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      <title>Escapismos na pandemia by Júlia Marina Amorim de Andrade</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-24 16:29:21 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-10 20:22:59 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Minhas estratégias</title>
         <author>jce5</author>
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         <description><![CDATA[<div>A foto ilustra a primeira estratégia: a leitura. Envolvida na realidade dos personagens, esqueço-me da minha por alguns instantes. No entanto, a fotografia ilustra muito mais do que só a leitura, como estratégia: o livro foi presente de uma pessoa querida, pelo meu aniversário, em fevereiro desse ano, que não pude comemorar propriamente; o short que uso é farda da minha antiga escola, pela qual cultivo muito carinho, o que me lembra as visitas e encontros perdidos nesse último ano; e há minha companhia de sempre: Sambinha, que, vez ou outra, me ajuda nessa tentativa de fuga também, quando não está tentando arrancar meu braço e me deixa, por alguns minutos, descarregar nele toda minha carga afetiva que, nesses últimos meses, tem se acumulado bastante. O que me leva à outra estratégia: a espiritualidade, em uma forma menos convencional, como a que Baudelaire retratou em Correspondências. Explico: tenho como deuses o Amor – presente na lembrança e no carinho dado e guardado – e a Esperança – de que, logo mais, nossa presença na vida uns dos outros será física e que os abraços não precisarão ser mais adiados. É essa fé que me guia e me dá fôlego para seguir enfrentando a realidade e a mim mesma, no resto do dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 18:54:18 UTC</pubDate>
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         <title>O quão longe chegamos</title>
         <author>smfg</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por mais comum que essa resposta pareça, durante o ano de 2020 e 2021, a leitura, uma antiga companheira, se tornou a minha maior válvula de escape. Pode soar clichê, mas apenas um bom livro foi capaz de, mesmo durante uma pandemia, me transportar para um mundo melhor. A quarentena me isolou com personagens incríveis em mundos fantásticos, através dos quais aprendi coisas novas e me desliguei, por alguns instantes, da minha própria realidade. Me recordo, assim, de algumas características do Parnasianismo, pois evito livros que apresentem temas obscuros e traços decadentistas e procuro estéticas que me agradem, na maioria das vezes, com uso de temas históricos. Eu me apego a, como já citei, mundos melhores e idealizados, mas isso não significa que eu não esteja antenada ao mundo real, apenas significa que sempre arrumo um tempo do meu dia para escapar para essa outra realidade, e é reconfortante saber que, quando as coisas por aqui se apertam, eu tenho outros lares para visitar apenas folheando páginas. Acompanhando a leitura, veio a música, outro consolo importante nesses tempos. Deixo aqui uma música relativamente boba – tema de um filme da Disney – mas que foi um acalento nesses meses, para que nos sempre lembremos o quão longe, apesar de tudo, já chegamos:<br><br></div><div>“Olhe quão longe você chegou/ Você encheu o seu coração de amor/ Querido, você fez o suficiente/ Respire fundo/ Não desconte em si mesmo/ Não precisa correr tão rápido/ Às vezes chegamos por último/ Mas fizemos nosso melhor/ Aves não voam, elas caem e se levantam.” (Try Everything – Shakira)<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=c6rP-YP4c5I" />
         <pubDate>2021-04-03 02:32:51 UTC</pubDate>
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         <title>Fugas</title>
         <author>acas3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como forma de aliviar toda a tensão que a pandemia trouxe consigo, eu, semelhante aos parnasianos, que apreciavam e relembravam os antigos valores clássicos, achei nas lembranças, nas fotos, mensagens e nos vídeos antigos uma forma de escapar um pouco da minha realidade atual. Pensar em tudo que eu já vivi e em todo o caminho que eu ainda tenho pela frente é o que vem me dando conforto para me manter de pé e esperança para acreditar que um dia, de uma forma ou de outra, tudo isso vai passar. A foto abaixo, mesmo tirada há dois anos e de forma espontânea, continua sendo extremamente especial para mim e sinto que ela traz em si a principal ideia que devemos ter em mente nesses tempos caóticos: a efemeridade das coisas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-03 20:08:57 UTC</pubDate>
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         <title>Válvula de escape</title>
