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      <title>Registro de Atividades PIBID by Alexsandro Albano</title>
      <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-17 20:38:08 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 27/03</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3414321807</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro encontro do Núcleo 1 e 3, realizado no turno da tarde, orientados pela Professora Martha e pelo Professor Juvenal. A programação aconteceu no espaço do NUDOC, das 13h às 17h, e teve como foco o debate sobre o texto <em>“A escola como um espaço sócio-cultural”</em>, de Juarez Tarcísio Dayrell.</p><p><br></p><p>Antes do encontro, realizamos a leitura do material proposto, além de responder um questionário que serviria como ponto de partida para a discussão em grupo. A recepção foi acolhedora e contou com uma breve apresentação dos professores Martha e Juvenal. A condução da aula ficou sob responsabilidade do professor Henrique Sena.</p><p><br></p><p>Desde os primeiros momentos, o professor Henrique estabeleceu uma dinâmica participativa, incentivando o diálogo e a troca de experiências. Durante o encontro, o professor Henrique compartilhou algumas histórias pessoais que deixaram a aula mais leve e divertida. Ele falou sobre situações do dia a dia com a família, especialmente com sua filha, e usou esses exemplos pra explicar de forma simples e próxima os temas que estavam sendo discutidos. Vários desses momentos arrancaram risadas da turma e ajudaram a criar um clima mais descontraído, fazendo todo mundo se sentir mais à vontade pra participar.</p><p><br></p><p>A partir do texto lido, refletimos sobre o papel da escola para além do ensino formal. Compreendemos que a escola também funciona como um espaço de construção de identidades, trocas culturais e vivências sociais diversas.</p><p>Durante a conversa, foram abordados temas como a cultura escolar, a realidade cotidiana das instituições de ensino e a importância de compreender a escola como um espaço que reflete e influencia a sociedade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 20:41:05 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 03/04</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3414321957</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 03 de abril, tivemos mais um encontro com o professor Henrique Sena, dando continuidade às discussões sobre o ambiente escolar. Dessa vez, o tema foi o “estado da arte da escola”, que nos leva a refletir sobre a importância de coletar dados precisos sobre a realidade da instituição em que trabalhamos ou estudamos.</p><p><br></p><p>O professor destacou a necessidade de levantar informações como estatísticas, dados sobre os alunos, índices de reprovação, além da análise do currículo e dos projetos realizados na escola. Essas informações ajudam a construir um diagnóstico mais claro e efetivo no ambiente escolar.</p><p><br></p><p>Um ponto importante que o professor trouxe foi sobre a construção de uma relação de intimidade com os alunos. Segundo Henrique, mais do que apenas ensinar, é fundamental que o professor busque entender os alunos como indivíduos, conhecer suas histórias e realidades. Para ilustrar isso, ele brincou sobre a importância da “fofoca”, dizendo que, muitas vezes, as conversas informais e os pequenos comentários que circulam pelos corredores podem nos dar conhecimentos valiosos sobre o que acontece no ambiente escolar.</p><p><br></p><p>Durante a aula, um aluno levantou a mão para adicionar um ponto que passou a ser discutido sobre a importância da intimidade com os funcionários da escola, que muitas vezes não são vistos, mas que desempenham papéis fundamentais no cotidiano escolar. Ele mencionou a faxineira, a tia que organiza os alunos nas aulas, as cozinheiras e o porteiro como pessoas essenciais para o bom funcionamento da escola, cujas histórias e percepções também podem contribuir para uma compreensão mais ampla do ambiente.</p><p><br></p><p>O professor também falou sobre cartografia e etnografia como formas de explorar e entender a escola de forma mais profunda, destacando a importância de conhecer o espaço e as pessoas que o habitam, para que se possa propor ações mais sensíveis e aplicáveis ao contexto específico da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 20:41:31 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 10/04</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3414322057</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 10 de abril aconteceu nosso terceiro encontro, com supervisores, a aula contou também com a presença dos professores Juvenal e Martha, além da participação especial dos professores Luis Carlos Borges e Jussiana Rebouças, que trouxeram relatos muito ricos sobre suas vivências na sala de aula.</p><p><br></p><p>O encontro começou com a fala do professor Borges, que nos apresentou o diagnóstico da escola CEPES (Colégio Estadual Professor Edgard Santos, onde atua, compartilhando também suas impressões e experiências de convivência dentro do espaço escolar. Ele destacou a importância de entender o ambiente da escola a partir de quem vive nela diariamente. Em seguida, Borges apresentou alguns de seus trabalhos, como a criação do um site que visa atender à proposta de um produto final para o Programa de Pós-graduação em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas da UFRB. O site foi organizado pelo próprio professor.