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      <title>Meu padlet deslumbrante by Taina Porto</title>
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      <description>Criado com um gosto pela aventura</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-05 21:59:40 UTC</pubDate>
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         <title>Fortaleza</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>Filha do Sol! filha do rei! princesa!<br>é de estrelas teu mágico diadema!<br>Não tens o sangue azul, mas, com certeza,<br>descendes de uma deusa, que é Iracema.<br><br>E vem da tua olímpica realeza<br>o radioso esplendor e a graça extrema<br>que te fazem, querida Fortaleza,<br>tão bela e musical como um poema!<br><br>Teu verde mar, como um jardim, florindo<br>em velas brancas no horizonte infindo...<br>E o coqueiral que ostenta, ao Sol, a palma...<br><br>— São teus feitiços de que sou cativo ...<br>É a tua alma, cidade! E nela eu vivo,<br>como tu vives dentro da minha alma!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 23:44:36 UTC</pubDate>
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         <title>Samaritana</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi apenas um beijo. E a um beijo apenas<br>toda a minha alma lírica e profana,<br>ali, por entre as rosas e as verbenas,<br>ficou cheia de ti, Samaritana!<br><br>Nunca mais o esqueci. Mágoas e penas<br>fugiram-me, depois, na luta insana.<br>Teu beijo fez-me as horas mais serenas<br>e a vida mais suave e mais humana.<br><br>Inda lhe sinto os cálidos ressábios.<br>Foi o vinho do amor, que me serviste<br>no cântaro rosado dos teus lábios...<br><br>Faz tanto tempo! E hoje, afinal, sozinho,<br>daria tudo o que em minha alma existe,<br>por uma gota só daquele vinho...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-06 20:34:48 UTC</pubDate>
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         <title>Chove no Ceará</title>
         <author>02160679</author>
         <link>https://padlet.com/02160679/i53llyikcqjj44cb/wish/1671358284</link>
         <description><![CDATA[<div>Chove na minha terra!<br>Chove no Ceará!<br>Tudo é verde para a volúpia dos olhos<br>e as águas cantam para gozo dos ouvido.<br>Há delícia, prazer e encantamento,<br>há festa para todos os sentidos!<br><br>Chove na minha terra!<br>Chove no Ceará!<br>O Sol é um amante que se esconde,<br>para tornar-se mais amado, ainda.<br>E o cearense, com a sua alma de girassol,<br>Abençoa a chuva, acaricia a chuva,<br>mas pensa no Sol, tem saudades do Sol...<br><br>Chove na minha terra!<br>Chove no Ceará!<br>Os açudes erguem músculos de pedra,<br>para conter as águas desencarceradas,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;as águas desacorrentadas,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;que saltaram montes,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estrangularam árvores,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;vararam grotões, em disparada louca,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;e chegam, enfim, cansadas,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;fatigadas,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;deitando troncos e espuma pela boca...<br><br>Agora, aos olhos que choraram tanto,<br>uma paisagem nova se descerra,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;enquanto<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;a chuva rola,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;como um pranto<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;que erra<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;pela face de um santo<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;ou de um herói que triunfou na guerra.<br>Pela face de alguém<br>que venceu o destino, vence e vencerá!<br>Pela tua face, minha terra!<br>Chove no Ceará!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-06 20:49:44 UTC</pubDate>
