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      <title>Portifólio Relações Étnico-Raciais e Psicologia by </title>
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      <description>Criado com charme</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-09 17:18:54 UTC</pubDate>
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         <title>Raça como categoria social</title>
         <author>pedro11trindade</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste módulo foram abordados o conceito de raça e sua transformação ao longo da história até os tempos atuais, o mito da democracia racial no Brasil e a importância de operar com a noção de raça como uma categoria social.<br>A visão de que a modernidade foi construída a partir da violência colonial mostra como existem mecanismos atuais que foram herdados do período colonial, e dessa forma, determinam posições possíveis para pessoas negras e brancas na sociedade contemporânea.&nbsp; Todo o processo de formação da atualidade é permeado de exploração e violência a pessoas não brancas, que por muito tempo foi justificado por crenças em diferenças biológicas apoiadas no racismo científico e na eugenia, que levaram a políticas higienistas de branqueamento da população.<br>A falta de leis segregacionistas no Brasil levaram a construção de um mito de democracia racial no país, porém essa ideia é falsa, pois ela leva em consideração que não havia racismo e que a miscigenação ocorria de forma cordial, mas na verdade o racismo existia, e ainda existe, de forma estrutural na sociedade, influenciando todas as relações socias, e além disso a miscigenação se deu por meio de um processo extremamente violento.<br>Por isso é necessário que se pense na questão racial como uma categoria social, possibilitando entender como a hierarquização de raças segue criando lugares de subalternidade e permitindo se valer de formas de resistência antirracista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 19:35:32 UTC</pubDate>
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         <title>Branquitude e branqueamento</title>
         <author>pedro11trindade</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste módulo foram abordados os temas branquitude e branqueamento. A branquitude diz respeito a um lugar de privilégios para pessoas brancas. Por muito tempo a branquitude não era pensada, pois o branco era visto como modelo universal de humanidade e, dessa forma, assumia um lugar de neutralidade. Isso ainda acontece e é muito importante para avançar rumo á igualdade, que a questão da desigualdade racial seja desmistificada como um problema só do negro.<br>O branqueamento é um conjunto de normas, valores e atitudes associadas aos brancos, que pessoas não brancas adotam ou incorporam, a fim de se assemelhar ao modelo branco dominante e, assim, construir uma identidade racial positiva. Pode ser usado, pelos brancos, como forma de categorização e discriminação social, tratando-se de uma associação da cor da pele ao status socioeconômico dos grupos.<br>O branqueamento da raça funcionou no brasil como uma estratégia de genocídio, que foi apoiada por projetos políticos e pela ciência. E se utilizou da cultura de estupro de mulheres negras, visando criar um país mais branco. Além disso, houveram políticas de migração que permitiam a entrada de imigrantes brancos e impedindo a entrada de outras etnias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 18:41:07 UTC</pubDate>
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         <title>Povos indígenas no Brasil</title>
         <author>pedro11trindade</author>
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         <description><![CDATA[<div>O processo de colonização dos povos indígenas foi extremamente violento, sua cultura não foi respeitada e lhes foi imposta a cultura dos europeus. Apesar disso, os povos indígenas conseguiram manter os seus modos de vida.<br>A história é marcada pela invisibilidade do índio, porém, existe um forte movimento indígena por reinvindicações de direitos que já teve muitas conquistas importantes. mesmo que o momento atual seja de retrocessos no Brasil, é muito importante afirmar a importância do movimento indígena e de suas conquistas.<br>Atualmente o indígena enfrenta dificuldades para conciliar sua cultura com a cultura ocidental, sendo muitas vezes retirado da sua posição de indígena por usar tecnologias e ter costumes ocidentalizados, dizem que deixou de ser índio.<br>O indígena no Brasil tem seus direitos garantidos por lei, porém na prática isso muitas vezes não ocorre. muitas vezes esses povos têm seus direitos negados, perdem suas terras e não podem mais viver de acordo com seus costumes. Além disso, a violência contra os indígenas continua ocorrendo com muita frequência, normalmente como forma de os expulsar de determinados lugares para se usar aquelas terra para o agronegócio ou para exploração de minérios, como no exemplo recente do estupro e assassinato de crianças Ianomami na Amazônia.<br>Isso mostra como a violência contra os povos indígenas ainda está muito presente na atualidade e como são necessárias formas de resistência e valorização da cultura indígena. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 14:10:28 UTC</pubDate>
