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      <title>Casos Diagnóstico diferencial by Elisangela Cristofoli</title>
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      <description>Publique sua resposta ao tópico de discussão clicando no botão de adição abaixo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-04 12:32:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elisangelac</author>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 1</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 21:55:02 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 5</p><p>Acadêmicos: Kemelin e Lucas</p><p><br/></p><p>Paciente do sexo masculino, 45 anos, em atendimento na fisioterapia cardiovascular, apresenta parestesia persistentes em membros superiores, descritas como formigamento e dormência, principalmente no braço esquerdo. Durante a avaliação clínica, exames neurológicos e ortopédicos complementares foram realizados tais como:&nbsp; testes de provocação de Spurling e elevação passiva do braço, obtiveram resultados positivos, indicando a presença de radiculopatia cervical, possivelmente relacionada à compressão nervosa. O paciente relata histórico de esforço físico intenso no trabalho, postura desconfortável e episódios de dor cervical matinal que duram em torno de 20 minutos, não apresenta sintomas cardiovasculares associados, como dor torácica ou alterações hemodinâmicas. Dada a suspeita de comprometimento neurológico, o paciente foi orientado a exames de imagem, incluindo radiografia e ressonância magnética da coluna cervical, para confirmar o diagnóstico e determinar a possível extensão radicular. A radiografia mostrou redução do espaço intervertebral entre as vértebras C5-C6, além de sinais de osteofitose marginal. Já a ressonância magnética evidenciou protrusão discal em C5-C6 com extensão do saco dural e possível impacto nas raízes nervosas correspondentes, evidenciando o diagnóstico clínico de radiculopatia cervical. Não foram observados sinais de mielopatia ou outras alterações estruturais significativas na medula espinhal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:17:45 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>CASO 6 </p><p>Acadêmicos: Giovana e Luane</p><p><br/></p><p>Paciente feminina, 46 anos, motorista de aplicativo, hipertensa controlada, sedentária, procurou atendimento fisioterapêutico após episódios recorrentes de tontura intensa, acompanhados de náusea e sensação de perda de equilíbrio iniciada há cerca de 8 meses, com piora nas últimas duas semanas. Relatou que teve covid-19 há 1 ano. A paciente relata uma sensação de “giro do ambiente” SIC , frequentemente desencadeada por movimentos rápidos da cabeça ou ao deitar-se. Os episódios duram de minutos a horas e são acompanhados de náusea, vômito e sudorese, também refere zumbido intermitente no ouvido direito e leve redução da audição do mesmo lado. Ao exame físico sem dor ou restrição significativa de movimentos de cabeça e pescoço, sinais vitais PA: 140/85 mmHg, FC: 82 bpm, FR: 16 rpm, SpO2: 98% em ar ambiente. Ao exame cardíaco ritmo regular, sem sopros ou arritmias audíveis, pulsos periféricos normais e simétricos. Teste de caminhada 6 minutos realiza marcha com base alargada por conta do desequilíbrio, aos testes de troca de decúbito relata maior quadro de tontura.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:20:11 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 11</p><p><br/></p><p>Paciente encaminhado pelo neurologista para acompanhamento fisioterapêutico. Na avaliação , hipertenso e com cefaleia pos avc.</p><p>Paciente masculino, 53 anos, compareceu ao atendimento de fisioterapia após encaminhamento de neurologista devido a um avc sofrido há 2 semanas, durante a avaliacao o paciente apresentou PA 150/95 mmHg, Spo2 87%, FC=97bpm. O paciente apresentou dicenesia e capacidade de deambular com auxilio de um andador. O paciente relatou cefaleia durante todo o atendimento, mas não foram identificados pontos de tensão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:21:51 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 01 </p><p>Acadêmicas: Francieli e Patrícia </p><p><br/></p><p>Paciente J.P, sexo feminino, 45 anos, 65 kg, 1,70m, trabalha atualmente como secretária em um escritório administrativo, sem comorbidades prévias. Chegou ao consultório com dores crônicas na região lombar irradiada para o membro inferior direito, com queixas quando realizava movimentos de agachamento e ao levantar depois de muito tempo sentada, relatando medo de queda. Na anamnese foi encontrado fatores psicossociais associados, como, estresse, ansiedade, medo do movimento e depressão, além de não praticar atividade física. Faz uso diário do medicamento amitriptilina. PA: 130/90 MmHg, FC: 85 BPM, FR: 20 rpm e SpO²: 95%.  