</p><p><br></p><p>Na sequência, a professora Jusslana compartilhou conosco suas vivências em sala de aula. Ela foi muito sincera ao falar sobre os desafios do início da carreira, comentando que nem sempre é fácil conquistar a atenção e o respeito dos alunos. No entanto, com o tempo, dedicação e sensibilidade, ela conseguiu criar uma relação de confiança com suas turmas.</p><p><br></p><p>Um dos momentos mais marcantes da sua fala foi quando apresentou suas bonecas representativas, utilizadas como ferramenta pedagógica para sensibilizar os alunos e trabalhar a questão da representatividade na escola. As bonecas incluíam negras, pessoas com deficiência (como cadeirantes), entre outras representações de minorias que muitas vezes são invisibilizadas nos materiais didáticos tradicionais. Ela explicou como essas figuras ajudam as crianças e adolescentes a se reconhecerem, valorizarem sua identidade e perceberem a diversidade como parte essencial da sociedade.</p><p><br></p><p>Jussiana também refletiu sobre o impacto de referências como a Barbie, que por muito tempo impôs padrões únicos de beleza e comportamento, e como é importante oferecer outras possibilidades que reflitam a realidade dos estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 20:41:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3414322057</guid>
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         <title>ENCONTRO 24/04</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3426096866</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a aula conduzida pelo professor André Rego, trabalhamos o tema da história indígena no Recôncavo, discutindo principalmente a questão da invisibilidade dos povos originários nas narrativas tradicionais. O professor falou sobre a importância de novas abordagens no currículo da educação básica, que tragam mais presença e participação dos indígenas nas histórias contadas em sala de aula.</p><p><br></p><p>Ele também compartilhou uma experiência pessoal, comentando sobre sua viagem à Chapada Diamantina, onde visitou a nascente do Rio Paraguaçu, no seu alto curso, reforçando como a geografia e a história estão profundamente conectadas, principalmente na construção do território pelos povos indígenas.</p><p><br></p><p>O professor também ressaltou a obrigatoriedade da participação dos pibidianos nas atividades rotineiras, aula a aula, e falou sobre a importância do diagnóstico escolar, como já orientado pelo professor Henrique Sena, para conhecermos melhor o contexto onde estamos inseridos. Em relação às ferramentas digitais, foi apresentado o uso do Padlet como espaço virtual para registrar as atividades de campo e a rotina escolar.</p><p><br></p><p>Logo depois, André iniciou uma exposição de slides sobre o livro "A Guerra dos Bárbaros", de Pedro Luís Puntoni, trazendo um resumo do capítulo sobre a guerra no Recôncavo, onde explicou o papel do governador-geral, representante direto do rei, no processo de avanço e conquista das terras do Recôncavo, no médio e baixo curso do Rio Paraguaçu, enfrentando e dominando os povos indígenas da região.</p><p><br></p><p>Em seguida, foi comentado sobre a economia do Recôncavo, lembrando que, além da produção de açúcar, o gado também teve um papel muito importante no desenvolvimento da região, algo que muitas vezes não é tão destacado.</p><p><br></p><p>Durante a aula, também tivemos uma atividade prática de leitura de uma carta régia do século XVII, exercitando noções de paleografia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 20:10:36 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 08/05</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3453215638</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia, haveria uma miniapresentação em slides dos núcleos, em que procurem apresentar um rascunho de intervenção em sala de aula sobre ensino de história indígena e o território do Recôncavo. </p><p><br/></p><p>Devido a fortes chuvas, o encontro foi encerrado e os slides deveriam ser encaminhados para o email do Professor responsável.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 00:27:35 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 15/05 </title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3453234044</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora Josenilda Mesquita, que é doutora, coordenadora de área do PIBID na UCSAL e também professora de História na rede municipal de Camaçari, fez uma apresentação com o tema <em>“Ensino e Tecnologias: Tecendo Aprendizagens sobre a História da Bahia”</em>. Durante a palestra, ela trouxe reflexões importantes sobre como o uso de tecnologias pode transformar o ensino de História e aproximar os conteúdos da realidade dos estudantes.</p><p><br/></p><p>Um dos principais pontos foi a importância de discutir tecnologia no PIBID, indo além do que está proposto na BNCC. Para Josenilda, não dá para pensar a formação de professores sem considerar a presença da cultura digital no dia a dia dos alunos. Ela destacou que os estudantes já estão mergulhados em tecnologias como celulares, redes sociais e jogos e que esses elementos podem e de certa forma devem ser usados de forma criativa na escola.