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      <title>Alunas: Micaelli Martins &amp; Ana Clara Martins by Micaelli Martins (Mica)</title>
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      <description>Turma: 3H</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-15 01:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>Surgimento do Parnasianismo no Brasil</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 01:49:14 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É?</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Parnasianismo é um estilo de época caracterizado pela objetividade e pelo descritivismo,</p><p>além da retomada de temas da Antiguidade clássica e rigor formal na construção do texto</p><p>poético.</p><p>Em Portugal, os principais autores parnasianos são: João Penha, Gonçalves Crespo,</p><p>António Feijó e Cesário Verde. Já no Brasil, temos: Olavo Bilac, Raimundo Correia, Alberto</p><p>de Oliveira, Vicente de Carvalho e Francisca Júlia. No entanto, o maior nome do</p><p>parnasianismo brasileiro é Olavo Bilac, cuja poesia, muitas vezes, acaba desviando-se da</p><p>objetividade do estilo, apesar de seu rigor formal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 01:49:50 UTC</pubDate>
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         <title>QUANDO SURGIU?</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
         <link>https://padlet.com/micaellimartins2017/hwqmscn0jv9dwnf2/wish/2954228689</link>
         <description><![CDATA[<div>O estilo surgiu na França, no século XIX, no contexto da Revolução Industrial, portanto, em<br>uma época marcada pelo desenvolvimento tecnocientífico e valorização da razão. O século<br>XIX foi uma época de desenvolvimento tecnológico nos setores de comunicação e<br>transporte: Robert Fulton (1765-1815) criou o barco a vapor em 1807; George Stephenson<br>(1781-1848) projetou a locomotiva a vapor em 1814; e, em 1837, Samuel Morse<br>(1791-1872) inventou o telégrafo. Assim, na segunda metade do século XIX, o pensamento<br>científico estava em alta, pois a ciência mostrava-se responsável pelo desenvolvimento<br>tecnológico associado à Revolução Industrial (iniciada no século XVIII), em que o uso de<br>máquinas propiciou o crescimento da economia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 01:55:29 UTC</pubDate>
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         <title>QUAL A SUA IMPORTÂNCIA?</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[<p>Contudo, essa prosperidade e o desenvolvimento tecnocientífico não impediram a</p><p>disparidade entre a burguesia e o proletariado, gerando forte conflito social.</p><p>Nesse sentido, a prosa realista ocupou-se na exposição e discussão desse problema. No</p><p>entanto, a poesia realista, isto é, o parnasianismo, isentou-se desse tipo de questão e optou</p><p>por uma postura de alienação (indiferença) social, econômica e política. Ainda, seus</p><p>autores, influenciados pelo positivismo (corrente filosófica que defendia a primazia da razão</p><p>e, portanto, a supremacia do conhecimento científico), recorreram à objetividade na</p><p>composição de suas poesias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 01:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>PARNASIANISMO NO BRASIL</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
         <link>https://padlet.com/micaellimartins2017/hwqmscn0jv9dwnf2/wish/2954231977</link>
         <description><![CDATA[<p>Parnasianismo no Brasil</p><p>Segundo alguns estudiosos, o livro Fanfarras, de Teófilo Dias (1854-1889), inaugurou o</p><p>parnasianismo no Brasil em 1882, estilo que, oficialmente, perdurou até 1893. No entanto,</p><p>os principais autores da poesia parnasiana brasileira são:</p><p>Olavo Bilac (1865-1918): Poesias (1888).</p><p>Raimundo Correia (1859-1911): Versos e versões (1887).</p><p>Alberto de Oliveira (1857-1937): Sonetos e poemas (1885).</p><p>Vicente de Carvalho (1866-1924): Ardentias (1885).</p><p>Francisca Júlia (1871-1920): Mármores (1895).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 01:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>CARACTERÍSTICAS:</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
         <link>https://padlet.com/micaellimartins2017/hwqmscn0jv9dwnf2/wish/2954233432</link>
