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      <title>Evolução dos Sistemas Circulatórios dos Animais by ANA PAULA GOMES BISPO</title>
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      <description>Atividade assíncrona 05 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-15 18:03:59 UTC</pubDate>
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         <title>Actinopiteriigy</title>
         <author>201710265</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>INTRODUÇÃO</strong><br><br>O sistema circulatório dos peixes é simples e fechado. Porém, o sangue venoso e arterial não são separados. Este sistema é composto por: artérias, veias, capilares<br>e um coração ( 2 câmaras - 1 átrio + 1 ventrículo). Dividido em: coração, sistema arterial e sistema venoso.<br><br><strong>DIRECIONAMENTO DO SANGUE</strong><br><br>O sangue chega ao coração pelo pelo seio venoso. Depois ele passa para o átrio, onde ele é bombeado para o ventrículo, que bombeia para o bulbo arterioso, para a aorta ventral, as brânquias, a aorta dorsal, e por fim para o corpo.<br><br><strong>CORAÇÃO</strong><br><br>O coração está alojado por uma membrana que o<br>protege, o pericárdio. No qual está localizado na região<br>anterior e ventral do tronco, posteriormente ao sistema<br>branquial, onde é separada por uma cavidade abdominal<br>por um septo transverso (sinapomorfia de actinopterygii).<br>Importante na separação das cavidades pericárdica e visceral. A forma do coração em vista lateral é sigmoidal. Entre as câmaras do coração dos peixes ósseos existem válvulas que evitam o retorno do sangue. O seio venoso representado na imagem, se encontra mais posterior e dorsalmente, este recebe o sangue das veias cardinal e hepática. Nesta região a pressão do sangue é muito baixa, pois o sangue já passou por todo o corpo. Em seguida, o sangue passa a se acumular no átrio, no qual contraído, envia sangue ao ventrículo. O sangue, então, passa para o bulbo arterioso que diminui as pulsações ocasionadas pelo ventrículo. A pressão do sangue diminui quando passa pelas brânquias, mas isso não é um problema para os peixes, pois estes não precisam enfrentar a força da gravidade comparado em relação aos animais terrestres.<br><br><strong>SISTEMA ARTERIAL<br></strong><br>O sistema arterial é composto pela parte ventral dos cinco arcos aórticos (2 a 6), estes restaram do embrião e formaram as artérias branquiais aferentes. A maior parte da cabeça dos peixes ósseos é suprida pelo sangue das artérias carótidas internas. A aorta estapedial supre os olhos e a parte externa da cabeça. A artéria dorsal estende-se da coluna vertebral até a cauda, sendo conhecida como artéria<br>caudal. As artérias viscerais, conhecidas também como artérias celíacas, estendem-se pelo mesentério e para as vísceras. As gônadas e os rins são irrigados pelas artérias pares gonadais e renais. E os músculos do tronco e da cauda são irrigados pelas artérias pares intersegmentares.<br><br><strong>SISTEMA VENOSO<br></strong><br>Este sistema atua no retorno do sangue ao coração. O sangue deixa o sistema<br>branquial pela aorta dorsal e se estende até a região caudal do peixe. O sangue por meio das veias e capilares drena toda a região visceral e posterior do corpo. A musculatura, as gônadas, os rins e a bexiga natatória recebem muito sangue, onde é transportado desses órgãos pela veia pós-cardinal, que desemboca da veia cardinal comum (ducto de Cuvier), até o seio venoso do coração. Enquanto que, o<br>sangue do sistema digestório dirige-se ao fígado pelo sistema porta-hepático, e deste, para o coração, pela veia hepática. Existe também o sistema linfático, este a<br>linfa é coletada pelos ductos pares e ímpares e seios, que se esvaziam no sistema circulatório sanguíneo principal.<br><br><strong>ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS DO SISTEMA CIRCULATÓRIO</strong><br><br>● O fluxo do sangue no coração dos Actinopterygii é unidirecional;<br><br>● Como nos demais vertebrados, o sangue está em equilíbrio osmótico com todos os outros tecidos;<br><br>● Diferente dos demais mamíferos, as células sanguíneas dos peixes são nucleadas. Essas células possuem hemoglobina, o que aumenta a capacidade de transporte de oxigênio.<br><br><strong>REFERÊNCIAS</strong><br><br>BENEDITO, E. <strong>Biologia e ecologia dos vertebrados</strong>. 1º edição. Rio de Janeiro: Roca, 2017. 259 p.<br><br>PASCKE, M. S.; LANZENDORF, F. N. Diferenças entre peixes de água salgada e peixes de água doce. <strong>Revista Maiêutica. Indaial</strong>. 2017. Nº 1. v. 5. p. 57-68.<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 00:41:11 UTC</pubDate>
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         <title>Classe Polychaeta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução&nbsp;<br></strong><br></div><div>O sistema circulatório é fechado na maioria dos poliquetas e compõe-se de um vaso sanguíneo dorsal, situado sobre o tubo digestivo; um vaso sanguíneo ventral; e uma rede de vasos laterais que os conectam. O pigmento respiratório está dissolvido no plasma, a hemoglobina é o pigmento mais comum, mas alguns animais apresentam clorocruorina ou hemeritrina.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Como acontece?<br></strong><br></div><div>&nbsp;O sangue é impulsionado por ondas de contração dos vasos, especialmente pelo vaso dorsal. Existem bombas acessórias similares a corações no sistema sanguíneo-vascular de algumas espécies. Os parapódios provocam mudanças no sistema circulatório, onde o vaso ventral origina em cada segmento um par de vasos parapodiais ventrais, responsáveis pela circulação nos parapódios, na parede corporal e nos nefrídios. O vaso sanguíneo ventral também dá origem a vários vasos intestinais ventrais, que levam o sangue ao intestino. O vaso dorsal recebe um par de vasos parapodiais e um vaso intestinal dorsal.<br><br>Por: Jessica de Jesus Moraes<br><br><strong>Referencias<br></strong><br></div><div>RIBEIRO-COSTA, C.S. &amp; ROCHA, R.M. 2002 Invertebrados: <strong>Manual de aula prática.</strong> Série Manuais Práticos em Biologia. Holos Editora. 225p.<br> Ventura, Carlos Renato Rezende, <strong>Diversidade biológica dos Protostomados.</strong> v.2. / Carlos Renato Rezende Ventura – 2.ed. – Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2010. 239p.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 01:31:57 UTC</pubDate>
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         <title>Classe Hirudinomorpha</title>
         <author>201511562</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1758903454</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução&nbsp;<br></strong><br></div><blockquote>Devido ao denso preenchimento do corpo por tecido dérmico e parênquima, e também à redução do espaço celômico, o sistema circulatório dos Hirudinomorphas foi substituído por um sistema vascular secundário, formado por canais longitudinais celômicos, associados ou não a um sistema circulatório hemal geralmente reduzido.&nbsp;<br><br></blockquote><div><strong>Sistema Circulatório </strong><br><br></div><blockquote>O sistema circulatório dos sanguessugas, é formado por quatro canais longitudinais, o dorsal, o central e dois laterais. Os vasos musculares e contráteis são os responsáveis pela propulsão do sangue. Entretanto o&nbsp; revestimento dos canais é peritonial, consequência de sua origem, existe também a presença de capilares com origem celômica, isso se da pela perda dos septos intersegmentarres, os vasos transversais estão dispostos em estruturas na forma de laços. &nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 03:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>Insecta (Hexapoda)</title>
         <author>201810215</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1761519898</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução</strong></div><div>O sistema circulatório dos insetos está no centro da maioria dos processos fisiológicos. Fornece <em>nutrientes</em> e <em>hormônios</em> para as células e também é responsável por <em>remover resíduos</em>. Também está diretamente relacionado aos mecanismos de defesa, transferência de calor e trocas gasosas, além de facilitar a ecdise, manter a homeostase, entre outras funções.<br><br><strong>O SISTEMA</strong><br>Em geral, o sistema circulatório dos insetos é composto por um <em>meio fluido</em> chamado <strong><em>Hemolinfa</em></strong>, uma <em>cavidade corporal</em> chamada <strong><em>Hemocele</em></strong> e uma série de bombas musculares. <br><br>O principal motor da circulação da hemolinfa na cavidade central do corpo é o <strong>vaso dorsal </strong>(estrutura cilíndrica que se estende por todo o comprimento do inseto), que geralmente é dividido em <strong><em>uma aorta</em></strong><em> no tórax e </em><strong><em>um coração</em></strong><em> no abdome</em>. <br><br>A circulação periférica nos apêndices, entretanto, é acionada por <strong><em>bombas autônomas</em></strong> conhecidas como <strong><em>órgãos pulsáteis</em></strong> <strong><em>acessórios</em></strong> ou <strong><em>corações auxiliares</em></strong>, estes realizam a troca de hemolinfa entre a hemocele e os apêndices. <br><br>Embora os insetos tenham um <strong><em>sistema circulatório aberto</em></strong>, <em>a hemolinfa não se difunde livremente por toda a hemocele</em> e, em vez disso, flui ao longo de rotas distintas em forma de canal que são criadas pela organização estrutural dos órgãos internos e por septos fibromusculares ou diafragmas. <br><br>A maioria das espécies de insetos têm <strong>dois diafragmas horizontais</strong>, que subdividem a cavidade corporal em três compartimentos. O maior compartimento, denominado <strong>seio perivisceral</strong>, está localizado entre o diafragma dorsal e o diafragma ventral. Acima do diafragma dorsal está o <strong>seio pericárdico</strong> (que abriga o vaso dorsal) e abaixo do diafragma ventral está o <strong>seio perineural</strong> (que abriga o cordão nervoso ventral). <br><br><em>Durante a metamorfose</em>, o vaso dorsal e os diafragmas associados são remodelados e geralmente ocorrem mudanças drásticas na fisiologia circulatória. Por exemplo, o coração das larvas se contrai exclusivamente na direção anterógrada, mas durante ou imediatamente após a metamorfose, o coração de muitos insetos começa a alternar periodicamente entre a contração nas direções anterógrada e retrógrada. Além disso, novos órgãos, como os corações auxiliares das asas, podem se desenvolver durante o estágio de pupa.<br><br><strong>Por: </strong><em>Cleiton Guimarães</em>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 01:09:20 UTC</pubDate>
