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      <title>3C3- Como a arte expõe a exclusão social do Rio de Janeiro desde o século XIX até os dias de hoje? by Adilson Gonçalves</title>
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      <description>Grupo 3: Iago; José Francisco; Beatriz M.; Sofia O.; William.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-14 08:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>Grafites pela capital carioca</title>
         <author>beatriz_milan</author>
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         <pubDate>2019-03-28 15:48:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatriz_milan</author>
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         <pubDate>2019-03-28 16:09:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatriz_milan</author>
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         <pubDate>2019-03-28 16:09:50 UTC</pubDate>
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         <title>Socioeconômico:</title>
         <author>iago_otero</author>
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         <description><![CDATA[<div>Século XIX:<br>- cortiços: moradores majoritariamente eram mulatos e pretos<br>- profissões variadas: prostitutas, operários, lavadeiras, cozinheiras, ferreiros e outros. Destarte, a segmentação social torna-se evidente, com a expulsão das camadas populares do centro da cidade, em decorrer de um aumento na especulação imobiliária e no processo de gentrificação, o que causou uma ampliação da desigualdade socioespacial.<br><br>modernização -  séculos XX e XXI:<br>a reforma urbana - destruiu os cortiços, obrigou a população pobre a ocupar os morros e periferias da cidade: locais que careciam de uma infraestrutura e possuíam condições de extrema insalubridade, em barracos construídos com materiais precários. <br>favela - problema muito sério de moradia.</div><div>72% dos moradores de favela se declaram negros<br>condições de vida continuam sendo pior do que a do resto da população <br>- não existe saneamento básico <br>- falta de transporte público. <br>Residentes da favela transitem só nas redondezas de sua região:<br>IBGE: <br>- renda per capita de meio salário mínimo<br>- 5,1% das pessoas locomovem-se utilizando transporte público <br>- 84,9% transitam nas redondezas até o centro da cidade, o que mostra que a  falta  de transporte público gera uma segregação social. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 23:23:03 UTC</pubDate>
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         <title>Espacial:</title>
         <author>iago_otero</author>
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         <description><![CDATA[<div>- crescimento urbano causado pelo aumento populacional em decorrer de um êxodo rural, sobrepôs a “cidade feia” (zona pobre e decadente) e a rica, as quais passaram a coabitar um mesmo espaço geográfico, criando um cenário como o visto hoje em dia, em que ambos os ambientes se misturaram e coexistem, lado a lado.<br>- divisão geográfica e segregação evidente: população pobre expulsa do centro da cidade <br>- favelas: substituíram os cortiços do século XIX, já que estes localizavam-se no centro, e os barracos foram construídos nos morros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 23:23:17 UTC</pubDate>
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         <title>Arte:</title>
         <author>iago_otero</author>
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         <description><![CDATA[<div>funk carioca: surgiu nas comunidades do Rio de Janeiro como uma mistura de diversos gêneros musicais, predominantemente norte-americanos, tocados em “bailes da pesada”: <em>black</em>, <em>soul</em>, <em>shaft</em> ou <em>funk, </em>miami bass e o freestyle (que são conhecidos como ritmos musicais negros). <br>O público principal:  jovens e, à diferença de outros gêneros, as músicas deste estilo fazem críticas sociais, muitas vezes bem diretas e específicas, como na música “Rio 40 graus” de Fernanda Abreu, de 1992, que fala sobre o caos da cidade carioca, da pobreza, dos subúrbios e do submundo, muitas vezes enfatizado com o prefixo “sub” antes de substantivos como pai, mãe e avó. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 23:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura:</title>