</p><p><br/></p><p>A professora também chamou atenção para o papel da escola como um espaço de inovação. Em vez de proibir o uso do celular, ela propôs que os professores pensem em maneiras de usá-lo como ferramenta de aprendizado. Mais do que um instrumento, a tecnologia foi apresentada como um ambiente em que os alunos já vivem, e que pode ser explorado de forma educativa.</p><p><br/></p><p>Um momento muito interessante da apresentação foi quando Josenilda mostrou o jogo RPG "2 de Julho", criado como estratégia para ensinar a história da Independência da Bahia. O jogo tem episódios que ajudam os alunos a entender o contexto histórico por meio da narrativa e da interação. O primeiro episódio se chama "Carta Régia", e os alunos participaram também da criação do mapa do jogo, com destaque para prédios históricos. O projeto ainda trouxe elementos do meta verso usando a realidade virtual, deixando a experiência mais interessante e imersiva. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 00:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 23/05</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3465322917</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora de História Gleysa Teixeira, da Escola Municipal Edvaldo Brandão Correia, iniciou sua apresentação relatando sua trajetória como educadora e supervisora, com destaque para sua participação no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), que contribuiu significativamente para a construção de práticas pedagógicas voltadas à valorização da identidade negra. Em suas experiências pelo programa, desenvolveu atividades sobre identidades negras, participou de um projeto no Recôncavo Baiano com apoio do professor Dr. Leandro Almeida e realizou uma visita à fábrica de charutos da região. A partir dessas vivências, os estudantes produziram conteúdos autorais no projeto “As Vozes do Recôncavo”, incluindo um podcast, uma revista e um documentário. Também foi destaque o SarauAfro, evento cultural que abordou a resistência do povo negro, reafirmando o espaço escolar como lugar de afirmação identitária.</p><p><br></p><p>Gleysa compartilhou ainda referências teóricas que influenciam sua prática docente, como bell hooks, ao criticar o tédio escolar, e Chimamanda Ngozi Adichie, ao reforçar a importância da diversidade de narrativas. Por fim, apresentou sua tese de mestrado orientada pelo professor Dr. Antonio Liberac, que resultou no livro “Uma História de Cabeluda”. </p><p><br></p><p>Depois, quem deu continuidade às apresentações foi a professora Katia Maria, que atua como docente efetiva há 19 anos no município de Governador Mangabeira. Ela começou sua fala trazendo um relato pessoal, lembrando de sua adolescência, quando alisava o cabelo com frequência, influenciada por padrões estéticos impostos pela sociedade e também por falas dentro da própria família. Foi apenas durante sua trajetória como professora que ela iniciou o processo de transição capilar, o que marcou um reencontro com sua identidade racial e o fortalecimento de sua consciência como mulher negra.</p><p><br></p><p>Katia é autora do livro “Cabelo ruim? Que mal ele te fez?”, obra que aborda de forma sensível e acessível as questões do racismo, da valorização do cabelo crespo e da autoestima negra, especialmente entre crianças e jovens. O livro tem sido uma ferramenta importante na educação para combater preconceitos e promover a valorização da identidade negra, dialogando diretamente com a realidade da escola onde atua, o CEAG (Centro Educacional Professora Angelina Gesteira), em que cerca de 89% dos estudantes se autodeclaram negros.</p><p><br></p><p>Ela também destacou os desafios enfrentados na escola, principalmente após a implementação, em 2019, do Projeto Vetor Disciplinar, que trouxe a militarização para o ambiente escolar. Esse contexto dificultou o ensino crítico de História, agravado pela circulação de fake news e discursos de extrema direita, como os propagados pelo site Brasil Paralelo, que desinformam e enfraquecem o pensamento crítico dos alunos. Além disso, muitos professores passaram a ser acusados de “doutrinação ideológica”, o que ameaça a liberdade de ensinar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 00:09:20 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 29/05</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3496773301</link>
         <description><![CDATA[<p>A atividade teve início com a apresentação da Profa. Denise Ribeiro, pró-reitora da PROPAEE, que deu as boas-vindas ao público presente. Em seguida, a palestra principal foi conduzida pelo Prof. Kabengele Munanga, intelectual congolês de referência na luta antirracista e na valorização das culturas africanas e afro-brasileiras. Em sua fala, o professor abordou a importância dos ancestrais  homens e mulheres  na construção da história do continente africano e a necessidade de recuperar a memória e o protagonismo dessas populações.</p><p><br/></p><p>Alguns pontos abordados: </p><ul><li><p>O processo histórico de exploração, dominação e humilhação que marcou o passado africano, com ênfase nos conflitos étnicos que foram incentivados pelo colonialismo.