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         <title> Cephalopoda </title>
         <author>201810305</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1762983573</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução<br></strong><br></div><div>Cephalopoda é uma classe do&nbsp; Filo Mollusca onde estão&nbsp; inclusos os animais popularmente conhecidos por&nbsp; polvos,&nbsp; lulas e náutilos. Dentre os moluscos, eles são os mais especializados, apresentando um nível maior de complexidade. Todos os animais da classe são marinhos, podendo ser bentônicos ou pelágicos.</div><div>Quase todos os cefalópodes apresentam um sistema circulatório fechado, com exceção dos náutilos em que é aberto. O fato do sistema desses animais serem fechados, está associado aos hábitos e&nbsp; estilo de vida destes, uma vez que o sistema sendo fechado permite um aumento na pressão sanguínea e uma melhor distribuição do fluxo sanguíneo para os tecidos corporais. Também significa que o sangue permanece confinado dentro dos vasos sanguíneos. O sangue é separado do fluido intersticial e corresponde aproximadamente a 6% do peso corpóreo, e aproximadamente 15% é de líquido intersticial. <br><br><strong>Sistema Circulatório</strong></div><div><br></div><ul><li><strong>Polvos e Lulas</strong>&nbsp;</li></ul><div>O polvo e a lula possuem um sistema circulatório bastante desenvolvido, apresentando estruturas como as artérias, veias e&nbsp; redes capilares distintas. O sangue desses animais é importante para as trocas respiratórias nas brânquias e na função renal. A pressão sanguínea dos polvos e da lula são consideradas altas, uma vez que durante as atividades podem ultrapassar 75 mmHg. Suas artérias possuem paredes elásticas que se distendem durante a sístole. Sendo assim, elas funcionam como um reservatório elástico que mantém a pressão sanguínea durante a diástole, e que suaviza o fluxo sanguíneo que provém&nbsp; do coração.</div><div>Na base de cada brânquia os cefalópodes têm o coração branquial, além de um coração sistêmico. O coração sistêmico apresenta um ventrículo e duas aurículas, funcionando assim: o coração sistêmico fornece o sangue oxigenado para todo o corpo do animal. Após passar por todos os tecidos o sangue desoxigenado flui por dois corações branquiais que bombeiam o sangue através das brânquias. Dessas brânquias o sangue oxigenado flui novamente para o coração sistêmico.</div><div><br></div><ul><li><strong>Náutilos</strong></li></ul><div>Os náutilos possuem um diferencial (na classe), pois o seu sistema circulatório é aberto e o seu coração sistêmico possui quatro aurículas, não possuindo coração branquial.</div><div>Nos nautilóides o processo de circulação ocorre da seguinte maneira: o sangue que retorna das brânquias vai adentrar os átrios do coração e é bombeado pelo ventrículo por meio dos vasos sanguíneos que vão se esvaziar em um grande seio. Os vasos sanguíneos que são contráteis bombeiam o sangue por meio das brânquias e de volta&nbsp; ao coração.&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><strong>Moluscos</strong></li></ul><div>De maneira geral, os moluscos apresentam sangue com hemocianina e alguns contém hemoglobina. O transporte de oxigênio do sangue geralmente está vinculado com as atividades realizadas pelo animal, assim como pelo seu tamanho. <br><br>Por: Ádria Pires Bispo<br><br><strong>Referências</strong></div><div><br></div><div>Fransozo, A.; Negreiros-Fransozo, M. L. Zoologia dos Invertebrados. 1ª ed. Rio de Janeiro: Roca, 2018.</div><div><br></div><div>Schmidt-Nielsen, K. Fisiologia Animal: adaptação e meio ambiente. 5ª ed. São Paulo: Santos, 2013.</div><div><br></div><div>Moyes, C. D; Schult, P. M. Princípios de Fisiologia Animal. 2ª ed. Artmed, 2009.<br><br></div><div><br><br><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 13:27:51 UTC</pubDate>
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         <title>Limulus polyphemus (Caranguejo-Ferradura)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1764063506</link>
         <description><![CDATA[<div>Tawan F Trindade<br><strong>Introdução:</strong></div><div><br></div><div>À primeira vista, o caranguejo-ferradura pode parecer um crustáceo, de onde vem seu nome popular, contudo esse animal pertence a ordem Xiphosura dentro do subfilo chelicerata. A qual possuem apêndices abdominais modificados em brânquias . Pode ser encontrado ao longo da costa atlântica da américa do norte. Vivem próximos às costas ou em manguezais, têm hábitos de vida bentônicos e migram durante a época de reprodução para as praias próximas do local onde vivem.</div><div><br></div><div><strong>Sistema Circulatório:</strong></div><div>	</div><div>	O sistema circulatório desses animais é aberto, assim como o de outros chelicerata, onde o coração se localiza na parte dorsal do abdome, acompanhando sua curvatura. Em seu prolongamento anterior constitui a aorta e o posterior, a artéria caudal. Nesses animais o responsável pelo transporte de oxigênio hemocianina, a qual tem cobre em sua composição, que acaba dando uma coloração azul a seu “sangue” quando em contato com o oxigênio.<br><br>O sangue dos limulus também é de grande interesse médico, pois sendo um animal com sistema circulatório aberto e que vive no ambiente marinho, eles estão constantemente expostos a bactérias na água que podem causar graves infecções. Para combater essas infecções, seu sistema circulatório possui amebócitos, os quais desempenham um papel semelhante aos leucócitos dos vertebrados. Quando detectadas endotoxinas produzidas por bactérias esses amebócitos liberam substâncias coagulantes, contendo dessa forma a infecção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 21:04:27 UTC</pubDate>
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         <title>Serpentes</title>
         <author>danielarthur0013</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1764082313</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução</strong>&nbsp;</div><div>Esses répteis apresentam um sistema circulatório fechado, duplo e incompleto. Esse sistema apresenta estruturas como artérias, veias e capilares.</div><div>No sangue de serpentes, as células comumente encontradas são eritrócitos (pigmento), trombócitos e leucócitos.<br><br><strong>Coração</strong></div><div>O seu coração fica na parte superior de seu corpo, ao lado do esôfago e antes do pulmão funcional. Assim como os demais órgãos internos, o coração é alongado, pois acompanha o formato do corpo destas espécies.</div><div>O coração das serpentes é semelhante ao das tartarugas, e se diferencia do coração dos crocodilos por possuir 3 câmaras em vez de 4, com 2 átrios e somente 1 ventrículo, parcialmente dividido. Isso faz com que o sangue arterial (rico em oxigênio) se misture com o sangue venoso (rico em gás carbônico). E é justamente por isso que as serpentes possuem baixa atividade física, já que essa mistura sanguínea diminui o oxigênio no sangue.&nbsp;</div><div><br><strong>Circulação</strong></div><div>O átrio direito recebe sangue venoso (não oxigenado) da circulação sistêmica pela veia cava, a seguir esse sangue vai ser bombeado para o lado direito do ventrículo. Ao mesmo tempo que isso, o átrio esquerdo recebe sangue arterial (oxigenado) da veia pulmonar, sendo então bombeado para o lado esquerdo do ventrículo. Por possuir apenas um ventrículo, que é dividido incompletamente, o sangue que chega no lado esquerdo e direito do ventrículo acabam se misturando antes de ser enviado para a artéria pulmonar (segue para o pulmão), e para a artéria aorta (segue para os capilares do corpo). O sangue que chega no pulmão passa por trocas gasosas (saída de CO2 e entrada de O2), tornando-se sangue arterial, no qual prossegue para o coração. Já o sangue que chega nos capilares é utilizado na respiração celular, tendo como produto dessa respiração o CO2, esse sangue então se torna venoso, dirigindo-se para o coração.</div><div><br><strong>Adaptações</strong></div><div>Pela própria estrutura de seu corpo (extremamente alongado), os órgãos internos das serpentes foram se adaptando e se ajustando através do tempo e do processo evolutivo. Do lado esquerdo das cobras ficam os menores órgãos, do lado direito, os maiores.<br><br>Daniel Arthur<br><br><strong>Referências</strong></div><div>BERNARDE, P. S. Serpentes peçonhentas e acidentes ofídicos no Brasil. São Paulo: Anolisbooks, 2014. 223 p.<br><br></div><div>DA, Eliton ; VASCONCELOS, Silva. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS. [s.l.: s.n., s.d.].</div><div><br></div><div>GREGO, K.F.; ALVES, J.A.S.; ALBUQUERQUE, L.C. Rameh de; <em>et al</em>. Referências hematológicas para a jararaca de rabo branco (Bothrops leucurus) recém capturadas da natureza. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 58, n. 6, p. 1240–1243, 2006.&nbsp;</div><div><br></div><div>Serpentes - trabalho serpentes - Docsity. Docsity.com.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 21:19:24 UTC</pubDate>
