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      <title>Tânia Pires by </title>
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      <description>Chamo-me Tânia Pires, sou licenciada em psicologia, desde 2001. Natural de Miranda do Douro, atualmente a residir em Vila Nova de Gaia. Desempenho funções de psicóloga em contexto escolar (num Agrupamento de Escolas em Vila Nova de gaia) e em contexto clínico. Também desenvolvo atividades na área da formação de crianças, jovens e adultos (profissionais e público em geral) em diversas áreas.
Esta formação é uma oportunidade para partilhar experiências com outros profissionais da área e melhor podermos corresponder às necessidades das crianças e jovens nos diferentes contextos em que se integram e incluem, de acordo com o desafio colocado com o novo regime legal. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-07 16:24:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tania_pires</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Módulo 1 - atividade 1.2<br>Mapa de conceitos/diagrama, com síntese de aspetos positivos e a melhorar na escola</strong><br>Tânia Pires</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-11 13:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 2.1 - FORUM: Opções Metodológicas</title>
         <author>tania_pires</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta é uma questão que nos desafia a sistematizar a informação de forma refletida e intencional. Por vezes as ações e estratégias são acionadas e só posteriormente enquadradas em algum dos níveis. A dificuldade em compreender o nível em que a estratégia se inscreve constitui ainda uma dificuldade, que, espero, possamos ver colmata à medida que a familiaridade com a “nova” linguagem aumenta.</div><div>No que se refere às medidas universais, no meu Agrupamento, os docentes adotam as estratégias que consideram necessárias, implementando-as quão breve possível: acomodações curriculares, adaptações em sala de aula, posicionamento dos alunos na sala, tutoria de pares, grupos de trabalho homogéneos ou heterogéneos (dependendo da atividade e seus objetivos), validação das experiências dos alunos associadas às aprendizagens a efetuar, produção de materiais de trabalho e de apoio diversificados, adaptação de tarefas de avaliação (questões diferentes, cotação diferente, validação dos conhecimentos escritos e orais, convite à participação intencional dos alunos para determinadas tarefas, produção de documentos diversos…), incentivo e apoio a grupos de trabalho “informal”, quando solicitados pelos alunos. Inscrevem-se ainda nestas medidas, as intervenções com foco académico e/ou comportamental, que se traduzem em apoios pedagógicos regulares, intervenção com docente de educação especial no grupo turma, tutorias “preventivas” com os diretores de turma ou outros docentes designados para o efeito, articulação com outras organizações com intervenção social. Estas tutorias inscrevem-se não apenas em aspetos académicos mas também de comportamentos, inclusive de promoção do comportamento pró-social</div><div>No que se refere às medidas seletivas, o foco centra-se na adaptações curriculares não significativas. Para estas ainda estamos em fase de (re)organização, procurando práticas exequíveis e desburocratizadas. Surge a dúvida em relação aos apoios educativos, designadamente no seu enquadramento como medidas universais e/ou seletivas, dado o facto de por vezes este apoio se prolongar no tempo.</div><div>Neste agrupamento os apoio tutorial (cf. despacho 10-B) não estão em vigor pelo facto de não haver alunos que reúnam as condições previstas, não se conseguindo organizar um grupo de 10 alunos. O reforço e antecipação de aprendizagens era algo que os docentes já faziam, quer com reforços orais e escritos, quer em relação à forma como procedem à transição entre os diferentes conteúdos. Os docentes têm o cuidado de corrigir as tarefas de avaliação e dar indicações aos alunos sobre as áreas/domínios em que foram melhor sucedidos e nas que devem investir mais um pouco. nem sempre existe a disponibilidade horária (de alunos e professores) para trabalhar estas dimensões com vista à sua melhor acomodação e consolidação.</div><div>Quanto aos percursos diferenciados, o agrupamento tem um curso CEF, que, por si só já é fléxivel com vista ao desenvolvimento, avaliação e monitorização das competências de forma contínua e numa dinâmica pedagógica mais prática. De acordo com as FAQ publicadas estes cursos não tem RTP, no entanto as medidas são efetivamente implementadas e monitoradas de forma mais continuada com vista ao sucesso dos alunos.</div><div>Nas medidas seletivas, temos alunos que se encontram abrangidos por parcerias, perspetivando-se a sua integração social e o desenvolvimento de competências para tal. A maior parte do tempo os alunos encontram-se num contexto extra-escolar com caráter pedagógico que se revela mais útil e significativo para os alunos e famílias. No tempo em que estão na escola, os alunos permanecem em contexto de sala de aula tanto tempo quanto possível, tendo o apoio e colaboração do CAA e do docente de educação especial.</div><div>Em virtude desta ser uma escola que abrange alunos até ao final do 3º CEB, não nos confrontamos regularmente com as necessidade de realização de PIT e também não existem situações em número elevado para justicar medidas de ensino (demasiado) estruturado. Quando estas são necessárias, procuramos que haja articulação entre os docentes de educação especial e os titulares (DT ou outros) nas fases de planeamento, execução e avaliação.</div><div><br></div><div>Considero que de tanto querermos categorizar, encontrando a “caixinha” certa para a medida/estratégias que se está a implementar (universal, seletiva, adicional), como a questão formulada preconiza, nos convida a desinvestir na qualidade das respostas, estabelecendo-se modelos de intervenção pouco “personalizados” e menos em conformidade com o “perfil” / “características” / “necessidades” do aluno num dado momento, respondendo-se apenas a indicadores (“estatísticos”) mensuráveis.</div><div><br></div><div>A opção metodológica é, de acordo com os recursos e saberes disponibilizar aos alunos as estratégias adequadas para o sucesso desenvolvimental e educativo, para avaliar e (re)aprender, inclusive com o que os dados empíricos nos dão oferecendo.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-18 16:47:39 UTC</pubDate>
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