         <author>tpg5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em meio ao caos temos que ao menos procurar algo que nos faça fugir da realidade e que principalmente nos faça sentir bem. Achei minha válvula de escape na obras clássicas, principalmente nas pinturas. Como exemplo disso as pinturas simbolistas me chama bastante atenção, me fazem pensar "fora da caixa", me faz pensar e refletir oque aquela imagem quer traduzir para mim, a partir do meu ponto de vista. E cada vez que analiso a imagem parece que traduz algo diferente, que me passa algo novo. Analisando a imagem me sinto como se estivesse no Louvre, com om bom café, andando de um lado para o outro, ficando apaixonado pelas obras de arte clássicas. E principalmente me fazendo esquecer de tudo oque não importa.<br>Segue imagem com características do simbolismo.&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.meisterdrucke.pt/impressoes-artisticas-sofisticadas/Odilon-Redon/98003/O-homem-alado-ou,-anjo-ca%C3%ADdo,-antes-de-1880-(%C3%B3leo-no-cart%C3%A3o).html" />
         <pubDate>2021-04-04 21:59:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escapismos </title>
         <author>csv4</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1384449714</link>
         <description><![CDATA[<div>A musicalidade é um dos traços que os poetas simbolistas mais prezavam. Desde pequena, a música sempre esteve presente na minha vida de maneira que representa para mim não apenas uma válvula de escape, como também o principal instrumento capaz de despertar ainda mais o saudosismo que o isolamento social trouxe como consequência. Ao escutar um álbum de um determinado artista que costumava ouvir muito na infância, por exemplo, consigo mesmo que por apenas alguns minutos, fugir da realidade atual e me transportar para aqueles dias. &nbsp;</div><div>Durante a pandemia desenvolvi ainda mais o hábito de desenhar e pintar como forma de escapismo. Apesar da aproximação da pintura ser vista também no parnasianismo, gosto de pintar elementos que se aproximam mais ao simbolismo, como personagens dos filmes de Tim Burton, que são caracterizados por traços expressionistas.</div><div>Deixo abaixo, o link de uma música da banda “Slowdive”, que tenho escutado muito ultimamente. Os elementos usados no videoclipe me fazem lembrar da estética simbolista, devido ao caráter transcendental e onírico.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=mbgWjujwvwo" />
         <pubDate>2021-04-05 19:14:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fugindo do Caos</title>
         <author>saas2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde antes da pandemia, sempre escutei músicas alternativas e tocadas por bandas de rock nacionais e internacionais.<br>Então, com o início da pandemia do coronavírus, em março de 2020, com a tentativa de fugir do caos que estava apenas começando, comecei a me envolver e a escutar cada vez mais músicas de bandas como The Beatles e Pink Floyd, que me faziam "sonhar alto" com tons de misticos e cosmóticos, me imaginando sempre tocando a música ou estando na situação ou local em que a música remete, se assemelhando muito com a "fuga da realidade" presente nos textos simbolistas.<br>Mas, também, criei uma necessidade de escutar músicas que me trouxessem tranquilidade e calma em meio ao caos e que me fizessem refletir sobre o que eu já fiz e sobre as minhas intenções e desejos para o futuro, me trazendo a mensagem de que depois do caos tudo seria possível.<br>Por isso trouxe uma música para fazer todos nós refletirmos em meio a este momento difícil:<br><br>Charlie Brown Jr- Dias de Luta, Dias de Glória.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=EYpo0U5g2wk" />
         <pubDate>2021-04-05 23:25:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escapismo na pandemia</title>
         <author>lsas1</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1385207458</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso da sonoridade como uma forma de buscar a fuga da realidade, a transcendência com o plano espiritual ou até para estabelecer analogias com fatos do cotidiano é muito comum nas obras simbolistas. Além disso, os autores do simbolismo utilizam-se de uma linguagem subjetiva, misteriosa, transcendental, sensorial e onírica para tratar de vários temas ligados ao escapismo dos acontecimentos da realidade.<br>Em meio a esta pandemia, aproveitei a capacidade que as produções musicais possuem de promover reflexões profundas, parar fugir de todo o panorama caótico que estamos vivendo através músicas. Na maioria das vezes, os artistas transmitem por meio da construção de clipes, imagens de místicas e subjetivas o que realmente transmitir nas suas músicas. Vários cantores que acompanhei nesta pandemia possuem diversas músicas que carregam em suas obras referências Simbolistas e Parnasianas. Dentre esses artistas posso destacar a cantora Ariana Grande. Segue uma música da cantora citada que ilustra bem minhas palavras.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=kHLHSlExFis" />
         <pubDate>2021-04-06 01:10:34 UTC</pubDate>
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         <title>Válvula de escape</title>
