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      <title>Painel Guarani Kaiowá - 8BB G3 by Leonardo Monaco de Moraes</title>
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      <description>Criado com amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-01 11:43:30 UTC</pubDate>
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         <title>Ka&#39;por </title>
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         <description><![CDATA[<div>Esta tribo guarani surgiu a 300 anos atrás no rio Tocantins e Xingu, depois de vários confrontos com os colonizadores ele migraram ao Para, através do rio Gurupi no maranhão em 1870, depois em 1900 foram atacados por colonizadores brasileiros e só tendo uma pacificação 27 anos depois que durou 70 anos  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:00:30 UTC</pubDate>
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         <title>Guajajara</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os guajajara falam como língua principal o Guajajara, derivado do Tupi-guarani, sendo as línguas mais próximas o Asurini (do Tocantins), o Avá (Canoeiro), o Parakanã, o Suruí (do Pará), o Tapirapé e o Tembé. Guajajara é dividida em quatro dialetos que são mutuamente inteligíveis, sem complicações. Na tribo o Guajajara é a língua mais falada e compreendida, já o português também é compreendido, fazendo o papel de língua franca. A situação sociolingüística dos guajajara que moram nas cidades é desconhecida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:22:07 UTC</pubDate>
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         <title>História</title>
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         <description><![CDATA[<div>Descobertas arqueológicas apontam que a cultura Guarani tem origem nas florestas tropicais das bacias do Alto Paraná, do Alto Uruguai e extremidades do planalto meridional brasileiro.</div><div>No século V, a tribo Guaraní Kaiowá já tinha se diferenciado da família Tupi e já teria se estruturado. No século XVI, a cultura já tinha características observáveis, como nos dias de hoje, é estimado pelos mesmos arqueólogos, que o tempo de gestação da tribo tenha sido de 1000 anos, sua gestação foi marcada por movimentos de translação, dentro dos espaços habitáveis pela comunidade.</div><div>Na chegada dos europeus, a família Tupi se localizava em uma região extensa, desde cananéia até o Rio Grande do Sul, mais para frente o mesmo grupo expandiu-se pela Argentina e pelo norte do Paraguai.</div><div>	Dos séculos XVI até XVII, os Guaraní Kaiowá foram marcados pela presença de jesuítas que os queria catequizar, e pelo assédio de "encomenderos" a “encomienda”, no sistema colonial espanhol, permitia que o colonizador escravizasse os indígenas sob o disfarce oficial de proteção – espanhóis e bandeirantes portugueses que pretendiam escravizá-los. </div><div>	Com os europeus, os territórios Guarani foram disputados entre espanhóis e portugueses.</div><div>Já em 1603, o governo paraguaio decidiu trazer padres da Companhia de Jesus para catequizar as tribos. Com isso, a população Guarani foi forçadamente concentrada nos aldeamentos ou missões implantadas e administradas pelos jesuítas. A ideia de reduzir os índios tinha o objetivo de arregimentá-los em espaços específicos conhecidos como “reduções” ou “missões”, cristanizá-los. Facilitando o acesso de força de trabalho indígena, pelos encomendadores de Assunção.</div><div>Os jesuítas adotariam, esse modelo econômico, porque não permitiriam que os seus catecúmenos fossem utilizados nas encomiendas.</div><div>	De 1608 a 1768, formaram-se diversas “reduções jesuítas” nas regiões de províncias paraguaias do Guairá, Itaim, Paraná e Tapes. </div><div>	No século XVII, os paulistas inquietavam-se com os encomenderos que chegavam às proximidades da vila (de São Paulo) para se servirem de índios. Os paulistas se organizaram em missões feitas para alcançar o oeste buscando índios guarani para preação, foram involuntariamente auxiliados pelas reduções jesuítas que serviram como depositários de indígenas facilitando seu trabalho.</div><div>	Muitas e muitas tribos indígenas dessa comunidade foram escravizadas e reduzidas ao longo do tempo, o número é chocante, a forma com que os jesuítas, paulistas e bandeirantes mudaram o rumo da vivência da tribo é incalculável.</div><div>	Padres e índios reduzidos visaram, em vão, resistir aos atropelos dos bandeirantes que acabaram com aldeias paraguaias e atacaram duramente as reduções guarani. Os bandeirantes seguiam, a partir da confluência com o Paraná, ao sul, em busca de índios Guarani reduzidos nas missões do Guairá e Tapes. A chegada bandeirante provocou um rearranjo na ocupação espacial da época, obrigando índios e padres a traslados forçados e em fuga para lugares distanciados do avanço paulista. Diante da persistência da ameaça bandeirante, padres e índios do Itatin se transladaram para o sul, passando, na segunda metade do século XVII, a ocupar o atual sul do Mato Grosso do Sul até os dias de hoje.