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         <title>Crocodylia </title>
         <author>201710953</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1764119852</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução </strong><br><br>Os répteis tem capacidade de alterar a disposição do sangue que vai em direção ao pulmão e resto do corpo, isso se dá por esses animais terem grandes estágios de inatividade com índices metabólicos extremamente inferiores comparado a outros grupos, desviando o sangue do circuito pulmonar para o sistémico.&nbsp;<br>A maioria possui duas aurículas e dois ventrículos desagregados, acontecendo assim a mistura do sangue arterial com o venoso, o que não ocorre nos crocodilos.&nbsp;</div><div><br><br><strong>Coração </strong><br><br>Esses animais possuem circulação dupla e completa, seu sistema é dividido em 2 ventrículos e 2 átrios, quer dizer que no coração, o sangue não se mistura, então, através do forame de Panizza, a artéria do ventrículo esquerdo se une com a artéria do ventrículo direito, sendo possível acontecer o composto sanguíneo, isso facilita a esses animais um proveito maior do oxigênio, possibilitando a estádia máxima em baixo d’água. &nbsp;</div><div><br><br><strong>Circulação </strong><br><br>Embora disponham de septo ventricular íntegro dividindo o ventrículo em duas cavidades autônomas, não perderam a capacidade de redirecionamento da circulação sanguínea. Possuem uma aorta com origem no ventrículo direito e outra no ventrículo esquerdo, com um pequeno vaso comunicador entre elas à saída do coração. Quando o animal está a respirar a pressão no ventrículo esquerdo, é superior do que no ventrículo direito, impossibilitando a passagem de sangue do ventrículo direito para a aorta. Deste modo, o sangue que circula em ambas as aortas é oriundo do ventrículo esquerdo e o sangue do ventrículo direito percorre a sua rota comum da circulação pulmonar. Quando o animal não respira, a contração dos vasos ao nível do circuito pulmonar faz com a que resistência à circulação sanguínea aumente bastante. Esta elevação de pressão faz com que a válvula que liga o ventrículo direito à respetiva aorta abra, permitindo que o sangue de ambos os ventrículos circule em ambas as aortas e complete a circulação sistémica, com consequente redução do fluxo pulmonar.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 21:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>Capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) Rodentia</title>
         <author>201710953</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução</strong><br><br>Como todos os mamíferos, H<em>ydrochoerus<br>hydrochaeris</em> apresenta sistema circulatório fechado compatível com a endotermia, contendo um sistema especializado de vasos sanguíneos (veias, artérias e capilares) responsáveis por distribuir o sangue para todo o corpo. Possuí dois circuitos realizados (pulmonar e sistêmico, completo, onde o sangue venoso não se mistura com o sangue arterial. &nbsp;<br><br></div><div>Coração tetracavitário, divido em quatro cavidades (átrio direito, átrio esquerdo, ventrículo direito e ventrículo esquerdo). Nas cavidades da direita circula o sangue venoso, e nas da esquerda o arterial. As cavidades da esquerda não se comunicam com a da esquerda, devido a presença de um septo.<br><br><strong>Circulação<br></strong><br>O sangue venoso entra no átrio direito através da veia cava superior e inferior, a partir da sístole atrial o sangue é deslocado para o ventrículo direito, este bombeia o sangue para a artéria pulmonar, chegando aos pulmões ocorrerá trocas gasosas, como a saída do Co2 e entrada do O2. Logo em seguida o sangue é transportado até o átrio esquerdo, pelas veias pulmonares. A contração do átrio esquerdo leva o sangue oxigenado para o ventrículo esquerdo, com sua contração, o sangue chega à artéria aorta, sendo distribuído para todas as partes do corpo.<br><br><strong>Adaptações fisiológicas&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>- </strong>Sistema circulatório fechado: Mais eficiente do que o aberto, transporta oxigênio e nutrientes para os tecidos e elimina resíduos como maior velocidade e eficiência.&nbsp;<br><br></div><div>-Eritrócitos anucleados:&nbsp; Seu formato auxilia na captação do oxigênio, sendo assim as hemácias dos mamíferos mais eficientes no transporte de oxigênio e produção de energia quando comparadas com os demais vertebrados.<br><br>-Conservação de calor produzido pelo corpo, que permite manter a temperatura interna independente da temperatura ambiental.<br><br><br></div><div><br><br><strong>Curiosidades<br></strong><br>A capivara apresenta uma característica anatômica peculiar. A partir dos seis meses de idade a artéria carótida interna naturalmente começa a sofrer um processo de fibrose, que se obstrui completamente quando o indivíduo atinge a maturidade sexual, por volta de um ano de idade. Simultaneamente sua artéria basilar dobra de tamanho, passando por uma readaptação estrutural para se tornar o principal fornecedor de sangue ao cérebro. A artéria carótida interna e a artéria basilar são as principais distribuidoras de sangue para o cérebro em mamíferos, casos de degeneração da artéria carótida são observadas em humanos portadores de aterosclerose ou de coagulopatias, porém, diferente das capivaras, o desfecho é potencialmente desastroso, podendo levar a um acidente vascular cerebral do tipo isquêmico, isso devido principalmente não possuir angiogênese rápida e eficaz, assim não há tempo suficiente de outro sistema se remodelar para suprir a demanda do cérebro. Ainda não se sabe ao certo por que esse processo fisiológico ocorre em capivaras, entende-lo poderia resultar em novos tratamentos para o AVC.<br><br><strong>Referências:<br></strong>Loesch A, Dashwood MR, Coppi AA. Immunoreactive endothelin-1 and endothelin a receptor in basilar artery perivascular nerves of young and adult capybaras. Cells Tissues Organs. 2013;198(1):47-56. doi: 10.1159/000348617. Epub 2013 May 4. PMID: 23676773.<br>&nbsp;<br>Hickman, Princípios integrados de zoologia 14 edição, 2008<br><br><br>&nbsp;Reckziegel S.H., Lindemann T. &amp; Campos R. 2001. A systematic study of the brain base arteries in capybara (Hydrochoerus hydrochaeris). Braz. J. Morphol. Sci. 18:103-110.&nbsp;<br><br>&nbsp;Reig O.A. 1984. Distribuição geográfica e história evolutiva dos roedores muroideos sul-americanos (Cricetidae: Sigmodontidae). Revta. Bras. Genet. 7:333-365&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 21:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>Classe Gastropoda</title>
         <author>201810320</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1764163237</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Introdução<br></em></strong><br>&nbsp; &nbsp; O sistema circulatório dos gastrópodes é aberto, sendo composto por um coração&nbsp; (localizado na parte anterior da massa visceral, como resultado da torção ) com uma ou duas aurículas e um ventrículo. Além disso, também possuem&nbsp; artérias, veias, seios venosos e uma rede fina de lacunas capilarizadas.<br><br><strong><em>Como ocorre?</em></strong><br><br>&nbsp; &nbsp; Em geral, o sangue sai do coração pelas aortas (anterior e posterior).&nbsp; Em vista disso, a aorta anterior irá se expandir pelo esôfago e&nbsp; irrigar os órgãos localizados na cabeça e no pé. Após oxigenar esses órgãos, o sangue entrará nos seios cefálico, bucal e pedal.<br>&nbsp; &nbsp; Já a&nbsp; aorta posterior,&nbsp; irá irrigar os órgãos da massa visceral, uma vez que o sangue será deslocado para o seio visceral ou perivisceral. Assim, a partir dos seios sanguíneos, o sangue percorre pelos nefrídios e depois para as brânquias com intuito de ser oxigenado novamente&nbsp; antes de voltar ao coração. Nos pulmonados, depois que o sangue passa pelos nefrídios, ele entra nos pequenos vasos da parede do manto para executar as trocas gasosas com o ar presente na cavidade do manto.<br><br><strong><em>Curiosidades:</em></strong><br><br></div><ul><li>Em quase todos os gastrópodes (com exceção dos vetigastrópodes basais, que retiveram duas aurículas) a aurícula direita se tornou vestigial ou, na maioria dos casos,&nbsp; desapareceu como consequência da perda da brânquia direita, a qual proporcionava sangue a ela.</li><li>A maior parte dos gastrópodes marinhos apresenta volume sanguíneo entre 30 e 60% do volume do seu corpo (sem concha). Além disso, possui uma&nbsp; composição iônica parecida à da água circundante.&nbsp;</li><li>Possuem dois tipos de pigmentos respiratórios:</li></ul><ol><li>Mioglobina: presente em alguns músculos e no odontóforo de algumas espécies;&nbsp;</li><li>Hemocianina: Presente no sangue que circula no corpo do animal.</li></ol><div><br>Discente: Janine Sousa</div><div><br>&nbsp;<strong><em>Referências:</em></strong><br><br></div><div>FRANSOZO, A. FRANSOZO, M. L. N. <strong>Zoologia dos Invertebrados</strong>. 1. edição, Roca. Rio de Janeiro, 2016.<br>RUPPERT, E. &amp; BARNES, R.D. <strong>Zoologia dos Invertebrados</strong>. 6ª ed., Roca Ed., São Paulo, 1996.<br>Imagem: Google Imagens<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-23 22:34:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>millenafreitas275</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1764275580</link>
