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      <title>Grazi e Bárbara  by Graziele Damásio</title>
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      <description>Criado com um passe de mágica</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-08 12:48:27 UTC</pubDate>
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         <title>Oração à Cibele</title>
         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>Deitado sobre a terra, em cruz, levanto o rosto<br>Ao céu e às tuas mãos ferozes e esmoleres.<br>Mata-me! Abençoarei teu coração, composto,<br>Ó mãe, dos corações de todas as mulheres!<br><br>Tu, que me dás amor e dor, gosto e desgosto,<br>Glória e vergonha, tu, que me afagas e feres,<br>Aniquila-me! E doura e embala o meu sol posto,<br>Fonte! berço! mistério! Ísis! Pandora! Ceres!<br><br>Que eu morra assim feliz, tudo de ti querendo:<br>Mal e bem, desespero e ideal, veneno e pomo, <br>Pecados e perdões, beijos puros e impuros!<br><br>E os astros sobre mim caiam de ti, chovendo,<br>Como os teus crimes, como as tuas bênçãos, como<br>A doçura e o travor de teus cachos maduros!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:49:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>No poema “Oração à Cibele”, Bilac fará referência à deusa romana que intitula a composição. Esta divindade trazida da Frígia para Roma é denominada como Grande Mãe. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:50:17 UTC</pubDate>
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         <title>O Navio Negreiro </title>
         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>Stamos em pleno mar... Doudo no espaçoBrinca o luar — dourada borboleta;E as vagas após ele correm... cansamComo turba de infantes inquieta.<br>[...]<br>Bem feliz quem ali pode nest'horaSentir deste painel a majestade!Embaixo — o mar em cima — o firmamento...E no mar e no céu — a imensidade!<br>[...]<br>Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!Desce mais ... inda mais... não pode olhar humanoComo o teu mergulhar no brigue voador!Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras!É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ...Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror!<br>[...]</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:52:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>O envolvimento direto de Castro Alves com a causa abolicionista rendeu-lhe o epíteto de poeta dos escravos. Foram inúmeros poemas dedicados à denúncia da situação dos negros escravizados no Brasil, material que o poeta pretendia compilar em uma publicação intitulada Os Escravos, lançada apenas em 1883, doze anos após a morte prematura do autor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:53:49 UTC</pubDate>
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         <title>À Cidade da Bahia </title>
         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>Triste Bahia! ó quão dessemelhante Estás e estou do nosso antigo estado! Pobre te vejo a ti, tu a mi empenhado, Rica te vi eu já, tu a mi abundante.<br>A ti trocou-te a máquina mercante,<br> Que em tua larga barra tem entrado, A mim foi-me trocando, e tem trocado Tanto negócio e tanto negociante.<br>Deste em dar tanto açúcar excelente Pelas drogas inúteis, que abelhuda Simples aceitas do sagaz Brichote.<br>Oh se quisera Deus que de repente Um dia amanheceras tão sisuda Que fora de algodão o teu capote!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:54:56 UTC</pubDate>
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         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>Descreve o que era naquele tempo a cidade da Bahia</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:56:39 UTC</pubDate>
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         <title>Amor é fogo que arde sem se ver</title>
         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amor é fogo que arde sem se ver,<br>é ferida que dói, e não se sente;<br>é um contentamento descontente,<br>é dor que desatina sem doer.<br><br>É um não querer mais que bem querer;<br>é um andar solitário entre a gente;<br>é nunca contentar-se de contente;<br>é um cuidar que ganha em se perder.<br><br>É querer estar preso por vontade;<br>é servir a quem vence, o vencedor;<br>é ter com quem nos mata, lealdade.<br><br>Mas como causar pode seu favor<br>nos corações humanos amizade,<br>se tão contrário a si é o mesmo Amor</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:57:19 UTC</pubDate>
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         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>Camões desenvolve o seu poema de amor através da apresentação de ideias opostas: a dor se opõe ao não sentir, o contentamento afinal é descontente. O poeta usa esse recurso de aproximação de coisas que parecem distantes para explicar um conceito tão complexo como o amor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>X. Mar Português </title>
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         <description><![CDATA[<div>Ó mar salgado, quanto do teu sal<br>São lágrimas de Portugal!<br>Por te cruzarmos, quantas mães choraram,<br>Quantos filhos em vão rezaram!<br>Quantas noivas ficaram por casar<br>Para que fosses nosso, ó mar!<br>Valeu a pena? Tudo vale a pena<br>Se a alma não é pequena.<br>Quem quere passar além do Bojador<br>Tem que passar além da dor.<br>Deus ao mar o perigo e o abismo deu,<br>Mas nele é que espelhou o céu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:59:43 UTC</pubDate>
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         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div> Fernando Pessoa expressou por outras palavras a necessidade de provocar, de lutar contra as adversidades, de não ter medo de ir contra a corrente e de defender o que se acha justo e perfeito</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 13:00:43 UTC</pubDate>
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         <title>A Rua Diferente </title>
         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na minha rua estão cortando árvores<br>Botando trilhos<br>Construindo casas.<br>Minha rua acordou mudada.<br>Os vizinhos não se conformam.<br>Eles não sabem que a vida<br>tem dessas exigências brutas.<br>Só minha filha goza o espetáculo<br>e se diverte com os andaimes,<br>a luz da solda autógena<br>e o cimento escorrendo nas formas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 13:02:01 UTC</pubDate>
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         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema de Drummond fala das mudanças da cidade que tira os moradores de sua zona silenciosa do conforto de dias iguais,</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 13:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia de um Vencido </title>
         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu, filho do carbono e do amoníaco,<br>Monstro de escuridão e rutilância,<br>Sofro, desde a epigênese da infância,<br>A influência má dos signos do zodíaco.<br>Profundíssimamente hipocondríaco,<br>Este ambiente me causa repugnância...<br>Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia<br>Que se escapa da boca de um cardíaco.<br>Já o verme – este operário das ruínas –<br>Que o sangue podre das carnificinas<br>Come, e à vida em geral declara guerra,<br>Anda a espreitar meus olhos para roê-los,<br>E há de deixar-me apenas os cabelos,<br>Na frialdade inorgânica da terra!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 13:04:47 UTC</pubDate>
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         <author>jregd349</author>
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         <description><![CDATA[<div>O eu lírico se apresenta como filho do carbono e da amônia, ou seja, é apenas uma formação de dois elementos orgânicos químicos presentes em vários seres vivos. O eu lírico expõe que é um monstro que tem uma dor contínua desde sua geração .</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 13:05:39 UTC</pubDate>
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