</div><div>	No início do século XVII, os jesuítas foram expulsos da região, isso foi relevante para a população guarani, devido a mobilização dos índios reduzidos, o que teria impactado naqueles que não haviam estado sob o controle dos padres, fazendo, assim, um redimensionamento na realidade colonial. Faz algum sentido pensar na hipótese de que, em função de seus territórios atuais, os kaiowa teriam seus antepassados nos antigos povos guarani do Itatin; os ñandeva atuais seriam oriundos dos povos das províncias do Paraná e Guairá e que por ocorrências históricas vieram a habitar, no século XVII, o atual sul do Mato Grosso do Sul.</div><div>	Após diversos acontecimentos importantes, tais como: o Tratado de Madrid (1750) e a demarcação da fronteira entre Brasil e Paraguai em 1752; os Monteces foram descobertos por diários das expedições demarcatórias, são uma tribo kaiowá que vive em montanhas Sul-Mato Grossenses. Eles são importantes para a história do povo guarani, pois foram um dos poucos a não serem reduzidos, sendo um material importante para comparar um modo de vida como contraposto ao modo de vida que a colônia tinha vindo instaurar.</div><div>	A partir daí e até o final do século XIX, não há informações sobre estes indígenas. É de se supor que parte da população que havia sido reduzida teria se juntado ao Paraguai e, em parte, à brasileira regional. Outro contingente dos Guairá e Itatin coloniais teria, com a retirada dos jesuítas, se reincorporado aos parentes não cristianizados. Serão descendentes desses Guarani que encontramos atualmente e que se mantiveram dentro das matas de seus territórios até o final do século XIX. Sua localização e seu modo vida fugidio e discreto afastarm os Guarani das fronteiras que se expandiram e que, progressivamente, tornaram-se maiores e ameaçadoras.</div><div>	Nos últimos meses do século XIX e no início do século XX, os guarani seriam alvo de mobilização exploratória, da erva mate, promovida por empresas monopolistas deste produto. Com poderes para obstruir a entrada e permanência de colonos ou concorrentes, o arrendamento contribuirá para manter as áreas sob o controle destas empresas, sem colonos até os anos. Conservaram-se em grande medida as matas e nelas se mantiveram os Guarani.</div><div>	A partir dos anos 1920 até os anos 1960, dá início a uma colonização sistemática e efetiva dos territórios guarani, iniciando um processo sistemático de desapropriação de suas terras pelos colonos brancos.</div><div>	Em 1913, foram criadas reservas indígenas. Os Kaiowá foram abrigados no litoral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
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         <description><![CDATA[<div>Na região sul do Mato Grosso, as aldeias dos Kaiowá se estendam até os rios Apa, Dourados e Ivinhema e indo rumo sul até a serra Mbarakaju, no Paraguai, alcançando 100 km em extensão leste-oeste, também indo 100 km dos dois lados da cordilheira de Amambai (que é uma parte da fronteira do Paraguai e Brasil). Os Kaiowá que ficam ao norte fazem fronteira com os Terena, e os que ficam no leste e no sul que fazem fronteira com os Guarani Mbya e os Guarani Ñandev. Também tem outras famílias dos Kaiowá que, atualmente, vivem em aldeias próximas de Mbya, no litoral do Espírito Santo, e no Rio de Janeiro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:27:53 UTC</pubDate>
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         <title>Religião e rituais </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O mundo foi criado pela religião guarani por   Ñne Ramõi Jusu Papa ou “nosso grande avô eterno” que se criou a partir de uma substância vital, mágica chamada Jakusa, depois de se criar criou vários outros seres divinos como a primeira que criou chamada: Ñande Jari</div><div>ou chamada de “nossa avó” e posteriormente se tornando esposa de Ñne Ramõi Jusu Papa e com a criação de sua esposa também criou a terra que tinha o formato de uma rodela até ele estendendo-a até a forma que temos hoje</div><div> depois ergueu o céu e as matas e com um desentendimento quase a destruindo, seu filho Ñande Ru Paven ou “nosso pai de todos” e sua esposa Ñande Sy ou “a mãe de todos” os dois representam e são responsáveis pela divisão política da terra dividindo os povos. os rituais dos guarani se consistem em rezas, danças e cantos em algumas tribos até diariamente ao anoitecer se estendendo várias horas comumente quem organiza os rituais são os ñanderu que são os líderes e orientadores religiosos da tribo. Entre os Kaiowá duas cerimônias são destacadas o avati kyry ou milho novo, verde e também do mitã pepy ou kunumi pepy que são feitas principalmente no paraguai, mas no brasil somente uma comunidade a mantém, os primeiros rituais do anos acontecem entre fevereiro e março que é a época de plantio e é representado pelo milho branco estas cerimônias são feitas ao começo da noite pelos líderes religiosos e acaba ao nascer do Sol no outro dia e o líder tem que conhecer o  mborahéi puku ou canto comprido que os versos não podem se repetir, também sem interromper e usam os instrumentos religiosos. </div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>Kokama</title>