         <author>meca11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bem antes de todo esse caos, sempre tive comigo a dança clássica, que não só me ajudou em fases difíceis da minha vida como também se tornou uma prioridade e forma de aliviar todo o estresse causado pela pandemia. Desde pequena o ballet é um hobbie que tenho um carinho e amor enorme, não me arrependo de ter conhecido e me adaptado tão bem. Com a pandemia foi a minha salvação a dança, a musica clássica do ballet e a dança contemporânea me encanta de uma forma, que não sei explicar. Isso tudo lembra o simbolismo e o interesse que os simbolistas tinham pela dança e a sua insatisfação com o que se via como dança. Quando se dança eu me esqueço do mundo real e entro no meu mundo oque lembra a sublimação, uma característica do simbolismo, sem falar da musicalidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 01:43:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fugindo da realidade</title>
         <author>aag9</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1385670530</link>
         <description><![CDATA[<div>É difícil se desligar da realidade por completo, principalmente quando tentamos a todo custo esquecermos dela. Durante essa pandemia, foi difícil esquecer tudo o que estava ocorrendo e tentar controlar o caos mental. Às vezes, só temos vontade de viver outra vida, em outra realidade, com outros mecanismos. E eu conseguia fazer isso por meio de videogames. Os arredores esmaeciam e tudo o que importava, mesmo que por poucos instantes, era a história que eu estaria prestes a conhecer. Recentemente, um jogo que me tocou muito foi Omori. A história se trata de Sunny,um garoto que passa a imaginar um mundo dos sonhos e viver como seu alter-ego, Omori, para lidar com a realidade. O jogo, que em muitos momentos possui uma atmosfera obscura, tem muitos aspectos simbolistas, como a abordagem do subconsciente, a fantasia e o caráter sombrio. Além, é claro, de possibilitar várias interpretações da história. No vídeo abaixo, onde são apresentados alguns trechos da história do jogo, é possível ver esses elementos, principalmente o onirismo. É necessário fugir da realidade um pouco, mas, quando voltamos, o choque pode ser grande.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=72oM5cTvnIs" />
         <pubDate>2021-04-06 05:00:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O começo é o fim. E o fim é o começo.</title>
         <author>mbr38</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1385811690</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o início da pandemia, é de fato que todos sentiram um impacto muito grande em suas vidas, e com todas as notícias diárias e decepções, é necessário que possamos ter um momento de lazer, seja com nossa mente ou com o que nos sentimos confortáveis. Com isso, as vezes é difícil conviver uma nova realidade, um “novo” normal, e isso refletiu bastante no que trago como minha "válvula de escape”. Series, filmes e música sempre foram meus fortes desde que me conheço por pessoa, sempre me senti interessada e fascinada por essa cultura pop. Assim eu trago Dark, a melhor série original da Netflix descrita pelo Rotten Tomatoes. A história da série gira em torno da cidade de Winden, com vários desaparecimentos estranhos, e que assim expõe vários segredos e conexões ocultas entre quatro famílias locais, enquanto ao longo das temporadas e episódios, descobrem estas situações bizarras através de viagens no tempo, fazendo com que tudo esteja conectado e em extrema continuidade. Essa série me faz remeter bastante o Simbolismo, pois tem características como a subjetividade e o misticismo que estão bastante presentes em todo o decorrer da série, além da religiosidade, que é uma base importante para o entendimento dos acontecimentos. Também é preciso citar a complexidade em tudo que é abordado e a forma na conexão entre essas famílias, e a melancolia e obscuridade que as imagens da cidade expressam. Então para me desligar da realidade, tenho foco nessa história intrigante, cheia de mistérios, questões existenciais do tempo e seus efeitos sobre a natureza humana.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 06:08:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O alívio em meio ao cotidiano caótico </title>
         <author>gnla</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1388250624</link>
         <description><![CDATA[<div>Este tempo pandêmico, revelou a importância das válvulas de escape para as pessoas, visto que sempre estiveram presentes na nossa vida, como ações que representam um pequeno alívio no meio deste cotidiano caótico da sociedade. Assim como os outros, também tenho o meu escapismo. No princípio do ano de 2020, comecei a entrar no universo dos animes, me encantando logo de imediato, pois me apresentavam outras realidades, com histórias e personagens, majoritariamente, incríveis. A partir disso, desencadeei um interesse considerável nos desenhos que portavam diversos pensamentos durante o enredo, como por exemplo Psycho-pass e Death Note. Assim como o simbolismo, eles possuem uma atmosfera mais sombria, com alguns temas de natureza mais obscura também, fazendo com que o consumidor reflita sobre diversos assuntos, e usufruindo de metáforas e comparações durante a história. O vídeo abaixo é uma abertura do anime Death Note, a qual demonstra, explicitamente, um pouco do ambiente tenebroso da história, além de que, no final, é possível vermos uma representação do desejo do protagonista em se tornar um deus, o deus do novo mundo.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8QE9cmfxx4s" />
