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      <title>Educação e Amor, Com Uma Pitada de Vida by Natally Vitória</title>
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      <description>quem nos ensinou a ser quem somos? qual foi a caneta que escreveu nossos sonhos?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-02 18:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>O amor é o primeiro professor </title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>O amor da minha mãe me ensinou a ser mulher. </strong></p><p>O amor que direcionou meus lábios para aprender a buscar meu primeiro alimento. </p><p>Uma mulher que terminou o ensino médio e escreveu minha história com a caneta da dor. A dor era tudo que ela conhecia.</p><p>O amor que me ensinou que eu preciso conseguir sozinha.</p><p>Um amor que feriu minha pele.</p><p>O amor que me ensinou a fazer um delicioso feijão.</p><p>Um amor que não aceitava erros. </p><p>O amor que me ensinou a chorar no banho para ninguém escutar.</p><p><strong><em>Um professor tradicional, tecnicista e sem firulas.</em></strong></p><p><br></p><p><strong><em>O </em>amor do meu pai me ensinou a ser alma.</strong></p><p>Um amor que me deu asas para voar. </p><p>Um homem que não terminou a 4ª série mas me deu a caneta do amor, me ensinou a escrever minha história. </p><p>O amor que me deu o poder de saber que sou capaz. </p><p>Um amor que me ensinou a fazer um arroz soltinho e perfeito.</p><p>O amor que deu colo e compreensão a todos os meus erros. </p><p>O amor que me ensinou a ser livre e corajosa.</p><p><strong><em>Um professor que não economizou afeto</em></strong>, baseado em Pestalozzi. Orgulho de Freire, foi libertador ao ponto de me libertar, e me fazer querer libertar o mundo. </p><p><br></p><p><strong>O amor do meu companheiro, me trouxe coragem para a exercer a coragem</strong>.</p><p>O amor que me deu conforto para deitar e dizer um segredo vergonhoso:</p><p>Sabia que meu sonho era ser professora?</p><p>O amor que olhou nos meus olhos e respondeu:</p><p>Era?</p><p>Um oceano se fez.</p><p><br></p><p>A educação pode doutrinar, mas só o amor pode ensinar e transformar.</p><p><br></p><p>Texto autoral.</p><p><br></p><p>Escrito após reflexões provocadas pela aula em 25.03.2025.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 18:14:16 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendendo Inteligência </title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 14:37:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 21:11:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><p>"Um livro é um brinquedo feito com letras. Ler é brincar.”</p><p><br></p><p>– Rubem Alves</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 20:35:39 UTC</pubDate>
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         <title>Escritores da Liberdade</title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[<p>No PDF abaixo, trago uma indicação de filme e uma resenha crítica relacionando o mesmo as Teorias do Currículo.</p><p><br/></p><p>Artigo fonte das citações: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.udesc.br/index.php/apotheke/article/download/20411/13624/80579">https://revistas.udesc.br/index.php/apotheke/article/download/20411/13624/80579</a></p><p><br/></p><p>Baseado em reflexões provocadas na aula em 01.04.2025</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-27 21:27:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trago como forma de acrescentar e alimentar a provocação, uma indicação de música:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/hAX4JGf9N1I?si=rnh_rNrebyXJAjYY">https://youtu.be/hAX4JGf9N1I?si=rnh_rNrebyXJAjYY</a></p><p><br/></p><p>Letra:</p><p><br/></p><p>Ditadura da Televisão</p><p>Ponto De Equilibrio</p><p><br/></p><p>“Na infância você chora, te colocam em frente da TV</p><p>Trocando as suas raízes por um modo artificial de se viver.</p><p>Ninguém questiona mais nada, os homens do "poder" agora contam sua piada</p><p>Onde só eles acham graça, abandonando o povo na desgraça</p><p>Vidrados na tv, perdendo tempo em vão</p><p>Ditadura da televisão, ditando as regras, contaminando a nação!