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         <title>Oração da mestra</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>Senhor! Vós que fostes mestre, porque muito<br>amastes, Vós que sois o caminho, a verdade e a vida, fazei que<br>em amor a minha alma se abrase, ao transpor cada dia umbrais<br>de minha escola.<br><br>Quero ser para os meus gárrulos discípulos como<br>o pelicano para os seus filhotes. Reza a lenda que esta ave<br>prodigiosa - ave da dedicação e da renúncia - alimenta os<br>seus pequeninos rebentos com o própio sngue, a própria vida.<br>Mata-se lentamente para que êles vivam, e cresçam, e sejam<br>fortes e felizes. Amor de pelicano é também êste amor<br>pedagógico da professora pelos seus alunos, tão grande e tão<br>puro amor que não visa à correspondência afetiva nem à<br>compensação material. Amor que se contenta com a ventura<br>que os seres inocentes propociona e concede, com abrir-lhes os<br>olhos e o espírito para as maravilhas da ciência, as belezas do<br>mundo e os mistérios da eternidade.<br><br>Senhor! Bem sei que não bastante humildade, e<br>carinhosa, e compreensiva, e paciente, e generosa, e doce, para<br>seguir o exemplo que nos destes naquele dia em que um bando<br>vivaz de meninos erradios vos cercou e envolveu, tornando-vos<br>o passo, quando estáveis a caminho de Jerusalém - "Deixai vir<br>a mim as criancinhas". Como uma música extraterrena, esta<br>frase brotou do Vosso humano coração divino...<br><br>Fazei que o eco destas palavras sacrossantas<br>rompendo o espaço e o tempo, embale constantemente o meu<br>espríto, a minha consciência e o meu coração de educadora. Na<br>obra de formação moral e mental da infância, ajudai-me ter<br>sempre em vista o lado criador do meu esfôrço cotidiano, para<br>que sinta e compreenda que em cada um dos mues discípulos eu<br>devo deixar um pouco de mim mesma. E que nunca mais, pela<br>vida em fora, possa romper os laços afetivos e morais que eles<br>me prendam, como cadeias de ouro, mas sempre cadeias.<br><br>Ainda que me tentem os ouropéis da glória, o<br>fausto da riqueza, e o orgulho das posições eminentes - dai-me<br>forças para vencer a tudo e a todos, mantendo-me<br>intransigentemente fiel ao ideal a que me consagrei, debaixo<br>das Vossas bençãos, com o pensamento em Vós, para servir -<br>Vos, ó meu Mestre, meu Guia e meu Senhor</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.escritas.org/pt/t/10623/a-oracao-da-mestra" />
         <pubDate>2021-08-06 21:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>Lagamar</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>Homens pescam siris nas águas turvas.<br>Na água suja<br>mulheres tristes, lavando roupa, cantam.<br>Meninos pálidos e alegres<br>banham se, aos pinotes, na água escura.<br>Porcos e jumentos bebem, juntos,<br>da água imunda<br>empoçada no mangue.<br>E todos confraternizam<br>na podridão do pântano<br>— indefectível e trágico<br>como um escarro de sangue.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.lagamar.mg.gov.br/" />
         <pubDate>2021-08-06 21:45:11 UTC</pubDate>
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         <title>O Mágico</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sob o clarão da lâmpada,<br>pensa o Poeta... Em seu cérebro<br>ulula, geme e agita-se<br>a angústia, a dor do século.<br><br>Em tão reduzido âmbito<br>mãos crispam-se, almas partem-se.<br>O mundo, o mundo trágico.<br>aí ferve em sangue e lágrimas.<br><br>Remoinham libélulas,<br>dragões, panteras, lírios,<br>no exíguo receptáculo.<br><br>Indiferente, a lâmpada<br>— indiferente e irônica —<br>banha de luz o mágico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-06 21:51:29 UTC</pubDate>
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         <title>Angústia</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>Senhor!<br>que angústia me causa a maldade dos homens,<br>dos homens que estão fazendo inveja às feras,<br>aos lobos, às hienas, às panteras,<br>pelo ódio, pela sede de sangue que os dominam,<br>pelos instintos bárbaros que revelam,<br>matando-se, comendo-se, devorando-se uns aos outros,<br>como se não tivessem dentro da alma<br>um pouco de Ti, da tua luz eterna, Senhor!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-06 21:58:46 UTC</pubDate>
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         <title>A Cigarra E A Formiga</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>‘’Passada a quadra invernosa,<br>de sofrimento e expiação,&nbsp;<br>a cigarra desditosa<br>vai gozar outro verão.<br><br>O ouro do sol espadana<br>pelos vales e campinas.<br>Toda a terra se engalana<br>de fulgurâncias divinas.’’</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-07 22:09:59 UTC</pubDate>