</p></li><li><p>A crítica à ideia de “matar a tribo para construir a nação”, refletindo sobre como as elites africanas buscaram justificar dificuldades pós-coloniais, como guerras civis em países como Etiópia, Costa do Marfim, Congo e Moçambique.</p></li><li><p>A ausência dos povos africanos como sujeitos centrais no processo de globalização, sendo frequentemente colocados à margem das decisões internacionais.</p></li><li><p>Um momento marcante da palestra foi o relato dos jovens africanos que morreram congelados na Bélgica, sendo que um deles carregava consigo um envelope contendo uma carta com apelo por intervenção diante das guerras no continente africano.</p></li><li><p>A Conferência de Berlim (1884-85) foi mencionada como ponto de partida da partilha colonial da África, cujos efeitos negativos ainda repercutem nas sociedades africanas.</p></li><li><p>O professor também traçou um paralelo entre o Brasil e os países africanos, destacando que ambos foram vítimas dos mesmos colonizadores e carregam até hoje as marcas dessa violência histórica.</p></li><li><p>Finalizou apontando a importância da diáspora africana especialmente os afrodescendentes no Brasil como parte de uma mesma luta por justiça, memória e reconstrução de identidades historicamente violentadas. Ressaltou ainda que aqueles que construíram o Brasil com sangue e suor são os mesmos que devem estar no centro das transformações sociais.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 04:01:25 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 05/06</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3496791144</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 5 de junho, foi realizada uma atividade formativa sobre o ensino de História da África na educação básica, com enfoque nas propostas e princípios defendidos por Juvenal. A discussão teve como objetivo refletir sobre como abordar a África como fonte de saberes diversos gastronômicos, religiosos, artísticos, tecnológicos, entre outros rompendo com uma visão eurocentrada e estereotipada.</p><p><br/></p><p>Juvenal propôs 15 princípios norteadores para reformular o ensino da África:</p><ol><li><p>Anterioridade histórica – África como berço da humanidade e experiências humanas.</p></li><li><p>Continuidade histórica – Resistência e permanência ao longo dos séculos, como no caso da Etiópia.</p></li><li><p>Diversidade – África não é uma só, é composta por milhares de povos e culturas.</p></li><li><p>Unidade na pluralidade – Inovações e transformações internas.</p></li><li><p>Complexidade – Evitar abordagens simplificadas que criam novos mitos e estereótipos.</p></li><li><p>Mobilidade e contatos – Conexões com o mundo, como as rotas no Saara.</p></li><li><p>Superação de adversidades – Evitar romantizações, reconhecer desafios e enfrentamentos.</p></li><li><p>Originalidade e criatividade – Exemplo de tecnologias locais como o “M-Pesa” em Moçambique.</p></li><li><p>Ancestralidade – Chave estruturante do ensino e da identidade.</p></li><li><p>Concepções de tempo – Diferentes noções temporais, passado como presente.</p></li><li><p>Legado e herança – Contribuições africanas vão além de arte e culinária, incluem ciência, medicina e religiosidade.</p></li><li><p>Humanidade dos africanos – Romper com a ideia de "paraíso perdido", reconhecer a humanidade plena.</p></li><li><p>África ≠ Brasil – Para entender o Brasil, é preciso conhecer a África, mas não confundi-los.</p></li><li><p>Representação e poder – Denúncia da hegemonia branca na forma como se constrói o imaginário social.</p></li><li><p>Repensar a educação  O racismo estrutura o currículo e as relações; é preciso superá-lo com ações pedagógicas cotidianas.</p></li></ol><p>A atividade reforçou que o ensino da História da África deve fugir do folclore e estar presente em todas as disciplinas como parte do cotidiano escolar. A proposta não é “combater o racismo”, mas ensinar sobre os povos africanos de forma profunda, crítica e valorizadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 04:21:24 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 12/06</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3496854352</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 12 de junho, ocorreu o encontro “Diálogos Pibidianos”, com a presença dos professores orientadores Alfredo Júnior e Diana Souza. </p><p><br/></p><p>O professor Alfredo Júnior apresentou parte de sua pesquisa desenvolvida no Seminário de Belém da Cachoeira, com destaque para os estudos sobre as origens da tropa, especialmente as tropas da conquista e do gentio bárbaro, abordando aspectos históricos e socioculturais da região. Também foram discutidas as condições estruturais do Colégio Rômulo Galvão, escola vinculada ao subprojeto, cuja precariedade foi pontuada com preocupação. O orientador destacou que a comunidade escolar está mobilizada para que as reformas não prejudiquem o calendário letivo e o andamento das aulas. Também foi apresentada uma experiência interdisciplinar envolvendo o PROSUB. A atividade incluiu uma palestra sobre negritudes e o mundo do trabalho, resultado de um projeto em que os estudantes entrevistaram profissionais negros, refletindo sobre suas trajetórias e desafios no mercado de trabalho.