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      <title>padlet Lógica by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-04 21:36:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>arleandk</author>
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         <description><![CDATA[<div>A noção de argumento é fundamental para a lógica. Argumento é um conjunto de enunciados que estão relacionados uns com os outros. Argumento é um raciocínio lógico. Observe o seguinte argumento: Todos os homens são mortais. Sócrates é homem. Logo, Sócrates é mortal. Este é um argumento formado por duas premissas e uma conclusão. Os dois primeiros enunciados são as premissas e o último enunciado é a conclusão. Os fatos apresentados nas premissas servem de evidência para a conclusão, isto é, são eles que sustentam a conclusão. Para que o argumento seja válido, não basta que a conclusão seja verdadeira. É preciso que as premissas e a conclusão estejam relacionadas corretamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-04 21:36:44 UTC</pubDate>
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         <author>arleandk</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica">Lógica</a>, <strong>inferência</strong> ou <strong>ilação</strong> é operação intelectual mediante a qual se afirma a verdade de uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Proposi%C3%A7%C3%A3o">proposição</a> em decorrência de sua ligação com outras proposições já reconhecidas como verdadeiras. Consiste, portanto, em derivar conclusões a partir de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Premissa">premissas</a> conhecidas ou decididamente verdadeiras. A conclusão também é chamada de <strong>idiomática</strong>.<br><br>As inferências podem ser divididas em dois tipos: <strong>imediatas e mediatas</strong>. a) A inferência imediata consiste em extrair de uma só proposição outra proposição, à qual se atribui o valor de verdade ou falsidade. A inferência imediata pode ser obtida por oposição ou conversão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-04 21:36:44 UTC</pubDate>
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         <author>arleandk</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Proposição</strong> é um termo usado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica">lógica</a> para descrever o conteúdo de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Asser%C3%A7%C3%A3o">asserções</a>. Uma <em>asserção</em> é um conteúdo que pode ser tomado como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Verdade">verdade</a> é altamente controversa entre <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filósofos</a>, muitos dos quais são <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ceticismo">céticos</a> sobre a existência de proposições. Muitos lógicos preferem evitar o uso do termo <em>proposição</em> em favor de usar <em>sentença</em>.<br><br></div><div><br>Diferentes sentenças podem expressar a mesma proposição quando têm o mesmo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Significado">significado</a>. Por exemplo, "A neve é branca" e "Snow is white" são sentenças diferentes, mas ambas dizem a mesma coisa, a saber, que a neve é branca. Logo, expressam a mesma proposição. Outro exemplo de sentença que expressa a mesma proposição que as anteriores é "A precipitação de pequenos cristais de água congelada é branca", pois "precipitação de pequenos cristais de água congelada" é a definição de "neve".<br><br></div><div><br>Na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_aristot%C3%A9lica">lógica aristotélica</a> uma proposição é um tipo particular de sentença, a saber, aquela que afirma ou nega um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Predicado">predicado</a> de um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sujeito">sujeito</a>.<br><br></div><div><br>Proposições são usualmente consideradas como o <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Conte%C3%BAdo_mental&amp;action=edit&amp;redlink=1">conteúdo</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cren%C3%A7a">crenças</a> e outros <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pensamento">pensamentos</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Representa%C3%A7%C3%A3o">representativos</a>. Elas também podem ser o objeto de outras <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Atitude_proposicional">atitudes</a>, como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Desejo">desejo</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Prefer%C3%AAncia&amp;action=edit&amp;redlink=1">preferência</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Inten%C3%A7%C3%A3o">intenção</a>, como em "Desejo <em>um carro novo</em>" e "Espero <em>que chova</em>", por exemplo.<br><br></div><div><br>Também não é raro contrastar com a noção de proposição como conteúdo mental a noção de proposições russellianas. De facto, boa parte da discussão em torno da natureza da proposição travada no século XX e contemporaneamente, oscila e, por vezes, tenta conciliar ambas noções.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-04 21:36:44 UTC</pubDate>
