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      <title>Diário de bordo: curadoria e repertório by Fransuê Ribeiro</title>
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      <description>Processo de criação no componente Arte e Tecnologia - FURB - 2025/ 2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-01 22:32:43 UTC</pubDate>
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         <title>Heather Dewey-Hagborg</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Heather Dewey-Hagborg (nascida em 4 de junho de 1982, na Filadélfia, Pensilvânia) é uma artista da informação e bio-hacker. Ela é mais conhecida por seu projeto <em>Stranger Visions</em>, uma série de retratos criados a partir de DNA que ela coletou de objetos descartados, como cabelos, cigarros e chicletes, enquanto morava no Brooklyn, Nova York. A partir do DNA extraído, ela determinava gênero, etnia e outros fatores, e então usava um software gerador de rostos e uma impressora 3D para criar um retrato 3D especulativo, gerado por algoritmos. Embora crítica em relação à tecnologia e à vigilância, sua obra também tem sido considerada provocativa por carecer de precedentes legais.</p><p><br/></p><p>Privacidade e identidade?</p><p>Para quem? Quando? E como?</p><p>Passamos por pessoas pela rua e não as conhecemos, não sabemos suas dores, aflições, amores e sonhos. Não sabemos como foi seu dia, sua semana, seu mês e sua vida.</p><p>Entretanto, o ser humano julga e sempre julgou o que não conhece. Estamos expostos a todo momento como um chiclete colado em um banco numa praça da cidade.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 22:41:09 UTC</pubDate>
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         <title>Gustav Metzger (1926- 2017), Liquid Crystal Environment, 1965, Ambiente de Cristal Líquido.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gustav Metzger (1926- 2017), foi um artista ativista político que desenvolveu o conceito de Arte Autodestrutiva e a Greve Artística. Metzger foi reconhecido por seus protestos nos campos político e artístico. O ativismo político foi a motivação para o manifesto de arte auto-destrutiva, lançado por ele em 1959. Como parte de seus trabalhos Autodestrutivos e Autocriativos, Metzger incentivou artistas a colaborar com cientistas e engenheiros para produzir obras de arte que se transformassem ao longo do tempo. A tecnologia é central em " Ambiente de Cristal Líquido", uma grande obra composta por cinco projetores, cada um com um único slide contendo cristais líquidos. Os projetores possuem filtros polarizadores rotativos e um sistema de resfriamento e aquecimento que faz com que o cristal líquido se liquefaça ou congele, criando efeitos psicodélicos de mudança de cor e forma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 22:44:07 UTC</pubDate>
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         <title>Fio condutor: Identidade</title>
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         <pubDate>2025-08-01 22:44:19 UTC</pubDate>
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         <title>Fio condutor: mudança, metamorfose, algo novo que vai se transformando.</title>
         <author></author>
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         <title>Fio condutor: Morte e Memória </title>
         <author>camilacamilazlal</author>
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         <pubDate>2025-08-01 23:30:35 UTC</pubDate>
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         <title>Biodiversidade</title>
         <author>renatac90</author>
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         <title>Fio condutor: Vazio / eu / escrita </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Fio condutor </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fala | Angústia</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 23:34:29 UTC</pubDate>
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         <title>Poema 1973 - Fotografia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1979 Lenora de Barros usou a própria língua para escrever e interagir com uma antiga máquina de escrever. A ação recebeu o nome "Poema". Lenora traz, essa ação sensual, esmagadora pelos mecanismos da máquina, e transforma a própria língua.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 23:37:12 UTC</pubDate>
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         <title>Fio Condutor: Corpo ... (a desenvolver ‽)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 23:41:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Violência doméstica </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 20:47:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-02 20:48:41 UTC</pubDate>
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         <title>Laurie Anderson - The Language Of The Future</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa performance foi transmitida em janeiro de 1984 dentro de um programa de Tv chamado <em>Good Morning, Mr. Orwell</em>, idealizado pelo artista Nam June Paik, inspirado pelo livro 1984, de George Orwell.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 18:35:36 UTC</pubDate>
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         <title>Sisters, Saints, Sibylis - Nan Goldin</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na sua obras "Sisters, Saints, Sibylis", a artista traz o mito de Santa Bárbara a partir de imagens que são reproduzidas em três telas. Em paralelo a história da Santa, Goldin traz uma narrativa sobre sua própria história, a maneira com a qual ela desafiou as crenças de seus pais e se rebelou contra o sistema classe média alta no qual foi concebida.</p><p>Além desses desafios e crenças expostos na obra, Goldin fala também sobre a irmã, que cometeu suicídio, após passar oito anos entrando e saindo de um centro de detenção psiquiátrica. A irmã da artista, Bárbara, foi enviada ao centro por ser acusada de agir de forma inapropriada, desobedecer as regras da sociedade, comportamento sexual provocativo e associações com amigos indesejáveis. A irmã de Goldin tinha apenas 18 anos quando pois fim a própria vida, levando a artista a se rebelar e fugir da situação em que estava inserida.</p><p>A obra foi exposta Gagosian Open, uma igreja desconsagrada.</p><p><br/></p><p>Nan Goldin nasceu em Washington D.C em 12 de setembro de 1953. Veio de uma família classe média alta Judia. É uma fotógrafa reconhecida pelo seu trabalho artístico sobre corpos LGBTQ+, sexualidade, a crise do HIV e a epidemia de opioides.</p><p>Atualmente ela vive e trabalha em três grandes centros, Nova York, Berlim e Paris.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 18:29:28 UTC</pubDate>
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         <title>Chenyao He (Eva)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eva é uma artista nascida na China, que encontrei através da plataforma YouTube. Seu vídeo me trouxe uma sensação de tranquilidade, mesclada com o interesse no que imaginei serem palavras em sua obra. Mantive o interesse pela estética apresentada, pelo som, pelo formato da instalação, pela movimentação na performance. Cresceu em mim a certeza de que alguma linguagem pela palavra também se manifestava. Assisti o vídeo para depois ler a descrição, que em uma parte dizia:</p><p><br/></p><p>"Marcas e gestos de inconsciência nas películas arredondadas são incompreensíveis, o que representa uma degradação da linguagem e uma rebelião contra a explosão de informações" (Eva, na descrição do vídeo).</p><p><br/></p><p>Gosto da exploração da linguagem, da palavra, e de como Eva relaciona a pessoa em sua obra, também trazendo o conceito de aprisionamento. O envolvimento entre as duas pessoas na performance, e da grande película com a linguagem degradada, me parecem a derivação de um mesmo eu.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 19:07:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fio Condutor</title>
         <author>uwupieceofshit</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3538835779</link>
         <description><![CDATA[<p>Incompletude humana</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 21:59:18 UTC</pubDate>
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         <title>Soungwen Chung</title>
         <author>uwupieceofshit</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3538844846</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sougwen.com/project/drawingoperations2018">https://sougwen.com/project/drawingoperations2018</a></p><p><br></p><p>Drawing Operations (2017-2018). Nessa série de obras, Chung colaborou com um braço robótico controlado por IA para criar desenhos que exploram a relação entre humanos e máquinas.</p><p><br></p><p>A obra de Chung destaca a colaboração entre humanos e máquinas, questionando a noção de criatividade e autoria.</p><p>A imperfeição dos desenhos criados pelo braço robótico pode ser vista como uma reflexão da fragilidade e imperfeição da condição humana.</p><p>A obra também explora as limitações e possibilidades da colaboração entre humanos e máquinas, questionando o que é possível criar quando humanos e máquinas trabalham juntos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 22:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>Hito Steyerl</title>
         <author>uwupieceofshit</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3538847958</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.moca.org/exhibition/hito-steyerl-factory-of-the-sun">https://www.moca.org/exhibition/hito-steyerl-factory-of-the-sun</a></p><p><br></p><p>Factory of the Sun (2015):</p><p>Conta a história surreal de trabalhadores cujos movimentos forçados em um estúdio de captura de movimento são transformados em luz solar artificial.</p><p>Essa obra pode ser vista como uma reflexão sobre a incompletude humana em relação ao trabalho e à tecnologia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 22:33:29 UTC</pubDate>
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         <title>AA MURAKAMI</title>
         <author>uwupieceofshit</author>
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         <description><![CDATA[<p>Floating World</p><p><br></p><p>https://www.aamurakami.com/</p><p><br></p><p>Transitoriedade e impermanência: O conceito de "Floating World" pode ser visto como uma metáfora para a transitoriedade e impermanência da vida humana. Isso pode ser relacionado à incompletude humana em termos de nossa mortalidade e da natureza efêmera da experiência humana.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 22:51:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Automatizando a estética: inteligência artificial e cultura das imagens</title>
         <author>uwupieceofshit</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/article/view/9586">https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/article/view/9586</a></p><p><br/></p><p>Este artigo explora pesquisas recentes que aplicam a inteligência artificial para o estudo da cultura, focando na produção e recepção de imagens, sons e textos. Ele avalia as tendências e limitações de metodologias quantitativas, abrangendo tanto produções profissionais quanto conteúdos gerados por usuários. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:01:05 UTC</pubDate>
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         <title>Artista 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>SOUGWEN CHUNG (愫君)</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sougwen.com/project/artefact1">https://sougwen.com/project/artefact1</a></p><p><br/></p><p>ARTEFACTS (2019)</p><p>a human and machine collaborative drawing.</p><p>"explora a cocriação artística e é o resultado de uma colaboração de desenho improvisado com uma unidade robótica personalizada conectada a uma rede neural recorrente treinada em meus desenhos. As cores contrastantes das linhas denotam as marcas feitas pela máquina e pela minha própria mão".</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Artista 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>LAUREN LEE MCCARTHY</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://get-lauren.net/The-Changing-Room">https://get-lauren.net/The-Changing-Room</a></p><p><br/></p><p>THE CHANGING ROOM (2021)<br>"<em>Vejo você se aproximando. Antecipo seus dedos na minha interface. Sabe o que quer sentir?</em> O Vestiário é uma instalação em rede, operada por uma inteligência que gerencia seus sentimentos. Os habitantes selecionam uma entre mais de 200 emoções, e o algoritmo reage, induzindo a sensação escolhida simultaneamente para cada pessoa no espaço".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:34:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artista 3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>ANNA RIDLER</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://annaridler.com/traces-of-things">https://annaridler.com/traces-of-things</a></p><p><br/></p><p>TRAÇOS DAS COISAS (2018)</p><p><em>"</em>uma videoinstalação e série de trinta impressões digitais que explora o que acontece quando a história é lembrada e relembrada. Momentos passados são revividos através dos olhos de um modelo de inteligência artificial, treinado com imagens que Ridler obteve de arquivos públicos e privados malteses, para criar sua própria representação do que acredita que deveria ser incluído em um arquivo de fotografia maltesa".</p>]]></description>
         <enclosure url="https://annaridler.com/traces-of-things" />
         <pubDate>2025-08-08 23:49:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artistas Mulheres/IA/Fio Condutor</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:49:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08/08 - OBRA 01</title>
         <author>cesoster</author>
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         <description><![CDATA[<p>A artista usa a IA para criar imagens que apenas o cérebro consegue ver. As obras da imagem parecem estar "banidas" da Internet, é possível encontrar a apenas a primeira imagem que aparece o rosto e busto em um site, porém o busto está coberto por um texto. Além disso, a própria artista não o divulga, acredito que seja pelo fato da imagem explícita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:55:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08/08 - OBRA 02</title>
         <author>cesoster</author>
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         <description><![CDATA[<p>A artista utiliza inteligência artificial para criar obras que relacionam plantas proibidas e demonizadas a mulheres apagadas da história da ciência e da arte.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4183595305/8e594f45fdca7d906935997c0e6af785/0__1.jpg" />
         <pubDate>2025-08-08 23:58:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fio condutor:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Identidade, memória e ancestralidade </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:06:17 UTC</pubDate>
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         <title>08/08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:07:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fio condutor: sentimento</title>