         <pubDate>2021-04-06 17:19:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Minhas válvulas de escape </title>
         <author>tcbs</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1388325465</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Algumas das características do simbolismo é que o plano espiritual torna-se muito mais valorizado do que o plano da matéria e a musicalidade que é bem presente nas obras. Minhas principais válvulas de escape estão relacionadas a essas características.<br>&nbsp;Devido ao triste cenário pandemico em que nos encontramos, realmente se faz necessário válvulas de escape. E as minhas são diversas como, por exemplo, família, atividade física, a fé, a música, e principalmente, a fé e a música.<br>&nbsp;A música como modo de fugir da realidade e como meio de me firmar ainda mais na fé de que tudo logo vai passar e de Deus tem cuidado de tudo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/1gugliwkeGQ" />
         <pubDate>2021-04-06 17:33:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fuga da realidade</title>
         <author>gmznsc</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1388455936</link>
         <description><![CDATA[<div>A tentativa de fugir da realidade, característica do Simbolismo, torna-se algo essencial no contexto pandêmico em que estamos vivendo, pois as ondas de angústia e descrença causadas pela pandemia criam sobrecargas emocionais.<br>Como forma de me livrar dessas sobrecargas,   utilizo músicas que geram, pelo menos em mim, o sentimento de esperança, de que tudo vai voltar ao "normal"; a música "Vai (Menina, Amanhã de Manhã)", composta por Perna e Tom Zé, é uma dessas canções que me fazem acreditar no amanhã, apesar do hoje.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2Dcu2XWTT18" />
         <pubDate>2021-04-06 18:00:56 UTC</pubDate>
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         <title>Escapando pela arte</title>
         <author>nems2</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1388555677</link>
         <description><![CDATA[<div>No meio de tanta loucura passada pelos dias atuais, uma forma de escape que eu encontrei foi a arte. Os parnasianos, no século XIX, também tinham esse sentimento de amor e valorização da arte, que eu acredito que é fundamental para a existência de qualquer ser humano. Por meio dela eu tenho passado por esses dias complicados, podendo enxergar esperança no final de todas as coisas. Há vários artistas que eu gostaria de citar: existem 2 contas no Instagram que fazem tirinhas que eu visito todo dia e passo bastante tempo lendo: a @grebcomics e a @frogcomic , que pertencem ao mesmo criador, que faz tirinhas com assuntos simples mas que trazem alegria a qualquer pessoa! Há também os filmes: existe estúdio japonês chamado "Studio Ghibli" que cria filmes que também me ajudaram diversas vezes a refletir um pouco mais sobre a beleza da vida, pois trazem histórias que passam uma sensação de maior amor às coisas simples ao nosso redor. Sem contar também que eu acabo produzindo arte. Mesmo que não chegue a pôr minhas ideias no papel, gosto de criar poesias e histórias na minha mente, que me fazem sair um pouco da realidade para um encontro comigo mesma e meus pensamentos.<br>Por último, vou deixar uma música de Ariana Grande que reflete muito o sentimento que eu estou tendo atualmente, que no fim tudo vai dar certo e todos vamos passar por esse momento difícil.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Q0EhO-fNSKs" />
         <pubDate>2021-04-06 18:22:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Válvulas de escape durante a pandemia </title>
         <author>mcgf</author>
         <link>https://padlet.com/epjuliaandrade/hwkrvn8fy8l3pd74/wish/1389133930</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes mesmo da chegada da pandemia em nosso país, em março de 2020, eu já praticava alguns hábitos que me ajudavam a esquecer por um momento todas as preocupações da vida acadêmica. Exercícios físicos, leitura, seriados, conversas com a família, são algumas das atividades que me ajudaram, e continuam ajudando, a desopilar durante esse período caótico em que estamos vivendo. Porém, destas atividades que citei, gostaria de destacar a leitura, e acrescentar a música, como práticas que se relacionam ao Simbolismo e o Parnasianismo, e ao mesmo tempo, são minhas válvulas de escape durante a pandemia. Com relação à música, acredito que esteja mais próxima do Simbolismo, pois me permite sair um pouco da realidade e partir para um mundo idealizado. A leitura, minha válvula de escape preferida, possui, na minha visão, tanto características simbolistas quanto parnasianas. Ao mesmo tempo que permite vagar por um mundo de fantasias (meu gênero preferido), apresenta muito do caráter estético parnasiano.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 21:19:49 UTC</pubDate>
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         <title>Minha válvula de escape </title>