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         <title>Relações raciais e constituição psíquica</title>
         <author>pedro11trindade</author>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo no Brasil se dá de forma estrutural, onde ele é compreendido como discurso ideológico, decorrente da estrutura social.<br>O racismo à brasileira impõem marcas profundas e específicas na produção de subjetividade de cada um de nós, induzindo à interiorização e reprodução irrefletida de valores discriminatórios.&nbsp; Dessa forma, ao não pensar a questão racial, isso impede um trabalho que considere as formas de subjetivação do racismo e, assim, impede que nos conscientizemos da violência cotidiana.<br>O desenvolvimento do negro na sociedade brasileira é marcada por uma experiência sistemática de racismo, que causa uma dificuldade do sujeito em reconhecer a si próprio.&nbsp;<br>No Brasil existe uma tentativa de apagamento do passado, um impedimento à memória da escravidão, e isso faz parte da violência, pois o apagamento do extermínio faz parte do extermínio. Por muito tempo quase não se tinha interesse, na psicologia, em estudar o racismo antinegro e quem o estudava era invisibilizado e apagado, como aconteceu com inúmeros pesquisadores, brasileiros e estrangeiros, negro que estudavam esse e outros assuntos.<br>Por isso, é necessário que se reconheça os efeitos do racismo no psiquismo dos sujeitos para que se possa trazer esse assunto para dentro da clínica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 21:25:01 UTC</pubDate>
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         <title>Relações raciais e políticas públicas</title>
         <author>pedro11trindade</author>
         <link>https://padlet.com/pedro11trindade/hy90h8qe2657y3gw/wish/2183510114</link>
         <description><![CDATA[<div>Como disse Angela Davis: "Numa sociedade racista não basta não ser racista, é preciso ser antirracista". Com isso em mente a aula com a convidada Fernanda Landim trouxe algumas possibilidades de ações antirracistas que se pode exercer como psicólogo.<br>No Brasil existem algumas políticas públicas que representam grandes avanços para as relações raciais, como as cotas raciais em faculdades e concursos públicos. Porém, além de serem constantemente contestadas por pessoas que não as acham justas, elas não são suficientes para acabar com as desigualdades raciais. As desigualdades raciais afetam as pessoas em todas as esferas da sociedade e o racismo estrutural faz com que muitas vezes essas desigualdades não sejam pensadas.<br>No quesito do papel do psicólogo na luta antirracista existem muitas possibilidades. Criar coletivos para conscientização e para reinvindicações de direitos, usar as redes sociais para divulgar materiais que falam sobre o tema, entender os problemas psicológicos causados pelo racismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 23:43:21 UTC</pubDate>
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         <title>Migração, racismo e xenofobia</title>
         <author>pedro11trindade</author>
         <link>https://padlet.com/pedro11trindade/hy90h8qe2657y3gw/wish/2183519845</link>
         <description><![CDATA[<div>A migração é um fato social que incide sobre todos os aspectos do sujeito, portanto, é um fato social total (Sayad, 1998).<br>A hospitalidade e a aversão aos imigrantes é seletiva e desigualmente distribuídas, estando ligadas a marcadores sociais. os marcadores variam de acordo com as características dos países envolvidos. Se tem um exemplo muito claro disso com a aceitação muito facilitada de imigrantes ucranianos para outras partes da Europa, enquanto imigrantes de regiões como a Síria são muitas vezes impedidos de imigrarem para os mesmos países.<br>No Brasil existe o ideal de imigrante europeu, herança do colonialismo, e um apagamento da importação de mão de obra africana. No Brasil o marcador social do xenoracismo é o fenótipo. Dessa forma, é comum que apareçam notícias de violência contra imigrantes negros, como o caso do assassinato de Moïse kabagambe em 24 de Janeiro de 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 00:05:14 UTC</pubDate>
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