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         <title>Renúncia</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>‘’Eu não devia ter-te amado tanto...<br>Agora - é tarde para te esquecer.<br>Mas quando um grande amor se enche de pranto,<br>olha: a renúncia é quase que um dever:’’</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-07 22:15:35 UTC</pubDate>
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         <title>Peregrino</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>‘’Meus passos vão-me levando a um caminho sem fim:<br>o horizonte se estende, de lado a lado,<br>como um abraço infinito do infinito<br>para o peregrino que avança,<br>o peregrino que vai em mim.’’</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-07 22:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>Amor De Mãe</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>‘’No coração das mães erguem-se antenas,<br>voltadas para o coração dos filhos:<br>se eles vão, a chorar, por ínvios trilhos,<br>elas se enchem de lágrimas e penas.<br>Amor de mãe! tu, que jamais condenas,<br>fonte de bênçãos e divinos brilhos,<br>não temes os mais duros empecilhos<br>e vences todas as razões terrenas!'</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-07 22:31:08 UTC</pubDate>
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         <title>Poema Do Meu Brasil</title>
         <author>02160679</author>
         <link>https://padlet.com/02160679/i53llyikcqjj44cb/wish/1671821147</link>
         <description><![CDATA[<div>‘’Brasil! os teus poetas te amam<br>porque todas as luzes e cores e ritmos e aromas<br>que bailam.. numa sarabanda alucinada,<br>dentro do coração dos teus poetas<br>– vem de ti:<br>do teu cheiro puro de terra adolescente,<br>da pompa nupcial das tuas cachoeiras,<br>do mistério azul do teu céu florido de estrelas,<br>do candor vegetal das tuas florestas virgens,<br>da eternidade dos teus rios que não param nunca,<br>da ânsia de tuas serras que não se cansam de subir,<br>e da tua Raça<br>que tem o destino inquieto de teus rios<br>e o ímpeto ascensional de tuas montanhas!’’<br>(POEMA DO MEU BRASIL)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-07 22:56:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aquela Carta</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>‘’Não te posso esquecer. Viverás na minha alma<br>como o sol numa tarde, sem poesia...<br>Dobro a carta, chorando. E a minha dor se acalma<br>ao pensar, no crepúsculo de seda,<br>(enquanto, pelo azul, nuvens roxas se adensam...).<br>que não terás de mim o mais leve rancor...<br>A tarde cai como uma bênção<br>de ouro e de cinza no silêncio da alameda.’’</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-07 23:09:09 UTC</pubDate>
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         <title>Poema: definição</title>
         <author>02160679</author>
         <link>https://padlet.com/02160679/i53llyikcqjj44cb/wish/1671841276</link>
         <description><![CDATA[<div>Um poema é um texto literário composto de versos, e que podem conter rimas ou não.<br><br></div><div>Assim, diferente da prosa, escrita em texto corrido, o poema é escrito em versos que se agrupam em estrofes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 00:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>As principais características dos poemas</title>
         <author>02160679</author>
         <link>https://padlet.com/02160679/i53llyikcqjj44cb/wish/1671841911</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Verso e métrica</strong></div><div>O verso é cada linha de um poema, e a métrica representa as medidas dos versos utilizados. Assim, os versos são classificados de acordo com as sílabas poéticas que apresentam.<br><strong>2. Estrofe</strong></div><div>Representa o conjunto de versos e de acordo com cada agrupamento<br><strong>3. Rima</strong></div><div>As rimas estão associadas à sonoridade dos poemas e que acontece com a aproximação sonora entre as palavras ou expressões. No entanto, há poemas que não possuem rimas e são chamados de <a href="https://www.todamateria.com.br/o-que-sao-versos-brancos/">versos brancos</a>.<br><strong>4. Ritmo</strong></div><div>O ritmo está relacionado com a sonoridade e a musicalidade presente nos poemas. Trata-se de um elemento muito importante produzido de maneira intencional de acordo com as palavras escolhidas pelo escritor<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 00:39:10 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de poemas</title>