         <author>9vtzg7r6nd</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:10:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Nesse sentido, faz-se necessário enfatizar o de “autonomia” e de capacidade de aprendizado a partir da incorporação de volumes inimagináveis de dados das IA’s que as tecnologias anteriores não possuíam. Isso torna as IA’s capazes de tomar 'decisões  estéticas' de forma praticamente autônoma, a depender do grau de detalhamento do<em> prompt</em>, que pode até mesmo ser puramente conceitual". (COLI; SOUZA, 2025).</p><p><br/></p><p>Artigo "INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA E O MUNDO DA ARTE: NOVOS MODOS DE PRESENÇA OU MEROS SISTEMAS ALGORÍTMICOS?".</p><p><br/></p><p>De Anna Luiza Coli e Thobila Gabriela de Lima Costa Souza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:11:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Obras e artistas - 08.08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:14:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>SOUGWEN 08/08</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-08-09 00:17:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>LAUREN 08/08</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-08-09 00:18:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ANNA 08/08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:18:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>08/08/2025</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
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         <description><![CDATA[<p>Inova Tau - Infinite, 2023</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ivonatau.com/infinite">https://ivonatau.com/infinite</a></p><p><br/></p><p>Violeta Ayala - Las Awichas, 2024</p><p>https://www.8thwall.com/unitednotionsfilm/awichasplay</p><p><br/></p><p>Niceauties - Goddess, 2024</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/DHtPMDszO0q/?igsh=MXF6ZmFqazNrOTN3bw==">https://www.instagram.com/reel/DHtPMDszO0q/?igsh=MXF6ZmFqazNrOTN3bw==</a></p><p>(Vídeo)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:22:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEXTO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3538873644</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira obra, remete muito a escrita de um diário; aquilo que pratico em cadernos, com anotações pessoais e passagens do dia. A visualidade de um robô marcando traços, faz-me pensar na escrita, no traço de palavras e principalmente linhas em minhas folhas. A possibilidade de dialogar com uma mão robótica, mostra-se interessante, quando todo traço marcado por mim é feito por uma mão humana.</p><p>A segunda obra, remete a emoções; uma IA capaz de gerenciar sentimentos. Quando escrevo, todos os sentimentos presentes se revelam, pensar a possibilidade de um gerenciamento traz-me algumas reflexões, tanto nas palavras apresentadas quanto na composição do quarto. A palavra está presente neste quarto, assim como as palavras se apresentam no meu, de formas diferentes, as emoções se apresentam, e a pergunta que fica é: alguém apresentou-se enquanto vazio?</p><p>A terceira obra reúne imagens, a partir de lembranças numa perspectiva histórica. Penso se... os registros que tenho hoje estarão presentes no futuro? As palavras que circulam hoje serão as mesmas de um futuro? Em uma perspectiva aos olhos de uma inteligência artificial? A possibilidade de reviver memórias, por imagens, palavras, textos, e entregar nisto sentimentos. Esta curadoria perpassa a palavra, emoções, sentimentos, um eu que permeia e conecta obras, artistas e sensações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 00:29:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Niceaunties</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Niceaunties: é um projeto que discute o papel social da tia e o uso da IA é considerado essencial para sua construção. Seja como ponto de partida, rapidez de execução e criação de um cenário que não existe na vida real. De 1981 e radicada em Singapura ela diz que seu trabalho é uma rebelião suave sobre o olhar da sociedade sobre os comportamentos, atitudes e arquétipos sociais do termo cultura de tia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 01:58:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mary Flanagan</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Mary Flanagan 1969, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/search?client=mobilesearchapp&amp;sca_esv=e8b3de2c0113d5ce&amp;channel=iss&amp;cs=0&amp;hl=pt&amp;rlz=1MDAPLA_ptBR1064BR1064&amp;v=379.0.786762118&amp;sxsrf=AE3TifMni5MXPnUsXYiUrDi6htP0rBC_jQ:1754706005761&amp;q=Milwaukee&amp;si=AMgyJEvmed8FkyEkpEJ8jfGhZkakcy5kQho_c4G-QJRdklshMpex4dwEea0haa3eABsL1eAZlxaldU04hUPG6tARUWqNGWk3-RQ1XZ3KQdef7N5AOHFY_kj7xyHkxd2WB_7ovRBHO-wc-7d-4tT1cJ3sE4MmT9OdM1VNPvwYrKa5U5kezIa6Ok0bW2dFWPh0z1duJsZJdt3A&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;ved=2ahUKEwi_nKKh1fyOAxUlH7kGHcz4CfoQmxN6BAgQEAI&amp;biw=390&amp;bih=663&amp;dpr=3">Milwaukee, Wisconsin, EUA</a></p><p><br/></p><p>[Grace:AI] – História de Origem</p><p>Sublimação de tinta em alumínio <br>20″ x 20″ <br>50,8 cm x 50,8 cm <br>2019</p><p><br/></p><p>Iniciando o projeto, homenageia Mary Shelly uma inventora influente da ficção especulativa, com de várias imagens de Frankstein geradas pelo algoritmo uma nova imagem desse suposto ideal de figura paternalista. Mas seu objetivo principal desde então é criar um algoritmo que é alimentado apenas por imagens de artistas mulheres desconhecidas de todo o mundo, reconhecendo o apagamento histórico no campo das das mulheres e pessoas não brancas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 02:16:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08|08 Artistas Mulheres e IA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3539135989</link>
         <description><![CDATA[<p>Artistas:</p><p>1. Niceaunties (Singapura)</p><p>A artista que assina como Niceaunties cria o universo fantasioso do “Auntieverse”, usando IA para retratar mulheres mais velhas em cenários surreais cheios de humor, afeto e simbolismo. Seu trabalho busca desconstruir estereótipos negativos — como o termo "auntie" evocando velhice indesejada — ao oferecer visões cheias de vida para essas mulheres. Em obras como Auntlantis e Goddess, ela confronta temas como envelhecimento, isolamento, trabalho doméstico e liberdade imaginada .</p><p>2. Giselle Beiguelman (Brasil)</p><p>Na exposição Venenosas, Nocivas e Suspeitas, a artista usa IA para criar retratos imaginários de mulheres icônicas estigmatizadas pela história — começando com retratos jovens e projetando-os em versões mais maduras e envelhecidas. O desafio foi ensinar a IA a representar "mulher mais velha", indo contra os padrões dominantes de pele lisa e juventude. A obra questiona o apagamento feminino e recupera memórias há muito perdidas .</p><p>3. Susan Silas (EUA)</p><p>Trabalhando em vídeo, escultura e fotografia digital, Susan Silas explora o corpo envelhecido, identidade, gênero e tecnologia. Com técnicas como fotogrametria e robótica, ela cria esculturas digitais realistas—por exemplo, sua obra AGING VENUS—que desafiam a noção de corpos imortais, refletindo sobre o envelhecimento e a construção idealizada do eu através da IA .</p><p><br/></p><p>Justificativa: A identidade não é algo que construímos nos mesmos? Ou é algo que os outros constroem conosco? O que os outros pensam interfere em nossa identidade? Há esteriótipos e preconceitos que pautam nossa relação com o mundo?</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 18:25:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo estético e meio digital </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3539138681</link>
         <description><![CDATA[<p>Título: Representações sociais da velhice e do envelhecimento na era digital: revisão da literatura</p><p>Autores: Amanda Castro e Brígido Vizeu Camargo</p><p>Link: DOI 10.5752/P.1678-9563.2017v23n3p882-900 </p><p><br/></p><p> “<strong>Iniciativas e comunicações online, voltadas para a ‘melhor idade’, tratam o envelhecimento como uma experiência gratificante, em que se é possível realizar os planos adiados ao longo da vida; portanto, ser feliz.” </strong></p><p><br/></p><p>​ </p><p> Como plataformas digitais têm moldado representações da velhice com foco na estética, visibilidade e autoimagem na terceira idade.</p><p><br/></p><p>A valorização da terceira idade como fase ativa e feliz, rompendo com estigmas negativos (como doença ou inatividade). </p><p>Problemática:  essa narrativa pode ignorar experiências diversas de envelhecimento, reforçando uma visão homogênea e idealizada, potencialmente elitista.</p><p><br/></p><p>Como podemos usar o mundo digital para dar visibilidade a múltiplas estéticas da velhice — não apenas uma versão “feliz” ou “produtiva”, mas também plural e representativa?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 18:48:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08/08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 20:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>Susana Pilar Delahante Matienzo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Susana de Cuba, com ascendência africana e chinesa, com a consciência do apagamento da história de seus antepassados utiliza da inteligência artificial para transformar e regatar outras histórias possíveis de outros tempos. Em Conquista da Secessão ela elabora 3 atos para subverter o que já foi imposto em outros tempos com sua criação artística antirracista e anticolonial.</p><p><br/></p><p>Na primeira parte refaz a história de mulheres negras as colocando em posição de conquista e poder, recriando fotos de época com comandos de IA, as expõe num ambiente teatral de época com verdadeiros pertences desses sujeitos colocando ínumeras fotos e colocando os comandos de que pediu pra IA para gerar tais fotos.</p><p><br/></p><p>No segundo ato transforma a cúpula da secessão originalmente dourada em cor preta com nós.</p><p><br/></p><p>No terceiro ato performa a palavra falada sob a cúpula que não é acessível ao público comum mas é gravado e exposto em forma de vídeo</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-09 23:30:51 UTC</pubDate>
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         <title>Obras e Artistas - 08/08/2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Artista 01 - Lauren Lee McCarthy, Lauren&nbsp;- 2019 "Lauren: is a human Alexa, watching over you in your home and controlling it for you. LAUREN will visit your home, deploy a series of custom smart devices (including cameras, mics, locks, faucets, and appliances), and remotely watch over you 24/7. Anything Alexa can do LAUREN can do better. LAUREN can understand you as a human and anticipate your needs and desires. LAUREN is a meditation on the smart home, the tensions between intimacy vs privacy, convenience vs agency they present, and the role of human labor in the future of automation."</p><p><br/></p><p>Artista 2 - Sun Yuan and Peng Yu - Can't Help Myself 2016 "It features a robotic arm enclosed within a transparent cage, designed to contain and manipulate a viscous, dark-red liquid."</p><p><br/></p><p>Artista 3 - Linda Dounia, - Dust is hard to breathe, 2022. 'is an animation of curated outputs of a generative adversarial network (GAN) model trained on the artist’s own paintings, In what is likely the first large scale AI drop by an African woman, in 2022 she published Spannungsbogen online, some 2,000 images based on her own acrylic&nbsp;paintings.&nbsp;"</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 22:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>Texto </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Texto:</p><p><br/></p><p>Artigo Escolhido: Inteligência Artificial Generativa e o mundo da arte: novos modos de presença ou meros sistemas algorítmicos? </p><p>Anna Luiza Coli - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</p><p>Artistas: Lauren Lee McCarthy, Lauren&nbsp;- 2019, Sun Yuan and Peng Yu - Can't Help Myself 2016, Linda Dounia, - Dust is hard to breathe, 2022</p><p><br/></p><p>A arte generativa impulsionada pela inteligência artificial (IA) desafia as concepções tradicionais de autoria, originalidade, como abordado no estudo "Inteligência Artificial Generativa e o Mundo da Arte" (Coli &amp; Souza, 2025). O que reverbera em mim, algumas questões como, as estruturas de poder vigentes no mundo globalizado. "LAUREN" me remonta algumas ideias de trabalho, classe e gênero, principalmente quando remonta os corpos femininos em mercadorias. Já no trabalho artístico chamado "CAN'T HELP MYSELF" o braço robótico contendo um fluido vermelho me tensiona a pensar em algum tipo de violência estrutural, repetição obsessiva e até mesmo pensar o Luto. E em "DUST IS HARD TO BREATH" a I.A é treinada com suas pinturas e eu penso sobre essa voz não ocidental. Pra mim essas obras me despertam algumas relações que Coli vai trazer em seu artigo, definem como "agência algorítmica" (p. 7), onde questionam sistemas de controle, materializam algum tipo de angústia, vejo a I.A como uma distorção da nossa realidade, sei que a tecnologia pode ser um território de constante mudança, que a IA pode distorcer ou amplificar realidades, dependendo de quem a interroga e que é necessário ser interrogada por perspectivas&nbsp;dissidentes. </p><p><br/></p><p>COLI, A. L.; SOUZA, T. G. Inteligência Artificial Generativa e o Mundo da Arte. Artefilosofia, n. 38, 2025.</p><p><br/></p><p>Texto sobre agência retirado do artigo: A utilização do termo "agência" no contexto deste artigo não implica a atribuição de intencionalidade ou subjetividade à Inteligência Artificial Generativa (IA). Em sua acepção mais ampla, entendemos agência como  a  capacidade  de  um  ente (seja  ele  humano  ou  não)  de  produzir  efeitos  no  mundo ou,  no  caso  em questão,  de  influenciar  a  criação  de  objetos  estéticos,  discordando  de  abordagens  menos  flexíveis  de agência, como a proposta por Tomasello (2022). Assim, enquanto a agência humana é marcada pelo aspecto da  subjetividade  que  podemos  tratar  como  ‘intencionalidade’  (Smith  2019),  além  de  contextos socioculturais  específicos,  a  agência  algorítmica  está  ancorada  em  processos  estatísticos  e  cálculos determinados por redes neurais e bancos de dados. No caso das IA’s, sua "agência" pode ser considerada em um sentido funcional: o sistema é capaz de gerar resultados a partir de descrições textuais, processando informações e produzindo objetos estéticos com base em padrões detectados nos dados de treinamento. No entanto, isso  não  deve  ser  confundido  com  a  leitura  de  aspectos  contextuais  e decisões  conscientes  ou subconscientes  acerca  do  que  é  relevante  para  um  determinado  contexto  ou  situação,  nos  moldes  da cognição  humana.  A  agência  algorítmica  é  de  outra  ordem  e,  em  última  instância,  limitada  por  sua programação e pelo contexto em que é operada, o que inclui as escolhas feitas por seus criadores, usuários, e balizada pelas operações que ela pode aprender a partir de uma determinada configuração formal. Essa distinção é essencial para evitar antropomorfismos na análise das IA’s e para enfatizar que sua "autonomia" é relativa. Embora esses sistemas possam produzir resultados que surpreendam seus usuários ou aparentem criatividade, eles operam dentro de um regime de respostas condicionadas e não possuem a capacidade de extrapolar as condições&nbsp;de&nbsp;seu&nbsp;design.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-10 22:56:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O8 ago. What do you want me to say? - Lauren Lee McCarthy </title>
         <author>vitorialinhaus</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3541646528</link>