         <description><![CDATA[<p>● Antirromantismo: poesia antissentimental.</p><p>● Objetividade e rigor formal (metrificação e rima).</p><p>● Arte como sinônimo de beleza formal.</p><p>● Alienação social, pois o objetivo da arte seria produzir o belo.</p><p>● Poesia descritiva, com distanciamento do eu lírico da coisa focalizada.</p><p>● Resgate de temas da Antiguidade clássica.</p><p>● Uso do polissíndeto (repetição da conjunção “e”).</p><p>● Arte pela arte, pois, segundo Théophile Gautier (1811-1872), a arte não existe para a</p><p>humanidade, para a sociedade ou para a moral, mas para si mesma.</p><p>● Portanto, na poesia parnasiana, a finalidade da arte é a própria arte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 01:58:37 UTC</pubDate>
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         <title>EXEMPLOS:</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Questão 1 - (Enem)</strong></p><p>Ouvir estrelas</p><p>“Ora, (direis) ouvir estrelas! Certo</p><p>perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,</p><p>que, para ouvi-las, muita vez desperto</p><p>e abro as janelas, pálido de espanto...</p><p>E conversamos toda noite, enquanto</p><p>a Via-Láctea, como um pálio aberto,</p><p>cintila. E, ao vir o Sol, saudoso e em pranto,</p><p>inda as procuro pelo céu deserto.</p><p>Direis agora: “Tresloucado amigo!</p><p>Que conversas com elas? Que sentido</p><p>tem o que dizem, quando estão contigo?”</p><p>E eu vos direi: “Amai para entendê-las!</p><p>Pois só quem ama pode ter ouvido</p><p>Capaz de ouvir e de entender estrelas”.BILAC, Olavo. Ouvir estrelas. In: Tarde, 1919.</p><p>Ouvir estrelas</p><p>Ora, direis, ouvir estrelas! Vejo</p><p>que estás beirando a maluquice extrema.</p><p>No entanto o certo é que não perco o ensejo</p><p>De ouvi-las nos programas de cinema.</p><p>Não perco fita; e dir-vos-ei sem pejo</p><p>que mais eu gozo se escabroso é o tema.</p><p>Uma boca de estrela dando beijo</p><p>é, meu amigo, assunto p’ra um poema.</p><p>Direis agora: Mas, enfim, meu caro,</p><p>As estrelas que dizem? Que sentido</p><p>têm suas frases de sabor tão raro?</p><p>Amigo, aprende inglês para entendê-las,</p><p>Pois só sabendo inglês se tem ouvido</p><p>Capaz de ouvir e de entender estrelas.</p><p>TIGRE, Bastos. Ouvir estrelas. In: BECKER, I. Humor e humorismo: antologia. São Paulo:</p><p>Brasiliense, 1961.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:02:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>micaellimartins2017</author>
         <link>https://padlet.com/micaellimartins2017/hwqmscn0jv9dwnf2/wish/2954246050</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base na comparação entre os poemas, verifica-se que:</p><p>a) no texto de Bilac, a construção do eixo temático deu-se em linguagem denotativa,</p><p>enquanto no de Tigre, em linguagem conotativa.</p><p>b) no texto de Bilac, as estrelas são inacessíveis, distantes, e no texto de Tigre, são</p><p>próximas, acessíveis aos que as ouvem e entendem-nas.</p><p>c) no texto de Tigre, a linguagem é mais formal, mais trabalhada, como se observa no uso</p><p>de estruturas como “dir-vos-ei sem pejo” e “entendê-las”.</p><p>d) no texto de Tigre, percebe-se o uso da linguagem metalinguística no trecho “Uma boca</p><p>de estrela dando beijo/ é, meu amigo, assunto p’ra um poema”.</p><p>e) no texto de Tigre, a visão romântica apresentada para alcançar as estrelas é enfatizada</p><p>na última estrofe de seu poema com a recomendação de compreensão de outras línguas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>RESOLUÇÃO</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
         <link>https://padlet.com/micaellimartins2017/hwqmscn0jv9dwnf2/wish/2954248144</link>
         <description><![CDATA[<p>Alternativa<strong> "D"</strong></p><p>No texto de Tigre, a metalinguagem está no fato de que o poema está fazendo referência a</p><p>si mesmo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:08:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Questão 2 - (Enem)</strong></p><p>Mal secreto</p><p>Se a cólera que espuma, a dor que mora</p><p>N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,</p><p>Tudo o que punge, tudo o que devora</p><p>O coração, no rosto se estampasse;</p><p>Se se pudesse, o espírito que chora,</p><p>Ver através da máscara da face,</p><p>Quanta gente, talvez, que inveja agora</p><p>Nos causa, então piedade nos causasse!</p><p>Quanta gente que ri, talvez, consigo</p><p>Guarda um atroz, recôndito inimigo,</p><p>Como invisível chaga cancerosa!</p><p>Quanta gente que ri, talvez existe,</p><p>Cuja ventura única consiste</p><p>Em parecer aos outros venturosa!</p><p>CORREIA, R. In: PATRIOTA, M. Para compreender Raimundo Correia. Brasília: Alhambra,</p><p>1995.