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      <title>Mediação Pedagógica by ana paula rodrigues</title>
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      <description>Mural Digital</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-24 01:45:06 UTC</pubDate>
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         <title>O conceito de MEDIAÇÃO</title>
         <author>anasufrrj</author>
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         <description><![CDATA[<div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mediação é o principal conceito da obra de Vygotsky, pois para ele o homem não se relaciona de forma direta, mas mediada, seja por instrumentos (artefatos) materiais ou psicológicos.<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A <strong>mediação</strong>, conceito central de sua obra, é a intervenção de um elemento intermediário em uma relação. Para Vygotsky os instrumentos <strong>materiais </strong>podem ser físicos, como por exemplo, telefone, cadeira, casa, qualquer objeto produzido pelo homem; tem também os instrumentos <strong>psicológicos</strong> são os signos, palavras, conceitos, todos que estão ligados à cultura e, uma vez internalizados, podem provocar o desenvolvimento individual.&nbsp;</div><div>Para que o sujeito internalize os instrumentos materiais ou psicológicos é necessário que ele interaja com pessoas que sejam portadores de tais instrumentos. Ou seja, apenas na interação com o outro é que o sujeito aprende.<br>Desta maneira, podemos inferir no papel do professor como importante mediador para a aprendizagem dos alunos.<br><br>Referência:&nbsp; STRIQUER, M. S. D. . O processo de mediação: das definições teóricas às propostas pedagógicas. EUTOMIA , v. 1, p. 142-157, 2017.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 02:20:49 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação com desenhos</title>
         <author>anasufrrj</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Por Adriana Oliveira da Silva</strong><br>Trabalho mediado pela professora partindo da produção de desenho do aluno Lipe que desenhou os personagens que tanto gosta de um desenho infantil. Em interação com a professora, Lipe contou a história daquele episódio que desenhado e na sequência, passou para a escrita da história. Criar significado através das atividades artísticas envolve imaginação, que é elemento importante para o desenvolvimento.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>A imaginação é mola propulsora do desenvolvimento da cultura e do conhecimento humano em todas as esferas.</em> (Elvira de Souza Lima).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 02:24:51 UTC</pubDate>
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         <title>Visita virtual a uma exposição - tempos de pandemia</title>
         <author>anasufrrj</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Por Ana Paula Souza Rodrigues Machado</strong><br>Falar sobre o Egito Antigo com crianças de faixa etária entre 11 e 13 anos nem sempre é tarefa fácil. Muitos filmes e desenhos já retrataram aspectos da época Antiga, mas como abordar os conceitos históricos com este público? Como mediar a aprendizagem sobre a cultura, religião, política e costumes dos egípcios antigos, tão diversos dos dias atuais?&nbsp;<br>Como professora de História do sexto ano e me deparando com estas questões, resolvi levar os alunos a uma exposição sobre o Egito Antigo realizada no Centro Cultural Banco do Brasil. Devido à pandemia, os centros culturais estavam fechados, mas estava disponível o tour virtual.<br>Para dar mais encanto a visita, elaborei um convite com data, horário e local. Conferi, previamente, os instrumentos tecnológicos necessários e pedi aos alunos que levassem pipoca ou salgados para lancharem durante o evento.<br>No dia combinado, fizemos o tour virtual pela exposição, vimos os artefatos, as múmias e os sarcófagos, tudo mediado por um guia virtual. Os alunos pareceram bastante interessados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 02:49:10 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência de Mediação com Alfabeto Móvel - Educação Infantil</title>
         <author>anapaulaparaujo1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Por: Ana Paula Pereira de Araujo de Souza</strong><br><br>A Mediação da atividade foi realizada com a utilização do Alfabeto Móvel como material concreto em uma turma de Educação Infantil (4 anos).<br><br>Atividades desenvolvidas:&nbsp;<br>• Busca das vogais (A-E-I-O-U);<br>• Primeira letra do nome;<br>• Montagem do próprio nome.<br><br>Material utilizado:<br>• Alfabeto Móvel com tampinhas de garrafa pet.<br><br>Público Alvo:&nbsp;<br>• Educação Infantil (4 anos)<br><br>Descrição das Atividades:&nbsp;<br><br>A turma foi dividida em 3 grupos contendo 6 alunos em cada grupo. As tampinhas foram distribuídas com todas as letras do alfabeto, sendo solicitado que cada aluno encontrasse as vogais (A-E-I-O-U), após encontra-las cada um buscou a primeira letra do seu nome e na sequência foi solicitado que montasse o seu nome, os alunos que estavam em processo de reconhecimento das letras do nome utilizou como suporte o crachá correspondente ao seu nome. Em cada atividade solicitada os alunos falavam as letras que encontravam e compartilhava com os colegas, quando não conseguia encontrar ou não tinha disponível na mesa.