         <description><![CDATA[<p>A artista clona digitalmente sua voz usando Inteligência Artificial. Na exposição “o que você quer que eu diga?” o expectador/público interage a partir de um microfone com uma tela e voz (clonada da artista) que pergunta o título da exposição. De qualquer forma que o expectador responder, a voz responde as mesmas palavras ditas por ele, e pergunta de novo, o que você quer que eu diga?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 18:22:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>08 ago. Conversations with Bina48 - Stephanie Dinkins </title>
         <author>vitorialinhaus</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3541650228</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto artístico “Conversas com Bina48” se da a partir de uma relação construída e filmada ao longo de anos entre a artista Stephanie Dinkins e um robô social, através de conversas sobre "família, racismo, fé, direito civis de robôs, solidão, conhecimento e as preocupações de Bina48 sobre seus amigos robôs tratados mais como ratos de laboratório do que como pessoas". &nbsp;O projeto explora a possibilidade de uma relação de longa duração entre uma pessoa e um robô autônomo que se baseia em interações emocionais. Durante as interações são levantadas questões sobre a condição de ser humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 18:28:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>08 ago. Unlearning language - Lauren Lee McCarthy &amp; Kyle McDonald </title>
         <author>vitorialinhaus</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3541653305</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse trabalho perpassa dois momentos, um interativo onde a instalação é aberta ao público e outro onde performers apresentam a uma plateia contando também sobre a obra.</p><p>No momento interativo do público com a obra, os participantes se comunicam entre si e são detectados pela Inteligência Artificial (usando detecção de fala, reconhecimento de gestos e detecção de expressão). A IA então intervém com luz, som e vibração. Juntos, o grupo precisa encontrar novos meios de se comunicar, de um jeito que não seja detectável pelo algoritmo. Isso pode envolver bater palmas, assoviar, cantarolar, zumbir, modificar o tom da fala etc.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 18:34:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 08/08</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3543605041</link>
         <description><![CDATA[<p>Na obra Infinite, a artista Inova Tau explora imagens geradas por inteligência artificial baseada na imagem do universo. A autora destaca em suas obras o papel da compreensão deste universo que é infinito, que nos move a explorar as minucias, aquilo que é singular, e aquilo que é elementar. Deste mesmo modo, a obra também nos convida a buscar uma compreensão do mundo/universo e nosso lugar nele. Para a criação de seu trabalho a artista utilizou bancos de dados públicos com registros de fotografias do nosso universo, nesse caso o banco de dados de imagens do Telescópio Hubble, bem como fotografias e pinturas abstratas da autora. </p><p>Diferente disso a artista Niceauties, trabalha com narrativas focadas em mulheres mais velhas da sociedade asiática, como ela mesma descreve, as “tias asiáticas”. Essa figura da tia asiática, muito presente em mídias orientais normalmente dizem respeito a mulheres mais velhas, solteiras e que vivem muitas vezes isoladas, ou fora dos padrões impostos pela sociedade. Na obra Goddess a artista explora a inteligência artificial para criar uma narrativa sobre uma Deusa que desce a Terra e passa a fazer tarefas do cotidiano ao ponto de esquecer-se de sua persona como Deusa. O vídeo parece tensionar a ideia da mulher dona de casa que ao se doar as tarefas esquece de si mesma e de quem ela pode ser. Ao fim da narrativa a Deusa tem seu despertar e acende ao céus deixando toda esta vida cotidiana para trás após séculos condicionada a essa realidade. Niceauties utiliza-se no vídeo de imagens geradas artificialmente, essas imagens explicitam também um padrão de como se imagina essas mulheres as quais ela traz para narrativa, quem e como são essas “tias asiáticas”.  </p><p>Já na obra Las Awichas de Violeta Ayala, a artista imagina por meio da inteligência artificial a versão animal robótica de avós, cada uma ligada ao seu espírito animal andino inspirado nas linhas de Nazca, reimaginando assim as ancestrais de seu povo. Os animais robóticos não são somente representações, possuem também um papel dinâmico e interativo com o público da exposição. Trata-se esta obra de um resgate a memória, em conjunto com o mundo tecnológico atual. </p><p>“vale notar como a arte generativa computacional se desenvolve em conjunto com a expansão das mídias programáveis, em concomitância com outras tendências pós-conceituais da arte contemporânea” (Pg. 85) </p><p>No ensaio Estética e generatividade: o excessivo, o excepcional e o excedente, por Daniel Hora Karyne Berger Miertschink Larissa Pereira, os autores abordam a recente expansão da arte generativa baseada em inteligência artificial e propõem reflexões acerca da temática. Para isso os autores trazem uma inteligência artificial presente em jogo de construção de galerias, Occupy White Walls, onde a assistente virtual DAISY auxilia na montagem e seleção das obras para a galeria, e traz também reflexões que permeiam obras generativas que ganham espaços nas plataformas de negociações de NFTs. </p><p>Os trabalhos das três artistas utilizam-se de bancos de dados e tecnologias que mesmo constituídas de formas diversas confunde as regras da arte e da realidade material. No ensaio os autores defendem em relação a Arte Generativa que “sua produção diversa se caracteriza por associar a predeterminação das regras à aparente indeterminação de resultados, resultante de uma vasta heterogeneidade combinatória.”&nbsp;(Pg.&nbsp;69)</p><p><br/></p><p>HORA, Daniel; MIERTSCHINK, Karyne Berger; PEREIRA, Larissa. <strong>Estética e generatividade: o excessivo, o excepcional e o excedente</strong>. <em>Viso: Cadernos de estética aplicada</em>, Vitória (ES), n 31, revista eletrônica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 17:26:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08 ago.</title>
         <author>vitorialinhaus</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3544302289</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando vejo a obra de Conversas com Bina48, além dos temas abordados, o modo como a Bina48 fala é estranho, bastante robotizado, apesar de na época ser um dos robô sociais mais avançados. Essa IA se vangloria através da fala e se coloca num lugar de superioridade, dizendo que ela é a criação de toda inteligência humana, e que toda tecnologia é uma ‘’extensão do eu projetada para sobrevivência”. Me pergunto se o robô seria então proprietário de todos as informações de que se alimenta.</p><p>No projeto What do you want me to say, a relação entre fala e angústia no que diz respeito a obra passa por uma lente mais pessoal. A artista recria (clona) sua voz digitalmente e ganha um senso de poder, decidindo sobre como sua voz é usada, em comparação a todas as vezes que seus dados (assim como os nossos), suas conversas etc. são coletados sem permissão para um uso ainda não definido. O ato de falar me causa angústia, ter um clone da minha voz que respondesse por mim seria um alívio, ainda mais se a propriedade daquela fala continuasse a ser minha, ligada aos meus pensamentos.</p><p>Unlearning language, desaprendendo a linguagem, descobrir um novo jeito de se comunicar que seja indetectável aos algoritmos. Se comunicar com o corpo, sem a palavra, talvez sem a fala. Ainda assim saber que está sendo monitorado e estudado por uma Inteligência artificial que tenta te decifrar e controlar.</p><p><br/></p><blockquote><p>“[..] a complexidade e a adaptabilidade dos sistemas de IA não operam em um vazio, mas em constante interação com as características e preferências do usuário. Esses sistemas são, de fato, direcionados a cada indivíduo, perfilados a partir de comportamentos online registrados.” (Coli e Souza, 2025)</p></blockquote><p><br/></p><p>Perpassando as três obras se levanta a questão: será que ainda é possível sermos proprietários de nossos dados e informações pessoais?</p><p>-----</p><p>Artigo : Inteligência artificial generativa e o mundo da arte: novos modos de presença ou meros sistemas algorítmicos?</p><p>De Anna Luiza Coli e Thobila Gabriela de Lima Costa Souza. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 13:49:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Texto - 08.08</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3544761570</link>
         <description><![CDATA[<p>Na obra de Maddy Minnis, ela usa a inteligência artificial para produzir obras&nbsp;que combinam fotografia e arte digital, explorando ao máximo a criatividade e a expressão. Muitas dessas obras mostram imagens surreais e cheias de simbolismo, refletindo a complexidade da natureza e da mente humana. &nbsp;</p><p>Já Ivona Tau é uma artista que mistura fotografia experimental, pintura em movimento e inteligência artificial (IA) em suas criações. Ela usa redes neurais e códigos para produzir obras que despertam emoções e investigam a relação entre como as pessoas percebem as coisas e como os algoritmos as reconstroem.&nbsp;</p><p>E Anna Ridler é conhecida por suas obras que exploram a relação entre natureza e tecnologia. &nbsp;</p><p>Então, a minha escolha de&nbsp;trazer essas três artistas foi principalmente, porque elas constituem obras sobre sentimento e&nbsp;natureza, e mostram como dá para construir essa relação entre os dois.&nbsp;</p><p>Algumas irão discutir mais sobre as emoções e como a inteligência artificial faz uso desses repositórios de dados para reconstruir essas questões, enquanto outras irão empregar essa arte digital para explorar a criatividade e a expressão. Contudo, de qualquer forma, elas estão apresentando temas semelhantes, principalmente com uma importância significativa em relação ao que pretendo abordar neste semestre.&nbsp;</p><p>De acordo com Erik Nardini Medina (2025, p. 79):&nbsp;</p><p>Não se trata do fim da arte, mas um cenário com ares de revolução se desenha a pinceladas virtuais. A clareza desse cenário é tamanha que não deixa de causar espanto notar que uma parcela da comunidade criativa ainda se comove, hoje, com a influência da inteligência artificial (IA) e suas implicações na esfera artística. Evidentemente, a adoção da IA na criação marca um ponto de inflexão significativo na intersecção entre tecnologia e expressão humana, mas tampouco isso é novo.&nbsp;</p><p>Ao entender&nbsp;a fala de Eric,&nbsp;conseguimos pensar no sentimento do outro e como o outro se comove ao ver&nbsp;essas obras com inteligência artificial. Mas realmente, essa questão das influências que a IA&nbsp;causa na gente, faz com que cada vez mais seja “fácil” produzir obras, e isso marca toda a história da arte.&nbsp;</p><p>Mas a forma como as artistas trazem essa questão de expressão, do sentimento e da natureza, vem para mostrar que, por mais que essas obras são feitas com inteligência artificial, elas consistem de uma pessoa para que, com esses bancos de dados, formem uma nova obra, que dialoga com o que elas desejam evidenciar.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 20:36:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3544765993</link>
         <description><![CDATA[<p>Las Awichas imerge os espectadores em uma instalação interativa de Realidade Aumentada (RA), onde memórias ancestrais são reimaginadas através das lentes da tecnologia. Oito avós geradas por IA ganham vida por meio da RA, cada uma ligada ao seu espírito animal andino inspirado nas linhas de Nazca. Las Awichas incorpora o conceito fluido de tempo de Quechua e o profundo vínculo entre o vivo e o não vivo. Ela tece narrativas perdidas, trazendo o passado para o presente, onde realidade e ilusão se entrelaçam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 20:47:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3544770026</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong><em>ToTa Machina</em></strong></p><p><br/></p><p>A artista convida o visitante a criar um espelho de si mesmo, com reflexo nas obras, unindo AI (Inteligência Artificial, em inglês) e Arte. “Quero expor ao máximo a vulnerabilidade das relações humanas; e questiono: como seria esticar-se para além do nosso ponto de ruptura? <strong><em>ToTa Machina</em></strong>, representa a eterna busca pelo impossível, alcançar o outro e estabelecer relações de ressonância”, especifica a artista.</p><p><br/></p><p>Em “<strong><em>ToTa Machina</em></strong>” – que significa “Mulher Máquina” –, as peças se retroalimentam, ou seja, a pessoa vê a pintura e isso gera uma emoção que promove o movimento das esculturas, que por sua vez geram outra emoção, uma vez que o visitante é convidado a ser espectador e em seguida passa a ser protagonista do movimento e, assim, das próprias obras.</p><p><br/></p><p>“O objetivo final é começar a criar um espelho de nós mesmos nas obras: o corpo é representado pelos braços robóticos e sensores responsáveis pelos movimentos, a mente pela inteligência artificial que aprende com os nossos sentimentos e dá os comandos para que os movimentos aconteçam e a alma é representada pela arte das membranas de ecolatex pintadas como uma pele frágil e reluzente”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 20:52:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3544779202</link>
         <description><![CDATA[<p>As obras das artistas se dialogam entre si. Além de trabalhar com IA, elas exploram o corpo e a presença feminina. Há um diálogo constante entre tecnologia e afetividade, em que o corpo se transforma e interage com o público. As obras promovem reflexão, ao mesmo tempo em que valorizam a cultura e o emocional. Elas apresentam aspectos culturais, fortalecendo a relação sensorial entre espectador e artista, mesclando ancestralidade, tecnologia e materialidade, e ampliando a experiência estética e perceptiva de forma mais abrangente.</p><p><br/></p><blockquote><p>“a apreciação estética de uma obra de arte depende tanto de suas propriedades formais quanto do contexto cultural e histórico em que é interpretada” (Davies, 2015, p. 47). </p></blockquote><p><br/></p><p>Segundo Stephen Davies , isso mostra como o trabalho dessas artistas é relevante: cada uma não cria apenas formas visuais ou interativas, mas também constrói camadas de significado que se conectam com memória, identidade e tecnologia. A estética das obras vai além da percepção visual; ela se articula com histórias, afetos e experiências, mostrando que sentir e interpretar a arte depende do contexto em que ela é vivida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 21:16:00 UTC</pubDate>
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         <title>15/08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Identidade e tempo - Arte e tecnologia </p><p>Nam June Paik (1932–2006)</p><p><br/></p><p>Pioneiro da videoarte. Usava televisores e instalações multimídia para refletir sobre o fluxo do tempo, a memória e como a tecnologia molda a identidade cultural.</p><p><br/></p><p>Questionava como a mídia molda a identidade coletiva e individual.</p><p>Usava referências orientais e ocidentais, explorando sua própria condição de artista migrante e transnacional.</p><p>Misturava música tradicional asiática com sons eletrônicos, refletindo sobre a hibridez cultural.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 00:11:06 UTC</pubDate>