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:11:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[<p>Coerente com a proposta parnasiana de cuidado formal e racionalidade na condução</p><p>temática, o soneto de Raimundo Correia reflete sobre a forma como as emoções do</p><p>indivíduo são julgadas em sociedade. Na concepção do eu lírico, esse julgamento revela</p><p>que:</p><p>a) a necessidade de ser socialmente aceito leva o indivíduo a agir de forma dissimulada.</p><p>b) o sofrimento íntimo torna-se mais ameno quando compartilhado por um grupo social.</p><p>c) a capacidade de perdoar e aceitar as diferenças neutraliza o sentimento de inveja.</p><p>d) o instinto de solidariedade conduz o indivíduo a apiedar-se do próximo.</p><p>e) a transfiguração da angústia em alegria é um artifício nocivo ao convívio social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:11:45 UTC</pubDate>
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         <title>RESOLUÇÃO</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
         <link>https://padlet.com/micaellimartins2017/hwqmscn0jv9dwnf2/wish/2954253934</link>
         <description><![CDATA[<p>Alternativa<strong> "A"</strong></p><p>A necessidade de ser aceito, que leva à dissimulação, está evidente na última estrofe:</p><p>“Quanta gente que ri, talvez existe,/ Cuja ventura única consiste/ Em parecer aos outros</p><p>venturosa!”. Portanto, para parecer que é feliz, muita gente ri, ou seja, dissimula o</p><p>verdadeiro estado de espírito.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:12:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Questão 3 - (Enem)</strong></p><p>A pátria</p><p>Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!</p><p>Criança! não verás nenhum país como este!</p><p>Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!</p><p>A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,</p><p>É um seio de mãe a transbordar carinhos.</p><p>Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,</p><p>Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!</p><p>Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!</p><p>Vê que grande extensão de matas, onde impera,</p><p>Fecunda e luminosa, a eterna primavera!</p><p>Boa terra! jamais negou a quem trabalha</p><p>O pão que mata a fome, o teto que agasalha...</p><p>Quem com o seu suor a fecunda e umedece,</p><p>Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!</p><p>Criança! não verás país nenhum como este:</p><p>Imita na grandeza a terra em que nasceste!</p><p>BILAC, O. Poesias infantis. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1929.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:13:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[<p>Publicado em 1904, o poema “A pátria” harmoniza-se com um projeto ideológico em</p><p>construção na Primeira República. O discurso poético de Olavo Bilac ecoa esse projeto, na</p><p>medida em que:</p><p>a) a paisagem natural ganha contornos surreais, como o projeto brasileiro de grandeza.</p><p>b) a prosperidade individual, como a exuberância da terra, independe de políticas de</p><p>governo.</p><p>c) os valores afetivos atribuídos à família devem ser aplicados também aos ícones</p><p>nacionais.</p><p>d) a capacidade produtiva da terra garante ao país a riqueza que se verifica naquele</p><p>momento.</p><p>e) a valorização do trabalhador passa a integrar o conceito de bem-estar social</p><p>experimentado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>RESOLUÇÃO</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
         <link>https://padlet.com/micaellimartins2017/hwqmscn0jv9dwnf2/wish/2954258585</link>
         <description><![CDATA[<p>Alternativa<strong> "B"</strong></p><p>No poema, fica evidenciado que a prosperidade individual independe de políticas de</p><p>governo, em primeiro lugar, porque, em nenhum momento, o incentivo governamental é</p><p>mencionado. Além disso, nos versos “Quem com o seu suor a fecunda e umedece,/ Vê</p><p>pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!”, é sugerido que basta trabalhar na terra para</p><p>enriquecer. O poema desconsidera, portanto, os problemas sociais e trata a pátria de</p><p>maneira idealizada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:15:45 UTC</pubDate>
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         <title>OBRIGADA À TODOS PELA ATENÇÃO, TENHAM UM ÓTIMO DIA!</title>
         <author>micaellimartins2017</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 02:30:11 UTC</pubDate>
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