&nbsp;<br><br>Segundo Vygotsky, a aprendizagem se dá através da interação e mediação do educador, ou seja, através da socialização do indivíduo com o meio em que está inserido as atividades em grupo auxiliam neste processo de ensino aprendizagem através da mediação (professor) e da zona de desenvolvimento proximal (relação aluno-aluno).<br><br>Sugestões de utilização e construção do Alfabeto Móvel:<br><br>O Alfabeto Móvel pode ser utilizado para organizar as letras em ordem alfabética, formar palavras ou nomes próprios.<br><br>O Alfabeto pode ser construído de inúmeras maneiras, como por exemplo:<br><br>• Materiais Recicláveis (tampas de garrafa pet);&nbsp;<br>• Cards (com as letras e plastificado, para um melhor manuseio);<br>• Letras móveis de madeira e/ou plástico firme.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 15:57:48 UTC</pubDate>
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         <title>Contação de histórias: um caminho de descobertas e compreensão do mundo.</title>
         <author>alessandraquintais</author>
         <link>https://padlet.com/anasufrrj/i45d5m78g7sfevgo/wish/2229975199</link>
         <description><![CDATA[<div>Por Alessandra Máris D' Oliveira de Jesus<br><br><em>Vygotsky (1991) observa que o ensino deve se dar de forma sistematizada, onde a leitura e a escrita sejam necessárias a formação pessoal da criança, com um significado relevante para a sua vivência social.<br><br></em>Nesta aula foi realizada a contação da história do João e o pé de feijão e para trabalhar a imaginação das crianças uma pequena encenação, com a roupa do João e seu machado, foi realizada. Enquanto a leitura da história era feita, as crianças reproduziam com brincadeiras, como balançar o machado simulando o corte do pé de feijão (interagindo assim com a história contada) mostrando que havia uma colaboração e uma troca de potencialidades tal como Vygotsky definiu na sua Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP). Para encerrar a dinâmica, cada criança recebeu um recipiente com terra para fazer o plantio de um pé de feijão e um desenho de um castelo de papel recortado, que foi pintado por eles nas cores amarelo, vermelho e azul, trabalhando também o ensino das cores, foi fixado por meio de um palito no recipiente, para que as crianças observem e imaginem uma situação semelhante a da história contada.<br>Essa atividade foi realizada em uma escola pública, com crianças na faixa etária dos 3 anos.<br><br><a href="https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/20537/1/MD_EDUMTE_II_2014_51.pdf">Referência:&nbsp;<br>https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/20537/1/MD_EDUMTE_II_2014_51.pdf<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 17:40:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;A mediação Psicologia Histórico-Cultural na atividade de professores e do psicólogo&quot;</title>
         <author>alinehcm</author>
         <link>https://padlet.com/anasufrrj/i45d5m78g7sfevgo/wish/2230097538</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Postado por: Aline Hygino Carvalho</strong><br><br>"Vale ressaltar que o pedido inicial apresentado pela escola refere-se à necessidade de superação do contexto posto pela pergunta “por que os alunos não aprendem?” e isso exige um referencial da Psicologia que permita, efetivamente, romper com as concepções que referendam tal pergunta.</div><div>&nbsp;</div><div>A concepção de Psicologia de Vigotiski (1996, 1998, 2001) enfrenta esse desafio e oferece um rico conteúdo a ser trabalhado na escola.</div><div>&nbsp;</div><div>Visando a desenvolver temas da Psicologia, a partir do Materialismo Histórico Dialético, o projeto principal do autor constitui-se no estudo dos processos de transformação do desenvolvimento humano em suas dimensões filogenética, histórico-social e ontogenética - formação e manifestação de determinado processo psicológicas superiores - controle consciente do comportamento/atenção/pensamento abstrato/capacidade de planejamento -, as mudanças qualitativas do comportamento, a educação em geral e escolar e o seu papel no desenvolvimento. A finalidade de seu trabalho é redefinir o método de compreensão do fenômeno humano, para descobrir o meio pelo qual a natureza social torna-se a natureza psicológica dos indivíduos. (2)</div><div>&nbsp;</div><div>Para tanto, destaca o cérebro como órgão material da atividade mental, que também se adapta às transformações no meio físico e social; o processo de internalização que permite a apropriação de conceitos, de valores e de significados a partir da atividade cognitiva e da consciência em relação à atividade externa; o conceito de mediação, possível por meio dos sistemas simbólicos que representam a realidade (instrumentos e linguagem que regulam as ações sobre os objetos e sobre o psiquismo respectivamente). Conclui que os processos de funcionamento mental do homem são fornecidos pela cultura (no plano social, interpsicológico), por meio de instrumentos psicológicos são internalizados (movimento intrapsicológico), produzindo o movimento de individuação (que é singular, mas socialmente construído)."<br><br>Referência Bibliográfica:</div><div>&nbsp;</div><div>TANAMACHI, Elenita de Ricio. <strong>A mediação Psicologia Histórico-Cultural na atividade de professores e do psicólogo</strong>. In: MENDONÇA, Sueli Guadalupe de Lima; MILLER, Stela (Org). Vigotski e a escola<strong> atual</strong>: fundamentos teóricos e implicações pedagógicas.2ª ed. Rev. Araraquara, SP: Junqueira &amp; Marin; Marília, SP: Cultura Acadêmica, 2010.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 23:42:59 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O uso de caso de ensino sobre estudantes com deficiência na formação inicial de professores&quot;</title>