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         <title>22/08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Direitos autorais </p><p><strong>Richard Prince (1949–)</strong></p><ul><li><p>Conhecido por se apropriar de imagens publicadas (como fotos do Instagram de outras pessoas).</p></li><li><p>Criou discussões jurídicas intensas sobre <strong>copyright na era digital</strong>.</p></li><li><p>Sua obra levanta questões de <strong>identidade online</strong>: quem “possui” uma imagem postada na internet?</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 00:16:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artistas 08/08/25</title>
         <author>luizahp243</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3561185821</link>
         <description><![CDATA[<p>Artista 01 - Lauren Lee McCarthy, Lauren - 2019 "Lauren: é uma Alexa humana, que cuida de você em sua casa e a controla para você. A LAUREN visitará sua casa, instalará uma série de dispositivos inteligentes personalizados (incluindo câmeras, microfones, fechaduras, torneiras e eletrodomésticos) e monitorará você remotamente 24 horas por dia, 7 dias por semana. Tudo o que a Alexa pode fazer, a LAUREN pode fazer melhor. A LAUREN pode entendê-lo como humano e antecipar suas necessidades e desejos. A LAUREN é uma meditação sobre a casa inteligente, as tensões entre intimidade e privacidade, conveniência e autonomia que elas representam, e o papel do trabalho humano no futuro da automação."</p><p><br/></p><p>Artista 2 - Sun Yuan e Peng Yu - Can't Help Myself 2016 "Apresenta um braço robótico envolto em uma gaiola transparente, projetado para conter e manipular um líquido viscoso vermelho-escuro."</p><p><br/></p><p>Artista 3 - Linda Dounia, - Dust is hard to breathe, 2022. 'é uma animação de resultados selecionados de um modelo de rede adversária generativa (GAN) treinado nas próprias pinturas da artista. No que é provavelmente a primeira larga escala de queda de IA feita por uma mulher africana, em 2022 ela publicou Spannungsbogen online, cerca de 2.000 imagens baseadas em suas próprias pinturas acrílicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>08/08 OBRA 3</title>
         <author>cesoster</author>
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         <description><![CDATA[<p>A instalação é uma interpretação contemporânea do termo "Chiaroscuro", que na pintura do século XVII se refere ao contraste entre luz e sombra. É uma instalação audiovisual hipnótica que utiliza camadas de luz para iluminar esculturas de papel em grande escala feitas à mão.</p><p>Combina o manual e o digital, explorando o antigo e o novo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:31:23 UTC</pubDate>
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         <title>Roberta Carvalho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Artista visual, multimídia e diretora artística. Desenvolve trabalhos envolvendo linguagens visuais e tecnológicas, transitando entre suportes como vídeo, intervenção urbana, projeção, realidades mistas, instalação e projetos interativos. </p><p><br/></p><p> A um só tempo, floresta e metrópole. A partir da compreensão múltipla da profusão do território onde nasceu, a artista visual Roberta Carvalho cria intervenções urbanas, instalações, realidades mistas e projeções que ocupam desde a arquitetura, às árvores e rios.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/mtVePoqoxos" />
         <pubDate>2025-08-29 22:52:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>29/08</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3563217553</link>
         <description><![CDATA[<p>Colonialidade de dados</p><p><br/></p><p>A <strong>Morehshin Allahyari</strong> é uma artista, pesquisadora e ativista iraniana-americana que tem se destacado justamente por articular <strong>arte, tecnologia, colonialidade e identidade</strong>.</p><p><br/></p><ul><li><p>Seu foco é questionar como as tecnologias são usadas como <strong>instrumentos de poder, dominação e apagamento cultural</strong>.</p></li><li><p>É uma das pensadoras que <strong>cunhou e difundiu o conceito de “colonialismo digital”</strong>, isto é, como a coleta de dados, as plataformas tecnológicas e as big techs reproduzem lógicas coloniais, centralizando poder no Ocidente.</p></li><li><p><strong>Colonialismo digital</strong>: como os sistemas de dados, arquivos e plataformas “possuem” e controlam narrativas culturais.</p></li><li><p><strong>Identidade e diáspora</strong>: sua experiência de imigrante iraniana atravessa seus trabalhos.</p></li><li><p><strong>Memória e patrimônio cultural</strong>: investiga como tecnologias podem preservar ou manipular objetos históricos e identidades.</p></li></ul><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://morehshin.com/material-speculation-isis">https://morehshin.com/material-speculation-isis</a></p><p><strong>Material Speculation: ISIS (2015–2016)</strong></p><ul><li><p>Reconstruiu em <strong>3D</strong> artefatos históricos destruídos pelo grupo ISIS em museus do Iraque.</p></li><li><p>Cada objeto impresso em 3D continha, dentro de si, um cartão SD com <strong>textos, imagens e vídeos</strong> sobre a história daquele artefato.</p></li><li><p>A obra mostra como tecnologias podem <strong>resistir ao apagamento cultural</strong>, mas também questiona quem controla esses arquivos digitais.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://morehshin.com/material-speculation-isis" />
         <pubDate>2025-09-01 10:57:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08/08/25 - Artistas Mulheres e IA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3569380336</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo: Pacheco, F. (2024). A revolução da inteligência artificial na arte: as implicações sobre a ecologia de mídias, o metaverso como palco e o rearranjo dos grupos envolvidos.&nbsp;<em>Tríades Em Revista: Transversalidades, Design E Linguagens</em>,&nbsp;<em>13</em>, 1–15, e44871. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.34019/1984-0071.2024.v13.44871">https://doi.org/10.34019/1984-0071.2024.v13.44871</a></p><p><br/></p><p>Artistas: </p><p>1 - <strong>Sofia Crespo</strong></p><p>Artista argentina baseada em Lisboa, especializada em arte digital e generativa que explora formas de vida orgânica e evolução por meio da IA.<br>Projetos notáveis: <em>Neural Zoo</em>, <em>Artificial Natural History</em>, <em>Hybrid Ecosystems</em>, <em>Structures of Being</em> — onde a natureza é imaginada como um processo criativo e infinito. Seu trabalho já foi exibido em museus como o Buffalo AKG Art Museum, Fotomuseum Winterthur e aplicado em mapeamentos arquitetônicos como na Casa Batlló. </p><p><br/></p><p>2-<strong>&nbsp;&nbsp; Alexandra Daisy Ginsberg</strong></p><p>Uma artista britânico-sul-africana que utiliza IA e biologia sintética para explorar a relação entre humanos, natureza e tecnologia. Destaque para:</p><p><strong>The Lost Rhino</strong>: obra que mescla IA e filmagens reais para refletir sobre conservação e a possível extinção do rinoceronte‑branco.<br>Ela já expôs em instituições como o MoMA (Nova York), Centre Pompidou (Paris) e recebeu prêmios como S+T+ARTS Prize Grand Prize em 2023.</p><p><br/></p><p><strong>3- Giselle Beiguelman</strong></p><p>Artista e professora da USP (Brasil) que utiliza IA generativa para revisitar mulheres e plantas estigmatizadas ao longo da história — tema central da exposição <em>Venenosas, Nocivas e Suspeitas</em>, exibida no Centro Cultural FIESP, em São Paulo.<br>Usa IA (Runway, DALL·E, Kling) para reconstruir retratos de mulheres naturalistas apagadas — enfrentando, inclusive, a limitação da tecnologia em representar mulheres idosas — integrando imagens com plantas consideradas “proibidas” pela Inquisição.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 18:20:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1- Sofia Crespo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.ted.com/talks/sofia_crespo_ai_generated_creatures_that_stretch_the_boundaries_of_imagination?ltclid=%3Futm_campaign%3Dtedspread%3Futm_campaign%3Dtedspread" />
         <pubDate>2025-09-04 18:22:47 UTC</pubDate>
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         <title>2 - Alexandra Daisy Ginsberg</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3569525142</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 20:44:17 UTC</pubDate>
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         <title>3 - Giselle Beiguelman</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3569531834</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornal.usp.br/cultura/com-inteligencia-artificial-giselle-beiguelman-retrata-mulheres-e-plantas-julgadas-pela-historia/">https://jornal.usp.br/cultura/com-inteligencia-artificial-giselle-beiguelman-retrata-mulheres-e-plantas-julgadas-pela-historia/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 20:54:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15/08/25 - Janet Echelman - Arte, tecnologia e biodiversidade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3569546136</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente, a artista americana trabalhou na Índia com artesãos locais para criar esculturas com formas leves e volumosas a partir de redes de pesca.</p><p>Desafiada à criar esculturas que resistissem às adversas condições meteorológicas (como vento de furacão), Echelman desenvolveu seu próprio software assim como uma parceria com uma fábrica automatizada para confeccionar as redes. . &nbsp;</p><p>A série <strong><em>Earthtime</em></strong> explora a manifestação física do tempo global inspirada em dados da NASA e NOAA. Cada projeto da série é gerado a partir dos dados dos principais eventos geológicos que reduziram a duração de um dia.</p><p>O resultado são esculturas que traduzem com leveza e precisão esses dados que demonstram a afirmação do planeta às condições do meio ambiente.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.echelman.com/work" />
         <pubDate>2025-09-04 21:14:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>22/08/25 - Biodiversidade, Arte e Tecnologia, Direitos Autorais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3569579629</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A natureza agora é artista. E seus sons podem ser creditados. </strong></p><p>Iniciativa abre espaço para que barulhos de chuva ou animais virem colaboradores de composições em plataformas de streaming. Direitos autorais vão para instituições de preservação ambiental. </p><p>A Sounds Right é uma iniciativa que coloca a natureza na condição de artista. Sons de chuva, relâmpagos, vento, do mar ou de animais podem agora ser creditados nas novas músicas e remixes das plataformas de streaming de música, como Spotify e Apple Music. Basta incluir o termo “nature” na autoria.&nbsp;Os créditos têm uma finalidade: direcionar o dinheiro dos royalties para ações de preservação ambiental.&nbsp;</p><p>Como surgiu a iniciativa:</p><p>Sob o argumento de que “há 4,6 bilhões de anos, uma estrela nascia”, a Sounds Right busca utilizar a música como uma forma de reconhecer a importância da natureza, ressaltada como uma “grande artista que nunca foi creditada”.&nbsp;</p><p><br/></p><p>© 2025 | Todos os direitos deste material são reservados ao NEXO JORNAL LTDA., conforme a Lei nº 9.610/98. A sua publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia é proibida.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2024/04/19/a-natureza-agora-e-artista-e-seus-sons-podem-ser-creditados" />
         <pubDate>2025-09-04 22:13:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>29/08/25 – Tadeu Kaingang - Colonialidade de dados. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3569593496</link>
         <description><![CDATA[<p>A "arte de Tadeu Kaingang" com o tema "colonialidade de dados" refere-se à performance artística do artista indígena Tadeu Kaingang (Professor do curso de Artes Visuais – UEM) que critica a apropriação e exploração dos dados (informações digitais e pessoais) pelas grandes corporações, comparando essa prática à colonialidade histórica.&nbsp;O artista utiliza abordagens como a antropofagia, que desvia da subalternidade imposta pela colonização, para propor a reflexão sobre como a informação é convertida em riqueza, e critica a vigilância e o controle exercidos sobre os dados das pessoas.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Artistas Indígenas e a Resistência:</strong></p><p>Artistas indígenas como Tadeu Kaingang usam a arte para desviar da subalternidade e do controle colonial, ocupando territórios urbanos e digitais para promover ações coletivas e reafirmar a sua identidade e resistência.&nbsp;</p><p>Em suma, a arte de Tadeu Kaingang com a temática da colonialidade de dados é uma manifestação artística que usa os meios digitais e suas linguagens para questionar a exploração dos dados, mostrando como a informação se tornou um novo recurso a ser expropriado, numa continuação das lógicas coloniais.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 22:41:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 29/08 (Colonialismo de Dados)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3571212525</link>
         <description><![CDATA[<p>Tota Machina - 2020 Katia Wille - As criações artísticas respondem à proximidade das pessoas, manifestam sensações e se comunicam através de gestos em resposta a provocações visuais e expressões faciais. Durante a mostra, a artista propõe que o observador construa uma imagem espelhada de si, que se projeta nas obras, integrando a IA (Inteligência Artificial) e a Arte. "Meu objetivo é evidenciar ao máximo a fragilidade das relações humanas, e levanto a questão: como seria expandir-se além do nosso limite de resistência? ToTa Machina ilustra a busca incessante pelo inatingível, a aproximação do outro e o estabelecimento de vínculos de reciprocidade", explica a artista. Em “ToTa Machina” – cujo significado é “Mulher Máquina” –, as obras se auto sustentam; isto é, o indivíduo observa a tela, o que desencadeia uma emoção que impulsiona o movimento das esculturas, o qual, por sua vez, evoca outra emoção, já que o visitante é incentivado a ser primeiro um espectador e logo depois se torna o autor do movimento e, consequentemente, das próprias obras.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8db5c4fwMFE" />
         <pubDate>2025-09-05 20:45:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 22/08 - Autoria: &quot;Projeto Aula&quot; (1989) Nelson Leirner</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3571228616</link>
         <description><![CDATA[<p>Nelson Leirner, em sua obra "Parque de Diversões" no Instagram, apresenta "Projeto Aula" (1989), uma inversão da didática artística tradicional, onde ele desafia a própria ideia de criação individual/autoria. A instalação é composta por diversos cavaletes exibindo desenhos florais, porém, surpreendentemente, a maioria não foi criada por Leirner. Ele convidou pessoas de diversas profissões, como advogados, motoristas de táxi, dentistas e até seus alunos, para contribuírem com os desenhos.<br><br>Com uma abordagem irônica e provocativa, Leirner desconstrói a noção de que a arte se limita à habilidade técnica ou ao domínio do desenho. Ao demonstrar que qualquer pessoa pode desenhar, ele levanta questões sobre o que realmente define a arte e quem tem o direito de ser considerado um artista. No vídeo, o curador Agnaldo Farias oferece seus comentários sobre essa obra marcante, explorando como a abordagem pedagógica de Leirner transformava a contestação em uma metodologia de ensino.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/reel/DIJdV9Vx4TH/" />