         <description><![CDATA[<div>Introdução<br>&nbsp;1)O sistema circulatório do cão é fechado e o coração como órgão central do sistema circulatório canino possui quatro cavidades, dois ventrículos e dois átrios.<br>O sague entra pelo átrio direito e se desloca até o ventrículo direito que responsável por bombear esse líquido até os pulmões.&nbsp;<br>Após o fluido retornas ao átrio esquerdo onde é bombeado até o restante do corpo.<br>O volume de sangue bombeado pelo coração durante a sístole é denominado volume sistólico.<br>As veias e artérias também compõem o sistema circulatório dos cães e possuem três camadas . No entanto, nas veias o sangue flui com uma pressão muito mais baixa&nbsp; que nas artérias . Com isso, a resistência não precisa ser tão grande.Devido a uma menor quantidade de oxigênio a coloração do sangue é mais escura . As artérias levam o sangue até os demais órgãos, e possui uma composição mais espessa. Por ser elástica , isso permite que a pressão exercida pela passagem do fluido seja suportada. Esses dois tipos de vasos podem ser de quatro tamanhos. Sendo que , as artérias possuem grande, médio e pequena calibre, além de caracterização como arteríola. E as vezes podem ser de tamanho pequeno, médio ou grande calibre , ou ainda vênula. E um vaso que compreende tanto a porção arterial quanto a venosa : o capilar.<br><br>https://upis.br/blog/anatomia-canina/#:~:text=%C3%93rg%C3%A3o%20central%20do%20sistema%20circulat%C3%B3rio%2C%20o%20cora%C3%A7%C3%A3o<br>Acesso em: 23/09/21</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 00:11:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Accipitriformes</title>
         <author>201711074</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1764552655</link>
         <description><![CDATA[<div>INTRODUÇÃO:</div><div>Accipitriformes é uma ordem do filo Chordata. É composto por 8 grupos brasileiros; com 2 famílias: <em>Família </em><a href="https://www.wikiaves.com.br/pandionidae"><em>Pandionidae</em></a><em> </em>Bonaparte, 1854 ( <em>Águia-pescadora) </em>e A <em>Família</em> <a href="https://www.wikiaves.com.br/accipitridae"><em>Accipitridae</em></a><em> Vigors</em>, 1824 (<em>Águias e gaviões).</em></div><div>Possui uma grande variedade de rapinantes diurnos de tamanhos variados, que em geral possuem bicos fortes e garras afiadas, nas quais utilizam para matar suas presas. Destacam-se também pela visão bastante aguçada, sendo capazes de localizar presas à grandes distâncias.<br><br>SISTEMA CIRCULATÓRIO<br>O sistema circulatório é fechado; o coração apresenta quatro câmaras; é maior e bate mais depressa que o de um mamífero do mesmo tamanho. A pressão arterial é alta, apesar da menor resistência periférica. <br>Caudalmente o coração é cercado pelo fígado; dorsalmente, pelos pulmões. Há um anel atrioventricular de miócitos condutores cardíacos (fibras de Purkinje), que forma a figura de um oito ao redor do coração e da aorta. A aorta deriva do quarto arco aórtico direito e não do esquerdo; e a carótida interna é a principal artéria da região cervical, em vez da carótida comum. Não possuem um círculo arterial cerebral (círculo de Willis), mas existe extensa anastomose intercarótida para proporcionar circulação colateral, bem como anastomose cranial entre as veias jugulares. Os sistemas porta hepático e renal estão presentes, com capacidade para redirecionar o sangue portal renal para o fígado, o cérebro ou diretamente para o coração. Nas regiões torácicas e axilares existem redes arteriovenosas de vasos que atuam como mecanismos de troca de calor, potencialmente reduzindo a perda de calor para o meio ambiente. A veia jugular direita é muito maior do que a esquerda, sendo um local útil para a coleta de sangue em muitas espécies de aves. Ela se encontra sob uma aptéria do pescoço e pode ser acessada com um mínimo de arrancamento de penas, molhando-se ou repartindo-se as penas. Outros locais úteis para a coleta de sangue incluem a veia braquial, na face ventral do cotovelo, e a veia metatársica medial.<br><br>CIRCULAÇÃO- SANGUE<br>Com hemácias grandes, ovais, nucleadas, que duram cerca de 30 dias (diferente dos 120 dias da maior parte dos mamíferos). Também há trombócitos nucleados, em vez de plaquetas, e heterofilos em vez de neutrófilos. A eritropoiese ocorre inicialmente no saco da gema (saco vitelino) e depois na medula óssea, depois que a ave nasce. Na coagulação sanguínea, a via extrínseca é mais importante do que a intrínseca. <br><br>REFERÊNCIA<br>Macwhirter, Patricia. (2009)&nbsp; Handbook of Avian Medicine, 2nd edition. Elsevier Editora Ltda. <br><br>Farner, D. S. e King, J. R. (1972). <em>Biologia das Aves, Volume 2.</em> Nova York - Londres: Academic Press.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 01:59:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cetacea -     Theilo Gomes </title>
         <author>2018110631</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1765561803</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução<br></strong><br></div><div>A ordem Cetacea abrange os mamíferos aquáticos mais especializados: as baleias, golfinhos e botos. Acredita-se que os cetáceos evoluíram a partir de ancestrais terrestres primitivos há mais de setenta milhões de anos, esse grupo desenvolveu muitas adaptações fisiológicas notáveis para sobreviver no meio aquático. Por sob a grossa pele apresentam uma espessa camada de gordura e tecido conjuntivo, que proporciona isolamento contra a perda de calor do corpo para a água.&nbsp; Em algumas espécies de pequenos cetáceos, a camada de gordura pode chegar a representar um terço do peso total do corpo. Sua utilidade é também servir como reserva de energia para enfrentar as longas migrações empreendidas pelas baleias.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Sistema Circulatório</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>O sistema circulatório é especialmente adaptado para suportar longos períodos de mergulho. O sistema vascular nos pulmões é mais desenvolvido e o número de hemácias por milímetro cúbico de sangue é o dobro do normalmente encontrado em mamíferos terrestres, facilitando o transporte de oxigênio e dióxido de carbono nos tecidos.&nbsp;<br><br></div><div>Quando uma baleia submerge, a sua pulsação diminui até cerca da metade do ritmo normal (quando o animal está na superfície). Fenômenos de vasoconstrição automaticamente reduzem o fluxo de sangue para certas partes do corpo durante o mergulho, assegurando assim maior suprimento de oxigênio para órgãos vitais como o cérebro e o coração.&nbsp;<br><br></div><div>Durante o mergulho, uma série de processos fisiológicos ocorre no organismo destes animais, a circulação não essencial é reduzida e, em última instância, travada. Neste caso é acionado o mecanismo anaeróbio; não tão eficiente quanto o aeróbio, porém que permite às células musculares suportarem um período maior de tempo sem o fornecimento de sangue oxigenado.&nbsp;<br><br></div><div>A retia mirabilia também é mais uma adaptação anatômica. São redes de vasos que formam um plexo que age como um reservatório de oxigênio. É localizada sob a pleura, entre as costelas, e em ambos os lados da coluna vertebral. Neste plexo em que as veias e artérias ficam muito próximas umas das outras, o sangue venoso e o sangue arterial circulam em sentidos opostos, criando assim um sistema contracorrente, que permite uma maior conservação de calor nos músculos e uma circulação mais rápida do sangue no corpo, possibilitando o aumento da temperatura corporal, trocas gasosas e de nutrientes. Além dos capilares, há outros pontos de ligamentos entre veias e artérias com o intuito de transferir o calor do sangue venoso resultante da atividade metabólica para o sangue arterial e assim sucessivamente. Conforme o sangue contido nos vasos mais periféricos esfria, ele retorna para uma região mais interna, sofrendo aquecimento e em seguida retorna a periferia.<br><br><br>REFERÊNCIAS: <br><br>Imagens de&nbsp; Marcos C.O. Santos. Disponível em: <a href="http://aun.webhostusp.sti.usp.br/">http://aun.webhostusp.sti.usp.br/</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Laboratório de Biologia da Conservação de Mamíferos Aquáticos, Adaptações ao ambiente aquático. Disponível em: <a href="https://sotalia.com.br/index.php/inicio/14-portugues/educativo/fique-por-dentro/64-adaptacoes-ao-ambiente-aquatico">https://sotalia.com.br/index.php/inicio/14-portugues/educativo/fique-por-dentro/64-adaptacoes-ao-ambiente-aquatico</a></div><div>&nbsp;</div><div>Maestro Virtuale, Cetáceos características do sistema nervoso e circulatório. Disponível em: <a href="https://maestrovirtuale.com/cetaceos-caracteristicas-sistema-nervoso-sistema-circulatorio/">https://maestrovirtuale.com/cetaceos-caracteristicas-sistema-nervoso-sistema-circulatorio/</a></div><div>&nbsp;</div><div>Palazzo Jr Both 1988 Guia de Mamíferos marinhos do Brasil.&nbsp; Disponível em: <a href="http://baleiafranca.org.br/oprojeto/publicacoes/PalazzoJr_Both_1988_MamiferosmarinhosBrasil_web.pdf">http://baleiafranca.org.br/oprojeto/publicacoes/PalazzoJr_Both_1988_MamiferosmarinhosBrasil_web.pdf</a>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 12:50:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Equinodermata</title>