         <author>alinehcm</author>
         <link>https://padlet.com/anasufrrj/i45d5m78g7sfevgo/wish/2230107781</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Postado por: Aline Hygino Carvalho</strong><br><br>O artigo é de autoria da Professora Márcia Rosa Uliana, Doutora em Educação em Ciência e Matemática pela Rede Amazônica de Educação em Ciência e Matemática (REAMEC) - Pólo da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e Mestre em Ensino de Ciências e Matemática pela PUC - Minas e Professora da Universidade Federal de Rondônia - Departamento de Matemática e Estatística e do Professor Gerson de Souza Mól, Doutor em Química pela Universidade de Brasília e Mestre em Química Analítica pela Universidade Federal de Minas Gerais.</div><div>&nbsp;</div><div>Publicado no vol. 46, jan./dez. 2021, o trabalho pode ser acessado na Revista Roteiro, um portal de periódicos da UNOESC - Santa Catarina, <em>Campus </em>Joaçaba.</div><div>&nbsp;</div><div>Bem, agora após essas considerações iniciais, vamos ao que o texto nos traz. O estudo é um recorte do processo formativo da pesquisa-ação que culminou na tese de Uliana (2015) “Formação de professores de Matemática, Física e Química na perspectiva da inclusão de estudantes com deficiência visual: análise de uma intervenção realizada em Rondônia que teve como objetivo analisar as contribuições do uso de casos de ensino no processo de formação inicial de professores de Matemática, Física e Química.</div><div>&nbsp;</div><div>Para refletir sobre a formação de professores e a inclusão escolar Uliana e Mól, a partir de um breve histórico lembram marcos importantes que possibilitaram mais acesso à escola de ensino regular e apontam a importância da reflexão da experiência e da prática em diversos autores. Discutem as carências na formação docente para a diversidade, destacando o desenvolvimento desta habilidade através de atividades de registro escrito de vivências pessoais, como as autobiografias, práticas profissionais e casos de ensino.</div><div>Uma citação de Nóvoa (2014, p. 6) em “Para uma formação de professores construído dentro da profissão”:</div><div>&nbsp;</div><div>“[...] o registro escrito, tanto das vivências pessoais como das práticas profissionais, essencial para que cada um adquira uma maior consciência do seu trabalho e da sua identidade como professor. A formação deve contribuir para criar nos futuros professores hábitos de reflexão e de auto-reflexão que são essenciais numa profissão que não se esgota em matrizes científicas ou mesmo pedagógicas, e que se define, inevitavelmente, a partir de referências pessoais.”</div><div>&nbsp;</div><div>Vamos agora ao caso de ensino. O seu estudo ocorreu durante um encontro de duas horas, no segundo semestre de 2014. Os licenciandos leram e discutiram o caso de ensino, em grupo de três ou quatro e depois apresentam por escrito, reflexões e conclusões referente a seis perguntas propostas em roteiro de discussão e após os caos de ensino estudados foram socializados.</div><div>&nbsp;</div><div>A análise das respostas foram feitas utilizando a metodologia de Análise de Conteúdo com base em Moraes e Bardin., a partir de respostas agrupadas relacionadas a cada pergunta.</div><div>&nbsp;</div><div>Os autores consideraram a partir deste estudo que os licenciandos tiveram a oportunidade de conhecer como tem ocorrido o processo de inclusão em salas de aula da Educação Básica as dificuldades enfrentadas, materiais disponíveis, iniciativas falhas e bem-sucedidas entre outros aspectos.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Uliana e Mól ressaltam que possibilitou discussões em diversos vieses, o confronto entre o ideal e o real no processo educacional de estudantes de deficiência, avaliação de atitude e postura.</div><div>&nbsp;</div><div>Reforçam o uso de caso de ensino como estratégia de promoção de formação e investigação, na formação docente, aproximação com a complexidade da realidade das salas de aula, tomada de conhecimento de práticas pedagógicas e da responsabilidade docente, conhecer situações até, então, impensadas, postura reflexiva de aspectos de cunho legal e ideal e para proporcionar reflexões entre teoria e prática e maior envolvimento de licenciandos/licenciandas e professores/professoras.<br><br>Referência Bibliográfica:<br><br>ULIANA, M. R.; MÓL, G. de S. O uso de caso de ensino sobre estudante com deficiência na formação inicial de professores. <strong>Roteiro</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 46, p. e27184, 2021. DOI: 10.18593/r.v46.27184. Disponível em: https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/27184. Acesso em: 24 jun. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 00:20:50 UTC</pubDate>
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