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         <author>arleandk</author>
         <link>https://padlet.com/arleandk/i01i69fumdfry6go/wish/2255081104</link>
         <description><![CDATA[<div>"Quando Aristóteles definiu o ser humano como o animal dotado da palavra (logos), ele quis dizer que somente nós conseguimos realizar um processo de abstração do mundo físico por meio da linguagem. A linguagem possibilita-nos a comunicação, o pensamento abstrato, a nomeação de coisas e objetos, o estudo científico, a criação das artes e toda a organização social e política de nosso mundo. Porém, para que funcione adequadamente, a linguagem também necessita de regras.É a lógica linguística, campo de estudo inerente à Filosofia, que se debruça sobre a organização formal linguística, tentando estabelecer o modo necessário para que a própria linguagem possa funcionar adequadamente em cada caso específico. Não somente pela linguagem, a lógica como um entendimento e organização racional das formas também se dedica a estabelecer os nexos causais dentro da matemática. Ou seja, para que um resultado de um cálculo matemático esteja correto, o matemático ou a máquina que realiza a operação devem obedecer a um padrão formal que respeita as regras racionais, adentrando, assim, no âmbito da lógica matemática.Aristóteles, discípulo de Platão, foi o primeiro filósofo da história a tentar entender e estabelecer de maneira clara os fundamentos da lógica linguística, deixando para a posteridade um conjunto de escritos conhecidos como lógica aristotélica ou lógica clássica. Nesses escritos, podemos encontrar formas de se entender os raciocínios dedutivos e indutivos na linguagem pelos silogismos, bem como encontramos o quadrado aristotélico, que é um quadro de exposição e qualificação de elementos linguísticos que, combinados de determinadas maneiras, provocam concordância ou discordância na fala, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-04 21:36:44 UTC</pubDate>
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         <author>arleandk</author>
         <link>https://padlet.com/arleandk/i01i69fumdfry6go/wish/2255081105</link>
         <description><![CDATA[<div>O silogismo é a estrutura básica de um argumento ou um raciocínio dedutivo, o qual é formado por três proposições que estão interligadas.<br><br></div><div>Na filosofia, o silogismo é parte integrante da lógica aristotélica e está baseado na dedução. Ou seja, parte de afirmações verdadeiras para uma nova afirmação também verdadeira.<br><br></div><div>Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) utilizou esse método nos estudos da argumentação lógica.<br><br><strong>Exemplo de Silogismo</strong></div><div><br></div><div>Todo homem é mortal.<br><br>Sócrates é homem.<br><br>Sócrates é mortal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-04 21:36:44 UTC</pubDate>
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         <author>arleandk</author>
         <link>https://padlet.com/arleandk/i01i69fumdfry6go/wish/2255081106</link>
         <description><![CDATA[<div>Premissa em lógica é um conjunto de uma ou mais de uma sentença declarativa que é acompanhada de uma outra frase declarativa que é a conclusão. A verdade da conclusão é uma consequência lógica das premissas que a antecederam. Portanto, as premissas são as proposições que justificam a conclusão obtida.<br><br></div><div>Toda premissa, pode ser verdadeira ou falsa, bem como a conclusão, não aceitando jamais a ambiguidade. As frases que apresentam uma premissa são referidas como verdadeiras ou falsas (válidas ou inválidas), portanto, devem ser portadoras da verdade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-04 21:36:44 UTC</pubDate>
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         <author>arleandk</author>
         <link>https://padlet.com/arleandk/i01i69fumdfry6go/wish/2255081107</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Falácia</strong> é um raciocínio que parece lógico e verdadeiro, porém existe alguma falha que o faz ser falso.<br><br></div><div>A falácia foi um recurso utilizado por Aristóteles, pela Escolástica, pela Demagogia e serve como figura de linguagem em discursos e temas argumentativos.<br><br>Existem diversos tipos de falácias lógicas, sendo que cada uma é focada num método ou técnica diferente de tentar convencer a partir de um argumento falso.<br><br></div><div>Por exemplo, um <strong>“falso dilema”</strong> consiste na apresentação de duas opções / alternativas como únicas, quando na verdade existiria uma terceira ou várias outras hipóteses além daquela que foi apresentada.<br><br></div><div>Outro exemplo de falácia lógica é aquela argumentação que é ligada aos motivos em vez da racionalidade, como o apelo à piedade, apelo à força, apelo ao povo, entre outros apelos sentimentais.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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