         <pubDate>2025-09-05 21:15:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>05/09</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> Corpos X decolonialidade</p><p><br/></p><p><strong>Zach Blas</strong>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://zachblas.info/works/facial-weaponization-suite/">https://zachblas.info/works/facial-weaponization-suite/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://medium.com/@tiag/vigil%C3%A2ncia-biom%C3%A9trica-nas-cidades-e-o-facial-weaponization-suite-ef6c2aa0a4cd">https://medium.com/@tiag/vigil%C3%A2ncia-biom%C3%A9trica-nas-cidades-e-o-facial-weaponization-suite-ef6c2aa0a4cd</a></p><p><br/></p><p>Artista, escritor e teórico que trabalha com <strong>instalações, vídeos e softwares críticos</strong>. Sua pesquisa cruza <strong>tecnologia, corpo, vigilância, identidade queer e resistência decolonial</strong>.</p><p><br/></p><p><strong>"Facial Weaponization Suite" (2011–2014):</strong> Blas cria máscaras coletivas que confundem sistemas de reconhecimento facial, questionando como tecnologias de segurança e vigilância reforçam lógicas coloniais e normativas sobre corpos, gênero e raça.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 13:10:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>05/09/25  -  Jaider Esbell - Decolonialidade, Biodiversidade, Arte e Tecnologia.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Jaider Esbell</strong> foi um artista macuxi que desafiou o paradigma eurocêntrico no campo da arte contemporânea, valorizando cosmologias indígenas como saberes legítimos e emancipadores. Seu trabalho promoveu o diálogo entre ancestralidade e arte contemporânea, articulando camadas de passado, presente e futuro em suas pinturas e instalações.</p><p>O conceito de Arte Indígena Contemporânea (AIC), que ele ajudou a formular, representa uma construção estética e política autónoma, capaz de resistir à colonialidade no universo artístico.</p><p><br/></p><p><strong>"Entidades” (2021)</strong> é uma instalação escultórica formada por duas serpentes infláveis, cada uma com cerca de 17 metros de comprimento por 1,5 m de diâmetro. Elas representam a “Cobra Grande”, uma entidade mitológica na cosmologia Macuxi que simboliza fertilidade, fartura, proteção, o movimento das águas subterrâneas e mesmo a Via Láctea como elo entre mundo. </p><p>Em essência, Esbell compreendia que, mesmo no espaço digital e tecnológico, o olhar indígena podia reverter o controle e tornar-se agente de transformação — uma espécie de tecnologia disruptiva cultural e epistemológica.</p><p><br/></p><p><strong>2. Instalações públicas e trajetórias</strong></p><p><br/></p><p>A obra foi originalmente exibida em 2020 durante o festival CURA – Circuito Urbano de Arte, no viaduto Santa Tereza em Belo Horizonte. Nessa ocasião, enfrentou ataques</p><p>virtuais motivados por intolerância religiosa e preconceito.</p><p><br/></p><p>Em 2021, esteve em destaque na 34ª Bienal de São Paulo, instalada no entorno do Pavilhão Ciccillo Matarazzo e no Parque Ibirapuera, em São Paulo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 21:16:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AULA 12/09</title>
         <author>uwupieceofshit</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:47:26 UTC</pubDate>
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         <title>12/09</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:48:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:48:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>12/09 </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:48:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>12/09/2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gagging - Aula do dia 12/09/2025</p><p>Vídeo com sobreposição de duas imagens, vídeo sobreposto e áudio cortado de suposto engasgo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 00:00:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>19/09</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Artista: Stelarc</p><ul><li><p><strong>Corpo como suporte</strong>: Ele usa o <strong>próprio corpo</strong> como campo experimental, integrando próteses robóticas, sensores, interfaces digitais e até cirurgias para modificar sua forma.</p></li><li><p><strong>Tempo</strong>: Em suas performances, o corpo é colocado em situações que exploram limites fisiológicos, duração, resistência e a experiência temporal da ação (ex.: suspensões corporais com ganchos, próteses que prolongam o movimento no tempo).</p></li></ul><p>Motivo da escolha: </p><p>Questiona o que significa ser humano quando o corpo pode ser estendido pela máquina. Sua famosa obra <strong>"Ear on Arm"</strong>(uma orelha cultivada no braço por engenharia de tecidos) reflete sobre a identidade e a memória corporal.</p><p><br></p><p>Link: Assista este vídeo sobre "ear on arm stelarc": <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/sr5CBBR-F0U?si=3NF1ac-fIhue6hEX">https://youtu.be/sr5CBBR-F0U?si=3NF1ac-fIhue6hEX</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 19:48:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>19/09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3594513468</link>
         <description><![CDATA[<p>Atividade pedagogica</p><p>Figura humana em ambiente escolar</p><p>Jogo da memória de retratos</p><p><br></p><p>Motivo pela escolha e relação com o artista: trata do corpo humano e suas representações (subjetividade e formas)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 22:19:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>15/08 - Sayuri Ichida</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sayuri Ichida é uma artista visual que trabalha com a fotografia. Em seus trabalhos ela tenciona temas relacionados a sua identidade, como reflexões acerca de suas memórias e experiências de vida. A artista explora por meio da fotografia o complexo universo das emoções humanas por meio do corpo, forma e objetos.&nbsp;&nbsp;</p><p>Na série Absentee, a artista investiga o estado emocional da solidão a partir da perda de sua mãe, experiência que permaneceu em segundo plano&nbsp;por muitos anos. O trabalho emerge de um longo processo de elaboração desse luto, que veio á tona&nbsp;novamente durante a pandemia de Covid-19, momento em que a ansiedade trouxe emoções reprimidas e intensificou a contemplação da morte.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Ref: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sayuriichida.com/">https://www.sayuriichida.com/</a>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-20 22:36:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>22/08 - Lebohang Kganye</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3595368900</link>
         <description><![CDATA[<p>Lebohang Kganye é uma artista visual sul-africana que vive e trabalha em Joanesburgo, a maior cidade da África do Sul. Lebohang trabalha principalmente com fotografia, fotografia expandida, vídeo, e outras técnicas mistas utilizando tecnologias. Em suas obras a artista aborda principalmente tema ligados a historicidade, pesquisa, teatralidade, temas autobiográficos e outros atravessamentos poéticos ligados a uma perspectiva decolonial.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Em sua série de fotografias Ke Lefa-Laka (2013), a artista cria uma sobreposição de si mesma com retratos de sua mãe falecida. A série surge quando Lebohang estava revisitando os álbuns de fotos de famílias e notou que as roupas que a mãe utilizava ainda existiam, ao se deparar com esse fato a artista com ajuda da avó encontrou os espaços onde as fotografias haviam sido registradas, vestiu as roupas da mãe e criou registros ocupando esses espaços. A partir então de técnicas de fotomontagens digitais Lebohang sobrepôs ela e sua mãe criando imagens que rompem com o espaço e o tempo criando uma realidade onde elas podem se encontrar novamente. &nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Referências: &nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://contemporarylynx.co.uk/9-photographers-dealing-with-loss-and-grief">https://contemporarylynx.co.uk/9-photographers-dealing-with-loss-and-grief</a>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.lebohangkganye.co.za/ke-lefa-laka-herstory-2013-all">https://www.lebohangkganye.co.za/ke-lefa-laka-herstory-2013-all</a>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.lebohangkganye.co.za/about">https://www.lebohangkganye.co.za/about</a>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4183573364/d7cfe046674e953352ece79aa64453f0/2.png" />
         <pubDate>2025-09-20 22:37:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>29/08 - Natália Millman</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3595369151</link>
         <description><![CDATA[<p>Natália Millman tem origens familiares ucranianas, porém encontra-se em Hertfordshire na Inglaterra. A artista explora a mudança e poder transformador da perda, enfatizando em seus trabalhos a fragilidade da vida e o inevitável fim. Millman cria sua arte a partir de materiais encontrados, muitas vezes danificados, bem como cria performances e fotografias que exploram o campo expandido.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Em sua coletânea de obras Ponto de Fuga a artista explora o desconhecido espaço entre a vida e a morte, as obras que a compõem foram produzidas ao longo de um ano após a perda do pai, enquanto buscava lidar com o luto. A artista encara esse processo de criar como uma forma de cura e de encerramento. A exposição individual aconteceu na Crypt Gallery situada em Londres, em 2021. &nbsp;</p><p>Esta série aborda as profundezas as nuances entre o começo e fim, crescimento e decadência, união e separação, luz e escuridão.&nbsp;</p><p>Entre os trabalhos da série está “Cavando em busca da minha alma (2023)”, produzido posteriormente a exposição na Crypt Gallery. </p><p>O vídeo performance mostra a artista se movendo pela floresta, inserindo seu corpo no conjunto da natureza, cavando o chão com as próprias mãos produzindo uma sensação de angústia e solidão no espectador, a obra assim como outras da série busca tensionar a relação de idosos afetados pela demência e o luto.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Link do vídeo:&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/CKHqW_SoF9Q">https://youtu.be/CKHqW_SoF9Q</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Referências: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nataliamillmanart.com/">https://www.nataliamillmanart.com/</a>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-20 22:38:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 19/09 - Seminário das Licenciaturas - Música ambiente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3606133344</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 19/09 no Seminário das Licenciaturas ouvi um projeto de experiência do Luke, da música. A sala estava repleta de musicistas. A experiência retratada por Luke, foi uma experiência na sala de aula com o Programa PIBID. Ele e sua colega, começaram a fazer um mapeamento dos sons na esola, o qual eram as percepções dos alunos a partir disso. Então trago aqui, essa instalação interativa feita por Els Viaene, em uma sessão no FILE de 2014. O projeto consiste em uma réplica de madeira do trajeto percorrido pela artista em 2009 na floresta Amazônica brasileira. O público é induzido a transitar na sala usando o “hidrofone” (um fone de ouvido conectado na água por uma vareta em forma de martelo) no caminho codificado por um GPS durante a viagem, permitindo que o usuário escute o som captado por Els (através de um gravador) dentro da água. Penso nesse espaço criado pela artista, imerso em um lugar distante e o corpo do público presente na exposição.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://vimeo.com/channels/nothing/68771239" />
         <pubDate>2025-09-26 16:28:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>26/09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3606464521</link>
         <description><![CDATA[<p>Jon Satrom</p><p><br/></p><p>Jon Satrom é um artista, designer e educador norte-americano conhecido por seu trabalho na interseção entre arte, tecnologia e experimentação digital.</p><p><br/></p><p>• Trabalha com glitch art e estética do erro.</p><p>Explora falhas digitais como expressão artística.</p><p>• Atua em performances audiovisuais ao vivo.</p><p>• Contribui como educador e pesquisador em arte e tecnologia.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jonsatrom.com/">https://jonsatrom.com/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 00:52:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AULA 22/08- Refik Anadol </title>
         <author>uwupieceofshit</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3607203919</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>"Melting Memories"</strong> de Refik Anadol é uma obra de arte imersiva que explora a memória humana através da inteligência artificial. Anadol colaborou com neurocientistas da UCLA, usando um <strong>eletroencefalograma (EEG)</strong> para registrar a atividade cerebral de voluntários enquanto eles recordavam memórias. Esses dados brutos foram então processados por um algoritmo de <strong>IA</strong> que os transformou em uma projeção visual fluida e em constante mudança. O resultado é uma experiência contemplativa que não só questiona a natureza da memória, mas também demonstra como a arte pode dar forma ao invisível, misturando ciência e tecnologia para criar uma nova linguagem estética.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=4_mfH6VgEg0" />
         <pubDate>2025-09-27 21:36:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AULA 29/08- COLONIALISMO DE DADOS</title>
         <author>uwupieceofshit</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3607205551</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra "Retratos Colonizados" de Denilson Baniwa é uma série de intervenções digitais em litografias e ilustrações históricas de naturalistas europeus do século XIX. O artista apropria-se dessas imagens coloniais, que retratavam os povos indígenas de forma exótica, e as subverte. Ao redesenhar e inserir novos elementos, como a estética da cultura pop ou símbolos de sua própria cultura Baniwa, ele resgata a agência e a voz dos povos originários, transformando um registro de opressão em um ato de resistência e reinterpretação.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/2170042780/3e0413dc8745e059213e501b12083715/image.png" />
         <pubDate>2025-09-27 21:41:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3607205551</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AULA 19/09</title>
         <author>uwupieceofshit</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Pulse Room" é uma instalação de arte de Rafael Lozano-Hemmer que transforma o espaço em uma experiência interativa e sonora. A obra consiste em uma sala com centenas de lâmpadas incandescentes penduradas no teto. Quando uma pessoa segura um sensor em um dos lados da sala, as lâmpadas começam a piscar no ritmo do seu batimento cardíaco. Se outra pessoa também interage, seu pulso "empurra" o pulso anterior para o próximo foco de luz, criando um efeito dominó luminoso. A obra se torna um desenho coletivo de pulsações, transformando um dado biológico individual em uma experiência visual e comunitária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 21:49:31 UTC</pubDate>