</p><p><br/></p><p>Logo após, a professora e orientadora Diana Souza compartilhou sua trajetória pessoal e profissional, destacando como sua vivência de mãe influencia sua atuação docente referindo-se a si mesma como alguém que atua "em vida como espelho". Apresentou sua pesquisa sobre a articulação das mulheres negras no Quilombo Engenho da Ponte, cujo produto final será uma cartilha educativa, reforçando o compromisso com a valorização da cultura quilombola e o protagonismo feminino negro.</p><p><br/></p><p>Diana também relembrou sua experiência como professora do CEAG, como secretária dos programas de mestrado da UNIMAM e sua atuação atual no CEPES, lecionando redação e sociologia. Em sua fala, criticou a visão mercadológica da educação, em que apenas os números e dados dos sistemas são valorizados, em detrimento das relações humanas. Ressaltou, ainda, que o debate sobre relações raciais não deve ser restrito à disciplina de História, sendo uma pauta urgente em todos os espaços escolares.</p><p><br/></p><p>As falas dos orientadores trouxeram à tona desafios reais da educação pública, a importância da luta antirracista e a valorização das histórias e saberes dos povos negros e quilombolas. A atividade reafirmou o papel transformador do PIBID na formação docente crítica, sensível e engajada.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-20 05:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>Palestra 10/07</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
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         <description><![CDATA[<p>O encontro teve como tema o racismo, o preconceito e a discriminação na educação brasileira, buscando compreender como esses fenômenos se manifestam e se perpetuam ao longo do tempo. Foi discutido que o processo de socialização é influenciado por diversos agentes, como a família, a escola, a mídia e os grupos sociais. Esses agentes têm papel fundamental na formação de valores e comportamentos, mas também podem reforçar estereótipos e preconceitos quando não há uma abordagem crítica sobre a história e a realidade social do país.</p><p>Abordou-se também a herança deixada pelo período escravista, que ainda se reflete na desigualdade social e racial. A cronologia da abolição no Brasil foi apresentada como um processo gradual e desigual, marcado por leis que não garantiram direitos plenos aos ex-escravizados, perpetuando estigmas e marginalização. Essa herança, associada à falta de representações positivas da população negra nos espaços educativos, contribui para a manutenção das desigualdades.</p><p><br></p><p>Um dos pontos que mais chamou atenção foi a discussão sobre a distorção histórica nos livros didáticos. Foi citado o exemplo de uma ilustração em que crianças eram retratadas “brincando” em um navio negreiro, o que suaviza e deturpa a violência e a brutalidade da escravidão. Também se mencionou a continuidade da violência desde a colonização até os dias atuais, com destaque para um caso de 2023 em que policiais brasileiros utilizaram cordas para deter possíveis suspeitos, reproduzindo práticas humilhantes e desumanizadoras.</p><p><br></p><p>A fala sobre a “submissão negra” e o “silêncio que adoece” ressaltou como a opressão histórica gera a invisibilidade das vozes negras e afeta a autoestima e a saúde mental da população negra. Ao final, ficou evidente que o racismo na educação não se limita a ações individuais, mas é fruto de processos históricos e estruturais. Assim, a revisão crítica dos conteúdos escolares, a valorização das culturas negras e o combate às representações distorcidas que tornam-se passos essenciais para a construção de uma educação antirracista e transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 06:01:57 UTC</pubDate>
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         <title>Visita ao CEPES 15/07 </title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3539255636</link>
         <description><![CDATA[<p>realizamos uma visita à escola acompanhados pelo Coordenador Juvenal e pelo Professor Supervisor Luis Carlos Borges. O professor Borges iniciou a visita apresentando as reformas recentemente concluídas, como o auditório, a cozinha, a quadra esportiva e a sala de informática.</p><p><br></p><p>Ao final do percurso, o professor comentou sobre uma turma do 3º ano, na qual desenvolveu um trabalho de leitura da obra <em>Quarto de Despejo</em>. Ele informou que, em breve, pretende relacionar o conteúdo do livro com o tema da Era Vargas.</p><p><br></p><p>Houve também uma conversa geral sobre os estudantes e suas dificuldades, sendo as principais apontadas: leitura, escrita e conhecimentos básicos de informática.</p><p>Discutimos ainda a possibilidade de realizar um levantamento audiovisual com o objetivo de promover sessões de cinema no auditório, exibindo filmes com temas atuais e sensíveis. Essa proposta foi apelidada de <strong>“CineHistórico”</strong>.</p><p>Durante a conversa, observou-se que muitos alunos passam o tempo livre jogando dominó. Também foi mencionada a ACC como parte das atividades escolares.