No exame físico foi encontrado diminuição significativa da amplitude de movimento em flexão de quadril, joelho e tornozelo, além de diminuição discreta do trofismo muscular no membro inferior direito. Após sessões de fisioterapia, a dor crônica da paciente foi estabilizada, porém, com o passar dos dias, a paciente deixou de aderir aos exercícios aeróbio e de fortalecimento, o que piorou seu quadro psicológico e as dores retornaram, porém não irradiadas, apenas lombares devido a sobrecarga e fraqueza muscular da região.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:22:09 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>CASO 4 </p><p>Acadêmicos: Gabriela e Felipe </p><p><br/></p><p>Paciente feminina, 61 anos, portadora de diabetes, aposentada e sedentária, iniciou atendimentos na clínica escola de fisioterapia da UNOESC ( fisioterapia geral)com queixa principal de dores persistentes nos joelhos há mais de quatro meses. Relata as dores como intensas, são mais acentuadas durante o repouso e nas manhãs, acompanhadas de rigidez articular ao acordar, com duração superior a uma hora. Além das dores nos joelhos, relata desconforto e inchaço leve nas articulações das mãos, sem associação com traumas ou esforços físicos recentes.</p><p>A paciente também menciona dificuldades para ajoelhar-se e limitações em atividades que exigem preensão manual, como mobilizar os dedos das mãos. Durante a avaliação, constatou-se limitação moderada nos movimentos de flexão dos joelhos e dificuldade na mobilidade dos dedos, citou também perda de massa muscular nos últimos meses.</p><p>Há histórico familiar de hipertensão e diabetes por parte dos pais, e uma irmã mais velha que faleceu devido a osteosarcoma. A paciente faz uso ocasional de anti-inflamatórios, que proporcionam apenas alívio parcial dos sintomas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:22:33 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 3</p><p>Acadêmicos: Hellen e Laura Ody </p><p><br/></p><p>Paciente feminina, 58 anos, professora de creche aposentada e casada, em acompanhamento na saúde coletiva com relato de perda de urina aos esforços como tossir, espirrar ou carregar objetos pesados, sintomas presentes há cerca de um ano e que vêm impactando suas atividades diárias e sociais. Com histórico de três gestações (dois partos vaginais e uma cesariana), menopausa há dois anos sem reposição hormonal. Histórico de infecções urinárias recorrentes. Ao exame físico, apresentou aderência cicatricial acima da sínfise púbica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:23:05 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 7</p><p>Acadêmicas: Ana Paula, Daiane e Maria Eduarda</p><p>Paciente feminina, 62 anos, com histórico de AVC há 2 anos, apresenta sequelas de hemiparesia à direita e diminuição de mobilidade, utiliza dispositivo auxiliar de marcha para locomoção. Relata episódio de vertigem seguido de queda há 3 semanas, quando tentou deambular sem andador e sem apoios ao seu alcance. A queda ocasionou impacto direto no joelho esquerdo. Desde então, queixa-se de dor intensa no joelho afetado (EVA 7), edema (cacifo ++) e dificuldade em sustentar o peso na perna esquerda, comprometendo ainda mais sua mobilidade. Durante a avaliação fisioterapêutica, além das sequelas do AVC, foram encontradas restrições na amplitude de movimento em flexão do joelho esquerdo devido à dor, sensibilidade aumentada na região medial do joelho no membro inferior esquerdo, padrão de marcha claudicante. Durante a manobra de Dix-Hallpike com a rotação da cabeça para a direita, apresentou nistagmo horizontal.&nbsp; Solicitado um exame de imagem para a exclusão de uma possível fratura.