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      <title>A teoria da justiça de Rawls by Joana Maia</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-13 13:53:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joanamartmaia</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lê o seguinte texto e responde, depois, à questão.</p><p><br/></p><blockquote><p><sub>Imagine-se dois romancistas, o Rui e o Pedro. Acontece que o Rui tem tido imenso sucesso internacional, e o Pedro não. Os romances do Rui são vendidos em todo o mundo, totalizando milhares de exemplares; fala-se até da possibilidade de ganhar o Prémio Nobel. Devido ao sucesso, o Rui ganha muito dinheiro, viaja por todo o mundo e tem um estilo de vida muitíssimo abastado. Já o Pedro, apesar de continuar a escrever com a mesma paixão, nunca teve sucesso e tem uma vida muito modesta. Agora que ambos têm filhos, o Rui pode pagar as melhores escolas para os seus filhos, enviando-os até para o estrangeiro. O Pedro, pelo contrário, tem de limitar-se a enviar os seus filhos para a escola de fraca qualidade de sua região. Nem os filhos do Rui nem os do Pedro são culpados seja do que for. Contudo, os primeiros podem ter tudo o que há de melhor, e os segundos não.</sub></p></blockquote><p><sub>- Aires Almeida e Desidério Murcho, </sub><em><sub>Janelas para a Filosofia</sub></em><sub>, pp. 85-86 (adaptado)</sub><br> <br><strong>Tendo em conta a situação descrita, de que forma se aplicariam os princípios da justiça de Rawls à desigualdade de oportunidades que se verifica entre os filhos de ambos? Será esta desigualdade justa à luz da teoria de Rawls? </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 14:24:41 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na teoria de justiça de Rawls, a desigualdade entre os filhos de Pedro e Rui não é justa pois viola o princípio da igualdade de oportunidades.</p><p>Com isso as crianças não têm culpa da sua origem pois a justiça pretende que todos tenham as mesmas oportunidades desde o momento em que nascem. </p><p><br/></p><p>Rita Oliveira e Rita Ferreira </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 08:37:08 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Entre os princípios da justiça de Rawls, neste caso, poderia aplicar-se o princípio da igualdade de oportunidades, pois nenhum dos filhos dos escritores têm culpa da situação económico-social em que foram inseridos. Nesta ocasião, o estado deveria intervir, investindo em escolas com menos equipamentos e recursos para a boa aprendizagem dos alunos. Esta desigualdade não é justa do ponto de vista de Rawls, porque é fruto da "lotaria social". </p><p><br/></p><p>João Lemos, Sofia Rocha, Tiago Caetano e Henrique Duarte </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 08:38:32 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 08:39:32 UTC</pubDate>
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         <author>joanamartmaia</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>DIÁLOGO</strong></p><p><br/></p><p><mark>Mais favorecido</mark>: “Ora veja, meu caro concidadão, eu vou trabalhar arduamente e melhorar tanto a minha vida como a sua, desde que receba uma parte maior do que a sua.”</p><p><mark>Menos favorecido</mark>: “Bem, isso até soa bem; mas pensei que concordávamos que a justiça exige igualdade?”</p><p><mark>Mais favorecido</mark>: “Sim, mas isso é apenas um ponto de referência, percebe? Para que ambos fiquemos ainda melhor, pode ser necessário oferecer incentivos diferenciados a pessoas como eu.”</p><p><mark>Menos favorecido</mark>: “Ah. E o que os torna necessários?”</p><p><mark>Mais favorecido</mark>: “O que os torna necessário é que eu não trabalharei com tanto empenho se não receber mais do que você.”</p><p><mark>Menos favorecido</mark>: “Mas porquê?”</p><p><mark>Mais favorecido</mark>: “Não sei bem… acho que é só a minha maneira de ser.”</p><p><mark>Menos favorecido</mark>: “Ou seja, na verdade não se preocupa assim tanto com a justiça, pois não?”</p><p><mark>Mais favorecido</mark>: “Er… não, acho que não.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 19:09:15 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu acredito que a crítica de Cohen é convincente, porque uma pessoa com talento já parte com uma vantagem por si só em relação a outra pessoa que não tem o mesmo talento, mas trabalha na mesma área, receber mais simplesmente por ter talento, seria uma vantagem ainda maior e moralmente injustificável. Além disso, o Rowls parece-me ser algo incongruente quando se opõe a que alguém tire proveito da "lotaria social", mas defende que alguém pode adquirir vantagens simplesmente por fruto da lotaria social, neste caso, o talento. E essa desigualdade não beneficia os menos favorecidos, apenas os afasta mais dos mais favorecidos.</p><p>João Pedro Carneiro Lemos n°13 10°I</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 07:49:55 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Sim, pois não faz sentido que umas pessoas recebam mais que outras apenas por serem mais talentosas, até porque isso não traz vantagens para o menos favorecida ao contrário do que defende Rawls.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 07:50:05 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Sim, considero que a crítica de G. A. Cohen à teoria de Rawls é convincente. Rawls defende que é justo existirem algumas desigualdades económicas, desde que estas beneficiem os mais pobres. No entanto, Cohen critica esta ideia, dizendo que é injusto permitir que pessoas com mais talentos exijam mais dinheiro para contribuírem com as suas capacidades. Para ele, isso mostra egoísmo e não um verdadeiro sentido de justiça. Além disso, Cohen acredita que a justiça não deve existir só nas leis ou instituições, mas também nas escolhas que cada pessoa faz no dia a dia. Ou seja, mesmo que o sistema seja justo, se as pessoas agirem por interesse próprio em vez de agirem por justiça, então a sociedade continua a ser injusta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 07:51:02 UTC</pubDate>
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