         <author>iago_otero</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Cortiço:<br>Naturalismo prioriza a análise animalesca e cientificista, comparando o homem a um animal. <br>dois alicerces primordiais, o evolucionismo darwiniano e o determinismo de Taine: protagonistas produto do meio em que circulam. <br>- portanto, romance de tese <br>- O trabalho do narrador imparcial é, portanto, de dar credibilidade à visão do autor sobre a influência do meio no personagem. Contudo, é por esse motivo que há uma pretensa neutralidade no romance de experimentação ou romance de tese, já que, em verdade, os papéis de cada um dos protagonistas estão delineados desde o princípio da narrativa, a partir do escalão social que o personagem ocupa.</div><div>Há quatro personagens a destacar: <br>Rita Baiana) uma linda mulata, usa de sua sexualidade para dominar os homens, e é retratada como uma fêmea da espécie<br>Jerônimo) português e pai de família, perde a moral e seus valores ao se apaixonar por Rita, consumido pelos seus instintos animalescos de macho.<br>João Romão) dono do cortiço, trilha seu caminho à riqueza aproveitando-se de todos, enriquece às custas dos outros, em razão de uma vontade de vencer, usando do animal mais fraco da sociedade escravocrata: a negra.<br>Bertoleza) amante negra, a qual trabalha para Romão e é explorada constantemente. <br>- Logo, ao serem moldados os personagens desde o início da trama, a neutralidade é comprometida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 23:23:32 UTC</pubDate>
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         <title>Música “Periferia é periferia (em qualquer lugar)-Racionais MCs</title>
         <author>beatriz_milan</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/vfbujF5sXOM">https://youtu.be/vfbujF5sXOM</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 12:09:26 UTC</pubDate>
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         <title>Música “Rio 40 graus”- Fernanda Abreu </title>
         <author>beatriz_milan</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/AhuJ3dUVQvc">https://youtu.be/AhuJ3dUVQvc</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 12:10:26 UTC</pubDate>
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         <title> Capa do livro “O Cortiço” </title>
         <author>sofia_oliveira</author>
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         <title>Primeiras favelas do RJ</title>
         <author>william_loh</author>
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         <title>Aluísio de Azevedo- autor de “O Cortiço” </title>
         <author>sofia_oliveira</author>
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         <title>Música “Garota de Ipanema”- Tom Jobim</title>
         <author>beatriz_milan</author>
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         <pubDate>2019-04-04 12:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>Copacabana anos 70</title>
         <author>william_loh</author>
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         <title>Praia Copacabana anos 70</title>
         <author>william_loh</author>
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         <title>Cortiço no Rio de Janeiro em 1906</title>
         <author>jose_morelli1</author>
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         <title>Imagem de uma lavadeira no século 18</title>
         <author>jose_morelli1</author>
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         <title>Favelas no Rio no século 21  </title>
         <author>jose_morelli1</author>
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         <pubDate>2019-04-04 12:25:00 UTC</pubDate>
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         <title>Arte </title>
         <author>beatriz_milan</author>
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         <description><![CDATA[<div>Samba:<br>o estilo musical tipicamente brasileiro surgiu a partir da junção de ritmos africanos com outros estilos musicais. As primeiras rodas de samba surgiram em aglomerados formados por negros na região central do Rio de Janeiro, que se juntavam ao redor dos Pais e Mães de Santo e mesmo sendo de tribos diferentes se comunicavam através das músicas que muitas vezes vinham acompanhados de danças e uma conotação religiosa </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 12:28:26 UTC</pubDate>
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         <title>Texto completo do trabalho</title>
         <author>iago_otero</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://docs.google.com/document/d/11Ke87OhGSYBEdWC94Tg7M7jJ4bEPEU5c4hftS7JRV_E">https://docs.google.com/document/d/11Ke87OhGSYBEdWC94Tg7M7jJ4bEPEU5c4hftS7JRV_E</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 12:35:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>iago_otero</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/i28woksvoyao/wish/349149484</link>