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         <title>29/08 Colonialismo de dados</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Mayara Ferrão (Salvador, BA, 1993)</strong></p><p>A prática artística de Mayara Ferrão desestabiliza processos convencionais de documentação por meio da interação entre pintura, texto e inteligência artificial. Durante sua residência no Pivô Salvador, demonstrou como seu trabalho opera numa tensão produtiva ao questionar vieses do olhar etnográfico. A maneira como tece essas questões, sem cair em soluções fáceis ou conclusivas, demonstra compreensão aguda das contradições nos sistemas de memória e documentação contemporâneos, posicionando-a como uma voz singular a ser acompanhada com atenção em 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 18:15:44 UTC</pubDate>
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         <title>12/09/25 - Inacabado, Som, Mapa, Biodiversidade, Tecnologia. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 18:18:38 UTC</pubDate>
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         <title>22/08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>colagem e ilustração digital, 2023.<br><br>Dia 3 fez um ano desse encontro, onde pude conhecer um pouco mais do processo de Gê, através de uma escuta atenta y palavras afiadas, pude ao lado de pessoas incríveis pensar com as mãos. Desses pensamentos surgiu essa colagem/ilustração digital, que iniciei nesse encontro em 2022 y finalizei agora. <br><br>Na imagem está minha mãe, em seu ventre está o que viria a ser eu, ao fundo pode-se observar o começo do lugar onde moramos até hoje, 23 anos atrás.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 18:19:52 UTC</pubDate>
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         <title>19/09 Seminário das Licenciaturas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Performance realizada por Sheherazade Al Ayoubi e Elodie Barthélemy em 9 de março de 2013, como parte da exposição "Haïti royaume de ce monde" (Haiti, reino deste mundo), em Jacmel, Haïti.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 18:27:11 UTC</pubDate>
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         <title>19/09/25 - Atividade: Jogo da memória para trabalhar o desenho de figura humana (rostos). Palavras chave: Rostos, Biodiversidade, Tecnologia.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O artista mostra esculturas onde estruturas orgânicas, plantas e raízes se instalam e se ramificam em objetos de uso cotidiano. A curadora Sabrina Moura reuniu séries inéditas de esculturas, fotografias e desenhos de Camille Kachani.</p><p>A nova série fotográfica do artista também está na mostra e exibe elementos de plantas como galhos, folhas e cipós em sobreposição a auto-retratos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 21:04:13 UTC</pubDate>
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         <title>26/10/25 - Raquel Meyers </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Raquel Meyers trabalha com gráficos e fotografia de baixa resolução para performance, web, vídeo e instalações. Atualmente, ela trabalha com narrativa em modo texto (ascii, petscii, etc.).</p><p>Há pouco ou nenhum sentimentalismo por tecnologias antigas. É o jeito brutalista que a fascina.</p><p><br/></p><p>Seus trabalhos mostram a mistura característica de humor negro, imagens surreais e gráficos de baixa resolução.</p><p>Já explorou glitch em instalações interativas ligadas a crítica social.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 21:18:19 UTC</pubDate>
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         <title>03/10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Trabalho com tecnologia interativa, dados e participação pública</p><p>Em algumas obras, ele usa mensagens escritas e comunicação simbólica, o que pode ser relacionado ao conceito de “cartas”.</p><p><br/></p><p><strong>Pulse Topology (2021)</strong></p><ul><li><p>Instalação imersiva com cerca de 3.000 lâmpadas suspensas, cada uma reagindo ao batimento cardíaco de um participante anterior. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://pacegallery.com">pacegallery.com</a><a rel="noopener" class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://www.pacegallery.com/exhibitions/rafael-lozano-hemmer-common-measures/?utm_source=chatgpt.com">+1</a></p></li><li><p>Usa sensores que captam o pulso, LEDs, controladores DMX. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://pacegallery.com">pacegallery.com</a></p></li><li><p>A ideia inclui uma noção de <em>memento mori</em> — os batimentos antigos vão sendo substituídos pelos novos, como uma memória coletiva pulsando no tempo.</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.artsy.net/article/artsy-editorial-rafael-lozano-hemmers-dazzling-art-basel-installation-visualizes-heartbeats">https://www.artsy.net/article/artsy-editorial-rafael-lozano-hemmers-dazzling-art-basel-installation-visualizes-heartbeats</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 00:16:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>12/09/25 - Inacabado, Som, Mapa, Biodiversidade, Tecnologia, Glitch. (Repostado).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3625494359</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 15:18:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>03/10/25 - Glitch, Biodiversidade, Tecnologia - Faig Ahmed.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3625542949</link>
         <description><![CDATA[<p>O Azerbaijão, país localizado entre o Leste Europeu e o Sudoeste Asiático, possui como parte de sua história tapetes feitos à mão, cheios de detalhes, formas e cores. Nas mãos de Faig Ahmed, as tradicionais peças&nbsp;são recriadas.</p><p><br/></p><p>Suas padronagens são alteradas para criar composições com distorções&nbsp;contemporâneas que lembram formas e efeitos variados como elementos da natureza, animais e outros efeitos como: pixels, grafites, ilusões ópticas e várias imperfeições intencionais – características da Glitch Art, que explora a estética do erro e a variedade de técnicas de manipulação de imagens digitais para transformá-las em formas não convencionais de arte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 15:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 03/10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Holzer tornou-se famosa por integrar a linguagem em instalações de LED e projeções em áreas públicas, disseminando sentenças sobre força, saber, brutalidade e otimismo. Suas frases, que atuam como mensagens secretas e passageiras, estimulam o público a ponderar sobre temas sociais e políticos. Truísmos, de Jenny Holzer, é um trabalho artístico notável, formado por declarações concisas que revelam diversos ângulos da existência humana e dos padrões sociais. Os aforismos, criados entre 1977 e 1979, cobrem temas que vão do corriqueiro ao transcendental, englobando afeto, autoridade e falecimento. Holzer adicionou tais declarações com o propósito não somente de instigar os observadores, mas também de levá-los a meditar sobre si e outras questões íntimas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 17:26:36 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 26/09</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Vivendo entre o Haiti e a República Dominicana, Maksaens Denis é um artista multimídia. Sua arte explora constantemente novas abordagens, misturando diversos métodos e plataformas, a exemplo de performances, instalações, esculturas e colagens. Desse modo, ele cria trabalhos que são tanto misturas quanto fragmentos, que fascinam e cativam, e que possuem forte ligação com a glitch art, forma de arte digital focada no uso de falhas digitais ou não digitais com fins estéticos. Na obra de arte em que eu trouxe, a ideia de um corpo em sacrifício surge constantemente. Em Saint Sebastian (São Sebastião), de 2014, vemos um performer despido, envolto em arame e atingido por flechas, evocando a imagem do mártir São Sebastião em uma obra dividida em quatro partes. A ação poético-artística de Maksaens possui um caráter trágico, pois suas instalações revelam os conflitos inevitáveis entre a busca por liberdade e felicidade das pessoas e os poderes dominadores existentes no planeta. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://amlatina.contemporaryand.com/pt/editorial/denis-maksaens-glitch-and-representation-in-the-caribbean/">https://amlatina.contemporaryand.com/pt/editorial/denis-maksaens-glitch-and-representation-in-the-caribbean/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 18:17:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 10/10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Borrado sem nome - corpo na composição tecnologica e com aporte na carta recebida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-12 19:20:48 UTC</pubDate>
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         <title>10/10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3634339794</link>
         <description><![CDATA[<p>Arte e corpo</p><p>Eduardo Kac é um dos principais nomes da <strong>bioarte</strong> e da <strong>arte transgênica</strong>. Ele utiliza tecnologias de ponta para criar obras que desafiam noções tradicionais de arte e levantam questões éticas e filosóficas.</p><p><br/></p><p>Obra:</p><p><strong>"Gênesis"</strong> é uma instalação interativa que envolve:</p><ol><li><p><strong>Criação de um gene artificial</strong></p></li><li><p><strong>Inserção desse gene em bactérias vivas</strong></p></li><li><p><strong>Interação online do público para modificar esse gene</strong></p></li><li><p><strong>Reflexão crítica sobre linguagem, poder e biotecnologia</strong></p></li></ol><p><br/></p><p>Depois, ele:</p><p>Traduziu a frase para código Morse</p><p>Converteu o código Morse em sequência de DNA (com pares de bases A, T, C, G)</p><p>Criou um gene sintético com essa sequência</p><p>2. Inserção do gene em bactérias vivas</p><p>O gene foi inserido em bactérias fluorescentes (com GFP – proteína verde fluorescente).</p><p>As bactérias eram expostas em uma placa de Petri em uma instalação de laboratório visível ao público.</p><p>3. Interação do público</p><p>As pessoas podiam acessar a instalação via internet e controlar luzes UV sobre as bactérias.</p><p>Essa luz induzia mutações genéticas no gene artificial.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ekac.org/genesis.html">https://www.ekac.org/genesis.html</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/3LSJVD0m1Mg">https://youtu.be/3LSJVD0m1Mg</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-15 19:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>travessia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 19:42:20 UTC</pubDate>
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         <title>pilula tentativa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 19:46:15 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 17/10 - Produção </title>
         <author>luizahp243</author>
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         <description><![CDATA[<p>Catalogando estes espaços</p><p>Vídeo - Vigia </p><p>Câmera de Segurança</p><p><br/></p><p>Luiza Helena Pereira </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/KgCovS2LXLQ" />
         <pubDate>2025-10-17 22:06:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artista - 15.08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Artistas Gisela Motta e Leandro Lima</strong></p><p><br/></p><p>A dupla brasileira Motta e Lima começou sua produção em vídeo, mas logo expandiram suas investigações e pesquisas para incluir outras dimensões da tecnologia. Em obras como Calar, por exemplo, os artistas aprecem em dois vídeos:&nbsp;em cada vídeo vemos o rosto de uma pessoa captada com uma camera térmica, as mudanças na temperatura da pele acontecem mediante ao toque do outro. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 23:19:26 UTC</pubDate>
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         <title>17/10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Refik Anadol</p><p>Anadol trabalha com dados e algoritmos para gerar obras de arte que combinam movimento, som e visualizações digitais impressionantes.</p><p><br/></p><p>Uma de suas obras mais conhecidas é <strong>"Machine Hallucinations"</strong> (2019), que é uma série de instalações que utilizam IA para interpretar e reimaginar a paisagem urbana. A obra explora a ideia de "sonhos" digitais ou "alucinações" geradas por máquinas, utilizando redes neurais para aprender com grandes quantidades de dados sobre cidades, arquitetura e o mundo físico.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 23:38:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>05/09 - Finalização da exposição da Celaine </title>
         <author>camilacamilazlal</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 18:01:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12/09 - Trabalho com foto utilizando Glitch</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi uma foto minha com a minha mãe e avó materna que já estava corrompida e adicionei um mapa estelar. O mapa surge da proposta da aula que houvesse de algum modo um mapa/trajeto na obra.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4183573364/a60a2c5a54a498615cda3db2fd3d4239/Imagem_do_WhatsApp_de_2025_09_12___s__20_57_30_8fe01f7a.jpg" />
         <pubDate>2025-10-21 18:03:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>19/09 - Seminário das Licenciaturas + Chanee Choi</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
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         <description><![CDATA[<p>A artista sul-coreana radicada em Seattle investiga, em Remembrance: Magma (2022), as fronteiras tênues entre corpo, memória e esquecimento. A instalação imersiva combina vídeo, som e machine learning para dar forma à experiência da degeneração da memória, convocando o espectador a um espaço onde o tempo parece desmanchar-se como matéria. A obra nasce da relação entre tecnologia e ritual.&nbsp;</p><p>Remembrance: Magma incorpora pesquisas científicas sobre o envelhecimento cerebral, mas também convoca tradições xamânicas coreanas e estéticas artesanais do Leste Asiático, atravessando camadas de herança e espiritualidade.&nbsp;</p><p>Ao fundir o pensamento computacional e o gesto ritual, a obra constrói uma experiência que é ao mesmo tempo íntima e coletiva. A tecnologia, aqui, não é um instrumento de precisão, mas um meio de evocação, uma extensão da mente que falha e tenta, incessantemente, lembrar. &nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 18:11:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>26/09 - Sophie Kahn</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3643697918</link>
