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      <title>Trabalho de História, Política, Economia e Cultura no Século XX by Natanael Deveza do Couto</title>
      <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs</link>
      <description>COMBAHEE RIVER COLECTIVE</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-21 18:54:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-21 20:08:56 UTC</lastBuildDate>
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         <title>DISCIPLINA: História, Política, Economia e Cultura no Século XX 
</title>
         <author>natandeveza</author>
         <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs/wish/3643770917</link>
         <description><![CDATA[<p>TEMA: Os movimentos feministas dos anos 1960 e 1970</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:19:38 UTC</pubDate>
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         <title>Combahee River Collective: História e Objetivos
</title>
         <author>natandeveza</author>
         <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs/wish/3643775626</link>
         <description><![CDATA[<p>O que era o Combahee River?</p><p>O Combahee River Collective foi um grupo de mulheres negras lésbicas fundado em Boston, em 1974, por ativistas como Barbara Smith, Demita Frazier e Beverly Smith. O nome homenageia a ação de Harriet Tubman, que liderou uma operação de libertação de escravizados no Rio Combahee, na Carolina do Sul, em 1863. O coletivo surgiu como resposta à exclusão das mulheres negras tanto no feminismo branco quanto nos movimentos antirracistas dominados por homens.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:23:14 UTC</pubDate>
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         <title>O que elas defendiam e quais eram os objetivos?
</title>
         <author>natandeveza</author>
         <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs/wish/3643777661</link>
         <description><![CDATA[<p>O coletivo defendia a libertação das mulheres negras, reconhecendo que elas enfrentavam múltiplas formas de opressão: racismo, sexismo, homofobia e classismo. Seus principais objetivos eram:</p><p>- Criar um feminismo que fosse interseccional, ou seja, que considerasse as diferentes camadas de opressão.</p><p>- Promover a autonomia política e intelectual das mulheres negras.</p><p>- Combater a invisibilidade das mulheres negras nos movimentos sociais.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:24:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Qual a história desse movimento?
</title>
         <author>natandeveza</author>
         <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs/wish/3643779427</link>
         <description><![CDATA[<p>O Combahee River Collective surgiu da ruptura com grupos feministas brancos e organizações negras que não contemplavam as experiências das mulheres negras. Em 1977, o grupo publicou a Combahee River Collective Statement, um manifesto que se tornou referência mundial. Nele, afirmavam que a libertação das mulheres negras implicaria na libertação de todos os grupos oprimidos, pois exigia o fim de todas as formas de dominação.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>Quais foram as dificuldades enfrentadas?
</title>
         <author>natandeveza</author>
         <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs/wish/3643785011</link>
         <description><![CDATA[<p>O coletivo enfrentou diversas barreiras:</p><p>- Invisibilidade dentro dos próprios movimentos feministas e antirracistas.</p><p>- Resistência à abordagem interseccional, que era considerada “divisiva” por alguns ativistas da época.</p><p>- Falta de recursos e apoio institucional, dificultando a expansão do grupo.</p><p>- Preconceito contra mulheres negras lésbicas, tanto na sociedade quanto em espaços militantes.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:30:43 UTC</pubDate>
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         <title>Qual a importância dessa atuação para o movimento feminista?
</title>
         <author>natandeveza</author>
         <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs/wish/3643786206</link>
         <description><![CDATA[<p>O Combahee River Collective foi pioneiro na formulação do feminismo negro e precursor da teoria da interseccionalidade, que hoje é central nos estudos de gênero. Sua atuação:</p><p>- Influenciou políticas públicas voltadas para mulheres negras.</p><p>- Inspirou gerações de ativistas e acadêmicas.</p><p>- Reconfigurou o feminismo para incluir raça, classe e sexualidade como dimensões inseparáveis da luta por igualdade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:31:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mudanças que o movimento gerou para minha localidade (Pilão Arcado, Bahia)</title>
         <author>natandeveza</author>
         <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs/wish/3643788116</link>
         <description><![CDATA[<p>Embora o Combahee River Collective tenha atuado nos EUA, sua influência chegou ao Brasil, inclusive à Bahia, por meio do fortalecimento do feminismo negro. Exemplos:</p><p>- Criação de organizações como o Odara – Instituto da Mulher Negra, que atua em Salvador.</p><p>- Maior visibilidade para pautas de mulheres negras em espaços políticos e acadêmicos.</p><p>- Campanhas contra o racismo institucional e a violência de gênero, com foco nas mulheres negras periféricas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 19:33:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>natandeveza</author>
         <link>https://padlet.com/natandeveza/i2gkkam4ldhc4fcs/wish/3643827126</link>
         <description><![CDATA[<p>Fontes Bibliográficas – Combahee River Collective</p><p>- The Combahee River Collective Statement (1977)  </p><p>  Manifesto original do coletivo feminista negro.  </p><p>  Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://BlackPast.org">BlackPast.org</a></p><p>- Taylor, Keeanga-Yamahtta.  </p><p>  How We Get Free: Black Feminism and the Combahee River Collective.  </p><p>  Haymarket Books, 2017.</p><p>- Smith, Barbara (org.).  </p><p>  Home Girls: A Black Feminist Anthology.  </p><p>  Kitchen Table: Women of Color Press, 1983.</p><p>- Guy-Sheftall, Beverly (org.).  </p><p>  Words of Fire: An Anthology of African-American Feminist Thought.  </p><p>  The New Press, 1995.</p><p>- Hull, Gloria T.; Scott, Patricia Bell; Smith, Barbara.  </p><p>  All the Women Are White, All the Blacks Are Men, But Some of Us Are Brave.  </p><p>  Feminist Press, 1982.</p><p>- Ribeiro, Djamila.  </p><p>  Quem tem medo do feminismo negro?  </p><p>  Companhia das Letras, 2018.  </p><p>  (Para contextualização brasileira)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 20:07:54 UTC</pubDate>
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