         <author>Bruno_Ribeiro3D</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1765686562</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução</strong><br><br>Nos equinodermos, não há presença evidente de um sistema circulatório complexo, isso devido talvez pela baixa demanda metabólica desses animais. É apontado quatro sistemas que supostamente poderiam exercer a função de circulação, que seriam o fluído celômico perivisceral, o sistema hidrovascular, o sistema peri-hemal e o sistema hemal. Porém, as conclusões até agora levantadas são em grande medida dedutivas, pois ainda não se demonstrou circulação eficiente de seus líquidos para a maioria dos grupos de equinodermos. <br><br><strong>Fluido celômico perivisceral:<br></strong><br>O fluído celômico perivisceral apresenta uma composição parecida com a água do mar, mas com a presença de células como os celomócitos com funções imunológicas, excretoras, de reparação, etc. Esse fluído preenche os espaços celômicos e banha os órgãos e estruturas internas, e está em contato com locais de entrada de O2, mesmo assim, não há certeza se ocorre o transporte de nutrientes desse fluído para os órgãos e tecidos.<br><br><strong>Sistema hidrovascular: <br></strong><br>No sistema hidrovascular, mesmo os pódio sendo os principais locais de trocas de gasosas, o transporte de O2 não ocorre através desse sistema na maioria dos equinodermos, dessa forma, não há evidências que o sistema hidrovascular funcione como um sistema circulatório. <br><br><strong>Sistema peri-hemal:<br></strong><br>O sistema peri-hemal também apresenta problemas para ser considerado um sistema circulatório, mesmo sendo revestido por um epitélio flagelado que produz uma fraca corrente no seio celômico genital de&nbsp; asteroides e ofiuroides, a composição do líquido que o preenche é desconhecida. Ainda mais, a hipótese de transporte de nutrientes por esse sistema é sustentada por sua estrutura ter relações com as gônadas pelo seio hemal genital nos asteroides, mas pela ausência de conexão direta com o estômago e dificuldades para mover o fluído, há poucas evidências que o sistema peri-hemal atue na circulação.<br><br><strong>Sistema hemal:<br></strong><br>Por fim, o sistema hemal que consiste de um conjunto de espaços celômicos bem desenvolvidos e interconectados, porém pouco distintos, também não possui um lúmen contínuo preenchido por fluído. Devido a presença de musculaturas longitudinais e circulares que promovem contrações localizadas e peristalse, tem-se a hipótese da atuação no transporte. O sistema hemal é recoberto por epitélio celômico e conecta os locais de absorção e utilização de nutrientes. Assim, sua composição química, posicionamento e capacidade muscular sugerem uma função circulatória. Embora seja uma forma lenta de transporte de substâncias, é possível que o sistema hemal atue como um reservatório em que as substâncias são tanto absorvidas quanto liberadas para os sistemas perivisceral e peri-hemal.<br><br>Por: Bruno Ribeiro Silva <br><br><strong>Referências</strong><br><br>Fransozo, A.; Negreiros-Fransozo, M. L. Zoologia dos Invertebrados. 1ª ed. Rio de Janeiro: Roca, 2017.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 13:39:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>anfibios - Gymnophiona</title>
         <author>201410819</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1765874701</link>
         <description><![CDATA[<div>Introdução<br><br>O sistema circulatório dos Gymnophiona é fechado, composto por um coração com três cavidades, sendo, dois átrios e um ventrículo, septo interatrial incompletos e auriculoventricular incompletos, veias, artérias e capilares. <br><br>como funciona?<br><br>o sangue venoso chega ao coração, desemboca no átrio direito, de onde é mandado para o pulmão pela artéria pulmonar, é oxigenado e volta para o coração através da veia pulmonar chega ao átrio esquerdo de onde vai para o ventrículo e deste é bombeado para todo o corpo preenchendo as veias e capilares de todo o carpo e levando oxigênio aos órgãos. No entanto o sangue que vai para o corpo não não é totalmente rico em oxigênio pois os septos do coração não são completos, logo o sangue arterial acaba se misturando com o sangue venoso.<br><br>por: Taise Vieira Prado<br><br>referencia: <br>ARAGUAIA, Mariana. "Cobras-cegas e cecílias (Ordem Gymnophiona)"; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/animais/cobrascegas-ceciliasordem-gymnophiona.htm. Acesso em 24 de setembro de 2021.<br><br>MENDES, Erasmo G.Contribuição&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; Fisiologia&nbsp; dos&nbsp; sistemas&nbsp; res­piratório&nbsp; e&nbsp; circulatório&nbsp; de Siphonops&nbsp; annulatus (91mphíbia~£fymnophíona) revista: <strong>usp</strong>, v. 9, n 9 (1945) em 06 de mar de 1945,da pg 25 á 64&nbsp; Disponível em: https://www.revistas.usp.br/bsffclzoologia/article/view/125200/122289 Acesso em 24 de setembro de 2021<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 14:46:42 UTC</pubDate>
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         <title>Decápodes</title>
         <author>2018102761</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766022290</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução<br></strong><br>Os decápodes são animais com sistema circulatório aberto. Seu Sistema circulatório e respiratório estão conectados, e apresentam no sangue hemocianina dissolvida em seu plasma. O caminho que o sangue destes animais percorrem ao sair do coração e pela aorta, em seguida circula no interior da hemocele e volta para os vasos sanguíneos. Como o sistema é integrado ao respiratório, ao lados de cada segmento do tórax tem brânquias que fazem as trocas gasosas, transportando o oxigênio para os vasos sanguíneos infiltrados.<br><br><strong>O Coração</strong><br><br>O coração dos Decápodes está localizado no tórax e possui três pares de óstios. Possui anteriormente cinco artérias e posteriormente uma artéria abdominal mediana, enquanto que do lado ventral do coração surge uma artéria. A aorta&nbsp; posterior irriga espécies com abdome longo; com um ramo anterior, as gônadas, e por meio de sucessivos ramos metaméricos, os pleópodes.<br><br>Há três artérias laterais que deixam o coração. A mais anterior supre ambos os pares de antenas e, seu ramo proximal, a musculatura intrínseca da mandíbula e do estômago.</div><div><br><br>Por: Filipe Brito<br><br><strong>Referências:<br></strong><br>FRANSOZO, A. FRANSOZO, M. L. N. <strong>Zoologia dos Invertebrados</strong>. 1. edição, Roca. Rio de Janeiro, 2016.<br><br><strong>BRUSCA, R.C.; W. MOORE &amp; S.M. SHUSTER. Invertebrados. 3a edição. </strong>Editora Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro, 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 15:43:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Amphibia - Anura</title>
         <author>201810909</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766051575</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><pre><strong>Sistema circulatório</strong></pre></blockquote><div>O coração dos anfíbios anuros é dividido em três câmaras ( 1 ventrículo e dois átrios) onde na maioria das espécies o átrio direito apresenta-se maior que o esquerdo. O fluxo sanguíneo se da através da circulação sistêmica, onde o sangue com pouca oxigenação retorna para o coração através das veias cavas superior e posterior e lá ele se junta com o sangue rico em oxigênio vindo da pele e preenchendo o átrio direito o que consequentemente eleva a concentração de oxigênio; o átrio esquerdo tem a função de receber o sangue rico em oxigênio oriundo dos pulmões.&nbsp;<br><br><br></div><blockquote><pre><strong>Adaptações fisiológicas </strong></pre></blockquote><div>Os anuros não possuem ventrículos divididos, mas esses animais apresentam uma capacidade de distribuição seletiva do fluxo sanguíneo entre os circuitos (sistêmico e pulmocutâneo). Um exemplo dessa ampla capacidade de distribuição é o momento onde o animal encontra-se submerso na agua, dessa forma o fluxo do sangue bombeado para os pulmões poderá sofrer uma redução fazendo com que grande parte do sangue bombeado pelo ventrículo seja direcionada para o corpo do animal, porém, quando o animal não encontra-se submerso há um equilíbrio voltado para a distribuição sanguínea dos pulmões e do corpo. Essas alterações no fluxo sanguíneo permite que os anfíbios anuros tenham um controle sobre a composição arterial dos gases e consequentemente uma alteração na ventilação pulmonar.&nbsp;</div><div><br><sup>Arielly K. F. Sousa </sup><br><br></div><blockquote><pre><strong>Referências Bibliográficas</strong></pre></blockquote><div><br>LOEBMANN, Daniel; PRADO, Cynthia P. A.; BALDISSERI, Anne T. d‘H.; BICEGO, Kênia C.; BATALHÃO, Luciane H. G; HADDAD , Célio F. B. Diversidade de Anfíbios e adaptações para a conquista do meio terrestre. In: BIOLOGIA e Ecologia dos Vertebrados, 2015. cap. 6, p. 88-122.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 15:56:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Myriapoda</title>