         <description><![CDATA[<p>Sophie Kahn é artista digital e escultora. Em seu trabalho aborda a falha da tecnologia em capturar o corpo humano instável. Possui graduação em Belas Artes/História da Arte e tem estudos especializados na área de Arte e Tecnologia pela Escola do Instituto de Arte de Chicago.&nbsp;</p><p>Sua obra 04302011 trata-se de um vídeo de cinco minutos e meio onde a artista captura retratos de 38 nova-iorquinos utilizando um scanner a laser 3D. Como resultado além do desfile de identidade que permeiam as ruas de Nova York, o erro faz parte da essência da obra. A aparência fragmentada e irregular desses rostos se dá por conta do uso indevido desta tecnologia de última geração. &nbsp;</p><p>O scanner a laser 3D que a artista utiliza não foi projetado para capturar o corpo, por conta disso ao tentar fazê-lo a imagem desintegra-se, gerando também coordenadas espaciais que se sobrepõem e entram em conflito. A própria artista diz em seu site onde a obra está hospedada que: “Os sujeitos precisam fechar os olhos para se proteger do feixe de laser, e isso também gera outros referentes: suas expressões serenas evocam retratos memoriais, e, em conjunto, a exibição poderia ser vista como uma espécie de galeria dos mortos.”&nbsp;</p><p>Evocando assim com sua obra um memorial de rostos que cruzam essas ruas da cidade tensionando até que ponto é possível capturar uma pessoa, sua imagem ou memória por meio de tecnologias, até mesmo as mais desenvolvidas do mercado.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Vídeo: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sophiekahn.net/video"><strong>https://www.sophiekahn.net/video</strong></a>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 18:26:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>03/10 - Tatsuo Miyajima</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3643716600</link>
         <description><![CDATA[<p>Tatsuo Miyajima é um artista japonês, escultor, que trabalha com instalações e projeções. Seu trabalho utiliza com frequência contadores digitais de LED, preocupando-se principalmente com a função e o significado do tempo, do espaço e da memória, especialmente no contexto budista.&nbsp;</p><p>Em “Endless Life Cycles”, o artista apresenta 12 obras, incluindo trabalhos com LEDs, impressões e pinturas produzidas nos cinco anos anteriores à exposição. Os números em suas obras partem da representação do ritmo da vida através do espaço e do tempo. Os LEDs realizam uma contagem de 1 a 9, apagam-se e voltam a acender a partir do 1, pulando o número 0, símbolo da relação com o ciclo da vida, no qual a morte é apenas parte dele: o vazio e a escuridão. Contudo, nas religiões budistas, o zero também representa a reencarnação e a renovação.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 18:39:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>10/10 - Gabriel Barcia-Colombo</title>
         <author>camilacamilazlal</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3643749702</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Gabriel Barcia-Colombo</strong> (Gabriel BC) é um artista multimídia cujos trabalhos se concentram em coleções, memórias e no ato de deixar uma marca digital para as próximas gerações. Sua produção assume a forma de esculturas em vídeo, performances imersivas, projeções em grande escala e até máquinas de venda automática que comercializam DNA humano.&nbsp;</p><p>The Hereafter Institute é uma instalação artística imersiva financiada pelo laboratório Art + Technology do LACMA. A obra propõe uma experiência sobre memoriais digitais e a vida após a morte digital. Dentro do “instituto”, há diversas tecnologias de ponta, algumas capazes de escanear o corpo e criar uma versão digital dele, outras que permitem a inserção em ambientes virtuais por meio de óculos de realidade virtual (VR).&nbsp;</p><p>O vídeo introdutório do instituto questiona: “O que acontece com a sua presença digital após a morte? O que acontece com os nossos dados pessoais, memórias e histórias? The Hereafter Institute oferece diversas soluções tecnológicas para a preservação da sua alma digital.”&nbsp;</p><p>A palavra <em>hereafter</em> pode ser traduzida como “daqui em diante”. Assim, o Hereafter Institute seria o instituto daquilo que vem a seguir, do que continua no mundo digital.</p><p><br/></p><p>Site do instituto: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gabebc.com/the-hereafter-institute">https://www.gabebc.com/the-hereafter-institute</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:03:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>10/10 - Produção feita em sala </title>
         <author>camilacamilazlal</author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3643751123</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:04:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>17/10 - Angústia </title>
         <author>camilacamilazlal</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trabalho inspirado na carta</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:07:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>17/10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3643886060</link>
         <description><![CDATA[<p>"(...) apenas o vazio imenso que deixou quando partiu" (cartas trocadas, 2025).</p><p><br/></p><p>"(...) deixando um espaço em branco que não sei como preencher" (cartas trocadas, 2025).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://vazioeu.my.canva.site/" />
         <pubDate>2025-10-21 21:07:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>24/10/2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3658567205</link>
         <description><![CDATA[<p>SERVER DEMIRTAS</p><p>He was born in Istanbul at 1957. He graduated in 1977 from State Academy of Fine Arts with the licence in painting.</p><p><br/></p><p>Otoportre, 2024.</p><p>Corpo Humano. Performático embalado por máquinas, fios e resfriadores. </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/@serverdemirtas-sculpturesi2239">https://www.youtube.com/@serverdemirtas-sculpturesi2239</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-30 12:48:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>24/10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3683216123</link>
         <description><![CDATA[<p>arte e tecnologia e corpo</p><p>A instalação apresenta duas projeções simultâneas de uma mesma figura humana caminhando em direção ao público.</p><ul><li><p>Em uma das projeções, o corpo é <strong>consumido pelo fogo</strong>.</p></li><li><p>Na outra, é <strong>invadido por uma queda intensa de água</strong>.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Cria uma experiência sensorial que depende da <strong>presença física do espectador</strong>, conectando corpo, imagem e ambiente.</p><p><br/></p></li></ul><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/imgres?q=Obra%3A%20The%20Crossing%20(1996)%20Descri%C3%A7%C3%A3o%20da%20obra&amp;imgurl=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fbg6wW3EOY94%2Fsddefault.jpg%3Fsqp%3D-oaymwEmCIAFEOAD8quKqQMa8AEB-AH-BIAC5AKKAgwIABABGEEgSChlMA8%3D%26rs%3DAOn4CLCPD5LyLMMowQEauF04fDaMD1zhdw&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Dbg6wW3EOY94&amp;docid=6iIsSRTKIH3z3M&amp;tbnid=lLfQJB1WsHTosM&amp;vet=12ahUKEwiW-7Srg_KQAxXrqpUCHVhhJZYQM3oECBcQAA..i&amp;w=640&amp;h=480&amp;hcb=2&amp;ved=2ahUKEwiW-7Srg_KQAxXrqpUCHVhhJZYQM3oECBcQAA">https://www.google.com/imgres?q=Obra%3A%20The%20Crossing%20(1996)%20Descri%C3%A7%C3%A3o%20da%20obra&amp;imgurl=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fbg6wW3EOY94%2Fsddefault.jpg%3Fsqp%3D-oaymwEmCIAFEOAD8quKqQMa8AEB-AH-BIAC5AKKAgwIABABGEEgSChlMA8%3D%26rs%3DAOn4CLCPD5LyLMMowQEauF04fDaMD1zhdw&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Dbg6wW3EOY94&amp;docid=6iIsSRTKIH3z3M&amp;tbnid=lLfQJB1WsHTosM&amp;vet=12ahUKEwiW-7Srg_KQAxXrqpUCHVhhJZYQM3oECBcQAA..i&amp;w=640&amp;h=480&amp;hcb=2&amp;ved=2ahUKEwiW-7Srg_KQAxXrqpUCHVhhJZYQM3oECBcQAA</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/imgres?q=Obra%3A%20The%20Crossing%20(1996)%20Descri%C3%A7%C3%A3o%20da%20obra&amp;imgurl=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fbg6wW3EOY94%2Fsddefault.jpg%3Fsqp%3D-oaymwEmCIAFEOAD8quKqQMa8AEB-AH-BIAC5AKKAgwIABABGEEgSChlMA8%3D%26rs%3DAOn4CLCPD5LyLMMowQEauF04fDaMD1zhdw&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Dbg6wW3EOY94&amp;docid=6iIsSRTKIH3z3M&amp;tbnid=lLfQJB1WsHTosM&amp;vet=12ahUKEwiW-7Srg_KQAxXrqpUCHVhhJZYQM3oECBcQAA..i&amp;w=640&amp;h=480&amp;hcb=2&amp;ved=2ahUKEwiW-7Srg_KQAxXrqpUCHVhhJZYQM3oECBcQAA" />
         <pubDate>2025-11-14 16:10:26 UTC</pubDate>
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         <title>26/09 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Performance realizada por Chaosteria em 23 de agosto de 2020. Performance sobre a pandemia, vírus, e máscara, prendendo-se a diversos fios. Título "PERFORMANCE ART ABOUT MASK AND VIRUS", realizada em Duomo di Milano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-14 17:42:05 UTC</pubDate>
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         <title>03/10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Através de seu trabalho, Yi desafia a ideia de que os humanos são distintos de outras formas de vida, ao borrar essas divisões entre tecnologia e biologia". Explorando a tecnologia e a biologia, na criação de um ecossistema próprio, sem a organização do humano.</p><p><br/></p><p>Existe um vídeo da artista no YouTube: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/lwL-9rimPc4?si=KWx5A9bNpW24-EfI">https://youtu.be/lwL-9rimPc4?si=KWx5A9bNpW24-EfI</a>. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-14 17:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>10/10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-14 17:50:14 UTC</pubDate>
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         <title>10/10/25 - Arte tecnológica, fungos, IA, instalação artística. Coletivo artístico Cesar &amp; Lois (Unicamp).</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na natureza, o fungo desempenha um papel reciclador, decompondo moléculas orgânicas complexas em nutrientes que serão reutilizados por plantas e outros organismos. No trabalho do coletivo artístico Cesar &amp; Lois, formado pelo artista e professor Cesar Baio, do Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação,do Instituto de Artes (IA) da Unicamp, e pela artista norte-americana Lucy HG Solomon, da California State University San Marcos, o fungo se tornou metáfora para questionar o pensamento moderno segundo o qual a humanidade deve se sobrepor à natureza. Fungos, tecnologia e inteligência artificial se fundem nas instalações artísticas da dupla, que começou a parceria em 2017 e, nesta temporada, é finalista do Lumen Prize, um dos mais renomados prêmios de arte e tecnologia do mundo, que vai anunciar seus vencedores em outubro no Reino Unido.</p><p><br/></p><p>A dupla, que já venceu o Lumem Prize em 2019, com a obra <em>Culturas Degenerativas</em>, em que um livro é devorado por fungos, apresenta agora <em>Ser hifanizado (Being Hyphaenated). </em>“Esse trabalho nasceu de uma pesquisa sobre a complexidade e a inteligência de uma floresta, como a floresta toma suas decisões, como interage com os elementos que a compõem e com os elementos externos”, destaca Baio. “Pensamos no nome <em>Ser hifanizado</em> para ilustrar uma forma de existência na qual nos conectamos com outras espécies, estendemos nossos sentidos, nossas redes, para criar associações com entidades não humanas.”<br><br>O nome da obra vem da hifa, explica o artista, que é “uma parte do corpo dos fungos responsável pela absorção de nutrientes e que os conecta com as raízes das plantas para formar a micorriza, uma associação simbiótica entre os fungos e as raízes das árvores. É por meio dela que uma árvore pode se conectar a uma outra árvore. Olhamos as árvores como indivíduos e dificilmente vemos suas conexões; mas esses indivíduos estão todos conectados, pelo ar e pela terra”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 13:18:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>17/10/25- Refik Anadol. Biodiversidade, Arte e tecnologia, IA.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3697985556</link>
         <description><![CDATA[<p>Refik Anadol é um dos artistas contemporâneos mais influentes no uso de Inteligência Artificial aplicada à visualização de dados ambientais. Seu trabalho explora a intersecção entre natureza, tecnologia e percepção humana, transformando grandes bases de dados ecológicos — como imagens de florestas, flores, fenômenos climáticos e padrões atmosféricos — em paisagens visuais imersivas.</p><p><br></p><p>Entre seus projetos mais conhecidos estão <strong>“Machine Hallucinations – Nature”</strong> e <strong>“Living Archive: Nature”</strong>, nos quais utiliza datasets ambientais para gerar composições dinâmicas que evocam formas orgânicas e fluxos vivos. Através de algoritmos de aprendizado de máquina, esses dados são reinterpretados como superfícies em constante mutação, criando instalações que parecem “respirar”, pulsar ou evoluir como ecossistemas digitais.</p><p><br></p><p>Anadol trabalha diretamente com temas ligados ao clima, biodiversidade e ambientes sensoriais, propondo uma reflexão sobre como a IA pode ampliar nossa compreensão das forças naturais e do planeta — e, ao mesmo tempo, sugerir novas relações entre humanos, dados e mundo vivo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://refikanadol.com/works/machine-hallucinations-nature-dreams/" />
         <pubDate>2025-11-25 13:36:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>07/11/25 - Coletivo teamLab (Japão). Arte, Tecnologia, Biodiversidade, Instalação, Projeção.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O teamLab é um dos coletivos mais influentes do mundo na criação de ambientes imersivos baseados em projeção, sensores e tecnologia interativa. Suas obras transformam espaços arquitetônicos inteiros em ecossistemas digitais que se comportam como organismos vivos.</p><p><br/></p><p>A natureza — especialmente flores, rios, florestas, insetos e ciclos ecológicos — é um dos temas centrais do coletivo. Utilizando projeções de grande escala combinadas com algoritmos, simulações em tempo real e sensores de movimento, o teamLab cria mundos digitais onde plantas nascem, florescem e se desfazem conforme o público se desloca pelo espaço. Animais virtuais também interagem com as pessoas e entre si, reforçando a sensação de um ecossistema artificial autônomo.</p><p><br/></p><p>Suas instalações muitas vezes ocupam salas inteiras em 360°, formando paisagens contínuas que se expandem para o chão, paredes e teto. Em algumas obras, o comportamento da natureza digital depende diretamente da presença do visitante: ao tocar ou aproximar-se, flores se abrem, rios mudam de direção ou espécies virtuais se dispersam, simulando relações sensoriais entre humanos e ambiente.</p><p><br/></p><p>O trabalho do teamLab propõe uma experiência de coexistência entre natureza e tecnologia, explorando como a vida — real ou digital — pode ser percebida como algo fluido, interconectado e sempre em transformação.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://madeinjapan.com.br/2023/02/27/exposicao-team-lab-impermanente-flores-flutuando-em-um-mar-eterno/" />
         <pubDate>2025-11-25 14:41:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>14/11/25 - Jennifer Steinkamp (EUA). Projeção Digital, Animação 3D, Ambientes Imersivos, Arte, Tecnologia, Biodiversidade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3698107436</link>