</p><p>O interesse dos "grandes" é imposto de forma sutil</p><p>Fazendo o pensamento do povo se resumir a algo imbecil:</p><p>Fofocas, ofensas, pornografias</p><p>Pornografias, ofensas, fofocas</p><p>Futilidades ao longo da programação</p><p>Ditadura da televisão, ditando as regras, contaminando a nação!</p><p>Numa manhã de Sol, ao ver a luz</p><p>Você percebe que o seu papel é resistir, não é?</p><p>Mas o sistema é quem constrói as arapucas</p><p>E você está prestes a cair</p><p>Da infância a velhice, modo artificial de se viver</p><p>Alienação, ainda vivemos aquela velha escravidão.</p><p>Ditadura da televisão, ditando as regras, contaminando a nação!“</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 03:20:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 03:21:47 UTC</pubDate>
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         <title>Dilema</title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[<p>“Estou assustado, surpreso, preocupado. Por que descubro assim tão tristes os olhos de quem me parecia de alegria infinita? Conta, querida, para este velho pescador e pai apaixonado por que tanta amargura? Qual o motivo de tanta tristeza?</p><p>- É incrível, papai. Disfarço para todo mundo, não quero passar a ninguém minha mágoa e tristeza e a todos consigo esconder essa punhalada que me sangra. Mas encontro você, não falo nada e você enxerga tudo. Decifra meu silêncio. Não compreendo se é sintonia entre filha e pai, se é sua esperteza astuta de pescador, mas sei que diante de você é impossível esconder essa amargura que me machuca.</p><p>Estou arrasada, papai. Ontem houve o Conselho de Classe lá na escola da Vila em que trabalho e, com meu voto vencido e derrotado, o Vitor foi retido. Não quiseram me ouvir, proclamando que com suas limitações físicas e mentais essa criança não merece avançar para a série seguinte, e decidiram que terá que repetir mais uma vez o segundo ano onde está matriculado... Um absurdo, um crime. Uma tristeza sem tamanho, papai...</p><p>- Querida filha. Não sei de quem você fala, não conheço essa criança. Mas será que você não está errada em seu julgamento? Afinal, pelo que você conta, seu voto foi o único a favor, contra muitos outros que eram contra. Como se dizia antigamente: Um pode errar, dois é difícil, três é im-possível. Será que você não está remando contra as onda﻿s. Estou, papai, e o senhor deve estar certo. Desde ontem não consigo mais pensar em outra coisa e por todos os ângulos que enxergo cada vez mais me convenço de que meus colegas agiram de maneira correta. Apenas acho, papai, e é isso que me entristece, que olham o Vitor preocupados com tudo quanto esta criança não tem, mas se esquecem de olhar o que em verdade possui.</p><p>— Como assim? Não entendi...</p><p>— ﻿﻿O Vitor possui limitações na fala e no movimento, apresenta uma lentidão na realização de suas tarefas que exaspera e irrita a todos. Aprendeu a escrever algumas poucas palavras e dessas parece não mais sair e seu desempenho em matemática quase não vai além de cálculos simples e subtração primária. Não aprende a dividir e é impossível ensiná-lo a multiplicar. Mas...</p><p>— ﻿﻿Desculpe-me interrompê-la. Mas, se é assim como fala, você não acha justo reter essa criança, encaminhá-la talvez para um atendimento pessoal? Não aprová-la para criar a ilusão de uma suficiência que está longe de existir?</p><p>– ﻿﻿Por momentos, penso que você e meus colegas têm toda razão. Creio que pelos parâmetros normais essa criança não tem como prosseguir em seus estudos, mas sempre me pergunto o que uma reprovação fará por ela. Será que, retida, ela vai melhorar? Será que a tristeza e a amargura que a marcará ao conhecer o resultado podem ajudá-la em alguma coisa?</p><p>– Creio que você tem razão em parte. Acho que não merece castigo por limitações que não dependem de esforço, mas por outro lado penso que uma aprovação traria uma</p><p>alegria falsa, criaria uma esperança que o tempo não podia segurar... Será que estou errado?