         <author>deysekaroline6</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766171514</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><strong>Introdução</strong>&nbsp;<br><br></div><div><br>É um subfilo de Arthropoda, tem como principal característica junto ao grupo a segmentação, porém com alto número de apêndices com função locomotora. Os miriápodes são todos terrestres e também tem quatro pares de apêndices no segmento cefálico (antenas, mandíbulas, primeira e segunda maxilas). Myriapoda apresenta quatro classes: Chilopoda, Symphyla ,Diplopoda, Pauropoda, tem como representantes&nbsp; as lacraias, centopeias e os piolhos-de-cobra.<br><br><strong>Sistema Circulatório <br><br></strong>Quanto ao sistema circulatório, há grande semelhança com seu grupo irmão, embora evidências apontem que ambos sistemas surgiram independentemente, mesmo porque as evidências fósseis apontam para um ancestral de miriápode surgindo nos mares, sem uma ligação com os Hexapoda. Há a presença de um coração que bombeia o fluido da hemocele para o resto do corpo do animal, e então, por meio de óstios, volta ao coração. Possuem uma circulação lenta e ocorre em pressão relativamente baixa.<br><br>O sistema circulatório do corpo começa com o sangue passando pelo coração (também chamado de ostia) depois sendo enviado para a cabeça, sendo, então, direcionado para largas câmaras de armazenamento e após isso é enviado para os sinos pericardiais e depois voltando para o coração.<br><br>O coração é um tubo dorsal que se estende por todo o comprimento do tronco formando uma aorta em forma de vaso, fluindo sangue a partir da direção posterior por meio das câmaras da hemocele. Diplópodes apresentam um par de óstios por diplossegmento e em quilópodes um par de óstios ocorre em cada segmento, com um sistema circulatório aberto podendo realizar transportes de oxigênio por pigmentos respiratórios (hemocianina).<br><br>Por: Deyse Karoline F.<br><br><br><strong>Referências Bibliográficas:</strong></div><div><br>RUPPERT, Edwards E.; FOX, Richard S.; BARNES, Robert D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. 7.ed. São Paulo: Roca, 2005. pags 820 á 838.<br><br>ETRIN, Natália. Diplópodes. <strong>Todo Estudo</strong>. Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/biologia/diplopodes. Acesso em: 20 de September de 2021.</div><div><br>Gary, J. Brusca, Richard, C. Brusca (2011). Invertebrados. [S.l.]: Guanabara Koogan.</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 16:50:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Classe Bivalvia</title>
         <author>201611613</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766237033</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução<br><br>&nbsp; </strong>O bivalves possuem o sistema circulatório aberto. Com o pericárdio posicionado na região dorsal dos bivalves. O coração é formado por duas aurículas e um ventrículo, do ventrículo, partem a aorta anterior e a aorta posterior.<br><br><strong>Como ocorre?</strong><br><br>&nbsp; O sangue é impulsionado pelo ventrículo, em direção anterior, para os seios sanguíneos no pé e vísceras, e em direção posterior para os seios no manto.<br>&nbsp; Uma parte o sangue é oxigenada no manto e retorna ao ventrículo por aurículas, e a outra parte circula através dos seios, passando para os metanefrídios por meio de uma veia&nbsp; e posteriormente vai para as brânquias, onde é oxigenado e retorna para as aurículas.<br>Nos bivalves o sangue além de ter função de transporte, pode servir como esqueleto hidrostático, principalmente nos animais que se enterram .<br><br>Discente: Talita Silva Santos<strong><br>&nbsp; &nbsp;<br>Referências:<br><br></strong>FRANSOZO, A. FRANSOZO, M. L. N. <strong>Zoologia dos Invertebrados</strong>. 1. edição, Roca. Rio de Janeiro, 2016<strong><br><br></strong><br><br><strong><br> &nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 17:21:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Chondrichtyes </title>
         <author>ariana18amaral</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766546800</link>
         <description><![CDATA[<div>Introdução&nbsp;<br><br>Sistema Circulatório Simples: o sangue não oxigenado passa pelo coração, sendo bombeado para brânquias (onde é oxigenado e distribuído para o corpo).<br><br></div><div>O oxigênio vê-se transportado para tecidos pela hemoglobina contidas nas hemácias. O coração é composto por 4 câmaras (seio venoso, átrio, ventrículo e cone arterioso).<br><br></div><div>O sangue flui pelo sei venoso através da primeira câmara ou câmara receptora seguindo para o átrio (parede fina) segue para o cone arterioso (bombeando para fora pela aorta ventral), o cone arterioso tem vários conjuntos de válvulas para impedir refluxo sanguíneo,&nbsp; passando segue para a região branquial para ser oxigenado por vasos brânquias através das alças aferentes e sai das brânquias através das alças coletoras eferentes e por último passa para a aorta dorsal&nbsp;<br><br><br>Discente: Ariana Oliveira Amaral&nbsp;<br><br><br>Referências :<br>site docente PUC. Anatomia e Fisiologia de Chondrichtyes. Pontifícia Universidade Católica- PUC GO. Disponível : &lt; http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/10102/material/Chondrichthyes.pdf&gt;.&nbsp;<br><br><br>BEMVENUTI, Marlise de Azevedo e FISHER, Luciano Gomes. Peixes: Morfologia e adaptações. Caderno de Ecologia Aquática. Universidade Federal do Rio Grande-FURG, Instituto de Oceanografia, Campus Carreiros. ISSN 1980-0223. Vol 5 N 2</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 20:34:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Chiroptera</title>
         <author>201710283</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766640520</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; A figura do morcego para a grande parte das pessoas se remete a um ser muitas vezes assustador, com uma fisionomia de um “rato-alado”. Esse pensamento está relacionado com as descrições dos primeiros colonizadores na América do Sul sobre os morcegos sugadores de sangue, que fizeram com que até mesmo os animais da Europa, que embora inofensivos, fosse visto como seres assustadores. Por outro viés, algumas culturas também adotaram uma visão diferente acerca desse animal, como na América Central que havia um Deus-morcego chamado Acanceh.<br><br><strong>Origem&nbsp;</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; Os morcegos são pertencentes à ordem dos Chiroptera, que são um dos grupos de mamíferos mais diversos do planeta. Devido a seu esqueleto frágil, os registros fósseis são escassos, porém seu surgimento está relacionado com o período do Paleoceno com animais que possuíam uma dentição tanto de morcego quanto de insetívoro. <br><br><strong>Sistema Circulatório</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; No sistema circulatório dos morcegos, o sangue percorre dois circuitos diferentes (circulação pulmonar e circulação sistémica), chamados assim de dupla circulação completa.<br><br>&nbsp; &nbsp; A circulação pulmonar o sangue venoso (rico em dióxido de carbono e pobre em oxigênio) sai do ventrículo direito e se encaminha para os pulmões pela artéria pulmonar no qual ocorre uma troca gasosa. O dióxido de carbono no sangue passa para os alvéolos pulmonares enquanto os alvéolos pulmonares transferem para a corrente sanguínea o oxigênio, após a troca desses gases o sangue retorna ao coração por via da veia pulmonar.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A circulação sistémica o sangue arterial (rico em oxigênio e pobre em dióxido de carbono) sai do ventrículo esquerdo em direção aos órgãos no qual será feito a troca gasosa. Depois dessa troca, o sangue novamente se torna rico em dióxido de carbono (recebido pelos órgãos) e pobre em oxigênio (transferido aos órgãos) reiniciando assim, o ciclo ao retornar para o coração.<br><br><strong>Coração <br>&nbsp; &nbsp; </strong>O coração dos morcegos tem função similar a maioria dos corações dos outros animais, sendo constituído por uma membrana que envolve o coração, pericárdio, e uma tecido muscular chamado de miocárdio.<br><br>&nbsp; &nbsp; Há no coração quatro cavidades sendo essas, duas aurículas e dois ventrículos. Os ventrículos se encontram separados pelo septo interventricular. A região direita do coração circula sangue venoso enquanto a esquerda o sangue arterial. A entrada do sangue se dá pelas aurículas e é impulsionado para sair pelos ventrículos, havendo válvulas na transferência do sangue, impedindo assim, que o sangue regresse as aurículas.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Referências<br>&nbsp;   </strong>CARREIRA A., MARQUES A. RIBEIRO D. Sistema circulatório de morgecos. <strong>TRABALHO PROJECTO 10°, </strong>10 de junho de 2010. Disponível em: &lt;http://ecb10c.blogspot.com/2010/06/sistema-circulatorio-do-morcego.html&gt;. Data de acesso em: 24 de set. de 2021.<br><br></div><div>    DOS REIS, Nelio R. et al. (Ed.). <strong>Morcegos do brasil</strong>. Univesidade Estadual de Londrina, 2007. Disponível em: &lt;https://www.researchgate.net/profile/Ricardo Moratelli/publication/265050280_Metodos_e_aplicacoes_da_citogenetica_na_taxonomia_de_morcegos_brasileiros/links/53fce9c60cf2364ccc05d8b5/Metodos-e-aplicacoes-da-citogenetica-na-taxonomia-de-morcegos-brasileiros.pdf&gt;. Acesso em: 24 de set. de 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 22:10:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Testudines</title>