         <author>mnmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde que a pandemia transformou minha rotina drasticamente venho tendo inúmeras obrigações que antes nem sequer passavam pela minha cabeça, uma delas é cuidar do meu irmão mais novo todos os dias enquanto meus pais trabalham. Ter que balancear a vida de “babá” com os estudos estando em uma situação apavorante no país é extremamente exaustivo e infelizmente não me sobra tempo para ocupar a mente com qualquer outra atividade que exija muito esforço. A minha válvula de escape&nbsp; é deitar, fechar os olhos, e imaginar por algum momento que não estou ali, tendo divagar em memórias da infância ou simplesmente em momentos onde eu podia abraçar, beijar, passar um dia inteiro dormindo, correr, nadar, pegar um ônibus, ir a festas restaurantes. Sabe aquele momento antes de dormir onde você imagina uma vida perfeita? É exatamente isso, mas a diferença é que em vez de criar uma realidade eu simplesmente lembro da realidade onde eu estava antes de tudo isso acontecer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 22:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Minha válvula de escape</title>
         <author>brc11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante esse período pandêmico, as válvulas de escape são de extrema importância, já que todos tiveram suas vidas impactadas, seja como mudança de rotina ou até, infelizmente, a perda de um ente querido. Sendo assim, se fez necessário tirarmos tempo para um momento de lazer que nos desligasse do mundo com notícias caóticas, algo difícil antes da pandemia devido a rotina tão corrida.<br>Assim como outros também tenho meus escapismos. No início de 2020 me recomendaram assistir Friends e desde então, me encantei e passei a assistir sitcoms que se tornaram minha válvula de escape para os dias difíceis. Friends é uma série da Warner Bros com leveza e humor que gira em torno de seis amigos que vivem em Nova York. E assim como uma característica forte do simbolismo - que é uso excessivo de figuras de linguagem - esta série utiliza bastante esse recurso, visto que, o uso da ironia parece com frequência.&nbsp;<br>Então para escapar da realidade - outra característica marcante do simbolismo - assisto Friends que com histórias contadas com tanto humor me dá fôlego para passar por um momento tão complicado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 23:09:32 UTC</pubDate>
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         <title>Minha válvula de escape com o mundo de cabeça para baixo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Há dois anos, a minha realidade mudou da noite para o dia, quando as aulas foram suspensas em razão da prevenção contra a nova doença que se alastrava pelo mundo com tanta velocidade.</div><div>Durante toda essa trajetória, o novo coronavírus foi o vilão protagonista e as milhares e milhões de vítimas foram as pessoas que não resistiram à ele.&nbsp;</div><div>Desde então, não houve um dia sequer sem que aparecesse os gráficos crescentes das pessoas infectadas e das mortes causadas pela nova doença nos noticiários. Já não era mais uma epidemia, o coronavírus foi se espalhando pelo mundo e tornou-se uma pandemia com poucos dias.</div><div>Por isso, assim como os simbolistas e parnasianistas utilizavam recursos para fugir da realidade em tempos difíceis através da espiritualidade e musicalidade. Eu também tenho os meus escapes para fugir dessa realidade, como focar um pouco mais nos estudos ou até mesmo assistir alguma série ou filme, ficar com a família e pensar em coisas boas.</div><div>E esses escapes são muito importantes para a nossa saúde mental, pois sem eles, o risco de desenvolvimento de outras doenças como ansiedade e depressões vem à tona. &nbsp;<br><br>Aluna: Caroline Alexandre.&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 00:44:16 UTC</pubDate>
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         <title>Minha válvula de escape durante a pandemia</title>
         <author>gs24</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a chegada do vírus, há cerca de um ano, minha rotina mudou drasticamente. Somos obrigados a ver notícias tristes com os números de infectados/mortos todos os dias. E por mais que os noticiários estejam mostrando a realidade do mundo, fico assustado e com medo de me infectar ou que alguém da minha família seja infectado. Mas entendi que preciso ter um momento de lazer para me desligar desta situação caótica que estamos vivendo.</div><div>O meu esforço de escapar da realidade - presente característica do simbolismo - se deu através das séries. Em especial, Brooklyn Nine-Nine, série de comédia policial americana que gira ao redor do personagem Jake Peralta, que é um detetive talentoso porém irresponsável. Esta série se tornou meu escapismo nesse período pandêmico por ser engraçada, ter investigações emocionantes e mostrar que o bem sempre vence, me dando esperanças para dias difíceis.</div><div>Além disso, B99 usa a ironia como figura de linguagem predominante, onde se assemelha com o simbolismo, já que em seus poemas há o uso frequente de figuras de linguagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 04:50:52 UTC</pubDate>
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