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:23:57 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 12</p><p>Acadêmicas: Alana e Ana Júlia</p><p><br/></p><p><br></p><p>Paciente do sexo feminino, 55 anos, com histórico de hipertensão arterial e ansiedade e fumante ativa. A paciente está em acompanhamento na saúde coletiva, apresentando quadro de dispneia durante a realização de atividades físicas de baixa intensidade, com episódios de hipotensão e tontura, com sinais de palidez e sudorese fria. Foi feito o Teste de Caminhada de 6 Minutos (TC6), no qual a paciente demonstrou dificuldade respiratória significativa após o 4º minuto de esforço moderado.&nbsp;</p><p>Ela faz o controle da hipertensão arterial com o uso de captopril, mas não realiza acompanhamento cardiovascular regular. Também faz uso de salbutamol para alívio de sintomas respiratórios, mas refere que não sente diferença com o uso.<br>Durante o exame inicial, os sinais vitais da paciente foram: pressão arterial de 110/70 mmHg, frequência cardíaca de 85bpm, SpO2 de 90% e temperatura corporal de 36,7°C. Após a realização de uma caminhada leve para aquecimento, a paciente apresentou-se ofegante, utilizando musculatura acessória para a respiração e com SpO2 reduzida para 88%.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:24:03 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 08 </p><p><br/></p><p>Acadêmicas: Rafaela e Isabel Siquelero </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br>Paciente J. S., 62 anos, sexo masculino, pedreiro, hipertenso,ex tabagista e com sobrepeso. Compareceu ao atendimento fisioterapêutico com queixa principal de dor nas costas, mais intensa na região lombar, que piora ao final do dia. O paciente relata que a dor começou há 6 meses e por conta disso foi encaminhado para as atividades da saúde coletiva. Refere que a aproximadamente 3 semanas sentiu intensificação do quadro algico,especialmente após longos períodos em ortostatismo&nbsp; e ao realizar movimentos de flexão do tronco, como ao levantar-se de uma cadeira ou ao pegar objetos no chão. A dor é descrita como uma sensação de queimação e rigidez com episódios de dor aguda durante certos movimentos. Não há relato de irradiação para membros inferiores, mas refere sensação de peso. Limitação da ADM na flexão de tronco devido à dor</p><p>Teste de Lasègue e slump test negativo, sem sinais de radiculopatia. Teste de Schober com diminuição da amplitude de movimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:24:07 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>CASO 2 </p><p>Acadêmicos : Kaluan e Tomaz </p><p><br/></p><p>Paciente masculino, 65 anos, peso real 110 Kg, altura 1,73 m, administrador de empresa, diabético tipo 1, obeso e sedentário. Iniciou acompanhamento fisioterapêutico em uma clínica de Pilates há quatro semanas com o objetivo de melhorar a postura e a condição física geral, devido ao sedentarismo prolongado e queixas de cansaço durante esforços moderados. Relata aumento da frequência cardíaca (FC) em repouso e sensação de fadiga em exercícios leves. Consultou recentemente um cardiologista, que realizou avaliação clínica completa (exames de sangue, eletrocardiograma, ecocardiograma e teste ergométrico), sem alterações significativas. O paciente foi liberado para atividades físicas regulares, com orientação para monitoramento da FC durante os exercícios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:24:12 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 13</p><p>Letícia e Natacha </p><p><br/></p><p>Paciente masculino, 30 anos, sofreu acidente automobilístico a 4 meses e ficou hospitalizado 20 dias sendo que 10 dias UTI em VM e 10 dias na internação. Teve fratura exposta de fêmur esquerdo e hemorragia interna abdominal. Se encontra em acompanhamento com fisioterapêutico ortopédico.&nbsp;</p><p>Na anamnese apresentou queixa principal de dor lombar EVA:7 e fraqueza ao caminhar que iniciou após o acidente, relata não ter nenhuma doença crônica não transmissível, apresentou sobrepeso com IMC 29.5, sinais vitais PA:120/80 FC:70 SPO2: 97%. Histórico familiar não apresenta nenhuma doença. Nos hábitos de vida relata ser sedentário e não ter uma alimentação equilibrada, consome apenas 200ml de água por dia, e consome bebida alcoólica aos finais de semana.&nbsp;</p><p>No exame físico apresentou redução de adm de flexão de joelho e quadril, hipotrofismo de mmii e tronco, diminuição de circunferência de mi esquerdo, aderência cicatricial abdominal significativa com presença de queloides com coloração esbranquiçada de aproximadamente 10 cm.