         <description><![CDATA[<div>Chegada de D. João ao Brasil:<br>- Abertura dos Portos às Nações Amigas, (que determinou o fim do pacto colonial, uma vez que permitia o comércio com outras nações)<br> - Reformas na cidade: criação da Biblioteca Real, a Escola de Medicina, Real Teatro S. João, Jardim Botânico, manufaturas (1763), a academia militar, o Banco do Brasil e a Imprensa Régia (abriu portas para o desenvolvimento da literatura).<br>- grande número de pessoas trouxe uma desorganização para a cidade. De acordo com o site “Scielo”, no artigo “Histórias de “movimentos”: embarcações e população portuguesas na Amazônia joanina”, por Antonio Otaviano Vieira Junior e Daniel Souza Barroso.<br>     “Imaginar a partida da Corte não é tarefa fácil, principalmente pelas incertezas quanto ao número de pessoas que compunham a comitiva real, embora a versão mais repeti- da oscile entre 10 e 15 mil membros. Outra estimativa é menos generosa, apontando que inicialmente 211 pessoas mais a fa- mília real chegaram ao Brasil, em 1808, acompanhadas, no ano seguinte, por mais 233 viajantes.”<br>- grande urgência desse translado da corte<br>- consequências desse movimento:<br>* urbanização muito rápida e desorganizada no Rio de Janeiro ( gera desigualdade socioespacial e  problemas de moradia)<br>* elevado custo de vida.<br>* insatisfação popular - Independência em 1822<br>* D. Pedro abdica do trono em 1831.<br>Segunda metade do século:<br>- Segundo Reinado (D. Pedro II)<br>- manutenção da sistemática colonial e das estruturas sociais ( a exclusão social torna-se mais evidente.)<br>- escravos e pessoas mais pobres participaram ativamente nas construções das edificações e reformas infraestruturais: sistema de esgoto, iluminação pública, teatros. <br>- Rio de Janeiro! duas cidades sobrepostas<br>- surgimento de moradias populares: cortiços, casarões antigos decadentes no centro do Rio de Janeiro.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-06 13:24:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iago_otero</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/i28woksvoyao/wish/349577449</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-08 16:07:04 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura</title>
         <author>iago_otero</author>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis<br>Quincas Borba: descrença niilista de Assis acerca da sociedade do Rio de Janeiro do século XIX. <br>Enredo:<br>Rubião, ex professor de classe baixa e protagonista, recebe uma gorda herança de Quincas Borba, seu defunto amigo. Morador de Barbacena, no interior do estado de Minas Gerais, Rubião decide mudar-se para a capital do país; na época, o Rio de Janeiro. O enredo demonstra como ele é manipulado pelas pessoas ao redor, interessadas em sua fortuna; como principal exemplo disso é a maneira que Sofia, esposa de seu amigo Cristiano Palha, o seduz e posteriormente o rejeita. Esse comportamento ambíguo dela e provoca a loucura e extrema decepção do mineiro, quem se ilude e crê que poderá algum dia viver um amor com ela, apesar desta ser casada. O adultério é um tema recorrente é muito explorado por Assis, em virtude da ruptura com os valores de subjetivismo e amor absoluto do romantismo. </div><div>Ademais, a inadequação do protagonista no convívio social, pois pertence à classe dos novos ricos e não possui o traquejo nem experiência no meio hipócrita e traiçoeiro da elite carioca, expõe como a sociedade, deturpada dos valores, consome todos aqueles que sejam “fracos” e ingênuos, como Rubião. A questão das duas cidades sobrepostas é bem perceptível durante a narrativa. Em um dado momento, as costureiras vão até a parte mais rica da cidade, e no fim da jornada laboral, após costurar vestidos para as mulheres mais ricas, retornam à parte mais humilde. O próprio Rubião, em uma volta na sua carruagem, passeia pelas partes pobres do Rio de Janeiro, percebe a grande desigualdade social e exclusão dos setores desfavorecidos e agradece a Deus por ter enriquecido (mal sabia ele que estava sendo usado e que acabaria louco e falido). </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-09 11:22:07 UTC</pubDate>
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         <author>iago_otero</author>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis<br>“O Espelho”, de Machado de Assis, em que a protagonista avalia a conduta humana pela ironia ao citar que os homens possuem duas almas: uma que olha de dentro para fora e outra de fora para dentro. <br>Demonstra como os indivíduos são influenciador pelo meio, e não o contrário (princípio determinista de Taine).<br>Esse personagem esconde suas inseguranças atrás de uma farda de alferes, e sem ela se sente desprotegido, portanto: necessita provar à sociedade que é alguém, a partir de suas aparências, e não do seu interior ao aceitar vestir a farda para se sentir alguém. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-09 11:24:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iago_otero</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-09 11:27:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iago_otero</author>
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         <pubDate>2019-04-09 11:32:32 UTC</pubDate>
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