Dutra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O encontro onde esteve presente a Mara Eliane foi com certeza o mais importante pra mim nessa trajetória. Isso porque diversas dúvidas que surgiram durante os primeiros encontro foram sanadas com as falas da Mara. Além disso, pude ter uma nova perspectiva sobre os "loucos" das nossas cidades e de como são vistos e tratados pela sociedade. Para mim, as falas e as experiências da Mara são de extrema importância porque ela nos mostra que essas pessoas tem suas subjetividades, seus gostos, suas preferências, coisas essas que a sociedade nega para essas pessoas e reduz à nada. Me lembro de uma aula sobre deficiência que tive na cadeira de Psicologia Social com a Raquel Guerreiro (se não estou enganada) e nela ela também nos trouxe a perspectiva da humanização que é negada pela sociedade, parece até que é algo óbvio, apesar de não ser tendo em vista que a sociedade continua sendo capacitista. Para mim ficou a lição de que o sujeito doente ou com alguma deficiência não pode ser reduzido à isso, pelo contrário, antes de qualquer diagnóstico ele é um indivíduo com sua subjetividade em construção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 13:20:25 UTC</pubDate>
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         <title>Pedras, plantas e outros caminhos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa aula foi daquelas que nos geram uma inquietação e nos afetam de forma que nos faz refletir. Fiz dupla com minha colega de curso Ellen que iniciou a faculdade comigo e faz essa eletiva comigo também, o que quero dizer com isso é que não era uma pessoa realmente desconhecida, portanto, porque foi gerado um incomodo durante essa atividade? Num primeiro momento, ao nos vendarmos ficamos com uma sensação do desconhecido mesmo que o nosso guiando e o local não seja desconhecido, de não saber se o outro irá te guiar da maneira que tu se guiaria, de não saber se o outro te protegerá ou perceberá os mesmos perigos que você se perceberia. Após esses primeiros pensamento e ao começarmos a caminhar pelo planetário ganhei mais confiança na minha colega e na verdade percebi que ela me guiou melhor do que eu a guiei. Sinto que ela trabalhou para que a transferência entre nós fosse estabelecida para que eu me sentisse mais confiante ao longo do trajeto. E isso acabou dando certo, estando vendada eu pude ver o ambiente pelos olhos dela e coisas que antes eu não havia percebido ou dado importância ela me fez perceber e se tornou uma agradável caminhada. Com essa atividade pude ver como o processo de aprendizagem mútua, do conhecer e do confiar entre guiado e guiando é uma construção que só funciona quando retiramos a barreira que instintivamente colocamos ao conhecer outras pessoas. Para mim, o AT ficou com essa cara, do realmente acompanhar, guiar e construir uma nova perspectiva em conjunto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 13:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>Palhaçaria</title>
         <author>carolmaracaipe</author>
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         <description><![CDATA[<div>A aula sobre palhaçaria para mim foi uma incógnita porque não consegui ligar o AT com essa oficina. Achei bem bacana a aula, principalmente a parte onde trabalhamos com os barbantes e a confiança e sobre como apesar de nos acharmos incapazes, conseguimos nos apossar do nosso "eu palhaço" sem forçar ou fingir algo. Foi feliz nos ver nesse papel e perceber a infinidade de possibilidades que temos para nós mesmos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 13:45:30 UTC</pubDate>
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         <title>Palhaçaria II</title>
         <author>carolmaracaipe</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na segunda semana onde fomos com a prof. Analice para uma lanchonete discutir alguns casos também me marcou bastante pelo caso que eu peguei para ler. Falava sobre como preparamos tudo para a chegada de um novo membro da família ao nascer, mas não nos preparamos para morrer. A acompanhada ter o apoio da sua AT para organizar tudo para sua morte e acabar falecendo em seguida me atravessou de uma forma bem profunda e mudou muito perspectiva sobre a morte e a vida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 13:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>O Enquadre e seus paradoxos</title>
         <author>carolmaracaipe</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante todo o período da nossa graduação aprendemos sobre o sigilo entre psicólogo e paciente e o cuidado que devemos ter com as informações recebidas durante as sessões de terapia. Contudo, nesse semestre, fazendo essa cadeira, podemos perceber uma nova perspectiva sobre os enquadres e seus paradoxos. Por exemplo, a possibilidade de clinicar sem de fato clinicar e com outras pessoas observando esse momento entre acompanhante e acompanhado. No final das contas, o AT nos mostrou que estamos muito mais no papel de um amigo qualificado (onde também pudemos entender os limites) do que de psicólogo propriamente dito. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 13:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>Itinerâncias</title>
         <author>ellenbarbosaborges</author>
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         <description><![CDATA[<div>A proposta desta aula era andar, errar e perder-se pelas ruas do centro de Porto Alegre. Quando vi esta proposta no moodle, imaginei que caminharíamos em grupo pelas ruas do Centro, afim de falarmos sobre a influência das ruas no AT. Quando nos reunimos na praça XV, podíamos escolher por sair em duplas ou então sozinhos. Como optei por ir sozinha, já que não tinha muitos vínculos na sala, senti que não pude aproveitar bem a proposta, visto não me sentia segura em poder andar com mais calma e observar o que estava em minha volta. Fui até o local combinado, indo pelas ruas que já conhecia, sem muitas surpresas. No final deste encontro pude compreender o que foi proposto pelas profes, através das vivências de meus colegas. Eles comentaram que conseguiram enxergar o centro da cidade com outros olhos. Trouxeram informações sobre locais que nunca tinham ido, ou até mesmo locais que já haviam frequentado porém não tinham tido tempo para reparar em seus detalhes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 18:41:47 UTC</pubDate>
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