</p><p>Encerramos a visita com a perspectiva de continuar o diálogo para implementação das ideias discutidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 06:20:38 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório sala de aula 04/08</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3539257585</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 04, fiquei responsável por acompanhar as aulas na escola. A atividade iniciou-se com o professor apresentando-me à turma e explicando brevemente sobre a bolsa PIBID. Ele incentivou os alunos a considerarem a possibilidade de ingressar no ensino superior, destacando a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), campus de Cachoeira, e mencionando que a instituição oferece cursos de mestrado e doutorado em História.</p><p><br/></p><p>O professor também comentou sobre a importância dos arquivos públicos, citando os existentes em Cachoeira, Muritiba e São Félix. Ressaltou, entretanto, o estado de abandono do arquivo público de Governador Mangabeira, caracterizando-o como um descaso.</p><p><br/></p><p>A aula teve como tema central a Era Vargas. Foram apontadas suas principais características, como: a Centralização do poder, Criação de leis trabalhistas e direitos sociais, Controle da imprensa e propaganda governamental, Intervenção do Estado na economia, Fortalecimento do nacionalismo.</p><p><br/></p><p>Em seguida, o professor abordou de forma mais específica como o período varguista influenciou o Recôncavo Baiano.</p><p>Finalizando o conteúdo, o professor informou que, na próxima aula, será tratado o tema Estado Novo. Fiquei responsável por preparar e apresentar alguns exemplos de movimentos negros que ocorreram durante esse período.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 06:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório sala de aula 18/08</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3550684867</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula desta segunda, o professor Borges falou sobre o Estado Novo, destacando o rádio como meio de comunicação em massa, a centralização do poder, o populismo, a intervenção do Estado na economia e a censura.</p><p><br></p><p>Nós pibidianos, ficamos responsáveis por falar sobre o movimento negro, mas não deu tempo por causa da dispersão dos alunos. Também apresentaram informações sobre a faculdade semestres, matrículas, carga horária apresentamos o SIGAA e sobre as bolsas que a universidade pública nós proporcionam.</p><p><br></p><p>Apesar do tempo curto, a participação dos pibidianos ajudou a engajar os alunos. A próxima atividade é um teste sobre o livro Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-21 18:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório sala de aula 25/08</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3562223803</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta data, foi realizado o teste avaliativo sobre a obra Quarto de Despejo: diário de uma favelada de Carolina Maria de Jesus.</p><p><br></p><p>Durante a aula, acompanhei a aplicação da avaliação, auxiliando o professor na organização e entrega das provas aos alunos. Também prestei apoio tirando dúvidas que surgiram durante a realização do teste.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 21:10:51 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório sala de aula 01/09</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3581570300</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula ocorreu normalmente, porém alguns estudantes ainda não haviam realizado o teste da semana passada. Durante o período, a sala estava muito barulhenta, o que dificultava a concentração dos alunos que precisavam finalizar a avaliação.<br></p><p>Diante disso, eles pediram ao professor Luís Carlos para realizar o teste em um espaço mais silencioso. O professor autorizou que eu acompanhasse o grupo até a sala dos professores.</p><p><br></p><p>Acompanhei e monitorei cinco alunos durante a atividade. Auxiliei no esclarecimento de dúvidas sobre as questões e na gestão do tempo. Também orientei os estudantes quanto à organização das respostas.<br></p><p>A aplicação foi concluída com tranquilidade e todos os alunos conseguiram finalizar a avaliação.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 05:50:02 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório 08/09</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3582684702</link>
         <description><![CDATA[<p>Participei da continuação da aula sobre a Era Vargas. Continuação do período do Estado Novo, explicando suas características como nacionalismo, trabalhismo, educação e populismo.</p><p><br/></p><p>Também foi comentada a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e os acontecimentos que levaram ao fim do Estado Novo.</p><p><br/></p><p>Durante a aula fiquei observando, fiz algumas anotações. A participação da classe foi boa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 00:34:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatório sala de aula 15/09</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3599676683</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 15/09 fizemos a apresentação “Entre Censura e Resistência: o Movimento Negro no Estado Novo”<strong>.</strong> A gente explicou como o governo de Getúlio Vargas (1937-1945) era autoritário, com muita censura e perseguição a movimentos sociais.