&nbsp;</p><p>Na palpação não apresentou nenhuma contratura muscular lombar, apresentou redução da mobilidade da derme abdominal.&nbsp;</p><p>Na avaliação de postura apresentou anteriorização de tronco com inclinação à direita, maior descarga de peso no mmii direito.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:25:09 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Laura e Thais Fior </p><p>CASO 9</p><p><br/></p><p>Paciente JPM, 68 anos, pesando 98 kg, masculino, compareceu a clínica escola de fisioterapia para atendimento cardiorespiratório. O mesmo foi admitido no ano de 2024 em UTI com diagnóstico de COVID-19, com utilização de ventilação mecânica, com evolução para traqueostomia e uso constante de corticosteroides e bloqueadores neuromusculares, informa que permaneceu hospitalizado por um período de 46 dias. Durante a internação desenvolveu Síndrome da fraqueza adquirida na UTI- FAUTI, com comprometimento musculoesquelético e respiratórios significativos.</p><p>Em exame físico paciente se apresenta com padrão respiratório apical, com redução da expansibilidade torácica, SpO2 a 92%, 22 irpm em repouso, com taquipneia leve ao esforço. Em teste de função respiratória apresentou os seguintes resultados, PImáx = 50 cmH₂O (70% do predito), PEmáx = 60 cmH₂O (65% do predito), indicando fraqueza muscular respiratória. Em teste de caminhada de 6 minutos apresenta redução significativa percorrendo 250 metros, com dessaturação leve (91%) ao final do TC6M. Time Up and Go, indicando comprometimento com aumento do risco de quedas (18 segundos). Realizado teste de força muscular seguindo a escala de Oxford com indicativo de força muscular grau 3  em MMSS e MMII. Apresenta fraqueza muscular generalizada, comprometendo a mobilidade funcional e a realização de AVDs.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:26:38 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/elisangelac/i31hr7w4xo72hk1t/wish/3225153599</link>
         <description><![CDATA[<p>Caso 10 </p><p><br/></p><p>Acadêmicas: Isabel e Nádia </p><p><br/></p><p>Paciente, G.S, 39 anos, 1,70 cm e pesa 89 kg, sexo masculino, atualmente trabalha em uma escola como professor de educação física, compareceu ao atendimento fisioterapêutico, apresentando como queixa principal “dor e rigidez em quadril direito, mas piora nos movimentos de flexão e extensão de quadril.“ (SIC). O paciente relatou início das dores a aproximadamente dois ano, sendo que a dor iniciou na coluna e com tempo foi progredindo e passando para o quadril onde além da dor começou a sentir também rigidez matinal, principalmente de manhã o que resulta em dias estressantes, com isso, o mesmo começou a reduzir suas atividades sociais, além do seu rendimento no trabalho estar sendo prejudicado também. Nega ter outras doenças crônicas, apenas relata ter bastante dores de cabeça e na coluna, o que associa ao estresse do trabalho, não faz uso de medicações contínuas nem realizou cirurgias. Com relação à história familiar, a mãe possuía hipertensão e depressão e o pai faleceu de câncer. Nega ser tabagista, etilista e sedentário, relata ter uma alimentação rica em gordura e doces, sua ingesta hídrica é de 2L/dia, sua rotina é praticamente só ir trabalhar e voltar para casa e que não tem mais vontade e ânimo para passear. Nos fatores psicossociais apresentou 7 em estresse e 7 em ansioso, na catastrofização apresentou que a dor vai melhorar, nos fatores depressivos relatou apresentar os sintomas em alguns dias, e não apresenta cinesiofobia. No exame físico o paciente apresentou dor EVA 8 em quadril ao forçar e reduz ao repouso, ocorre no período da tarde, sendo de caráter nociceptivo. Na palpação apresentou maior tensão em glúteo máximo e isquiotibiais e quadríceps, sem presença de edema, ADM reduzida nos movimentos de extensão de quadril (65°) e flexão de quadril (160°). Avaliada a força com esfigmomanômetro modificado apresentou no movimento de flexão de quadril D 80 mmHg, E 100 mmHg, extensão de quadril D 50 mmHg, E 60 mmHg, ou seja, apresenta força reduzida de MID. Sensibilidade normal. Foi realizado o teste de sentar e levantar onde não atingiu o previsto. Na avaliação postural estática apresenta leve discrepância entre a altura dos ombros e crista ilíacas, onde o E se encontra mais elevado, sem demais alterações</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-20 00:26:47 UTC</pubDate>
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