         <author>201811066</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766699798</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Em todos os répteis, o átrio direito é completamente separado do átrio esquerdo. Crocodilianos possuem dois ventrículos separados, mas nos outros répteis, os ventrículos não estão completamente separados. Mesmo assim, o sangue arterial e o venoso não se misturam e todos os répteis possuem dupla circulação.<br><br>No coração dos escamados e tartarugas, o ventrículo funciona como três cavidades. Uma crista muscular divide parcialmente o ventrículo em dois espaços: cava pulmonar e cava venosa. O terceiro compartimento (cava arteriosa) se comunica com a cava venosa através de um canal intraventricular. O sangue entra no coração pelo átrio direito e esquerdo; e sai do coração pela artéria pulmonar e pelos arcos aórticos direito e esquerdo. O átrio direito recebe sangue venoso do corpo e o átrio esquerdo recebe sangue arterial dos pulmões. O fluxo de sangue no coração segue os seguintes passos:<br><br><em>1. Com os átrios contraídos, o sangue do átrio esquerdo passa para a cava arteriosa. O sangue do átrio direito para a cava venosa, e em seguida, para a cava pulmonar.<br><br>2. Quando o ventrículo se contrai, o sangue começa a fluir pelo circuito pulmonar antes de fluir pelo circuito sistêmico, pois a resistência é mais baixa no circuito pulmonar. Durante a contração do ventrículo, o sangue pobre em oxigênio flui para fora da cava pulmonar pela artéria pulmonar e a parede muscular fecha a passagem do sangue entre a cava venosa e a cava pulmonar.<br><br>3. Então, o sangue oxigenado da cava arteriosa flui para a cava venosa e sai pelos arcos aórticos.<br></em><br>As tartarugas e escamados tem a capacidade de alterar o fluxo do sangue de acordo com a necessidade respiratória e de temperatura. Essa mudança é controlada através de diferenças de pressão entre o circuito sistêmico e pulmonar; e pela contenção e liberação do sangue remanescente na cava venosa. O desvio pode ser da esquerda para a direita, em que o sangue oxigenado é desviado dos arcos aórticos para a artéria pulmonar, aumentando o volume de sangue oxigenado nos pulmões. Esse desvio ajuda o animal a perder calor através do resfriamento do sangue durante a respiração.<br><br>Também pode ocorrer desvio da circulação da direita para a esquerda. O sangue venoso passa normalmente do átrio direito para a cava venosa, mas ao invés de ir para a cava pulmonar, sai do coração pelos arcos aórticos. Esse processo manda sangue venoso para o circuito sistêmico. Assim, o sangue fica circulando no corpo e o calor recebido do ambiente é mantido no corpo. Esse mecanismo evita que o réptil disperse calor pela respiração enquanto se aquece ao sol. Esse mesmo desvio é utilizado durante períodos em que o animal não está respirando (em mergulho, por exemplo). Assim, o animal economiza o ar que está nos pulmões e aproveita o máximo o oxigênio que está no sangue sistêmico.<br><br>Os crocodilianos também são capazes de mudar o fluxo do sangue entre os circuitos pulmonar e sistêmico, mas a morfologia do coração e o mecanismo são diferentes dos utilizados por tartarugas e escamados. Normalmente, o sangue rico em oxigênio entra pelo átrio esquerdo, passa para o ventrículo esquerdo e para a cabeça e para o corpo, via arco aórtico direito. O sangue pobre em oxigênio entra pelo átrio direito, flui para o ventrículo direito e para os pulmões, via artéria pulmonar.<br><br>Além da artéria pulmonar, o ventrículo direito também está ligado ao arco aórtico esquerdo. Quando o animal está se aquecendo ao sol, a pressão do sangue é aproximadamente a mesma nos ventrículo direito e esquerdo. Essa situação cria um fluxo da direita para a esquerda e o sangue pobre em oxigênio que está saindo do ventrículo direito, segue agora para o arco aórtico esquerdo, que conduz o sangue para a parte posterior do corpo. Assim, o sangue não passa pelos pulmões e não perde calor.<br><br>Quando o animal está mergulhando, a pressão no ventrículo esquerdo é maior que no ventrículo direito, então, o sangue rico em oxigênio que está saindo do ventrículo esquerdo, flui via Forame de Panizza para o arco aórtico esquerdo, e vai para a parte posterior do corpo. Assim, o corpo recebe mais sangue oxigenado. O sangue que sai do ventrículo direito segue para os pulmões.<br><br>Essas mudanças no fluxo sanguíneo têm pelo menos três funções: estabilizar a concentração de oxigênio do sangue durante períodos de apneia, o desvio direita para a esquerda é responsável pelo aumento do fluxo sanguíneo no circuito sistêmico, que os répteis usam durante o aquecimento; e também desvia o sangue dos pulmões durante o período de apneia.<br><br>Fabiana Pacheco<br><br>Referência:<br>https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/biologia/o-sistema-circulatorio-dos-repteis/23736</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 23:31:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Equinos - Thalía Honorato</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766724032</link>
         <description><![CDATA[<div>O coração equino é uma bomba muscular que circula o sangue pelo corpo. É mais arredondado que o coração humano e consiste de em quatro câmaras: os átrios esquerdo e direito e os ventrículos esquerdo e direito. O cavalo adulto médio tem um coração de 3.6 kg, embora possa ser até duas vezes esse peso. O coração cresce até os quatro anos, embora possa crescer ligeiramente como resposta a condicionamento. Tamanho do coração não necessariamente está correlacionado ao tamanho do cavalo em si.<br><br>A capacidade circulatória é parcialmente determinada pela massa funcional do coração e do baço. Uma vez que o oxigênio tenha entrado na corrente sanguínea deve ser transportado para o trabalho muscular e resíduos removidos. O sistema cardiovascular equino é extremamente consistente com um uma taxa de batimentos de 20 a 240 batidas por minuto e uma reserva de glóbulos vermelhos esplênicos capaz de dobrar o volume de células e oxigênio entregue durante testes de esforço. No entanto, os estudos sobre os puro sangue tem mostrado que a proporção de músculo esquelético excede 50% do peso do corpo, e mostraram que a proporção de músculo esquelético excede 50% do peso do corpo, e assim a capacidade energética do sistema muscular excede em muito a capacidade do sistema cardiovascular de fornecer oxigênio.<br><br>Discente: Thalía Honorato <br><br>Referências:<br><br>NETO, DANIEL MENDES. Sistema Circulatório. Disponível em: &lt;https://consultadogvet.files.wordpress.com/2017/02/6-sistema-circulatc3b3rio.pdf&gt;. Acesso em: 24 de set. de 2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 00:04:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trochilidae - Margarida Pereira dos Santos</title>
         <author>201710926</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766816052</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução:<br></strong><br>Os beija-flores possuem um ritmo muito acelerado de batimento das asas, esse ritmo possibilita velocidade, agilidade e sustentação levando-os para frente e para trás e para os lados suspensos no ar.&nbsp; Para manter o ritmo dos batimentos das asas muito acelerado os beija-flores precisam de um metabolismo acelerado e um sistema circulatório adaptado além de uma dieta altamente calórica que compense o seu gasto energético.<br><br><strong>Sistema Circulatório:<br></strong><br>O coração do beija-flor é proporcional ao tamanho de seu corpo, sendo o maior entre as aves o que permite que o sangue circule melhor e assim irrigue com mais rapidez os músculos.<br>Para um batimento das asas de 90 vezes por minuto a circulação sanguínea leva o oxigênio para as células permitindo que a glicose seja liberada para ser gasta em forma de ATP fazendo a produção necessária de energia para o bom funcionamento dos músculos das asas.<br>O sangue dos beija-flores também apresentam uma concentração maior de glóbulos vermelhos para que transportem oxigênio para as células.<br>O coração por sua vez é semelhante ao de outras aves tendo dois átrios e dois ventrículos, sendo que o lado direito recebe sangue com oxigênio e é bombeado para os pulmões e o lado direito recebe o sangue oxigenado dos pulmões e é bombeado para o corpo.<br>Apesar da semelhança com outras espécies o coração dos beija-flores pode bater cerca de 1200 vezes por minuto durante o voo diferente dos humanos por exemplo que o coração bate cerca de 70 vezes por minuto.<br>Quando o beija-flor repousa seu coração reduz o ritmo para 250 vezes por minuto diminuindo assim o consumo de energia. A uma variação&nbsp; no ritmo cardíaco de acordo com a temperatura, tendo um estágio de em que ficam inanimados para diminuir o seu metabolismo e se manter vivo até que a temperatura volte ao normal, esse estágio é conhecido como torpor.<br><br>Referência:<br><br>https://emsinapse.wordpress.com/2020/08/02/o-super-coracao-dos-beija-flores/<br><br>https://www.petz.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/curiosidades-sobre-o-beija-flor.jpg<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 01:54:26 UTC</pubDate>
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         <title>Amphisbaena</title>
         <author>anidez</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Introdução</em><br><br>&nbsp; São répteis fossoriais que apresentam especializações para a vida subterrânea. O corpo é alongado e cilíndrico e a maioria das espécies são ápode.<br>&nbsp; Vários aspectos da biologia dos Amphisbaena ainda permanecem desconhecidos, em parte porque os hábitos fossórios destes animais dificultam as coletas e restringem as observações na natureza.<br> <br> <em>Sistema Circulatório</em><br>&nbsp; <br>&nbsp; &nbsp;O coração é um órgão muscular de forma&nbsp; piriforme, constituído pelo seio venoso, dois átrios e um ventrículo, envoltos pelo pericárdio. <br> Situa-se na extremidade caudal do terço cranial da cavidade pleuroperitoneal, crânio-ventralmente ao pulmão esquerdo. &nbsp; Os átrios são alongados, sendo o direito maior que o esquerdo. A extremidade caudal do ventrículo está ligeiramente voltada para a direita do corpo.<br> O átrio direito recebe sangue não oxigenado da circulação sistêmica via seio venoso. Este por sua vez é uma grande câmara que recebe sangue das veias cavas cranial direita e esquerda e da veia hepática. O átrio esquerdo recebe sangue dos pulmões pelas veias pulmonares direita e esquerda e o descarrega dentro da cava arteriosa.<br> O sangue não oxigenado segue do átrio direito para dentro da cava venosa enquanto que o sangue oxigenado segue para dentro do átrio esquerdo e cava arteriosa.<br><br>Por: Ana Paula Santos<br><br><em>Referência Bibliográficas</em><br><br>Gonçalves. M.E. <strong>Anatomia Visceral Comparada de seis espécies de Amphisbaenidae(Squamata:Amphisbaenia)</strong>.Faculdade de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Metodista de Piracicaba. São Paulo, 2009. <br>Disponível em: <a href="https://doi.org/10.1590/S1984-46702009005000009">https://doi.org/10.1590/S1984-46702009005000009</a> Acesso em: 24 set.2021.<br>Silva. L.C. <strong>Anatomia dos Répteis</strong>. Disponível em: <a href="https://www.google.com/search?biw=1517&amp;bih=730&amp;q=http://www.conhecer.org.br/download/repteis/Anatomia%2520dos%2520+r%C3%A9pteis.pdf&amp;spell=1&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwitzOithJnzAhVaLLkGHQUVB8IQBSgAegQIARA2">http://www.conhecer.org.br/download/repteis/Anatomia%20dos%<strong><em>20 répteis</em></strong>.pdf</a> Acesso: 24 set.2021.<br>Fonte da imagem: https://images.app.goo.gl/9yugofztdzje29JQ6.<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 02:32:05 UTC</pubDate>