</p><p><br/></p><p>Falamos da Frente Negra Brasileira (FNB), que antes de 1937 era um partido organizado para valorizar a identidade negra e lutar contra o racismo. Mas, com o Estado Novo, todos os partidos foram proibidos e a FNB teve que encerrar as atividades. Mesmo assim, a experiência ajudou a fortalecer lutas futuras.</p><p><br/></p><p>Também comentamos o mito da democracia racial, trazendo ideias de pessoas como Abdias do Nascimento e Lélia Gonzalez, que mostraram como o racismo no Brasil é estrutural e que essa “harmonia racial” é mais um mito.</p><p><br/></p><p>Durante a apresentação, pedi ao professor para oferecer 0,5 décimos para quem respondesse à pergunta sobre o que é democracia racial. Fiz isso para incentivar a turma, já que muita gente está com nota baixa, e o professor topou. Isso deixou a galera mais animada para participar.</p><p>Foi uma aula bem legal, com participação dos alunos e um bom debate sobre racismo e resistência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 13:16:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatório 22/09</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3599699608</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi aplicado um teste sobre Era Vargas, Estado Novo e Frente Negra Brasileira. A prova teve 18 questões, sendo 11 retiradas do ENEM, valendo 3,6 pontos no total.</p><p><br/></p><p>Depois da aplicação, os "pibidanos" corrigiram o teste, junto com o professor. Mais uma vez percebemos que a maioria das notas ficou bem baixa, com exceção de uma aluna, que só não fechou o teste por errar uma única questão.</p><p><br/></p><p>A atividade serviu para revisar os principais pontos da Era Vargas e do movimento negro, a turma precisa reforçar o estudo desses conteúdos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 13:26:28 UTC</pubDate>
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         <title> Relatório sala de aula 06/10</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3643269961</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a aula, realizei uma apresentação sobre a escritora <strong>Conceição Evaristo</strong>, destacando seu papel central na consolidação da <strong>literatura negra feminina no Brasil</strong>. A exposição seguiu os slides produzidos coletivamente e teve como eixo a ideia de "<em>escrevivência"</em> conceito criado pela própria autora.</p><p>Comecei contextualizando sua <strong>trajetória, </strong>dialoguei com a turma sobre a importância do <strong>mestrado e doutorado de Evaristo.</strong></p><p><br></p><p>Na parte dedicada às <strong>obras principais</strong>, destaquei <em>Olhos d’Água</em> (2014), enfatizando o realismo sensível com que Conceição retrata o cotidiano da população afro-brasileira. A turma participou comentando sobre a presença de mulheres fortes nos contos e o impacto emocional das narrativas. Finalizando, apresentei os <strong>principais prêmios</strong> recebidos como o Prêmio Jabuti (2015), o Prêmio Governo de Minas (2017) e o Prêmio Nicolás Guillén (2018).</p><p><br></p><p>Os alunos demonstraram <strong>grande interesse</strong> durante toda a apresentação, acompanhando atentamente cada parte dos slides e os pontos discutidos. Apesar do silêncio sem questionamentos direto, percebi o envolvimento e a curiosidade nos olhares e expressões. Ao final, propus um questionamento e reflexão, perguntando quantos livros eles já haviam lido na vida e quantos desses eram de autores negros. Essa pergunta gerou um momento de silêncio, levando-os a pensar sobre a representatividade literária e sobre o quanto a leitura também é um ato político e de reconhecimento cultural.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 14:27:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relatório 13/10</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3643313298</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula teve início com o professor Borges comentando sobre a proposta de viagem ao shopping Boulevard, em Feira de Santana, para que os alunos pudessem assistir ao filme “Malês”, revolta dos escravizados muçulmanos ocorrida na Bahia em 1835. </p><p><br/></p><p>Após essa introdução, o professor iniciou o conteúdo principal da aula, voltado para o contexto histórico que antecedeu o Golpe Civil-Militar de 1964. Ele situou o tema dentro do cenário internacional da Guerra Fria, período marcado pela disputa ideológica entre Estados Unidos e União Soviética, que se manifestava em conflitos indiretos, como a Guerra do Vietnã, e em eventos revolucionários, como a Revolução Cubana.</p><p><br/></p><p>Borges destacou o governo de Jânio Quadros, apresentado como uma figura política singular, cujas atitudes misturavam moralismo e contradição. Ele lembrou que Jânio chegou a proibir o uso de biquínis em locais públicos, mas também protagonizou um gesto inesperado ao condecorar Ernesto “Che” Guevara, revolucionário cubano. O professor aproveitou esse momento para explicar à turma quem foi Che Guevara, descrevendo-o como um dos líderes da Revolução Cubana, médico, defensor de ideais socialistas e símbolo da resistência anti-imperialista na América Latina.</p><p><br/></p><p>Em seguida, Borges abordou a renúncia de Jânio Quadros, em 1961, e a crise política que se instaurou com a tentativa de impedir a posse de seu vice, João Goulart (Jango). O professor explicou que os Estados Unidos exerceram forte influência nesse período, apoiando a implantação do regime parlamentarista no Brasil como forma de limitar os poderes de Jango, visto como um político de inclinações à esquerda.