         <author>02160679</author>
         <link>https://padlet.com/02160679/i53llyikcqjj44cb/wish/1671842227</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Poemas líricos</strong>: de caráter sentimental e subjetivo, por exemplo, o haicai e o soneto.<br><strong>2. Poemas épicos</strong>: contém a presença de heróis, por exemplo, a epopeia e a fábula.<br><strong>3. Poemas narrativos</strong>: feitos para serem encenados, por exemplo, os autos e as farsas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 00:40:46 UTC</pubDate>
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         <title>Diferença entre poema e poesia</title>
         <author>02160679</author>
         <link>https://padlet.com/02160679/i53llyikcqjj44cb/wish/1671842336</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora esses dois termos sejam utilizados como sinônimos, existem diferenças entre eles:<br><br></div><ul><li><strong>Poema</strong>: gênero literário composto de versos, estrofes e, por vezes, rimas.</li><li><strong>Poesia</strong>: qualquer produção artística que provoca emoções e que pode ser literatura, artes plásticas, escultura, etc.</li></ul><div><br>Dessa forma, podemos dizer que todo poema tem poesia, mas nem toda a poesia tem poema.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 00:41:24 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Do Filgueiras Lima (pt1)</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nasceu a 21 de maio de 1909, em Lavras da Mangabeira, filho de Silvino Filgueiras Lima e Cecília Tavares Filgueiras.<br><br>Em 29 de julho de 1927, aos 18 anos de idade, ocupou as funções de Inspetor Regional do Ensino, cargo em que se efetivou, por concurso, em 1931. E em 1932 fundou, com outros a revista pedagógica "Educação Nova" de que foi redator - chefe, depois transformada em órgão da Antiga Diretoria Geral</div><div>da Instrução Pública do Ensino no Ceará. Foi, em fevereiro desse mesmo ano, nomeado chefe do Serviço de Estatística Educacional daquela Diretoria.<br><br>Nos anos de 1931 e 1932 ocupou, interinamente, o cargo de Diretor Geral da Instrução. Em dezembro de 1933, conquistou em concurso, classificado em 1º lugar, a cadeira de Didática da Escola Normal Pedro II, hoje Instituto de Educação.<br><br>Em 1934, exerceu os cargos de Inspetor do Ensino Normal e de Assistente Técnico do Ensino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 00:46:22 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Do Filgueiras Lima (pt2)</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>AS RAZÕES DESTE LIVRO</div><div><br><br></div><div>FILGUEIRAS LIMA foi, em seu tempo, uma personalidade marcante e amplamente conhecida no Ceará. Sem forçar espaço ou perseguir notoriedade, conceituo-se como poeta e educador entre seus contemporâneos, sobretudo junto à juventude, seara principal de sua atuação.<br><br>Sua família nunca se descuidou da perpetuação de sua memória, de vez em quanto acendida, pela reedição de seus livros e por outras formas de comunicação visual e fonográfica.<br><br>Achamos, porém, que a história de sua vida, marcada pela fidelidade a sublimes ideais humanos, deveria ser contada para esta e outras gerações.<br><br>Não queríamos apenas que este livro relatasse a trajetória essencial de um homem. O tempo em que viveu e o cenário histórico de seu desempenho vital seriam também de suma importância para compreensão de sua atitude social e literária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 00:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>TRABALHO DE LITERATURA</title>
         <author>02160679</author>
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         <description><![CDATA[<div>EQUIPE:<br>Tainá Marques Porto<br>Kauany Vitória&nbsp;<br>Natália Oliveira<br>Andressa Rodrigues<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 00:53:58 UTC</pubDate>
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