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         <title>Sarcopterygii</title>
         <author>201610515</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução<br></strong><br></div><div>Foi sido um grupo de ampla diversidade durante o Devoniano, porém o número de Sarcopterygii diminuiu bastante a partir da Era Paleozóica e Mesozoica. Possuindo um grupo atualmente pequeno, apenas 2 espécies ameaçadas de Latimeria (celacanto) e 6 ou 7 espécies de peixes pulmonados (Dipnoi). Sendo um grupo muito importante para a compreensão da evolução dos vertebrados. São peixes pulmonados possuem 1 pulmão (resp. aérea facultativa) ou 2 pulmões dorsais (resp. aérea obrigatória).&nbsp;<br><br></div><div><strong>Sistema Circulatório </strong><br><br></div><div>Apresentam a circulação dupla que é caracterizada pela existência de dois trajetos de circulação sanguínea, o circuito pulmonar e o circuito sistêmico, passando duas vezes no coração. Na circulação pulmonar, o sangue venoso é enviado do coração aos pulmões, onde é oxigenado, retornando depois ao coração. Na circulação sistêmica ou grande circulação, o sangue arterial parte do coração para todo o corpo, tornando-se venoso. A circulação dupla permite que o sangue circule a uma pressão mais elevada, aumentando o fluxo com que o sangue chega aos diferentes tecidos.<br><br></div><div><strong>Referência Bibliográfica<br></strong><br></div><div>Disponível em &lt;<a href="http://www.naturalhistory.com.br/discipl/04_TEXTO_Peixes_Osteichthyes.pdf">http://www.naturalhistory.com.br/discipl/04_TEXTO_Peixes_Osteichthyes.pdf</a>&gt;. Acesso em 22 de setembro de 2021.&nbsp;<br><br></div><div>Disponível em &lt;<a href="https://www.infopedia.pt/$circulacao-dupla">https://www.infopedia.pt/$circulacao-dupla</a>&gt;. Acesso em 22 de setembro de 2021.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 02:55:06 UTC</pubDate>
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         <title>Sphenisciformes</title>
         <author>201710230</author>
         <link>https://padlet.com/201611912/hxkjqc3vfr3u5im0/wish/1766993295</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução<br><br></strong>Os pinguins são aves pertencentes à ordem Sphenisciformes, seus registros fósseis indicam um ancestral voador da ordem dos Procellariiformes, entretanto, antes do evento de extinção Cretácio-Terciário, estas aves diferenciaram-se. Algumas descobertas tem sustentado a origem das aves modernas no Hemisfério Sul, dentre elas, os pinguins, há cerca de 100 milhões de anos. Estimativas que apresentam algumas divergências aviárias no processo evolutivo, apontam, com base em dados moleculares e fósseis de pinguins da Nova Zelândia, datações de 62 milhões de anos atrás. <br><br><strong>Pinguim-de-magalhães</strong> <strong>e Sistema Circulatório</strong><br><br>O <em>Spheniscus magellanicus</em>, popularmente chamado de pinguim-de-magalhães, pertence a família<strong> Spheniscidae,</strong> é uma ave sul americana de águas temperadas, que pode tolerar temperaturas entre 7ºC e 30ºC. O sistema circulatório/cardiovascular do pinguim-de-magalhães, quanto a anatomia do coração e das artérias da base cardíaca é semelhante às outras aves, seu coração situa-se na porção superior da cavidade celomática, cranial aos pulmões e lóbulos hepáticos, além disso, possui uma base maior, onde estão seus principais vasos, um corpo dividido em quatro câmaras, dois ventrículos e dois átrios, e um ápice formado pela porção mais distal da câmara ventricular esquerda. A circulação é dupla e completa em um sistema fechado.<br><br>Nos pinguins, a ação das trocas de calor promovidas pelo sistema circulatório em conjunto com o isolamento térmico corporal, através de uma espessa camada de tecido adiposo no subcutâneo, é uma forma extremamente eficaz de termorregulação. <br><br><br><strong>Referências<br><br></strong>GUIMARÃES D.F.; CARVALHO, A.P.M.; YWASAKI, J. NEVES, C.D.; RODRIGUES, A.B.F.; SILVEIRA, L.S. Morfologia do coração e dos vasos da base do pinguim-de-magalhães (<em>Spheniscus magellanicus</em><strong>). Arq. Bras. Med. Vet. Zootec.</strong>, Campos dos Goytacazes, RJ., 2018. Disponível em: <a href="https://www.scielo.br/j/abmvz/a/LtXbfnW84qShjwnkLxdtWLd/?lang=pt&amp;format=pdf">https://www.scielo.br/j/abmvz/a/LtXbfnW84qShjwnkLxdtWLd/?lang=pt&amp;format=pdf<br></a><br>MACWHIRTER, P. <strong>A evolução das espécies aviárias.</strong> Disponível em: <a href="https://www.bibliotecaagptea.org.br/zootecnia/avicultura/livros/A%20EVOLUCAO%20DAS%20ESPECIES%20AVIARIAS.pdf">https://www.bibliotecaagptea.org.br/zootecnia/avicultura/livros/A%20EVOLUCAO%20DAS%20ESPECIES%20AVIARIAS.pdf</a><br><br></div><div>OLIVEIRA, J. C. P.; et. al. Conservação e plasticidade cromossômica na evolução das ordens Sphenisciformes e Procellariiformes (Aves). <strong>Anais do Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão</strong>, 2013. Disponível em: <a href="https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/60661">https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/60661<br></a><br></div><div>OSÓRIO, L. G. <strong>Estudo do Bumblefoot (Pododermatite) em pinguins-demagalhães (</strong><strong><em>Spheniscus magellanicus</em></strong><strong>) em centro de recuperação. </strong>Dissertação (mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Veterinária, Universidade Federal de Pelotas. Pelotas, 2010. Disponível em: <a href="http://repositorio.ufpel.edu.br:8080/handle/123456789/2547">http://repositorio.ufpel.edu.br:8080/handle/123456789/2547</a></div><div>&nbsp;</div><div>TAVARES, T. L<strong>. Registros de </strong><strong><em>Spheniscus Magellanicus</em></strong><strong> (Forster 1781) (Aves: Sphenisciformes) no ano de 2008 entre Pratigí, Itubera - Ba a Rio de Contas, Itacaré - BA.</strong> Anais do IX Congresso de Ecologia do Brasil, São Lourenço – MG, 2009. Disponível em: <a href="http://www.seb-ecologia.org.br/revistas/indexar/anais/2009/resumos_ixceb/1208.pdf">http://www.seb-ecologia.org.br/revistas/indexar/anais/2009/resumos_ixceb/1208.pdf<br></a><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 05:54:01 UTC</pubDate>
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         <title>ARACHNIDA</title>
         <author>201710286</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Introdução</strong></blockquote><div><strong><br></strong>Os aracnídeos são animais invertebrados divididos entre milhares de espécies ao redor do mundo. Os mais populares são as aranhas e escorpiões que compartilham semelhanças e particularidades entre si. A maior parte desses artrópodes respira através de filotraquéias que são um tipo de pulmão e as trocas gasosas ocorrem por meio de lamelas.<br>Os aracnídeos possuem um sistema circulatório muito semelhante ao dos insetos, porém, ao contrário dos insetos, este pode estar relacionado com a respiração.<strong><br></strong><br></div><blockquote><strong>O coração</strong></blockquote><div>O coração dos aracnídeos, que está localizado dorsalmente no abdome, se enche através dos óstios e se esvazia no interior das artérias.<br>As pernas não possuem músculos extensores, por isso a pressão sanguínea, nesses apêndices, é relativamente alta, pois o sangue é utilizado como fluido hidráulico para a extensão das pernas.<strong><br></strong><br></div><blockquote><strong>Sistema circulatório</strong></blockquote><div>o sistema circulatório é do tipo aberto. O coração está localizado na parte dorsal do abdome. Filotraquéias, que são órgãos também denominados "pulmões foliáceos". Essas estruturas são formadas por lamelas irrigadas, que se comunicam com o exterior do corpo, através de um orifício denominado estigma.<br>As trocas gasosas ocorrem nas lamelas, e o oxigênio passa para o sangue. Nos escorpiões, essas são as únicas estruturas respiratórias, mas nas aranhas além das filotraquéias, existem as traqueias, semelhantes às dos insetos.<br><strong><br>Por: </strong>Vitor Bruno<br><br></div><blockquote><strong>Referências:</strong></blockquote><div><br>BRUSCA, R. C., BRUSCA, G. J. E SILVEIRA, F. L. D. <strong>Invertebrados</strong>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017<br><br>RUPPERT, E. E.; BARNES, R.D.<strong> Zoologia dos Invertebrados</strong>. 6 ed. São Paulo: Ed. Roca, 1996<br><br>SÓ BIOLOGIA. <strong>Artrópodes</strong>. Disponível em:&lt;https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/bioartropodes4.php&gt;. Acesso em 12 de dez de 2018.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 22:53:39 UTC</pubDate>
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