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         <description><![CDATA[A língua Kokama é um derivado do tupi-guarani. Kokama é muito parecida com a língua Omágua (Kambeba). Estudos indicaram que sua história estaria ligada às várias migrações de grupos Tupi do Brasil para regiões peruanas. Supõe-se que seja uma língua produto da interação de alguns grupos indígenas na região do alto Marañón, nos rios Huallaga, Napo e Ucayali, sendo que a língua Tupinambá teria sido a principal fonte lingüística do idioma Kokama, com aproximadamente 60% do vocabulário.
No Peru, cerca de 2,5% de uma população de 19 mil Kokama se expressam na língua nativa. No Brasil, são poucos os que possuem fluência e não há casos narrados de comunidades que usem o Kokama, ainda que como segunda língua (Ramos, 2003).
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         <pubDate>2021-03-01 12:38:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tembé</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Tembé vivem no maranhão a costa do rio Gurupi e são divididos em três blocos, duas se põem em cada margem do rio, os que ficam à direita do rio estão em Terra Indígena Alto Turiaçu e os da esquerda do rio no TI Alto Rio Guamá já a tribo principal estando no Pará. <br>Algumas aldeias indígenas não falam mais sua língua natal somente português já outras tribos dos também falam tenetehara, tupi guarani, ka'apor e português Asurini do Xingu: Os Asurini do Xingu, além de pertencerem a grande família linguística dos Tupi-guarani, possuem outras línguas específicas, vindas do mesmo originário. Como por exemplo a kayabi. Os Asurini do Xingu possuem semelhanças e diferenças entre sua língua e a língua dos Asurini do Tocantins.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades Econômicas e Produtivas</title>
         <author>leonardomoraes5</author>
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         <description><![CDATA[<div>O tipo de atividade econômica mais comum e importante dos guarani Kaiowá é a agricultura, especificamente com o  trabalho de roças e plantações. As roças e ou plantações menores são propriedade da família elementar, onde todos os membros cooperam de suas maneiras. A seleção para o tipo de trabalho é denominada pelo sexo do indivíduo. Cabe às mulheres produzir os alimentos e aos homens, não está especificado. Além da agricultura, existem outras atividades econômicas, porém bem menores, já que o próprio texto diz que grande parte da sobrevivência dos guaranis foi a agricultura. Bom, mas recapitulando, são principalmente a pesca e a caça, que são realizadas sempre na medida do possível. Outro fato que é extremamente importante constar é a relação dos alimentos com a mitologia. Existem alguns alimentos que são sagrados para os Guarani Kaiowá, como por exemplo o avati morotĩ,ou também chamado de milho branco. Por ele ser considerado uma planta sagrada, não é comercializado e sim utilizado nas cerimônias anuais chamadas de batismo do milho e das plantas novas.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 13:51:23 UTC</pubDate>
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         <title>Asurini do Xingu</title>
         <author>leonardomoraes5</author>
         <link>https://padlet.com/leonardomoraes5/hwq4prqbk9nk7rra/wish/1253083627</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Asurini do Xingu, além de pertencerem a grande família linguística dos Tupi-guarani, possuem outras línguas específicas, vindas do mesmo originário. Como por exemplo a kayabi. Os Asurini do Xingu possuem semelhanças e diferenças entre sua língua e a língua dos Asurini do Tocantins.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 13:53:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ka&#39;apor</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Ka’apor surgiram por volta de 300 anos atrás entre o rio Tocantins e Xingu. Por causa das brigas dos colonizadores e os povos nativos, eles tiveram que fazer uma longa e lenta migração, que levou eles para os idos de 1870, no Pará, através do rio Gurupi, no Maranhão. Os colonizadores brasileiros que atacavam o povo Ka’apor, por volta de 1900, ficaram surpresos quando descobriram que os Ka’apor tinham cocares de lindas penas coloridas em baús de cedro, que os sobreviventes do avanço brutal dos colonizadores tinham deixado para trás. Em 1911 as autoridades brasileiras tentaram “pacificar” eles, os Ka’apor eram a tribo mais hostil do país. Essa pacificação ocorreu em 1928, e durou 70 anos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 13:53:42 UTC</pubDate>