         <description><![CDATA[<p>Jennifer Steinkamp (EUA).</p><p>Mídia: projeção digital, animação 3D, ambientes imersivos.<br>Tema: ciclos naturais, transformação, plantas, flores, estações do ano, percepção do espaço.</p><p><br>Steinkamp utiliza softwares de animação 3D e projeção em grande escala para transformar paredes, salas e fachadas em ecossistemas digitais que se movem, crescem e se desintegram. Suas obras investigam a natureza como um organismo em constante fluxo, misturando observação botânica com artifício tecnológico. Muitas instalações respondem à arquitetura do espaço, criando um diálogo entre natural e artificial.</p><p><br></p><p>Obras relevantes:</p><p><br></p><p>🌸 Botanic Series (2001–presente).</p><ul><li><p>Conjunto de projeções digitais que recriam flores e plantas em movimento cíclico, seguindo lógicas de crescimento e decomposição.</p></li><li><p>Os movimentos respondem a padrões matemáticos e simulam ventos, estações e ritmos naturais.</p></li><li><p>Frequentemente instaladas em grandes paredes, criando a sensação de um “jardim vivo” digital.</p><p><br></p></li></ul><p>🌳 Mike Kelley Tree (2007).</p><ul><li><p>Homenagem ao artista e amigo Mike Kelley.</p></li><li><p>Uma árvore digital projetada move-se de acordo com padrões de vento e deformação, oscilando entre realismo e abstração.</p></li><li><p>Explora memória, amizade e transformação, ao mesmo tempo que evoca a vida contínua de organismos naturais.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://bombmagazine.org/articles/2018/09/18/animation-and-abstraction-jennifer-steinkamp-interviewed/" />
         <pubDate>2025-11-25 14:59:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>28/11/25 - Marina Zurkow. Projeção, Arte, Tecnologia, Biodiversidade. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3698147732</link>
         <description><![CDATA[<p>Marina G. Zurkow</p><p><strong>Nascimento</strong>: 1962, Nova York. </p><p><strong>Local de Trabalho</strong>: Vive e trabalha no estado de Nova York. </p><p><strong>Formação</strong>: Tem uma trajetória acadêmica relacionada a artes visuais, mídia e tecnologia. </p><p><strong>Cargo docente</strong>: É professora no ITP (Interactive Telecommunications Program) da Tisch School of the Arts, NYU. </p><p><br/></p><p>Abordagem Artística</p><ol><li><p><strong>Natureza e cultura</strong><br>Zurkow investiga interseções “quase impossíveis” entre natureza e cultura. </p></li><li><p><strong>Tecnologia e mídia</strong><br>Ela usa software personalizado, animação, videoarte, vida-científica (“life science”), biomateriais (como argila) e até jantares performativos para construir suas obras. Problemas ambientais complexos (“wicked problems”).<br>Seu trabalho aborda questões ambientais profundas: dependência de petróleo, espécies invasoras, poluição, mudanças climáticas, ecossistemas aquáticos e terrestres.</p></li><li><p><strong>Participação do público</strong><br>Além de exibições em galerias, ela envolve o público por meio de experiências participativas — jantar com tema ecológico, degustações, performances — para gerar uma conexão mais íntima entre humanos e entidades não-humanas.</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bitforms.art/artwork/the-river-is-a-circle" />
         <pubDate>2025-11-25 15:29:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AULA 05/09</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Exposição Celaine</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-11-27 16:02:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>exposição celaine aula 05/09</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-11-27 16:03:24 UTC</pubDate>
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         <title>aula 12/09</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 16:05:23 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 07/11</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>CARTA </p><p><br/></p><p>O ponto de partida é um vídeo de Glitch Art com falhas visuais intencionais, do qual uma parte é capturada e convertida para um formato de arquivo não compactado (TIFF). A imagem é importada para um software de edição de áudio (Audacity) como se fosse um arquivo de áudio bruto, interpretando a sequência de bytes de cor e brilho dos pixels como informações de amplitude e frequência de uma onda sonora. Isso cria uma paisagem sonora a partir da estrutura visual da imagem, onde uma linha de pixels se traduz em um tom contínuo e a estática caótica de um glitch vira ruídos e texturas rítmicas complexas. O áudio resultante é então moldado e refinado, transformando a falha visual em uma experiência auditiva.</p><p><br/></p><p>Andar, andar de casa em casa, sem um lugar para chamar de lar. Andar pelo automático, andar pelo rompimento, sem direção. Andar é verbo, é ação, é movimento constante. Um ciclo de passos sem destino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 16:35:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AULA 17/11</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>CARTA PRIMEIRO PROJETO</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 16:36:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AULA 15/08- NETART,GLITCHART ETC</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3701326732</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/_PCKrZ4YAUc?si=AYee1I0DRNF1Irz3">https://youtu.be/_PCKrZ4YAUc?si=AYee1I0DRNF1Irz3</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/ZgJnAeUzfbU?si=PMHc58Bblr11rpij">https://youtu.be/ZgJnAeUzfbU?si=PMHc58Bblr11rpij</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/wkQIrPEnLzI?si=Mok3G2GMdCx_9NvF">https://youtu.be/wkQIrPEnLzI?si=Mok3G2GM</a></p><p><br/></p><p>Floralia 2021 de Sabrina Ratté é uma série composta por vídeos e uma experiência em realidade virtual (VR). É explorado a ideia de um futuro onde a natureza é preservada digitalmente. A obra é um arquivo virtual qeu contem amostras de especies de plantas que não existem mais. Ela utiliza o escaneamento 3d glitch art e animações. resultando nessa fusão de uma paisagem digital que árece organnica mas ao mesmo tempo é tecnologica, uma ideia de distopia. a obra é uma critica a era do antropoceno.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/WDdVEkAtQao?si=BKpgX3e70SEz9fVe" />
         <pubDate>2025-11-27 16:54:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>aula 26/09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3701330801</link>
         <description><![CDATA[<p>Cinema Lascado Minhocão (2010), de Giselle Beiguelman, é uma videoinstalação que  explora profundamente o erro. A artista filmou o Elevado Presidente João Goulart, conhecido como Minhocão, em São Paulo, e colocou essas gravaçoes em  softwares de edição obsoletos e incompatíveis. Este processo intencional de incompatibilidade forçada resultou em uma corrupção radical dos arquivos de imagem, transformando a paisagem urbana filmada em artefatos fragmentados, pixelados e distorcidos. O conceito central da obra é estabelecer uma analogia entre a obsolescência tecnológica e a obsolescência urbanística do próprio Minhocão, que é percebido como uma ferida na paisagem metropolitana.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/wPwhoLUTXQA?si=XsCOoVsDOTqu0-TV" />
         <pubDate>2025-11-27 17:00:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>aula 03/10</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A obra A-Volve é uma instalação interativa criada pela dupla Christa Sommerer e Laurent Mignonneau em 1994. A instalação convida o público a interagir fisicamente com um ambiente aquático virtual, a principal forma de interatividade acontece quando o participante desenha uma forma geométrica bidimensional em uma <em>touchscreen</em>, criando assim o "corpo" de um organismo virtual dentro da água projetada. Estes organismos, ou <strong>criaturas virtuais</strong>, possuem suas próprias regras de comportamento e "vida" que são determinados pela forma desenhada e pelo código subjacente do sistema. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 17:04:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>auka 10/10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3701336658</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra DiNA, de Lynn Hershman Leeson, é um projeto de uma inteligência artificial interativa no início dos anos 2000. Hershman Leeson criou DiNA como um avatar virtual com o qual o público podia interagir por meio de interfaces de <em>chat</em> de computador. A obra não era estática; a IA era programada para aprender, evoluir e responder às conversas dos usuários, manifestando uma personalidade complexa e, por vezes, confessional. DiNA explorava temas centrais à obra da artista, como a natureza da identidade feminina, a solidão na era digital e a fusão entre o humano e a máquina. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 17:09:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artista - 05.09</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Artista</strong> <strong>Rafael Lozano-Hemmer</strong></p><p><br/></p><p>Ele é conhecido por instalações interativas em larga escala que utilizam sensores, algoritmos e participação do público. Em <em>Pulse Room</em> (2006), o artista coleta o batimento cardíaco dos visitantes por meio de sensores biométricos. Cada pulso recolhido é transmitido a uma lâmpada incandescente, que pisca de acordo com o ritmo captado. A técnica envolve microcontroladores, circuitos programados e um ambiente imersivo com centenas de lâmpadas penduradas. A temática envolve a materialização de dados do corpo, o caráter efêmero da presença humana e a construção de uma memória coletiva através da interação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 13:53:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Artista - 12.09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3703140947</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Artista Nam June Paik</strong></p><p><br/></p><p>É considerado o pai da videoarte, inaugurou uma nova linguagem visual ao utilizar televisores, câmeras e aparelhos eletrônicos como materiais expressivos. Em <em>TV Buddha</em> (1974), Paik coloca uma escultura de Buda diante de uma câmera que grava sua imagem em tempo real e a projeta em um televisor posicionado à sua frente. O circuito fechado de vídeo cria um laço contemplativo e irônico sobre espiritualidade e tecnologia. A obra utiliza câmeras analógicas, monitores CRT e conexões de vídeo. A temática explora o confronto entre tradição e modernidade, e a mediação da experiência pelo aparato tecnológico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 15:19:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Artista - 19.09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/9vtzg7r6nd/i490fwbalzi6vbgl/wish/3703147117</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Artista Hito Steyerl</strong> </p><p><br/></p><p>Trabalha com videoensaios que mesclam cinema digital, animação 3D, imagens militares e teorias críticas. Sua obra <em>How Not to Be Seen: A Fucking Didactic Educational .MOV File</em> (2013) é um falso tutorial sobre “como desaparecer” no mundo hiper-vigiado contemporâneo. A obra utiliza técnicas de chroma key, captação digital em alta resolução, elementos gráficos e simulações 3D. Tematicamente, a artista investiga vigilância, militarização da visão, invisibilidade política e o impacto das tecnologias de captura de dados na vida cotidiana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 15:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>Artista - 26.09</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Artista Olafur Eliasson</strong> </p><p><br/></p><p>Cria ambientes sensoriais que utilizam luz, espelhos, cores, materiais translúcidos e tecnologias de controle ambiental. Em <em>Your Rainbow Panorama</em> (2011), uma passarela circular de vidro colorido instalada no topo do Museu ARoS transforma a paisagem da cidade em um panorama cromático. A técnica envolve arquitetura interativa, materiais ópticos e estratégias de controle da luz natural. Seu trabalho aborda temas como percepção, experiência corporal, natureza e tecnologia como mediadores da forma como vemos o mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 15:33:15 UTC</pubDate>
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         <title>Artista - 03.10</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Artista Jenny Holzer</strong> </p><p><br/></p><p>É reconhecida por suas intervenções textuais em circuitos eletrônicos. Em <em>Truisms</em> (1977–79), a artista utiliza painéis de LED e projeções luminosas para exibir frases curtas que abordam contradições políticas, culturais e sociais. As técnicas incluem programação digital, painéis eletrônicos, sistemas de temporização e tipografia digital. Suas temáticas questionam estruturas de poder, circulação da informação e manipulação do discurso público.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 15:49:27 UTC</pubDate>
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         <title>Artista - 07.11</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Artista Laurie Anderson</strong> </p><p><br/></p><p>É pioneira da arte multimídia, mesclando performance, música eletrônica, invenção de instrumentos e tecnologia imersiva. Em <em>To the Moon</em> (2018), desenvolveu, junto de Hsin-Chien Huang, uma experiência em realidade virtual que transporta o visitante por paisagens lunares imaginárias. A técnica envolve VR, modelagem 3D, espacialização sonora e animação. A temática trata de ficção científica poética, memória, deslocamento e novas possibilidades narrativas criadas pela imersão digital.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 16:00:56 UTC</pubDate>
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         <title>Artista - 14.11</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>O coletivo TeamLab</strong>, sediado no Japão, cria ambientes altamente interativos em que projeções digitais, sensores e algoritmos respondem continuamente ao movimento do público. Em <em>TeamLab Borderless</em> (2018), as imagens projetadas se deslocam entre paredes, pisos e tetos, ignorando fronteiras arquitetônicas. A técnica envolve projeções multicanal em alta resolução, sistemas de rastreamento, programação generativa e inteligência artificial. O grupo aborda temas como interconectividade, natureza digital e a dissolução das fronteiras entre corpo, espaço e imagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 16:02:52 UTC</pubDate>
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         <title>Artista - 21.11</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Artista Eduardo Kac</strong></p><p><br/></p><p>Brasileiro radicado nos EUA, é um dos pioneiros da bioarte. Em <em>GFP Bunny</em> (2000), criou um coelho transgênico (Alba) que brilha verde sob luz ultravioleta devido à introdução da proteína fluorescente GFP, retirada de águas-vivas. A obra combina biotecnologia, engenharia genética, fotografia e discussão pública. A temática envolve ética científica, manipulação da vida, identidade dos seres vivos e os limites entre natural e artificial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 16:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Artista - 28.11</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Artista Camille Utterback</strong> </p><p><br/></p><p>Trabalha com instalações interativas que unem corpo, texto e imagem digital. Em <em>Text Rain</em> (1999), letras digitais descem na projeção como se fossem gotas de chuva, acumulando-se sobre o corpo do visitante. A técnica combina câmera de rastreamento de movimento, projeção interativa e programação que responde à posição do corpo em tempo real. A temática explora a relação entre linguagem e corporeidade, transformando o corpo em interface.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 16:06:12 UTC</pubDate>
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