<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Língua Portuguesa - 3º ano - Revisão do Simulado do 3º Bimestre 2024 by CLAUDIA VASCONCELOS</title>
      <link>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-20 00:37:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-20 11:32:01 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Leia e comente: Quais os limites da liberdade de expressão, segundo o texto?</title>
         <author>claudiarvasconcelos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb/wish/3128714793</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/390191250/33165d0797e22bb25d5f3c1a969d9ba2/PALAVRAS_T_M_PODER.png" />
         <pubDate>2024-09-20 00:41:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb/wish/3128714793</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Leia os textos e comente: A que conclusão chega Severino ao se apresentar no poema &quot;Morte e Vida Severina&quot;?</title>
         <author>claudiarvasconcelos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb/wish/3128719035</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>TEXTO I</strong></p><p>O meu nome é Severino,</p><p>não tenho outro de pia.</p><p>Como há muitos Severinos,&nbsp;</p><p>que é santo de romaria,&nbsp;</p><p>deram então de me chamar&nbsp;</p><p>Severino de Maria;</p><p>como há muitos Severinos&nbsp;</p><p>com mães chamadas Maria,&nbsp;</p><p>fiquei sendo o da Maria&nbsp;</p><p>do finado Zacarias,</p><p>Mas isso ainda diz pouco:</p><p>há muitos na freguesia,</p><p>por causa de um coronel&nbsp;</p><p>que se chamou Zacarias&nbsp;</p><p>e que foi o mais antigo</p><p>senhor desta sesmaria.</p><p>Como então dizer quem falo&nbsp;</p><p>ora a Vossas Senhorias?</p><p><em>MELO NETO, J. C. Obra Completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1994 (fragmento).</em></p><p>&nbsp;</p><p><strong>TEXTO II</strong></p><p>João Cabral, que já emprestara sua voz ao rio, transfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, como o Capibaribe, também segue no caminho do Recife. A autoapresentação do personagem, na fala inicial do texto, nos mostra um Severino que, quanto mais se define, menos se individualiza, pois seus traços biográficos são sempre partilhados por outros homens.</p><p><em>SECCHIN, A. C. João Cabral: a poesia do menos. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999 (fragmento).</em></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ov4k4qJq-WE?si=kJPMKN6g1heZ0niT" />
         <pubDate>2024-09-20 00:43:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb/wish/3128719035</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O poeta Carlos Drummond de Andrade (foto) nasceu em Itabira, interior de Minas Gerais. Leia o poema em que ele relembra a cidade natal e comente: que papel teve Itabira na formação do poeta?</title>
         <author>claudiarvasconcelos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb/wish/3128726125</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Confidência do Itabirano</strong></p><p><br/></p><p>Alguns anos vivi em Itabira.&nbsp;</p><p>Principalmente nasci em Itabira.</p><p>Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.&nbsp;</p><p>Noventa por cento de ferro nas calçadas.&nbsp;</p><p>Oitenta por cento de ferro nas almas.</p><p>E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.</p><p><br/></p><p>A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,</p><p>vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.</p><p><br/></p><p>E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,&nbsp;</p><p>é doce herança itabirana.</p><p><br/></p><p>De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:&nbsp;</p><p>esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil,</p><p>este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;</p><p>este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;</p><p>este orgulho, esta cabeça baixa…</p><p><br/></p><p>Tive ouro, tive gado, tive fazendas.&nbsp;</p><p>Hoje sou funcionário público.</p><p>Itabira é apenas uma fotografia na parede.&nbsp;</p><p>Mas como dói!</p><p><br/></p><p><em>ANDRADE, C. D. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003.</em></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://media.snl.no/media/238877/standard_compressed_carlos-drummond-de-andrade.jpg" />
         <pubDate>2024-09-20 00:47:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb/wish/3128726125</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maxuel</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb/wish/3129676348</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo o texto, os limites da liberdade de expressão estão relacionados ao respeito aos Direitos Humanos e à não disseminação de informações sensacionalistas ou preconceituosas que possam estimular a violência ou desrespeitar as pessoas. A liberdade deve ser exercida com responsabilidade, evitando prejudicar outros.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-20 11:32:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiarvasconcelos/i5q3w8wi9i2da2rb/wish/3129676348</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