</p><p>– O pior, papai, é que acho que não está. Se olhar por esse ponto de vista a retenção é verdadeira, realista, neces-sária... Mas por outro lado Vitor possui emoções intactas, completas, perfeitas. Jamais aprenderá a matemática como a sociedade exige, nunca dominará a Língua Portuguesa com a fluência mínima para trabalhar em qualquer emprego, mas percebe com nitidez quem o ama e sabe, com seu sorriso estranho, devolver a gratidão por esse amor... </p><p>– ﻿﻿Penso, Clarice, que você colocou bem o dilema. A pergunta se a escola abre as portas da felicidade ou se está apenas preocupada com o sucesso. Sinceramente, minha filha, não sei como responder. Compreendo você, compreendo seus colegas, não quero fazer média, mas gostaria de ter uma resposta. Vou procurá-la, mas talvez jamais a encontre.</p><p>Se não sou capaz de consolar, resta-me a certeza de que a única coisa que posso é chorar junto com você. Talvez assim aprendamos a assumir as perdas que a vida sempre nos impõe.”</p><p>(ANTUNES, 2004, p. 67–69).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 17:40:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 17:44:29 UTC</pubDate>
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         <title>O primeiro dia do resto da minha vida </title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dia do pedagogo.</p><p>Foi o dia que além de Naty, filha, amor, amiga, sobrinha ou prima, me tornei “prô”.</p><p>Sempre achei que propósito era algo intangível até olhar a Maria Luiza me entregar isso. De repente me vi e me senti no meu lugar no mundo. Tem uma frase que diz </p><p>“Tem cadeiras te esperando em mesas que você nunca viu.”</p><p>Essa cadeira esperou por mim, era como se todos os lugares que trabalhei antes tivessem sido uma perca de tempo, era como se a escola estivesse me esperando pra finalmente me encaixar a parte que faltava em mim. Tinha milhares de abraços e sorrisos esperando por mim. </p><p>Sempre vivi pelo amor, sempre tive sede de vida e sempre entendi o trabalho como somente um meio pra alcançar a vida. Até sentir a vida a cada uma hora, quando a Valentina foge pra minha sala para me dar um abraço. Até sentir o amor da Aimorá dizendo:</p><p>“Prô, se você não gosta de gritar eu ajudo você e grito com eles por você, só quero te ver bem, só quero cuidar de você.”</p><p>O amor é o que eu sou, sempre fui, e agora amor é o que eu produzo e multiplico todos os dias. </p><p>Ser uma menina apaixonada demais fez sentido agora. </p><p>Tem crianças que eu ainda não conheci, esperando por esse amor. Eu espero por elas.</p><p>Que em mim e através de mim coisas bonitas aconteçam.</p><p><br/></p><p>Com amor,</p><p>Prô Naty.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 18:08:22 UTC</pubDate>
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         <title>Como ensinar?</title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ter a oportunidade de viver várias formas de aprendizado é um luxo da faculdade presencial.</p><p>Essa aula em especial me abriu horizontes sensacionais sobre a forma como escolhemos conduzir uma aula. Teorias do Currículo me faz questionar o por que aprendemos o que aprendemos, mas nesta aula só consegui pensar “Por que aprendemos de um jeito e não de outro?”</p><p>Refletir sobre a prática docente é um exercício diário e ver essa aula me mostrou que existem formas além do óbvio de construir conhecimento nas pessoas. Um professor que me fez ver pela primeira vez a concepção Freiriana na prática, sem materiais, sem slides, só o aprendizado acontecendo na vida real, com o envolvimento de todos ativamente. E funciona, marca. O aprendizado fica.</p><p>Saio hoje pensando: que eu sempre tenha sabedoria e criatividade pra ensinar além da forma que fui ensinada. Que eu possa ser mediadora de uma construção de conhecimento, não figura superior.</p><p>Grande noite!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 18:26:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>natallyvitoria0000</author>
         <link>https://padlet.com/natallyvitoria0000/i4pjxnefh9gd4ibl/wish/3470950342</link>
         <description><![CDATA[<p>ROSENBERG, Marshall B. <em>Comunicação não-violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais</em>. 3. ed. São Paulo: Ágora, 2006.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 12:33:58 UTC</pubDate>
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