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         <title>Organização Social</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta tribo tem como base de sua organização social, economia e política, a família extensa, ou seja, grupos macro familiares que detêm formas de organização da ocupação da espacial dentro dos tekoha determinada por relações de afinidade e consanguínea. É composta pelo casal, filhos, genros, netos, irmãos e constitui uma unidade de produção e consumo. </div><div>Cada família extensa corresponderá, como condição para sua existência, uma liderança, em geral um homem que se denomina Tamõi (avô). Não sendo raro, mas também pode existir uma líder mulher que se chama Jari (avó). O líder familiar orienta os parentes politicamente e religiosamente. Cabe-lhe também as decisões de espaço que seu grupo ocupa no tekoha e onde as famílias nucleares (pais e filhos) pertencentes a seu grupo familiar distribuem suas habitações, plantam suas roças e utilizam os recursos naturais disponíveis. As famílias nucleares hoje em dia vivem em habitações isoladas e dispersas pela área disponível no tekoha, referidas, porém, à casa e presença do <em>tamõi </em>ou <em>jari</em>. Sua casa é um local centralizador e ao redor do qual se movimenta toda a família, onde as pessoas se reúnem e onde haverá um altar (mba’e marangatu) para os jeroky, que são rituais sagrados praticados no cotidiano. </div><div>Os homens se casam entre 16 e 18 anos, enquanto as mulheres podem casar-se a partir da segunda ou terceira menstruação, em geral entre 14 e 17 anos. Na primeira menstruação as meninas têm seu cabelo cortado e mantêm resguardo dentro de suas casas, onde recebem alimentos e de onde raramente saem por algumas semanas. </div><div>Há uma tendência na tradição desses indígenas de que os novos casais venham a constituir moradia uxorilocal mente, que seguem um padrão de residência no qual após o casamento os cônjuges passam a viver na localidade do pai da mulher, incluindo o esposo como apoio político e econômico de seu sogro, absorvido pelo grupo macro familiar. Atualmente contribui para a escolha do lugar de um novo casal o peso político e econômico das famílias envolvidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 22:43:12 UTC</pubDate>
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         <title>Em 17 dias, número de indígenas com covid-19 cresceu 7.400 por cento na Reserva de Dourados:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Reserva Indígena de Dourados, que é a maior do Brasil com 13 mil indígenas, teve um aumento de 7.400% de casos de covid-19 em 17 dias. No dia 13 de maio foi dado o primeiro caso na aldeia.</div><div><br></div><div>Esse aumento de casos fez o Ministério Público Federal do Mato Grosso do Sul chamar a Justiça para cobrar providências do governo federal. O órgão exige Equipamento de Proteção Individual para a Equipe Multidisciplinares na Saúde Indígena e outros grupos que trabalham na aldeia, medicamentos para os doentes, medidas para o isolamento dos contaminados na aldeia.</div><div><br></div><div>O Ministério Público Federal determinou que se descumprir os protocolos, vai ter que pagar uma multa de 50 mil reais. </div><div><br></div><div>O Ministério Público Federal, também, adicionou a Secretaria Especial da Saúde Indígena e o Distrito Sanitário Especial Indígena do Mato Grosso do Sul para ajudar o Reservas Dourados. Mas ninguém respondeu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 23:09:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Índios atiram contra a polícia e clima continua tenso em área de conflito em Dourados</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Indígenas com revólveres deixam 2 feridos a tiro, dois indígenas e um guarda. Depois que os policiais fizeram um bloqueio os manifestantes indígenas, atiraram pedras e dispararam tiros e os indígenas e policiais atingidos estão em estado grave no hospital, com o conflito um produtor rural revestiu o trator contra tiros para continuar trabalhando em outro dia 50 indígenas entraram na fazenda e expulsaram os 8 funcionários e até dispararam contra o trator e atearam fogo com coquetel molotov.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 23:10:22 UTC</pubDate>
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