</p><p><br/></p><p>Durante a explicação, o professor apresentou o conceito de parlamentarismo, esclarecendo que esse sistema político prevê a figura de um primeiro-ministro responsável pela condução do governo, enquanto o presidente exerce funções representativas e protocolares. Ele comparou esse modelo ao presidencialismo, predominante no Brasil, onde o presidente acumula os poderes de chefe de Estado e chefe de governo.</p><p>Por fim, Borges falou sobre o plebiscito de 1963, quando o povo brasileiro foi chamado a decidir entre manter o parlamentarismo ou retornar ao presidencialismo. O professor explicou o significado do termo “plebiscito”, destacando-o como um instrumento de consulta popular direta. Ele enfatizou que a maioria dos eleitores escolheu o retorno ao presidencialismo, o que restabeleceu os poderes de João Goulart um passo que, posteriormente, agravou as tensões políticas e sociais que culminaram no golpe de 1964.</p><p><br/></p><p>A aula foi  clara e envolvente, explicou bem a compreensão dos vínculos entre o contexto internacional e os acontecimentos brasileiros, que permite aos alunos perceberem mais sobre o golpe de 1964 não como um evento isolado, mas como parte de uma conjuntura mais ampla de disputas políticas e ideológicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 14:48:54 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório 20/10 Malês (o filme)</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3643376459</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 20 de outubro, acompanhamos alguns professores  inclusive  Prof. Borges e os colegas pibidianos em uma atividade externa. Fomos ao Shopping Boulevard, em Feira de Santana, para assistir ao filme <em>Malês</em>, dirigido por Antonio Pitanga e roteirizado por Manuela Dia. Como objetivo ampliar os horizontes do ensino de História, sobre a resistência negra no Brasil.</p><p><br/></p><p>O filme é ambientado em Salvador de 1835, durante a Revolta dos Malês a maior insurreição de pessoas escravizadas da história brasileira. A narrativa acompanha dois jovens africanos muçulmanos, Dassalu (Rocco Pitanga) e Abayome (Samira Carvalho), que são brutalmente arrancados de sua terra natal e trazidos ao Brasil. Separados pela escravidão, ambos lutam para sobreviver e reencontrar-se, enquanto se envolvem na revolta que desafiou o sistema colonial e escravista.</p><p><br/></p><p>O elenco é um dos grandes destaques da produção. Antonio Pitanga interpreta (Pacífico Licutan), liderança histórica do levante; Entre os nomes, destaca-se também Bukassa Kabengele, que interpreta Manoel Calafate. Sua atuação carrega uma presença marcante e simbólica, ecoando o legado artístico e político de sua família.</p><p><br/></p><p>Vale ressaltar que Bukassa Kabengele, assim como seu pai Kabengele Munanga o grande artista e intelectual que já esteve presente na UFRB, em Cachoeira, no auditório Leite Alves, no CAHL. Essa conexão torna a experiência ainda mais significativa para nós, estudantes da universidade. Ver Bukassa em cena, interpretando um personagem que luta por liberdade e identidade, reforça o papel da arte entre o cinema e a história viva que também atravessa o Recôncavo Baiano.</p><p><br/></p><p>O filme combina sensibilidade estética e profundidade política. O filme exalta a fé islâmica dos Malês, o sentimento de pertencimento e a coragem de enfrentar a opressão. Cada cena é construída com cuidado visual e simbólico desde os figurinos que remetem à ancestralidade africana até a trilha sonora que vibra como um canto de resistência.</p><p><br/></p><p>A atividade proporcionou um aprendizado que vai além do conteúdo curricular. Assistir a <em>Malês</em> foi vivenciar a História de forma sensorial e crítica, reconhecendo a importância da memória e da representatividade negra no cinema.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 15:21:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Consciência Negra CETIPES 19/11/2025</title>
         <author>alexsandroalbano</author>
         <link>https://padlet.com/alexsandroalbano/i5bjm2htwjeja8yk/wish/3724902447</link>
         <description><![CDATA[<p>As atividades realizadas ao longo desse dia incrível tiveram como objetivo promover o debate sobre a Consciência Negra, abordando aspectos históricos, sociais e culturais das populações negras. </p><p><br/></p><p>Com a mediação/orientação constante por parte dos professores e pibidianos, os alunos fazem uma reflexão acerca do racismo estrutural, das desigualdades históricas e da importância das lutas e resistências negras na sociedade.</p><p><br/></p><p>Agradeço ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) pela oportunidade de vivência no ambiente escolar, o agradecimento ao professor Borges, que atuou como coordenador geral do projeto desenvolvido no CETIPES. Por fim, reconhecimento ao professor Juvenal, coordenador do Núcleo do CETIPES, pelo apoio, receptividade e pela colaboração.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-16 17:40:40 UTC</pubDate>
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